Capítulo 10 – Fósforo num barril de pólvora

Ele acordou se sentindo com vontade de ficar na cama. Deixou a mente viajar por muito tempo, sentindo-se confortável naquela cama macia. Muito macia, aliás. Nunca se dera conta do quanto era bom ficar ali deitado como se não tivesse nenhuma preocupação. Mas o fato é que tinha. E muitas. Tentou espreguiçar-se.

Ele franziu o cenho. Mexia a mão, mas alguma coisa lhe parecia errada. Ele tentou se sentar, mas todo o seu corpo parecia pesado demais. Olhou para o lado angustiado, Ginevra já tinha levantado. Droga, o que estava acontecendo?

Mais uma vez fez um esforço tremendo para se levantar e por fim conseguiu, mas ficou tão cansado que se deixou largado assim, olhando para seus pés. Todo o seu corpo doía pelo esforço recente e sua vontade era apenas voltar a deitar. Levantou o rosto e olhou-se no espelho da penteadeira da mulher. Estava horrível. Despenteado e com grandes olheiras.

Parecia doente.

Ele olhou desesperado para a porta. Isso não podia estar acontecendo, de fato, não podia. Respirou fundo e percebeu toda a moleza do seu corpo relutando em acreditar que isso estava acontecendo. Ginevra tinha lhe dado sedativos.

A porta se abriu e a ruiva entrou com um sorriso radiante, sorrindo como se fosse a esposa mais apaixonada do mundo. Ela depositou uma bandeja com o café da manhã do seu lado e lhe deu um beijo na bochecha.

-Boa dia, meu amor- sorriu ela, enchendo uma xícara de café- Dormiu bem?

Ele continuou sentado sem conseguir fazer muita coisa. Não sabia o que falar, nem o que fazer. Não que pudesse fazer alguma coisa, é claro. Ela percebeu o desespero dele e deu um sorriso maldoso.

-Não se sente bem, Draco? Será que foi alguma coisa que você tomou?

Ela deu uma gargalhada e enfiou uma torrada na boca dele. Ele mastigou sem sentir o gosto daquilo. Para lhe ajudar a engolir, ela lhe deu um gole generoso de café muito quente na boca. Sentiu a língua queimar e todo o céu da boca arder. Depois que engoliu com dificuldade ele respirou fundo e a encarou com ódio.

-O que você fez, vagabunda?

Ela pareceu espantada e lhe deu um tapa muito forte na boca. Pelo impacto da mão dela ele desequilibrou-se e caiu deitado novamente na cama.

-Que palavreado feio, Draco! –brigou ela, mas com um sorriso doentio nos lábios- Você vai aprender a tratar a sua mulher daqui em diante. Não vai? –ameaçou ela com o olhar.

Ela lhe segurou as costas e o tronco e ajeitou as almofadas de modo que ele pudesse comer.

-Você não tem sido um bom marido nesses últimos tempos, meu querido. Mas eu acho que agora nós temos como nos entender. Quer tentar de novo? Eu deixo você perguntar, mas tem que ser educado.

Ele tomou outro gole do café que ela lhe enfiava na boca contra sua vontade, sua língua queimando cada vez mais. Ele fervia de ódio, e se tivesse seu corpo bom mataria-a com as próprias mãos nesse momento. E isso não era uma metáfora. Bufou irritado, ele queria perguntar, mas o pior é que ele sabia que ela queria que ele perguntasse. Ela estava doida para lhe jogar na cara como fizera aquilo.

-Minha doçura, o que você fez comigo? –perguntou ele, sustentando o mesmo sorriso sarcástico dela.

Ela passou a manteiga numa outra torrada e sorriu como se fosse uma criança contando uma aventura.

-Você devia beber menos, não acha? Eu lhe disse isso muitas vezes, mas você nunca me escutou... Aliás, você nunca me escutou em nada.

Ele a encarava furioso enquanto mastigava a torrada. Ainda agora poderia não escutá-la, sua mente viajava entre facas, guilhotinas e revólveres. Mas forçava-se a escutá-la. Interessava-se por isso, afinal.

-Então ontem à noite, depois de trazer aquele homem muito desagradável para casa, eu decidi que estava na hora de nós dois discutirmos a nossa relação. -ela falava naquele tom risonho, mas então ficou séria- Você passou de todos os limites, Draco.

Ela colocou a bandeja de lado e o encarou.

-Você sempre me tratou com indiferença, como se eu não fosse ninguém. Me enganou como se eu não tivesse sentimentos. Mas trazer um homem que me ofende para dentro da minha própria casa foi o cúmulo. E ainda me obrigou a servir canapés e bebidas para vocês dois, enquanto vocês brindavam à recém-sociedade e amizade. Você é nojento, Draco.

Ele bufou. Trouxera o Potter para dentro de casa torcendo para que ela desviasse sua atenção para o estranho, mas tivera efeito contrário, ela o colocara num foco ainda maior. Tinha jogado álcool no fogo.

-E é tão simples, não é mesmo? Eu só precisei esperar você beber um pouco além da conta para poder sair da sala sem você me incomodar. Saí e busquei os meus remédios, colocando um pra você. Você está doente, Draco, tem uma doença moral muito grande que eu não me importarei em curar. Se você nunca me respeitou por amor, agora o fará pela dor.

Ela não estava brava, nem decepcionada, nem fingindo uma maldade que ela não tinha. Ela estava... Estranha. Assim como a encontrara no dia em que chegara de viagem. Ela lhe jogou o resto do café que saiu lhe queimando o resto da garganta. Ela estendeu um copo d'água.

-Quer?

Ele apenas acenou com a cabeça, desesperado. Ela sorriu e pousou o copo na bandeja, levando esta para cima da sua penteadeira.

-Pois é, Draco, mas não se pode ter tudo o que se quer. Hoje você vai aprender a conseguir as coisas pelo esforço. Se quer tanto a água, venha pegá-la.

Ela ajeitou o vestido e abriu a porta, dando-lhe um último olhar que beirava a compaixão.

-Sabe a diferença entre nós dois, Draco? É que eu sou uma boa pessoa. –ela falava isso sem nenhuma ironia- Eu não estou me vingando de você, estou apenas me defendendo. Estou mostrando a você que eu sei lutar com as suas armas, se for necessário. E se você não sabe viver do meu modo, eu vou usar o seu para lhe ensinar como as coisas devem ser. Você me acha uma tola por ser nobre de coração, mas essa é a minha maior virtude, Draco. E eu vou me defender de você desse jeito.

Ela saiu lhe deixando com a garganta em chamas, seco por um copo d'água que estava a poucos metros dele, mas que parecia estar a quilômetros devido à falta de vida de suas pernas. Ouviu a chave sendo girada e amaldiçoou-a. Teria que lutar sozinho para conseguir aquele copo.

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Harry sentou-se à mesa sentindo uma confusão de sentimentos. Experimentava uma curiosa sensação de poder ao ver aqueles três criados ali parados, a espera de uma ordem sua. Pela primeira vez estava sentado numa mesa fina sem ser penetra. Sentia-se muito importante e bem tratado, e gostava muito disso.

Mas por outro lado tinha algo muito estranho nessa casa. Draco Malfoy ainda não se levantara, e pelo visto tampouco a esposa. Malfoy não parecia um homem que ficava na cama até tarde, mas um homem de negócios que nem parava em casa. E onde estaria ela também?

-Deseja o leite quente, Sr.? –perguntou uma mocinha jovem, talvez de uns 16 anos, a ele.

-Seria muito bom –disse ele, estufando o peito, pomposo.

Ela levou a jarra numa bandeja e entrou para a cozinha. Harry serviu-se de pão doce, torradas, sucos, e um pouco de bacon. A mocinha voltou e lhe serviu o leite, ele parecia muito satisfeito.

-Está sendo bem tratado, Sr. Potter?

Ele ajeitou-se e olhou para o lado, surpreendido. Ela lhe pegara em flagrante, sentindo o poder de estar sentado naquela mesa. A ruiva deu um sorriso irônico e caminhou, ou deslizou, tamanha a leveza que andava, até uma cadeira em frente a ele. O criado puxou a cadeira e ela se sentou, agradecendo. Ela o encarou sorrindo e de repente ele se sentiu um tolo. Ela agia como se tudo fosse perfeitamente natural, esfregando em sua cara o abismo que havia entre os dois. Ele nunca tivera nada disso na vida e estava se comportando como uma criança, e ela parecia uma adulta a rir da sua cara. Evitando corar, ele lhe respondeu:

-Muito bem tratado, Sra. Malfoy.

Ela sorriu e não falou mais nada, apenas passando manteiga na sua torrada. Um silêncio muito constrangedor para Harry tomou conta do lugar, mas ela parecia calma como se nada a estivesse afetando. Ela tomou um gole de sua xícara e pareceu o notar novamente.

-Como sou uma má anfitriã! Dormiu bem? –sorriu ela.

Lá estava ela novamente a exibir-se. Estava agora ostentando o luxo e o conforto que tinham em casa. Ele sorriu ainda cerimonioso.

-Foi uma noite muito agradável.

-Ah, espero que tenha sido mesmo. Draco quer que o senhor seja bem tratado. –ela lhe deu um olhar incisivo- E será, com certeza.

Os pêlos da nuca dele se arrepiaram e agora realmente havia algo estranho.

-Por falar nele, onde está meu amigo Draco?

Ela franziu o cenho desdenhosa quando ele pronunciou a palavra "amigo" e então deu um fez um falso semblante de preocupação.

-Meu marido acordou indisposto essa manhã. Possivelmente ele se esbaldou muito ontem. O corpo cansa, sabe.

A ruiva estava de costas para os criados, mas Harry viu perfeitamente quando a mocinha de 16 anos franziu o cenho e olhou intrigada para o senhor que ela ao lado dela, que lhe fez um sinal para que ficasse quieta. Harry de repente sentiu um alarme lhe gritar que talvez a estadia naquela casa não fosse uma boa coisa a se fazer.

"Deixe essa vingança idiota de lado!" gritava sua consciência. Mas era difícil ouvir a sua consciência quando a voz doce dela estava falando.

-Meu marido não estava se sentindo muito bem, então tomou um remédio e está repousando. –ela o olhou como se lhe contasse um segredo- Temos um remédio muito bom aqui em casa, sabe?

Harry empalideceu. Sabia exatamente de qual remédio ela estava falando e de repente tudo parecia muito estranho. Ela lhe falara como se estivesse contando uma piada que ele certamente não ia entender, mas é claro que ele entendia! Ele que revelara a ela o que aqueles remédios, de fato, eram! O que estava acontecendo?

-Sempre come tão pouco, Sr. Potter? –perguntou ela, olhando para o seu prato.

Ele há pouco sentia uma fome feroz, mas agora tinha perdido o apetite. Talvez pelo choque de se deparar com uma mulher muito mais forte do que imaginava, mas agora não lhe parecia muito agradável continuar se alimentando sobre o mesmo teto que ela.

-Eu... Eu não tenho muita fome pela manhã.

-Ora, pois eu tenho! –disse ela e deu uma pequena gargalhada, engolindo em seguida um grande pedaço de bolo.

A mocinha de 16 anos novamente olhou para o senhor, que ignorou-a. Percebia claramente que ele estava apenas fingindo não ver que havia algo estranho ali.

-Com licença, Milady, mas eu devo me retirar. Tenho alguns assuntos a tratar. Tenha um bom dia.

Ele levantou-se e fez uma reverência a ela, que curvou a cabeça e sorriu. Assim que saiu da casa, pediu ao criado que lhe levasse à feira e logo depois à casa de Nina. Na noite anterior Malfoy lhe dera dinheiro para gastar como bem entendesse. Até ontem à noite a vida parecia uma beleza dentro daquela casa, e agora se tornara o inferno. Aliás, o que lhe parecia era exatamente isso: Ginevra era o demônio.

Arriscara tudo por um anjo desprotegido, Gisele, e viera para descobrir que seu anjo era um anjo caído, bem diabólico por sinal. Deixara-se levar por aquela mulher, mas o que sabia daquilo tudo? Só o que ela lhe contara. Mas hoje as coisas lhe pareceram bem diferentes.

E se durante o Carnaval, quando se conheceram, Draco a estivesse mantendo dopada porque finalmente tinha conseguido virar o jogo? Não que pensasse que ele era uma vítima, muitas pessoas já lhe falaram que ele era perigoso, mas... E se esposa com quem ele se deitava todas as noites fosse igualmente perigosa?

E toda aquela história de Draco não fazia sexo com ela, hein? Provavelmente uma mentira ridícula. Uma mentira em que ele caíra como um idiota. Sentia o rosto corar de vergonha e ferver de raiva só pensar em como se deixara iludir tão facilmente por aquela mulher.

Parou em frente a casa de Nina, tinha de parecer bem ou ela podia ficar preocupada. Assim que entrou com um sorriso no rosto ela lhe atirou uma panela na cabeça, da qual ele desviou no último segundo.

-Natália, pro quarto! –ordenara a mulher.

Ele viu a menina apenas de relance, ainda estendeu a mão para ela, mas a garotinha passou correndo.

-Ora, Nina! –esbravejou- O que eu fiz agora?

Ela lhe encarava furiosa.

-Primeiro foi preso. Depois deixou que uma prostituta negociasse a sua liberdade. E ao invés de ir embora de uma vez, você foi pra casa do homem que lhe prendeu! Você é louco, Harry?

Ela realmente bufava. Imaginava como a negociação de Parvati e Draco deve ter parecido realmente nojenta para ela. Tentou agir normalmente.

-E você queria que eu fizesse o quê? Recusasse a oferta de Malfoy, e se ele se sentisse ofendido?

Ela lhe deu um sorriso sarcástico, é claro que ela percebia que nem o próprio Harry convencia a si. Estava perdendo o jeito.

-Eu vou lhe dizer isso de novo, e espero que seja pela última vez, Harry. Tom Riddle tem muitos homens. Vá embora!

-Nina, eu...

-E se Draco Malfoy for um dos seguidores dele? –interrompeu ela- A sua amiga deve ter lhe contado que ele também mantêm relações na alta sociedade. E se Malfoy for um dos homens dele, então a gente entende porque ele insistiu tanto para que você fosse para a casa dele.

Harry empalideceu e suas pernas bambearam, ele sentou-se no sofá velho da irmã. Ele a encarou e ela lhe deu um sorriso de piedade.

-Não tive uma só noite tranqüila desde que você voltou, Harry. Rezo todas as noites para que quando eu acordar você continue vivo. Por favor, vá embora.

-Certo –disse ele, a voz não mais que um sussurro- Certo.

Ela sorriu e o abraçou. Era a primeira vez que ela o abraçava desde que ela tinha 14 anos. Ele se sentiu mal por toda a desgraça que já tinha acontecido na vida dela, não a deixaria mais preocupada do que estava. É, quando chegasse a um lugar seguro mandar alguém vir buscá-la. Mas tinha que ir embora.

-Vou agora me despedir de Parvati e passo aqui mais tarde pra te dar um beijo. Agora tenho umas coisas pra resolver.

Deu um beijo na testa da irmã e saiu. Ia voltar para a Mansão por agora, enquanto Draco ainda estava dopado. Podia sair dali sem se despedir, não estava nem aí para a boa educação. Depois de sair daquela casa veria Parvati, então Nina e... Pé na estrada.

Estava triste, muito triste. A carruagem o levava e ele sentia um peso estranho no coração que não conseguia entender. Enquanto a carruagem seguia, ele passou observando as pessoas nas ruas. Toda vez que via casais ele se sentia pior e então entendeu. O pior de tudo é que doía saber no que toda aquela história tinha dado. Era muito fácil viver sem ter notícias da mãe e da irmã, mas agora sabia todo o estrago que tinha causado e isso lhe pesaria o coração todos os dias. E ele viera ressuscitar todo o horror de sua vida por uma mentira. Uma farsa. Ginevra Malfoy era a pior desgraça que já tinha lhe acontecido.

-Não... –debochou de si.

Não. Ela era a segunda pior desgraça. Talvez não por coincidência a primeira também era uma mulher. E uma mulher casada. É, talvez ele devesse se afastar dessas. "E das viúvas também" pensou, lembrando da Condessa. Agora só gostaria das donzelas.

-Isso mesmo. Lei nº 2: nada de mulheres casadas –disse em voz alta, como para garantir que isso agora era sua segunda lei.

Mas a primeira lei era nunca dormir na cama do casal. Droga, as duas leis eram contraditórias entre si.

-Certo, então só existe uma lei. E agora a lei é fugir das mulheres casadas.

Entrou na casa olhando para os dois lados. Subiu e jogou todas as suas poucas coisas numa trouxa e saiu do quarto, ainda olhando rápido. Quando passou em frente ao quarto do casal, ouviu um barulho. Alguma coisa caíra no chão e quebrara. Um grito muito alto começou a ser ouvido. Um grito de Draco, obviamente. O homem gritava de fúria, mas então o grito se tornou um lamento choroso.

Harry ficou ali, parado em frente a porta. Tinha ficado estático, sem conseguir mover um músculo. O que diabos acontecia nessa casa? Ouviu passos e quando se virou deu de cara com a ruiva. Ela o olhou estranhamente. Parecia que não gostava de vê-lo ali, na porta do quarto. Os olhos dela pousaram na trouxa na mão dela e ela deu um sorriso fraco. Ela andou calmamente até ele, e antes de girar a maçaneta o olhou num misto de seriedade e triunfo.

-Será melhor mesmo, Sr. Potter. Será melhor que o senhor parta. Melhor para todos nós. Espero que a sua estadia tenha sido marcante o suficiente.

Do lado de dentro do quarto Draco ainda gemia e ele apenas balançou a cabeça, trêmulo e assustado demais para esboçar qualquer outra reação. Ela sorriu e tirou uma chave do bolso, com a qual abriu o quarto. Céus, ela tinha trancado o marido! E Harry nem sabia o que teria causado aquele grito. Bom, agora já não importava se ela estava fingindo que nada tinha acontecido entre os dois, não importava a vingança, só o que importava era deixar aquela casa. Assim que ela entrou no quarto e fechou a porta atrás de si ele apressou o passo e desceu as escadas correndo, tropeçando por pisar em falso.

Levantou-se e viu pela renda da cortina da janela que uma carruagem chegava à casa. Seria estranho passar por quem quer que fosse fugindo assim, mas ele não estava nem aí. Abaixou-se para pegar sua trouxa que tinha caído no chão e a empregada foi atender à porta.

-Bom dia, o Sr. Malfoy está? –perguntou uma voz galante e polida.

Harry estava abaixado catando um relógio de bolso que tinha caído para longe quando ouviu aquela voz. Todo o seu corpo se arrepiou e ele se viu totalmente paralisado. Olhou pelo vago reflexo do vidro da porta e reconheceu o homem.

Um sorridente Tom Riddle estava ali.

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N/A: Olá, pessoas! Meo Deos, finalmente o homem pareceu! Tava na hora de ele deixar de ser só um nome e um fantasma nessa história! E pra felicidade de vocês no próximo capítulo já começa a desvendar o passado do Harry! Bom, mas se você não está gostando da história, se que me xingar (não faça isso! resenhas só construtivas! rsrs), quer me matar ou simplesmente falar q ta gostando, então entre pra campanha "Eu faço uma autora feliz" e mostre que não passo horas no pc à toa! Bjusss, Asuka

N/A2: Essa atualização teria sido feita ontem, mas o deu problema... A culpa não é minha! rsrs

miaka: Se o capítulo anterior foi sinistro esse então nem se fale!rsrs Mas o pior de tudo nem foi o Draco ser um corno manso, mas ser burro mesmo! Ao invés da Gina atacar o Harry, ela veio com tudo pra cima do marido! Hehe Ele se fudeu...rsrs Bjusss

Cathy Forthery: É, esse cap tb não é dos mais longos, eu não sou boa em fazer coisas longas. Mas pelo menos tem muita emoção rolando por aqui. Sim, o Harry se meteu em mais confusão indo morar com os Malfoy, como ele bem acaba de perceber nesse capítulo. Será que ele vai fugir? Rsrs Será que ele vai ficar e tentar fazer ela se lembrar? Eu não conto!!! Huahuahua Mas uma hora as coisas acontecem e vc fica feliz!rsrs Bjusss

Michelle Granger: Aff, não precisa sofrer do coração, não!rsrs É bom segurar as pontas pq esses três ainda vão aprontar muito, se começar a passar mal agora vc num chega até o fim!rsrs Ta aí a atualização, rsrs curte muito! Bjusss

Sil17: Se o Draco que é mau de fato ta sofrendo desse jeito, então imagina o Harry, coitado, o que não vai passar também. E o Tom agora apareceu, então é que o circo vai pegar fogo mesmo!rsrs Espere e verá! Bjusss

Tammie Silveira: huahua Não, de fato é o Draco que se ferra no fim!rsrs Não é tragédia!rsrsrs (eu ri muito com isso...rs) Mas até chegar no fim que é o problema!rsrs Vamos ver quem sobrevive até lá, não é mesmo? Bom, daqui pra frente as coisas continuam sinistras por algum tempo (ou pra sempre...). Aproveite!rsrs Bjusss

Anna Weasley Potter: É, realmente o Draco não presta. O pior é que agora a Gina vai usar das mesmas armas dele!rsrs Aí ele se ferrou...rsrs E H/G pra mim é o casal mais perfeito do mundo!!! Rsrs Mesmo que eles sofram um pouquinho antes de ficar juntos, hehe Bjusss