O castelo de Eliot (Cap 10)
- Josh... – chamava Belinda desesperada.
Belinda e os outros andavam feito loucos atrás de um Josh fora do controle. Ele saia em passos firmes sem nem olhar para trás, parecia que a nevasca que havia começado de repente nem existia, ele andava sem se importar com o vento ou a neve, ele não falava, nem sequer parecia piscar. Belinda estava quase chorando em desespero. Nick, Tom e Sheilla tentava alcançar Josh, mas a nevasca estava muito forte. Hank ajudava Alyson a andar e Nora tentava correr com Brad em seus calcanhares. Claire parecia tão desesperada quando Josh, mas Will lhe continha. Matt, por sua vez, tentava acalmar Belinda.
- O que deu nele? – Belinda perguntava em pânico.
- Amy – dizia Matt com a voz fraca de cansaço.
- Ela... – começou Belinda incerta.
- Parece que está em perigo – disse Matt tentando proteger o rosto da neve.
- Essa garota é o que? Um carma? – perguntou Belinda desesperada.
- Ela ta mais para a razão da vida dele, se me permite comentar – disse Matt serio fazendo Belinda suspirar.
- Que razão mais complicada essa dele – rosnou ela furiosa.
- Ele a ama – disse Matt sem emoção.
- Se ele a ama as coisas deviam ser mais fáceis, não acha? – perguntou Belinda furiosa – Eu não sei se vocês notaram, mas parece que o universo conspira para eles não ficarem juntos, Josh precisa aceitar isso.
- O universo pode conspirar contra eles, Belinda, mas isso só aumenta o que eles sentem, nada nem NINGUÉM vai conseguir impedir isso, muito menos fazê-lo esquecer dela – disse Matt serio deixando uma Belinda furiosa para trás.
- Isso é porque você não conhece Belinda Hale, o universo está a meu favor – rosnou Belinda acelerando o passo.
Naquela noite eles não pararam, nem conseguiram pedir isso para Josh. Como podiam parar, Amy precisava deles, a única razão deles estarem naquela missão era Amy, se ela precisava de ajuda, dormir era um completo erro. Naquela noite eles não pararam, mas quando a manha em fim apareceu sob a montanha e o castelo parecia mais próximo do que nunca, Josh se jogou de joelhos no chão, cansado, derrotado e com os olhos cheios d'água.
- Vamos dormir um pouco, se acordamos ainda à tarde talvez cheguemos lá hoje à noite – disse Tom numa voz firme.
- Amy... – começou Josh.
- No estado em que estamos não venceremos – disse Nora seria.
- Eliot pisará em nós e Amy... – Hank começou.
- Precisamos recuperar as forças, também quero salvá-la, Malfoy, mas não quero arriscar a vida de ninguém aqui, Amy não ia querer isso nem você, estou certo? – perguntou Tom de um modo severo.
Josh se rendeu. Era madrugada ainda, o sol nascia por trás da montanha e eles decidiram encostar e dormir. Nenhum deles conseguiu dormir muito, estavam ansiosos demais, nervosos demais, precisavam chegar lá o mais rápido possível. Acordaram a tarde mal havia começado e recomeçaram sua caminhada com as forças revigoradas e um único pensamento em mente: Amy.
Cada um com seus próprios motivos, cada um por sua própria razão, cada um tinha sua próprio motivação para chegar naquele castelo. A maioria queria salvar, Amy, obvio, esse era o pensamento principal, mas Belinda tinha apenas uma idéia, queria uma briga justa por Josh, lutar contra uma memória imaculada era injusto demais para ela, mas Amy Black em carne e osso teria defeitos que Josh não podia esquecer, não podia fingir que não existiam. Ela ganharia Josh, ganharia ele porque sabia que merecia, sabia ser melhor, sabia e rezava por isso.
- A Amy... será que ela está bem? – Brad perguntou de um modo que só Nora ouvisse.
- O quão mal amado você é, Lupin? A Amy vai ficar com o Josh, não com você – Nora rosnou em puro ódio.
- Eu não ia querer o contrario, Dewan, ela é apenas uma antiga amiga agora... – disse Brad pensativo fazendo Nora bufar – Está com ciúmes, Dewan?
- De você? – perguntou Nora serio – Vai sonhando, Lupin, vai sonhando.
- Sabe, Dewan, se pensar bem a ultima vez que nos falamos foi na praia, se lembra? – perguntou Brad sorrindo de lado.
- Falamos? – perguntou Nora girando os olhos – A gente brigou, Lupin, você estava sendo um idiota com ciúmes da Amy e do Josh.
-* Flash Back*-
- Para onde pensa que vai? – gritou Nora fora de si.
- Se acha que vou ficar aqui parado vendo a demonstração de amor daqueles dois, está muito enganada – berrou Brad com ódio.
- Será que não vê o quanto magoa a Amy e o Josh sendo assim? Eles dois, por algum motivo loco, realmente gostam de você – rosnou Nora com raiva.
- Bem, acho que eles decidiram gostar de mim sem mim e juntos – rosnou Brad.
-* Fim do Flash Back *-
- Eu amava ela, Dewan – disse Brad serio.
- Não, Lupin, você apenas a queria, você a queria pro causa de uma paixonite de criança e depois por puro orgulho, você nunca amou a Amy, você nem sabe o que é amor – rosnou Nora furiosa.
- Olha quem está falando, a garota que me disse que não precisava de amor, me disse que tesão bastava – disse Brad sorrindo debochado e fazendo Nora corar de leve.
- Para a sua informação, Lupin... – começou Nora tentando se controlar – eu não lhe devo satisfação alguma.
- Nem eu estou lhe pedindo, Dewan, só não quero que banque a expert em algo que não entende – disse Brad sorrindo superior.
- Eu entendo mais do que você pode imaginar, Lupin, eu entendo o bastante para saber que você nunca amou a Amy, eu entendo o bastante para saber que... – Nora começou irritada.
- Que está apaixonada por mim? – perguntou Brad com um sorriso debochado.
- Como? – perguntou Nora nervosa – Há, você é muito engraçado, Lupin, serio, devia largar essa historia de inominável e virar comediante.
- Você me ama, Dewan – disse Brad com uma calma que estava irritando Nora.
- Eu te odeio, Lupin – rosnou Nora furiosa.
- Exatamente – disse Brad sorrindo de lado e seguindo calmamente deixando uma Nora furiosa para trás.
Ela respirou fundo e tentou conter o grito que estava se formando em sua garganta. Quando tudo aquilo acabasse quebraria a cara de Brad Lupin até ele descobrir o real significado d palavra dor.
- Rover... – Sheilla começou de um modo que só Tom ouvisse – Não há mesmo esperanças para a Amy?
- Infelizmente não – disse Tom serio e Sheilla teve quase certeza ver os olhos dele se encherem d'água.
- Ela, a Nora e o Hank... eles... – Sheilla começou.
- Eles foram à coisa mais próxima de uma família que eu já tive, apesar dos desafetos com Hank, gosto dele, Nora é como uma filha mais nova, que me vejo obrigado a tomar conta e Amy... Amy é o maior orgulho que a vida me deu e é a vida que vai arrancar ela de mim – disse Rover com a voz fraca e tremula.
- Rover... – Sheilla começou tristonha.
- Juro que se eu pudesse voltar no tempo jamais teria levado eles, - disse Tom serio – não importa se isso acabaria com a humanidade, pois isso deixaria Amy viva por mais tempo.
- Talvez ela não durasse nem um dia a mais vivendo lá, Rover – disse Sheilla tentando animá-lo.
- Você não vê, Sheilla? – perguntou Tom serio – Amy já está morta, ela morreu quando eu a tirei de Londres, eu arranquei a alma dela fora quando a tirei do Josh. Um segundo a mais lá valeria mais do que esses dez anos com Eliot, eu garanto, ela ia preferir. O fim dela chegou e eu não posso faze nada para impedir, não posso fazer nada para me desculpar pela desgraça que a fiz, não posso fazer nada para que ela viva. Isso, a morte dela, não acabara apenas com a vida dela, mas também com a de Josh e a de tantas outras pessoas, acabara com a minha, isso eu garanto.
- Sabe... – Sheilla começou incerta – minha mãe dizia que amor verdadeiro faz milagres e...
- Se ela estiver certa Amy poderá viver, pois não há amor maior do que o de Josh por ela, eu pelo menos nunca vi – disse Tom serio.
- Ela a de estar certa, Tom, - disse Sheilla sorrindo de lado – um amor como aqueles não pode acabar sem um final feliz.
- Errado, Sheilla, nunca ouviu dizer que as mais belas historias de amor acabam em tragédia? – perguntou Tom fazendo a morena baixar os olhos tristemente.
Mais à frente Claire andava firmemente, com os olhos ardendo, ela queria chorar, mas naquele momento não podia fraquejar. Sentia a mão de Will se fechar na sua. O olhou com atenção, ele lhe lançou um sorriso confiante.
- Ela vai ficar bem – disse ele sorrindo.
- Eu queria acreditar nisso, Will, mas algo no meu coração diz que isso não é verdade! – disse Claire derramando algumas poucas lagrimas.
- Ela vai ficar bem, Claire, tudo vai ficar bem, sempre fica, não é? – disse Will confiante.
- Eu sinto que dessa vez pode ser diferente – disse Claire limpando as lagrimas e olhando para o castelo que se aproximava.
Mais na frente, Alyson observava Hank com atenção. O namorado parecia meio conturbado, o olhar distante e nervoso. Ela suspirou e pos a mão no ombro dele.
- Vai ficar tudo bem – disse Alyson com um leve sorriso.
- Não, Aly, não vai... – disse Hank a observando com atenção – Você não devia estar aqui... É perigoso.
- Mas eu estou, Hank, e não vou a lugar algum – disse ela seria o fitando calmamente.
- Se algo acontecer a você, Aly... Não gosto nem de pensar, eu nunca me perdoaria – disse ele a fitando com intensidade.
- Nada vai acontecer comigo, Hank, nem com nenhum de nós, vai ficar tudo bem... – disse ela sem entender porque ele estava tão preocupado.
- Você não entende, Aly, não sabe como é lá, é perigoso, arriscado e... mortal, - disse ele serio – Eliot não tem piedade nem muito menos coração.
- Então eu não pensarei duas vezes em acabar com ele, Hank, - disse Aly sorrindo de lado – você esteve fora tempo demais, eu cresci, Hank, e me preparei para esse combate, não vou perder nem deixar que ninguém te machuque.
- Você não existe, Aly – riu Hank apertando a mão da namorada com força.
- Existo e sou toda sua – disse Aly piscando e dando um beijo estalado na bochecha dele.
Josh pode ver o castelo se aproximar bem diante de seus olhos. Respirou fundo, a hora se aproximava, Prestor não sabia com quem estava se metendo. Josh Malfoy não deixaria que ele encostasse um dedo em sua Amy, nem por cima do seu cadáver.
- Está chegando... – Nick disse e essas poucas palavras fizeram Josh estremecer.
- Malfoy... – Josh se virou para vislumbrar as feições nervosas de Tom, Nora e Hank pareciam mais brancos do que qualquer coisa que ele já viu – Tenho que lhe avisar... Quero você longe do Eliot.
- COMO? – Josh perguntou parando bruscamente.
- Me escuta com atenção, Malfoy, - começou Tom serio – você não tem chances contra ele. Vai morrer. Nosso objetivo é salvar a Amy e dar cobertura para ELA lutar contra Eliot. Só ELA tem chances contra ele.
- Eu não posso deixar a Amy correr esse risco – rosnou Josh nervoso.
- Malfoy é isso e pronto, só a Amy pode com ele, não dá para você, não dá para mim, não dá para ninguém, ela é a única que pode vencê-lo – disse Tom serio.
- É verdade, Josh – disse Nora abaixando a cabeça.
- A única coisa que podemos fazer é dar a ela cobertura para que ela só tenha que lidar com Eliot – disse Hank meio que em rosnado.
- EU... – começou Josh furioso.
- Não gosto disso mais do que você, Josh, mas é a única coisa que podemos fazer – começou Nick furioso.
- É para o bem da Amy – murmurou Claire tentando se convencer.
- Vamos parar com isso e entrar logo, ela precisa de nós – disse Alyson seria.
- Não vai ser tão fácil assim, Aly – murmurou Nora.
- Estamos dispostos a correr os riscos – disse Matt serio.
- É, não andamos tanto para desistir na porta – disse Brad decidido.
- Estamos juntos nessa- disse Will apertando a mão de Claire.
- Vamos entrar logo – disse Sheilla decidida.
- Lembrem-se, fiquem juntos – disse Hank serio.
- Belinda, aqui – disse Josh numa voz forte fazendo a garota se por no seu lado no exato momento.
- Prontos? – perguntou Tom firmemente.
- Prontos – disseram todos instantaneamente.
Eles seguiram em passos firmes para o castelo que estava a meros quilômetros dali. Josh nunca viu nada tão macabro na sua vida, parecia um cenário de filme de terror, sem a menor duvida. Tom ia na frente ao lado de Sheilla e em seus calcanhares Nora e Hank, o rapaz segurava a mão de Aly com toda a força e ao lado dela vinha Brad. Do outro lado vinham Claire e Will juntamente com Matt. Decidiram todos que Belinda, Nick e Josh estariam bem atrás dos demais, com o temperamento dos dois loiros era melhor não brincar.
Tom olhou para cada um dos presentes com cuidado, podia ser a ultima vez que os veria. Claire e Will pareciam mais crianças para ele, naquele momento, do que quando estiveram em Hogwarts, parecia impossível evitar a morte deles. Matt por outro lado lhe parecia mais maduro que nunca, assim como Alyson. Brad parecia voltar a ser o adolescente que ele não viu quando partiu. Belinda ele não conhecia bem, mas havia algo em seus olhos que lhe assustava, algo decidido demais. Nick parecia o mais mudado, serio como ele nunca vira, o garoto sempre bobo parecia tão... adulto. Josh por outro lado parecia um zumbie, mas um zumbie assassino que mataria que se pusesse em seu caminho. Nora e Hank, olhou com atenção para os dois, como tinha medo de perdê-los naquela batalha, como tinha medo e não queria expor aquilo para eles.
Por fim os olhos de Tom Rover pousaram em Sheilla. Conhecia aquela lá há tempos, muitos anos mesmo, antes de trabalhar em Hogwarts eles estudaram juntos lá, nunca pensou quem iam acabar assim. Ele nunca pensou que ia olhar aquela bela morena e ter medo por sua morte. Nunca pensou que perder sua inimiga de infância podia lhe causar tanta dor, não gostava nem de pensar nisso.
-* Flash Back*-
Nos corredores vazios de Hogwarts uma bela menina de seus 15 anos andava tranqüilamente, sua pele morena e impecável, seus olhos escuros e penetrantes e seus cabelos negros e lisos davam a ela um ar de perfeição incrível. Sheilla Robb em seus 15 anos de vida era como a imagem de uma adolescente incrivelmente bela.
A menina andava distraída pelos corredores, desfilando com sua farda da grifinoria, os cabelos balançavam juntamente com seus movimentos simples e calmos. Ela parecia totalmente dispersa a tudo, mas enganava-se quem pensava isso. Pois sem nem pensar duas vezes a menina se jogou no chão com uma destreza fora do normal desviando assim de um feitiço que a atingiria em cheio.
Ela olhava furiosa para um canto escuro do corredor de onde surgia um garoto de seus 16 anos, cabelos negros, olhos escuros e rosto maldoso, a farda da sonserina e um sorriso maldoso na face. Era evidentemente Tom Rover. A simples imagem dele fez Sheilla rosnar baixinho.
- Poxa, Robb, essa ia ser boa, você ia ficar ótima careca – dizia Tom numa voz arrastada.
- O que acha de eu te deixar sem uma coisa, Rover, mas não é cabelo? – rosnou Sheilla fazendo apenas o sorriso do rapaz aumentar.
- Estou tremendo, Robb – riu Tom saindo de lá debochado.
- Eu vou te dar motivos para tremer, Rover – rosnou Sheilla empunhando a varinha e começando a lançar feitiços em Tom, começando assim mais uma disputa entre os dois.
-* Fim do Flash Back* -
- Sheilla... – Tom começou de um modo que só a moreno ouvisse – se algo acontecer quero que saiba que me arrependo profundamente do quanto te irritei quando era mais novo.
- Tom... – Sheilla começou sorrindo de lado – Se algo me acontecer quero que saiba que não me arrependo nenhum pouco de nada disso.
- Que bom, porque na verdade eu também não – disse Tom sorrindo de lado e fazendo o sorriso da morena aumentar.
- Sempre competimos por tudo, não foi? Até pela Amy – disse Sheilla sorrindo de lado.
- É, eu sempre ganhei! – disse Tom fazendo a morena lhe fitar com ódio e ele aumentar o sorriso – Mas agora estamos lutando pela mesma causa.
- Não sei se me acostumo com isso – riu Sheilla.
- É, brigar é bem mais fácil – disse Tom sorrindo de lado.
- Talvez quando isso tudo acabar as coisas voltem ao normal – disse Sheilla dando de ombros.
- Nada vai voltar ao normal, - disse Tom a fitando com atenção – certas coisas eu, sinceramente, não quero que voltem.
- Como o que? – perguntou Sheilla curiosa.
- Como voltar a brigar com você – disse Tom a fitando com atenção e surpreendendo Sheilla.
- Bem, - ouviram a voz de Nora ecoar pelo lugar – Acho que chegamos.
Todos ergueram os olhos para o castelo a poucos metros dali. Eles pararam ao lado da enorme arvore onde Hank e Nora podia lembrar de Amy, ela sempre ficava lá, na beira do precipício e era onde todos eles estavam agora. Na beira do fim de suas vidas, fitando seu carrasco que devia estar dentro daquele castelo apenas os esperando.
A pergunta que não queria calar era por que eles estariam entrando naquele castelo? Por que estariam dispostos a entregar suas cabeças numa bandeja sem nem pensar duas vezes? Pergunta era por que arriscar tudo sem nenhuma garantia? A resposta tinha apenas três letras. Amy.
Na:/ AI GALERA, NÃO ME ODEIEEEEEEM, EU SEI QUE EU TAVA SUPER DEVENDO ESSE CAP PARA VOCÊS! Mas vocês tem idéia que titia Bru ainda tem prova e coisa para estudar? Pois é, baby, esse mundo me endoida, tenho prova amanhã e segunda, então a vida dói. Mas vocês ainda me amam, certo? Digam que sim antes que eu tenho uma crise ^^
Murilo: você é o que tem menos direito de reclamar de mim, super sumido, mas ta perdoado. ^^
Herica: O que eu vou fazer com a Amy? Querida, eu sou um ser do mal sedento por sangue, o que você acha que eu vou fazer com a Amy? Hehe. Calma ai, não me mate antes da hora, foi brincadeirinha :D
Leli: Hei, qual musica você escolheu? Nem me disse. Ah e posta na fic, please, eu tou em pânico esperando seja legal que nem eu, certo, esquece essa de ser que nem eu!
Luaana: sim, nova fic, baby, so digo uma coisa, sem sonserinos, eles me dão muito trabalho u.u mas relaxa que os Malfoy são meu centro de comando ^^ hehe, o que posso fazer? Eu adoro Malfoy e adoro Weasley. Sou uma contraversão viva. E tem HGs legais pow, tipo, sem ser tão melosas, porque eu deteesto muita melosidade, blarg (ex: vinganças da mente traições do coração! O nome é escroto, mas a fic é legal). Ah e pode esperar, eu não mato meus personagens assim, eu gosto de drama e choro, se não num tem a menor graça. O que posso fazer? Sou uma fã de series de drama! Viva One Tree Hill que me ensinou que matar personagem é legal, Viva The O.C que me ensinou que o principal também pode morrer. UIEAOEIOUA eu devia ser internada, sou louca.
Paulinha: Relaxa ai maluquinha, que ainda tem muito sangue e gritos histéricos para rolar nessa fic, sem contar com lagrimas, eu me abasteço de lagrimas.
Sophie: Flor, me diz que você não morreu? Super desculpa pela demora, mas é que eu estou cheia de provas e fica super complicado postar, mas aqui está um super cap ^^
Nane: Uou, aqui estou, não me mate minha querida conterrânea você é a que tem mais chances de me trucidar, já que estamos no mesmo estado e Olinda é um pulo de Recife ^^
Mary: É claro que o objetivo da minha fic é fazer você chorar. Me entenda, pequeno gafanhoto, por trás do meu jeito cruel e assassino existe uma pessoa legal que morre de chorar com fics (os novos marotos é o grande responsável pelo meu choro descontrolado) só que eu aprendi a não chorar nas minhas fics (só em alguns casos, gosto de acrescentar que até eu chorei com o final dessa fic ^^) e eu acho divertido ver os outros chorando, como minhas outras leitoras são malas e não choram, ai eu faço meu pequeno torrão de açúcar (vulgo: você) se matar de chorar ^^
Lina: Querida, a grande verdade é que eu sou filha de Lady Gaga. A loca. Então isso explica toda a minha maluquice fora do normal. Ui tenho até roupa de lagosta (ta, ainda não, mas eu vou arrumar uma). Fofa. Relaxa e senta ai que tu sabe que eu sempre dou um jeito em tudo, uia, sou a melhor.
Barb: minha pequena Barbie girl, me entenda, não a sucesso sem drama, eu sei o que se passa na minha mente maluca e doentia e é legal ^^ uhuuuu, ah e relaxa ai, a Bela é gente boa, talvez ela e a Amy possam ficar vivas e juntas com o Josh, ai eles seriam um trisal. Veja que coisa mais fofa? HEHE!
Lloiza: Oi ser perturbador da minha vida. Veja com atenção minha idéia maligna de tortura. Começa com a Mary chorando e acaba com você me matando. É, eu estou querendo mudar esse final, não ficou muito legal, mas eu vejo o que posso fazer. Hehe. Relaxa ai tia Lu, brubru sabe o que faz.
Todos: Ainda me odeiam? Bem, eu espero que não, porque ainda tem muita fic por vir e vocês precisam de mim para saber o final, ah, claro, vocês podem me matar e roupar meu computador, mas vocês não fariam isso porque no fundo vocês me amam loucamente, ai que coisitas fofas! Kiss :*
