MIRAI E NO YUME
- Kouji, é hora de levantar! Você não quer se atrasar para a escola, quer? – A voz de Satsuki ecoou pelo segundo andar, acordando o garoto adormecido de seu sonho, do qual, por mais agradável que fosse, ele não conseguiria se lembrar ao sair de baixo das cobertas.
- Já 'tô indo, mãe, já 'tô indo...
- Eu ouvi esse mesmo discurso cinco minutos atrás! Se você não sair logo daí, seu pai vai sair sem te dar bom dia!
- O QUE? EU JÁ 'TÔ INDO!
O garoto se levantou em um salto. Tirou o pijama, atirou-o em qualquer canto do quarto e apanhou no armário seu uniforme da escola. Escovou seu cabelo negro e achatou sua franja até que ela cobrisse seus olhos verdes brilhantes. Todos diziam que ele era a cara de seu pai, com exceção dos olhos, por isso sempre deixava-os escondidos. Menos de três minutos depois, Kouji Yuy encontrava-se sentado na mesa do café entre seu pai e sua mãe. O primeiro lia o jornal enquanto comia torradas com manteiga, e a segunda olhava de pai para filho como quem não acredita no que está acontecendo.
- O que foi que a sua mãe te disse dessa vez para você descer tão rápido, Kouji? – Perguntou seu pai, sem encarar o garoto.
- Ela disse que você ia ir embora sem me dar bom dia se eu demorasse. – O garoto respondeu, apontando o indicador acusatoriamente em direção à mulher.
- Isso foi golpe baixo, Satsuki. – Koichi exclamou, no mesmo tom de quem comenta sobre o tempo. Em seguida, baixou o jornal para encarar o rosto do filho. – Você sabe que eu nunca iria embora sem te ver. Não acredite em sua mãe quando ela disser isso de novo, está bem?
- Certo! – O garoto abriu um enorme sorriso que ocupava metade de seu rosto. Já fazia dez anos que eles viam todos os dias esse mesmo sorriso, e sentiam-se felizes e energéticos cada vez que o viam. Sem dúvida Kouji lembrava muito o pai, uma versão mais nova e de olhos esverdeados do que o ex-líder dos Taichi e atual chefe da polícia metropolitana de Tóquio fora um dia.
- Coma logo, ou você vai se atrasar para a aula! – Sua mãe exclamou, tentando parecer irritada. Koichi disfarçou um sorriso por baixo do jornal, que voltara a erguer sobre o corpo.
- Mãe, você é muito chata, sabia?
- Sim, sabia. Mas é para isso que as mães servem. Vamos logo, eu não tenho o dia todo!
- Por que não usa outra chantagem do tipo "Tio Toshihiro e Tia Rumiko não vão esperar se você não correr!"? A primeira de suas chantagens já funcionou...
- Koichi! Francamente... Eu não consigo entender os homens! Isso é algum tipo de complô contra mim?
Pai e filhos trocaram olhares suspeitos antes de responder:
- Não!
E sorriram marotamente.
- Certo então, Kouji. Eu vou sozinha me encontrar com Rumiko e Toshihiro. Boa sorte tentando encontrar o caminho para a escola sozinho.
- ESPERA, MÃE! Eu vou, eu vou!
Koichi virou os olhos ao ver que as chantagens da esposa realmente funcionavam. Não demorou muito e os dois estavam se despedindo dele, rumo à escola.
- Mãe, você não teria coragem de me abandonar, teria?
- Que tipo de pergunta é essa, Kouji?
- E nunca me faria encontrar o caminho da escola sozinho também, né?
- Ah, Kouji...
O abraço da mãe no filho foi interrompido por uma voz aguda e infantil que chamava-os ao longe. Aos poucos, os contornos de um garoto de longos cabelos presos em um rabo-de-cavalo foram se tornando visíveis, mais nítidos a cada passo. Seus olhos verdes e cabelo castanho claro, bem como a calça jeans rasgada e a camisa de Pokémon 67 – A liga Jatô Dezacocheio, tornaram-se distinguíveis pouco depois, o que permitiu identifica-lo como Rumihiro Urameshi sem medo de errar.
- Hey, Kouji! Você está atrasado! Achei que nunca fosse chegar! – Ele exclamou, assim que alcançou o amigo. – Eu sabia que você era preguiçoso de manhã, mas isso é um pouco demais!
- Ah, você também seria assim se tivesse no meu lugar! – Kouji retrucou, emburrado.
- Hey, garotos, o que vocês estão discutindo?
Uma garota da mesma altura de Rumihiro, com uma trança longa até quase o meio das costas e olhos castanhos grandes e emotivos se juntou aos dois garotos, falando alto ao se intrometer.
- Nada do seu interesse, Toshiko! – Respondeu o filho de Toshihiro, mostrando a língua. – Assunto de garotos.
- Ou seja, um monte de babaquices! – Toshiko mostrou a língua para o irmão. Os gêmeos de Toshihiro e Rumiko, apesar de não serem idênticos, eram muito parecidos em muitos aspectos. A personalidade era uma.
- Ooooi! Satsuki! Kouji! – A voz de Toshihiro ecoou ao longe, enquanto ele e a mestra de Fenki corriam atrás dos filhos. – Temos que correr! Não queremos que as crianças se atrasem, não é?
- O que houve com você, Satsuki? – Perguntou Rumiko, chegando pouco depois do marido. – A preguiça atacou também?
- Por que todo mundo hoje resolveu me incomodar por causa da minha preguiça? – Kouji perguntou, encarando os recém-chegados com um olhar que misturava questionamento e "tenham pena de mim".
- Tadinho do pequeno Kouji! Temos que dar um desconto pra ele, gente! – Toshihiro exclamou, rindo-se e mexendo na trança que já chegava ao joelho.
- Tio Toshihiro, você é mau...
- Você não viu nada, cara... – Rumihiro cochichou no ouvido do amigo.
- Enfim, vamos indo! – Toshiko exclamou, seguindo em frente sem olhar para trás.
- Toshiko, a escola é pro outro lado!
Depois de largar as crianças na porta da escola, o trio de amigos seguiu por uma extensa avenida até chegar a um pequeno bar com um letreiro de madeira escrito "Anta e Pequinês – O retorno" preso por apenas um dos quatro fios de apoio que deveria ter. As letras estavam descascadas e alguém havia pichado bigodes e sobrancelhas gigantes na ilustração do animal anta e do cachorro chiwawa sentados em uma mesa jogando cartas. A parede de vidro era cosntantemente confundida com uma parede de vidro fumê pelo acúmulo de pó e a porta tinha inclusive um vidro trincado e outro, quebrado. O grupo entrou.
- Aê! Bem-vindos, gente! Achei que nunca fossem aparecer!
A voz de Ken soou de algum lugar no fundo do estabelecimento que, apesar da aparência abandonada, estava sempre lotado. Em seguida, a figura de um homem descabelado usando uma tiara com orelhas de burro surgiu na frente deles.
- Olá, Ken! Desculpe a demora, mas as crianças nos atrasaram...
- Oh, sim, sempre os pirralhos... Rumiko, eu não sei o que se passava na sua cabeça e na da Satsuki quando vocês resolveram engravidar. Francamente, garotas...
- Qual é a discussão da vez?
Outra voz conhecida surgiu no meio da multidão, mas esta demorou um pouco mais para ser identificada, visto que o dono dela não tinha muito mais que um metro e sessenta de altura.
- Takashi! O que você está fazendo aqui? Era pra você estar lá vigiando aqueles garçons! Você sabe, eles podem querer nos roubar e...
- 'Tá, Ken, nós já conhecemos a sua teoria da conspiração universal contra o seu bar... Não precisamos escutar tudo isso de novo...
- Você fala isso porque não acredita em mim, Toshihiro! Mas você vai ver! Quando os terroristas vierem para atirar uma bomba aqui, eu vou estar preparado pra eles, pode apostar!
- Queria saber como foi que esta história começou... – Comentou Satsuki, observando incrédula a seriedade com que seu amigo contava sua história absurda do suposto ataque terrorista pela milésima vez. Fazia tanto tempo que ele repetia a mesma ladainha que era difícil se lembrar do começo de tudo.
- Foi tudo culpa do seu marido! Se ele não tivesse falado que o Japão era um potencial alvo de malucos de turbante, nada disso teria acontecido! – Respondeu o dono do bar, quase deixando sua tiara cair de tão exaltado.
- Só que quando o Koichi disse que os alvos eram lugares importantes e bastante conhecidos de Tóquio, ele com certeza não estava falando do nosso bar...
- Não enche, Paquiderme Pequinês!
- Cala a boca, Anta Destrambelhada!
- Chega de discutir, não? Que tal irmos para a parte do mirante e conversar como nos velhos tempos?
Rumiko e Toshihiro concordaram imediatamente com a idéia de Satsuki. Como a maioria sempre vence, Ken e Takashi tiveram que se dar por vencidos e segui-los. O mirante do bar ficava no quinto andar, e para chegar lá era preciso passar por praticamente todas as seções do bar multifuncional. Esse era o segredo do sucesso do Anta e Pequinês: a variedade de ambientes. Construído em cima de uma casa abandonada de um antigo pintor surrealista, o primeiro andar era um bar como outro qualquer, com área para fumantes e não fumantes, balcão para bebidas, mesas com vista para a rua onde casais românticos se atacavam aos beijinhos e agarrões, mesas escondidas em cantos obscuros onde gangues de mafiosos planejavam a morte de gente importante, um palco onde algum músico em início ou fim de carreira tentava chamar a atenção dos casais, mafiosos, bêbados e acompanhantes, e uma salinha para aqueles que ficavam de porre se recuperarem antes de recomeçar a bebedeira.
O segundo andar abrigava uma danceteria, com salões para música country, jazz, pagode, rock, salsa, heavy metal, músicas folclóricas, clássicas e até mesmo ópera. O andar não havia sido construído em linha reta, pois a casa ficava exatamente no início de uma ladeira, e todas as salas ficavam em níveis diferentes da construção. Havia uma passagem logo depois da sala de dançarinos de ópera que levava ao terceiro andar, um pouco mais nivelado, que abrigava uma biblioteca onde não só era possível ler os livros, mas também comê-los. Havia uma mesa que servia Shakespere acompanhado de chocolate quente e biscoitos, Sherlock Holmes e meio litro de café, Harry Potter e os legítimos bolinhos de caldeirão e suco de abóbora. Os sapos de chocolate estavam em fase de teste. Autores famosos e não tão famosos podiam ser encontrados tanto em mostruário de compra como de empréstimo, sendo que no primeiro encontravam-se os produtos ingeríveis e no segundo, os para leitura apenas. A promoção especial da semana era um combo das histórias infantis de Satsuki Kinomoto servidas com balas, sorvetes e chocolates para as crianças e chocolates, sorvetes e licores adocicados para os adultos.
O quarto andar à primeira vista parecia um salão de jogos, com mesas de sinuca, mini-quadras de golfe, pequenos campos de futebol, jogos eletrônicos e, claro, arenas de beyblade, mas também abrigava a cozinha que produzia todas as maravilhas encontradas no bar. Esta ficava escondida em outro dos desníveis do prédio e os únicos que sabiam sua exata localização eram Ken, Takashi, os outros Taichi e os funcionários que lá trabalhavam.
Por fim, o grupo chegou ao mirante. A paisagem da Tóquio movimentada abaixo deles tinha certa beleza, apesar dos engarrafamentos, acidentes de carros, buzinaços, massas de gente se locomovendo ordenadamente em uma única direção e guardinhas vestidos de azul usando luvas brancas que apitavam a cada trinta segundos para indicar o caminho que os carros deviam seguir devido a uma falha no sistema que controlava os semáforos. É, era uma paisagem bonita e tranqüila.
O sol estava se pondo quando finalmente o grupo se separou. Ken e Takashi precisavam voltar para o primeiro andar, pois o movimento noturno estava prestes a começar. Os outros três precisavam buscar seus filhos na escola. Eles se separaram prometendo outro encontro como aquele o mais breve possível, desta vez com a presença de Koichi.
Na porta da escola, Rumiko, Toshihiro, Rumihiro e Toshiko se despediram de Satsuki e Kouji e seguiram seu caminho ruma à residência dos Urameshi. Mãe e filho voltaram para casa para encontrar Koichi já terminando de preparar a janta. Como ele sempre saía cedo do trabalho à tarde, essa era sua tarefa dentro de casa.
- Koichi, estamos em casa! – Satsuki anunciou assim que abriu a porta e tirou seus sapatos.
- Pai! Eu preciso te contar uma coisa incrível que aconteceu hoje!
Kouji não esperou sua mãe falar alguma coisa para correr até a cozinha e se agarrar no colo do pai, tagarelando sem parar em uma velocidade fora do normal. Koichi sorria ao ver o filho tão animado, e isso fazia com que Satsuki também se sentisse feliz. Depois de cerca de dez minutos, Kouji voltou ao chão e foi direto para a mesa esperar o jantar ser servido. Seus pais ficaram sozinhos na cozinha.
- Kouji parece ainda mais agitado do que de costume. – O mestre de Fenhir comentou, virando-se para apagar o fogo antes que o peixe queimasse.
- É, ele teve um bom dia na escola. – Satsuki concordou, se aproximando do marido.
- Às vezes eu tenho saudades do tempo que a gente era criança...
- Do tempo que a gente andava pelo mundo causando caos por onde quer que andássemos...
Os dois se encararam ternamente. Seus olhares diziam coisas que palavras nunca poderiam expressar. Naquele momento, até mesmo as batidas de seus corações estavam em harmonia.
- Eu te amo, Satsuki. – Koichi sorriu, se aproximando da mulher e se inclinando levemente para aproximar seus rostos.
- Eu também te amo, Koichi.
Seus rostos se aproximaram devagar. Ele a segurou pela cintura enquanto ela se deixou levar, agarrando-se em seu pescoço. Cada vez mais próximos, já podiam sentir a respiração quente um do outro. Os lábios então se tocaram levemente...
E o despertador galinha d'Angola tocou, para o desespero de uma certa garota loira CDF em um quarto de hotel na cidade de Ottawa.
Satsuki: Ah, não! James foi mau comigo de novo! TT.TT Por que eu nunca consigo ficar com o Yuy-san?
James: Porque quando você ficar com ele, eu não vou mais poder escrever as suas trapalhadas de garota apaixonada quando chega perto dele, oras! XD
Satsuki: Isso não é justo! ò.ó
James: XD
Satsuki: Você parece o Yoshiyuki... ¬¬'
Yoshiyuki: Que tem eu? XD
Satsuki: Nada...
Rumiko: Gente, mas que tipo de texto foi esse? Uma previsão?
Toshihiro: Eu não sei, mas que eu gostei, eu gostei! XD
Ken: Dono de bar... interessante... nunca tinha pensado nessa idéia... O que você acha, Paquiderme Pequinês?
Takashi: Olha, Anta Destrambelhada, é uma idéia...
(Ken e Takashi juntam as cabeças e começam a cochichar coisas que ninguém entende)
Cathy: Ah, sacanagem, só os Taichi aparecem! E quanto ao resto de nós? O que será das nossas vidas?
Toshihiro: Por que vocês não tentam imaginar?
Yoshiyuki: Boa idéia! XD Vamos fazer isso! XD
(Um bando de personagem fazendo pose de pensador sentado em uma pedra)
Felipe: Ah, essa é fácil... Eu vou ser o campeão do mundo/o/
Luiz: EU vou ser o campeão do mundo! ò.ó
Felipe: NÓS seremos os campeões do mundo! Vamos defender o Brasil na Copa do Mundo da Conchinchina de 2000 e pedrada e ninguém vai bater a gente!
(Felipe e Luiz se abraçam e começam a cantar o hino do Brasil em ritmo de rock, balançando de um lado para o outro como quem bebeu demais e está prestes a cair)
Hehashiro: Eu vou... Cuidar da Lhana? O.õ
David: Credo, mas que falta de perspectiva! Pense grande! Sonhe alto! Que tal... Eu vou me tornar o médico mais famoso do mundo quando descobrir a cura para AIDS e todos os outros vírus que existem por aí! Todo mundo vai saber o meu nome e eu vou virar herói nacional! Mwahahahahaahahahaha (garagalhada fatal de cientista louco)
Emy: Como é que era mesmo que diziam... De médico e louco, todo mundo tem um pouco?
(David continua rindo no fundo)
William: Eu vou ter várias namoradas e passar o dia inteiro namorando e fazendo coisas legais! Nenhuma gata vai resistir ao meu charme! (piscadela medonha)
(todas as meninas em um raio de dez metros desmaiam)
(David se engasga no meio da risada e morre)
Ann: Eu vou ter meu próprio exército de garotas guerreiras! Vou treinar todas elas pessoalmente e nós vamos destronar os homens no governo do mundo! (gargalhada fatal versão feminina)
John: (sussurrando) Espero que ela se engasgue... Espero que ela se engasgue...
Ann: Não pense que eu não ouvi, John Willians!
(Ann sai correndo atrás do John.)
Chang: Eu vou ser um engenheiro e vou construir prédio com facilidades para aqueles que possuem excesso de serotonina e não conseguem passar pelas portas sem se abaixar!
Ayatá: E eu vou te acompanhar criando prédios e ambientes para aqueles que possuem serotonina de menos!
Gaby: Por que a gente não cria logo uma empresa que instala dispositivos de acessibilidade para qualquer tipo de pessoas portadoras de necessidades especiais?
Marie: Vocês vão virar ajudantes de deficientes? O.õ
Gaby: Se é assim que as pessoas comuns entendem, é! XD
Espírito Feliz do Além: Pois eu planejo fazer do Além um lugar muito mais divertido! Assim, quando vocês chegarem lá, vamos todos nos divertir muito! XD
(Todo mundo se afastando devagarzinho do Espírito Feliz do Além)
Torcedor Sueco: Sverige! Sverige! Salve! Salve! (com um monte de bandeira da Suécia passando pelo meio dos beybladers como se nada estivesse acontecendo)
Mr. (tarja preta): Pois eu pretendo continuar sendo o Britânico Milionário que Toma Chá das Cinco Horas Pontualmente ou qualquer coisa do tipo. Por mais que odeie chá, não posso fazer nada a não ser tomar chá pontualmente às cinco horas porque, afinal de contas, eu não passo de mais um Britânico Milionário que Toma Chá das Cinco Horas Pontualmente e...
(Torcedor Sueco acerta uma das suas bandeiras na cabeça do Mr. (fragmento de madeira tapando a visão) e ele é nocauteado)
Elizabeth: Eu vou jogar beisebol! Vou ser a estrela dos Estados Unidos/o/
Cathy: Oh, nossa, por essa ninguém esperava... ¬¬'
Elizabeth: Pelo menos eu tenho meus planos para o futuro...
Cathy: Eu também tenho, viu? Pra sua informação, querida, vou fazer musicais na Brodway, e todo mundo vai saber quem eu sou e acompanhar cada detalhe da minha pessoal nessas revistas de fofoca fúteis que se vende por aí! (Silêncio) Não, peraí... Esse futuro é horrível! Socorro!
(Cathy sai correndo em círculos desesperada até o Torcedor Sueco acerta-la com outra de suas bandeiras.)
Cathy: X.X
Espírito Feliz do Além: Oh, Torcedor Sueco! Eu te amo, sabia? Você está me dando tantas companhias novas hoje! XD
Torcedor Sueco: Hehe, conte comigo, doce Espírito Feliz do Além! Eu vou pessoalmente cuidar para que você nunca mais fique sozinha!
(Torcedor Sueco sai correndo com as bandeiras batendo na cabeça de todo mundo que aparece)
(Um monte de fantasminhas vai se juntar ao Espírito Feliz do Além)
(Torcedor Sueco bate na cabeça do Carlos Sleeping Beauty)
(Nada acontece)
(Torcedor Sueco bate de novo na cabeça do Carlos Sleeping Beauty)
(Nada acontece de novo)
(Torcedor Sueco tem um ataque e começa a bater freneticamente na cabeça do Carlos Sleeping Beauty)
(Uma das bandeiras escapa da mão do Torcedor Sueco e acerta ele na cabeça)
Torcedor Sueco: X.X
Carlos Sleeping Beauty: zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz
(Todos os novos Espíritos do Além olham para o Carlos Sleeping Beauty)
(Carlos acorda)
ô chenti, pareci qui eu durmi dimais dessa vêis...
Achu que vô continuar durmindo, vish? É bom por dimais!
E vô também disligá essa máquina qui faz muito barulho...
(Carlos Awaken Beauty estica o braço pra tirar o computador da tomada)
(Um monte de fantasminha em pânico tenta impedi-lo)
(Um monte de fantasminha atravessa o braço do Carlos Awaken Beauty)
--------------- Transmissão interrompida-------------------------------------
