Notas de Autora: Yo Minna! o/ Afinal as coisas que tinha que fazer na terça passada passaram para esta terça, por isso hoje também tenho o dia todo ocupado! XD

Acho que ainda é muito cedo para fazer uma 'festa', mas aqui vai...

Está já é a 10º Drab que escrevo! o/ A minha próxima meta era chegar até aos 20º Drabs e espero contar com a vossa ajuda para conseguir alcançar essa meta! o/ Isso não significa que vá acabar este fic quando tiver 20 drabs, nem pensar! Quando chegarmos lá eu logo digo como irá ser! :D

Desta vez é uma two-shorts porque a história vai ficar grande – já o é! XD Tem incesto, amor entre irmãos e espero que vocês gostem da idéia! o/


Colecção de Drabs de SxS

Drab 10 – Amor entre Irmãos - Parte I

By Ying-Fa Kinomoto Lee


Começado às 19:38:32 de 30 de Março de 2008


O meu nome é Sakura Li e estou com um grande problema!

Acho que estou apaixonada pelo meu irmão, Syaoran.

Outro dia recomeçava na ilha de Hong Kong. Estávamos no inicio do verão, por isso fazia bastante calor. E foi a fonte de calor que me acordou do meu belo sono. A forte luz solar que passava pelas janelas do meu quarto chegou até à minha cara.

Trriii..

Enquanto bochechava escutei o som do meu despertador. Espreguicei-me, e o despertador continuava a tocar.

-. Desliga isso! Há pessoas que querem dormir, sabias? – o meu querido irmão apareceu à porta do meu quarto, enquanto bochechava, e mandei-lhe uma almofada (travesseiro) à cara – O que foi isto? Sakura?!

-. Essa é por entrares no meu quarto sem pedires autorização! – disse e fiz questão de lhe mandar um peluche à cara, que tinha perto da minha cama.

-. O que é isso Sakura? Deste que começaste a secundária estás muito esquecida comigo. Era até normal nós dormimos no mesmo quarto, quando éramos mais novos, lembraste? Quando eras pequena e tinhas pesadelos durante a noite, ias ter comigo pois não querias acordar os pais. – disse descontraído.

-. É diferente! Na altura tinha seis anos, agora tenho desaseis! – respondi com um intenso rubor no rosto.

-. Ah... o problema é esse...? Como se eu já não te tivesse visto... – mandei-lhe o peluche que tinha à minha mão e ouvi um 'ai' da parte dele – Ok, Sakura, ok! Eu vou-me embora! – saiu do quarto, fechando a porta, e eu respirei, aliviada.

Sai da cama e desliguei o despertador, mas antes de entrar na casa-de-banho (banheiro) que tinha no meu quarto, observei o sol pela janela do meu quarto.

-. Prepara-te para mais um dia, Sakura! – disse, tentado dar forças a mim mesma.

Algum tempo depois sai do meu quarto e andei pelos corredores até chegar à cozinha da Mansão Li. Sim, a minha família é de grande importância para Hong Kong. Pelo que parecia éramos bastante ricos, mas eu nunca me interessei por esses assuntos, até porque seria o meu irmãozinho que iria tomar conta das empresas da família futuramente.

Eu? Talvez ficaria para dona de casa ou assim...

-. Ah! Wei! – corri até ao fiel mordomo da família Li e abracei-o, beijando uma das suas bochechas – Bom Dia! – cumprimentei alegremente.

-. Bom Dia, Sakura-san. – ele respondeu.

-. Ainda não chegou ninguém, né? – perguntei, um pouco nervosa.

-. Não, esteja descansada. Desta vez conseguiu preparar-se a tempo. – comentou com um sorriso.

-. Conseguiu chegar a tempo? – ouvi aquela irritante voz e escutei como alguém batia palmas. Só podia ser ele – Meus parabéns, Sakura-sama! – e ouvi o seu riso logo a seguir.

-. Syao-ran-Li...! – a raiva parecia crescer a cada silaba que dizia, mas a chegada da nossa mãe fez com que eu aguentasse toda a raiva que tinha no meu interior.

-. O que foi pequena? – a minha mãe ainda tinha o velho hábito de me chamar de 'pequena', embora já não o fosse.

-. O Syaoran está a chatear-me! – disse, com um olhar furioso para o meu irmão.

-. Será que vocês dois nunca irão crescer? – a minha mãe disse.

-. Eu cresci, mas ela parece piorar com o passar da idade. Cada vez está mais rabugenta. – disse como se fosse a coisa mais natural do mundo.

-. Rabugenta é a tua mãe! – disse com fúria – Ah! Desculpe, mãe! Sabe que não foi por mal.

-. Ah... Eu não irei meter-me nas vossas discussões. Acho elas sem sentido nenhum, mas com o tempo vocês irão dar valor um ao outro, assim como faziam quando eram pequenos. – disse, e eu fiquei curiosa pelas suas palavras.

-. O que fazíamos quando éramos pequenos? – perguntei, observando-a.

Ela pareceu surpreendida pela minha pergunta, mas no final apenas me respondeu – Nada minha filha, esquece o que te disse. – e saiu da cozinha, talvez para começar mais um dia como mulher do chefe da família Li.

-. Como sempre a mãe está cheia de mistérios. – ele disse com um tom misterioso – Uhh...! Assustador...!

-. Kya! Não me assustes assim, Syaoran! – dei-lhe um pontapé numa das pernas.

-. Será que não sabes fazer mais nada senão agredires-me? – perguntou-me, sentindo a dor do meu chute.

-. Talvez por ser um bom passatempo. – disse, piscando o olho, divertida.

De certeza que ele iria disser algo, mas o som da campainha não o deixou nem sequer começar.

-. Devem ser elas! – disse, desesperada, começando a andar de um lado para o outro na cozinha.

-. Coma qualquer coisa, Sakura-san. – Wei pediu e eu reparei na mesa receada de diversas comidas.

-. Obrigado, Wei! – disse, como se com aquela pequena frase tivesse acabado de salvar o mundo, o meu mundo.

Peguei em pequenas porções de cada tipo de comida e tentei comer tudo aquilo o mais rápido que conseguia, até porque não queria que as minhas amigas me vissem naquele estado lastimável.

-. Ena! Qual será a próxima coisa que ela irá devorar? – o Syaoran disse, fingindo admiração. Como ainda tinha comida na boca a única coisa que podia fazer era chutar uma das suas pernas – Au! – reclamou – Porque será que Deus não me mandou uma irmã normal? Tinha que ser uma que só sabe chutar? – ouvi a sua oração e chutei-o novamente.

-. Oh! – ouvi e ao reconhecer a voz engoli a comida que ainda tinha dentro da minha boca – Porque será que sempre que eu vos vejo aos dois têm que estar a discutir?

-. Bom Dia Meilin! – cumprimentei alegremente.

-. Bom Dia. – disse com um sorriso no rosto, mas não parecia daquele normais, parecia um mais... malicioso? Talvez uma mistura disso...

-. Bom Dia. Se já chegaste quer disser que o grupinho está todo lá na sala por isso adeus! – disse enquanto saia da cozinha e eu ficava surpreendida pela sua acção.

-. As meninas já chegaram. – Meilin disse ao observar-me – Vamos começar com o trabalho? – perguntou.

-. Claro! Claro! – disse – Eu vou contigo, mas sabes por que razão o Syaoran fugiu assim? – perguntei, observando as escadas que estavam um pouco mais à minha frente.

-. Claro! – piscou-me o olho – Se as meninas estão aqui significa 'perigo' para o primo, né? Não te lembras o que aconteceu na última vez? – perguntou-me.

-. Sim. – disse e a vontade de rir era maior, começando a rir sem parar – Acho que nunca o tinha visto tão assustado na vida. Foi hilariante! – disse, continuando a rir.

-. É por isso que ele fugiu delas. – Mei Ling também começou a rir.

O meu irmão, quando andava na mesma escola secundária que a minha, era bastante popular entre as raparigas (não levem a mal, mas é que cá 'raparigas' é a mesma coisa que 'meninas' ou 'moças'). Quando eu entrei para a secundária o Syaoran estava um ano mais à frente, no 11º ano e as colegas da minha turma tinham se 'apaixonado' por ele na primeira vez que o viram. E ao descobrirem que ele era meu irmão...! Foi uma autentica sessão de gritos e agora, cada vez que tenho um trabalho ou uma festa de aniversário ou algo do tipo, todas as minhas colegas querem que as escolha, por isso tenho que dar vez a cada uma. Desta vez calhou a três colegas, mas que parecia que também não iam ter minha sorte como as anteriores. Sempre que eu tinha alguma espécie de trabalho ou festa em casa o Syaoran era o primeiro a querer ficar bem longe dessas coisas de 'adolescentes'.

O problema foi que na última vez elas tinham perseguido-o – não me perguntem como elas descobriram onde ele estava – e não deixaram-no em paz até que, pelo menos, pudessem dar um beijo na sua cara. Sim, essas eram bastante 'assanhadas'.

Depois eu era a coitadinha que tinha que ficar a atura-las com as suas perguntas sobre o meu irmão. Era eu e a minha prima, Mei Ling. E se Deus quisesse estas não seriam tão 'assanhadas' como as anteriores e podíamos fazer o nosso trabalho em paz!

Quem é que disse que não dá trabalho ter um irmão TDB?!


-. Seria giro fazermos uma viagem ao Japão, né? – as aulas tinham terminado e eu, Mei Ling, Chiharu, Naoko e Rika estávamos a caminhar juntas.

-. Porque dizes isso? – Mei Ling perguntou, curiosa.

-. Só estava a perguntar, até porque a escola já está a terminar e talvez essa podia ser uma das nossas escolhas para a nossa viajem de finalistas, né? – Chiharu respondeu, nervosa.

-. Humm... – Naoko pensou – Acho que ela está a esconder alguma coisa... – disse.

-. Não, não! Não é nada! É que ontem estava a falar com o Takashi acerca disso e... – mas as meninas não a deixaram terminar.

-. Só podia ser o Takashi! – Mei Ling suspirou, como se já estivesse farta do assunto.

-. Não! – Chiharu estava envergonhada até à ponta dos cabelos – Mas ele me disse que a sua turma tinha decidido em conjunto que iriam viajar para o Japão. Só estava a pensar se a nossa turma também concordaria que a nossa viajem de finalistas fosse no Japão.

-. Sim, sim! – Rika disse – Só podia ser a turma do Takashi, a turmas da 'diversão'. Acho que eles foram a única turma que já decidiu qual será o destino que eles querem para a viagem de finalistas. Por exemplo, a nossa ainda nem sequer falou do assunto! – comentou.

-. Por isso é que estava a perguntar-vos se achavam uma boa ideia viajarmos para o Japão. – disse Chiharu, nervosa.

-. Japão? – perguntei por primeira vez.

-. Sim, achas uma boa ideia Sakura? – perguntou-me Chiharu.

-. A Sakura nasceu no Japão. – Mei Ling contou.

-. A sério? – Rika perguntou.

-. Sim, a minha mãe disse-me que tinha nascido nesse pais, durante uma das viajens que os meus pais fizeram, por isso o meu nome é 'Sakura', pois eles gostaram bastante das flores que existem nesse pais com este mesmo nome. – disse.

-. E qual é a flor? – Naoko perguntou.

-. Flores de Cerejeira. Parecem haver bastantes lá. – comentei – Era bom conhecer o pais em que nasci.

-. Boa! – Chiharu gritou – Se a maioria quer ir ao Japão então é para lá que iremos mesmo! – disse.

Eu ri pela alegria que Chiharu parecia transmitir naquele momento, mas parei quando reparei que alguém se beijava perto da minha casa.

-. Oh! – Rika pareceu admirada – Aquele não é o teu irmão, Sakura? – ela perguntou e eu pude reconhecer que era ele e... mais uma rapariga que não dava para ver daqui. Os dois estavam...

-. Ah! O antigo popular da escola tem uma namorada! – Naoko gritou – Porque não nos contaste Sakura?

-. Porque eu não sabia. – respondi com toda a sinceridade, sem deixar de observar aquela cena. Eu nunca pensei ver o meu irmão numa intimidade... daquelas.

-. Mas...! – Rika ficou sem fala enquanto olhava para os dois. Em poucos segundos o grupo todo observava cada gesto que eles faziam – Talvez seja uma curtição. Sabem como são os rapazes nesta altura.

-. Sim, devem estar apenas a curtir. Daqui a uns dois dias ele já deve estar livre outra vez. – Chiharu comentou num tom divertido, mas eu não achava graça nenhuma àquela cena. A maneira de que eles se beijavam...! Pareciam que se estavam a comer um ao outro, se me estou a fazer intender e essa imagem dava-me um certo nojo e também uma certa dor no coração.

-. Este Syaoran! – ouvi o suspiro de Mei Ling – Não muda mesmo! – sorriu.

Eu fiquei a pensar nas palavras de Mei Ling... será que ele já estivera desse modo com mais alguém? Era impossível pensar noutra imagem, pois apenas aquela já fazia-me sentir sensações bastante negativas.

-. Acalma-te Sakura! Ele é apenas o teu irmão!, pensei.

-. Seria bastante mal passar por eles, né? – a voz da Naoko tirou-me dos meus pensamentos absurdos.

-. Sim. Que tal irmos comer a algum lado? Podíamos ir a um café só para passar o tempo, que tal? – Rika sugeriu, tentando ser simpática ao ver a expressão no meu rosto.

-. Só porque tenho dois espantalhos à frente da minha casa não significa que não possa entrar nela, né? – disse com convicção – Bem meninas, até amanhã! – despedi-me delas, mas reparei que a Mei Ling continuava ao meu lado, enquanto que o resto das meninas já estavam um bocado longe.

-. Vamos priminha! – Mei Ling abraçou-me pelo pescoço e disse com um grande sorriso – Vamos passar pelo furacão!

Eu não disse nada, apenas caminhei ao seu lado, agradecendo a sua companhia naquele momento.

Ia-mos nos aproximando cada vez mais deles, mas os dois pareciam tão ocupados que nem notavam a nossa aproximação. De repente eu vi-os... aqueles dois olhos da cor de um âmbar que observavam-me com tanta admiração.

-. Sa... Sakura... – conseguiu disser – O que...

-. Olá 'nii-chan! – não disse mais nada, apenas passei por ele como se estivesse sozinho até àquele momento. Como se ela não existisse. Mas ela existia, querendo ou não. Por sorte tinha a Mei Ling ao meu lado e mesmo ela não sabendo, ela dava-me forças para passar por eles de maneira diferente. Não gostava daquela imagem na minha mente, muito menos na vida real!

Eu sabia que ao passar dos anos a minha relação com o Syaoran tinha esfriado, mesmo não querendo. Acabamos por criar uma barreira entre nós os dois sem sequer sabermos e quando descobrimo-la já era tarde de mais. Eu sabia que continuava a gostar do meu irmão, querendo ou não mais do que eu queria gostar, e ele de certeza que gostava de mim com a mesma intensidade que gostava quando tinha cinco anos.

Era irritante esta sensação que percorria-me o corpo neste momento...!


Uma semana passou deste o final da aulas, quem diria! Por sorte a maioria das turmas do 3º ano concordaram que a viagem de finalistas iria ser no Japão e aqui estávamos nós, à espera do avião que nos levaria para o pais do sol nascente...!

A maioria parecia emocionada e outros ansiosos. Haviam vários grupos de raparigas e rapazes em que cada grupo ficaria num quarto do hotel. Sim, tudo bem organizado!

À minutos atrás alguns familiares de cada estudante estavam a despedir-se pela última vez dos seus filhos, netos ou sobrinhos. A minha mãe tinha conseguido vir, sendo acompanhada por Wei. Fiquei um pouco decepcionada por o pai não aparecer, mas já tinha a noção que quase de certeza ele não poderia vir e tinha-me despedido dele no dia anterior. Fiquei muito decepcionada quando não vi o Syaoran. Ele tinha ficado um pouco 'obcecado' pela ideia de eu viajar a outro pais. Chegou, até, a tentar convencer a mãe de me proibir de ir àquela viajem, mas ela sabia que esse era o meu desejo por isso não deixou-se levar pelas palavras do meu irmão. Ela sabia que desejava conhecer o pais em que nasci, o Japão. De certo modo ela ficou nostálgica no momento em que lhe falei sobre o pais e disse-me que sentia bastantes saudades de visita-lo. De certeza o Japão seria um pais formidável de conhecer!

-. Sakura! – a Chiharu chamou-me – Já estão à nossa espera, vamos! – de acordo com os números de lugares que estavam no nosso bilhete de avião eu ficaria ao lado da Chiharu e ao lado do Takashi, o que significava que eu ia ficar no meio deles dois, o que significava ficar de 'vela', mesmo se eles ainda não fossem namorados, mas estava na cara que os dois gostavam um do outro, o pior é que nenhum tinha a coragem de disser ao outro que o amava.

Comecei a suar quando vi que o Takashi já estava no seu lugar, ao lado da janela do avião e uma desculpa passou pela minha mente.

-. Sabes Takashi. – comecei a disser quando estava prestes a sentar-me no meu lugar – Eu queria muito ficar ao pé da janela, sabes como é, para ver a vista e tal. – disse, tentando parecer sincera.

-. Desculpa Sakura, mas sabes que tens que sentar-te no lugar que o bilhete de avião diz, não dá. – ele disse, mas eu não desisti.

-. Por favor Takashi. – supliquei, já com a Chiharu atrás de mim, pronta a se sentar no seu lugar.

O certo é que durante a viagem eu fiquei sentada no meio de dois enamorados.


-. O que iremos visitar primeiro? – Rika perguntou depois de beber um pouco do seu sumo de laranja.

Tínhamos aterrado numa cidade chamada Tomoeda e agora estávamos numa esplanada a aproveitar os primeiros minutos em que estávamos naquele pais. Aquela cidade parecia bastante calma e o sol brilhava intensamente. A primeira impressão: uma cidade alegre.

-. Eu vou buscar mais uma bebida para mim, alguém quer mais alguma coisa? – perguntei e todo o grupo pediu-me mais uma 'rodada'.

Depois de decorar todos os pedidos fui até ao balcão fiquei atrás de uma pessoa. Que sorte, pensei.

-. Desculpe. – ouvi uma voz feminina – Podia deixar-me passar, por favor? – reparei que a pessoa que estava à minha frente tentava equilibrar o tabuleiro que continha café, sumo e dois bolos sem que se derramasse.

-. Claro, claro. – disse, desviando-me para puder deixa-la passar.

-. Obrigado. – agradeceu e eu ainda observei-a durante algum tempo, mas o vendedor tirou-me dos meus pensamentos.


-. Eu sabia que devia ter ido fazer os pedidos. – um homem suspirou.

-. Eu sei fazer as coisas sozinha Touya, não preciso de ti para fazer tudo bem. – a rapariga que antes carregava uma bandeja sentou-se ao lado do homem que parecia ter uns 20 e poucos anos.

-. Eu sei que tu és capaz, Tomoyo, mas isso é um pouco excessivo, não achas? – Touya perguntou.

-. Claro que não! – sorriu – Que bom que arranjamos algum tempo, né? – mudou o tema da conversa.

-. Sim. – disse – Embora só tenha mais uma hora livre. – resmungou.

-. Devias ficar feliz por isso. – ele observou-a – Isso também significa que necessitam de ti no hospital.

-. É verdade. – passou a sua mão pelos cabelos sedosos azuis de Tomoyo.

-. Né... Touya... – começou a disse.

-. O que foi? – perguntou enquanto bebia um pouco do seu café.

-. Eu estava a pensar ir a Tokyo hoje, sabes como é, para ver a Torre. – disse timidamente.

-. Não. – respondeu.

-. Eu já sabia que ias responder isso. – suspirou.

-. Então se sabias porque perguntaste? – ele ficou curioso.

-. Queria pelo menos tentar. – respondeu – De toda a minha turma eu sou a única que fica as férias todas em casa, fechada como numa prisão.

-. Tu sabes que não é assim Tomoyo. – repreendeu-a – Assim que eu tirar umas férias eu...

-. E isso é quando? – ela perguntou – A minha mãe também diz sempre o mesmo! Mas acabo sempre por ficar todas as férias em casa.

-. Eu prometo-te que este ano vai ser diferente. – disse, mas ela não pareceu acreditar.

-. Vamos Touya, ainda tens que me deixar em casa. – disse, bebendo o seu sumo.


Estava a prestar atenção numa conversa o grupo estava a ter, mas, não sei porquê, revi aquela rapariga que antes levava uma bandeja com várias coisas. E ela estava com um rapaz...! Talvez estivessem num encontro amoroso, quem sabe...

-. O que estás a ver, Sakura? – Mei Ling perguntou-me com curiosidade.

-. Nada. – respondi, nervosa.

Senti-me intrigada por aquela rapariga. Ela fora a primeira japonesa com quem tivera um contacto directo, sem contar com alguns empregados do aeroporto ou hotel.

-. Onde iremos agora? – perguntou Rika, de repente.

-. Eu ouvi disser que há um parque aqui perto. Ele é bastante conhecido entre os habitantes de Tomoeda, talvez fosse bom passar-mos por lá, né? – Takashi sugeriu.

-. Boa ideia, Takashi. – disse Chiharu.

O que não estava à espera era que o Parque Rei Pinguim, como é chamado, fosse tão... alegre? Assim como a cidade. Achei tudo aquilo tão lindo. O pinguim gigante no centro e pinguins pequenos à volta do grande. Sentia-me uma criança naquele momento. Sentia-me tão criança que fui contra alguém, o que não estava à espera é que esse 'alguém' fosse a rapariga que eu vira antes, na esplanada.

-. Oh! Desculpe! – ela disse.

-. Você! – quase gritei e ela pareceu assustada no momento em que disse isso, mas logo começou a observar-me com alguma curiosidade.

-. Você é a rapariga de antes, a da esplanada? – perguntou-me e eu afirmei com a cabeça – Ah! Desculpe a indelicadeza. Eu sou Tomoyo Daidouji. Prazer em conhece-la.

-. Eu sou Sakura Li. – disse – Venho de Hong Kong. Estou a passar férias nesta cidade com alguns amigos.

-. Ahh! – ela pareceu surpresa – Que sorte! Eu nunca posso ir para lado nenhum durante as férias. – comentou tristemente.

-. Não quer ir connosco, Daidouji? – perguntei realmente gostando da companhia daquela rapariga.

Tomoyo Daidouji vivia deste que nascera naquela cidade chamada Tomoeda, pelo que nos contou. Nas férias costumava ficar em casa na maioria das vezes por isso ficou contente quando nós perguntamos um sitio onde nós pudéssemos ir.

-. Que tal a Torre de Tokyo? – perguntou Tomoyo e todos nós observamo-la com vários pontos de interrogação na cabeça – Não me digam que nunca ouviram falar da Grandiosa 'Torre de Tokyo'? – ela parecia bastante surpreendidas e nós apenas negamos com a cabeça – Então se não conhecem é mesmo por aí que vamos começar! – ela disse, energética.

-. Onde fica a Torre de Tokyo? – perguntei com alguma timidez.

-. Então não é lógico?! Fica em Tokyo! – disse e o grupo deixou escapar um grande 'ahh'.

-. E Tokyo fica muito longe? – desta vez foi a Mei Ling que perguntou.

-. Humm... – Tomoyo pensou um pouco antes de responder – Talvez uma meia hora se formos de TGV. – respondeu.

-. Parece ser um pouco longe, mas já que vamos a Tokyo podemos aproveitar. – comentou Takashi.

-. Não te importas por fazeres de nossa 'guia'? – perguntei a Tomoyo.

-. Até faz bem sair. – respondeu-me – E eu era para ir à torre sozinha ou acompanhada, por isso...

-. Então podemos ir! – gritou Naoko que estava um pouco mais atrás.

-. Sim. E podemos ver a cidade pelo TGV, não? – Rika perguntou.

-. Claro. – Tomoyo respondeu.

Passamos o caminho a falar de vários assuntos com a Tomoyo. Ela contou-nos algumas coisas tradicionais do Japão que pareciam bem interessantes, mas acho que a visão que tinha deste uma das janelas captava-me ainda mais a minha atenção. Tokyo podia ser parecida a Hong Kong, mas algo era diferente, bastante diferente e por isso a aquela visão captava-me a atenção. Nesse momento desejei que fosse de noite, para saber como a cidade era nessa altura, se estava cheia de luzes com diferentes cores ou se eram luzes fracas, que chamavam pouco a atenção.

Algum tempo depois senti que o TGV parava assim como a imagem que passava diante dos meus olhos que na última meia hora não parava de se movimentar.

-. Sakura, vamos? – ouvi a voz da Mei Ling e respondi com um alegre 'sim' enquanto corria até os meus amigos.

Tomoyo guio-nos pela estação, até chegarmos à Torre de Tokyo. O que eu vi foi a última coisa que esperava ver. Ao vê-la recordei a Torrifel, em França, só por disser que esta tinha uma cor vermelha. Pelo que a Tomoyo dissera esta Torre é de grande importância para o japoneses...

Mas antes que nós pudéssemos entrar na Torre, ouvi o grito abafado de Tomoyo.

-. Touya! – ouvi e ela escondeu-se atrás de mim.

-. Tomoyo – um homem de uns vinte e poucos anos apareceu à minha frente – Eu vi-te, menina! Eu não te disse que não te queria aqui? – disse e Tomoyo parecia não fazer questão de sair do seu 'esconderijo' – E ainda por cima com desconhecidos? Sai detrás dessa... – mas ele parou quando os nosso olhares se cruzaram.

Eu não sabia quem era, mas a Tomoyo não parecia muito contente por o ver, mas depois lembrei-me do homem com quem a tinha visto anteriormente. Foi no momento em que ele me pegou pelo queixo e se aproximou de mim que eu deixei de pensar e até, talvez, de respirar. Os seus olhos estavam fixos nos meus, mas uma mão separou a dele do meu queixo com alguma grosseria e a última voz que pensava ouvir naquele momento pairou pelo ar.

-. Deixa-a em paz. – ouvi a voz de Syaoran e não pude deixar de gritar:

-. Syaoran! – gritei, quase saltando para trás, mas não o cheguei a fazer – O que fazes aqui?! – perguntei, mas ele não parecia querer responder-me, pois continuava a observar o homem à minha frente. Reparei que ele ainda segurava a mão daquele que parecia chamar-se Touya, talvez com medo que ele fizesse algo, não?

Touya soltou a sua mão – Não precisas ficar com essa cara. Eu não ia fazer-lhe mal, apenas fiquei surpreendido pela cor dos seus olhos que eram da mesma cor que os da minha falecida mãe. – tentou justificar, mas a frieza nos olhos de Syaoran não tinha diminuído nem um pouco.

-. Ela não é a única com olhos verdes na terra, sabias? – Syaoran disse e eu pensei que ele tivesse passado das marcas com essa frase.

-. Eu já te disse que não fiz por mal. – disse Touya, começando a ser audível a raiva na sua voz.

-. Vamos Touya. – Tomoyo saiu detrás de mim e aproximou-se ao homem que lançava olhares pouco amigáveis para o meu irmão.

-. E tu irás explicar-me o porquê de estares aqui. – Touya sussurrou.

-. Claro, claro. – disse Tomoyo e voltou a observar o grupo – Espero voltar a vê-los.

-. Nós também Tomoyo! – Chiaru despediu-se pelo grupo.

Depois de já não ser visível nem a Tomoyo nem o Touya diante os meus olhos, voltei-me para o Syaoran que não tinha se movido nem num centímetro, e chutei a perna que estava mais próxima.

-. Au! Sakura! – ele reclamou – Eu salvo-te a vida e tu ainda me agrides? – ele disse, mas o meu olhar não se suavizou quando parou nos seus olhos.

-. E quem disse que eu precisava de um salvador? – perguntei, aproximando-me dos meus amigos da escola.

-. Sakura. – ouvi-o chamar-me.

-. O que foi? – perguntei sem me virar.

De costas eu não podia ser a sua expressão facial, mas a sua voz parecia triste – Nada, esquece.

Um tempo depois eu perguntei – Ele já foi embora?

-. Foste muito má com ele Sakura. – ouvi a voz de Chiharu – Ele saiu arrasado daqui. Até dava pena.

-. É para aprender! – disse, fingindo alegria. Eu não era tão desumana para que ao disserem-me isso eu respondesse com alegria. Ele era meu irmão, afinal. E por mais que eu não quisesse acreditar, ele era um irmão muito carinhoso para mim, talvez até mais que um irmão – Que tal visitarmos a Torre de uma vez por todas? – perguntei e ele afirmaram com a cabeça, um pouco incertos.

O resto do dia foi um autentico desastre. Ninguém parecia apreciar aquela visita guiada pela Torre de Tokyo, embora ela merecesse. Takashi bem tentava animar um pouco as coisas com as suas mentiras e Chiharu ajudava, mas os risos não vinham do grupo todo, pelo menos de mim não veio nenhum.

Os meus pensamentos estavam uma bagunça! O que é que o Syaoran estava a fazer alí? Porquê que ele tinha aparecido tão de repente e ainda por cima aparecer daquele jeito? A minha cabeça era uma confusão! Claro que estava contente por o ver, mas o que ele fez não estava certo e por isso tinha reagido com ele daquela forma...

Talvez... amanhã fosse melhor...


Sakura... Sakura...

Será que nem a dormir ele podia deixar-me em paz?! Claro que no fundo do meu coração eu até sentia uma espécie de saudade de ele me chamar daquele tom... carinhoso...

Sakura... Sakura...

Continuei a ouvir a sua voz e por um momento uma sensação de alivio se apoderou de mim. Ouvir a sua voz fazia-me sentir serena e calma, como se estivesse num lugar tranquilo, como o Paraíso. Continuei a dormir, sendo cada vez mais audível o som da sua voz. Era incorrecto pensar neste tipo de coisas. Ele era meu irmão, não é? Amor entre irmãos era pecado, né? Então por que razão eu pecara, por que razão me apaixonara pelo meu irmão? Não era uma santa, mas muito menos uma pessoa com uma longuíssima lista de pecados. Por que razão teria que pecar daquela forma? Por que razão eu tive que me apaixonar por ele? Até porque... o que eu sentia por ele era amor, né? Adorava tudo nele. A sua forma de 'sei tudo', o seu sorriso que me tinha mostrado tantas vezes, a sua expressão facial quando está zangado, tudo, gosto de tudo nele! Mas sinto que não gosto como irmão, mas sim como algo mais, algo maior e mais profundo...

Sakura... Sakura...

Era tão bom ouvir a sua voz – também gostava disso nele – principalmente agora que estava a pensar seriamente neste assunto. Afinal, como eu reagiria se o visse agora à minha frente?

-. Sakura! – um grito despertou-me e eu nem tive tempo pensar, pois quando reparei quem era a pessoa que estava ao meu lado senti um calor por todo o meu corpo e podia apostar que a minha cara estava completamente vermelha... de vergonha!

-. Sy, syaoran...! – gritei, pelo susto.

-. Também não precisas ficar assim. – disse Syaoran, tapando um dos seus ouvidos – A tua voz chega a ser irritante.

-. A minha voz não é irritante! – gritei, zangada.

-. É sim quando gritas como fizeste ainda à pouco. Como ela é aguda parece que uma pessoa fica surda ao ouvi-la. – justificou.

-. Estúpido! – disse, ainda zangada.

-. Eu não sou estúpido, apenas estou a disser a verdade. – respondeu.

-. E posso saber o que estás aqui a fazer? – perguntei, tentando mudar de assunto.

-. Parece que os teus amigos te deixaram sozinha. – ele comentou, num tom divertido, e foi nesse momento que me lembrei que compartia aquele quarto com a Mei Ling, mas nem rasto dela.

-. Mei Ling? – perguntei, mesmo sabendo que ia haver silencio em resposta.

-. Ela não está. – disse Syaoran e eu olhei-o com cara de poucos amigos – O que foi? Eu não obriguei-a a sair do quarto. Ela saiu porque quis! – começou a defender-se antes que eu própria formulasse a pergunta.

-. Tudo bem. – disse – Mas o que é que estás aqui a fazer? – perguntei, verdadeiramente curiosa.

-. Vamos sair, logicamente. – disse calmamente.

-. O quê?! – quase gritei.

-. O que foi Sakura? Não me digas que já não gostas do teu irmão para não queres sair com ele. – disse fingindo tristeza.

-. Não é isso, tu sabes. – por mais que soubesse que aquela expressão era falsa não conseguia deixar de pensar em algo que pudesse fazer senti-lo melhor.

-. Então vem! – disse, puxando os meus lençóis e segurando-me, carregando-me até à porta da casa-de-banho (banheiro), onde me largou – Agora a menina vai tomar um banho enquanto eu fico à espera de vossa senhoria. E nem penses em demorar muito tempo, ouviste?

-. Sim senhor, chefe! – brinquei e a sua expressão contorceu-se de raiva.

-. Sa-ku-ra...! – disse, lentamente, cada uma das silabas do meu nome com alguma raiva na voz.

-. Eu já estou a ir! Já estou a ir! – entrei na casa-de-banho (banheiro), fechando a porta rapidamente.

Aquele dia parecia único. Há muito, muito tempo que não tinha uma intimidade daquelas dimensões com o meu irmão. E era bom, sentia-me livre e por mais que não quisesse pensar, senti que este dia tinha sido como o meu 'primeiro encontro'. Sim, nunca tinha saído com um rapaz e eu sempre pensei que o Syaoran nunca tinha saído com uma rapariga, até ver aquela rapariga. Mas eu não queria pensar nisso agora!

De manhã vimos os vários pontos turísticos na capital do Japão. Dêmos grandes caminhadas, pois queríamos ver cada pedaço da cidade e conhecia-se melhor andando do que num taxi ou TGV. Na hora de almoço fizemos uma paragem no centro comercial de Tokyo e provamos alguns pratos nacionais, sem ser o famoso 'shushi'.

À tarde tentamos 'conhecer' o ritmo da capital, visitando vários sítios como lojas, cafés e até passamos por escolas, mas claro que não podemos entrar, apenas víamos pela parte de fora. Acho que foi nessa altura em que me diverti mais. Passamos por um parque e encontramos dois irmãos que eram uma fofura! Estivemos algum tempo a brincar com os dois, o que fez com que ganhasse algumas nódoas na roupa, mas não me importava, gostava de brincar com crianças. Essa brincadeira fez com que eu e o Syaoran nos juntássemos mais.

Despedimo-nos daquelas crianças que já nos tratavam por 'irmãos mais velhos' e com um sorriso no rosto continuamos o nosso caminho.

Agora, ao ver o pôr-do-sol naquela colina parecia um autentico encontro amoroso. Estávamos abraçados, eu apoiava a minha cabeça no seu ombro enquanto ele apoiava a sua cabeça no topo da minha cabeça. Devia ser um quadro bastante amoroso, com nós os dois a observarmos o pôr-do-sol japonês.

-. Sakura... – ouvi a voz do meu irmão e eu observei os olhos que eu tanto... amava? Ele observava-me, também.

Os nossos rostos estavam tão perto... Não! Não penses nisso Sakura! Pareces uma adolescente apaixonada!

Mas é o que eu sou... Apaixonada pelo meu próprio irmão... quem diria!

Continuei a observa-lo, mas por alguma razão eu reparava que o seu rosto estava cada vez mais perto do meu. Mas o que...?

Ao sentir uns lábios colarem nos meus eu arregalei os olhos, surpresa pela sua acção. Era ele que me guiava, pois eu estava surpresa de mais para corresponder.

-. Desculpa, desculpa. – ouvi a sua voz ao separa-se dos meus lábios – Esquece o que aconteceu agora. – disse-me.

-. Como queres que eu esqueça o que acabou de acontecer entre nós? – perguntei horrorizada, e ele pareceu surpreendido. Colocou as suas mãos no meu rosto e ficamos a observarmo-nos durante algum tempo, até que uma onda de calor passou pelo nosso corpo e foi irresistível beijar-nos com desespero, como se não houvesse amanhã. Aquilo era tão forte que tive que separar-me bruscamente dele para puder recuperar o ar que tinha perdido com aquele beijo. Senti as suas mãos nas minhas costas, aproximando-me mais dele, mas não interrompi-o.

-. Sya.. o... ran... – respirei com dificuldade ao reparar no que ele me fazia.

-. Sakura... – chamou-me e eu observei-o com alguma dificuldade – Tu sabes porque razão eu estou a fazer-te isto? – perguntou e eu reparei que a sua voz estava a começar a ficar roca.

-. Talvez... – disse com timidez, mas tomei coragem para disser o seguinte – Mas eu sei a razão para ter-te correspondido de igual forma.

Isso pareceu surpreende-lo, mas não parou o momento em que apenas existíamos eu e ele.

-. Diz-me a tua razão, Sakura. Quem sabe seja a mesma que a minha... – disse, começando a notar a malícia na sua voz.

-. A... amor... – eu queria disser, mas as suas mãos dificultaram-me o trabalho.

Ao disser a minha razão senti novamente os seus lábios contra os meus, mas desta vez o beijo não era tão violento.

-. Eu sempre te amei. – ouvi o seu sussurro contra os meus lábios e pareceu que naquele momento o meu coração se abria, saindo dele milhões de sentimentos. Sentia-me plenamente feliz...!

Embora seja um pecado...

Embora seja visto como imoral...

A realidade é que nós nos amamos e nada disso irá mudar, né?

Ou será que a moralidade das pessoas à nossa volta será mais forte, não dando uma chance ao nosso amor...?

Apenas quero ser feliz com ele, agora que sei da verdade, agora que sei que ele corresponde os meus sentimento...!


CONTINUA (este também será um 'two-shorts', para a semana trarei a continuação desta história de incesto! o/)


Terminado às 17:55:16 de 8 de Abril de 2008


Notas de Autora: Ahh...! Gostaram da história? Talvez um pouco 'simples', né?

Bem, isto deve umas alterações enormes. Agora quem faz o papel de Touya é o Syaoran e o que faz o papel de Syaoran é o... Touya? Estou a falar naquela parte da história em que o Touya encontra a Tomoyo na Torre de Tokyo! Acho que aqui não é normal ler fics do casal TomoyoxTouya, né? É tudo EriolxTomoyo, né? Pois onde eu costumo ler existem tanto fics TxE como TxT... Pensei que seria engraçado utilizar este casal, o que acharam?

Eu gostei bastante da parte em que o Syaoran 'salvou' a Sakura do Touya! XD Acho que foi uma das minhas cenas favoritas neste two-short! Vocês também gostaram? E a última parte em que eles estavam a ver o por-do-sol...! +.+

Nesta história ouvimos falar do pai do Syaoran! Talvez ele tenha mais participação na próxima e última parte! Ho, ho, ho! XD Não, não sou o pai natal! u.u


Reviews:


Ma Ling Chan: Sim! Eu também adoro este drab! +.+ A sério! As coisas que eles dizem, os beijos, tudo!

Sim, tens razão, o beijo mostra o amor que eles sentem um pelo outro, embora nesse drab a Sakura não gostar dele.

Sim, tem algo a ver com o Syaoran no anime, mas essa 'história' é tipo uma adaptação de uma história verídica, dizendo assim.

Essa não sabia, por acaso podemos utilizar várias frases e uma era esse 'olá, posso entrar', para cumprimentar primeiro a pessoa e depois pedir para entrar, eu acho.

Sim, o Zero quer destruir a britânia e ajuda os japoneses porque eles também querem a destruição da britânia, né?

Eu não gostei muito das imagens do 2 episódio de r2 porque uma coisa que eu gostava no Lelouch é que ele gostava verdadeiramente do Suzaku como amigo e confiava nele – principalmente no inicio do anime – e com essa entrega ao imperador foi como se o Suzaku traísse essa amizade que o Lelouch tinha por ele só para puder fazer parte dos Knight Round... Vender o proprio amigo, mesmo estando com raiva dele... não gostei... u.u

Hee! Prince of Tennis! o/ Simplesmente A-D-O-R-O! +.+ Acabei de ver o final do manga! Y-Y Muito bom! :D Nesse anime tens algum casal? Eu, concerteza, acho muito fofo RyoSaku! +.+ Ela fica tão fofa quando está com o Ryoma-sama! XD Ai, ai! O amor e a timidez! +.+

Evangelion! o/ Adoro! :D Embora nesse não tenho nenhum casal favorito! XD

Bleach estou a ver, ainda...

Posso fazer-te uma pergunta? Que tipo de anime é 'YuYu Hakushô'? É que eu vi umas coisas ontem e deu-me a impressão que esse anime é tipo 'shomen ai' ou yaoi.

Sim, tsubasa é d+! +.+ Muito bom e com o Kuropun sempre tão 'divertido' faz o anime ser ainda mais engraçado! XD

Beijos!! :D


Vick.y Pirena: Sim, cada vez maior! XD

Eu não sei o que aconteceu na sexta ou no sábado, no msn.

Durante a semana – o que significaria quarta! XD – eu lembrei-me que estava ocupada na sexta por isso não poderia aparecer no msn, então na quinta eu fui ver o fogo de artificio que houve em comemoração ao 25 de Abril com umas amigas e nesse dia tinha instalado o msn no telemóvel e como ia ficar acordada até à 1 ou 2 da manhã eu pensei que fosse um bom dia para falar contigo no msn, por causa da diferença de horários. O que aconteceu é que eu me esqueci que tu própria disseste-me que costumava estar 'offline' e no telemóvel não podia comunicar contigo estando offline, então não consegui falar contigo. Sexta, como cá é feriado, estive com o msn ligado praticamente o dia todo. O mais engraçado é que eu tinha ido dormir nesse dia à meia noite e vinte e tal minutos, mas tu começaste a falar comigo pelo msn à meia noite e 32 minutos. É que agora há um cartão de telemóvel em que no primeiro mês podes mandar mensagem e falar grátis e sem limites então eu e as minhas amigas arranjamos um para cada uma e agora falamos umas com as outras e estive a falar com uma no telemóvel até à meia noite e dez ou assim e estive a ver se estavas no msn e depois fui dormir. Eu continuei online porque era no telemóvel e eu não terminei a minha sessão. Concluindo: grande confusão! No sábado esperei que aparecesses e quando tentei falar contigo não respondias e como eu já estava com bastante sono acabei mesmo por adormecer – eu nem tinha dado conta! XD E agora estou eu a falar sem parar! XD

Sobre o review: Sim! E adoro este drab, talvez porque tenha bastante a ver comigo! XD Sim, esqueçam a timidez! Foi lindo como ele lhe pediu! +.+ Por acaso eu escrevi este 'drab' em dezembro... É que este 'drab' era um dos capítulos daquela fic sobre amor entre amigos da qual eu estava a falar-te e este capitulo era um bem lá para a frente e eu adorei mesmo como ele ficou! +.+ Não pude resistir em pô-lo aqui, é por isso que também tinha a letra da música! XD Mas quem nota mais que o meu nivel de escrita vai aumentado ao longo das fics que eu escrevo sou mesmo eu. Comparando as minhas primeiras fics com estas... acho que nem tem comparação! XD

Sim, acho que tens razão, mas eu não acho que seja daquelas que escreve GRANDES capitulos e acho raro isso algum dia acontecer! XD Mas nunca se pode disser 'nunca', né? ;D

Sim, há Syaoran de diferente maneiras para todas! XD Tipo, 'rapariga de programa' é uma rapariga que trabalha na televisão, né? Como cá dizem que é uma coisa má, eu pensei que fosse mesmo.

Au! Vocês também utilizão o 'vós sois'!

Eu também não gosto muito disso, mas parece que por qualquer coisinha eles começam logo a disser asneiras! u.u Por acaso quando eu era pequena e 'descobri' a palavra 'de nada' eu não conseguia parar de disse-la pois gostava faze-lo. Mesmo se fosse eu a disser 'obrigado' eu lembro-me que também costumava disser 'de nada' pela pessoa! XD Pelo menos não foram asneiras! XD

Pois a mim, no inicio pois agora já os tenho na linha – XD – o mais velho batia-me e o mais novo imitava-o, o que significava que batiam os dois! u.u Por acaso tenho uma amiga que é mesmo 'anti-crianças' e ainda bem que ela é filha única! XD

Hee! Presente durante a gravidez! XD Ainda falta muito para falar em casamento! XD

Sim, em Tsubasa o Syaoran sofre muito, mas isso dá até penas e faz com que nós desejar-mos que a Sakura recupere logo a memoria e que os dois se cassem e tenha muitos filhos e vivam felizes para sempre! Bem, isso já não é bem um drama! XD

Ainda bem que te envenenei com Code Geass! XD Isso significa que realmente gostaste! o/ Ai! O 17 episódio! Isso significa que já sabes o que realmente aconteceu ao pai do Suzaku, né? u.u Sim, eu também sempre gostei mais do Suzaku do que do Lelouch, mas ele apenas quer se vingar do pai e criar um mundo melhor para s sua irmã, claro que há aquelas alturas que ele 'passa-se da cabeça', completamente! XD Quando acabares de ver o 2 episódio de CG R2 eu logo te conto o porquê – que por acaso disse à resposta da Ma Ling Chan neste 'drab'! XD

Bem, se já chegaste ao episódio 23... eu queria perguntar-te o que achaste... senão eu não posso comentar. Se calhar já viste até o 3 – ou 4 – episódio de CG R2.

Ah! Eu acho que a Sakura é bastante – utilizando uma expressão do Syaoran – tonta para pensar nisso e por isso ter ciumes! XD Nem eu pensei nisso! OoO

É exactamente como eu! O/ Vamos formar um clube para 'pessoas que falam super rápido'! XD

Pois, eu iria adorar! Y-Y Eu acho que os tipos de eventos de cá são mais do estilo karaoke e comprar algumas coisas acerca de animes/mangas... Ai vocês vêem episódios de anime, né?

Sobre isso eu não acredito naquilo que 'gatos pretos dá azar' até porque eu A-D-O-R-O gatos...! +.+ Cães o quê...! Os gatos é que são fofos! +.+ E sempre que vejo um gato preto é como se fosse um gato como os outros e mesmo assim eu acho que eles não são completamente pretos, acho que são daqueles castanho mesmo escuro que parece preto. Que eu ache eles nunca me deram azar! XD

Iii! Deste quinta o calor surgiu e por agora parece que ele não quer ir embora! XD É bom utilizar mangas curtas de vez enquanto! :D Já estava farta de casados grossos e vento forte! XD

Eu sou viciada em chocolate, a sério! Que coisa aquela do 'o chocolate engorda', nada disso! Eu não consigo viver sem ele! +.+ Embora eu não goste de chocolate preto! Argh! XD Muito amargo.

Eu também costumo fazer isso: fazer wallpapers – umas coisa que adoro fazer –, escrever um capitulo e ler um fanfic. Costuma ser assim a maioria das vezes ou então em vez de ler um fanfic é ver algum episódio de algum anime! XD Sobre os clones de Sakura e Syaoran estás a falar de Tsubasa, né? :D Embora já não leia anedotas à bastante tempo e por isso não sei se há muitas ou poucas, mas há anedotas acerca de brasileiros, cá também. Era de se esperar, né? u.u

O que querias disser com 'o que é fulgo?'. Se fosse folgo eu sabia disser o que é, mas fulgo não estou a ver...

Afinal ficaram em 13 páginas, mas se me forçasse mais de certeza que haviam mais páginas! u.u Sim, temos que falar de CODE GEASS!! o/ Tipo, vocês só tem aulas de manhã ou assim na vossa escola? Quem me dera ter tardes livres! u.u Eu só tenho duas tardes livres embora já esteja no 10º ano, até porque a partir desse ano temos menos disciplinas e por isso temos mais tempo livre, mas mesmo assim no ano passado também tinha duas tardes livres por isso não há diferença de um ano para o outro! u.u Mas também há quem não tenha nem manhãs nem tardes livres!

Beijos!! o/

PS. Também é engraçado pensar que quando aqui já é umas seis da tarde aí ainda devem ser umas duas da tarde.


Sofia: Por acaso estão a pedir muitas continuações para o terceiro drab e quem saiba vou mesmo fazer uma continuação dele, mas primeiro tenho que ter alguma idéia ou então faço uma especie de 'epilogo', que tal?

Obrigado pelo review(s)! :D

Beijos!

PS. Vi agora os teus outros reviews! XD Obrigado! o/ Por acaso fiz o 8º drab inspirado no episódio 23 de Code Geass! Y-Y Adoro aquele casal! +.+ O anime é muito bom (fazer publicidade ao anime! XD)


Camilaa-chan': Não faz mal, eu percebo! O que é bom é que agora já está tudo bem! n.n Eu não me importo de esperar pela resposta do teu review, mas fico com curiosidade (por acaso sou bastante curiosa! XD)

Obrigado! o/ É por isso que eu gosto de ser filha unica! XD Mas acho fofo quando à raparigas com irmãos mais velhos - não sei se é o teu caso -, acho que faz-me lembra CCS! +.+

Beijos!! :D

Vivx: Sim... porque será que toda a gente o achou atiradiço no último drab...! u.u Quando eu escrevia devia estar a pensar em outras coisas, porque eu não queria transmitir isso! XD Mas tudo bem...

Eu acho que a história de irmãos está um pouco esquecida, pelo menos foi o que me pareceu nesta primeira parte, mas não podia acabar sem ter um beijo deles os dois, né? u.u É para dar piada à coisa...

Beijos!! :D


Musette Fujiwara: Por acaso eu fiz-a pensando que ela não gostava mesmo dele - inspirado na vida real! XD

Ela queria dar-lhe o seu primeiro beijo porque houve uma confusão no passado, ele sempre gostou dela - quando se conheceram, na universidade - e no final da mesma ele dize-lhe e ela acabou por lhe dar uma oportunidade mesmo não gostando dele. Os dois foram para Hong Kong e aquilo nem parecia namoro, depois ela fugiu porque não aguentava e alguns anos depois reencontram-se e ela começa a namorar um colega de trabalho por causa do 'inevitavel' só que ela acha que era ele quem merecia o seu 1º beijo, por isso o deu...

Quando eu publicar, finalmente, este fic já sabes a história toda, mas ok! XD

Beijos!! :D


Espero pelos vossos comentários! Irei responder a TODOS no próximo drab!

Cliquem no 'GO', porfa! (é a mesma coisa que disser 'por favor'! XD)

Matta ne!

Chus...

Ying-Fa Kinomoto Lee

PS. Vocês irão ter uma surpresa na proxima parte...! XD

PS.2. Tenho torneiro de ténis nesta semana, desejem-me sorte! /o\