Mione fechou a larga porta de carvalho da Casa Granger com um clique suave antes de soltar um longo suspiro e se encostar na madeira fria. Guardou a chave de volta no bolso escondido da capa de Anne e levou a mão nua a seu pescoço pulsante, tentando conter as batidas.

A grande entrada de mármore estava escura e silenciosa. O baile terminara horas antes e os criados, depois de arrumar tudo, tinham ido para a cama, deixando Mione em um silêncio que lhe dava a chance de lidar com seus pensamentos acelerados. Havia partido para uma aventura aquela noite… e que aventura tivera!

Deixou escapar uma risadinha ao pensar isso e, surpresa, levou a mão à boca para conter o barulho. Damas da sua idade certamente não davam risadinhas, mas, por algum motivo, esta noite, ao entrar escondida em casa depois de uma escapadela cheia de emoções, parecia uma reação apropriada. Sentiu outra risada borbulhando e a reprimiu. Tinha que ir para o andar de cima e se deitar antes que fosse descoberta. Havia se esforçado demais para manter suas atividades naquela noite em segredo – não se permitiria ser pega! Esgueirando-se pelo saguão de mármore na direção da larga escadaria que prometia sua segurança, Mione tateou seu caminho no escuro, as mãos esticadas para a frente, procurando pelo corrimão grosso de mogno.

Havia acabado de botar os pés no primeiro degrau quando ouviu uma dobradiça ranger atrás de si e uma nesga de luz dourada de vela cair em seu rosto. Virando-se com uma arfada na direção da porta agora aberta da biblioteca, Mione encontrou os olhos do irmão…

e reconheceu na mesma hora a irritação neles.

– Posso explicar…

– Onde diabo você estava?

O tom dele era de frustração e incredulidade em igual medida.

Mione fez uma pausa, petrificada no meio do movimento, e avaliou suas opções. Não havia muitas; eliminando-se a ideia de sair de casa e nunca mais voltar, não havia nenhuma.

Estampando um sorriso no rosto, ela sussurrou:

– Não creio que vá acreditar que eu estava no conservatório.

– Sem chance – respondeu Benedick, seco.

– Na sala de estar? Colocando minha correspondência em dia?

– De novo. Acho difícil.

– Na estufa?

– Irmã… – Num tom de advertência, Benedick estendeu o braço e abriu um pouco mais a porta da biblioteca. – Posso sugerir que se junte a mim?

Reconhecendo a derrota, Mione suspirou e se arrastou na direção do irmão, que não se moveu, apoiando-se no vão da porta.

Após passar sob o braço dele para entrar na biblioteca quente e iluminada por duas lareiras e mais ou menos uma dezena de velas, Mione murmurou para si mesma:

– Devia ter percebido todas essas luzes quando entrei.

– Devia mesmo – retorquiu Benedick, ríspido, fechando a porta.

Mione virou-se para encarar o irmão quando ouviu o barulho da fechadura. Ver sua irmã no aposento bem iluminado não suavizou o humor de Benedick.

– Jesus Cristo! O que diabo está vestindo?

– Mamãe não aprovaria essa linguagem na companhia de uma dama, Benedick.

Ele não iria se deixar ser distraído:

– Em primeiro lugar, não estou muito certo de que mamãe não usaria ela mesma essa linguagem, considerando as circunstâncias. E, segundo, a atual situação levanta uma ou duas questões sobre o seu status de dama, Mione. Incomoda-se de dar uma explicação quanto ao seu paradeiro esta noite?

– Estava no baile de noivado – desconversou Mione, fracassando em angariar a simpatia do irmão mais velho.

– Minha paciência está acabando. – Os olhos castanho dele brilharam. – Depois do baile de noivado. Mais especificamente, aonde você foi vestindo esse… – ele fez um gesto com a mão para indicar a indumentária dela – disfarce? Só posso imaginar que seja assim que o chama. Aliás, onde arrumou uma coisa tão horrenda?

– Peguei emprestado.

– De quem?

– Não vou lhe dizer.

Ele cortou o ar com uma das mãos.

– De Anne, imagino. Eu devia mandá-la embora por encorajar seu comportamento.

– Provavelmente. Mas não vai.

A advertência faiscou nos olhos dele.

– Eu não me testaria, Hermione. Agora, respostas. Aonde você foi?

– Saí.

Benedick piscou.

– Saiu.

– Isso mesmo – respondeu Mione, com um aceno firme. – Saí.

– Saiu para onde, Hermione?

– Francamente, Benedick – desafiou ela, em seu tom mais altivo. – Não faço sermão sobre suas idas e vindas.

– Mione… – A palavra estava permeada de censura.

Ela suspirou novamente, percebendo que não havia como escapar.

– Ah, está bem. Saí escondida. Fui… – Ela parou. Não havia realmente um modo fácil de explicar.

– Foi aonde…?

– Não posso dizer – murmurou.

Os olhos de Benedick se estreitaram, a paciência no limite.

– Tente.

Ela respirou fundo.

– Fui a uma taberna.

– Você fez o quê? – As palavras saíram quase em um rugido.

– Shh! Benedick! Vai acordar a casa inteira!

– Não tenho tanta certeza de que não deveria! – Ele baixou a voz para um sussurro ensandecido: – Diga-me que entendi errado. Você acabou de dizer que foi a uma taberna?

– Shh! Isso mesmo!

– Com quem?

– Sozinha!

– Sozin… – Ele se interrompeu, passando uma das mãos pelo cabelo antes de soltar um impropério. – Para quê?

– Para tomar um drinque, claro – respondeu ela, como se fosse perfeitamente normal.

– Claro – repetiu Benedick lentamente, pasmo. – Você enlouqueceu?

– Acho que não.

– Alguém a reconheceu? – Ela ficou em silêncio, irritando-o ainda mais. – Mione, alguém a reconheceu?

– Ninguém importante.

Benedick gelou, perfurando-a com um olhar castanho-escuro.

– Quem, então?

Mione desconversou.

– Não importa. Basta dizer que não vai ser um problema.

– Hermione.

–Está bem. O marquês Potter me viu. Ele estava lá.

Benedick sentou-se pesadamente em uma poltrona de brocado.

– Deus do céu.

Mione seguiu seu exemplo, jogando-se na poltrona na frente dele.

– Bem, não deveria ser uma surpresa, considerando-se que foi ele quem recomendou o lugar, para começo de conversa – acrescentou depressa, tentando apaziguar o irmão, antes de perceber que seus olhos estavam do tamanho do mundo e que suas palavras haviam causado mais mal do que bem.

– O marquês lhe recomendou uma taberna?

– Bem, para ser justa, eu pedi a ele uma recomendação.

– Ah, bom. Isso muda tudo.

– Não precisa ser sarcástico, Benedick – objetou ela, secamente. – Não fica bem.

– Ao contrário de uma dama solteira, a irmã de um conde, pedir a um dos libertinos mais notórios de Londres uma recomendação para uma taberna. Isso, claro, é o exemplo perfeito do que fica bem.

– Colocando assim desse jeito, vejo como poderia parecer… problemático

. – Poderia parecer? – Benedick passou a mão pelo cabelo de novo. – O que a possuiu? O que diabo estava pensando? O que raios ele estava pensando? – Ele parou, atingido por uma possibilidade. – Deus do céu, Mione. Ele foi inconveniente? Acabo com a raça dele!

– Não! – exclamou ela. – Não! Eu o abordei!

– Para pedir a recomendação de uma taberna.

– Isso.

– Ele não deveria tê-la dado.

– Ele achou que fosse para você.

– Para mim? – Seu tom transparecia surpresa e incompreensão. – Claro. Eu não poderia pedir para mim, poderia?

– Óbvio que não. – Benedick olhou para ela como se fosse louca.

– Por que diabo não beber aqui? Por que precisava ir a uma taberna?

– Bem, para começar – falou Mione, pragmática –, beber aqui não teria sido uma aventura igual.

– Uma aventura.

– Isso mesmo. – Ela foi em frente: – E, se pensar um pouco, na verdade foi tudo ideia sua.

– Ideia minha?

– É. Não foi você quem ficou me encorajando a experimentar a vida há apenas alguns dias?

As palavras pairaram no ar, enquanto Benedick fitava a irmã com o mais incrédulo dos olhares.

– Está de brincadeira.

– De forma nenhuma. Você começou. Categoricamente.

Ela sorriu, bastante satisfeita consigo mesma. Benedick olhou para o teto como se estivesse implorando por paciência divina. Ou para que o Senhor jogasse um raio em sua irmã. Mione não conseguia bem discernir qual das duas coisas.

Quando ele falou, seu tom não admitia discussão:

– Então agora deixe-me terminar. Categoricamente. Fico feliz que vá atrás de toda aventura que quiser. Aqui. Nesta casa. Debaixo deste teto. Beba até não conseguir mais ficar de pé. Xingue como um marinheiro no cais. Ponha fogo em todos os seus bordados, pelo amor de Deus. Mas, no papel de seu irmão mais velho, chefe da família e conde – ele destacou a última palavra –, eu a proíbo de frequentar tabernas, bares ou quaisquer outros estabelecimentos de vício.

Mione riu, divertida.

– Estabelecimentos de vício? É uma visão um tanto puritana das coisas, não é? Eu lhe garanto, estava bastante segura.

– Você estava com o marquês Potter! – exclamou ele, como se ela fosse estúpida.

– Ele foi perfeitamente respeitável – objetou ela, as palavras saindo antes que se lembrasse que a viagem de volta para casa tinha sido tudo menos respeitável.

– Imagine, minha irmã e o marquês Potter juntos. E o respeitável foi ele – fulminou Benedick, seco, fazendo as bochechas de Mione corarem, mas não pelas razões que ele imaginava. – Chega de tabernas.

Mione avaliou o irmão. Ela não iria mais precisar de tabernas, claro.

– Chega de tabernas – concordou.

– Se quiser uma aventura, tenha-a aqui.

– Sério? – Lançou um sorriso esperançoso para ele.

– Ah, não. O que foi agora?

– Suponho que não me daria um charuto.

Benedick deixou escapar uma gargalhada incrédula.

– Nunca na vida, minha irmã.

– Benedick! Você acabou de dizer…

–Mudei de ideia.

– Já não fiz o suficiente para convencê-lo de que, se não me ajudar a experimentar a vida, vou encontrar outra pessoa para fazê-lo?

Os olhos de Benedickse estreitaram.

– Isso é chantagem.

– E essa é a sua opinião. – Ela abriu um sorriso largo. – Acho que seria um belo momento, um irmão ajudando a velha irmã solteirona a ter uma aventura.

– Acho que você tem expectativas altas demais em relação à experiência de fumar.

– Bem, não há momento melhor do que o presente para desfazer essas expectativas, não acha? – Ela fez uma pausa, oferecendo-lhe um olhar suplicante. – Por favor? Nunca nem vi alguém fumar.

– E não devia mesmo! – argumentou Benedick, imperiosamente. – Um cavalheiro não fuma na presença de damas.

– Mas sou sua irmã!

– Mesmo assim.

– Benny… – falou ela, usando seu apelido de infância. – Ninguém jamais vai saber. Você disse que eu poderia ter aventuras dentro de casa!

Ele ficou olhando para ela por vários minutos, mudo, até Mione estar inteiramente certa de que não iria fumar um charuto naquela noite. Quando estava prestes a se levantar e sair da sala, Benedick soltou um suspiro enorme.

Ouvindo isso, o rosto de Mione se abriu em um sorriso.

Ela havia ganhado.

E bateu palmas de entusiasmo.

– Excelente!

– Não abusaria da sorte, se fosse você – alertou Benedick enquanto enfiava a mão no bolso interno e tirava um retângulo fino de prata. Botando a caixa na mesa perto de sua poltrona, abriu uma lingueta na parte de baixo, revelando uma gaveta oculta.

Mione sentou-se para a frente quando a gaveta ficou visível, esticando o pescoço para ver.

– Jamais imaginei!

Benedick retirou um pequeno cinzeiro de cristal, uma caixa de pólvora e um maço de palitos de fósforo.

– Pois não devia. Tenho quase certeza de que, pela manhã, vou me arrepender de ter lhe mostrado isso.

Mione observou, hipnotizada, enquanto Benedick abria a caixa de prata e retirava dois charutos marrons longos e finos. Levando um aos lábios, inseriu o fósforo na caixa de pólvora, acendeu o palitinho de madeira e ergueu a chama, produzindo uma nuvem de fumaça.

– Fascinante!

Mione inclinou a cabeça de lado, observando a ponta cor de laranja do charuto brilhar. Fechando os olhos brevemente tanto para a inocência dela quanto para o próprio mau comportamento, Benedick deu um longo trago no charuto, como se estivesse fortalecendo sua confiança, então o removeu da boca e ofereceu à irmã.

Tonta de entusiasmo, Mione esticou a mão para pegá-lo. É claro que, depois que o tubo aceso estava cautelosamente seguro entre seus dedos, ela não fazia ideia de como proceder. Vendo o olhar divertido do irmão através da longa coluna de fumaça que subia pela ponta do charuto, ela perguntou:

– E agora?

– Não é nada de mais, na verdade – disse Benedick, indiferente. – Agora você fuma.

– Assim? – perguntou ela, levando o charuto cuidadosamente aos lábios e inalando profundamente.

Percebeu os olhos de Benedick se arregalando, e essa foi a última coisa que registrou antes de começar a tossir. Tossidas horríveis e dolorosas que consumiram suas forças. Estava vagamente consciente de Benedick tirando o charuto de sua mão, liberando-a para bater no peito.

Desesperada por ar fresco, inspirou em arfadas enormes, o que só a fez tossir mais, levando Benedick a bater em suas costas até ela fazê-lo parar com um gesto, temendo que os golpes simplesmente tirassem qualquer ar utilizável de seus pulmões.

Quando conseguiu se concentrar em outra coisa que não a necessidade de oxigênio, Mione registrou seu irmão assomando acima dela, trêmulo. Certa de que era de preocupação, ergueu os olhos para aliviar os temores dele, apenas para descobrir que estava tremendo com uma gargalhada quase incontrolável. O olhar tranquilizador de Mione logo se transformou em uma cara feia ao notar seu sorriso largo. Os dentes dele brilhavam no rosto, agora vermelho pelo esforço.

– Benedick, isso não tem nada de cavalheiresco.

As palavras levaram Benedick ao extremo. Não conseguia conter as risadas escandalosas diante do desprazer cerimonioso da irmã. Frente ao seu divertimento contagioso, Mione percebeu o humor da situação e começou a rir também, o que provocou outro ataque de tosse, mais tapas e uma rodada adicional de gargalhadas.

Após vários instantes, Benedick retomou seu lugar e apagou o charuto de Mione no cinzeiro, enquanto ela o observava.

– E então, descobrimos por que mulheres não fumam – concluiu ele, o humor ainda infiltrado na voz.

– Que hábito horroroso! – exclamou a irmã. – Como pode fazer isso?

– É um gosto adquirido.

– Foi exatamente o que Potter disse sobre o uísque.

– E ele estava certo – concordou Benedick. Após alguns instantes, perguntou: – Então também não gostou dessa parte da noite?

– Pelo contrário – respondeu Mione. – Gostei de cada parte da noite. Posso não beber uísque ou fumar charuto de novo, mas sempre vou guardar com carinho o fato de que fiz essas coisas. A aventura faz valer a pena a experiência decepcionante.

– Não me agrada esse gosto que você desenvolveu pela aventura, irmã.

– Acho que não posso garantir que vou perdê-lo tão cedo. É uma pena que as mulheres não possam nem provar as experiências às quais os homens não dão valor. Vocês têm realmente muita sorte. – Benedick lançou-lhe um olhar cético, mas sua irmã continuou: – Vamos lá, Benedick, não vai mesmo me dizer que acha que não mereço uma ou duas aventuras, vai? Afinal de contas, você me forneceu o mais recente instrumento para o meu fim.

– Um ponto que gostaria de esquecer.

– Covarde.

Eles sorriram um para o outro.

– Mamãe vai me matar se descobrir.

– Ela não vai descobrir – garantiu Callie. – E, mesmo que descubra, não é como se tivesse algo com que se preocupar. Continuo solteira a este ponto da vida. Acho que tenho direito a uma ou duas excentricidades.

Benedick deixou escapar uma risada.

– Fumar e beber são excentricidades notáveis, Mione. Não sei se a alta-roda as aceitaria, apesar de você estar com um pé na cova. – Ele fez uma pausa, pensativo. – Estou bastante chocado por Potter tê-la encorajado, você tendo sido tão gentil em amadrinhar a irmã dele. O que estava pensando? Devia tê-la enfiado em uma carruagem e a trazido para casa na mesma hora.

Mione teve o bom senso de evitar dizer ao irmão que o marquês havia de fato a enfiado em uma carruagem e a trazido para casa. Em vez disso, ponderou:

– Imagino que tenha achado, como você, que protegeria melhor minha reputação ficando comigo enquanto eu forçava os limites. Pelo menos assim tive um acompanhante.

– Não me referiria a ele exatamente como um "acompanhante" – rosnou Benedick. – Vou pedir retratações.

– Preferiria que não o fizesse. Gosto bastante dele.

Benedick a fitou nos olhos.

– Você não… Você não pode… – Inclinou-se para a frente. – O que isso quer dizer? – Mione não respondeu, fazendo Benedick tentar de novo: – Potter… ele não é… Mione, as mulheres não "gostam bastante" do marquês Potter.

A voz dela mal era audível ao concordar:

– Não, acho que não.

Conforme registrava a tristeza na voz da irmã, Benedick praguejou baixinho.

– Vi que ele dançou com você esta noite. Sei como deve ter se sentido. Entendo que fez o papel de protetor na taberna ridícula à qual você foi… Deus sabe que fico feliz por ele a ter encontrado lá, ou quem sabe o que poderia ter acontecido… Mas você tem que entender… Potter homens como ele… – Benedick parou novamente, sem saber como dizer com delicadeza o que estava pensando.

Mione teve pena do irmão e lhe ofereceu uma saída da conversa constrangedora:

– Eu sei, Benedick. Não sou boba. Homens como ele não são para mulheres como eu. Talvez, se eu repetir isso o bastante, comece a acreditar. Ela forçou uma risadinha, tentando aliviar o clima. – Acho que Potter seria mais aventura do que posso aguentar.

Benedick sorriu.

– Não só você. Pense no seu pobre e velho irmão.

Devolvendo o sorriso, Mione se levantou, pousando um beijo na bochecha dele.

– Obrigada pelo charuto, Benny.

E, com isso, saiu da sala, subindo a grande escadaria de mármore até o seu quarto. Preparou-se lenta e metodicamente para dormir, recusando-se a deixar que as palavras de Benedick a chateassem. Sem dúvida ele tinha razão.

Ela não era mulher para Harry, nunca fora. Mas, naquela noite, chegara perto. E, se uma noite fosse tudo o que poderia ter, seria o suficiente. Repassou os acontecimentos na cabeça enquanto soltava o cabelo, fazia sua toalete e vestia a camisola branca ondulante. Em seguida alisou a lista amassada e a avaliou com franqueza.

Ficou sentada à sua escrivaninha por vários minutos, imóvel, relendo os itens. Com um suspiro, ergueu a pena e traçou uma linha escura sobre "Fumar charuto" e "beber uísque". Apagou a última vela, deslizou para debaixo das cobertas e sonhou com a mulher na carruagem do marquês – nos braços de Harry.


Oi gente! Depois de séculos sem atualização voltei! E para me desculpar pela demora e agradecer pelos incríveis comentários postei dois capítulos, espero que gostem!

.790: Oii flor, o importante é que você comentou! Muito muito muito obrigada! Tenho que confessar que não gosto muito de dramione mas sou muito fã de HH- acho que já deu para perceber kkkk- e de livros de época-acho que também já deu para perceber. Você não tem noção do meu vicio por esses livros, já li todos de Julia Quinn, Lisa kelples... a lista é imensa e fui correndo ver judith macgaught. Não sei se você já viu a adaptação dela para HH na floreio e borrões -acho que é de agora e para sempre- e eu simplesmente amei! Comecei a ler whitney, meu amor hoje. Você já leu? Até agora to gostando bastante e to muitoooo inclinada a adaptar - na minha lista para adaptação tem Romance com o duque e diga sim ao marquês de Tessa dare, eles são maravilhosos, perfeitos, tudo de bom, super recomendo, sério, você precisa ler, li os dois em pdf na minhateca. Espero que tenha gostado da atualização, querida. Bjoos

Guest: KKKKKKK você ainda não viu nada esse marquês é sempre sexy e espero que você continue lendo para ver; bjoos.

Karen: KKKKKKKK muito muito obrigada! Espero que você continue gostando - Dois não, flor. Três, também quero! KKKKKK Espero que continue gostando, bjoos flor.

Luana Evans: Muito muito obrigada! Vou tentar atualizar o mais rápido sim e como prova tem 2 capítulos já! Espero sinceramente que tenha gostado da atualização, beijos, querida.

Coveiro Sensei: Muito muito obrigada! Espero que tenha gostado! Bjoos :D

Guest: Milord Dog? KKKKKK gostei gostei. Vou tentar atualizar o mais rápido possível, juro que vou! Espero sinceramente que esteja gostando e, claro, continue comentando. Beijos! :D

Mel itaik: Que homem, hein? Aonde é que eu arrumo um desses para mim, amiga? E ela já riscou dois itens! hahhaha e pequeno spoiler? O próximo a ser risgado vai ser MUITO interessante!Epero que você continue lendo para descobrir! Bjoos querida :D

LMidnight: KKKKKKKK voltou a respirar? Fico muito muito muito feliz em saber que estas gostando, sério mesmo, é muito importante para mim. Mulher, boa pergunta kkkkkk acho que a irmã da Mione não é vestida pela mãe não. Mas em questão da roupa da própria mione, algo vai mudar... hahahaha Espero que continue lendo para saber, flor, bjoos e até a próxima! :D