Notas da Historia:
Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs. 100% Beward
Obs. Pov. Edward
Obs. Historia para maiores de 18 anos
Capítulo Nove
- Uh, então monstra? – Bella grunhiu me olhando irritada.
- Por que ele está aqui?
- Minha mãe... ela trabalha na creche de Jamie agora? De onde o conhece mesmo?
- Ah ele, uh...
- Ele é seu irmão?
- Não...
- Hey! – o pequeno resmungou e ela suspirou.
- É... Ele é meu irmãozinho.
- Entendo.
Na verdade, eu não estava entendendo nada né? ...mas tudo bem...
Os dois ainda lançavam olhares irritados um para o outro, então achei melhor intervir.
- Aqui Jamie, vai jogando sem mim, preciso falar com Bella. – lhe entreguei o meu controle e comecei a me levantar.
- Sério? – ri e baguncei o seu cabelo castanho escuro. Ele sorriu, em seguida mostrou a língua pra Bella.
Rindo, puxei-a para fora do quarto, pois ela já ia em direção ao menino, e, seriamente estava com receio de ter que separar uma briga.
Estranhamente, eu tinha a sensação de que o pequeno Jamie podia se defender bem contra a minha Swan.
Já no corredor, encostei a porta do meu quarto.
- Então você tem um irmãozinho? – ela finalmente olhou pra mim e bufou cruzando os braços.
- É, e daí?
- Por isso não queria que eu fosse a sua casa?
- É um dos motivos.
Jesus, era como arrancar um dente.
- Vamos Bella me ajuda aqui, fala comigo. – ela me olhou por um segundo, em seguida cruzou os braços pro outro lado.
- Ele é meu irmão, tá? Eu meio que o criei, mas às vezes ele me irrita a morte... Ele gosta de me incomodar, um monte. Feliz, agora?
- Sim. Por que você o criou?
- Minha mãe morreu no parto. – suspirando a puxei para os meus braços.
Beijei o seu cabelo e ela demorou uns dois segundos, em seguida ela se agarrando a mim.
- Sinto muito linda.
- OK.
Apertei-a mais nos meus braços, quase a levantando, aquilo a fez rir baixinho.
Quando me afastei, segurei o seu rosto bonito e lhe dei um beijinho estalado.
- Então, agora acho que falta só conhecer o seu pai, hein?
- Uh...
O que havia agora? Eu já conhecia o irmão dela. Qual era o problema? Esfreguei a nunca em irritação e isso a fez olhar para onde eu tocava.
- Ah sim, foi por isso que vim, disseram que você se machucou?
- Hmmm, eu caí, mas não foi tão grave, até vim dirigindo. – ela grunhiu.
- Fudido Newton! Eu o ouvi se vangloriando de ter te salvado, que havia até sangue. – rolei os olhos.
Fudido Newton mesmo.
- Bem, não foi tão grave assim, na verdade, nada grave.
- O que aconteceu então?
- Eu caí e bati a cabeça. – ela riu.
- Ah, só isso?
- Sim, só isso.
- Tá doendo?
- Na... quer saber, estou morrendo de dor. – sorri e ela estreitou os olhos.
- Sério?
- Sim, eu preciso de um beijo pra sarar.
- É claro que precisa. Então onde se machucou?
- No rosto todo, mas na boca é o mais grave.
Ela riu e aproveitei para puxá-la para os meus braços, me inclinando pra ela, ainda sorrindo, ela passou a beijar o meu rosto.
Testa, nariz, bochechas, pescoço...
- Bella, está me matando aqui.
- Você é muito desesperado.
Puxei-a mais pra mim já a beijando com vontade. Ela suspirou na minha boca, já jogando os braços em volta do meu pescoço e me deixando aprofundar o beijo.
Empurrei-a contra a parede prensando o meu corpo no dela, o seu gemido reverberou pelos meus lábios me fazendo ficar excitado e querendo mais e mais.
- UH... – ouvi um pigarro e me afastei de Bella com um grunhido.
- Mãe... – mãe estava parada no corredor parecendo envergonhada, assim como eu e Bella que estava mais vermelha do que um pimentão, ela me empurrou se ajeitando.
- Eu...
- Isabella? – ambos só agora notamos o cara atrás da minha mãe, olhei melhor para ver quem era, ao mesmo tempo em que Bella gemia e meio se escondia atrás de mim, apesar do seu comportamento estranho, eu sorri.
- Chefe? – vendo que era eu, o chefe sorriu, embora ainda lançasse olhares estranhos para Bella.
- Como vai rapaz?
- Bem. O que o senhor veio fazer aqui?
- Ele veio buscar Jamie, é o pai dele. – mãe disse e assenti.
Ah pai do Jamie, legal, olhei para Bella que mordia o lábio nervosamente... espera?
- Ele é o seu pai?
- Não... – ela começou e o chefe grunhiu.
- Isabella!
- Sim, ele é. – falou por fim e me virei rapidamente para o chefe.
Merda?
Será que ele viu o beijo?
- Boa tarde, chefe Swan. – sorri e ele grunhiu um cumprimento me ignorando e se concentrando em Bella.
Merda ele viu.
- Vamos Isabella, pegue Jamie.
- Mas eu... – ele a ignorou já virando e indo para o andar de baixo.
Mãe que até tinha se esquecido de que estava ali, correu atrás do chefe, não sem antes me dar um olhar confuso. Dei de ombros e me vir-me-ei pra Bella.
- Então...
- Desculpe Edward, eu tenho que ir.
Ela já ia correr para o meu quarto, mas a parei.
- Espera.
- Vamos conversar amanhã, sim?
- Promete? Sem fugir de mim? – ela fez uma careta, olhou para os dois lados e me segurou pelos ombros ficando nas pontas dos pés, me deu um beijo na bochecha.
- Não vou fugir, prometo.
Assenti e ela entrou no quarto, só para sair com um rapazinho irritado.
- EU não quero ir!
- Pai está esperando.
Ele começou a resmungar, parei na frente deles e me agachei.
- Hey amigo. – ele me olhou com um beicinho.
Ele era fofinho.
- Edward, eu tenho que ir.
- Está tudo bem amigo. Eu vou combinar com Bella e você para jogarmos mais, sim?
- Mesmo?
- É claro.
- Legal. – demos um bate aqui e um soquinho, ele sorriu antes de correr para Bella e agarrar a sua mão, ela suspirou e o pegou no colo.
- Vamos pivete.
- Ok monstra. – ele bocejou e encostou a cabeça em seu ombro.
Ela se foi e grunhi.
Mas que dia cumprido.
Quando desci, mãe preparava o jantar, me sentei em frente a ela no balcão e ela me empurrou as cenouras, assentindo passei a cortá-las.
- Então, o chefe parecia bem chateado, hein? Será que é por que eu trouxe Jamie?
- Merda, ele estava.
- Olha a boca, e sim, ele parecia bem estressado.
Merda, merda, merda.
- Porcaria.
- O que foi?
- Acredite mãe, não é por sua causa.
- Não?
- Não, é pela minha.
- Uh?
- Ele é pai da Bella.
- Ichi. – ela fez uma careta e gemi em acordo.
Isso era péssimo.
Eu conheci o pai de Bella antes de saber que ele era o pai dela e ele ate já gostava de mim, claro até me ver agarrando a sua filha.
Que merda!
- Vai ficar tudo bem querido. – olhei pra minha mãe e forcei um sorriso.
- Espero que sim. Então como foi o trabalho? – ela sorriu e passou a relatar o seu dia, toda animada.
Apesar de estar na merda, fiquei feliz por minha mãe e continuei a ajudando com o jantar enquanto ela falava.
Quando o pai chegou já havíamos terminado, ela o mandou se limpar para o jantar e fui arrumar a mesa.
Durante o jantar mãe falou mais do seu dia, pai ficou todo animado e sorri para os dois, mas estava era com a mente em outro lugar.
Assim que acabamos, deixei a louça para eles e fui pra fora entrando em Char, liguei o rádio e deitei no banco de trás.
Que dia de louco.
Ouvi uma batida na janela e sorri para o pai.
- Posso entrar?
- Claro.
Ele entrou pelo banco da frente e sorriu.
- Dia difícil?
- Algo assim. – resmunguei ainda deitado.
- Sua mãe disse que conheceu o pai de Bella.
- Foi, e acho que ele não gosta muito de mim.
- Por quê? O que fez para ele não gostar?
- Nada na verdade, mas ele meio que pegou a gente se beijando.
- Ah isso. É ,ele com certeza não deve ter adorado, mas duvido que ele o odeie.
Suspirei, esperando que fosse verdade.
- Tomara, pois eu realmente gosto dela.
- Ela parece ser uma ótima garota.
- Ela é incrível.
- Ela é tão fofinha.
Ri e me sentei, pai bagunçou o meu cabelo.
- Não se preocupe tanto sim. Com certeza o pai dela só ficou surpreso por ela ter um namorado, eventualmente ele vai gostar de você.
Apoiei o queixo no banco da frente.
- Eu não tive esse problema com as ex-namoradas.
- Você nunca pareceu querer conhecer os pais delas.
Não que eu tivesse sido um conquistador ou coisa assim, mas em Chicago as coisas eram diferentes, as garotas com quem eu fiquei eram legais e tals, mas nenhuma como Bella.
Havia algo nela, desde o primeiro momento que a vi, eu a queria. Por isso que agüentava as suas manias, eu realmente gostava dela.
- Aqui é uma cidade pequena, é diferente. – resmunguei e ele riu.
- Com certeza é. Acredita que todo mundo já me conhece. Não importa aonde eu vá. É meio assustador, sabia?
- Na escola foi assim também, é um pouco estranho, mas não chega a ser assustador.
- Eu entendo, eles sabem mais sobre mim do que eu mesmo.
Ri e voltei a me deitar.
Cidades pequenas eram realmente estranhas, assim como a minha menina, o seu pai e o seu irmãzinho.
Céus, ainda bem que ela não tem mais irmãos, eu já estava meio perdido com as novas descobertas da sua vida.
Tudo o que eu precisava agora era descobrir um jeito de me dar bem com o pai e irmão dela.
N/A: postando um cap pequeno
Mas so pra vocês não ficarem mais uma semana sem cap
Espero que semana que vem eu ja esteja mais animada pra postagem
Pra quem não tem face e não ficou sabendo do meu aviso
Semana passada eu estava meio sem criatividade por isso não postei
Mas essa semana to melhorzinha.
Enfim
Agora vou voltar ao trabalho
Beijos povo pervo
