X – Violência...
... Sexual... (aiiiii, não me matem).
Matsuri POV*s
Quando abri meus olhos estava deitada, confortável e cheia de eletrodos. Hospital, certamente. As faixas cobriam-me da cintura pra cima. A Yamanaka realmente tinha feito um belo trabalho, tive a certeza que se eu demorasse minutos a mais, estaria morta igual Tatsuki... Aquela idiota! Deixou-se abater! Agora eu estava sozinha... Minha irmã... Como eu podia ser tão cruel?
Assim que virei o rosto, a figura espantada de cabelos longos e olhos mel, abertos, me fitava sem reservas. Era excitação que havia naquele olhar. Ridículo desejar uma mulher no meu estado.
- Você me salvou Kyoku?
- Considere um favor... – falou baixinho. – Agora escute, se lembra como chegou aqui?
- Vagamente... – forcei a memória. – Havia um túnel, um caminho... No meio do deserto.
- Correto, são nossos caminhos de acesso pros subúrbios de Suna. Se alguém lhe perguntar, diga que não sabe de nada. Diga que foi amparada no deserto pelos Bayakas, entendeu? – aquela voz firme e decidida me deixou curiosa.
Ora, se eles tinham túneis de acesso pra Suna, porque sofriam tanto passando meses de fome?
- E porque eu deveria manter silêncio? – arrisquei, como sempre.
- Anda muito curiosa Matsuri... – aquelas mãos alcançaram meu rosto, num afago quase carinhoso, se não fosse pelos dedos apertando o queixo. – Descobri que seu amado Kazekage mantém um amor secreto, sabia?
- Co-como? – exaltei-me. Eram boatos, não podia ser verdade.
Mas Kyoku não mentiria levianamente.
- Haruno Sakura, conhece? – eu mal pude abrir a boca. – Então minha hana, eles se deliciaram durante a tempestade de areia, naquela mesma caverna por qual viemos... E essa maldita tem muita influência entre os nossos, sempre está apta pra cuidar dos feridos e famintos, é um grande empecilho pros meus planos futuros.
- Que planos? – arqueei a sobrancelha e nesse momento, senti os batimentos cardíacos acelerarem.
"Sakura! Ela também! Maldita Konoha!"
- Algo que irei contar... Mas preciso que você se comprometa me ajudar, sem sua participação, nada dará certo. – voltou os olhos cor de mel vibrando pro meu corpo, tentando procurar uma brecha por entre os lençóis. Era como se ele me pedisse algo e desejasse mais que isso, ao mesmo tempo. – Conte-me primeiro o que sabe sobre o relacionamento do Kaze com a noiva.
- E o que eu ganho em troca de tais informações?
- A segurança de que terá Gaara-sama só pra você, como sempre sonhou, quando éramos crianças... – enrolou os dedos nos meus cabelos. Não gostei daquelas palavras.
- Como ousa! – estapeei a mão que me aliciava – Não sabe nada sobre meus sentimentos... – virei o rosto.
- Sei mais do que imagina... – ousado, Kyoku sussurrou libidinoso em meus ouvidos. – Estou me cansando da forma arredia com que está me tratando, podemos dar um jeito nisso rapidamente. – uma kunai pousou em meu pescoço, friccionando a pele abrindo um pequeno corte.
Eram somente as primeiras gotas de sangue a verter.
Olhei pros lados, e nada. Não havia ninguém ali, e aquilo era um pronto-socorro! Onde estavam as enfermeiras? Não tive escolha... Revelei ao bayaka meu maior trunfo: a traição de Yamanaka Ino.
- As informações são de grande valor. Mas serão reveladas pela sua boca, Matsuri. Você conta pra ele o que aconteceu em Konoha e iremos minar outra ameaça, a tal Sakura... Você será a esposa do Kaze! É disso que precisamos! - ele me tocou nos ombros amigavelmente - O Kazekage não pode se misturar com pessoas de Konoha, ninguém melhor que uma herdeira como você, irmã legítima do líder dos Bayakas!
- E o que ganham com isso? Altruísmo? Anou... E porque Ishida não está aqui? – eu realmente desconfiei da esmola pro Kami. O líder não era ele agora?
- Não... Você será a pessoa encarregada de fazer Gaara-sama abolir nossa condição militar, é só isso que queremos em troca.
- Não desconverse Kyoku... Porque meu irmão não está aqui?
- Ora! Ele foi negociar nossas condições... – meu antigo parceiro franziu o cenho deixando que os lábios tremessem, e eu me apavorei: ele estava mentindo. - Nós não queremos nada mais além de liberdade! Nem que pra isso seja necessário matar todos que nos impedem, incluindo a médica chefe, a noiva, e os que estão a caminho.
- A caminho? - exaltei a voz no Hospital. - Então a vagabunda trouxe shinobis de escolta... – falei comigo.
- Mais que isso, ela veio com o Uzumaki e com o Uchiha, os melhores ninjas de Konoha. Teremos trabalho dobrado... Entende agora seu papel nisso tudo?
- Cla-claro... Será feito. - concordei de imediato. Tudo que eu menos precisava era de Kyoku na minha sombra, atrapalhando meus planos.
- Ótimo, agora descanse flor do deserto, você é nossa única esperança. - tocou-me no rosto, de uma forma nada convencional. Quando não... Ele se aproximou.
- O que está... - não tive tempo de retrucar e, o Bayaka desprezível colou seus lábios nos meus... Boca rachada de vento e areia e, hálito fresco. Contrastava.
Há quantos anos eu não sentia o toque de um homem no meu corpo? Em minhas mãos, em meu sexo? Desde aquela noite impensada ao lado de Kankurou-dono. Em que eu estava pensando, quando deixei Kyoku passear as mãos quentes e ásperas por entre minhas pernas? Onde estava minha razão quando aquele homem, que um dia fora um dos mais bonitos de Suna, me acariciou o sexo por debaixo dos lençóis? Onde estavam as malditas enfermeiras de Sakura?
- Kyoku... N-não faça isso... Ahhh...
Porque eu gemi? Mas aquilo era tão bom, ele era tão quente, tão viril. Dançou os dedos, na extensão da minha intimidade, me sentindo molhada e continuou a me beijar... A única força que restava, era lhe apertar os bíceps com minhas unhas, o arranhando, debilitada, o fazendo sangrar, enquanto aqueles dedos enormes entravam. O ordinário me penetrou com dois, bem no fundo. Eu ainda gemia... E gemeria ainda mais alto, quando como um raio, ele sussurrou:
- Quem sabe quando tudo isso terminar... Eu chupe você inteirinha? - mal abri os olhos e ele estava deitado por cima de mim, naquela cama de hospital, com eletrodos por toda parte. - Relaxe... - Kyoku tapou minha boca com a mão enorme, e eu comecei a me debater... Ele não faria aquilo!
Então ouvimos passos ao longe no corredor, e ele foi rápido, afastou meus joelhos com as pernas e veio, sem piedade, sem pedir... Veio forte e invadiu, entrou com tudo, e meu grito foi barrado pela palma da mão, me cobrindo quase todo o rosto. Então ele se moveu e em espasmos, Kyoku continuava a me penetrar, entrando e saindo, rápido, como se quisesse acabar logo com aquilo, olhando bem dentro dos olhos... Ora, o que ele procurava ali? Eu estava fraca, ferida e me sentia suja... Senti o sangue aflorar do abdômen comprimido, e do sexo. Era tão forte e tão voraz que machucou. Tentei me soltar de tantos músculos pesando nos cortes abertos, mas ele segurava meus braços com uma das mãos, e me forçava abrir as pernas. Eu me debatia, como um animal preso numa jaula... Mas era inútil, me senti impotente, sendo estuprada por um monstro vil.
Cada vez mais, o pênis de Kyoku vilipendiava, entrando e saindo, sem parar um instante. Tão forte que jurei senti-lo rasgar-me por dentro. Comecei a chorar, involuntariamente, sofrendo... Doía... Eu só sentia dor, e ele continuava a penetrar, com um sorriso sádico naqueles lábios secos, mordendo meu ombro, rasgando a carne e lambendo o sangue; pesando o corpo no meu, dizendo obscenidades:
- Você ainda é tão apertada... Ta gostando do meu pau? - e ele acelerou, forçando meus pulsos com o chakra descontrolado, abrindo filetes de sangue nos lábios que insistia em morder. Eu sangrava por toda parte – Como queria escutar seus gritos... Abra essas pernas flor do deserto... - Oh! Como era grande! E como doía! – Ahhh... Porque está chorando, uhn? Ta tão gostoso... Quero comer você de quatro...
"Pare! Por favor, pare!"
Mas ele continuou mais rápido, mais forte, mais violento. As estocadas me faziam ainda mais tensa, e o membro não dava espaços pra guardar-me.
Imundo... Ao sentir o gozo de Kyoku se alojar dentro de mim, escorrendo nas pernas até a cama, eu jurei: "Vou arrancar sua cabeça, com minhas próprias mãos!", então as malditas enfermeiras pararam na porta, e o nojento saiu de cima de mim, fazendo uma "gentileza" ao limpar o líquido quente que ainda escorria, com uma toalha a levando consigo.
- Merda... Não deu tempo, volto mais tarde, pra dar o trato que você merece, florzinha...
Ao ver meu ex-parceiro de time se retirar pela janela, com um sinal de "shiuuu" nos lábios e aquele sorriso escabroso marcando as bochechas, eu fechei meus olhos e continuei a chorar. Afastei a tortura que dilacerava os pensamentos e ponderei sobre as palavras do demônio... É claro que não acreditei num plano tão arriscado por um objetivo tão pequeno, eu não sou idiota! Havia mais ali, e eu senti que eles tentavam minar o poder do Kage, mesmo que aos poucos... Não, aos poucos não era o estilo de Kyoku, ele era ardiloso e imediatista. Tinha mais coisas ali... Eu descobriria, mas claro, iria me aproveitar da ajuda que ele me ofertara: matar aqueles que entrassem em seu caminho e, consequentemente, no meu.
Mirei os olhos inchados pro biombo, e uma figura grandiosa completou meus sonhos... Era como se ele chegasse pra me salvar, mas fora tarde demais, o vilão já levara toda a dignidade embora. Passei a mão no rosto pra arrumar os cabelos, limpar as lágrimas, e tentei unir os trêmulos joelhos. Todos os músculos doíam. Minha alma doía. Eu estava suja... Não tinha direito de falar com ele daquela maneira:
- Gaara-sama! - foi quase um suspiro.
- Como se sente Matsuri? - tocou minha testa e eu jurava sentir carinho ali. - Fiquei preocupado. O que aconteceu pra que você deixasse Ino sozinha? Onde está Tatsuki? - Não era carinho... Era preocupação com ela.
"Maldita! Mil vezes maldita!"
- É uma longa história... - virei meu rosto pro lado da janela, onde vira aquele monstro partir. Eu ainda cheirava o gozo de Kyoku. Estava marcada, pra sempre.
- Não perguntei o tamanho da história, eu quero saber tudo o que aconteceu, agora, sem relatórios. - ele me segurou pelo queixo, com as mãos firmes. As mãos de meu sensei...
Meu grande amor.
Num lampejo, Gaara-sama me observou atentamente, e mudou as poucas expressões que tinha... E eu conhecia todas, ou quase. Tirou o lençol que cobria manchado de sangue, me vendo tão frágil. Ridícula! Suja! Violada! Minhas pernas ainda tremiam e ele me olhou incrédulo:
- O que aconteceu com você? – passou os dedos no sangue que ainda escorria de meus lábios. – Sakura! – ele gritou e ela veio.
Ordinária, mais uma vadia que se aproveitava dele. Com meu cenho franzido, tentei disfarçar as emoções. Por Gaara, eu suportaria 100 vezes Kyoku me dilacerando o corpo, e choraria 100 vezes depois... Só pra tê-lo ao meu lado. Mas ela se aproximou, com o chakra médico e tremeu aqueles olhos verdes pra mim. Ela sabia o que tinha acabado de acontecer comigo e estava tão ou mais confusa do que ele, que me olhava na mesma expressão.
Sakura POV*s
Por todos os Kamis do clã Haruno! Aquela menina fora estuprada! Quem cometeria uma atrocidade daquela, num hospital? No hospital que estava sob minha responsabilidade!
- Gaara-sama, deixe-nos. – ordenei pra que ele saísse, eu resolveria aquilo em dois minutos.
- Não! – Matsuri agarrou uma das mãos dele, enquanto saia. – Precioso falar contigo sensei... E precisa ser agora! A sós!
Ela me olhou de uma forma impossível de definir. Ódio? Rancor? Eu entendi muito bem que aquela kunoichi estava abalada, mas tratar de assuntos militares sobrepondo uma violência tão cruel que acabara de sofrer, era inadmissível!
- Matsuri-san... É melhor...
- É melhor a senhorita nos dar licença, há alguns assuntos que preciso tratar com o Kazekage-sama e, precisa ser agora! – esbravejou, como se eu tivesse alguma culpa por todo aquele sangue que escorria dela.
- Me deixe ao menos cuidar de seus ferimentos.
- Essa dor pode esperar!
- Matsuri, o que está acontecendo? – então ele irrompeu naquela disputa, que pra mim, não tinha o menor sentido. – Trate com mais respeito Sakura-san, ela só esta cumprindo o dever como médica-nin.
- Go-Gomen nasai Gaara-sama! – abaixou os olhos, e apertou as mãos dele. – É que eu preciso ficar a sós com o senpai... É urgente...
Então eu entendi aquelas mudanças de expressões tão tinhosas. Ela me olhava com um ódio velado, um desprezo sem precedentes... Enquanto fitava Gaara com um carinho quase platônico, uma admiração que exalava dos poros. Aquela kunoichi amava-o. Senti-me totalmente contrariada ao vê-lo sinalizar pra que eu saísse. Mais uma mulher? Aquilo seria demais! Até pra mim...
Gaara POV*s
Depois que Sakura saiu e nos deixou a sós, eu realmente comecei a me preocupar com Matsuri. Tinha muito carinho por ela, fora minha primeira aluna e me ensinou muito sobre como lidar com os sentimentos. Foi com ela e com Temari que aprendi a valorizar aqueles que realmente gostavam de mim, e eu gostava muito de Matsuri... Como uma irmã. Confiava cegamente no julgamento dela, nas habilidades shinobis, tanto que a designei junto com a irmã pra cuidar de Ino, quando eu estivesse fora. Matsuri eram meus olhos em Konoha.
Sem ponderar sobre o que acontecera pra que ela tivesse partido da Vila da Folha, escutei atentamente como chegara ali sem Tatsuki. Ao ouvir toda aquela história de ataque de ninjas desconhecidos no deserto, e de que ela fora salva pelos Bayakas, senti o sangue ferver. Eram mais perdas. Então quando tencionei me retirar, afirmando que precisava comunicar a família e de imediato o irmão mais velho, Ishida, eu fui o Kazekage, e não o noivo de Ino... Saberia da florista depois. Contudo, Matsuri se desesperou e me interrompeu:
- Tenho algo mais pra lhe contar... Receio que não vá gostar...
- Pois então comece... – era melhor dar vazão àquelas palavras embargadas. – Eu tiro minhas próprias conclusões depois.
- Ino-sama e Uchiha Sasuke... Bem...
Kyoku POV*s
Vendo o Kazekage, de longe, naquela janela conversando com ela, me afoguei nos pensamentos: "Idiota... Acha mesmo que eu caio nesse seu papinho resignado! Quando menos perceber, Suna já será nossa!" - Ponderei tendo a certeza que Matsuri iria atrás dos próprios interesses primeiro, e que depois se daria conta de ajudar o amado Kazekage-sama contra nossas "investidas"... Hahahaha, mas seria tarde demais.
Olhei pro sol, e calculei o horário: "O ataque começou". O bom guerreiro sabe que pra derrubar um grande Rei é preciso fazer com o que o povo desacredite nele, e pra que o povo o faça, é preciso que o próprio Rei desacredite em si. A fraqueza do Kaze eram as mulheres que cercavam sua vida, minando as energias, pouco a pouco. Eu não o culpo, a fraqueza de grandes homens são as mulheres que os mantém em pé, nos bastidores. E nosso Kaze era um homem "amoroso" demais.
Eu só não esperava ser surpreendido por ela.
- O que faz aqui em Suna? – confesso que me assustei ao vê-la quase nua, com as roupas rasgadas e, coberta de areia da cabeça aos pés. "Merda! Precisamos sair daqui agora! Como eu pude me esquecer!" – Não fui claro quanto ao fique no esconderijo?
- Você não vai me enganar mais Kyoku! Diga logo, o que pretende com o Kazekage?! – a maldita aumentou o tom da voz.
- Vamos voltar e eu lhe revelo tudo. – a segurei pelo braço, forçando chakra. Adoro uma kunoichi arredia, mas ali não teríamos segurança pra "brincar", como eu fiz com a outra... Uhn... Seria divertido transar com ela na frente do hospital, e escutar gritos de mulher agora.
- Pare de me olhar assim Kyoku... – a safada se aproximou, e roçou no meu pau que ainda estava duro, apertando os seios quase expostos no peito. – Primeiro eu quero respostas... Depois a gente se diverte.
Sorri resignado. Aquela vadia sabia mesmo como me tirar do sério; em segundos estávamos no túnel voltando pro deserto. Escurecia e eu precisava tomar nota do ataque feito aos shinobis de Konoha, afinal, era apenas de uma baixa que eu precisava... Nada mais.
- Como foi à investida, uhn? – perguntei certeiro de nossa vitória, enquanto minha amante sentava no colo, abrindo as pernas, cerrando os dedos na nuca e me beijando, como há muito tempo não fazia. – E os arquitetos de Konoha, teve muito trabalho?
- Foram algumas reboladas, e tudo se resolveu – fechei o semblante. Porque ela insistia em me provocar? – Calma... Te conto tudo depois... Agora quero sentir você... Fique quietinho, sim? – eu adorava machucar, maltratar... Mas ela me tinha na palma das mãos.
Tolo... Tolo demais.
Continua...
Agradecimento especial pra minha amiga "Maki-chan" que apesar de ser vidrada em SasuSaku, me ajuda e compreende! Adoro-te nee-chan ^sufoca^
Whaaaaa, a Matsuri ainda vai surpreender! E a Ino então, AGUARDEM!
É agora que eu começo a tortura ^olhinhos vidrados^ Quem será essa mulher?! huhuhuhuhuh
Cadê a Ino?
Detalhe... Kyoku não sabe com quais mulheres está mexendo, estamos falando de Yamanaka Ino e Haruno Sakura! Elas só não são melhores que a minha Tentenzinha lindaaa, que casou no começo da fic ^chora^
Espero que tenham "gostado".
bjOssss minna!
RESPONDENDO REVIEWS POR AQUI
Deby20: Vai sim flor, vai dar o que falar ehuehaueahehae, SasuIno teremos mais no finalzinho da fic, espero que vc continue acompanhando! Obrigada pelo carinho bjOssss
Briiii: Flor megaaaaaaaaa ^agarra^ Ino fará algo de bom na vida, vc vai ver só! Sakura... Eu gosto da rosa, pena que ela mete sempre os pés pelas mãos heuaheauhe. Pra vc ver, não é só você e a Tia Pink que fazem um Gaara malvado ahuehaeuhae, adoro ele meio vilão meio mocinho. Ele é bem safado. Acho que combina. Obrigada por mostrar as caras aqui flor, bjOs sempre!!
Lust Lotu´s: Gata!!! kkkk to cansada de ver Sasuke´s por aqui que só sabem mandar... Ver um homem domadinho é bom tbem kkkk Matsuri vai ser uma surpresa, assim espero! Quero que goste da continuação, obrigada pelo carinhoooooo bjOs SEMPRE
