Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Pov. Edward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


CAPITULO IX

Uma boa Surpresa

Olhei ansiosamente para a recepcionista, que me olhava com a boca aberta, pigarreei e voltei a perguntar.

- A Enfermeira Isabella, já deixou o trabalho? - ela piscou e pigarreou.

- Isabella?

- Sim, Isabella Swan.

- Ah sim, Bella! Não, ela ainda está fazendo rondas. Não acho que já o tenha visto por aqui, Senhor... - ela me encarava, imagino que querendo saber o meu nome.

- Huh, pode me chamar de "E"... Eu vou esperá-la ali, então. - falei apontando para uma cadeira, ela assentiu soltando um suspiro.

- Sim, "E".

Eu hein!

Sentei-me e fiquei olhando em volta, um tanto quanto ansioso. Isabella não fazia ideia de que eu estivesse ali, eu estava preocupado que ela não gostasse que eu tivesse vindo, mas ela gostava da minha companhia, e parecia bem chateada ontem por quase não ter conseguido me alcançar, então talvez ela adorasse o fato.

Em pouco tempo, a minha perna já estava saltando e me levantei para ver se me acalmava, mal dei dois passos em volta e a porta da ala médica se abriu, Isabella surgiu acompanhada de outras moças.

- Isabella... – chamei-a e a vi parar me fitando com os olhos muito abertos, me movi desconfortável, pensando que no fundo não havia sido uma boa ideia.

Merda! (...) ...devia ir, devia...

Todo o meu nervosismo e insegurança voaram pela janela, quando ela veio até mim e me abraçou, suspirando passei os braços em volta dela e beijei a sua testa.

- Olá Isabella.

- Oi "E". - ela se afastou de mim, com as bochechas rosadas e um pequeno sorriso. - O que faz aqui? Está bem?

- Sim, eu vim te buscar.

- Sério?

- Claro, como eu saio mais cedo, bem, pensei em vir aqui, assim não terá mais problemas. - murmurei esfregando a nuca, o seu sorriso se tornou maior.

- Você é um doce. - sussurrou e me abraçou de novo.

Enterrei o rosto em seus cabelos, suspirando com o cheiro bom dela.

- Bella, não vai nos dizer quem é o seu amigo? - a contragosto, pelo menos da minha parte, Isabella se afastou e se voltou para as moças que a acompanhavam.

- Hummm, sim esse é "E", somos vizinhos.

- Só vizinhos?

- E amigos também. - ela piscou para mim, o que me fez sorrir. – "E", essas são minhas colegas de trabalho, Lauren e Tânia.

- Olá. – eu murmurei em um fio de voz, as duas eram muito bonitas, loiras de olhos azuis, a mais alta tinha o loiro mais puxado para o ruivo, mas não gostei muito de como elas me olhavam e forcei um sorriso.

- Olá "E"... - elas me cumprimentaram, eu assenti calmamente, então me voltei para Isabella.

- Huh, está pronta para ir, ou ainda vai trabalhar?

- Não, eu já terminei. Como não havíamos combinado nada, achei que já tinha ido, então iria com as meninas.

- Oh, huh, eu posso ir sozinho, não quero atrapalhar... - ela rolou os olhos e pegou a minha mão entrelaçando os nossos dedos.

- Não seja bobo, estou tão feliz que esteja aqui.

- Sério?

- Sim. Vamos. - ela começou a me puxar para a saída e as amigas vieram atrás.

Caminhamos todos para o ponto de ônibus, e enquanto esperávamos, as meninas continuavam me olhando, me movi desconfortável e vi Isabella mordendo o lábio, parecendo querer esconder o sorriso.

Já iria perguntar o que era tão engraçado, quando a mais alta delas se aproximou de mim, um pouco demais para o meu gosto.

- Então "E"... - ela ronronou o meu nome e torci o nariz meio confuso. - ...que nome diferente você tem! É apelido de Ethan?

- Não, só "E".

- Só "E"?

- Só "E"... - ela franziu a testa, mas em seguida voltou a sorrir.

- Você é daqui, "E"? - tentei esconder a careta quando ela falou o meu nome como se fosse um gemido.

A única pessoa que queria que gemesse o meu nome era Isabella.

O meu rosto se aqueceu um pouco com o pensamento e pigarreei, tentando afastar as imagens de Isabella e eu em momentos íntimos.

- Não, nunca estive em Chicago, huh, eu acho...

- Certo, e o que está achando da cidade?

- É legal, mas não conheço muito, não saí muito desde que cheguei, na verdade.

- Bem, eu poderia te mostrar as partes boas daqui, se você quiser... - sussurrou passando as unhas pontudas pelo meu peito. Eu neguei me afastando um pouco dela.

As duas moças sorriam maliciosamente para mim, eu engoli em seco me encostando mais em Isabella.

- Não precisa, Isabella me levará... - olhei para ela em busca de ajuda, ela já não sorria mais e tinha uma carranca em direção de Tânia.

- Sim, eu o levo! Sempre! - empinou o queixo e suspirei aliviado.

Fiquei mais aliviado ainda quando o ônibus delas chegou e elas se foram, graças a Deus, assim que estavam fora de vista, me voltei para Isabella e apertei a sua mão.

- Suas amigas são...

- Umas vadias!

- O quê? - guinchei.

- As viu dando em cima de você, e bem na minha frente! Argh! - ela grunhiu e tentei esconder o sorriso.

Isso seria ciúme? De mim?

- Bem, elas eram bonitas, claro, mas eu prefiro as morenas. - ela abriu e fechou a boca, em seguida, ela sorriu satisfeita, rindo, eu enterrei o rosto em seu pescoço, passando o meu nariz por sua pele macia.

- "E"... - ela sussurrou ofegante e beijei a sua pele.

- Sim?

- Obrigada por vir hoje.

- Virei todos os dias. - ela se afastou de mim e sorriu.

- Eu vou adorar.

- Bom, quero passar cada minuto que possa com você. - admiti e ela suspirou.

- Me sinto assim também, é estranho não é? Antes ficávamos nos evitando e fugindo um do outro e agora...

- Ficar longe é impossível...

- Sim... - ela riu e deitou a cabeça em meu ombro, passei os meus braços em volta dela e beijei os seus cabelos. - Queria poder ficar aqui para sempre.

- No ponto de ônibus? - ela me beliscou, me fazendo rir.

- Não seu bobo, te abraçando.

- Quero isso também. - sussurrei fechando os olhos.

Sempre...

O barulho do ônibus se aproximando, nos fez nos afastar. De mãos dadas subimos e fomos para o nosso lugar no fundo e como sempre, nos sentamos abraçados... E ficamos assim, só juntos e quietos até chegar a nossa casa.

Ao sair, como sempre, caminhamos até o esconderijo secreto dela, e ao entrarmos nos sentamos de frente um para o outro.

- Olá "E".

- Oi Isabella. - ela riu e sorri, mas franzi o cenho. - No hospital, te chamaram de Bella, por quê?

- Ah, é um apelido. Uma das crianças pequenas não conseguia falar Isabella. Aí era sempre Izzalella ou Bella, então preferi Bella e meio que pegou, pois agora todos passaram a me chamar de Bella, desde as Enfermeiras, até os Médicos.

- Hmmm, eu gosto.

- De Bella?

- Sim, combina com você. - ela sorriu e deitou na grama, deitei-me ao seu lado, ficamos nos encarando pelo que pareceram ser horas.

Eu adorava esses momentos com ela, só ficar juntos, sem distrações, sem preocupações, só eu e Bella.

Bella...

Realmente combinava com ela.

Isabella é linda, os cabelos escuros, os olhos profundos e os lábios carnudos e macios... Lambi os lábios tentando me lembrar do gosto deles, mas não conseguia em verdade, pois o nosso primeiro beijo fora tão rápido, bom, mas muito rápido.

Quem sabe se tentássemos de novo...

Sorrindo, me ergui um pouco me apoiando no cotovelo e fiquei sobre ela, abaixei a cabeça até estar bem próximo de seu rosto.

- Posso te beijar? - sussurrei abaixando mais o rosto, ela engoliu em seco e assentiu.

- Por favor... – eu estava quase tocando os seus lábios, quando parei me afastando um pouco.

- Eu ainda acho que não sei beijar, e posso ser uma porcaria nisso... - ela sorriu e ergueu os braços o colocando em volta do meu pescoço.

- Se você for uma porcaria, nós vamos praticar... - ela me puxou para baixo e roçou os lábios nos meus. - praticar, e praticar, e praticar... - sussurrou pressionando cada vez mais os lábios e grunhi com o calor de sua boca na minha, um calor que fez o meu corpo inteiro se aquecer.

- Praticar parece bom.

- Muito bom. - murmurou antes de me puxar para baixo, gemi quando o meu corpo se pressionou contra o dela, mas os seus lábios colados nos meus me fez esquecer todo o resto.

O nosso beijo começou só com um leve toque, mas foi o suficiente para acordar o meu corpo todo, contudo logo os beijos passaram para mais, ela pressionou a boca na minha, pedindo, exigindo mais, e quando a sua língua traçou o meu lábio inferior, foi como se uma chama se acendesse dentro de mim.

Pressionei mais o meu corpo contra o dela, aprofundando o beijo, empurrando a minha língua em sua boca e devorando os seus lábios com urgência, a sua língua logo imitava a minha, varrendo o céu da minha boca, grunhi me afastando um pouco.

- Eu sei beijar... - ela riu e me puxou de volta

- E como! - rindo a beijei mais, provando de seu gosto inebriante, queria mais nada nessa vida do que beijar Bella.

Quando o ar se fez necessário, nos afastamos sorrindo como dois idiotas, mas quem poderia se importar? Eu sei beijar! Talvez, eu não fosse virgem.

- Viu? Eu disse que iria se sair bem! - ela sussurrou com a voz rouca e passou os dedos pelos fios de seus cabelos, os empurrando para trás.

- O ruim é que não precisaremos mais praticar...

- Eu acho que precisaremos sim!

- Eu não beijo bem?

- Beija, e muito bem, mas sabe o que dizem, a prática leva a perfeição. – sorrindo, me abaixei encostando a testa na dela.

- Ah, pensando por esse lado... - voltei a beijá-la e ao sentir o seu corpo se arqueado contra o meu, reagi pressionando o meu corpo contra o dela, o que fez com que nós dois ofegássemos quando a minha ereção se esfregou contra o seu estomago.

Afastei-me dela bruscamente, me sentando de costas para ela e respirando fundo para me acalmar. Bella me abraçou por trás beijando o meu ombro.

- Está tudo bem, "E".

- Eu sinto muito, mas os seus beijos, e huh, eu sinto... - ela bufou e engatinhou se ajoelhando na minha frente, então segurou o meu rosto com as mãos para que eu a olhasse.

- Eu não sinto. Eu gostei e muito.

Senti o meu rosto esquentando dessa vez, mas não pude deixar de sorrir.

- Também gostei. – sorrindo, ela se aproximou e me deu um beijinho rápido.

Como ainda era cedo voltamos a nos deitar, ela com a cabeça apoiada em meu peito, os meus dedos correndo por seu cabelo, que agora estava solto e eu o olhava fascinado. Era lindo, tinha cor de mogno escuro e vibrante.

- "E"?

- Sim...

- Me conte sobre depois que você acordou.

- No hospital?

- Sim. Como foi? - olhei para ela que me encarava e beijei a sua testa.

- Confuso... Doloroso... Ao acordar, eu sentia muita dor, e a minha mente era uma completa escuridão, o que me assustou muito no começo. Eu não sabia o que fazer... Como agir, quem eu fosse, e muito menos quem sou agora.

- Mas agora está melhor, não é?

- Sim, mas demorou muito para isso... Eu tive que fazer muitos meses de fisioterapia, e ainda me disseram que a minha perna nunca mais seria a mesma. Os cortes, arranhões, queimaduras iriam sumir eventualmente, mas eu sempre vou mancar. Sempre vou ser defeituoso...

Murmurei com amargura... ...senti a sua mãozinha em minha bochecha, voltei a encará-la.

- Nunca diga isso! Você é lindo, por dentro e por fora. E já devia ter percebido isso... Não reparou como as mulheres ficam todas assanhadas perto de você.

- Assanhadas? - torci o nariz, ela bufou.

- Sim, elas são um bando de assanhadas, vou ter que começar a afastá-las a bolsadas.

- Está exagerando.

- Quem me dera! Mas isso é o que dá namorar um homem bonitão.

- Então, eu sou o seu namorado? - ela suspirou.

- Não recebi nenhum pedido... Mas é assim que o chamo na minha cabeça. – rindo, nos virei ficando sobre ela.

- Está certa! Eu não pedi... Perdoe-me! Vou me corrigir imediatamente, Senhorita. - ela riu e me olhou com os olhos muito abertos. - Bella, você gostaria de ser a minha namorada?

- Sim! Sim, sim!- sussurrou me abraçando apertado e colando o seu corpo ao meu, evitei encostar a minha, huh, excitação nela, assim tudo ficaria bem.

Trocamos mais alguns beijos e estávamos realmente alcançando a perfeição, ou chegando bem perto.

Quando começou a escurecer, nos levantamos prontos para voltar. Honestamente, eu não queria voltar, queria ficar ali, onde éramos apenas nós dois, não tínhamos que dar explicação para ninguém. Nossos sentimentos eram somente nossos, e era tudo o que importava.

- Sabe, Jasper me disse que a livraria era o seu próprio paraíso, antes eu concordava com ele, mas agora, o meu paraíso é bem aqui...

- Comigo?

- Sempre com você... – sorrindo, ela ficou na ponta dos pés e beijou a minha boca, só uma leve pressão, mas aquilo foi tão bom, os seus lábios contra os meus era de longe a melhor coisa do mundo.

- Venha, vamos voltar.

- Precisamos mesmo? - ela riu.

- Sim, "E", Esme ficaria preocupada. - assenti e de mãos dadas fomos em direção à saída, mas assim que chegamos à passagem nos soltamos e voltamos a ser só Isabella e "E"... Apenas bons amigos.

•••

Ao entrar em casa um pouco mais tarde, fiquei um pouco surpreso com o silêncio, normalmente naquela hora, Esme estaria fazendo o jantar e ouvindo música, todavia aquele silêncio me fez estremecer.

Fui em direção à sala, a procura de alguém, e achei Esme e Carlisle lá, ela tinha lágrimas nos olhos, eu engoli em seco.

- Esme, o que houve?

- Oh "E", que bom que está em casa. - ela veio até mim e me abraçou apertado.

- Aconteceu algo? - olhei para Carlisle que engoliu em seco.

- Me ligaram do hospital em Nova York...

- Acharam Emmett? - Esme fungou e a abracei apertado.

- Não sabemos... Alguns soldados anônimos foram entregues recentemente e me chamaram para ver se reconheço algum, sabe, como Emmett...

- Mas se Emmett está lá, ele não pode dizer quem é ele?

- Eles estão todos mortos... - engoli com força.

Merda!

Eu sabia que invejava a vida do cara, mas no fundo esperava que ele voltasse são e salvo para a sua família. Entretanto agora, ele poderia estar morto. O meu coração se apertou com a possibilidade.

- Quando você vai?

- Amanhã logo cedo. Dependendo de como as coisas ocorrem, volto no mesmo dia.

Assenti em acordo.

Abracei Esme mais forte, enquanto rezava para que Emmett não estivesse entre aqueles soldados, também rezei para que eles ficassem em paz... Afinal, deram as suas vidas pelo país, o mínimo que mereciam agora era ir para o céu.

Pouco a pouco Esme me soltou e beijei a sua testa.

- Vai dar tudo certo Esme! Ele está bem e vai voltar para você.

- Como sabe?

- Só sei... - ela fungou baixinho e me deu um beijo na testa.

- Obrigada querido. Vou terminar o jantar.

Assim que ela se afastou, senti a mão de Carlisle em meu ombro.

- "E", e se Emmett estiver lá...

- Ele não está! - ele me deu um sorriso triste.

- Quero acreditar nisso também... Mas se ele estiver, vou precisar muito de sua ajuda.

- No que você precisar.

- Esme vai precisar muito de nós, mais de você.

- De mim?

- Sabe que ela te ama como um filho. Ela vai precisar de um filho, se Emmett... - ele engoliu com força e assenti.

- Estarei aqui para ela.

- Obrigado "E".

- Olá família Cullen! - Isabella entrou de repente, nos surpreendo, ela sorria abertamente e piscou para mim, mas o seu sorriso morreu ao ver as nossas caras.

- Olá Isabella...

- Aconteceu algo? - ela me olhou nervosamente, mas antes que eu falasse algo, Carlisle foi até ela.

E começou a murmurar sobre a sua viagem. De repente, precisei sair da sala, eu não podia olhar para ela e ver a sua dor ao saber que talvez Emmett estivesse morto.

Ela gostava de mim, é claro, mas eu não era Emmett, e nunca o seria.

Fui para a cozinha e suspirei ao encontrar Esme sentada com o rosto entre as mãos e fungando baixinho, me aproximei dela e me ajoelhei na sua frente, peguei as suas mãos, as beijando.

- Vai dar tudo certo... - afastei as lágrimas de seu rosto, e ela me deu um sorriso aguado.

- Ele está vivo "E"! Eu sei que ele está...

- Instinto maternal? – brinquei, fato que a fez rir.

- Algo assim.

- Então ele está.

- Estou tão feliz que esteja aqui "E".

- Eu?

- Sim, eu, nós, estamos felizes que faça parte de nossa família agora.

- Eu gosto muito de fazer parte dela.

- Que bom! Vou cozinhar agora, vá fazer alguma coisa. - sorri e assenti ficando de pé.

- Sim, Senhora. - pisquei e me afastei, enquanto a observava ir para as suas panelas e ligar o fogo.

Com um último suspiro, deixei a cozinha, poderia voltar para sala, mas não queria encarar Bella. Então fui para o meu quarto. Ao abrir a porta, arregalei os olhos ao ver Bella na minha cama.

- Bella, o que faz aqui?

- Achei que precisávamos conversar... - fiz uma careta e terminei de entrar fechando a porta atrás de mim.

- Vai terminar comigo?

- O quê?

- Posso não me lembrar do meu passado, mas tenho certeza que esse foi o relacionamento mais rápido que já tive... - ela rolou os olhos.

- Não seja bobo "E", não vim terminar com você.

- Então... - ela saiu da cama e veio até mim e me abraçou pelo pescoço e beijo os meus lábios rapidamente.

- Você está bem "E"?

- Por que não estaria?

- Porque Emmett pode estar morto.

- Ele não está!

- Como sabe?

- Só sei...

- Bem, eu não sei. E estou preocupada. Esme vai sofrer muito se ele estiver morto.

- Vamos estar aqui para ela.

- Sim, vamos... - ela me abraçou deitando a cabeça em meu ombro e a abracei forte.

- Bella? - ela olhou para mim e toquei o seu rosto a fazendo suspirar, sem deixar de lhe olhar.

- O quê?

Abri a boca pronto para perguntar sobre o meu maior medo... E se Emmett voltasse vivo? E a gente? Ela ainda iria me escolher? Ou eu só seria uma distração até que ele voltasse?

Mas não tive coragem, o medo foi maior, medo de estar certo e ela nunca me querer como ela o queria.

- O que foi "E"?

- Nada... Só obrigado por estar aqui.

- Sou a sua namorada, é o que as namoradas fazem. Mesmo as secretas. - piscou e voltou a deitar a cabeça em meu peito, pressionando o rosto contra o meu coração.

Suspirei e apertei-a com força contra o meu peito.

Minha Bella...

Não sabia por quanto tempo, porque de uma coisa eu tinha certeza, Emmett estava vivo, e estaria em algum lugar e quando ele voltasse, iria reclamar tudo o que lhe era seu, por direito.

Os seus pais, a sua casa, a sua noiva...

Agora seria só esperar que eu não despedaçasse quando esse dia chegasse...


N/A: Hmmm, finalmente uma menção a EMmett? sera que o homi ta vivo?

Sera que essa autora enganou as leitoras? Oo

Medo de descobrir em kkkkkkkkkkkkkkk

Sou DUMAL u.u

Oláaaa povo pervo, pobrezinho do nosso "E" né, se Emmett estiver morto ele ficaria arrasado, mas se Emmett estiver vivo, ele vai ficar pior ainda, pois pode perder tudo.

Eu nem sei qual solução é melhor pro noss "E", e vcs?

ENfim, indo que to com sono

Já disse que vivo com sono, sono e eu somos amigos intimos kkkk

Nisso que da trabalhar e ainda escrever, se soubessem o que ando escrevendoooo, cof, cof, cof, surpresas esperando por nós em breve, em breve \o/

Agora me vou \o/

Obrigada pelos coments povo pervo.

Mesmo os desanimadores, amo todos, até os críticos, por que o que seria de uma autora sem criticas, seria perfeita e estou longe disso né, mas um dia eu chego lá, \o/

eu espero :p

kkkkkkkkkkkkkkkk

fuiiiii povo e obrigada pelo apoio povo pervo do face me ajudaram muito viu

N/B: Tadinho do "E"tristinho"! Quando melodrama do bichinho... Vamos torcer para que tudo se ajuste e que entre mortos e feridos, pouco sejam os vencidos!

TUCA