CAPITULO 10 – TODOS OS MEUS DESEJOS
POV EDWARD Especial.
Nunca em toda a minha curta vida, eu pensei que viveria tudo o que acontecia desde meu retorno pra casa. Desde o momento que mostrei para Isa, minha prima, o quanto de tesão e erotismo eu tinha em função dela, nossa vida sexual estava a pleno vapor. E lógico, eu estava amando tudo isso.
Ela tinha acabado de sair da casa do Jazz, mas seu cheiro, sua força e seus orgasmos ainda povoavam meu cérebro. Minha prima era linda. Com roupa, sem roupa, com ironia, com tesão e ainda mais linda quando gozava, e melhor ainda quando eu era o responsável por isso. E a noite de ontem, tinha sido a mais perfeita de todas. Mostrei para ela que estava me tornando um amante perfeito, que a levava ao ápice de forma insana e maravilhosa.
Eu nunca entendi nosso relacionamento na verdade. A única coisa que eu tinha certeza era que Isa jamais assumiria um relacionamento, principalmente comigo. E isso me frustrava. Eu não era um romântico incurável, mas queria ter uma namorada e Isa seria perfeita, exceto por um detalhe. Ela era minha prima. E para ela, ainda existia o fato da diferença de idade entre nós, porque ela tinha 10 anos a mais do que eu. Mas quanto a isso, eu nunca me importei. Entretanto esses pensamentos não me assaltavam com freqüência, pois a coisa mais importante de tudo, com certeza, nessa história, era sobre a inveja astronômica que qualquer homem da minha idade, não, todos os homens de todas as idades, teria se soubessem sobre nosso sexo. Bom, na verdade, só teriam se soubessem.
Eu sonhava com a Isa quase todos os dias. E sempre sonhando com uma posição nova. Meus sonhos pareciam a versão ilustrativa do kama Sutra. Diversas vezes, Alice ou meu pai, me pegavam sonhando com ela e viam minha ereção. Isso estava ficando ridículo, lógico, e desde nossas primeiras saídas, eu passei a trancar meu quarto. O período que eu fiquei mais desesperado foi durante sua viagem, pois eu já estava viciado nela. Senti muito sua falta, mas eu não liguei para seu celular, pois sabia da situação complicada dela e da minha tia, mas, porra, todas as vezes que eu me aproximava ou pensava na Isa, eu ficava de pau duro. E durante esse período foi ainda pior e isso definitivamente era constrangedor. Nosso período de "ausência sexual" foi longo, mas acabou. Sim, nossa ausência, porque eu não saia com ninguém. Eu simplesmente não conseguia...
Sorri ao lembrar que Isa realizou a fantasia de 10 entre 10 homens no planeta. Eu tinha transado com duas ao mesmo tempo. Tudo bem que minha amiga da faculdade não agüentou muito tempo e sinceramente até hoje me pergunto como a Isabella agüenta tudo, e goza loucamente para mim. Acho que nem eu iria me agüentar, pois eu sou cavalo, como a própria Isa já tinha falado. Por isso que tenho medo de me aproximar de outras meninas. Sei que é assustador o tamanho do meu pênis, mas eu não tenho culpa. Apesar de tudo, o melhor era que eu adorava os gemidos da Isa diante do meu tamanho.
Hoje eu e Isa, estabelecemos nossas "regras", por assim dizer, pois nunca conversamos abertamente sobre "nós". Queríamos realizar nossas fantasias, mais íntimas, e cada um teria o direito sem questionar o outro. Entretanto não poderíamos ferir o outro e se eu ou ela estivéssemos desconfortáveis com a fantasia do outro, falaríamos abertamente, e praticaríamos sexo, SEMPRE, mais do jeito mais "tradicional".
Fui para minha casa com um imenso sorriso de satisfação no rosto. Era próximo ao almoço e lembrei sobre a Isa falar do seu almoço com a Alice. Meu sorriso se ampliou com a lembrança de que, pela primeira vez desde que nossa aventura começou, eu tinha dormido abraçado com ela. Nunca ficamos tempo o suficiente para isso, na verdade nunca tinha passado uma noite inteira com a Isa, pois sempre foram saídas rápidas e alucinadas. E, além disso, ocorreu o que eu nunca esperei dela, que foi melhor ainda, nossa relação entrou em outro patamar. Fizemos sexo sem camisinha! E se era maravilhoso nosso orgasmo, foi ainda melhor sentir sua quentura, seu molhado prazer, minhas estocadas sem nenhuma barreira. Foi no mínimo o próprio paraíso na terra. Senti seu cheiro, suas paredes roçando e apertando meu pau, sem qualquer restrição. E o melhor de tudo, me enrosquei no seu corpo gostoso e a abracei possessivamente por trás. Minha amante. Minha prima. Minha.
Assim que entrei em casa, escutei Alice gritando comigo. Rolei os olhos. Mais. Que. Porra. Eu poderia fazer 50 anos e a Alice continuaria me tratar como criança.
- O que você quer Alice? Porra eu não sou surdo.
- Ed irmão lindo. Estou indo almoçar na casa da Bella. E você vai ficar sozinho. Se você quiser, eu deixo você chamar sua ninfomaníaca secreta para nossa casa, afinal... Hum...
- O que foi? - Perguntei confuso, já que ela tinha parado seu monólogo de repente e me olhava com a boca apertada e olhos cerrados. Comecei a achar que estava pelado na rua...
- Bom acho que não precisa né Edward? Você dormiu por acaso? Deus do céu, você esteve com ela ontem né... Você... Você está pingando sexo! Fala sério Edward, essa menina vai tirar o título de tarada universal da Bella e você vai virar ator principal de filme de zumbi pornô. Você já viu a sua cara?
Gargalhei. Isso sim que era um comentário engraçado. Ninfomaníaca Secreta? Tarada Universal? Os adjetivos de Bella aumentavam cada vez mais. Sem contar a quantidade de nomes que eu SEMPRE dava pra ela. Com essa lembrança meu pau se animou de novo.
- Alice, você e suas teorias. Mas obrigado pela oportunidade e pela proposta irmã eternamente mais velha, mas estou cansado e vou dormir um pouco agora. Onde está papai?
- Ele foi a um almoço beneficente eu acho. Ainda bem que você não estava aqui, pois ele iria te arrastar. Você não vai me contar nada seu... Pervertido?
- Arghhhh... Deus me livre desse martírio. EU.NÃ..NADA. Bom, vou descansar, e bem... Hum... Mande beijos pra Isabella.
- Ainda tendo sonhos eróticos com a Bellinha, Edward? Já te falei várias vezes, ela não é pra você. Além do mais, você já arranjou sua tarada particular, já era para você ter superado a nossa prima, ou ainda tem sonhos eróticos com ela? Hum... Ou não superou isso? Me diz então porque gagueja quando fala da Bella?
- Eu gaguejo? Está louca pintora de rodapé? Eu só fico constrangido, sei lá. E isso acontecia quando eu era adolescente Alice, e ESPERO que você nunca conte isso para ela. Deus, eu vou morrer de vergonha. Até porque já percebeu que ela nunca fica sem graça com nada? E sempre faz comentários irônicos sobre tudo e todos? E o pior, sua mente sempre vê o lado sexual de tudo? - Falei, tentando mudar o assunto.
-Sei sim irmão. Mas sabe como são as mulheres dessa família. E acho que a Bella é nosso maior orgulho. Porque além de linda, independente, descolada, ela tem várias qualidades, como carinhosa, meiga e alegre. E lógico, totalmente liberal com seu corpo, e com o sexo.
Concordei lentamente. Sim, Isa era tudo isso e ainda acrescentaria: gostosa, apertada, tarada... E com isso meu pau se animou de novo. Porra, eu tinha acabado de gozar 4 vezes a menos de 4 horas a trás, e meu corpo já dava sinais de que precisava dela de novo.
Alice foi ao encontro da minha rainha do sexo particular. Suas curvas, seus gemidos e sua boca maravilhosa vieram com força total na minha mente, levando um arrepio direto da minha coluna ao meu sexo, que pulsou na minha calça, ficando pronto na hora. Que ótimo, mas uma satisfação solitária, dentre tantas, pensando na minha doce e linda prima.
Fui rapidamente para o meu quarto, que tinha um banheiro privativo. Oh Deus! Quantas vezes, durante toda a minha pré-adolescência, eu me imagina beijando aquela boca, chupando seus seios, me afogando no seu clitóris, e fazendo ela gozar na minha boca e no meu pau. Agora eu consegui tudo isso. Porra, isso era bom demais.
Retirei toda a minha roupa e minha ereção saltou ansiosa. Fui ao banheiro, pois no chuveiro, além de facilitar minha masturbação, eu aproveitaria e tomaria uma ducha. Nesse momento me perguntei se ela deixaria fodê-la novamente sem camisinha. Eu agora queria, precisava disso. Descobri que seria meu novo vício, em relação a tudo o que vem dela. Todo viciado sempre procura por sua droga, e quando ele descobre novos prazeres provenientes dessa droga, ele que se saciar e busca cada vez mais pelo objeto do seu vício. O prazer indescritível.
Entrei no banheiro, já acariciando meu membro. Lenta e dolorosamente. Fiz o caminho de toda a sua extensão, lembrando com absoluta nitidez o caminho das mãos e da língua perfeita dela. Sim! Como era gostoso senti-la em volta do meu pau. Lembrei da primeira vez que ela me chupou. Foi inesquecível. Ela presa na parede, o risco de ser pegos. PORRA. Adoro colocar tudo dentro dela, sentir suas mordidinhas.
Já no box do banheiro, aumentei ligeiramente a fricção, sentindo o início do meu líquido saindo. Bella. Aaahhh.
Imaginei sua boceta, aberta pra mim. Isso. Molhada, apertada. Sonhei com sua cozinha, ela aberta pra mim, de costas, na sua mesa. Sim! Abre mais as pernas safada. Bella estava com uma mini saia, sem calcinha, de saltos e de sutiã. Com rendas. Seus cabelos soltos na suas costas. Vadia. Minha vadia. Ela gemia e rebolava no meu pau, implorando pra eu entrar fundo nela.
- Não Isa, eu vou te arrombar hoje. Você vai implorar para eu descansar e quando estiver tão ardida eu vou entrar no seu rabo.
Isso. Que bunda gostosa ela exibia pra mim. Minha mão já estava em volta firme, fazendo movimentos cada vez mais frenéticos, eu gemia e apertava os olhos com aquela visão. Sua bunda, que delícia. Eu precisava disso. Era meu novo desafio. Ahhh... Imagino aquele buraquinho, apertado, me engolindo. Isso Bella. Grita meu nome. Entrei na sua boceta apertada, estocando fundo, segurei seus quadris. PORRA. Ela gemia. Meus movimentos aumentaram, eu queria. Encostei na parede do banheiro, e gemi mais alto, minha tara, minha prima. Minha mão, mais rápida e descontrolada, simulava aquela boceta apertada.
-Isso Isa, rebola pra mim, mas agora eu quero isso! Entrei fundo de uma vez por trás.
PQP. Estava me mastigando, gostoso. OHHH Deus! Eu quero, muito. Estoquei forte e profundo no seu buraquinho. Meu, tudo meu. Isso! Porra. Meu corpo já tremia pela satisfação que estava chegando. Meu orgasmo, mais uma vez, para ela. Sempre. E como eu sabia, meu clímax chegou, junto com um grito. Por ela, chamei por ela.
Meu líquido escorreu pelo blindex do Box, forte e rápido. Adorava esses momentos, mas minha insanidade estava cada vez maior. Eu estava me masturbando pensando em fodê-la por trás? Deus do céu, ela nunca deixaria. Ou não? Antes de tudo começar, eu sempre sonhei em fazer sexo com ela, em várias posições, em todos os cantos da minha casa, da casa dela. Mas sempre foram sonhos, eu nunca tive a inspiração de saber seu sabor real, do seu cheiro, da sua cara e seus gemidos quando estava gozando. Tudo sempre era perfeito! Mas agora sonhar e gozar sabendo como é, era ainda melhor. Será que eu poderia sonhar mais alto? Eu queria. Agora descobri que eu queria isso também. Mas como pedir? Eu preciso saber.
Terminei meu banho mais relaxado e feliz. Eu tinha uma vida perfeita. Apesar dos meus quase 20 anos, eu me sentia realizado. Eu tinha uma família maravilhosa, era formado naquilo que eu gostava, e tinha uma mulher perfeita. Uma amante perfeita. Novamente minhas memórias me trouxeram a primeira vez com Isabella. Ela me flagrou em plena masturbação, pensando nela, e quando eu tinha achado que tudo estava perdido, ela se insinua pra mim, me excita ainda mais, e sem eu menos esperar ela senta no meu membro. Perfeito, como tudo nela. Desde esse dia, que tenho sonhos e fantasias cada vez mais vívidas com ela.
Caí na cama, exausto. A noite passada tinha me esgotado. Deixei meu corpo relaxar, e meu último pensamento foi sobre qual seria a fantasia dela comigo. O que ela queria de mim?
Acordei com um barulho insistente. Droga. Era meu celular. Tateei a sua procura, pois já estava escuro, olhei na mesinha de cabeceira. 22 horas. Nossa dormi mais de 10 horas direto, eu estava cansado mesmo. Assim que encontrei o telefone, já atendi sem saber quem era.
- Alô?
- Fala garanhão. Dormindo?
-Estava Jazz, até você me acordar. O que aconteceu? Já está de volta?
- Não cara. Na verdade só liguei para avisar que estou bem, e que devo voltar somente daqui a uma semana ou mais.
- E desde quando você dá satisfação? Você está estranho Jazz. O que houve?
- Bom na verdade que eu queria um favor. Avisa para Rose que eu tive uns problemas e que não pude ir a sua formatura. Fiquei mal, cara. A sua irmã me deixou com tanto remorso da minha viagem que eu não esqueci até agora sobre isso. Nem dormi ontem direito.
- Mas a formatura foi ontem cara. E você sabe como é Alice, sempre dramática. Mas pode deixar que eu limpo sua sujeira pilantra. E sei bem porque você não dormiu ontem Jazz. Te conheço canalha. – Ele riu.
- Por falar em sujeira. Levou sua ninfomaníaca particular lá em casa? Tem vários lugares legais para transar lá. Eu mesmo já fiz tantas coisas naqueles móveis dos meus pais, que o próprio livro de Kama Sutra deveria lançar um volume II.
PORRA. E agora? Eu não posso afirmar, pois ele poderia saber que a única mulher que entrou foi a Isa, mas se eu nego, os porteiros também poderiam falar sobre a Isa ter dormido lá. Que droga.
- O que foi Edward? Depois de quase arrancar seu pescoço, ela resolveu comer sua língua também?
- Não palhaço, estava pegando um biscoito aqui pra comer. Mas não, ela não foi. Quem ficou comigo na sua casa foi a Isabella.
-A Bellinha gostosa? Sua prima? Aeee canalha, que maravilha. Melhor que qualquer tarada carnívora. E ai? Como foi?
-Não foi Jazz, que idéia. Você acha que a Isa ia me dar alguma confiança, cara? Se liga! Ela estava cansada e pediu pra subir, mas quando dei por mim, ela estava cochilando no sofá. Levei ela para o quarto e dormi na sala.
- Sei Senhor puritano e certinho. Esqueceu que a Bellinha era o modelo erótico de todos os garotos da nossa rua, para a masturbação? Eu sei e você sabe melhor ainda, que todos, incluindo principalmente você, já se masturbaram e muito, pensando na Isabella. E agora, com a oportunidade ímpar de dormir com ela no mesmo ambiente, sozinhos, você me diz que não fez nada? Porra, porque eu não estava em casa. Até me deu calor só de pensar nisso.
- Não gosto dessa conversa Jazz - Na verdade eu estava puto com o assunto – Eu quero mais respeito com minha prima e esse tipo de comentário não acrescenta em nada.
- Calma moleque, estava brincando. Fica frio. Eu conheço a Bella desde pequena também, e não se esqueça que já a vi nua. Quer dizer, tínhamos poucos anos, mais minha memória é boa.
- Tudo bem. Desculpe também. Fui meio rude com você, mas acho que meu lado possessivo apareceu na hora errada.
- Lado possessivo? - Ele gargalhou – Cara, só você para me fazer rir. Ela é a Bella e não a Alice. Ou você queria mesmo se acabar com a priminha? Bom deixa essa porra pra lá. Mas me diz, e a sua Rainha do Sexo? Quando irei conhecê-la? Eu me lembro de você falando dela no show, que inclusive eu sei que ela estava lá. Estou precisando de uma ninfa assim também Edward, pois tenho certeza que essa cara de orgasmo constante que você exibe agora, ela que tem lhe dado. Eu tenho algumas fantasias, e queria muito uma assim pra mim...
- Vou pensar Jazz.
- Vai que ela tem uma amiga, ou prima – Impressão minha ou ele deu mais ênfase na última palavra? Será que ele desconfia de algo e não me diz?
-Pode deixar Jazz que vou perguntar pra ela. Mas ela não está disponível.
- Wow, o que foi isso garotão? Tá apaixonado? Ela deu um chá de calcinha pra você? Olha se precisar de ajuda com o furacão que você arrumou, me chama irmão. Faz tempo que eu não cometo nenhuma...
- Pode parar com o assunto Jazz. Eu não divido nada com ninguém, sou possessivo com tudo o que me cerca, e não estou apaixonado. Eu não tenho culpa se acertei na loteria, enquanto você atira para todos os lados. E vamos parar por aqui ta legal?
- Estou te zoando cara, mas pode deixar, não está aqui quem falou. E vou desligar, pois a gatinha que esta na minha cama, acabou de acordar.
- E depois fala de mim! Você está acompanhado seu pervertido – Gargalhei.
- Edward meu amigo. O tarado do grupo sempre fui eu. Aliás, depois da Bellinha, eu acho. Mas enfim, não tenho culpa se elas me querem. Eu sempre atendo seus pedidos. Hum... ou seja...
- Jazz? Você está bem?
- Amor, vem aqui vem - Opa, voz de mulher?
-Cara, é melhor você desligar. Jazz?
- Isso amor, mais forte... Hum... Isso.
- Porra Jazz, eu não tenho que escutar isso. Vou desligar!
- Tá... Hum... Bom, muito bom. Depois... Sim! A gente se fala... Isso bem ai...
Desliguei o telefone, era só o que me faltava, escutar o Jazz sendo chupado ou sei lá o que no telefone. Olhei novamente o relógio. Era 22:30h. Será que estavam todos em casa? Fui ao quarto da Alice, e vi que ela estava enroscada nas cobertas com o ar condicionado ligado no máximo. Caminhei mais um pouco, indo ao quarto do meu pai. Trancado. Pensei em forçar, mas escutei gemidos vindos da porta. Aproximei meu ouvido. Até meu pai estava na atividade hoje! Não consegui identificar quem era, pois só escutava palavras soltas. Balancei a cabeça e fui em direção ao meu quarto. Pensei em Isabella. O que será que ela está fazendo agora? Nós poderíamos estar nos divertindo também.
Fui para o meu quarto e voltei a conversa com o Jazz. Eu apaixonado? Claro que não. Entretanto não posso negar minha possessividade em relação à Isa. Na festa quando ela me disse que iria procurar prazer com outro, uma onda de... Ciúme? Passou pelo meu corpo. Sim, eu não queria que ela procurasse outro. Mas paixão, amor? Não acho que eu sinta isso.
Peguei novamente meu celular e fiquei pensando nela. Como eu queria senti-la mais uma vez. Os gemidos do Jazz e do meu pai me deixaram um pouco animado, mas eu não queria ter prazer sozinho. Não quando eu podia recorrer a ela. Minha prima.
Como por encanto, chamado dos deuses, ou a força sexual que nos une, o meu celular vibrou. E quem era? Bella. Sorri abertamente, pois percebi que não era somente eu que tinha essa necessidade dela. Ela também me queria.
- Olá. Já está com saudades, prima?
- Pensei que estivesse dormindo. Afinal você parecia bem cansado.
- Eu? Quem foi embora mesmo?
- Pode parar Edward. Você sabia que eu tinha um almoço com sua irmã, e sabia que ela queria comer meu fígado na sua próxima refeição, se eu não conversasse com ela hoje.
- Mas o que ela queria?
- Você não sabe? – Ela gargalhou. Adoro esse som. – Sua irmã está namorando, Edward.
- O. QUÊ. VOCÊ. DISSE?
-Pode parar a palhaçada hein. Sem proteção barata de irmão, pois você não pode ter isso agora. Puritano agora não. Afinal você faz sexo com sua prima escondido e sua irmã é mais velha e responsável.
- A nossa história é diferente. Que saco, de novo essa história de puritano?
- É mesmo Edward? O que você acha que vai acontecer se o MEU pai e SEU pai souberem o que a gente anda fazendo? Ou até mesmo Alice? Já pensou nisso?
Bufei irritado. Droga. Ela tinha razão. Mas minha irmã namorando? Quem seria? Isso não parecia boa coisa. Mas eu e Isabella éramos diferentes. Não era?
- Vai me contar?
- Na verdade te liguei para outra coisa. Mas posso incluir essa informação na conta. Afinal você está me devendo.
- Eu estou devendo? Sorri, pois sabia que tinha alguma coisa.
- Ontem você me carregou para uma noite de luxúria sua, que eu adorei, mas sem o nosso compromisso da realização da fantasia. Hoje eu quero fazer o mesmo com você. Direitos iguais, Edward.
- E o que você sugere? - Falei com minha voz já carregada de desejo.
- Quero uma rapidinha para eu dormir. Pensei em sentar no seu pau, Edward. Rebolar gostoso, gemer no seu ouvido, gozar muito e voltar a dormir. O que você acha?
- .PUTA! Falei quase rosnando. Meu membro acordou na hora. Ela tinha esse poder. Enquanto ela falava, eu imaginava a cena na minha cabeça, com ela sentando em cima de mim, enquanto eu segurava aquela bunda perfeita, pressionando seus quadris para entrar mais profundo.
- E então Edward? Vai ficar ai só pensando e gemendo? Ou está se masturbando?
- E onde te encontro? Porra Isa, eu não estou me masturbando, mas já estou aqui duro pensando em foder você.
- Daqui a meia hora eu chego no seu portão. Entra rápido no meu carro.
- Já estou duramente pronto pra você safada.
-Isso meu escravo, assim que eu gosto. Quero chupar você antes de você entrar em mim. Já estou saindo.
Desliguei ansioso. Ela era perfeita. Automaticamente levei minha mão a extensão do meu membro que já estava mesmo pronto pra ela. Pra sua boca e sua boceta, quentinha, apertada e molhada. Deus do céu, como ela consegue isso? Só o som da sua voz me fez ficar acesso na hora.
Foi a meia hora mais lenta de toda a minha vida. Olhava insistentemente para o relógio, mas parecia que o tempo ria de mim, pois nunca chegava. Troquei de roupa três vezes, optando por um moletom preto e uma regata bege, pois eu queria facilitar nosso encontro. Hum, será que iríamos para um motel? Difícil, uma vez que eu sabia que a Isa acordava muito cedo para trabalhar, e eu tinha uma visita de um cliente cedo também. Será que faríamos na rua? Afinal ela gosta do perigo. Ou poderíamos ir para casa do Jazz. Não, péssima opção, visto que os vizinhos e o porteiro iriam desconfiar. Ansiedade era uma merda. O que ela estaria pensando?
Quando ouvi o barulho do motor, meu corpo congelou. A espera tinha me mortificado. A ansiedade de vê-la, senti-la, era absurda. Sai pelo portão silenciosamente, entrando rápido na porta do carona, e a visão que eu tive era espetacular. Isa, minha Isa, estava com um micro vestido preto, que realçava os seus belos seios, escondia muito pouco das suas torneadas coxas, e o melhor, eu sentia o cheiro de sexo e intensa libido vindo dela. Seus cabelos castanhos e longos estavam emoldurando seu rosto que tinha um olhar de pura luxúria e uma boca carnuda pedindo sexo.
- Não vai me beijar priminho?
- Aonde vamos? Temos que sair da porta da minha casa Isa, alguém pode te ver.
- Hum, tá com medo Edward?
- Por mim podemos fazer isso aqui na porta da minha casa. Você que tem receios de sermos descobertos.
Ela me deu um puxão na nuca e meu deu um beijo feroz. Gememos juntos com o contato da nossa língua. Era sempre assim ferro e fogo, tomando conta do meu ser. Isabella era muito gostosa para minha sanidade. Nossas línguas brigavam e tentavam diminuir nossa sede de satisfação. Instintivamente minha mão foi em direção a sua coxa, subindo lentamente, até chegar a sua virilha. E meu prazer maior foi descobrir que ela estava sem calcinha. " Isso! Porra Isa, prontinha para mim!". Mergulhei meu dedo na sua entrada e percebi o quanto ela já estava molhada. Ela deu um gemido alto, jogando sua cabeça para trás, aumentando ainda mais minha excitação.
- Porra... Vamos logo. Deus, você está pronta mesmo. Quero chupar você agora.
- Vamos sair daqui Edward.
Ela dirigiu poucos minutos, mas para mim pareceram séculos. Minha ereção não cabia mais dentro da minha boxer. Quando eu percebi, ela estacionou dentro da garagem de uma casa para alugar. Olhei interrogativamente para ela. Ela deu de ombros:
- Descobri semana passada. É de um cliente meu, e como sei que fecharam negócio, resolvi conhecer o local. Algum problema, priminho?
Sem responder a sua pergunta, inclinei seu banco para trás o máximo que eu consegui. Eu queria senti-la, mais uma vez. Me acomodei na sua frente, e abaixei seu vestido com violência, exibindo seus mamilos prontos para mim. Rodeei com a ponta da língua o bico dos seus seios, enquanto com uma mão estava fazendo círculos em volta do outro. Como um chamado, troquei de lado, fazendo o mesmo movimento, deixando-os duros e ainda mais excitados. Sem falar qualquer palavra somente com nossos gemidos, fui descendo minha mão, para encontrar novamente aquela entrada molhada. Oh, e como estava, pois já estava escorrendo pela suas coxas e como um imã, minha língua foi descendo pelo seu corpo, mesmo por cima do micro vestido. Isabella se contorcia, sussurrando palavras que eu não entendia, mas que eu precisava ouvir. Abri mais suas pernas, e fui descendo até chegar ao meio delas.
- Isso minha vadia... Como você já esta molhadinha pra mim... Aaahhh Isa, adoro o seu sabor.
Caí de boca naquele prazer. Ela era deliciosa. Enquanto envolvia meus braços ao redor das suas pernas, utilizei uma mão para abrir seus lábios, assim conseguia chegar ao seu clitóris. Dei uma lambida devagar, fazendo ela se contorcer na minha boca. Comecei a chupar e lamber mais rapidamente, arrancando urros dela. Os meus movimentos iam de encontro com suas investidas, que aumentaram quando entrei com minha língua diretamente, simulando uma penetração. Ela rebolava descontroladamente, enquanto eu prendia suas pernas nos meus braços. Eu queria que ela gozasse pra mim. Queria sentir novamente seu gosto, perceber o quanto ela se rendia a mim. Acelerei meus movimentos, ansiando pelo seu orgasmo, mas ao mesmo tempo minha ereção gritava na minha calça, impedindo qualquer pensamento coerente. Percebi que ela já sentia pequenos espasmos, como prelúdio do seu ápice. Enterrei ainda mais minha boca, não querendo desperdiçar nenhuma gota. Poucos movimentos depois, Isa sufoca um grito, mordendo sua mão e com o corpo todo se tremendo. Ela atingiu seu clímax, me fazendo sentir todo seu saboroso líquido na minha língua. Lambi, suguei tudo, sem deixar qualquer vestígio. Era maravilhosa a sua rendição. Eu adorava isso.
Enquanto ela se recuperava, pois sua respiração ainda estava pesada, continuei lambendo-a, mas fui subindo, pois estava abaixado há muito tempo. Dei algumas lambidas nos seus seios, e olhei para seu rosto. Ela estava satisfeita, com um sorriso lindo no rosto e os olhos fechados. Sorri presunçoso, pois sabia que tinha sido eu que a levei a satisfação. Sentei no banco do carona, incomodado com minha ereção, fechei os olhos e passei a mão no meu membro, ansiando pela libertação. Antes que eu esperasse, senti sua mão em cima da minha. Meu desejo aumentou ainda mais. Sem abrir os olhos, percebi sua movimentação, com ela se aproximando de mim. Chegou sua boca próxima do meu ouvido, e sussurrou:
- Nossa... Adorei! Gostaria muito de retribuir o favor, mas agora fiquei egoísta. Quero gozar de novo Edward. E rebolando no seu pau.
Abri os olhos na hora e tenho certeza que ela viu meu desejo gritando por ela naquele momento. Sem muito esforço ela girou seu corpo, enquanto eu retirava com facilidade minha calça e minha boxer. Meu pênis saltou com a excitação. Seus olhos brilharam com a visão, quando ela foi se acomodando em minha cintura. Ainda por cima de mim, ela conduziu a ponta do meu membro na sua entrada, roçando, esfregando, enquanto nossa umidade se encontrava. Fechei os olhos, antecipando o contato. Rebolei meus quadris, desejando que o sofrimento acabasse. Novamente faríamos isso. Sem camisinha. Gemi profundamente, ansiando por suas entranhas, quentinha, apertada. Isso estava demais, ela rebolando pra mim, me torturando, eu precisava entrar naquela boceta de novo. Levantei minhas mãos, agarrei suas nádegas e forcei o contato. Ela sentou de uma vez. Entrando tudo.
- Isso... Aahhhh...Edward. Nossa... Que saudades de você... Assim dentro de mim.
Eu gemi. Ficamos parados alguns segundos, enquanto nosso olhar se encontrou. Eu vi um profundo desejo, que com certeza refletia o meu. Porra, sem camisinha de novo. Era perfeito. Senti-la por inteiro era o paraíso. Meu paraíso. Começamos a rebolar, nossos quadris se chocando. Segurei firme na sua cintura, forçando mais o contato. Ela era perfeita, seus movimentos, eróticos, sincronizando com o meu. Meu pênis entrava e saia faminto, ia de encontro com seu sexo, pedindo por mais. Ela subiu ainda mais em cima de mim, e agarrei suas nádegas, aumentando nosso ritmo.
Eu sabia que deveria ser assim, rápido, intenso. Nosso contato foi ficando ainda mais frenético, enquanto eu sentia sua carne, me apertando, eu tentava entrar dentro dela, cada vez mais. "Isso! Assim!". Nossa comunicação era muda, pois não podíamos fazer muito barulho. Mas era quase impossível. Os gemidos da Isa estavam ficando mais altos, enquanto eu mordia meus lábios para evitar gritar. Sem consegui me segurar, aumentei ainda mais os movimentos, agarrando sua cintura, de modo que tenho certeza que deixaria marcas, mas não pensei, eu queria sentir. Queria ela. Já não estava me segurando mais, entretanto eu tinha que fazê-la gozar primeiro. Seus espasmos estavam vindo, mas recorri novamente ao que ela mais adorava:
- Isso Isa, rebola gostoso pra mim... Vai...goza pra mim safada...aaahhh.... Quero sentir essa boceta linda escorrendo no meu pau.
Eu já estava sem controle nenhum. Mas como eu sabia e ela também, seu olhar veio na minha direção, faminto e cheio de desejo e como um aviso, senti seu clímax chegando, junto com o meu. Como um último resquício de sanidade, avancei na sua boca, beijando-a de forma feroz, para segurar o nosso grito, que aconteceu. Isa gozou maravilhosa e eu poucos segundos depois, joguei todo o meu líquido dentro dela, urrando na sua boca, maravilhado novamente pelo orgasmo intenso que eu partilhava com ela.
Ela desabou sobre o meu corpo. Estávamos suados, exaustos e realizados. Durante alguns minutos, só escutávamos nossa respiração que tentava se acomodar.
Fiquei pensando sobre nós. Que relacionamento intenso. Eu desejava ardentemente minha prima. Sempre. Eu queria estar dentro dela o máximo de tempo possível. Mas ninguém iria entender disso eu tenho certeza. Como explicar essa força sexual que nos unia? Parecíamos dois animais no cio. Mas eu não queria perder esse contato. Eu estava cada vez mais ansioso por ela. Cada vez mais viciado. Eu desejava o corpo da Isabella o tempo todo, quase em estado de excitação constante. Lembrei do meu sonho erótico pela manhã. Sorri. Ainda faltava algo nesse desejo absurdo que tínhamos um pelo outro.
- O que esta fazendo você sorrir a essa hora Edward?
Sobressaltei com a pergunta. Será que ela entenderia? Sempre sonhei como todo homem, afundar meu pênis em uma bunda gostosa como a dela. E depois da minha masturbação mais cedo, percebi que eu ansiava por isso ainda mais, tinha se tornado minha nova meta também.
- Hum... Não sei se eu quero falar sobre isso agora.
- Por quê? Algo vergonhoso Edward? Já disse que não deveríamos ter segredos em relação a isso. É alguma fantasia?
Ela me conhecia. Mas e o receio?
- Bom sim, é... Mas não sei se você vai aceitar.
- Fala e me deixe avaliar, quem deve saber se vai aceitar algo aqui sou eu!
- Bom, hoje me masturbei pensando em você - Ela riu – E, bem, pensei sobre você me dando seu... Bem... Seu rabo, pra mim. Nossa Isa, foi uma visão maravilhosa.
- O quê? - Ela gargalhou. - Edward está maluco? Tem noção do tamanho disso? Deus, você é um cavalo. Fico ardida todas às vezes e adquiro há muito tempo estoques de hipoglós para aliviar minha vagina e minha virilha. Esqueceu da sua amiga? Ela também não agüentou Edward. Com o seu tamanho tenho certeza que nem viado quer. Você é imenso!
- Também não precisa falar assim, eu tenho noção sim do meu tamanho. Mas é minha fantasia e você me perguntou. Eu quero isso e você poderia tentar.
- Pode parar com isso, você quer me deixar de cadeira de rodas? Vamos fazer o seguinte: Eu ainda tenho muitas fantasias para realizar, e tenho certeza que você tem outras, além dessa. Depois com o tempo, eu posso pensar no assunto. Ou posso convencer algum viado, quer?
- Ta maluca? Sabe muito bem que isso está fora de cogitação. Eu nunca vou comer um viado. Assim como eu nunca vou pegar uma virgem.
- Por que uma virgem não Edward? Seria interessante...
- E quem seria a maluca hein? Provavelmente essa sim ficaria em uma cadeira de rodas por uma semana.
- Posso descobrir uma pra você...
- Vamos mudar de assunto, por favor. Quando você vai ao ginecologista? Eu gostei disso agora, o nosso sexo, não quero mais usar camisinha... É tão bom.
- Amanhã eu irei e você também trate de fazer exames hein mocinho. Não quero nenhuma surpresa desagradável.
- Sim senhora, minha dona.
Ela riu, saiu de cima de mim e sentou no banco do motorista. Senti um vazio, quando ela me retirou de dentro dela. Ela era assim, mandona, poderosa, exibia sua sexualidade sem pudor. Fomos para a minha casa, ela me deu um beijo macio, mas provocante. Saí rapidamente do seu carro, e ela foi para sua própria casa. Assim que entrei em casa estava me sentindo um pouco sozinho. Balancei a cabeça, como forma de espantar esse sentimento e fui em direção ao meu quarto, mas agora com um enorme sorriso no rosto. A minha vida estava perfeita mesmo. Eu tinha uma mulher linda e insaciável minha disposição, que adorava sexo tanto ou mais quanto eu. E o melhor de tudo isso? Eu já estava ansioso para o que ela iria aprontar para mim, pois agora era a sua vez nos nossos encontros, ela tinha o poder na realização de nossas fantasias. E eu? Era seu brinquedo, seu escravo, seu menino.
Olá minhas leitoras amadas!
Esse POV do Edward foi muito esperado.....kkkk
Deu pra sentir como é a relação deles pelo "olhar" do Edward, não é mesmo?
Muito obrigado pelo carinho amores.... e por favor, façam uma autora feliz!
Deixem reviews *_*
