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Donzela Feroz

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Capítulo 10

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— Corre! — Sango gritou a Mirok. — Corre! — Por Deus! O que estava lhe levando tanto tempo?

Sim, ele estava ferido, mas ela tinha dado muito tempo para preparar-se. Tinha passado mais de uma hora embebedando aos homens. E agora um deles se afastou para urinar. Era uma oportunidade ideal para que Mirok fizesse sua fuga. Por Deus! Não lhe havia dito que mantivesse os olhos abertos?

Voltou para Hick do tronco onde estava sentado. Em seguida saltou sobre o fogo para enfrentar a Dob com a adaga. De relance, viu Mirok que finalmente se pôs de pé, embora estivesse se movendo lentamente.

Sua sede de vingança avivada pela imagem patética de Mirok rengueando, fez que levantasse sua adaga, para em seguida cravá-la na parte alta da coxa de Dob.

— Isso — ela murmurou entre dentes — É por ter ferido a meu refém.

Ele gritou agarrando a perna, mas ela não sentiu remorso e o golpeou com a espada. O homem não tinha mostrado piedade com ela, depois de tudo. Tinha-lhe deixado o olho preto e tinha prejudicado seriamente a perna de Mirok, provavelmente incapacitando-o para sempre. Ela olhou brevemente a seu redor, esperando ver Mirok rengueando para um lugar seguro, mas em troca o viu cambaleando para o fogo.

— Vá! Vá! — ela gritou.

Ele a ignorou e começou a brigar com o quarto inglês, armado só com seus punhos. Lançou-lhe um poderoso soco que alcançou o queixo do homem, seguido por um golpe no estômago que o dobrou em dois.

Enquanto isso, Hick tinha se posto de pé. Extraiu sua adaga e caminhava para ela cheio de fúria.

— Então quer brincar de rude?

Ela estreitou seus olhos.

— Oh, sim — lhe assegurou.

Sango deu um passo para trás, sem dar-se conta que Otis tinha recuperado se o suficiente para alcançar o tornozelo dela. Sango perdeu o equilíbrio e caiu para trás, quase no fogo. Pior ainda, a arma lhe escapou quando sua mão golpeou no chão.

Hick estava ainda avançando, quando ela recuperou o fôlego, Otis se inclinou sobre ela com um olhar assassino nos olhos. Ela lhe lançou um soco com toda sua força e que acertou no nariz. O golpe fez que seus nódulos pulsassem de dor, embora provavelmente não tanto como o nariz de Otis, que tinha se quebrado.

Quando ela voltou sua cabeça, Hick já estava ali, brandindo a faca de A Sombra. A arma brilhava enquanto descia para o peito de Sango. Ela rodou para um lado e a faca roçou suas costelas antes ficar cravada no chão. Em seguida ela juntou um punhado de terra e a lançou na sua cara.

Hick saltou para trás, tratando de limpar os olhos. No caos, Sango rodou sobre suas mãos e seus joelhos para ver se Mirok já tinha escapado. Tinha que admitir, que por estar tão ferido, Mirok estava dando uma boa briga. Em vez de brigar como um perfeito cavalheiro, ele estava fazendo algo mais inteligente.

Estava usando seus punhos e pés e cuspidas para vencer a seu oponente. Mas não podia agüentar muito. Ela viu sangue fresco filtrando-se pelas ataduras. E se seu inimigo o golpeasse no lugar mais vulnerável?

Sango tirou a faca de A Sombra da terra e se aproximou dos combatentes. Mas não houve necessidade de sua intervenção. Justo quando ia usar a faca, Mirok lançou um soco que desacordou o homem. De repente ouviu um murmúrio a suas costas, ao girar Sango soube que ainda não tinham terminado. O quinto homem havia retornado.

Não houve tempo para defender-se, nem tempo para dar a volta completamente, nem sequer tempo para olhar. O melhor que pôde fazer foi investir com a faca, cravá-lo cegamente e rezar para alcançar algum órgão vital do inglês. Mas a faca deu no ar vazio.

— Abaixe! — Mirok gritou.

Sem pensar, ela se deixou cair ao chão, graças a Deus. Porque nesse mesmo instante, Mirok lançou sua adaga que passou a centímetros dela. Ouviu-se um grunhido, e em seguida a queda de um corpo, e soube que a faca tinha acertado o alvo. Sem olhar para trás, agarrou uma adaga que estava atirada no chão e a bota com vinho deixada perto do fogo. Sango ficou de pé e correu para Mirok.

— Vamos!

Meteram-se no bosque, correndo na escuridão. Sango o ajudou, passando seu braço pelo ombro e carregando parte de seu peso. Talvez os ingleses os seguissem. Talvez não. Mas depois de uma milha ou duas de andar às cegas eles mesmos tinham perdido o caminho. Com os pulmões ardendo, Sango finalmente se viu forçada a deter-se. Os dois ofegavam agitadamente no silêncio profundo do bosque. Enquanto recuperavam o fôlego, Mirok disse:

— Faça um juramento.

— Sim?

— Nunca faça isso novamente.

— Fazer o que?

— Correr semelhante risco. Desafiar a inimigos que lhe superam em número e em peso. Misturar-te com inescrupulosos mercenários.

Ela franziu o cenho.

— Planejar uma fuga — ele adicionou — Sem consultar a seu aliado.

— Consultei-te. Mas você estava muito enjoado para compreender.

— Corre, me ordenaste? Corre? — Ele sacudiu a cabeça.

Ela se encolheu de ombros.

— És Normando.

Ele grunhiu.

— Sou um cavalheiro.

— Mas além de suas críticas — ela disse enquanto começavam a caminhar novamente — Tudo resultou bem.

— Mas e se não tivesse saído bem? E se eles nos vencessem? E se um deles... Ou todos... Tivessem decidido aceitar sua oferta?

Sango se deteve abruptamente.

— Mãe de Deus! Verdadeiramente acreditas que sou uma mulher indefesa? Todas as mulheres sabem que um homem é mais vulnerável quando tem as calças abaixadas.

Por Deus! Essa era a razão pela qual ela tinha passado horas seduzindo aos mercenários. Mirok enrugou suas sobrancelhas e suspirou. Ainda assim, ele tinha razão a respeito de uma coisa. Ela realmente não tinha considerado as conseqüências se perdesse a briga. Na verdade poucas vezes o fazia. É mais, se pensasse muito nas possíveis conseqüências de suas ações nunca em sua vida se atreveria a levantar uma espada.

Mirok não tinha as calças abaixadas, não por agora, mas isso não significava que não se sentisse tão vulnerável como os mercenários ingleses. Ele tinha sido testemunha do baile sedutor de Sango, e não era imune a seus encantos.

Com o braço ao redor de sua cintura e seus peitos contra seu tórax, Sango o ajudou a caminhar para a cabana. Era um milagre que a encontrassem, considerando quanto ela tinha bebido nessa noite, mas ela parecia saber exatamente onde se encontravam. Uma vez dentro do refúgio, ela tomou um grande trabalho para assegurar-se que ele estivesse cômodo, insistindo para que ocupasse a cama.

— No chão estarei bem — ele argumentou.

— Tolices. — Ela o empurrou sobre a cama, e em seguida se inclinou para acomodar a manta ao redor de seus ombros, esquecendo-se que seu vestido estava aberto no decote. Seus peitos se incharam sobre o tecido, à luz piscante do fogo, viam-se dourados e deliciosos como fogaças de pão de mel.

Mirok se forçou a desviar seu olhar. Ainda assim, sua voz se quebrou quando disse:

— Insisto.

Ela cruzou seus braços debaixo de seus seios, o que piorou o problema.

— E como te atreve a insistir quando quase não pode te manter em pé?

Ele não podia erguer-se, mas outra parte de seu corpo não estava tendo problemas em erguer-se. Apesar da dor da perna ferida, uma dor mais aguda clamava sua atenção.

— Não — ela continuou. — Ficará na cama. Não quero ouvir o capitão Inuyasha me dizendo que não te cuidei corretamente.

Isso apagou parte de seu desejo. Por um momento, ele se tinha esquecido das motivações de Sango. Sim, ela queria que ele se curasse, era só porque serviria melhor a seus propósitos. Essa mulher era tão ambiciosa como os mercenários.

— Está perdendo seu tempo — ele disse abruptamente. — Ele não pagará por mim.

Ela estalou sua língua.

— Por que, Sir Mirok, se até eu sei que é valioso.

Isso o surpreendeu, ouvi-la chamá-lo por seu nome. Agradou-lhe como soava.

— Além disso — ela continuou — Não estou pedindo dinheiro. Estou pedindo por minha irmã.

Ele sacudiu a cabeça.

— Sir Inuyasha não se deixa manipular.

— Todos podem ser manipulados.

— Ah — ele disse, com um sabor amargo em sua boca. — Quer dizer do modo que manipulou aos mercenários?

Só lhe deu um sorriso ardiloso, e em seguida começou a ocupar-se de sua perna.

— E me chamou de sátiro — ele murmurou. — Não sou um sátiro. — Ele sorriu travessamente. — Não posso recordar bem. Quantos moços do estábulo eram?

Ela sorriu enquanto cuidadosamente tirava a atadura.

— Me acreditaste?

— Onde mais poderia ter aprendido todas essas... Essas... — Imagens da impressionante beleza, sacudindo seus quadris, molhando os lábios com a língua e expondo seus seios, voltaram para sua mente novamente, esquentando seu sangue.

— Oh, sim — lhe disse, sua voz com humor sardônico. — Dormi com todos os moços dos estábulos. E me deitei com todos os Cavalheiros de Higurashi também.

Ela podia pensar que isso era divertido, mas ele não. Não nessa noite. Não quando ela tinha exibido semelhante perícia na arte da sedução. Não quando ela tinha arriscado seu corpo para liberar a ele. E especialmente, não quando ele perigosamente tinha começado a afeiçoar-se dessa donzela escocesa.

Ela apoiou uma perna na cama e procedeu a cortar outra tira de sua anágua. Se ele não a conhecesse melhor, teria suspeitado que ela fazia isso para provocá-lo, seu olhar não pôde evitar vagar pela panturrilha que ela exibia. Mirok grunhiu:

— Inuyasha não cederá a sua nova esposa.

— E por que? — Ela baixou seu pé. Umedecendo o tecido em um balde com água, ela começou a lavar sua ferida. Seu toque era surpreendentemente suave para uma mulher que há algumas horas tinha cravado uma faca a um par de bandidos sem pestanejar.

— Você não teria durado muito como sua esposa.

— Parece-te?

— Sir InuYasha exige fidelidade.

— Ah. — Ela franziu o cenho, pretendendo considerar sua afirmação. — Então ele não teria paciência com meus moços dos estábulos?

Mirok baixou suas sobrancelhas. A moça não o estava tomando a sério.

— Inuyasha os mataria.

— Uma lástima. — Um princípio de sorriso apareceu em seus lábios. — É obvio, eu teria que matar a todas suas amantes em troca. E então, quem limparia o castelo e os estábulos?

Sango podia sentir a frustração que emanava de Mirok. Ela encontrava sua atitude divertida e irritante ao mesmo tempo. Por que era que os homens assumiam que se podiam deitar com a mulher que quisessem mais as mulheres tinham que ser fiéis? Não era justo. Não era que ela estivesse interessada em deitar-se com um homem. Portanto, se Inuyasha desejava ser um sátiro e deitar-se com todas as servas do castelo, estava bem para ela.

— Aí está — ela disse, terminando de ajustar a atadura. — Onde está a bolsa com a comida? Estou faminta. — Viu-a ao lado do fogo. — E você? Está faminto?

Havia fome em seus olhos, mas era uma fome de um tipo completamente diferente. Seu olhar ardia de desejo. Por Deus! Ele, também, tinha sido afetado pelo ato de sedução dela. Ela não o tinha notado antes. Ela olhou brevemente a suas calças. Não estava equivocada. Uma parte de seu corpo estava rígida como uma lança pronta para ser disparada. E por uma razão curiosa e perturbadora, isso a fez estremecer-se com excitação.

Era absurdo. Ela estava acostumada a ver esse tipo de coisas. Em companhia de homens a maior parte de sua vida, tinha estado exposta a essas exibições masculinas: desde arrotos sonoros até peidos, desde comentários obscenos a atos obscenos. Tinha visto homens urinado e tendo sexo também.

Mas algo a respeito da manifestação de desejo de Mirok lhe produziu uma intoxicante sensação de poder. Caminhou para ele com a bolsa de comida, e um sorriso em seus lábios.

— Então não achas que posso ganhar a devoção de Inuyasha?

Mirok parecia incômodo, como se não quisesse pensar nisso. Ela sentou a seu lado na cama, e meteu uma cereja em sua boca. Mirok se manteve calado por um momento, logo falou.

— Inuyasha não é tão inocente como esses mercenários.

Impulsivamente, ela se inclinou para frente para murmurar:

— Todos os homens são inocentes no que se refere ao meio de suas pernas. — e em seguida lhe deu uma palmada à parte superior de sua coxa.

Tão rápido como um falcão agarrando sua presa, a mão de Mirok voou e apanhou a mão dela. Mirok girou sua cabeça. Ela esperava que ele ruborizasse de vergonha e soltasse sua mão.

Ela nunca esperou um sorriso dele. Ou seu olhar nublado. E muito menos que ele pressionaria sua palma contra sua ereção e a mantivesse a contra sua vontade. Ao menos, ela supunha que era contra sua vontade. Ela não fez muito esforço para resistir.

Mirok a olhou insinuantemente.

— Não comece o que não está disposta a terminar, pequena tentadora.

Seu coração pulsava entre seus peitos como um pássaro selvagem golpeando contra sua jaula. Deus, seu pênis era firme e cheio, e ela pôde sentir o calor dele através de suas calças. Mas foi o que havia em seu olhar que lhe tirou o fôlego. Em seus olhos havia um convite à aventura, a promessa de inimagináveis prazeres. Suas próprias vísceras tremeram em resposta, sua pele ardia, e o sangue pulsava em seus ouvidos.

Se ela não tivesse prestado atenção à voz em sua cabeça, uma voz que soava muito parecida com a de Kagome, lhe dizendo que estava sendo perigosamente impulsiva, teria se inclinado para frente para ver que sabor tinham os lábios do normando.

Mirok podia sentir o desejo de Sango como algo muito evidente. Era intenso e poderoso. Portanto, se ele tivesse sabido quão poderoso, nunca teria forçado sua mão contra seu membro. Ele tinha acreditado ter-lhe dado uma clara advertência, para lhe avisar das conseqüências de sua provocação, para lhe mostrar que embora ele poderia ser um nobre cavalheiro, também era um homem.

Mas ela não estava prestando atenção a sua advertência em nada. Pelo contrário, ela parecia atraída para ele. Seus olhos cor de conhaque brilharam com feroz desejo, as pálpebras caindo como se o peso do desejo fosse muito pesado de tolerar. Seus lábios abertos pareciam mais deliciosos que uma cereja. E sua mão permaneceu onde estava, sobre seu membro. De fato, seu polegar roçava ousadamente ao longo da extensão de seu membro, extraindo um gemido de prazer dele.

Cada nervo de seu corpo instantaneamente desejou o contato dela. Mas ele sabia que não podia ser. Ela estava muito bêbada, e ele estava muito vulnerável. Se eles consumassem esse desejo, não seria melhor que os mercenários. Usando toda sua força de vontade, ele soltou sua mão e desviou seu olhar. Sango levou um momento para sair de sua frouxidão e dar-se conta que ele a tinha soltado. Levantando sua mão, ela pestanejou e em seguida balançou torpemente para trás, puxando a bolsa da cama.

Enquanto ela reunia a comida que tinha esparramado, ela parecia agitada, e Mirok se perguntou se a tinha surpreendido depois de tudo. Ele esperava que assim fosse. Já era bastante difícil, combater suas próprias paixões, para ter que dominar as dela também. Finalmente, sem olhá-lo nos olhos, lançou a bolsa para ele.

— Aqui tem. Precisa recuperar suas forças.

— E você? Deve estar...

— Não tenho fome. — Com isso, ela armou sua própria cama no chão, em seguida se tapou com a manta.

Mirok de repente deixou de sentir fome, das cerejas e do queijo. Pôs a bolsa de um lado. Enquanto o fogo se apagava, ele olhou o teto, incapaz de apagar as provocadoras imagens de Sango de sua mente: seus olhos brilhantes, seu sorriso pícaro, seus seios voluptuosos, a suave curva de seu quadril.

Talvez amanhã, ele pensou, quando ela estiver menos ébria, e quando ele tivesse mais controle de seus apetites... A noite toda ele sonhou com Sango... Nadando na lagoa com suas irmãs, lutando em seus braços enquanto desciam a escada do castelo, sorrindo triunfante enquanto apanhava uma truta, combatendo contra os mercenários, movendo seus quadris sedutoramente à luz do fogo, enfaixando meigamente sua ferida.

Amanhã, ele pensou estarei cansado de sua imagem, mas estava equivocado. Especialmente porque a primeira coisa ele viu quando abriu seus olhos era o objeto de seus sonhos, completamente nua, lavando-se ao lado do fogo com um trapo e um balde de água.

Por um longo tempo, ele a olhou em silêncio, temeroso de fazer um ruído que o privasse dessa festa maravilhosa. Ela passou o trapo sobre o ombro e o braço e em seguida no outro braço. Quando se inclinou para molhar o trapo no balde novamente, seus seios se moveram brandamente para frente, e seu membro respondeu diante dessa cena, inchando-se com desejo. Ela lavou-se o pescoço e depois seus seios, estremecendo-se quando a água fria os tocou fazendo seus mamilos se enrijecerem.

Ele ficou rígido também, e na parte baixa de seu estômago cresceu uma dor familiar, uma dor que ele não tinha aliviado em um longo tempo. Quando ela se lavou entre as pernas, Mirok quase deixou escapar um suspiro audível. Por Deus! Ele invejou suas mãos. Ela realizou a tarefa despreocupadamente. Mas ele sabia como tocar uma mulher ali e fazê-la gemer de paixão.

Ela continuou lavando suas pernas, e Mirok se perguntou como se sentiria com elas envoltas ao redor de sua cintura, os calcanhares dela afundando-se em suas nádegas...

— Bom dia — ela disse casualmente, como se ela não estivesse nua. Muito nua.

Poucas coisas deixavam Mirok mudo. Ele podia seduzir a mais reticente donzela com palavras engenhosas. Podia improvisar uma canção tão rapidamente como um histrião. Podia dar explicações coerentes a um marido ciumento quando era surpreendido na habitação de sua esposa. Mas isto... Isto lhe tinha atado a língua.

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Continua...

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