Game Over – o jogo acabou

Não, ele definitivamente não podia ser. Ele não era. Não queria nem pensar nisso. Mas se não queria nem pensar nisso por que estava pensando nisso?

Se assim fosse, ele teria problemas com sua "tarefa". Imagina se ela ainda não conhecesse seu real amor? E se ela conhecesse e ainda não soubesse disso? Pior: e se ela ainda nem gostasse dessa sua verdadeira paixão?

O melhor mesmo era não pensar nisso.

- Você adorou esse jantar, não foi? Deu para te animar bastante? – disse cínica entrando no seu apartamento.

- Você não tem idéia de como!

- Sim – ela parou – eu tenho! Eu tenho porque você se divertiu as minhas custas!

- Sabe, assim não vai dar para eu fazer o que sua mãe me pediu.

- Ela – a ruiva fez cara de desgosto – ela não... não pediu para você cuidar de mim, pediu?

- Você é vidente agora?

- Ah! – ela disse se sentando numa cadeira próxima – Eu odeio quando ela faz isso!

- O que? Tenta te proteger do... lobo mau errado – disse bem baixo.

- Não, quando ela supõem que eu estou namorando certos caras.

- Como assim?

- O que você acha que ela fez quando nós saímos de lá?

- Sei lá.

- Provavelmente reuniu a família e começou a perguntar sobre nós dois.

- Como você sabe disso?

- Eu sei disso porque amanhã eu vou receber uma coruja enorme da Hermione dizendo todas as "interessantes" conversas que todos tiveram e quem acha que nós combinamos e que não acha – disse gesticulando com se fosse uma patricinha com nojo.

- Isso é ridículo!

- E graça a sua brilhante idéia o Harry vai ficar estranho no resto da noite toda e meu pai vai comentar a cena que viu só para que eu fique ainda com mais fama de... namoradeira – ela começou a andar em direção a cozinha e o loiro a seguiu.

- Puta, você quer dizer – corrigiu com um enorme sorriso em sua face.

- Sim, e tudo graças a seu planinho – ela estava perigosamente vermelha nas orelhas. Parecia uma bomba.

- Caso você não tenha percebido foi uma vingança... pela nossa "despedida" no beco, aquele dia – disse sorrindo se congratulando pelo feito.

- Ah! – ela ficou em choque no meio da cozinha – Isso foi apenas uma vingança ridícula?

- Em parte.

- Não acredito que você possa ser tão criança.

- Eu sou criança?

- É, você é.

- E você, sua pirracenta? Nem sabia o que dizer quando sua mãe te acusou de ter bebido... o que na verdade você fez até cair!

- E você seu ridículo que foi insinuando sobre você mesmo para minha família.

- Eu só estava falando de um respeitado "falecido".

- Que estava falando com eles naquele exato momento.

- E que não queria estar nem ali.

- Não precisava ter ido.

- Eu fui porque era a melhor forma de ver como um coelho canta uma anta.

- Isso virou Discovery Chanel? Por que até hoje de tarde eu era uma gambá e agora eu já virei um coelho?

- Você sempre foi e sempre será uma coelha.

- Eu sinceramente ainda não entendi a relação entre gambá e coelho.

- Não há relação. Foi um comentário momentâneo o do gambá.

- E por que raios nós estamos falando sobre isso? Você já devia ter ido há muito tempo – disse indicando a porta.

- Pois eu já vou. Vou fazer algo que preste do meu Natal.

- Mas o meu você tinha que estragar!

- Sabe de uma coisa, você é a única mulher no mundo que reclama de ter a minha presença. Muitas mulheres matariam para passar o Natal comigo. A propósito eu sei que, se convidar sua amiga Mel, ela irá aceitar na hora.

- Ah! Você acha que ela vai querer algo sério com você?

- Quem disse que eu quero algo sério agora? Uma grande lição que eu estou tirando dessa experiência toda é: aproveite a vida ao máximo.

- E para você, aproveitar é esbanjar e ser promíscuo?

- Sim, Weasley. Mas eu sei que para você isso deve ser difícil de entender tendo como irmão o Wealsey e um pai Weasley idiota que ama coisas idiotas de trouxa e sua mãe Wealsey, e seus irmãos Weasley... – nessa hora ela começou a rir descontroladamente. Ela simplesmente não conseguia parar de rir. Ele foi se estressando "Nós estamos no meio de uma briga sua idiota! Será quem não dá para você agir de acordo com a sua idade de vez em quando, só para variar!".

Então ele parou para contar quantos "Weasley" ele havia falado naquele espaço de tempo. Com tanta fúria havia repetido o sobrenome 5 vezes.

- Acho melhor mesmo nós adquirimos o sistema de nos chamarmos pelo nome se você for falar essas frase malucas.

- Ao menos você me entendeu, não foi?

- Na medida do possível. Mas foi ridículo – nessa hora a conversa deixou de ser gritada para ser mais profunda.

- Você me deixa louco – confessou finalmente percebendo que, mas uma vez, eles haviam se aproximado enquanto brigavam, mas dessa vez fora inconscientemente.

- Pelo visto você faz o mesmo comigo – a essa altura Draco já imaginava como seria beija-la, toca-la, acaricia-la... "Para com isso seu lesado! Eu devo estar mesmo muito necessitado! Só pode."

- Já pensou na hipótese do seu querido Harry ser gay?- ela o estava amaldiçoando. Só podia ser isso. Ele ali, perdido, e ela se divertindo com a "conversa".

- Já – isso tirou o loiro do seu transe.

- Como? – disse se afastando um pouco.

- Já pensei nisso. Mas nunca achei que ele fosse.

- Já pensou na possibilidade dele não ser seu amor?

- Não. Mas, se ele não fosse, por que Ele o mandaria aqui?

- O recado que eu recebi era que eu devia ajudar você com algo relacionado a amor. Não sei exatamente o que.

- Como assim?

- Foi um recado do pessoal burocrático do céu – Gina teve outro ataque de riso.

- "Pessoal burocrático"? Quem te disse essa?

- O Cedrico – disse com pouco caso.

- Cedrico Digory?

- É.

- Ele... ele também...?

- Sim.

- E que ele tem que...

- Ajudar?

- É. Quem?

- A ex dele.

- A Chang?

- É.

- Ele vai precisar de sorte – riu Gina.

- Ele não é o único.

- Você ta dizendo que é difícil trabalhar comigo?

- Claro! Você é completamente estérica e mimada.

- Mimada? Eu? Jura que sou eu a mimada aqui?

- Você está sugerindo que eu seja o mimado aqui?

- Não. Se ficar correndo para o papai a cada arranhão que levava não for ser mimado.

- Você não pode estar falando daquele pássaro gigantesco que quase tirou meu braço!

- Ele comeu minhoca na minha mão!

- Isso não faz dele menos perigoso.

- Não?

- Não. Isso só mostra que ele era realmente homem?

- Realmente homem?

- É. Na hora da necessidade ele devia aceitar qualquer coisa de qualquer mulher.

- Eu não acredito que você disso isso – e o clima da conversa voltou a ser... gritante.

- Eu disse algo demais?

- Você me chamou de qualquer mulher! Você acha que eu sou o que? – com a falta de resposta complementou - Eu sou muita coisa.

- Não se valorize tanto.

- Você quer morrer? – disse pegando uma faca e se aproximando dele.

- Posso te lembrar de uma coisinha antes.

- O que?

- Eu – disse lentamente – já – agora aproximando-se do ouvido dela – estou – baixou a cabeça até o pescoço enquanto deu um beijo no local sussurrou – morto.

- E eu – disse ao ouvido dele (que estranhou não levar um tapa de início) – não – passou a mão na nuca dele – dou – disse levantando perna até uma região perigosa para qualquer homem, vivo ou morto – a mínima – ao final da frase subiu a perna e deu um belo de um chute no determinado lugar.

"Essa tarefa nojenta e ingrata não pode ter feito isso! Só pode ter sido um acidente! É melhor você correr mesmo."

N/a: Capítulo cheio de action, né? Essas são uma daquelas cenas que ficam melhor na imaginação que no papel (ou Word, no caso).

Sabiam que eu checo sim o número de hits da minha fic?

Sabiam que sim, eu penso constantemente em desistir da fic?

Sabiam que eu decido quando postar assim: estou no orkut e falo para mim mesma: eu bem que podia postar hoje ou marco um dia na minha agenda que, provavelmente seja sábado (para eu não esquecer de postar)?

Não, não sabiam! Porque vocês são um bando de leitores bobos que me deixam ansiosa com o que eu escrevo e não comentam para me deixar mais feliz. p para vocês.

Ah! Também ninguém percebeu o que eu estou fazendo em todos os capítulos... vocês verão mais pra frente... se eu continuar ;o

ana gabi - 10 é o próximo... esse é o 9! (sabe, por causa do prólogo...) Mas, como sei que você estava perguntando era desse: aqui está!

Ana - Ah, vc acha? Que isso! Só você para achar o Harry gay... Se não comentar, acabam-se os posts, ouviu? ;)

Lika Slytherin - Thanks! Thanks a lot!!! ; É muito bom saber que tem gente lendo sua fic! Bem, isso eu não posso denunciar... mas posso dizer que vem muita confusão por aí, não posso? Bem, já disse! Espero que goste desse capítulo também!

EuDy - Também espero que tenham capítulos tão grande quanto esse! Lógico que acredito que você não entendeu! Foi justo para se desvender nesse capítulo e em futuros esse enigma ;) Também sou loira... Loiro escuro. E vivo pensando em pintar meu cabelo pq quando bate sol... Que bom que você riu tanto... também ri muito!!! Mas que isso... encher que nada! Eu amooooo receber fics. Esse costume de dizer que ama minha fic você não precisa perder não, viu? ; Boa semana pra você também! Pra vocês todos que estão lendo isso. ;

Innis Winter - Tá, não é só a Ana que achou o Harry gay... E eu querendo fazer suspense. Mas não pensem que o Draco vai perceber isso de cara... vai levar tempo. Então, acalme-se.

Deeeesculpa! Eu sei que foi irresponsabilidade minhas, mas eu ganhei um computador novo e só agora pude passar a fic do antigo para o novo. Mas porque eu não a fiz antes de ganhar meu novo pc? Por birra. Então, deeesculpe!

Só uns ps básicos: Eu falo mal, mas gosto de todos vocês pela paciência que tem em ler minha fic...

Ah! Fiz um speech (discurso) no meu curso de inglês sobre o tema fanfic... e ganhei nota: 10!!!!!! Graças a essa minha medíocre experiência no assunto... que, pelo visto, vale muito a pena! p

Próximo capítulo ainda nem foi escrito, mas prometo ser mais rápida, tá? Se bem que estou fazendo a peça de Galileu, e a do Auto da Barca, e a de Platão... Bem, vai demorar. Mais só um pouquinho. Menos que esse capítulo demorou!