Capítulo 10: Enigmas

Zednar: Escolham quatro de vocês para lutarem com eles. Se vencerem, superam a prova. Mas cuidado, os quatro guerreiros que escolherem agora, não poderão participar nas duas outras provas.

Laura: Ok, pessoal, vamos pensar. - disse ela, abanando a cabeça. - Como é que pudemos obter vantagem sobre o Quarteto Fantástico.

Zednar: Esses são as imitações. Os meus quatro lutadores são o Quarteto Maravilha.

Anne: É tudo a mesmo coisa ou parecido.

Laura: Vejamos, temos o Tocha Humana, que voa e supostamente o seu ponto fraco deve ser a água.

Zednar: Não é Tocha Humana, é o Labareda Humana. - corrigiu ele.

A Karen virou-se para ele, aborrecida.

Karen: Olhe lá, importa-se de se calar se faz favor? Estamos aqui a tratar de uma coisa importante.

Zednar: Credo, vocês são um bocado mal-educados.

Karen: Se você nos desse logo os poderes não precisávamos de ser mal-educados. - respondeu ela.

Sara: Bom, se o tal Tocha Humana ou Labareda Humana, tanto faz, tem fraqueza de água, então eu vou lutar contra ele! - disse ela, decidida.

Laura: Óptimo. Vejamos... o Coisa é que não parece ter assim uma fraqueza aparente. Talvez do frio, digo eu. Se o conseguirmos congelar, ele não pode fazer nada.

Rick: Então isso é com a Karen.

Karen: Está bem. Eu trato disso.

Laura: E o Sr. Fantástico tem o corpo como se fosse borracha, que também tem fraqueza de gelo.

Karen: Ena, está tudo a pender para o meu lado ou quê?

Laura: E por fim, temos a Mulher Invisível. Não vejo assim grande ponto fraco nela, já que ela pode ficar invisível e ainda por cima bloquear os ataques.

Leon: Eu sugiro que eu seja um dos guerreiros que vão lutar. Isto porque, com o meu ataque de escuridão, posso fazer ficar tudo escuro e atacar o inimigo de surpresa, até mesmo a Mulher Invisível.

Laura: Ok, então temos a Sara, a Karen e o Leon. Hum, quem mais?

Pit: Eu não me importo de ir combater.

Lance: Nem eu.

Marina: Desculpem lá, mas o tal Coisa é forte não é? Eu também sou! Acho que a minha força pode ser decisiva na batalha. - disse ela, abanando a cabeça.

Lance: Eu também sou forte. Mais do que tu, de certeza. - disse ele, aborrecido.

Marina: Ai é? Então vamos a um braço de ferro!

Os dois puseram os braços no chão e começaram a fazer o braço de ferro.

Rick: Pessoal, não temos tempo para isso!

Tanto o Lance como a Marina tinham muita força, mas passado uns segundos, a Marina conseguiu ganhar.

Marina: Aha! Ganhei!

Lance: Impossível, fui vencido por uma rapariga...

Marie: Isso não interessa nada.

Helena: Exactamente. As raparigas são tão capazes como qualquer rapaz.

Laura: Ok, então temos a Sara, a Karen, o Leon e a Marina para combater.

Zednar: Ok. Podem ir até ao centro do estádio.

Serenity: Boa sorte. - disse ela, sorrindo.

Anne: Estamos a contar com vocês.

E assim, os quatro foram até ao centro do estádio. No portão da Atlântida, a Felícia e o Nelson tinham já tentado imensas passwords, mas não conseguiam abrir o portão.

Felícia: Bolas! Bolas! Bolas! Não vamos conseguir entrar na Atlântida...

Nelson: Há-de haver imensas combinações para a password... olha, tive uma ideia!

Felícia: Hum, lá vem parvoíce, como de costume.

Nelson: E se nós pedíssemos ajuda aos telespectadores? Eles podiam enviar-nos ideias para passwords. Podia ser que eles acertassem e assim conseguíamos entrar. Nós já esgotámos ideias.

Felícia: Nelson, finalmente tiveste uma ideia de jeito. Vá, foca a câmara em mim! - disse ela, aperaltando-se. - Olá caros telespectadores. Têm estado atentos a tudo? Se têm, já sabem que estamos aqui no portão da lendária Atlântida. Os guerreiros conseguiram entrar por terem poderes, mas eu e o meu colega não conseguimos. Para entrar, precisamos de uma password, mas estamos sem ideias. Se você, caro telespectador, tiver ideias para passwords, mande uma mensagem para o número 971267439 com o seu nome e a sua password. Vá, habilite-se a descobrir a password certa que abre este portão e ver o seu nome dito na televisão para todo o mundo!

Logo de seguida, começaram a chegar imensas mensagens.

Felícia: Ah, eu sou mesmo boa! A ideia está a resultar.

Nelson: Pois, mas a ideia foi minha...

Felícia: Vejamos, temos aqui uma mensagem de uma tal, Constança Calhau. Ela sugere a password, Sanita. Mas que raio de ideia é esta? Bem, vamos tentar. - disse ela, pondo a password, mas não era a correcta. - Vi logo que isto não ia resultar... bom, a próxima é de José Castelo Negro, que sugere a palavra Diamante.

A Felícia tentou aquela palavra, mas o portão continuava sem abrir. As mensagens continuavam a chegar rapidamente.

Felícia: Bem, mensagens tenho muitas, agora será que alguma tem o raio da password correcta?

Nelson: Olha, vamos tentando a ver se temos sorte.

A Sara, o Leon, a Karen e a Marina pararam no meio do estádio, olhando para os quatro lutadores do rei Zednar, o Sr. Maravilha, a Mulher Transparente, o Coisa Ruim e o Labareda Humana.

Zednar: Ora bem, então comecem. Boa sorte.

Uma barreira envolveu o centro do estádio.

Karen: Parece que temos uma barreira que nos impede de sair do estádio. Basicamente, nem nos podemos esconder.

Leon: Ora, o que importa é atacar.

Marina: Sim. Mas afinal o rei Zednar desejou boa sorte a nós ou aos lutadores dele?

Sara: Não faço ideia.

Nessa altura, os quatro lutadores mexeram-se.

Sr. Maravilha: Guerreiros, nós vamos vencer-vos.

Marina: Sim, vai sonhando.

Labareda Humana: Tomem lá! - gritou ele, voando pelo ar. - Chuva de Fogo!

Várias bolas de fogo começaram a cair do tecto do estádio.

Sara: Onda Congelante! - gritou ela e o ataque voou por cima dos quatro guerreiros, protegendo-os do ataque.

Por essa altura, o Coisa Ruim começou a correr para os guerreiros.

Leon: Cuidado!

Mas o Coisa Ruim agarrou num dos braços da Sara e lançou-a contra a Karen. Ambas caíram no chão.

Marina: Ah, seu estúpido! Energia de Pedras!

O ataque foi contra o Coisa Ruim, que se protegeu. No momento seguinte, o Sr. Maravilha estendeu os braços e prendeu a Marina.

Leon: Larga-a! - gritou ele.

Mas de seguida foi atirado para trás e caiu no chão. A Mulher Transparente apareceu do nada.

Mulher Transparente: Gostaste do meu murro?

Leon: Não te vi aproximar...

Mulher Transparente: Claro, não me podias ver.

Karen: Raio Glacial!

Como estava distraída, a Mulher Transparente levou com o ataque e caiu no chão, congelada.

Leon: Ok. Eclipse Nocturno!

Ficou tudo negro dentro do estádio.

Zednar: Ena, mas o que é isto?

Pit: É o poder do Guerreiro da Escuridão. - respondeu ele.

Os guerreiros e os lutadores não viam nada, excepto o Leon, que se mexeu rapidamente pela escuridão.

Leon: Choque da Escuridão!

O ataque acertou no Sr. Maravilha e ele caiu no chão, largando a Marina. A escuridão desapareceu.

Karen: Vamos atacá-los com força! - gritou ela. - Raio Glacial!

O ataque acertou no Coisa Ruim e ele caiu no chão.

Sara: Água Congelante!

O ataque foi contra o Labareda Humana, mas ele desviou-se.

Sara: Toma lá outra vez! Água Congelante!

Desta vez o ataque acertou no Labareda Humana, o fogo extinguiu-se e ele caiu no chão.

Marina: Energia de Pedras!

Leon: Choque da Escuridão!

O ataque acertou no Coisa Ruim, que se estava a levantar. Ele acabou por cair no chão novamente, desmaiado.

Karen: Eu termino isto. Raio Glacial!

O ataque acertou no Labareda Humana e no Sr. Maravilha, congelando os dois.

Zednar: Oh, mas que bem, eles conseguiram vencer os meus quatro lutadores! - disse ele, surpreendido. - Congelaram três deles e fizeram com que o outro desmaiasse. Muito bem.

A barreira em volta do estádio desapareceu.

Zednar: Muito bem, guerreiros. Passaram a primeira prova.

Os quatro guerreiros aproximaram-se.

Zednar: Bom, vamos para a próxima prova. - disse ele, caminhando para fora do estádio.

Laura: Então e os seus lutadores?

Zednar: Ah, eles já voltam a si. Não se preocupem, eles ficam bem.

E de seguida, saíram todos do estádio. A primeira prova estava completa.

À entrada da Atlântida, a Felícia e o Nelson tentavam ainda encontrar a password correcta.

Felícia: Uf, estou farta disto! - gritou ela, aborrecida. - Argh, deixa cá ver, a Lili Canetas mandou a password Plásticas... pois, deve mesmo ser isso. Deixa cá ver a próxima... hum, o Zé Macanbuzio mandou a password Zé... ai, eu estou quase a ter um ataque de nervos!

Nelson: Calma. Havemos de encontrar a password correcta.

Felícia: Mas tem de ser depressa ou perdemos a acção toda! - gritou ela, zangada. - Deixa cá ver o que diz a próxima mensagem, é do Valdemar Bezeunto... uh? Diz "você é uma boazona"... mas o que vem a ser isto? Que confianças são estas?

Nelson: Realmente, que ordinário.

Felícia: É verdade, que ordinário... mas obrigado por dizer que sou boazona, eu sei que sou. - disse ela, sorrindo.

Nelson: -.-"

Felícia: Deixa cá ver a próxima mensagem... ah, vem de uma tal Pandora. Diz que a password é Nepturanus. Hum, deixa cá tentar.

Ela pôs a password e no momento seguinte, o portão começou a abrir-se.

Felícia: Ah! Conseguimos! É a password certa! - disse ela, feliz.

Nelson: Vamos mas é entrar, antes que o portão se feche.

Eles passaram pelo portão e o portão fechou-se atrás deles.

Felícia: Finalmente, entrámos na Atlântida. Nelson, filma tudo!

Na sala do trono, a Pandora estava a ver a emissão na televisão e estava toda contente.

Pandora: Aha! Eu sou mesmo esperta. Eu deixei-lhes a password certa e agora vão dizer o meu nome na televisão. Espero eu... bem, se não disserem, chateio-os até eles fazerem isso.

A Felícia e o Nelson seguiram pela cidade, vendo tudo à volta e filmando tudo também.

Felícia: Isto é o máximo!

Nelson: Felícia, a bateria da câmara está mesmo a terminar.

Felícia: Bolas, temos de arranjar um lugar para a ligar à electricidade... se houver aqui electricidade.

Eles continuaram a caminhar pela cidade, a determinada altura, a Pandora encontrou-os.

Pandora: Olá! - disse ela, sorridente.

Felícia: Uh? Quem és tu?

Pandora: Sou a Pandora, a que mandou a password certa para vocês entrarem aqui.

Felícia: Oh, mas que interessante. Tu vives aqui? És uma das habitantes?

Pandora: Sou, bem, só aqui vivo eu e o meu pai.

Felícia: Mas é uma maravilha. Olha, posso fazer-te uma entrevista?

Pandora: Para a televisão? Claro! Sempre quis aparecer na televisão!

Nelson: Mas a bateria da câmara está a acabar...

Pandora: Podem carregá-la na minha casa. Venham.

E a Felícia e o Nelson seguiram a Pandora.

Entretanto, o rei Zednar levou os guerreiros até um outro edifício.

Zednar: Ora, aqui estamos. - disse ele, entrando num edifício com muitas cadeiras e sofás. - Sentem-se.

Os guerreiros fizeram o que ele mandou e sentaram-se.

Zednar: A segunda prova é uma prova de inteligência e dedução. Vocês superaram a prova da força, por isso agora é a altura da inteligência. - disse ele. - Escolham três de vocês para participarem na prova. Vão ter de responder a três enigmas. Se acertarem na solução dos três enigmas, superam a prova. E claro, não podem escolher nenhum dos guerreiros que participaram na prova anterior.

Os guerreiros entreolharam-se e começaram a falar.

Sara: Laura, tens de participar nesta prova, és a mais inteligente.

Leon: E a Helena também é inteligente. Helena, deves participar nesta prova.

A Laura encolheu os ombros.

Laura: Tudo bem. Eu participo.

Helena: Eu também.

Marina: E quem mais pode ser escolhido? Anne? Rick? Josh? Algum de vocês quer tentar participar nesta prova?

Josh: Eu posso tentar, mas não sou muito bom em enigmas.

Lance: Eu também sou péssimo em enigmas. - disse ele, abanando a cabeça.

Marie: Ok, então Josh e Lance, vocês ficam de fora. Serenity, queres tentar? Tu és inteligente também.

Serenity: Sim, mas com enigmas não sou muito boa...

Pit: Pronto, participo eu. Não pode ser assim tão difícil.

O rei Zednar abanou a cabeça.

Zednar: Ok, então está escolhido, não é? Vocês os três, venham comigo.

O Pit, a Laura e a Helena seguiram o rei Zednar até outra sala e sentaram-se numas cadeiras. Na primeira sala, apareceu um monitor na parede e eles puderam ver os outros.

Anne: Espero que eles consigam.

Rick: Sim, esperemos que sim.

O rei Zednar sorriu ao Pit, à Helena e à Laura.

Zednar: Então vamos lá. Eu vou dar-vos o enigma e vocês têm cinco minutos para pensarem na solução e me dizerem. Mas pensem bem, se errarem, perdem a prova.

Os três acenaram afirmativamente.

Zednar: Ok, primeiro enigma e o mais básico e fácil que se possa imaginar. - disse ele, aclarando a voz. - A mãe do Samuel tem três filhos, Tico, Taco e... como se chama o terceiro filho?

Os três olharam para o rei Zednar com expressões incrédulas.

Helena: É esse o primeiro enigma? Que parvoíce. Obviamente que o terceiro filho é o Samuel!

Zednar: Certo.

Pit: -.-" Grande dificuldade que foi o primeiro enigma.

Zednar: Ora, eu disse que era fácil. Os outros dois são mais difíceis.

Enquanto isso, a Rainha Crystalia tinha aparecido no pólo norte.

Crystalia: Agora vou acabar com este planeta. Vou congelar tudo primeiro e depois transformar tudo em cristal. - disse ela, erguendo os braços. - Venham a mim, poderes do mal, da morte e do gelo! Encham este planeta de sofrimento!

Rajadas de vento e frio ergueram-se.

Crystalia: Espalhem-se por todo o mundo!

E a pouco e pouco, gelo, vento e frio começou a aparecer em todo o mundo.

De volta aos três guerreiros, o rei Zednar já estava no segundo enigma.

Zednar: Um detective queria um novo assistente. Tinha três candidatos possíveis para o emprego. Resolveu dar-lhes um pequeno teste. E disse-lhes: rapazes, há um crime que precisa de ser resolvido. Existe uma pista para o crime numa das bibliotecas da cidade. A pista está presa dentro de um livro, entre as páginas 165 e 166. - disse ele. - Dois dos candidatos saíram dali rapidamente, para procurarem a pista. O terceiro continuou ali, sentado. O detective deu-lhe o emprego a ele. Porque é que ele ficou com o emprego? O que é que os dois outros candidatos não sabiam?

A Laura, a Helena e o Pit ficaram pensativos.

Zednar: Pensem bem e dêem-me uma resposta.

Enquanto isso, na cidade Starfield, os monstros que a Rainha Crystalia tinha soltado na cidade, andavam a destruir tudo e o frio do feitiço da rainha estava a alastrar-se e tinha começado a nevar.

Na prisão, a Gina continuava na sua cela. Ouviu passos. Os monstros andavam por ali.

Gina (pensando): Ai, agora é que eu vou desta para melhor! Raios partam os polícias que me deixaram aqui! Se eu sobreviver, processo-os!

Por essa altura, ela ouviu vários barulhos e no momento seguinte uma das paredes da cela caiu e ela saltou para trás, evitando ser atingida. Dois monstros estavam ali.

Gina: Ai! Credo!

Monstro Couve: Aha! Uma humana!

Monstro Cenoura: Vamos matá-la!

A Gina deu um passo atrás.

Gina: Mas o que é isto? Dois monstros com forma de couve e cenoura, mas que palhaçada é esta?!

Couve: Ei! As couves fazem bem!

Cenoura: Pois. E as cenouras fazem bem aos olhos!

Gina: Argh! Tomem lá! - gritou ela, avançando para eles e dando-lhes murros.

Em poucos segundos, os dois monstros caíram no chão, desmaiados.

Gina: Ena pá, eu sou forte! Consegui vencê-los e agora posso sair finalmente daqui.

A Gina saiu da cela pela parede caída.

Gina (pensando): E agora vou mas é esconder-me noutro lugar qualquer.

E saiu dali a correr.

De volta aos guerreiros...

Pit: Porque será que o terceiro candidato, que não fez nada é conseguiu o emprego? Se calhar o detective não era bom da cabeça e até achou piada àquele ser preguiçoso ou algo assim. - sugeriu o Pit.

Helena: Não, que ideia! Tem de haver alguma explicação lógica.

Laura: Vejamos... hum, a pista para o crime estava entre as páginas 165 e 166... ah, mas é tão óbvio, porque é que não vi isto antes? - perguntou ela, sorrindo. - Já sei a resposta.

Helena: Tens a certeza?

Laura: Tenho.

Zednar: Então, qual é a resposta?

Laura: Ora, as páginas 165 e 166 pertencem à mesma folha, a página 165 é a parte da frente e a página 166 é a parte de trás, logo, nenhuma pista podia estar entre elas. Se fosse entre as páginas 166 e 167 era possível, mas entre a 165 e 166, não. O detective deu o emprego ao candidato que ficou porque ele chegou a esta conclusão e não foi procurar mais nada, pois sabia que não podia existir nada entre estas duas páginas.

O rei Zednar abanou a cabeça, sorrindo.

Zednar: Muito bem, está correcto. Mas agora falta o terceiro enigma, que é muito mais difícil.

De volta à cidade Starfield, desta vez no museu, os habitantes estavam atentos à televisão. Alguns estavam a ver a entrevista que a Felícia estava a fazer à Pandora, mas outros viam outro canal.

Jornalista Kelvin: Uma vaga de frio está a espalhar-se pelo mundo. Está a nevar em quase todos os pontos do planeta. Até no Deserto do Saara! Será isto obra dos monstros? Se não parar de nevar em breve, todo o mundo ficará congelado!

Ashley: Credo, que horror. - disse ela, chocada. - Os Guerreiros têm de fazer alguma coisa.

Sabrina: Eles estão a fazer. Mas os estúpidos dos jornalistas que os acompanhavam ficaram para trás e agora estão a entrevista a tal princesa Pandora ou lá como se chama. Deviam era estar a seguir o que os guerreiros estão a fazer. - disse ela, aborrecida.

Dean: Todos esperamos que os guerreiros nos consigam salvar a. Salvar o mundo. Já o fizeram mais do que uma vez.

Peter: Pois, mas nunca houve assim um ataque à escala mundial.

Nesse momento, eles começaram a ouvir barulhos do lado de fora do museu. O Pai da Marina foi espreitar por uma das janelas.

Pai da Marina: Oh, há monstros lá fora! - gritou ele.

Gerou-se um grande alvoroço.

Mãe da Laura: Calma! Tenham calma! A barreira está a proteger-nos! Eles não podem entrar.

A Courtney e a Britney cruzaram os braços.

Courtney: Vamos lá ver se a barreira aguenta.

Britney: Pois. Não quero morrer aqui!

De volta aos guerreiros...

Zednar: Ora bem, guerreiros. Falta o terceiro e último enigma.

Pit: Venha ele, estamos preparados.

Helena: Está a Laura e eu. Tu ainda não disseste nada de jeito.

Pit: -.-" Obrigadinha.

Zednar: Então, vou dizer-vos qual é o terceiro enigma.

Os três guerreiros acenaram afirmativamente e prestaram atenção.

Zednar: Terceiro enigma. Um maníaco decide que aquela era a ocasião perfeita para matar todos os que odiava. Convidado para uma festa, ele comparece com uma taça de ponche. Ele cumprimenta o anfitrião e mostra o que trouxe. Serve dois copos de ponche, feito com groselha, água e gelo apenas. Um dos copos bebe o maníaco, e outro quem bebe é o anfitrião da festa. O anfitrião elogia o ponche e brinca sobre o mesmo ainda não estar "baptizado". O maníaco sorri e diz estar com um problema. Diz ter que sair, mas que voltará antes do fim da festa. Despede-se de todos e sai da casa, local da festa.

O Rei Zednar fez uma pausa e depois prosseguiu.

Zednar: O maníaco atravessa a rua e entra no seu carro. Liga o rádio e fica ali à espreita, a observar a movimentação de longe. Após algumas horas, volta para à festa. Todos estão mortos e o ponche quase acabado. Mais uma vez, sorri, dando por concluído o seu plano. Como é que ele conseguiu executar o seu plano, matando toda a gente?

E termina assim o capítulo, com este terceiro e último enigma. Qual será a resposta? Sabem qual é? No próximo capítulo, será revelada a resposta, mas será que os guerreiros a vão descobrir por eles mesmos ou terá de ser o rei Zednar a explicar-lhes e eles perderão a prova?