Hazel

Capítulo X

Escrito por Nevilla F.

Severus Snape esperou que Neville, ao seu lado na cama, estivesse adormecido para se levantar. Após poucos minutos, ele ouviu o ronco alto e uniforme do rapaz, indicando que ele já estava dormindo.

Severus sentiu um pouco de inveja de Longbottom. Desde que podia se recordar, o bruxo sempre teve insônia. E depois que se tornou Comensal da Morte e, posteriormente, espião duplo, o sono foi uma necessidade humana básica que acabou perdendo o prazer para ele. Snape dormia no máximo umas cinco horas por dia, as vezes menos. Contudo, havia se tornando suficiente para ele.

Com a delicadeza de um professor de Poções, ele retirou o braço de Neville de cima de seu corpo e o depositou na cama. O rapaz continuou roncando. Depois, Snape se ergueu da cama com movimentos lentos. Olhou para Longbottom na penumbra e ainda assim conseguia ver a beleza do rapaz. Severus ajeitou o edredom em volta de Neville. Depois perguntou a si mesmo: O que você está fazendo? Já não fez demais com o pobre garoto?

Um vento gelado entrou pela janela. Estava nevando.

Snape seguiu até o armário e vestiu um roupão de tecido grosso e calçou chinelos. Olhou de novo em direção a cama, especificamente na direção do menino. Por que não conseguia evitar de olhá-lo? E por que não conseguia parar de sentir remorso? Era tão torturante. De novo.

Severus começou a sentir dor de cabeça. Ele pegou sua própria varinha e seguiu até a cozinha para beber algo. Um chá bem quente ou talvez mais um conhaque para esquentar. E uma poção contra enxaqueca.


Severus se sentou na sua usual poltrona da sala de estar. Era confortável, ficava próximo à lareira e à mesinha de centro que continha sempre uma caixa de charutos. Ele realmente ia sentir falta de sua casa. Quanto tempo ele ficaria longe dessa vez?

Contudo, ele já havia tomado sua decisão. Ele olhou para sua varinha com carinho. Será que dessa vez ela seria inutilizada? Snape desejava ardentemente que não, mas seu histórico não era bom.

O grande problema era que ele não sabia lidar com seus sentimentos, ainda mais com o remorso. E esse sentimento o estava consumindo. Aliás, o remorso esteve presente fortemente durante toda a sua vida.

Ele havia gostado de transar com o garoto? Muito. Achava certo? Nenhum pouco. Severus se sentia um lixo. Como se tivesse manipulado o garoto para levá-lo para sua cama. Ele se sentia péssimo por ter aceito aquilo tudo. Devia ter freado e impedido aquela situação. Tudo começou em Manchester! Maldita hora que ele resolveu levar o garoto para Manchester.

Incapaz de permanecer de pé, Severus se levantou. Começou a andar pela sala em círculos.

"Sou um maldito!", concluiu.

Neville estava errado! Ele não era sádico! Ele era uma pessoa amaldiçoada pelo remorso. Snape havia feito algo errado e precisava ser punido por isso. Uma bela punição já que havia sentido tanto prazer com o garoto.

Eu seduzi o garoto! Meu aluno! E ele tem idade para ser meu filho.

Severus jogou a xícara de chá batizada com conhaque na lareira. Sentia tanto remorso. Remorso e ódio. Muito ódio de si mesmo. Ele era um maldito pedófilo que merecia ser castigado.

Snape seria punido. Ele mesmo havia escolhido sua punição. O professor sentia uma necessidade urgente de parar de pensar. Seus pensamentos o atingiam mais do que golpes físicos.

A imagem de Neville em sua cama parecia grudada em sua mente. E isso o estava enlouquecendo. Severus pensou em Alice e Frank Longbottom. Havia estudado com eles em Hogwarts. Ambos eram Gryffindor, mas não eram como Potter e sua gangue. Eram boas pessoas, mesmo sendo Gyffindors.

O que os pais de Neville fariam com ele se soubessem que ele transou com o filho? Corrigindo, o que eles fariam quando descobrissem que Snape foi o primeiro homem a penetrar seu filho único? Droga! Desejava que os Longbottom estivessem bem, assim eles mesmos iriam torturar Severus. O Comensal da Morte podia imaginar Alice Longbottom muito indignada mandando-o nunca mais se aproximar de seu filho.

Remorso, remorso, remorso.

Snape chutou a mesinha de centro. Os charutos e garrafa de conhaque caíram no chão, fazendo barulho. Ele olhou para cima. O remorso foi substituído pela preocupação de ter acordado o rapaz. Severus não queria encarar Neville. Ele não tinha forças. Ele perderia de novo se o visse.

O bruxo respirou fundo, tentando se acalmar. Ele receberia sua paga pelo que fez com Neville. O maldito remorso ia desaparecer. Ele consultou as horas. Já era madrugada do dia 25 de dezembro. Será que teria algum auror de serviço nesse dia e nessa hora? Que se dane!, pensou.

O ex-professor acariciou sua varinha uma última vez, depois lançou dois feitiços em direção as chamas. O fogo aumentou com o primeiro feitiço e com o segundo as chamas se tornaram prateadas. Ele pensou que deveria ter escolhido em outros feitiços mais interessantes, já que provavelmente seriam os últimos.

Neville. A imagem do rapaz veio até sua mente. Severus desejava que ele não fosse envolvido na confusão que ele iria se meter. Por isso, ele lançou seu terceiro feitiço em direção ao quarto, impermeabilizando os sons.

Depois ele se levantou, ainda empunhando a varinha. Lançou um feitiço simples para abrir a porta da casa e olhou no relógio. Em poucos minutos, talvez segundos, viria o berrador e os aurores.

Com uma pontualidade britânica, apareceu o primeiro berrador. Antes que a carta começasse a gritar, Snape lançou um feitiço nela, explodindo-a. Dez segundos depois, apareceram mais três berradores. Severus explodiu os três, impedindo-os de transmitir a mensagem. Porém, ele já sabia do que se tratava. Em termos muggle, ele havia violado a condicional, o que significava que voltaria a Azkaban para cumprir integralmente sua pena em reclusão. Eram seis anos. Será que nesse tempo Neville se esqueceria dele?

Ele seria capaz de esquecer Neville? O fato era que era melhor para o rapaz ficar longe dele. Por isso o bruxo estava infringindo a lei e se forçando a voltar para Azkaban. Ele precisava diminuir seu remorso.

Ou talvez fosse sua covardia, de novo. Ele não podia admitir que estava mais envolvido com Neville em relação a Regulus e... Lily.

Felizmente a discussão mental de Severus parou assim que ele viu dois aurores sonolentos aparatarem em sua porta. Snape reconheceu os dois. Não lembrava os nomes, mas tinha certeza que os dois eram seus ex-alunos. O mais baixo ao identificar o professor ficou pálido e cutucou o amigo.

"Olha quem é!", disse e sua voz tremia.

Severus sorriu enviesado. Tremia por causa do frio ou de medo?

"Snape!", disse o mais alto. "Oh, droga... Teremos que duelar com você?"

"Não será necessário, senhores."

Os dois aurores trocaram olhares confusos.

"Você entende que estamos aqui para te levar de volta a Azkaban?", indagou o mais alto.

"Sim. Eu vou entregar minha varinha para vocês se não fizerem barulho e alarde."

"Tem mais alguém na casa?", questionou o baixinho com desconfiança.

"Meu gato", mentiu Severus. "Ele não gosta de visitas e detesta ser acordado na madrugada."

O bruxo baixinho franziu a testa, não totalmente convencido. Mas falou:

"Certo. Nos entregue a varinha."

Snape caminhou até eles. O bruxo se permitiu sorrir ao notar que os dois aurores apertaram suas varinhas ao vê-lo caminhar em direção a eles. Ambos aurores estavam com medo dele. Era revigorante saber que ele ainda causava esse sentimento em seus ex-alunos. Ele entregou a varinha pacificamente.

"Vamos para Azkaban?", convidou Severus.

"Não vai mesmo resistir?", indagou o bruxo alto.

"Pode ser um truque. Ele é Slytherin e Comensal da Morte. Ele matou Dumbledore!"

Os olhos negros ficaram mais frios com o último comentário.

"Não vou resistir. Só vamos sair daqui agora."


Infelizmente para Severus, em Azkaban os dois guardas da prisão também eram seus ex-alunos. Um deles evidentemente havia sido acordado recentemente. Ele parecia bastante chateado por terem o privado de seu sono de madrugada. O outro não. Seus olhos brilharam com malícia ao identificar Snape.

"Professor, que honra! Vou levá-lo até sua cela", falou o bruxo desperto.

Severus não entendeu o brilho doentio no olhar do bruxo. Ele nem se lembrava do nome do rapaz, só lembrava que ele era de Ravenclaw. O outro, era provavelmente de Hufflepuff.

O Hufflepuff sonolento permaneceu sentado. Após bocejar, perguntou:

"Quer ajudar, Vladmir? Eu gostaria de ficar aqui."

"Não preciso, Stu. Vou cuidar bem do nosso professor."

"Professor? Que professor?", indagou entre a confusão e o sono.

Porém, Vladmir e Severus já estavam distantes, seguindo por um corredor escuro. Eles seguiram por um corredor repleto de celas. Snape não sabia dizer se estavam ocupadas ou não. O silêncio era opressor.

Além disso, mesmo sem os dementores, Azkaban conseguia trazer os piores pensamentos para as pessoas. Severus se sentia tomado pelo remorso. Não por Neville, mas por Lily e sua morte.

Vladmir parou em frente a última cela do corredor.

"Bem vindo a sua nova casa", disse com maldade.

Severus fitou com indiferença o bruxo. Analisando o rosto de Vladmir, ele se deu conta de como o rapaz era jovem. Devia ser só uns três anos mais velho do que Neville, pensou.

Ao notar que estava sendo observado, o aluno de Ravenclaw olhou para o professor e perguntou:

"Você nem se lembra de mim, não é?"

"Eu deveria?", indagou Severus.

"Irei fazê-lo se lembrar", prometeu e um brilho de loucura passou pelos olhos castanhos do bruxo.

"Como?", questionou com desdém. Era perigoso desafiar um guarda, mas Severus não sentia medo. Não de um menino.

Vladmir sorriu como um psicopata e atingiu o estômago de Snape com um soco forte. Severus se dobrou, arfando, sem ar. Sem tempo de se recuperar, Vladmir o chutou no estômago novamente. Snape cometeu o erro de erguer o rosto. O jovem bruxo, ainda sorrindo, esmurrou o rosto de Severus três vezes seguida.

Snape caiu no chão, batendo a cabeça. Com a vista nublada, sentia sangue em sua testa e na boca. Além de seu estômago e diafragma latejarem de dor.

"Eu, professor, fui o único Ravenclaw na historia de Hogwarts que não conseguiu obter um NEM em Poções. Você imagina o por quê? Consegue pensar em como fui ridicularizado? E como a falta de um maldito NIEM em Poções me atrapalhou na hora de ter um emprego? Por que acha que estou aqui nessa droga de prisão?"

Severus estava sentindo dor. Porém, ao ouvir o discurso do garoto ele não se conteve. O bruxo ignorou seu extinto natural de preservação Slytherin e optou por atacar Vladmir com palavras.

"O seu fracasso em Poções é minha culpa, menino? Não entendo a relação. Você devia ter estudado e se esforçado mais. É confortável simplesmente culpar o professor por seu péssimo desempenho."

Ao ver o bota em alta velocidade contra seu rosto, Snape se arrependeu de ter aberto a boca. Aliás, ele provavelmente tinha acabado de perder um dente com o golpe. Sua boca estava repleta de sangue de novo.

"Cretino! Maldito!", xingou Vladmir. "Fique de pé! Apanhe como homem!"

"Por que a sua atitude é digna de um homem, não?", provocou de novo.

Vladmir o chutou com força a esmo. Severus sentiu os golpes nas pernas, braços, tórax e na cabeça. Poucos minutos depois, ouviu a voz do bruxo Hufflepuff, que antes cochilava.

"Vladmir? O que está fazendo? VLADMIR?", a voz do Hufflepuff estava próxima e parecia preocupada. Contudo, Vladmir não parou com os golpes.

"Saia daqui, Stu! Não se meta nisso!"

"Pare, Vladmir! PARE!", berrou, mas o outro continuava golpeando o corpo de Severus caído no chão. "Estupefaça!", disse.

Snape só permaneceu consciente por teimosia. Ele havia levado golpes o suficiente para desmaiar. Bravamente, ele resistiu. Essa não era a primeira ou segunda surra que levava. Felizmente, o aluno de Ravenclaw era fraco e até seu pai muggle o batia com mais força.

Severus ouviu um baque e uma massa caiu próximo de seu corpo. Ele não precisou olhar de perto. Sabia que era Vladmir, que havia sido nocauteado pelo sonolento Stu. Snape tentou se mover. Ele parou ao sentir suas costelas latejando. Seu pulmão ainda não havia recuperado totalmente a função de respirar. Havia tanta dor e tanto sangue... Vladmir poderia não ser um grande lutador, porém, fazia algum tempo que o professor não recebia uma surra.

"Oh, professor...", murmurou Stu, com nítido pesar. "Por favor, não esteja morto."

"N-não estou."

"Que alívio! Vou ajudá-lo a se levantar, ok? Você sente alguma fratura?"

"Diversas."

"Oh! Isso é ruim. Feitiços não é meu forte, não obtive um NEM."

Snape rolou os olhos. Aparentemente não eram cobrados NIEM para ser um guarda em Azkaban.

O Hufflepuff, Stu, começou a falar, parecia nervoso:

"Vladmir sempre se ressentiu muito de você, professor Snape. Por isso ele te bateu. Quando eu percebi que era o senhor, eu vim correndo. Eu devia ter chegado antes. O estrago parece ter sido grande, não?"

"Me leve até minha cela", falou Severus.

Stu se agachou e, com cuidado, levantou Snape.

"Vladmir te trouxe para a cela errada. Teremos que ir até a cela correta. Consegue andar?"

"Não", admitiu.

"Vou ampará-lo, professor. Eu realmente sinto muito."

Foi um longo e extremamente doloroso percurso até a cela correta. Stu abriu a grade e auxiliou Severus a se deitar no bloco de concreto que era denominado erroneamente como cama.

"Vou buscar água para você. E mandarei uma coruja pedindo um healer com urgência. Porém...", o rapaz fez uma pausa e continuou. "É Natal e estamos em Azkaban. Obviamente a prisão melhorou muito em relação a época que os dementadores ficavam por aqui, mas ainda assim é Azkaban. Duvido que um healer venha até aqui no dia de Natal. Mas irei insistir, professor."

Severus ouviu passos de Stu se distanciando, mas logo depois ouviu passos de alguém se aproximando. Era Stu novamente.

"Professor, hum, eu tenho que perguntar... Acha que corre um risco iminente de morte?"

Snape quase riu com a pergunta. Ele havia levado uma surra daquelas, mas aquilo não era suficiente para matá-lo.

"Talvez... Não sei se ele danificou algum órgão. Pode ser que eu tenha uma hemorragia interna."

"Oh, droga! Vou lá mandar a coruja e já volto!"

Snape tentou respirar fundo, mas isso doía. Ao menos duas de suas costelas estavam fraturas. Ele moveu os braços. Ok. Nenhuma fratura. As penas também estavam ok, apesar de bastante doloridas. Severus imaginava que estaria todo repleto de hematomas no dia seguinte. Ao tentar se mover no bloco de concreto, ele sentiu uma dor aguda acima do peito. Ele passou a mão pelo ombro. Ótimo! Sua clavícula direta também estava quebrada.

Seu cabelo estava empapado de sangue. Os dois supercílios estavam sangrando. Não era dolorido, mas era uma região que sangrava com muita facilidade. Ao passar a língua pelos dentes, confirmou que tinha mesmo perdido um dente molar. Droga! Maldito Vladmir!

Severus não tinha muito conhecimento médico, mas sabia que uma barriga dilatava poderia indicar hemorragia interna. Ele apalpou seu abdômen, mas não sentiu nada dilatado. Estava dolorido, mas normal.

Ele concluiu que seus problemas se resumiam as três fraturas, o sangue escorrendo do supercílio e a dor vigorosa em todo o seu corpo. Ótimo começo em Azkaban!, pensou amargo. Ao menos o remorso por Neville parecia ter ficado em sua casa.


Neville sabia que tinha amanhecido. Ele sentia o calor do sol em seu rosto. Porém, ainda não queria levantar da cama. Ele permanecia de olhos fechados, tentando voltar a dormir. O cheiro de Snape estava impregnado por todo o ambiente, por toda a cama. O rapaz aspirou os cheiros de Severus no travesseiro e sorriu. Ele apalpou a cama, tentando localizar o dono do cheiro. Infelizmente, a cama parecia estar vazia. Longbottom abriu os olhos e confirmou que estava sozinho no quarto.

Ao recordar da outra noite, ele sentia grande satisfação. Havia sido tudo tão intenso. Dor, prazer... Tudo com Severus era muito intenso. O rapaz sentia seu membro reagir com os pensamentos da noite anterior. Neville sorriu, enquanto se agarrava ao edredom. Onde estava Severus? Ele queria transar de novo. E de novo e mais uma vez.

Longbottom começou a ouvir um conhecido barulho irritante e insistente. Ele olhou para a janela e viu uma coruja marrom batendo no vidro da janela. Rapidamente, ele saiu da cama. Ele estava nu. Neville olhou para a coruja e tentou perceber se ela a julgaria por sua nudez, mas a ave apenas o olhava com impaciência.

Rapidamente, o rapaz pegou um lençol e amarrou na cintura e seguiu até a janela. Ele abriu e a coruja entrou. Ela pousou em cima de um abajur e mostrou a patinha com o jornal. Neville pegou o jornal e a coruja saiu voando pela janela.

Longbottom viu que era O Profeta Diário. Curioso, ele abriu o jornal para saber as principais notícias. Contudo, assim que viu a principal manchete e a foto enorme, ele deixou o jornal cair.

"Droga! Droga...", se lastimou com desgosto.

A foto era de Severus com ar de indiferença e com vestes de prisioneiro segurando uma plaquinha com símbolos e números. A manchete dizia "Severus Snape de volta em Azkaban. Por ter descumprido a pena alternativa, Snape ficará seis anos em cárcere." Havia outra grande manchete apelativa assinada por Rita Skeeter: "Afinal, Comensais da Morte merecem penas alternativas e mais leves? Ou foi só mais outro erro do excêntrico e jovem ministro da Magia?"

"Por que?", perguntou irritado. "Por que ele fez isso comigo? Por que ele fez isso com a nossa relação?"

Continua?


Comentários da autora: Olá, pessoas! Obrigada por lerem!

Então... O que acharam desse capítulo? Foi menor, mas intenso, não? O que vocês imaginam que vai acontecer?

Estou super animada por ter chegado ao capítulo 10! É a primeira vez que faço uma fanfic tão longa. Estou gostando bastante. E vocês? ; )

Enfim... Deixem suas reviews, por favor. Estou implorando! Eu estou me esforçando para atualizar mensalmente a fanfic. E curiosamente eu recebia mais reviews quando ficava meses sem atualizar. Não entendo vocês! : (

Finalizando, agradeço muito as meninas que deixaram review no capítulo 9: Guest (?), Tina Granger1, Sandra Longbottom, Barbara Vitoria e Herykha. MUITO OBRIGADA, mesmo! Vocês nem imaginam como me deixaram feliz. : D

16/11/15 - 5/6/16