Capítulo IX
- Fica adorável ao ar livre, Srta. Latton.
- Obrigada, Milorde.
- Eu sei que fico muito bem também... Então é bom saber que temos algo em comum, quando nos casarmos, podemos dar longos passeios, sim?
- Creio...
- Eu já lhe disse que gosto muito de caminhar?
- Na verdade...
- Adoro andar por horas e horas, e será esplêndido ter sua companhia, Srta. Latton...
- Ah…
- Srta. Latton, eu acredito que devido às circunstâncias, deveríamos nos tratar pelo nosso primeiro nome, não acha?
- Bem, eu...
- Sim, também odeio essas formalidades, Isabella. – ele lhe piscou cúmplice e ela fechou as mãos em punhos ao seu lado, para se segurar e não explodir de vez...
Mais de uma vez o pensamento de jogar Sir Holland para fora do cabriolé passou por sua mente. Segurou-se, respirou fundo e mais uma vez tentou falar, contudo novamente, ele a interrompeu.
- Sim, isso mesmo! Creio que Isabella lhe caia muito bem e insisto para que me chame de Jacob, sim?
- Milorde...
- Com isso decidido, acho que deveríamos resolver a data de nosso casamento. O seu irmão lhe disse algo sobre o assunto?
Abriu a boca, mas a fechou e o olhou, ele assentiu.
- Claro que não! Esses não são assuntos para mulheres delicadas com ti. – forçou um sorriso, o que mais ela poderia fazer.
- Bem, terei que falar com ele! Eu preciso oficializar imediatamente o nosso noivado. Pensei em conseguir uma licença especial, para nos casarmos o mais rápido possível.
- Não! – falou alto o suficiente, se esquecendo do decoro e do seu ódio pelo pavão falante ao seu lado.
Se eles se cassassem imediatamente, os seus encontros com Edward terminariam. E ainda nem haviam chegado a consumar o ato, não e não! Casaria sim, mas no tempo certo.
- Huh, algo errado, Isabella?
- Sim, quero ter um noivado comum, sem falação. Se casarmos imediatamente, todos falarão. – o notou travar o maxilar, e os seus olhos pareceram escurecer irritados, mas foi uma reação tão rápida que pareceu ter imaginado, pois no minuto seguinte, ele sorriu.
- Entendo, quer ter a chance de me conhecer melhor.
- Sim, é o que mais almejo. – falou entre dentes, ele sorriu parecendo satisfeito.
- Bem, já que é assim, então farei a sua vontade, nada me fará mais feliz, minha adorada Isabella. – ela sorriu, embora desejasse chorar.
Ela não queria ser "a sua adorada Isabella".
Não queria ser nada daquele pavão.
Mas somente continuou sorrindo e tentou com muito afinco, pelo resto da tarde, não empurrar Sir Holland para fora do coche, ela até tentou, nem que fosse um pouquinho, desfrutar do passeio.
Isso até ele voltar a falar, ressaltando as suas infinitas qualidades.
"Oh céus, me mate agora! Por favor! Antes que eu o mate."
...
Algumas horas depois, ela foi deixada em sua casa e Sir Holland partiu, não sem antes dizer que adorou o passeio e estava feliz em ter uma noiva que falasse tão pouco, pois mulheres que falavam demais eram irritantes, sorte ter um lacaio ao seu lado, ou ela teria batido no homem.
Ao adentrar a casa, ela suspirou aliviada.
Enfim, um pouco de paz.
- Bella?! – sorriu para o velho mordomo.
Poucas pessoas a chamavam de Bella, era o apelido que a sua mãe lhe dera, e o seu pai ocasionalmente a chamava assim, mesmo Emmett e Jasper a chamavam desta forma somente quando quisessem cair em suas boas graças.
Mas o velho mordomo, que era deveras austero, chamava-a assim, porque a vira crescer, ele cuidara dela, ele a amava, mesmo em seu jeito sério de ser.
Depois da morte de seus pais, Emmett se tornara o seu pai de todos os modos que se imaginasse de se ser um pai de uma menina de dez anos, mas Stokes fez vezes da figura de um avô.
O velho mordomo contava-lhe histórias, levava-a a passeios, lhe contrabandeava doces antes do jantar, dentre outras coisas. Para todos, ele era apenas um mordomo circunspecto e muito fiel aos seus patrões.
Para ela, ele era somente Stokes, o seu amigo.
- Boa tarde, Stokes.
- Teve um bom passeio?
- Não muito, mas enfim terminou, vou me recolher, estou exausta.
- Ah sim, tente descansar até à hora do jantar, felizmente não tem nenhum compromisso está noite.
- Sim, terei uma noite relaxada e calma. – riu para si mesma e o viu arquear uma sobrancelha, quando ela não disse nada, ele pegou um envelope e lhe entregou.
- Isso chegou aqui para a Senhorita pouco depois que saiu.
Pegou a carta com curiosidade.
- Lady Ballett?! – falou em voz alta lendo o nome na frente do envelope.
Já iria dizer que não conhecia nenhuma Lady Ballett, quando sorriu ao lembra-se...
Edward...
- É uma amiga sua, Bella?
- Sim, da época da Escola de moças, já não a vejo há anos. – murmurou distraidamente.
- Entendo...
- Sim?
- Creio que sim... Agora, quando as cartas de Lady Ballett chegar, você prefere que elas não cheguem às mãos de seus irmãos? – ela o olhou atentamente e o velho homem arqueou uma sobrancelha.
- Stokes, o que você sabe?
- O suficiente Bella, para saber que isso não acabará bem... – suspirando, ela pegou a mão do velho homem, apesar de suas palavras, ele a olhava com afetuosidade.
- Em breve me casarei Stokes, e serei completamente infeliz...
- Não sabes...
- Sim, eu sei. O odeio... Eu realmente o odeio com todas as minhas forças, e quero chorar o tempo todo pelo meu destino... Mas não vou, resolvi aproveitar a minha única chance de felicidade...
- Ele a magoará.
- Mas enquanto isso, ele me faz feliz. – o velho suspirou,
- Se você tem certeza, pode contar comigo.
- Seriamente?
- É claro! Sempre estarei aqui para ti Bella... ...e se isso a faz feliz, isso é tudo o que me importa... – sem se conter, a menina abraçou o velho homem.
- Obrigada Stokes... – sorriu ao senti-lo dando tapinhas gentis em suas costas.
Moças da sociedade não deveriam abraçar os seus mordomos... Mas Isabella não se importou nenhum pouco, tudo o que importava era que Stokes estivesse ao seu lado.
Quando se afastou, o fitou com curiosidade.
- Se me permite perguntar, como sabe sobre, huh, meus encontros? – ele sorriu.
- Um mordomo sabe de tudo que acontece em sua casa, querida.
- Stokes seu bisbilhoteiro! – murmurou chocada e viu as orelhas do velho homem se avermelhar, não conseguiu segurar o sorriso.
- Isabella... – ele começou a repreendê-la, mas ela não lhe deu tempo, lhe deu um beijo na bochecha e correu para o quarto.
Edward lhe escrevera...
Ansiosamente, trancou a porta e se jogou na cama, rindo feito uma garotinha. Começou a abrir o envelope quando algo lhe ocorreu.
E se ele estivesse cancelando os encontros, ou pior, terminando tudo?
Imagens de Edward com a bonita ruiva da noite anterior assolaram a sua mente, o ciúme e a dor voltaram com força, ao imaginá-los juntos. Formavam um lindo casal, é claro. Ela uma mulher voluptuosa, e ele... Céus! Tão bonito que chegava a doer.
Não, ele negara estar interessado na mulher. Iria confiar nele...
Sim, com certeza, na carta só havia algum recado avisando que naquela noite ele teria um compromisso...
Ainda um pouco ansiosa, ela abriu o envelope e se apressou em ler as palavras.
Minha cara Srta. Latton,
Vi-lhe está manhã em um passeio, não ousei me aproximar, pois você estava acompanhada...
Devo-lhe dizer que fiquei um pouco surpresa com a sua companhia, afinal não é todo dia que se vê uma bela jovem acompanhada de um pavão tagarela.
Mas me diga minha querida amiga, não lhe ocorreu, nem por um minutinho, empurrar o pavão do coche?
Eu em seu lugar, o eu teria feito... Não tenho vergonha alguma em admitir isso, e você também não deveria!
Enfim, mas não lhe escrevi para falar sobre pavões, e sim para lhe dizer que estou ansiosa...
Muito ansiosa, por sinal, para o momento de nosso encontro para o "chá"...
E como esse "chá", em especial, é muito importante, acredito que devamos nos vestir a altura...
Com nossas melhores roupas, e se me permite a ousadia, creio que devamos nos esquecer de vestir certas peças do vestuário, aquelas que só atrapalhariam, se é que me entende...
Despeço-me agora, e lembre-se, não deixe o pavão lhe incomodar, mas se ele se tornar insuportável, eu tenho uma arma de chumbinho da época da minha infância e terei um enorme prazer em lhe emprestar por alguns dias...
Não a livrara dele para sempre, mas o ensinara a se comportar, ou pelo menos, a falar pouco...
Atenciosamente,
Lady Ballett.
Riu abraçando a carta ao peito.
Oh Edward, somente ele para lhe fazer sorrir depois da manhã extenuante que teve. Suspirou se jogando mais uma vez na cama e riu como uma garotinha apaixonada, bem era o que ela era... Completamente apaixonada por aquele Duque.
E quem sabe, pelo menos um pouquinho, ele estivesse começando a gostar dela, também.
Voltou a reler a carta e corou de prazer com a menção do homem para que ela se esquecesse de colocar algumas peças de roupas... Será que enfim, teriam as aulas totalmente nus?
Pelo menos sem o lingerie dela, se é que ela entendeu bem a carta do mancebo, e a leve insinuação por parte dele durante o baile da noite passada. Ela esperava ansiosamente que o Duque estivesse sem a dele também.
...
- Será que Emmett é amante da Baronesa? – ponderou Jasper, enquanto eles estavam encerrados na carruagem alugada indo para a casa do Duque. Isabella apenas negou...
- Não creio!
- Mas ele me pareceu deveras possesso com toda a atenção que ela recebia.
- De fato, ele pareceu a ponto de bater em ti.
- Em mim? – perguntou horrorizado e ri.
- Jasper, você falou do decote dela, e ainda dançou com ela!
- Mas isso não é motivo para bater em um irmão...
- É, quando a mulher em questão lhe interessa...
- Então concorda comigo que ele tenha interesse pela Baronesa?
- Está meio óbvio que ele tem... Não sei qual seria o nível de interesse que ele dedicasse a ela... Mas algum, ele tem!
- Hunf, irei descobrir!
- Jasper... – começou, mas ele bufou.
- Não farei nada demais, só irei tentar descobrir um pouco mais sobre a Baronesa.
- Não se deitará com ela, não é?
- Isabella! – ele novamente estava horrorizado, mas dessa vez pela insinuação da irmã.
- Falo sério Jasper, se Emmett tiver sentimentos pela Baronesa, e se você tiver algum interlúdio com ela... Ele nunca o perdoará...
- Eu sei Bella, eu me comportarei, prometo... ...ou quase isso...
- O que fará?
- Só o que faço de melhor...
- É disso que tenho medo.
Ele riu e abriu a porta quando a carruagem parou.
- A venho buscar em duas horas, esteja pronta!
- Está bem. – beijou a bochecha do irmão e saltou do plaustro.
- Divirta-se, mas não muito...
- Farei o possível. – sorriu antes de fechar a porta e acenou enquanto ele partia, assim que estava sozinha, respirou fundo e foi para a entrada dos fundos que o mordomo lhe indicou da última vez em que veio.
Deu duas batidas e em seguida a porta se abriu.
- Senhorita...
- Boa noite!
- Venha, Milorde a espera.
O seu coração começou a tamborilar e o seu estomago embrulhar de nervosismo, a seda do vestido que usava, roçava nos mamilos nus a fazendo ficar mais e mais excitada, assim como a falta da calcinha, fazia com que ela estivesse muito consciente da sensação de sua pele se esfregando e no calor, que começava a crescer pela antecipação em rever Edward.
Quando enfim chegou a biblioteca, o mordomo abriu a porta, ela entrou e com um aceno rápido, o velho homem saiu. Ela retirou a capa e a colocou no cabide ao lado da porta, assim que se concentrou no interior, ofegou ao ver Edward.
Ele estava... Oh céus...
Onde estaria a sua camisa e sapatos?
- Está nu? – ele olhou para o seu peito e pés balançando os dedos, e em seguida de volta para ela.
- Estou seminu. Ainda levo as calças... – fez um gesto para as calças marrons que eram justas demais e mostravam muito bem a sua excitação.
- Hmmm, elas não oferecem muita cobertura... – murmurou e ele riu abertamente.
- Eu lhe disse querida, queria que hoje usássemos menos roupas em nossa aula...
- Sim, você disse.
- E você Isabella, atendeu a minha, como posso assim dizer, sugestão?
- Sim, estou sem calcinha... – falou rapidamente corando em seguida, o notou olhar para o seu corpo, enquanto lambia os lábios.
- E sem sutiã, também?
- Como sabe?
- Posso ver os seus mamilos duros, marcando a roupa... – rapidamente, ela cruzou os braços em frente aos seios, ele grunhiu e se aproximando dela em passos largos, abaixando as mãos da então donzela...
- Edward...
- Não se esconda de mim... Quero vê-la!
- Mas... – sem deixá-la continuar, ele a beijou... A moçoila suspirando, se agarrou a ele, ansiando mais por aquele beijo do que imaginava.
Desejando nada mais do que estar ali, naquele lugar com ele, sendo dele... Pois enquanto vivesse, mesmo casada com outro, ela sempre seria dele...
Quando o Duque se afastou, ele lhe sorria, levou a mão até os cabelos dela e desfez o penteado que a menina usava, deixando os cabelos sedosos soltos. Ele passou os dedos pelos fios escuros e se inclinou para cheirar os cabelos dela.
- O que está fazendo?
- Adoro o seu cabelo, a cor, o cheiro... Céus, tudo me atrai em você, Isabella.
- Também o acho, huh, atraente... – sussurrou envergonhada e ele se afastou.
- Sim? – ela assentiu e ele deslizou as mãos por sua cintura até a sua bunda, onde deu um bom apertão a fazendo arfar. – Diga amor, o que acha atraente em mim?
- Tudo... ...o seu corpo, o seu cabelo, os seus beijos... – falou passando as mãos pelo peito nu, largo e forte do homem, ele grunhiu baixinho e ela se inclinou para beijar um mamilo, ele se afastou bruscamente.
- Jesus mulher, me deixas insano!
- Isso é ruim?
- Não, é bom! Até demais... Diga-me, já leu mais do Kamasutra?
- Não... Hoje estive muito ocupada.
- Entendo, então vamos brincar hoje, em vez de estudar... – sorriu maliciosamente e o coração dela disparou.
- Brincar?!
- Sim...
Em passos rápidos, ele estava ao lado dela, ainda sorrindo, levou-a ao sofá e a ajudou a se sentar. Em vez de acompanhá-la, ele se ajoelhou aos pés da moça e ergueu um pouco o vestido que ela usava, e para a mais completa surpresa dela, começou a tirar os sapatos que ela calçava.
- O que está fazendo, Edward? – perguntou com uma risada, quando ele fez cócegas em seu pé agora nu, como o dele.
- A deixando mais confortável, amor.
Assim que a deixou livre de ambos os sapatos, ele começou a passar as mãos pelas pernas cremosas da jovem, um calor começou a se concentrar no interior da donzela, assim como uma necessidade que ela nem sabia como preencher, mas seguia sentindo...
- Edward...
- Shiii, calma amor, me deixe brincar com você.
Ela ofegou, quando ele subiu mais e mais o vestido dela, relevando cada vez mais as pernas da moça... Quando boa parte do vestido já se encontrava agrupado nos quadris macios, ela começou a ficar agitada.
- Vais, vais...
- Quietinha! – pediu com um grunhido urgente.
Se aproximando cada vez mais, ele abriu as pernas dela e para a completa surpresa da moça, enfiou a cabeça entre elas...
- Edward, o que está fazen... – a sua voz morreu, ao sentir a língua dele, nela...
Um calor abrasador a envolveu, o seu coração parecia querer explodir para fora do peito.
Ela sentiu o vapor da respiração dele, assim como a barba por fazer roçando o interior de suas coxas, a necessidade estava cada vez maior, muito além do que sentira na última aula... E olha que aquilo havia sido intenso, mas isso era demais... Por certo, ela morreria se ele continuasse.
- Edward, eu não sei se deve... ...creio que seja melhor se afastar...
Ouviu-o grunhir, ela já ia levantar as saias, mas toda a força se esvaiu de seu corpo, ao sentir a língua dele, lá...
- Oh Meu Deus... – guinchou alto e sem se conter mais, ergueu as saias.
OH, MEU DEUS...
Pensou ao vê-lo com a boca em sua entrada, era chocante, era inimaginável, e céus, era bom, muito bom...
Os seus olhos giraram ao sentir a língua dele, lambendo-a e chupando-a, os seus dedos apertaram com força a barra do vestido, ela mordeu os lábios e fechou os olhos perdida nas deliciosas sensações que a boca de Edward lhe provocava...
Ele lambia cada pedaço dela, empurrando a língua para dentro, chupando um pequeno ponto no interior dela que a fez querer gritar e gritar por mais. As mãos grandes dele agarraram o seu bumbum e apertaram a carne, enquanto a puxava mais de encontro a sua boca faminta. Era como um beijo, ele a estava beijando apaixonadamente bem ali em baixo...
Era lento, molhado, excitante e todo o corpo dela tremia... Os beijos dele começaram a ficar mais intensos, mais fortes, ele raspou os dentes naquele ponto que pulsava, a respiração da moça se agitou e as pernas bambearam, o corpo delgado começou a pulsar... ...tudo tremia, mas quando ele empurrou um dedo dentro dela, tudo explodiu!
Foi somente o que ela pode pensar... Uma explosão, o seu corpo havia entrado em combustão, com os beijos e toques dele, e quando não pode agüentar mais, ela explodiu em uma onda de prazer tão intenso que o seu corpo todo estava mole.
- Bella? – ela piscou ao som de seu apelido e o encarou, ele a fitava com o rosto apoiado em seu estomago, as suas mãos ainda estavam em seu bumbum e ele o massageava gentilmente.
- Me chamou de Bella?
- Sim, é o seu nome, não é?
- Meus pais me chamavam assim, às vezes Emmett e Jasper, mas era uma coisa minha e dos meus pais...
- Se preferir, eu não a chamarei mais assim... – ela negou.
- Eu gosto! Pode sempre me chamar assim, pois sou a sua Bella... – percebeu que a testa dele franziu, e esperou que ele negasse dizendo que ela não era dele.
Ela era, mas temia que ele não quisesse, porém ele a surpreendeu quando sorriu e beijou o seu estomago sobre o vestido.
- Minha Bella... – sussurrou e se afastou, ficando de joelhos na frente dela, ele acariciou as coxas da moça.
- Sim, sua...
- Agora, minha Bella, o que achou dessa brincadeira? – corando abertamente, ela sorriu.
- Eu gostei, muito...
- Bom, muito bom, pois desejo brincar mais.
- Mais?
- Oh sim! Seu gosto é viciante Bella, quero provar mais e mais dele.
Agora, havia sido a vez de ela grunhir e se jogar de encontro ao sofá... Ela estaria morta até o final daquela noite se ele voltasse a beijar o seu interior, mas ao sentir as mãos dele em suas coxas, as afastando e o calor da boca dele mais uma vez, percebeu que não se importava...
Na verdade, aquela seria uma ótima maneira de morrer.
N/A: oi povo pervo
ui que esse cap foi quentee oh calor rsrs
adorando os comentários divooos u.u
agora um aviso rápido
ja falei no grupo, mas nao sei se todas as leitoras sao de la
enfim meu note morreu pogo :'(
Ja era, então vou escrever pelo tablet è mais difícil ja q nao tacostumada,mas não custa tentar hehe
então se as postagens demorarem è por isso ok
com isso dito vou descansar
N/B – Fui somente eu, quem percebi o mal estar do pavão ao não poder se casar logo ou alguém mais notou? Deveras estranho, hein? E a coisa do beijo lá... NOSSA! Comments please!
TUCA
