Domo minna-san!!!!!! Sim, novo cap. E agora vou tentar fazer ele mais comprido, valeu?(Tá, eu sempre digo isso.)
Cap. dedicado a minha amigona Ginny Moon e a minha miguinha (que coloco u meo nick lá...QUE HONRAA XD) FilieCristal
Castitatis Lilium – Lílio da Pureza
Chapitre 10 – Fragmentos dispersos no tear. – Parte II
Flashback
Lisa começou a andar em direção à saída do bosque. Começou caminhando, depois andando rápido e, por fim, começou a correr. Correu até o cemitério. No meio do caminho, começou a chover. Chovia bastante, uma chuva forte, mas Lisa continuou indo até lá. Esse fora o pior dia de sua vida? Não... Fora apenas o pior aniversario que já teve? Talvez... Mas de uma coisa ela tinha certeza: jamais ia esquecer desse dia 3 de Outubro...
/Flashback
- Roy. – Começou Hughes. – Por que não irmos acampar? Sei lá, disseram ter visto a pessoa que nós procuramos no morro perto do lago.
- Vão vocês. – Retrucou Roy. – Alguém tem que ficar por aqui, se essa pessoa aparecer.
- Tá... – Começou Hughes, parecia desconfiado. – Mas sabia que a Tenente Hawkeye disse a mesma coisa?
- Como é? – Perguntou Kapranus se intrometendo na conversa. – Ele vai ficar aqui só com a Lisa?
- É. – Respondeu Hughes, calmamente. – Vai sim, mas ela não quer nem sair do quarto.
Depois de um tempo, Hughes, Kapranus e os outros foram realizar a "missão acampamento". Roy e Lisa ficaram sozinhos no hotel (tá legal u.u, porque ninguém deve ler as notas que eu faço, vou colocar aqui. Não era exatamente um hotel. O Hughes alugou uma casa.). Roy foi até o quarto dela, para ver se conseguia alguma explicação sobre o que Nathaly dissera mais cedo.
- Lisa? – Questionou, batendo na porta. – Lisa? Posso falar com você?
- Entre. – Respondeu a mulher, com uma voz fraca. – A porta 'tá aberta...
Roy entrou no quarto e a encontrou sentada na cama, olhando uma fotografia.
- Quer saber se é verdade mesmo o que Nathaly perguntou? – Começou ela. Sua voz parecia um sussurro. – Quer não quer?
- É incrível como você sabe o que penso...
- Incrível nada. Qualquer um no meu lugar ia saber...
- Lisa... – Roy disse. Se surpreendeu por que a mulher se jogou em seu colo e o abraçou. O abraçou e começou a chorar. – Lisa? O que? O que foi? Por que está chorando?
- Sinto muito. Eu queria ter te contado quando você era aluno do meu pai, ainda.
- Do que está falando?
- Da pergunta que Nathaly me fez.
- Ah... – Roy suspirou. – Mas me diga. É verdade mesmo? Você já ficou grávida?
- É, é verdade sim. Eu fiquei grávida sim, mas perdi o bebê duas semanas.
- 'Tá de brincadeira? – Roy estava pasmo. Quando Lisa negou a pergunta dele com a cabeça, ele quase desmaiou.
- Não, não estou. Mas, se quer saber não fiquei grávida por que queria.
- Como? – Roy ficou espantado.
- Depois de se separar do meu pai, minha mãe se casou de novo.
- Isso eu sei. Seu pai contou.
- Sim, mas... O meu padrasto, ele...
- Ele te violentou, foi isso?
- Como? – Fora a vez de Lisa se espantar. Não tinha contado isso para ninguém, nem para seu próprio pai. – Como sabe?
- Ah, então acertei? Na real, foi um chute... Achei que era isso pela expressão no teu rosto, Lisa...
- Ah...
- Lisa, posso mudar de assunto?
- Ah, claro.
- Quem são na foto?
- Eu e minhas duas irmãs.
- Você tem irmãs? Eu não sabia...
- Ah, a mais velha de nós, Suigin, morreu numa guerrilha. E a outra, Suisei, faz anos que eu não vejo. Também tinha um outro irmão(1), mas ele morreu, vitima de uma peste...
- Ahhh... Não queria fazer você lembrar disso.
- Prefiro ter que lembrar disso, com alguém do meu lado, do que ficar sofrendo sozinha...
- Li...
Roy não conseguira terminar a frase, ou a palavra, que tentou começar, pois Lisa o abraçou e o beijou.
- Lisa?
- Pode falar o que quiser, mas eu precisava disto.
- Como é?
- Será que você não lembra do que eu te disse no bosque? Eu te amo Roy, você é mais importante do que qualquer coisa pra mim. Eu... – Ela não conseguira terminar a frase. Roy colocou seus dedos sobre os lábios dela, para ela ficar quieta.
- Shhh... Não fale mais nada... – Disse. E a beijou de novo, mas dessa vez, ela não tentou afastá-lo.
- Lisa, já chega. Quando você me disse que me amava no bosque, eu não consegui falar o que eu sentia, minha voz não saia. Lisa, você pode não acreditar, mas a verdade é que eu te amo, e muito. Você não sabe o quanto é importante pra mim. Te amo desde que eu ainda era aluno de seu pai. Você ainda era uma criança, eu sei. Mas, mesmo assim, foi inevitável não me apaixonar por você, meu amor.
- Roy... E - eu... Por que eu duvidaria de você?
- Lisa?
- É claro que eu acredito no que diz, Roy. Nunca duvidaria de você.
- Mesmo?
- Mesmo.
- Então... Se eu te pedisse, você aceitaria... Namorar comigo?
- Roy... – Lisa começou. Estava corada. – Cla... Claro que aceitaria...
- Ótimo!
Dizendo isso, Roy a beijou, e a deitou na cama. Depois começou a abrir a blusa dela, foi quando ouviram o som de uma porta abrir.
- Roy...
- Hei, Roy! – Disse Hughes. – Desce aqui na cozinha, um segundo, precisamos de um favor seu.
- Droga! – Sussurrou para Lisa. – Bom, pelo menos ele não veio até aqui.
Roy desceu as escadas, com cuidado, para Hughes não perceber que ele saiu do quarto de Lisa.
- O que foi? – Começou. – Vocês não deviam estar lá perto do lago?
- Sim, mas preciso de um favor seu.
- O que é?
- Precisamos que você fique atento para o caso da pessoa aparecer por aqui. Se for possível, dê uma volta na cidade, sei lá.
- Tá...
- Por que está tão irritado?
- Não estou irritado!
- Imagine... Ah, leve a Hawkeye com você, se for sair. Acho que irá fazer bem para ela...
- Que seja.
- Nós já vamos! Até.
- Ufa, essa passou perto. – Resmungou Roy, depois de fechar a porta.
- Quem era? – Ouviu a voz de Lisa, bastante fraca.
- Quem você acha? Era o Hughes... Aquele ali, se não incomodar não fica feliz.
- Ah...
- Por que está tão desanimada?
- Lembrei de uma coisa que não queria, é só isso.
- Que tipo de coisa?
- Vamos dar uma volta... Quem sabe eu encontro ela e te explico melhor...
- Ah, tá...
Lisa se arrumou rápido e ela e Roy saíram de casa. Já estava a tardezinha e era possível ver os sol se pondo, assim como ver a lua. Lisa levou seu superior, agora namorado, até uma pracinha.
- Por que viemos até aqui?
- Ela sempre vinha até aqui...
- Quem?
- Ah! Achei.
- Lisa? – Perguntou uma voz, doce e calma. – É você mesma?
- Quanto tempo, não, senhora Kamio(2)?
- Realmente. Ah, deixe eu te apresentar. Essa é minha filhinha, o nome dela é Riza.
- Riza? Que lindo. É "Rosa(3)" em francês, não?
- Sim. Minha filha falava francês com você não? A Suisei, não era?
- Era sim.
- E como ela está? Faz tempo que nós duas não conversamos...
- Eu não sei, faz tempo que não a vejo, senhora Kamio.
- Lisa, me faz um favor. Me chame de Haruko.
- Claro. Ah. Esse é meu superior, Roy Mustang.
- O famoso Flame Alchemist, estou certa?
- Hã? Ah, sim. – Disse Roy, pela primeira vez naquela conversa.
- É bem famoso por aqui também...
- Ah, Haruko. Eu...
- Sim, Lisa? Ah, já está anoitecendo... Eu tenho que ir... Até mais...
- Até mais... – Sua voz fora sumindo, e a ultima palavra que disse parecera um sussurro, um sussurro que apenas Roy ouvira. – Mãe...
- Mãe? Lisa?
- Ela é minha verdadeira mãe, mas, por causa de algumas coisas que aconteceram, ela não se lembra mais de mim... Todas as minhas lembranças foram apagadas da memória dela...
- Lisa... – Disse. E a abraçou. – Vem, vamos voltar.
Eles voltaram para o "hotel". Lisa foi tomar um banho e Roy se sentou na sala. Ficou pensando em tudo que acontecera naquele dia. Descobria algumas coisas sobre o passado de Lisa, e estava namorando com ela. Só acordou de seus devaneios, pois Lisa se sentou ao seu lado e repousou a cabeça em seu ombro.
Continua...
OMG oo Que raio de pai era o padrasto da Lisa o-o"" To com medo dele xD
Quero reviews tá? To meio sem o que falar... Oras, vocês lendo e comentando tá ótimo! Até maais! xD
Ah, é claaaaaaaaaro. As notas/
(1) Não sei se ela realmente tem irmãos, mas fic é fic, né?
(2) Kamio é o sobrenome da Misuzu de Air TV.
(3) No caso, é a flor Rosa, não a cor.
