Declaração:
Stéph's: Gundam Wing será meu um dia!
Personagens de GW: Só por cima do meu cadáver!
Stéph's: Tá, tá! GW não me pertence, abaixem as armas, por favor...
Shinju-hime: Sim, ferrei o Duo... Acho q outra serie q eu assisto demais (além de séries policiais) é House. E como minhas inspirações nunca são positivas... hehehe! Sim, teremos um interrogatório agora! Eu gosto dessa cena, principalmente pq é aqui q ficou mais forte a influência do Elliot Stabler, personagem de Law and Order SVU no qual eu me inspirei qdo coloquei o Trowa como policial. O prisioneiro eu posso torturar então? Legal, legal! huahuahauhaua! Vlw o review e divirta-se com o capítulo! Bjos!
Anzula: Não tenho preconceitos, ferro com todos por igual. HAUhuHUAhUAH! Não é pessoal, é só pra deixar a estória mais interessante. Vlw o review e não deixe de acompanhar! Logo a bola da vez troca... Bjos!
Tati-kamikaze: Eu? Cruel? Ah, um pco, tá... hehehe! É que minha linha de pensamento para criar uma estória funciona mais ou menos assim: Inventar um problema - complicar mais ainda - ferrar alguém pra deixar mais emocionante - fazer parecer q vai resolver - ferrar mais ainda - dar um final feliz depois de quase matar metade dos personagens. Pior q eu monto as estórias meio desse jeito mesmo, hehehe! Eu gosto de dramatizar um pco tb... Aí dá nisso. OK, vou trazer o Dr. House. huahauhauhaua! Vlw o review, desculpa a demora pra atualizar (fim de ano, facul, já sabe...) e divirta-se! Bjos!
Capítulo 10
10 de dezembro de 214 d.c.
Colônia L1
Com o mandado de prisão contra Jacques Armel, a polícia precisava apenas esperar que o homem usasse um cartão de crédito para poder rastreá-lo. Seu retrato fora liberado apenas para a polícia local e de outras colônias, além das empresas de aeronaves que deixavam a colônia. Com tudo isso, não tardaria para que o encontrassem e foi o que aconteceu, às 11 horas da manhã daquele dia.
- Enviamos duas viaturas para o local. Jacques fez um saque em um caixa eletrônico há poucos quilômetros daqui. – avisou uma policial.
Trowa se levantou de sua cadeira e perguntou a localização exata, para sair em sua viatura. Do carro avisou os amigos que Jacques fora localizado e que só precisavam encontrá-lo.
O policial estacionou seu carro em um lugar perto e seguiu a pé pela rua. Não usava nenhum uniforme ou qualquer coisa que o identificasse como policial. Jacques Armel poderia muito bem estar hospedado em algum hotel ou pousada. Recebera uma boa quantia pelos seqüestros e não era dali. Trowa mostrou a foto para recepcionistas de três hotéis na região e continuou andando pelas ruas até que seu celular tocou. Era Wufei e ele encontrara o homem. Estava seguindo ele há menos de cinco quadras dali.
- Ótimo, estou indo. Melhor não fazer nada. Se ele virar para outra rua me ligue.
Trowa foi em direção à rua em que Wufei falara que o homem seguia e não demorou a avistá-lo. Parecia um pouco bêbado ou talvez cansado, pois andava devagar e Wufei caminhava atrás dele, há alguns poucos metros de distância. Trowa ligou para a central e avisou ter avistado o acusado. Passou por Wufei sem falar nada e alcançou o homem.
- Jacques Armel?
- Quem quer saber?
- Polícia de L1. Temos algumas coisas para conversar.
- Estou limpo. Não injeto nem cheiro nada há meses. Só vou pra delegacia se você tiver alguma acusação.
- Muito bem, então você está preso pelo seqüestro e tentativa de assassinato de Hiroshi Yuy.
Com um breve empurrão, Trowa fez o homem se virar para que pudesse algemá-lo. Jacques não parecia disposto a enfrentá-lo, mas mal o metal das algemas se aproximou de seus pulsos, ele deu um coice para trás e correu. Trowa saiu em seu encalço, já com seu revólver na mão. Jacques virou em um beco e sacou sua própria arma, atirando para trás assim que conseguiu ver Trowa. O tiro passou longe, mas ele não tentou atirar de volta em Jacques. Uma bala perdida poderia ferir alguém e um alvo em movimento não era um alvo fácil.
Jacques continuou a toda velocidade e atravessou a rua. Trowa acabou se atrasando, para não ser atropelado, mas não o perdeu de vista. À sua frente, o fugitivo deu um encontrão contra um carrinho de mão de um homem que transportava um botijão de gás e caiu. Sabendo da proximidade de seu perseguidor, Jacques tentou apontar sua arma para o homem que levava o botijão e usá-lo como refém, mas este o acertou com um chute no ombro antes. A arma caiu e Trowa chegou, apontando seu revólver para Jacques, que não tentou nada desta vez.
- Chinês miserável... – Jacques resmungou para Wufei, que largara o carrinho de mão com o botijão, que não era seu, e saíra andando em outra direção.
Uma hora depois o interrogatório na delegacia não ia muito bem. Jacques se recusava a dizer qualquer coisa e se declarara inocente de qualquer acusação.
- Ele não vai abrir a boca, assim. – disse Trowa, observando o interrogatório pela janela de vidro.
Esta permitia quem estava fora ver o que se passava dentro da sala, mas o inverso não era possível. O policial dentro da sala insistiu em perguntar se Jacques conhecia os pais do garoto que seqüestrara.
- Não sei de nada. Nunca vi nenhuma destas pessoas e não sei de que garoto estão falando. Tá me achando com cara de que pra seqüestrar garotinhos? Pedófilo?
O policial suspirou e saiu da sala.
- Se quiser tentar, fique à vontade. – ele disse para Trowa. – Mas ele não vai falar nada.
- Talvez fale. Se ele tem medo de alguém que possa querer matá-lo, temos de fazer ele temer outra coisa.
- Vai ameaçar matá-lo? Ele não vai cair nessa.
- Matá-lo? Não. Não eu.
Trowa entrou na sala. Jacques estava sentado de um lado e seu advogado do outro. Um policial vigiava tudo de perto com um cassetete na mão.
- Espero que vocês tenham mais provas do que o depoimento de uma criança traumatizada que está doente. – disse o advogado.
- Sabemos que seu cliente é culpado. Ele foi filmado.
- Qual é? – Jacques falou. – Já me falaram que a imagem não é grande coisa. É outra pessoa.
- Sabe o que acho que aconteceu? Alguém pagou você para seqüestrar o garoto e se livrar dele depois. Assim como foi com Tyler.
- Você não sabe de nada.
Trowa o ignorou e continuou.
- Então, você vai pagar sozinho pelo crime? Mais alguém é culpado nesta história, porque você o protegeria?
- Você tem provas de que fui eu?
- A perícia encontrou seus traços no galpão. Suas digitais provam que você esteve lá e a bala que feriu Hiroshi vai provar que foi sua arma que fez o disparo.
Jacques trocou algumas palavras sussurradas com seu advogado. Os outros policiais já haviam lhe falado tudo aquilo, não adiantava se declarar inocente. Mesmo assim, não falaria uma palavra.
- Quero um nome. – insistiu Trowa. – Você não tem nada a perder.
- Só a vida, seu idiota. – Jacques se queixou. – Não falo nada. Esqueça.
- Teme por sua vida? Pois eu diria que você tem outras coisas a temer.
- Oficial Barton, está indo além de sua autoridade, fazendo ameaças ao meu cliente. – reclamou o advogado, ajeitando os óculos que lhe escorregavam pelo rosto suado.
- Pois saiba que a minha autoridade é o suficiente para garantir que seu cliente cumpra pena no presídio Norford, aqui em L1.
- Eu sou de L2, vão me mandar pra lá. – defendeu-se Jacques.
- Não, vou garantir que não. – Trowa respondeu. – Você conhece a fama de Norford, não?
Norford era o maior presídio localizado em uma colônia e tinha uma história péssima de violência e gangues dentro do prédio.
- Engraçado como nos presídios as notícias viajam rápido. – Trowa continuou, com um tom que não agradou Jacques. – Dentro daquele lugar cada um sabe porque o outro foi preso. Seqüestro e assassinato de crianças? Não vão gostar muito de você.
Jacques se torceu na cadeira, visivelmente desconfortável.
- Me mande pra onde quiser. Não vou falar nada, seu policial de quinta categoria...
Trowa tirou de uma pasta que trazia consigo uma foto e a jogou em cima da mesa. Jacques encarou por um momento um rosto branco e obviamente morto de um homem, antes de desviar o olhar, enojado.
- Vai me acusar de matar este cara também?
- Não. Este homem foi morto em Norford. Foi preso por pedofilia e não foi muito bem recebido.
- Acha que me assusta com isso? Se tivessem matado ele na prisão não estaria com a cara inteira assim.
- Este homem morreu de peritonite. Uma infecção causada por uma perfuração intestinal, quando outros presidiários conseguiram um cabo de vassoura quebrado e usaram para est...
- Chega! – Jacques o interrompeu. – Já entendi...
- Ainda tem tanta certeza de que não quer falar nada?
- O que eu ganho?
- Vai para L2 e cumprirá pena lá. Tudo que precisa é me dar o nome de quem o pagou pelo serviço.
- Não vou depor em tribunal.
- Se me der o nome para que possamos iniciar a investigação será suficiente.
- Georg. Georg Friederich. Ele é pastor do Mãe Terra.
Trowa calou-se por um momento. Não era a resposta que esperava. O pagamento fora efetuado por Scott Caleb, apesar do envolvimento de Friederich. E o policial esperava que ele denunciasse Scott Caleb.
- Ele quem encomendou seus serviços?
- Sim.
- E por que seqüestraram os meninos?
- Qual é? Você queria saber só um nome...
- Vai fazer diferença pra você?
- Agora já foi. – disse o advogado. – Não vai fazer diferença você falar mais do que já falou. – Em seguida voltou-se para Trowa. – Se descobrir o que quer, vou querer anular a prisão perpétua.
- Isso é com a promotoria. Mas claro que sua colaboração pode ajudá-lo, Jacques.
- A parada é o seguinte... – começou Jacques, desistindo. – Mandaram eu trazer duas crianças. Não sei pra que diabos queriam. Eu só fiquei vigiando enquanto um cientista maluco ficava fazendo testes idiotas que não sei pra que servem. Depois mandaram eu levar o primeiro moleque que eles já tinham matado e levar o outro, que ainda estava vivo.
- E você deveria matá-lo e depois queimar os dois corpos, certo?
- Isso mesmo. Não sei o que eram os testes.
- Preciso do endereço do lugar e do nome do cientista.
- O nome desse cara eu não sei. Ele disse uma vez, mas eu não lembro. O endereço eu posso te dar.
Trowa lhe estendeu uma caderneta e um lápis, onde Jacques escreveu direitinho o tal endereço. Depois saiu da sala e pediu ao advogado que trabalhava ali na polícia para conseguir um mandado para quebrar o sigilo bancário de Jacques Armel. Precisava provar que o pagamento fora efetuado. E aí descobririam o nome de Scott Caleb.
N/A: Gostaram do cap? Bem policial, hehehe. Claro q eu pessoalmente adorei escrever. Agora a pedidos: traremos o Dr. House!
Historinha a parte sem noção 2:
Dr. House: O paciente tem uma condição rara chamada Estrambólise e Poliesculhambose de Addison. Isso justifica dores de cabeça, dores nas juntas e...
Hiroshi: Nunca tive nada disso.
Dr. House: Hm... Faremos uma biópsia da sua medula além das duas páginas de exames que eu já listei. Provavelmente estamos diante de alguma doença imunossupressora rara associada.
Heero: Duas coisas raras juntas?
Dr. House: Quem escreve o roteiro não é estatístico.
Hiroshi: Será que eu não tenho só gripe?
Dr. House: Se você tivesse gripe você estaria na clínica eu estaria tentando escapar de te atender. Agora, temos alguns exames super caros e perigosos para fazer.
Heero saca um revólver.
Dr. House: Eu gostaria de saber quem faz a manutenção dos detectores de metal deste hospital...
