Capítulo 10: Enfermaria
Avisos: vide primeiros cap.
Betas e co-diretoras: Bella Potter-Malfoy e Death A.
Aviso Importante: Eu estou me afastando por um tempo, para concluir o terceiro ano do ensino médio, estarei de volta até o final de julho. Até prentendo finalmente, depois de tantas mudanças planejar um fanfiction que não quer ser planejada. Peço desculpas por qualquer coisa, erro ou invenientes.
Boa Leitura!
- Rony, finalmente! Está tudo bem? Eu posso entrar?... Tem algo errado? Diga-me. Rony, alguma coisa com o bebê? Com o Harry? Fale!
O ruivo olhou em volta e viu a sala de espera da enfermaria de Hogwarts, voltou os olhos para o loiro há sua frente. E teve a certeza que teria de mentir para acalmar as preocupações - com ou sem razão - daquele a sua frente.
- Draco, uma coisa de cada vez. Harry esta dormindo. Apenas dormindo. - acrescentou apressadamente, pensou "Não seria nada sábio dizer que Harry está em coma, profundo e sem previsões. A coisa está ficando perigosa."
- Então eu posso entrar! - o garoto loiro já se lançava à porta. Quando foi impedido.
- Não!
- Por quê? Se for só isso eu posso entrar. O que está acontecendo que você não quer me dizer? - inquiriu.
- Não, não é nada. - se apressou o ruivo - É só que elas estão discutindo. E não nos querem lá dentro... Ahn... E tem também a escola... Que já está inteira sabendo que Harry Potter está aqui.
O loiro arregalou os olhos.
- Como?
- Não tenho certeza. Só vamos fazer cara de despreocupados. E ficar calmos, antes que algo mais vaze.
xx
A discussão já durava mais de meia hora, dentro da enfermaria de Hogwarts.
- Minha querida, eu tenho que dar a poção. Antes que o bebê o mate.
- Madame Pomfrey, tente entender, essa poção não só vai matar o bebê, como tirar qualquer possibilidade de gravidez novamente! Isso é coisa do Ministério, por favor, você esteve nessa escola tempo suficiente para entender que eles não poupam esforços. Você conheceu a Umbrigue.
- Papoula, pode deixar a Srta. Granger comigo?
- Sim, Diretora. Com licença. Qualquer coisa, eu estarei no meu escritório. - A enfermeira nem esperou resposta, e já se virou para seguir seu caminho.
- Diretora, por favor...
- Hermione, é verdade? O Ministério está mesmo atrás do bebê, então.
- Não sabia o que estava acontecendo. Achei que seria muitíssimo perigoso leva-lo para o St. Mungus. Desde que Draco engravidou eu venho pesquisando. Temos que mante-los fora de risco, por isso o trouxe aqui.
- Você fez o certo. Porém ainda não entendi sua preocupação com a poção que Papoula queria administrar no seu paciente? - perguntou a diretora astutamente.
- Bom, eu tenho medo, baseada nas minhas pesquisas, que essa poção seja abortiva. É a poção usada em homens grávidos nos primeiros três meses de gravidez, temo muito por eles.
- A única coisa que posso dizer, é que continue com esse cuidados, mas não desmereça a Madame Pomfrey. E Harry como está?
- Em coma, muito parecido com o coma que ele e Draco ficaram no inicio da nidação. Entre 6 a 15 dias de depois da fecundação. Imagino, pelos meus cálculos, que a gravidez esteja na 8° semana, então a bolsa que protege o bebê deve ter se fixado no interior do corpo. O primeiro coma, quando descobrimos a gravidez, foi para criação da bolsa para o feto, já que um homem não tem útero. Mas ainda realmente não conseguir ligar os dois comas.
- Bom, vejo que está num caminho.
10 horas de coma.
- Sabe Harry, eu acredito que tudo dará certo, como sempre. Narcissa dizia que eu teria uma menina primogênita. E se ela dizia, vai acontecer.
Quando eu encontrei aquele diário, nem tive tempo de pensar sobre o que era. Mas quando o abri, vi que ela tinha deixado uma mensagem no dia em que foi levada.
Sabe... Ela dizia que tinha muito orgulho de mim, e do genro também. Eu também tenho muito orgulho de você, assim como ela teve. Ela sempre soube que acabaríamos juntos, ela era, mesmo, uma vidente.
Ainda anteontem, comentávamos sobre como tudo aconteceu. Foi tudo tão... rápido! Custei muito a admitir que gostava de você, e mais ainda que o amava! Acho que nunca te contei o que aconteceu depois que cheguei na Ordem – nunca tivemos tempo, também. - Por isso escute bem, eu sei que pode.
Acordei, e vi o que condizia muito com o que os trouxas chamam de 'anjos'. Era uma mulher, muito bonita. Achei que estava morto, quase suspirei, porém não lembrava o porque de tanto alivio. Entre a saída do cativeiro e a Ordem, Severus, me colocou sobre alguns feitiços. Um até hoje reside em mim, temo muito que o efeito dele acabe, não seria bom. Um outro, fazia eu perder a memória. No momento que acordei, só lembrava dos meus primeiros oito anos de vida. Com ajuda do "Anjo" e muita conversa, aprendi várias coisas. Aprendi muitas coisas e me desfiz de muitos outros mitos, mitos impostos pela criação de Lucius. Naquele momento eu não passava de uma criança perdida, naquele momento.
Quando lembrei dos meus onze anos, descobri que meu anjo era Hermione Granger, a amiga sangue-ruim de Harry Potter. Usei toda a criação Malfoy para humilhá-la, xingá-la e dizer qualquer coisa para que se afastasse.
Digamos que ela é a Mione que nós conhecemos, e, agindo como tal, não arredou pé e não cedeu a qualquer provocação minha. Ela esperou que eu terminasse e simplesmente me disse para repensar em tudo que disse, juntamente com os dias que passamos conversando.
Ela e Remus traziam minha comida, mas ele deixava na beira da cama, pois mais que isso era impedido ir. Já Mione sempre deixava na cabeceira. Ela conseguia.¹
Demorei uns bons dias três para lhe pedi desculpas, e nesse meio tempo não lembrei de mais nada. Era como se ela as controlasse, mas eu sei que não era.
Lembrei do primeiro ano inteiro, aqui em Hogwarts. Senti-me envergonhado por tanta coisa. Mas, obviamente, não demonstrei isso a ela. Era pedir muito de um Malfoy.
Mas acho que de alguma forma ela sabia. Quando comecei a lembrar do quarto ano, eu fazia perguntas mudas sobre você e ela sabia me ler, traduzir cada olhar com tal perfeição que bastava um olhar e minhas perguntas eram respondidas.
Foi num desses dias, de amnésia, que você apareceu no quarto querendo muito mais que meu coro, e sim picadinho de Draco. Lembro muito bem desse dia. Não tenho certeza se chorei, contive ou derramei palavras sobre você, Harry. Mas, realmente, depois do clímax daquele dia, não lembro de mais nada. Isso é estranho, pois só algumas passagens me vêm à cabeça, apesar de saber, é estranho, como aprender história, você grava apenas fatos. Por dias fiquei inventando finais para dias que não lembro.
Voltando, o quinto ano começava a se fazer presente na minha cabeça. Lembrava que, por dentro te admirava; Por fora, falava injurias, calúnias e tantos outros 'ias.
Mesmo ouvindo atentamente todas as minha baboseiras - hoje eu admito, mas só para você – Mione que sempre me ouvia atentamente, simplesmente riu.
Riu. E continuou a rir, ali, bem na minha frente, como se eu tivesse contando uma piada, e não uma série de ofensas ao seu melhor amigo.
Ainda embargada pelas gargalhadas, disse que conhecia alguém muito parecido comigo, alguém que tinha a mesma sede. Perguntei que ser poderia chegar tão perto do estado de perfeição além de mim. E com uma palavra, umazinha, ela desestabilizou 16 anos de vida para mim.
"Harry!"
Ela falou assim, como se fosse simples. E foi assim que simplesmente tudo desmoronou dentro de mim.
Sexto ano... Lembrei das ameaças. Dos horrores. De Lucius. Do desespero de minha... mãe...
Naquele dia, Mione não estava na Ordem. Então foi Remus quem me acolheu. Foi à primeira vez que ele atravessou minha barreira, do que aconteceu depois eu não lembro. Porém sei que foi importante. - Esqueci de dizer algo, sob o enfeito do feitiço minha máscara quase não existia, acho que diante da Mione continuo há não possuí-la.- No dias seguintes, pelos cálculos do meu "Anjo", eu lembraria dos último dois meses. Ela contou onde eu estava, mas não me disse como cheguei. Disse que me deixaria, para escolher o lado da guerra.
Penso que já tinha escolhido, porém precisei rever todo aquele horror. Severus escolheu as piores cenas que poderiam existir, ver tanta gente morrer e ainda pelas minhas mãos, aquela altura não me fez nada bem.
Não sei se aquilo era montagem ou lembrança, porque se forem lembranças, são de minha mãe.
Sabe, o que mais me chocou foi uma lembrança onde você, Harry, casava com aquela garota petulante da Weasley, aquilo acendeu um ódio no meu peito que só entendi um ano depois.
Draco fez uma pausa para olhar uma das grandes janelas da enfermaria. Harry já estava em coma há mais de dezesseis horas. O coma estava estável, garantiu a enfermeira, depois de uma serie de perguntas do loiro.A luz do nascer do sol começava a produzir vestígios em Hogwarts. Madame Pomfrey dormia em seus aposentos. Rony teve voltar para casa, já que teria de trabalhar naquele dia. Mione, no meio da noite, disse para o loiro, que velava o corpo do marido, que a chamasse para ele dormir um pouco. Mas Draco não pregou o olho a noite inteira.
- Harry, veja, o sol já está nascendo. Tímido. - Sorriu com a lembrança - Você sempre via o pôr-do-sol na sala precisa, antes dos treinos. Sinto saudades dos treinamentos. Lembro que nos primeiros dois meses, pelo menos uma vez por semana eu voltava para as masmorras com os olhos roxos, e você ia para Grifinória com o nariz quebrado. Parece tudo tão distante agora. Eu podia ser o aluno nota dez da Sonserina, mas você era o melhor professor em DCAT.
Lembra das provocações? Marcávamos os treinos assim: "quatro olhos" significava 'hoje não'; "cicatriz", 'às oito horas'; "doninha", 'dever de casa'. Era divertido.
E quando eu perdia a criatividade, você ganhava uma detenção – que nunca cumpria - por sopapos no meio do corredor. Você dizia que era para manter as aparências de rivais, mas eu sabia que era como uma proteção, para mascara de Slytherin superior não caísse, a tocos e barrancos. Você nunca foi bom em mentiras e conselhos. Gosto de pensar hoje que você me protegia além da Ordem.
Com as aulas e detenções, a única coisa que eu realmente aproveitava eram os treinos. Você não era exibido como eu pensava que fosse. Lembrava-me o Remus.
Você me pedia para ensinar coisas que somente crianças de famílias das trevas conheciam, e, ao contrário do que todos pensavam, dominava tanto feitiços de defesa como a própria arte das trevas.
Harry, na época eu nem sei se me preocupei. Mas como eu voltei a Hogwarts sem ser preso? Severus estava foragido, eu ganhei detenção durante todo ano? Como não me jogaram pedras? Depois do sexto ano, eu coloquei comensais dentro de Hogwarts, mas mesmo assim, parecia que nada havia acontecido.
Quando acordar não terá como escapar, senhor Potter.
Toda vez em que lembro da primeira vez que vi o ataque de Você-Sabe-Quem, pela extinta ligação da cicatriz, ainda posso sentir o medo de te perder. Eu começava aceitar que um dia você o venceria. Não sabia o que pensar, apenas entrei em desespero. Umas duas semanas depois do choque e das instruções para treinamos oclumêcia, percebi que o garoto a minha frente, que perdia para mimem duelos, era muito mais forte e sortudo que eu imaginava.
Ele tinha sobrevivido á dezessete anos, na mira do inimigo mais temido da sociedade bruxa. Acho que estou enchendo muito a sua bola, não é?
Eu já tinha mudando de lado, mas ainda tinha lealdade a minha família. Lutava agora para sobreviver, porém depois da primeira aula que aprendi Legitimencia, comecei a procura coisas que fossem úteis na sua cabeça. Digamos você, ou era um péssimo oclumente, ou me deixava entrar. Por fim descobrir que você me deixava entrar.
Você me mostrou todas as batalhas contra ele, depois sentava e dizia que aquilo era para eu saber como ele agia. Mas você sempre foi um péssimo mentiroso. Como um filho de um comensal da morte não saberia o básico para se tornar um? Eu também já tinha enfrentando ele, oras. Era sua vez de treinar legitimencia, nós já sabíamos um pouco sobre a infância do outro, principalmente aquilo que sofremos de abuso.
Você me pegou em cheio, um sentimento extremamente doloroso, o dia em que recebi a Marca Negra, e ainda era bom em legitimencia, acho aquele dia treinamos muito duelo, até a exaustão. Não sei porque saíste sorrido aquele dia. Umas duas semanas depois, eu descobrir o que tanto você pesquisava. Sim aqueles inúmeros domingos na biblioteca, além dos corvinais, eu e o Trio Maravilha – um dia vou fazer a lista de todos os apelidos – mas você estavam sempre com livros da sessão restrita, deixando todos os corvinais morrendo de inveja.
Hocruxes. Eu nem sabia o que era isso. Simplesmente, assim, com um estalar de dedos, o Garoto de Ouro saiu da escola, desacompanhado para encontrar um espião fugitivo. Fiquei perplexo. Tudo bem que vocês não se davam bem, mas ver os dois conversando e trocando figurinhas era muito estranho.
A primeira vez que fui com você, Severus levou alguns segundos para perguntar o porque de eu estar, ouvir por muito tempo àquela frase na minha cabeça: "ele esta melhor que o Rony e a Mione, e tem conhecimento". Severus apenas concordou e pediu para ter cuidado, disse que minha mãe não se sacrificou por nada.
Cara, como era bom sair de Hogwarts, e enfrentar coisas assim, na terceira missão que não deu em nada, eu descobrir outro motivo para estar com você, poções. Inacreditável, a todos o lugares que tínhamos ido, precisava de disfarce, duelo e poções. E você era horrível nesse último.
Tirando as duas últimas hocruxes, nos três acabamos com todas². Severus, enquanto fugia, as procurava. Você era o único que sempre saia digamos... ileso da destruição.
Eu era tipo um elemento de segurança. Na penúltima, já tínhamos ganhado um dispensa para estudarmos para o N.E.W.T.. Sentir ciúmes do Rony e Mione, porque os levou junto, ali era só você, Severus e eu. Ninguém mais. Mesmo brigados, éramos ótimos juntos. Quando se tratava de guerra você era irreconhecível. Não tinha nada que nos atrapalhasse, nem o maldito Dennis Creevey. Admito que foi bom tê-los levado, Severus não poderia ir.
O circo estava se armando e ainda tinha mais uma hocruxes, Nagini. Severus se sacrificou por nós, como seus pais, minha mãe. Acho que ele era apaixonado pelas nossas mães.
Harry, foram muitas coisa que passamos juntos durante o sétimo ano e, tirando Mione, eu não tinha com quem conversar. Era difícil.
Nós podíamos ser chamados de amigos, mas nunca realmente conversamos. Conhecíamos um ao outro, fruto de sete anos de implicância e de oito meses de treinos, os quais quatro concedemos nossas memórias um ao outro. Podíamos confiar a vida ao outro quando se tratava da guerra, porém, nunca, nunca mesmo conversamos.
E mesmo assim descobri algo que não sabia, o que antes não existia.
Não era Amizade, precisava dos dois em acordo, então nunca nos encaixamos nisso, até aquela semana. Companheiros, para isso precisava de alguma coisa algum elemento, não lembro o pensei na época para isso. Enamorados? Talvez, mas só tinha uma coisinha chata no meio do caminho: a loirete oxigenada!
Eu sei que se me ouvisse você já tinha me enchido de sermões. Mas como não pode revidar... Sim, aquela loirete oferecida, e o pior de tudo, nada que eu fizeste ela saia do caminho. E você também o defendia, enquanto tinha euzinho a disposição.
Ok, tudo bem eu nem sabia o que eu sentia na época nem que gostava de homens – homens para mim é só você -, mas tudo que eu não queria era te perder. Poxa... Levou sete anos para você não me olhar com raiva, mas por causa daquele michê³, eu nem tinha mais folga das detenções.
A primeira coisa que fiz na época foi contar para sua "namoradinha", porém ela não confia em mim suficiente para tira a história a limpo, mas eu soube por intermédio do Rony, imagina – foi ele mesmo – que ele nunca tinha visto a irmã ficar com tanta raiva na vida, nem a Sra. Weasley tão furiosa. Depois disso a loirete-falsifica-e-oxigenada não teve folga.
Depois de algum tempo, num dos inúmeros encontros, para maltratar a loirete, no corredor entre uma azaração e outra, descobri que você tinha outro, tinha largado a loirete. Mas não sabia dizer quem. Fiquei intrigado, quem seria?
Rodei todas as fofocas dos corvinal, e até encurralei uma serie de lufa-lufas, mas nada, parecia que aquilo era trancado a sete chaves, e seguir você era uma missão impossível, o que eu pude comprovar depois de uma semana.
Mas como não dá para manter em segredo algo em Hogwarts, ouvir que você saiu com um corvinal, dois grifinórios, e um lufa-lufa, todos com o mesmo destino um ou dois dias na enfermaria sem terceiro encontro. Acho que atrapalhei as coisas entre nos assim, né?
Então bolei aquele plano, como conhecer o que o coração de Harry Potter deseja. Mas acho que contar isso não vai trazer bons frutos.
Sabe, um dia ainda vou descobrir porque o Rony veio me propor uma trégua. Acho que nem a Mione ficou sabendo na época, talvez ainda nem saiba.
Naquela época, não conversamos, mas passávamos informações, ele inventava dúvida em alguma matéria, eu perguntava, pescava informações sobre você, Harry.
Eu achei que na hora que contássemos de nosso namoro para os outros os primeiros a aceitar seriam Mione e Remus, porém foi estranho.
Mione ficou chocada, Remus já sabia, a Sra. Weasley berrou por dois dias na Ordem, Fred e Georg simplesmente perguntaram quando o bebê iria nascer, com muitas gargalhadas. Mas além de chocada, Mione se opôs sobre o relacionamento. Ela era clara, não aprovava porque sempre voltávamos a brigar como cão e gato.
Acho que a idéia de ser tia-madrinha deixou a Mione, mais receptiva. E acho que ela não queria nos fazer mal, tinha boas intenções, porém ainda não entendia o que se passava com agente como casal, até foi nossa madrinha de casamento junto com Rony, Pansy e Blaise.
Esses dois últimos... Devo muito a eles, fico infeliz com o destino de Vicent e Gregory, mas nem tudo é perfeito. Simplesmente do nada, o Blaise chegou e disse que queria mudar de lado. Na hora achei que tinha sido descoberto, mas não, antes de levá-lo a McGonagall, achei sensato levá-los até você, que não esboçou surpresa, além de um inquérito e uma reunião marcada. Assim eu não me sentia tão sozinho, mas confiar qualquer coisa da ordem para eles era arriscado. Só você confiava nos dois. E eles foram ingratos quanto a isso, eu admito. Porém ótimos espiões!
Formatura, desastre, muita dor, e guerra.
Um mês planejando o ataque a última horcrux, para em seguida a queda de Você-Sabe-Quem, e tivemos tantos imprevistos. Muitos já esperados, claro. Como ataques, retaliação, e desaparecimentos. Estava cada vez mais forte, aquele neurótico.
Lembro que uma semana antes da formatura, Lucius fugiu de Azkaban, irado comigo. Eu nem podia sair da sede. Você, Remus e Mione não tiravam os olhos de mim, achando que eu ia bancar o idiota e ir atrás dele.
Tudo bem que eu fui, mas foi um mês depois.
Ainda me lembro do choque em 26 e 27 de julho, eu acordando do coma e recebendo a notícia que estava grávido! Como aquilo pareceu irreal na hora. E claro que o nobre Harry Potter não iria deixar o namorado falado, e tratou de arranjar uma celebração de casamento no meio da guerra! Eu tava adorando, mas não iria deixar barato. Como pode arrumar tudo para um casamento sem nem saber se o noivo vai querer ou não. Por mais que eu brigasse, saiu um 'sim'. E ai brigamos, é claro.
Depois de tudo que treinamos durante um ano, você queria me mandar para longe da guerra. Eu devia ter te obedecido. Maldito dia em que Severus morreu, maldito dia em que Lucius o matou, maldito dia em que perdi nosso filho. Espero que ele esteja pagando no inferno.Foi uma batalha horrorosa, foi a primeira e única que eu vi.
Ainda estava abalado pelo aborto, mas fiz a besteira de ir por campo de batalha no último dia de guerra, uma semana depois que perdi o bebê, de novo. A sorte foi que na batalha, Aquele-Que-Nunca-Mais-Deve-Ser-Nomeado já tinha caído. A última batalha como você jurara na noite anterior, o último dia de retaliação. Dois dias no hospital. Você teve que ficar uma semana.
Enfim, ele tinha caído. E nós tínhamos que reconstruir nossas vidas --
- Draco, por favor cala essa boa que o bebê já está irritado. E eu com sono. Vai dormir, vai! – veio a voz embargada de sono, da cama.
- Harry? Mione. Mione! Madame Pomfrey! Ele acordou, ele acordou! Que bom, Harry! Que bom! Eu estava tão preocupado-
- Draco, cala a boca. – disse o moreno de olhos fechados, virando na cama e se ajeitando para dormir mais um pouco, sem nem se lembrar do desespero da noite anterior.
N/A:
¹. Uma barreira magica colocada por Minerva, para segurança de Draco dentro da ordem, impedia que qualquer um entrasse na área da cama do doente, no caso Draco.
². Digamos que Draco sabe de muita coisa, mas nem tudo.
³. Michê garoto de programa.
Gente, se alguém achou meio confuso como o Draco narra, é porque ele narra para si, e não para o Harry, talvez, caso a linha de tempo não fique clara, da um pulinho no capítulo anterior para melhor entendimento.
Oi, tipo quem quiser me add no msn, ele esta lá no meu profile e o motivo da troca de nick, tbm. Só peço que se indentifique, Okay?
Agradeço a todos, que leem e mandam ou não review´s, eu tenho muito agradecer a todos... ¬¬
Muito Obrigada.
Bjus
Review´s
Scheila Potter Malfoy: Calma, calma... O Harry esta bem... Só foi o susto. Ehehehhe Desculpe a demora, mas eu passei TRÊS semanas revisando, reescrevendo, debatendo com minhas amigas. Até chegar, nisso, que ainda acho que não tá perfeito... Me perdoa, tbm, pois eu vou me afastar por uns tempos, para terminar conseguir terminar a escola, e me formar. Certo?
Gê Black: GÊ, peço milhões de desculpas, sobre o cap 9 e o 10, pois, como ou eu estava sem pc, ou sem net. Eu postei na escola, num sistema linux, com mozilla, isso deixou tudo fora de ordem. E eu aflita, então, se tu não entendeu, pode reler agora que esta tu estabilizado. A fabula, ela não é meio complicada, mas talvez o jeito que eu coloquei ela, se quiser me mandar suas dúvidas, ou add no msn, o endereço esta no meu profile. Quando a demora, foram TRÊS semanas reescrevendo e revisando, até chegar meio perto do que eu queria.
Tety Potter-Malfoy: Tais com peninha do Draco? Não tenha, ele vai sofrer por todos os seis anos infernizando o Trio, ah, coloca na joga ai tbm, o Blaise e a Pansy. Ahsausauhsahash TETY, você esta pensando em me MATAR do coração? Pois, o que foi aquilo no 12 é Demais, eu fiquei uma semana pulando de felicidade e paguei o maior micão na Lan House CHORANDO! Adorei a indicação no blog, sim eu vi... hehehe Sem pressão, apesar do afastamento eu vou continuar a acompanhar as fic´s. Viu?
Rapousa: Acho que se a Gina namorou um deles foi o Colin, já que o Dênnis, é 3 ou 4 anos mais novo que o Harry. Castelo Animado, gostei... Ah, vou ser bem sincera, a história, e os personagens tem vida própria, tanto que eu tive que calar a boca do Harry de algum jeito, ele não para de da palpite!!! Oras, quem ele pensa que é? Falando sério, a história esta tomando novos rumos, a única coisa que não mudou ainda é o final, pq o resto tomou novos endereços. Qualquer duvida MSN... heheheh
Death. A.: Eu não quero matar ninguém, só matei o Tio Sev. para ele não ir para cadeia. Esse loiro ainda vai Ter MUITO ataque de ciúmes... hehehe até o MSN.
Manhã Sallaberry Pereira
