Esta fic é uma adaptação do livro A Rainha da Fofoca, da Meg cabot. Portanto, a história não me pertence, assim como os personagens de Naruto também não.

.

CAPÍTULO 10

.

.

—Sasuke?

Espere. Quem disse isso?

— Sasuke?

Meus olhos se abrem de supetão. Sasuke já está em pé, correndo na direção da porta do sótão.

— Estou aqui — ele grita pela escada estreita que leva ao terceiro piso. — No sótão!

Certo. O que acabou de acontecer? Em um minuto, ele estava prestes a me beijar (tenho quase certeza disso), e no outro...

— Bom, é melhor você descer agora — a voz de Karin parece aborrecida. — A sua mãe acabou de chegar.

— Merda — Sasuke diz. Mas não para Karin. Para Karin, ele grita: — Certo. Desço em um segundo.

Ele se vira e olha para mim. Estou lá sentada, com o vestido de noite Givenchy ainda largado no meu colo, sentindo-me como se alguma coisa tivesse sido arrancada de mim.

Meu coração, talvez?

Mas isso é ridículo. Eu não queria que ele me beijasse. Não queria. Mesmo que fosse beijar.

Mas não ia.

— Precisamos ir — Sasuke informa. — A menos que você queira ficar aqui. Pode pegar tudo que quiser...

Tudo menos a única coisa que mais quero, começo a perceber.

— Ah — eu me levanto. Fico levemente surpresa com o fato de que os meus joelhos ainda conseguem me sustentar — , não, não posso.

Mas não larguei o vestido de noite, fato em que Sasuke repara, e que faz um dos cantos de sua boca subir, como quem já entendeu tudo.

— Quer dizer — baixo os olhos cheios de culpa para a braçada de seda que seguro. — Claro, posso levar este aqui e tentar restaurá-lo.

— Claro que sim — Sasuke diz, ainda tentando esconder o sorriso.

Ele está rindo de mim. Mas não ligo, porque agora nós dois temos um outro segredo. Em breve, vou ter mais segredos com Sasuke Uchiha do que com qualquer outra pessoa.

Mas, graças ao Sistema Sakura de Comunicação, não tenho mais nenhum segredo com qualquer outra pessoa. Isto é definitivamente algo em que preciso trabalhar.

Sigo Sasuke escada abaixo. Karin está esperando ao pé da escada. Ela tirou o biquíni e colocou um vestido de Unho cor de creme muito contemporâneo, que deixa os ombros dela à mostra e faz sua cintura parecer minúscula. Nos pés dela, logo reparo, há um par de sapatilhas de bruxa má com bicos finíssimos.

— Bem — ela diz quando me vê atrás de Sasuke —, você realmente fez a turnê completa, não é mesmo, Sakura?

— Sasuke e o pai dele foram muito atenciosos — tento esconder a culpa. Mas por que eu tenho que me sentir culpada? Não aconteceu nada. E nada iria acontecer.

Provavelmente.

— Tenho certeza que sim — Karin diz em tom entediado. Então, lança um olhar crítico para Sasuke. — Olhe só para você. Está todo empoeirado. Não pode receber a sua mãe assim. Vá se trocar.

Se Sasuke não gosta de receber ordens deste jeito, não demonstra. Em vez disso, sai pelo corredor e vai dizendo por cima do ombro:

— Diga a minha mãe que chego em um minuto.

Saio na direção do meu próprio quarto, onde pretendo esconder o vestido de noite até que eu consiga encontrar alguns limões ou, ainda melhor, cremor de tártaro, para poder colocar nas manchas. Já dei sorte no passado tirando manchas de ferrugem de seda com esses dois ingredientes.

Mas Karin me detém antes que eu possa dar um único passo. — O que é isso que você tem aí? — ela pergunta.

— Ah — desdobro o vestido e seguro para ela ver —, um vestido velho que eu achei lá em cima. É uma pena, agora coberto de ferrugem e de manchas. Vou ver se consigo limpar.

Karin lança um olhar crítico à roupa, de cima a baixo! Se ela o reconhece como uma peça importante da história da moda, não deixa transparecer.

— É muito velho, acho — ela comenta.

— Nem tanto — rebato. —Anos sessenta. Talvez do início dos setenta. —Ela franze o nariz.

— Está fedendo.

— Bem, estava lá naquele sótão mofado. Vou deixar um pouco de molho para ver se consigo tirar as manchas. Também vai ajudar com o cheiro.

Karin estica o dedo para tocar na seda macia. Um segundo depois, já está pegando a etiqueta.

Ai. Ela viu.

Mas não solta gritinhos, como eu fiz. Isso porque Karin de fato consegue se conter.

— Você é boa de costura? — ela pergunta, com muita calma. — Achei que ouvi sua amiga Ino dizer isso...

— Ah, só costuro direitinho — respondo, cheia de modéstia.

— Se você cortar a saia aqui — Karin diz, indicando um lugar onde, se eu fosse cortar a saia, a barra ficaria bem em cima do joelho dela —, ficaria um lindo vestido de coquetel. Eu teria que tingir de preto, claro. Se não, acho que fica muito com tara de vestido de noite.

Opa. Espere aí só um minuto.

— Porque é um vestido de noite — eu digo. — E tenho certeza de que pertence a alguém. Só vou tentar restaurá-lo. Tenho certeza de que a pessoa a quem ele pertence adoraria tê-lo de volta.

— Mas essa pessoa poderia ser qualquer uma — Karin diz. — E, seja quem for, caso se importasse com ele, não teria largado lá. Se for questão de custo, posso pagar de bom grado...

Arranco o vestido dos dedos dela. Não consigo me segurar. Parece que ela se transformou na Cruela Cruel e que o vestido é um filhotinho de dálmata. Não acredito que alguém pode ser tão maldosa a ponto de sugerir que se corte, e muito menos que se tinja, um Givenchy original.

— Que tal vermos primeiro se eu consigo tirar as manchas? — digo com toda a calma que consigo reunir, visto que estou com taquicardia de tanto choque.

Karin dá de ombros, à sua maneira franco-canadense. Pelo menos, suponho que seja franco-canadense, porque ela é a primeira pessoa dessa nacionalidade que conheço.

— Ótimo — ela diz. — Acho que podemos simplesmente deixar que Sasuke decida o que fazer com ele, já que a casa é dele...

Ela não completa... e eu sou namorada dele, de modo que todos os modelos de alta-costura da casa devem ser meus por direito.

Porque não precisa.

— Vou lá guardar — informo. — E depois desço para conhecer a senhora Uchiha.

A menção do nome parece lembrar Karin que estão a sua espera em outro lugar.

— Sim, claro que sim — ela se apressa escada abaixo. Vergonhosamente aliviada, disparo para o meu quarto e fecho a porta atrás de mim, então me apoio nela como se precisasse recuperar o fôlego. Cortar um Givenchy! Tingir um Givenchy! Mas que tipo de mente doentia, desvairada...

Mas agora não tenho tempo de me preocupar com isso. Quero ver como é a mãe de Sasuke. Penduro o vestido de noite com muito cuidado em um gancho da parede (porque meu quarto não tem guarda-roupa), então tiro o biquíni e o vestido que usei o dia todo. Visto meu roupão e corro para o banheiro, para me lavar rapidinho, retocar a maquiagem e pentear o cabelo antes de voltar para o quarto e colocar meu vestido de festa Suzy Perette (finalmente consegui tirar a mancha de tinta).

Então, seguindo o som da conversa que vem do andar de baixo, apresso-me para conhecer Mikoto Uchiha.

Que se revela não ser nada do que eu estava pensando. Depois de conhecer o pai de Sasuke, tinha criado em minha mente uma imagem do tipo de mulher com quem ele se casaria: pequena, morena e de fala mansa, para combinar com a falta de atenção sonhadora dele.

Mas nenhuma das mulheres que enxergo do patamar da escada se encaixa nessa descrição. Há três mulheres paradas no hall de entrada (além de Ino, Karin e Megumi), e nenhuma delas é morena nem pequena.

E COM TODA A CERTEZA não tem fala mansa.

— Mas então, onde Suri e Kara vão ficar? — uma garota mais ou menos da

minha idade, só que consideravelmente mais loira, perguntar, com um sotaque sulista bem pesado.

— Kim, querida, eu lhe disse — outra loira, que tem que ser a mãe da garota, já que a semelhança entre as duas é descarada tirando o fato de que a mãe tem uns dez quilos a mais do que a filha), fala em um tom cheio de sofrimento. — Elas vão ter que ficar em Sarlat. Tia Mikoto disse que cabia um certo número de pessoas aqui em Mirac...

— Mas por que os amigos de Konohamaru podem ficar aqui — Kim choraminga — e as minhas amigas precisam ir para um hotel? E Akira? Onde os amigos dele vão ficar?

Um rapaz com ar tristonho, encolhido em um canto, perto de uma pilastra de mármore, diz:

— Eu não sabia que Akira tinha algum amigo.

— Cale a boca, seu retardado — Kim vocifera para ele.

— Bem — declara a outra loira de meia-idade —, tenho certeza de que uma bebida me faria bem. Alguém me acompanha?

— Aqui está, Mikoto. — Monsieur Uchiha chega apressado com uma bandeja cheiade flûtes de champanhe que ele já tinha preparado, aparentemente, para o caso de uma emergência exatamente como esta.

— Ah, graças ao Senhor. — A mãe de Sasuke pega logo uma taça. Quase uma cabeça mais alta do que seu em-breve-ex-marido (mas isso pode ser só porque o cabelo dela é bastante armado), ela é uma mulher estonteante que usa um vestido-envelope Diane von Furstenberg de estampa chamativa que exibe sua silhueta ainda em forma em todo o seu esplendor.

— Tome, Hana — ela pega outra taça de champanhe e entrega para a irmã. — Aposto que você está precisando de um destes ainda mais do que eu.

A mãe de Kim nem espera até que todo mundo esteja servido antes de virar todo o conteúdo da taça. Parece uma mulher à beira de... bem, de alguma coisa não muito boa.

Karin, percebo, já chegou lá embaixo e está parada ao lado da senhora Uchiha, supervisionando a distribuição de champanhe. Quando Monsieur Uchiha chega a Megumi, Karin diz algo bastante ríspido em francês e o pai de Sasuke parece ficar assustado.

— Ah, certamente, só um golinho — ele diz. — É o meti novo demi-sec... — Karin lança um olhar de desaprovação para ele.

Mas isto aparentemente não incomoda Sasuke, que dá um passo à frente, pega uma taça de champanhe da bandeja que o pai segura e entrega a Megumi, que parece surpresa e emocionada.

— Esta é uma ocasião especial — Sasuke diz, aparentemente para todo mundo, de maneira geral. Mas não posso deixar de pensar que a observação se destina a Karin. — Minha prima está aqui para o casamento dela. Todo mundo tem que participar da comemoração. Vejo que Ino, que tirou o maio e colocou uma blusa branca simples com calça capri, troca olhares com Suigetsu, que também colocou de roupa desde a última vez que eu o vi e está de calça caqui e uma camisa pólo limpa. O olhar dela parece dizer: Está vendo? Eu bem que disse.

Mas disse o que a ele? O que está acontecendo?

— Bem — a senhora Uchiha diz, erguendo a taça —, então, vamos brindar. À noiva e ao noivo, que ainda não chegou. O canalha sortudo — ela joga a cabeça para trás e dá risada. — Brincadeirinha.

Então, por ter me avistado quando jogou a cabeça para trás, a senhora Uchiha completa:

— Opa, Yoko, mais uma taça. Tem mais gente chegando.

E Monsieur Uchiha se vira, vê que estou descendo a escada e abre um amplo sorriso.

— Ah, lá está ela — ele estende a última taça de champanhe para mim. — Antes tarde do que nunca. E com toda a certeza valeu a pena esperar.

Com o rosto corado, pego a taça e digo, para a sala toda de maneira geral, como Sasuke tinha feito:

— Olá, eu sou Sakura Haruno. Muito obrigada por me receberem aqui como se eu fosse uma convidada de verdade, como a intrusa que sou de fato.

Então fico lá parada, torcendo para que alguma coisa pesada caia na minha cabeça e me deixe inconsciente.

— Sakura, como vai? — a senhora Uchiha dá um passo à frente e aperta a minha mão. — Você deve ser a amiga Suigetsu de quem tanto ouvi falar. Muito prazer em conhecê-la. Qualquer amiga de Suigetsu é nossa amiga. Ele foi um amor com nosso Sasuke nos tempos de escola. Sempre o ajudava a se meter em encrencas.

Dou uma olhada para Suigetsu, que sorri.

— Tenho certeza que sim — digo. — Conhecendo Suigetsu.

— Não é verdade — Suigetsu me interrompe. — Não é verdade. Sasuke se metia em muita confusão sozinho, sem a minha ajuda.

— Esta é minha irmã, Hana, e a filha dela, Kim — Mikoto Uchiha vai dizendo enquanto me conduz pelo hall para conhecer sua família. O aperto de mão de Hana, comparado ao cumprimento vigoroso da irmã, parece uma esponja molhada, e o de Kim é só um pouquinho melhor. — E este aqui é Konohamaru, o irmão menor de Kim que já não é mais tão menor assim. — O aperto de mão de Konohamaru é um pouco melhor do que o da irmã, mas o rosto dele parece congelado em uma expressão de desdém constante e ele tem uma letra do alfabeto tatuada em cada dedo. Mas não sei o que dizem quando lidas na sequência.

Então Mikoto acaba com o champanhe de sua taça. Por sorte, o marido dela já está parado ali do lado com uma garrafa nova, pronto para encher os copos de todos mais uma vez.

— É bom, não é? — ele pergunta, ansioso, para qualquer um disposto a responder. — O demi-sec! Já não se fazem mais demi-secs. Todo mundo só quer saber de brut. Mas eu pensei comigo mesmo: por que não?

— É bom pensar diferente dos outros, Fugaku — Suigetsu diz, em tom simpático.

Eu me aproximo de onde ele e Ino estão e me inclino para perguntar:

— Vocês fazem ideia do que é um demi-sec?

— Ah, com o diabo, não — Suigetsu responde, no mesmo tom simpático, e enxuga sua taça. — Ei, eu quero mais — ele sai correndo atrás do pai de Sasuke.

Ino ergue os olhos para mim (ela nunca superou o fato de só ter l,62m de altura, da mesma maneira que nunca superei o fato de ter a bunda duas vezes maior que a dela, até recentemente) e diz:

— Onde você foi parar a tarde toda? E por que está tão arrumada?

— Sasuke e o pai dele me levaram para ver o vinhedo — respondo. — E não estou toda arrumada. Este vestido tornou-se roupa do dia-a-dia desde que Emiko sujou de tinta. Está lembrada?

— Agora não tem mais tinta nenhuma — Ino observa.

— Bem, era solúvel em água. Ninguém dá tinta não-solúvel a uma criança de quatro anos, nem minha irmã.

— Tanto faz. — Ino nunca entendeu minhas regras complicadas de guarda-roupa, apesar de eu já ter me oferecido para explicar diversas vezes. — Fomos convidados para o jantar hoje à noite. Vai ser só a família da noiva, foi por isso. A família do noivo e os demais convidados chegam amanhã. Está pronta para ajudar na cozinha?

— Total — respondo, imaginando a mim mesma com um avental fofo, preparando espaguete para todo mundo.

— Maravilha. E a mãe de Megumi que vai cozinhar. Parece que é uma cozinheira fantástica. Nós vamos cuidar da patrulha da louça. Vamos encher a cara para tudo andar mais rápido.

— Para mim, parece um bom plano — sigo até onde Sasuke está, já que assumiu a tarefa de encher copos, que era do pai.

— Ah — Sasuke diz ao reparar em mim —, aqui está ela... Belo vestido.

— Obrigada — digo. — Você também não está nada mal. Sabe se tem um pouco de cremor de tártaro na sua cozinha?

Ino engasga com o gole de champanhe que acabou de tomar. Sasuke, no entanto, responde com muita calma:

— Não faço a menor ideia. Diga como se fala cremor de tártaro em francês e eu posso perguntar.

— Não sei. Você é que é francês.

— Meio francês — Sasuke lança um olhar para a mãe, que joga a cabeça para trás e ri de mais alguma coisa que Suigetsu disse.

Creme de tartre? — Ino sugere.

— Vou perguntar — Sasuke vai encher o copo da tia.

— Que papo foi esse? — Ino pergunta, quando Sasuke se afasta a ponto de não escutar.

— Ah, nada — respondo, toda inocente. E meio sem graça, descubro, por guardar um segredo dela. É algo que nunca fiz na vida.

Mas há várias coisas que nunca fiz na vida e que ando experimentando ultimamente. Algumas sem sucesso, mas outras... Bem, o tempo vai dizer.

— Sakura? — Ino aperta os olhos para mim. — Tem alguma coisa rolando entre você e Sasuke?

— Não! Meu Deus, não.

Mas não consigo evitar ficar vermelha ao pensar naquele quase-beijo no sótão. E o que foi aquilo ontem à noite na estação de trem? Será que, naquela hora, Sasuke também estava prestes a me beijar? De algum modo, fiquei pensando que talvez o beijaria, se Karin não tivesse aparecido. As duas vezes.

— Ele tem namorada — lembro a Ino, na esperança de que, se eu disser isto em voz alta, também vai ajudar eu mesma a me lembrar deste fato. — E até parece que eu ia dar em cima de um cara que tem namorada. Aliás, quem você acha que eu sou?

— Não precisa ficar ofendida. Eu só estava perguntando.

— Não estou ofendida — tento parecer bem não-ofendida — Eu pareci ofendida? Porque não foi minha intenção.

— Tanto faz, sua louca. — Ino me lança um olhar surpreso. — Vou pegar mais uma taça. Quer vir comigo?

Olho na direção que ela aponta com a cabeça. Sasuke está abrindo mais uma garrafa do champanhe do pai. Por acaso, ergue a cabeça e vê que estamos olhando para ele do outro lado da sala. Ele sorri.

— Bom, tudo bem — respondo. — Quem sabe mais um?!


Oi!

Quem é vivo sempre aparece, não é?

Pois é, cada estou eu, atualizando minha fic depois de muuuuito tempo, e só o que posso fazer é pedir mil desculpas a vocês. Junto das aulas, comecei a fazer estágio em março. O tempo ficou muito curto. Faço jornalismo, então na maioria dos trabalhos da faculdade, tenho que ler muito, escrever, fazer crônicas resenhas, reportagens, artigos e ainda escrevo matérias no trabalho. Então, neste semestre, quando eu tinha algum tempo livre, tudo o que menos queria fazer era escrever. Sei que você devem estar chateadas, mas agora que estou de férias, prometo fazer o meu melhor para poder atualizar as fics.

Agradeço muito a quem ainda está acompanhando a história! Sério, MUITO OBRIGADA!

Espero ver vocês nos comentários ;)