Esta história é uma fan fiction sobre a obra de Charlaine Harris, Southern Vampire Mysteries. Algumas personagens e passagens têm direitos de autor pertencentes a CH.
Comentem! Por favor!
Escrevi este capítulo, traduzi-o para inglês e dai para português outra vez. Com tanta escrita e reescrita espero que não tenha deixado passar alguma frase numa língua incompreensível! Se isso aconteceu, IGNOREM!
CAPÍTULO 10
CPOV
- Diga-me que está tudo bem. Estou farta de andar de gesso.
O Dr. Jones examinava a radiografia ao meu braço e eu esperava que ele não tivesse más notícias para mim.
- Miss Jenkins, você é uma sortuda. Os ossos solidificaram bem e na posição correcta. Não será necessária uma operação correctiva.
Respirei de alívio. Odeio hospitais e sentir-me diminuída. Este último mês foi o inferno na terra.
Não podia continuar nem mais um minuto a trabalhar com um braço só. Faz-me perder imenso tempo e provoca-me dores no corpo pela má posição em que estou constantemente.
Nas últimas semanas só a custo de um enorme cansaço, consegui cumprir o prazo que dei ao Eric. Na realidade tenho tudo pronto e analisado para que as obras de construção e reabilitação possam arrancar. Tenho um relatório pronto para lhe apresentar com todas as hipóteses que estão em cima da mesa e qual delas considero a melhor. O orçamento final da obra está pronto também. Preciso apenas do aval dele para adjudicar os novos projectos e os empreiteiros gerais. Os contactos com a câmara também correram bem. Puxei uns cordelinhos, cobrei uns favores e consegui que a câmara aceitasse repavimentar a zona e melhorar a iluminação. Por último saquei também da cartola uma ideia adicional. O pagamento de uma taxa de condomínio pelos novos proprietários que permitisse contratar uma empresa de segurança privada para a zona. Com certeza, mais segurança atrairá ainda mais clientes. Era um investimento que trazia retorno. Queria o aval do Eric para avançar com esta cláusula nos contratos de venda.
- Pode ir Catherine e, espero não a ver tão cedo.
O Dr. Jones é muito simpático e descobri ao longo do último mês que é desta forma que dá alta aos pacientes. Eu também não o queria ver tão cedo. Era bom sinal.
A tarde estava a terminar e era uma boa altura para contactar o Eric. Não o vejo desde a maldita noite no Fangtasia. Tenho-lhe feito o ponto de situação do projecto por e-mail e só. Aquela foi uma noite de contradições. Senti-me tão atraída por ele que teria feito sexo com ele em cima da secretária se não tivéssemos sido interrompidos. Graças a deus que mataram o vampiro. É um pensamento horrível, eu sei, mas agora sinto-me capaz de lhe resistir.
Em primeiro lugar porque manda a regra não misturar negócios com prazer. Dormir com um cliente está errado de tantos modos que dá para fazer uma lista. Em segundo lugar aquele mundo assusta-me. Não ele propriamente mas, a forma como aquele doido de capa, queria acabar com todos os humanos. Manda o meu lado racional que devo manter a distância. Este tempo deu para assentar ideias e aumentar a minha confiança. Agora sei que posso resistir ao seu charme.
EPOV
Ali estava ela, na minha frente. Sempre que a vejo penso que a minha memória não faz jus ao corpo.
Convidei-a a encontrar-se comigo na minha casa. Não queria ser incomodado. Hoje queria falar de negócios e não só. No último mês eu e a Pam temo-nos desdobrado em contactos para tentar entender o porquê desta súbita ameaça e não houve nenhum desenvolvimento. Isso é um motivo de forte aborrecimento. Ficar sentado à espera de ser atacado não faz o meu género. Catherine não pareceu reticente quando ofereci a minha casa para a reunião. Talvez prefira este espaço à balbúrdia do Fangtasia.
- Eric.
Ela tem uns olhos enormes com umas pestanas longas irrepreensivelmente maquilhadas. Quando pestaneja tenho dificuldade em controlar-me.
- Catherine. Tiveste problemas em encontrar a casa?
Não estava minimamente interessado. Estava apenas a fazer conversa de ocasião para a deixar mais à vontade.
- O GPS faz milagres.
Olhei por cima dela, coisa que dada a minha altura e o seu 1,70 de altura é relativamente fácil.
Ela conduzia um Audi TT. Apesar de ser um carro demasiado barato para os meus gostos, gostei de saber que também ela gosta de carros desportivos e de aspecto agressivo.
O braço dela já não trazia o gesso e ela parecia muito mais solta. Passei os olhos demoradamente pelo seu corpo. Trazia um vestido preto curto e decotado, botas altas até ao joelho e com salto agulha. Por cima um casaco branco mais comprido que o vestido. Deliciosa.
Ela deslizou confiante pela minha casa e sentou-se num sofá, pondo imediatamente um ar profissional enquanto ligava o seu PC.
Sentei-me no sofá em frente a ela. Pretendia dar-lhe tempo e espaço.
Ela não falou nada sobre o assassinato do Chow e eu não sabia o que ela pensava sobre o assunto. Nunca estive interessado em saber o que as mulheres pensam. Só me interessa ter sexo com elas. Agora estranhamente estas ideias ocorriam-me. Não perdi tempo a pensar no seu significado.
Ela começou a falar. Mostrou-me tudo em que tinha trabalhado no último mês. Solicitou a minha aprovação para cada um dos edifícios. Tinha previsto ver isto com mais calma e ponderação e dei por mim a dar autorização a todas as suas ideias e conselhos perfeitamente desinteressado.
- Muito bem então. Amanhã vou dar início às adjudicações.
- Onde vais?
Ela estava aparentemente, a preparar-se para sair.
- Eric, os meus horários são diferentes dos teus. Se quero terminar o projecto dentro do prazo de te dei, tenho que começar a trabalhar bem cedo pela manhã ou até mesmo hoje.
Oh! Nem penses que eu vou permitir que fujas de mim.
Em segundos fiquei colado a ela. Inalei o seu aroma. Os meus olhos fixos nos dela.
Ela recuou e desviou o olhar.
- Tenho que ir.
- Não antes de teres sido minha!
- Eric, isso não vai acontecer!
Ela continuou a recuar e eu avançava na sua direcção.
Ela está a brincar comigo?
Eu sinto que ela me quer. Este jogo só me aumenta o desejo. Ela não sabe que eu sou um predador? Não se foge a um predador. Só nos aumenta o desejo de caçar e matar a presa.
Ela mostrou-me que estava a falar a sério e encarou-me com aparente confiança.
- Não haverá sexo entre nós. Nem hoje nem nunca!
A maioria das mulheres, humanas ou vampiras, dá a sua vida por uma noite de sexo comigo. Nenhuma mulher jamais me resistiu ou homens, por sinal.
Não são a minha escolha primordial mas, nós vampiros gostamos tanto de sexo como de sangue.
O espaço atrás dela terminou e ficou encurralada encostada à parede.
A imagem de vê-la encurralada fez um clique no meu corpo e deixou o animal dentro de mim sobrepor-se ao meu lado racional.
Pressionei meu corpo contra o dela. Ela tentou empurrar-me pondo as suas mãos contra o meu peito. A minha boca procurou a dela e ela virou o rosto rapidamente.
- Não, Eric! Isso não vai acontecer!
- Porque estás a lutar comigo? Porque estás a negar aquilo o que sentes?
Ela pensa que está a enganar quem?
Eu não queria magoá-la de verdade. Retirei as suas mãos do meu peito e com uma mão prendi-as acima da sua cabeça.
Ela estava realmente a tentar lutar contra mim. Estava vermelha com o esforço e de dentes cerrados.
Com o peso do meu corpo imobilizei-a e com a minha mão direita segurei o seu rosto. A minha boca procurou a dela. Ela cerrou os lábios e segurou o ar nos pulmões. Perdi-me nos seus lábios quentes e provei o seu sabor. Ela fechou os olhos.
Afastei-me da boca dela por alguns segundos para admirá-la.
- Deixa-me ir Eric! Agora! Eu não quero nada contigo!
- Tretas!
Quanto mais ela nega o que eu posso sentir, mais ela me enlouquece!
Posso sentir o seu desejo. Não sei se está a mentir para ela mesmo ou para mim, mas não me interessa.
Ela vai ser minha, vai ser hoje e vai ser já!
A minha mão livre percorre-lhe o corpo. Levantei-lhe a saia, acariciei-lhe as ancas e nádegas firmes.
- Pára com isso!
- Não! Não antes de ouvir-te gritar de prazer.
Ela tentou acertar-me com o joelho no meio das minhas pernas. A tentativa foi ridícula e fez-me rir.
Peguei nela e pu-la ao meu ombro. A sua nádega estava colada à minha face. Ela esperneou e gritou em fúria. Começou a dar-me murros nas costas. Cravei as minhas presas na nádega mais próxima. Ela gritou de dor e eu senti o gosto do sangue através do tecido. Não podia esperar mais!
Usei toda a minha força e velocidade. Larguei-a no centro da minha cama e antes de ela levantar-se e fugir, eu estava já em cima dela.
- ERIC! PÁRA! NÃO! EU NÃO QUERO! DEIXA-ME! LARGA-ME!
A sua voz era de raiva e fúria, mas o seu corpo tremeu com antecipação.
Calei-a com minha boca.
Ela estava cansada de lutar, de gritar e estava ofegante. Permitiu que a minha língua invadisse a sua boca. Saboreei o gosto da sua língua, suguei-a e roubei-lhe o ar dos pulmões. Cravei as presas levemente nos seus lábios.
Podia sentir a sua vã tentativa de manter controlo sobre o corpo. A sua mente não queria fazer sexo comigo mas, o seu corpo traia-a constantemente.
Talvez fosse o suficiente para enganar um ser humano, mas não Eric Northman!
Quando lhe libertei os lábios, ela recuperou o controlo e tentou atacar-me com toda a força que tinha, o que naturalmente não era nada contra mim.
- EU NÃO QUERO! NÃO QUERO! LARGA-ME!
O meu sangue ferveu. Queria entrar dentro dela, queria comê-la horas a fio!
Precisei de uma réstia de controlo, pois não queria magoa-la a sério.
- Não lutes comigo. Eu sei que me queres tanto quanto eu te quero!
Assoprei cada palavra na direcção da sua pele que ficou arrepiada imediatamente.
Se eu continuasse a domina-la da forma que estava a fazer, ela ia acabar por se magoar. Libertei-a por um segundo. Ela sentiu-se livre e tentou fugir mas, estava já amarrada.
Amarrei-lhe os braços acima da cabeça à cabeceira da minha cama com o meu cinto.
Ela gritou de raiva e contorceu-se em vão.
A antecipação estava a queimar-me o corpo.
O meu pénis estava duro e a pressionar com demasiada força contra as minhas calças. Toquei-me com força para aliviar a tesão.
A sede de sangue queimava violentamente na minha boca e na minha garganta.
Rasguei-lhe a roupa deixando-lhe apenas as botas e a tanga.
Ela continuou a gritar sem parar. Eu não conseguia ouvi-la.
Estava perdido no perfume da sua excitação. O verdadeiro animal que sou, dominou-me. Ela era ainda mais sexy sem roupa. O seu corpo semi-nu toldava-me a visão.
Os seus seios eram grandes, firmes, voluptuosos e imploravam para serem beijados, chupados e mordidos.
A sua barriga lisa retraia-se violentamente enquanto ela tentava escapar.
Perdi-me no meio dos seus seios.
Beijei-os, lambi-os e chupei os mamilos até ficarem erectos. Poderia ficar aqui o resto da eternidade.
Ela não desistiu de tentar convencer-me de que eu estava a forçar algo que ela não queria.·
Continuou a contorcer-se e a rugir de raiva da mesma forma que eu rugia de tesão.
Os meus lábios caminharam languidamente pelo corpo dela, enquanto as minhas mãos continuavam a acariciar-lhe os maravilhosos mamilos em ponta.
Mordi-lhe a pequena tanga de renda preta e destrui-a com um puxão da minha boca.
- NÃO! NÃO! NÃO! POR FAVOR, NÃO! ERIC! NÃO!
Mergulhei a cara entre as suas pernas. O aroma dela invadiu as minhas narinas. Acariciei-a suavemente com o meu queixo. Ela estava molhada. Os seus fluidos quentes pareciam queimar a minha pele.
Provei-a com a minha língua.
Ela arqueou o corpo e todos os músculos do seu corpo ficaram tensos. Calmamente acariciei-lhe o clítoris ora com a língua ora com os meus dedos. Os seus gritos diminuiriam de volume.
- Não, por favor!
A sua voz era arrastada e ofegante. Implorava por misericórdia.
- Relaxa. Pára de lutar contra o inevitável. Vais ser minha e vais adorar.
Eu não quero fazer nada contra a sua vontade. Eu sei que o corpo dela me quer e eu quero-a tanto!
Penetrei-a com os dedos. Ela abriu a boca para gritar mas o som morreu na sua garganta.
Lambi-a longamente, chupei-a demoradamente, os meus dedos dentro do seu interior em chama. O meu polegar a acariciar com movimentos circulares o clítoris.
Os seus insistentes ''nãos'' foram silenciados por gemidos de prazer.
Sentia a tensão a crescer no seu corpo enquanto os meus dedos entravam e saiam de dentro dela.
Desistiu de combater-me. Abandonou-se na minha boca e nos meus dedos.
Lutava contra a vontade de a possuir à bruta sem dó nem piedade. Queria ouvi-la gritar o meu nome.
Continuei a penetra-la, a acaricia-la, a chupa-la e a lambe-la. Ela arqueou o corpo e segundos depois as contracções do seu orgasmo pressionaram os meus dedos. Retirei-os e substituí-os pela minha língua. Queria saborear todos os fluidos quentes que o seu orgasmo libertava. O sabor do seu prazer era indescritível. Queria morde-la e sentir também o gosto do seu sangue. Ainda não!
Ela estava ofegante, o seu coração batia descompassado e eu beijei-a na boca. A saliva dela misturada com o gosto do seu prazer. Pus os meus dedos dentro da sua boca. Ela lambeu-os. Não evitei um rugido quando senti a sua boca quente e língua.
Queria mais. Já!
Posicionei-me de joelhos entre as pernas dela. Levantei-a à altura da minha boca, as suas pernas nos meus ombros. Mergulhei a minha língua dentro dela.
Ela gemeu de prazer. A cada gemido dela eu respondia com mais movimento da minha língua. Acariciei-a com mais violência, chupei o seu clítoris avidamente e ela apertou a minha cabeça entre as suas pernas enquanto outro orgasmo a atingia. Sentia as suas contracções na minha língua e saboreei-a de novo.
Eu vou matar esta mulher. De prazer!
Arranquei as minhas calças e boxers e posicionei-me em cima do seu corpo. Ela tinha dificuldade de controlar a respiração. O seu corpo estava brilhante.
Se não entrasse nela já, enlouquecia certamente.
Pressionei o meu membro dorido de tanta tesão contra os seus lábios entumecidos e húmidos. Olhei para ela.
Os seus olhos estavam abertos e fixos nos meus. Olhos em chama. Desejo estampado na sua face.
- Eric solta-me. Por favor!
Suplicou baixinho, quase em sussurro.
- Vais continuar a enganar-te?
- Não. Quero poder tocar-te, sentir-te! Preciso de ti!
Soltei-a de imediato. Ela passou as mãos pelo meu peito, pelas minhas costas como se não pudesse esperar nem mais um segundo e abriu mais as pernas para me acomodar entre elas. Isto vai ser violento e selvagem.
Não quero saber!
Entrei nela de uma vez só. O meu corpo vibrou ao contacto. Ela gritou.
Não queria parti-la em pedaços mas o seu corpo pedia mais e mais. Puxava-me sempre que tentava sair de dentro dela. Trancava-me com as suas pernas. Cravou as unhas na minha pele. Deu-me um seio à boca para que o pudesse chupar.
Tentava manter o controlo. Ela exigia mais!
O meu membro enterrado dentro dela, batendo no fundo com força.
As suas ancas procuravam-me cada vez mais rápido.
Vou ensandecer!
- Eric. Mais, mais, mais! – Implorou.
Perdi o controlo.
Fodia-a com violência. Foi selvagem. Primário. Usei toda a minha força e velocidade.
- Faz-me tua, completamente tua! Preciso de ti!
Peguei-a pelo cabelo, suguei-lhe a boca, entrado e saindo de dentro dela sem pensar. Sem parar. O meu corpo e o dela, unidos como nunca me uni a ninguém.
Ela gritava. Eu queria pensar que era de prazer mas de verdade poderia estar a mata-la e nem dar por isso. Não queria saber!
Não conseguia ser coerente. Ela ficou rígida e tensa enquanto o seu poderoso orgasmo arrastava o meu.
Puxando-lhe os cabelos, inclinei a sua cabeça para o lado e cravei as minhas presas no seu pescoço. O seu sangue inundou-me a garganta e o prazer indescritível aumentou o meu orgasmo, fazendo-me rugir sem controlo. O meu corpo tremeu enquanto a inundava de fluidos.
Quando recuperei algum controlo sobre a minha mente, procurei verificar o estrago que teria feito no seu corpo.
Ela beijou-me sofregamente e solicitou-me outra vez.
Montou-me sem dó nem piedade, como uma amazona ensandecida.
Deveria ter parado mas não parei. Fiquei pronto de imediato ou nem nunca deixei de estar.
Vou foder com ela a noite inteira! De todas as formas, em todas as posições!
Parecia que nenhum dos nós se cansava.
Que um orgasmo só podia trazer outro ainda mais forte.
Não podíamos parar. Acho que vou morrer aqui esta noite e sinceramente não quero saber!
