EPÍLOGO

EDWARD

Olhei como o prazer encheu o rosto de Isabella, vi suas bochechas corarem mais, a boca dela abrir, e ouvi seu grito, acima de tudo. Meu coração trovejou, um tambor de guerra batendo contra minha alma, os próprios céus, como se batessem à porta dos deuses.

— Edward. — Ela sussurrou, e eu gozei, enchendo-a, fazendo-a pegar toda a minha semente.

Quando ela me deixou seco, minhas bolas esvaziadas em sua buceta apertada e quente, eu lentamente me arranquei dela. Nossos corpos estavam cheios de suor, e eu não me impedi de inclinar para a frente e passar a língua entre seus seios. Ela tinha um gosto salgado e doce, e todo meu.

Eu desmoronei ao lado dela, respirando fundo os ventos que chicoteavam ao redor de nosso navio enquanto navegávamos. Olhando para Isabella, fiquei impressionado com o meu amor por ela, pelo fato de eu ter feito seu sorriso diariamente.

— Você está feliz, doçura?

Ela tinha os olhos fechados, mas o sorriso que ela me deu me disse que era. Isso tinha orgulho me enchendo.

— Eu estou. — ela sussurrou. Afastei os cabelos úmidos do rosto dela, deslizei meu dedo pela mandíbula, coloquei no pescoço e continuei descendo. — Estão esperando por nós.

Eu resmunguei, sem me importar se os outros guerreiros estavam na cabana principal com hidromel e comida. Eu prefiro morrer de fome e, por favor, de minha esposa a qualquer dia.

— Diga-me que você está feliz, que eu faço você assim.

Ela se virou e me encarou, e eu deslizei minha mão para baixo de sua barriga. Meu filho descansava lá, seguro, quente, saudável. Ela tinha a mão dela sobre a minha, seu sorriso ainda no lugar.

— Você me faz mais feliz do que posso dizer em palavras.

Inclinei-me e beijei-a, respirando fundo, a própria essência dela.

— Você gostaria que as coisas fossem diferentes, que você pudesse mudar sua decisão de ficar comigo?

Ela balançou a cabeça instantaneamente.

— Nunca. — Ela sussurrou. — Isto é onde eu pertenço. Eu sabia disso no momento que eu olhei em seus olhos na minha aldeia destruída. Eu sabia que devia estar aqui com você. Não consigo explicar nada disso, mas não quero. Quero poder desfrutar disso, não me preocupando com nada mais porque sei que é aqui que eu deveria estar, ao seu lado.

Eu a puxei para perto, a mantive enfiada contra mim, minha mão em sua barriga, minha vida contente.

— Você está exatamente onde você deveria estar. Bem aqui. Comigo.

ISABELLA

Nove meses depois...

— Tão forte, tão bonita.

Eu podia ouvir Edward, mas meu coração estava trovejando em meus ouvidos, meu corpo estava úmido de suor, e a dor que eu sentia atormentando todo o meu corpo. Mas tudo isso valeu a pena. Eu estava indo ter nosso bebê. Nossas vidas mudariam para melhor. O cheiro de ervas e as tradições de nosso povo nos cercaram.

E então minha criança nasceu - nosso filho ou filha - e parecia que os céus se abriram, derrubaram os deuses e Valhalla em minha vida.

O pequeno grito que veio era de um guerreiro. Se menino ou menina, este pequeno bebê seria forte, seria orgulhoso de onde ele ou ela tinha vindo.

— Um filho. — Disse Edward com orgulho. Senti meu sorriso se estender pelo meu rosto. Uma vez que o bebê foi limpo e embrulhado em pano quente, Edward entregou-me. — Um filho, Isabella. — Ele se inclinou e me beijou na testa. — Você me faz tão feliz. — Eu sorri para meu marido. Então nós dois olhamos para baixo em nosso filho.

— Pequeno Lachlan. — Eu sussurrei, tocando sua cabeça, o cabelo loiro como o pelo mais macio que eu já senti. — Ele vai ser forte, saberá lutar, se defender. — Eu balancei a cabeça.

— Ele saberá que sua família, seu povo o amam.

Olhei para Edward então.

— Ele saberá da nossa história, do nosso caminho.

Edward descansou sua testa na minha, e respiramos o mesmo ar.

Família não era apenas sobre Edward e eu juntos. Não era apenas sobre o bebê que tínhamos concebido em nossa comunidade.

Era sobre o mundo em que estávamos, as pessoas que nos cercavam e o amor que tínhamos um pelo outro. Eu sabia que, sem Edward, sem eu concordar em vir com ele, meu futuro teria sido sombrio e escuro.

Foi o meu Viking que fez o meu mundo brilhante, me fez olhar para cada dia com uma atitude positiva, e trouxe este pequeno bebê em nossas vidas.

Juntos, fomos mais fortes do que qualquer outra coisa. Ele era meu Viking, e eu era a mulher forte ao seu lado.

Fim.


Eu espero que vocês tenham gostado, foi uma delícia adaptar essa história, haha. Como sempre, não esqueçam de comentar e dizer se gostariam de ler mais adaptações por aqui, sem respostas não tem como eu continuar postando as fics em. Um beijo e um abraço da Aino Cullen, até a próxima!