Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos.
Ele podia pensar que a vencera, mas iria descobrir que estava muito enganado.
Oh Deus, o conde era insistente.
Por que ele não podia compreender que ela não se casaria? Nem com ele, nem com ninguém. Claro, ele tinha bons argumentos, todos apoiados por seus beijos que a deixam em frangalhos, pois não podia negar que o conde beija muitíssimo bem. Mas ainda sim, ele não iria mudar sua mente.
Casamento estava fora de cogitação.
Mas apesar dos momentos na carruagem, e ela ter evitado o homem à semana toda, ela percebeu ao receber sua nota que ele não desistiria.
A nota maldita, que a levou a esse momento, mal conseguia pensar nisso.
Ou desce agora para me cumprimentar Isabella, Ou contatarei seu pai e lhe direi as minhas intenções.
E claro os beijos que compartilhamos.
Conde Cullen.
Então cabia a ela, tentar fazer o homem compreender.
Isabella logo percebeu que era impossível.
Pois bastou vê-lo para seu coração disparar, e somente bastou ele a beijar para esquecer tudo, até seu nome, fazendo o mundo girar e a única coisa que existia era o conde e seus beijos ardentes.
Infelizmente ou felizmente, ela ainda não estava certa, eles foram interrompidos, justamente por seu pai.
Isabella empurrou o conde longe de si olhando atônita entre seu pai e o conde, ele parecia querer pular no conde e ela temeu por seu pai, ele já não estava na flor da idade e o conde era todo alto, forte, viril... Ela parou imediatamente com os pensamentos lascivos, pois apesar da boa forma o conde, ele nunca atacaria seu pai, mesmo para se defender, ela esperava.
- Isabela Marie Swan, o que está acontecendo? – Ela mastigou o lábio ansiosamente sem saber o que dizer, ela não queria complicar mais a situação.
Mesmo tendo sido pega aos beijos com o conde, ainda sim não estava disposta a se casar, mas seu pai podia ter outras ideias, então tinha que lhe mostrar que o assunto fora só um acidente infeliz, claro que o conde tinha outras ideias.
- Sr. Swan, sou Edward Masen, conde de Cullen, eu queria pedir a honra de cortejar sua filha.
Ela notou seu pai abrir a boca e fechar várias vezes, sua raiva se dissipando ao notar o que o conde dizia.
- Cortejar? – Ele repetiu olhando Isabella, ela grunhiu ignorando o conde.
- Ele não quer não, o ignore papai.
- Eu quero sim senhor, quero muito.
- Ele está delirando papai.
- Estou perfeitamente lúcido senhor.
- Ele provavelmente bateu a cabeça, isso explica seu comportamento.
- Posso atestar que não bati a cabeça Sr. Swan, é a beleza da sua filha que me faz almejar seu coração.
- Vê praticamente delirante. – Charlie olhava de um para o outro confuso.
O homem queria casar, mas Isabella não?
Olhou atentamente o homem, era um rapaz jovem de boa aparência e um conde, por que Isabella não o queria?
- Podemos falar a sós Sr. Swan? – Pediu o conde se aproximando, Isabella se apressou em ficar na frente dele.
- Não há nada para falarem em particular.
- Sim há Isabella, preciso tratar do nosso compromisso.
- Primeiro não há compromisso e segundo, eu sou parte do assunto por que não posso participar da conversa? – Isabella viu o conde sorrir e seu coração disparou.
Além de um ótimo beijador ele tinha que sorrir desse modo devastador? Como ela podia resistir a ele, se ele não parava de fazer essas coisas?
- Isabella meu anjo, esse é um assunto de cavalheiros.
- Não me chame assim.
- Assim como? Meu Anjo? – Ela rosnou.
Charlie se intrometeu antes que sua filha fosse presa por esganar o homem desavisado.
- Chega Isabella, vá para dentro, eu irei falar com o conde.
- Mas... Mas...
- Isabella. – Ela gritou e correu para dentro, assim que Charlie se viu a sós com o conde Cullen, ele avaliou mais precisamente o pretendente de sua filha.
Podia admitir que fosse um ótimo partido, só não entendia o que havia no conde que desagradava à filha. O homem era bem apessoado, tinha um titulo de nobreza e claramente estava apaixonado por Isabella.
Pois, um homem tem que amar sua filha para aguentar seu gênio.
- Conde, eu confesso que estou surpreso com os acontecimentos. – Charlie falou por fim e o conde assentiu.
- Eu entendo Sr. Swan, e compreendo que essa não é a situação mais comum, sua filha Isabella está um pouco relutante com os meus sentimentos para com ela, mas eu vou provar que mereço seu apreço.
- A ama?
- Eu confesso que meus sentimentos ainda são um mistério até para mim, mas eu sei que estou a caminho de amar Isabella. Eu amo sua paixão, inteligência, graça e até sua determinação.
- Mesmo o gênio? – Charlie viu o conde sorrir.
- Sim, mesmo o gênio. Ela não é uma mulher fácil de conviver, mas eu gosto do seu ardor. – Ele pigarreou. Sim ele havia visto o quanto ardor os jovens tinham, enquanto se beijavam contra a árvore.
- Eu nem sei o que dizer conde.
- Eu gostaria que me desse à permissão de cortejar Isabella.
- Ai que está o problema rapaz, eu prometi a Isabella quando a mandei para cá que ela podia escolher o noivo, pois ela queria amar o futuro marido, então eu quero cumprir minha promessa, não quero forçar Isabella a se casar.
- Eu também não quero. Desejo que ela queira se casar comigo.
- Então, o que o milorde tem em mente? – Ele viu o conde sorrir maliciosamente e sorriu também.
- Eu quero convencê-la, e acredite sou muito persuasivo. Então só o que peço é a chance de poder passar um tempo com Isabella, para provar a ela que seremos felizes juntos.
- Bem, se é esse seu plano, eu lhe dou a minha benção.
- Obrigada senhor. – Eles apertaram as mãos, selando o acordo.
- Eu realmente torço para que convença Isabella, conde, mas tente se abstiver de ser tão entusiasmado em locais públicos.
- Sim. – Ele ouviu o conde murmurar e sorriu.
- Ou pelo menos faça isso sem que ninguém os veja.
Charlie e o conde trocaram um olhar, e Edward sorriu ao notar que tinha agora um importante aliado.
[...]
Isabella entrou na casa como uma tempestade, suas mãos abriam e fechava, ela queria estrangular o maldito homem.
Como ele se atrevia? Queria se impor a ela, há mais ele não iria conseguir nada.
Isabella Marie Swan, nunca se casará.
Ao chegar à sala parou abruptadamente ao reconhecer o homem grande de cabelos e olhos escuros e adoráveis covinhas, mesmo para um homem tão grande ele era elegante, além, claro, de charmoso e bonito.
- Emmett. – Sorriu se aproximando e o gigante a olhou com um sorriso.
- Se não é a adorável Srta. Swan. – Ela bufou.
- O que faz aqui?
- Eu tenho alguns negócios a tratar na cidade e seu pai veio de carona em minha carruagem.
- Que maravilha, quanto tempo ficará? Ficará conosco não é? – Ela olhou para a tia em busca de confirmação, mas parou quando viu sua prima Rosalie encarando Emmett com a boca aberta.
- É claro que ele ficara. É muito bem vindo Sr. MacCarty.
- Será um prazer, Sra. Hale e senhorita, obrigada por me hospedarem. – Isabella o viu deixando de olhar sua tia para fixar sua atenção em sua prima e sorriu.
Rosalie parecia ter gostado de seu vizinho em Yorkshire. A família Swan conhecia os MacCarty há anos. Isabella ainda se lembrava de quando só tinha 10 anos e era apaixonada por Emmett que acabara de completar 21 e partia para Londres. Ela esperava que ele voltasse casado, mas o homem nunca se casou, e quando voltou sua paixonite já havia esvanecido.
Agora o via como mais nada além de um bom amigo. Mas ao olhar para a prima, podia ver que ela tinha fortes sentimentos pelo homem, e ele não parecia indiferente a ela, já que sempre voltava a olhá-la, mesmo quando a tia falava com ele.
Antes que pudesse arrastar a prima para perguntar sobre o que achava de Emmett ouviu a porta se abrindo e seu pai entrando acompanhado do conde, gemeu internamente.
Esperava que seu pai já o tivesse mandado partir, mas pelo sorriso que ambos trocavam, temeu o que poderiam dizer.
- Charlie. – Esme se apressou até ele o abraçando.
- Irmã, como está?
- Bem, achava que nunca sairia daquela casa. – Ele sorriu.
- Eu senti falta da minha menina. – Isabella sorriu. – E confesso queria ver quantos pretendentes ela colocou para correr.
- Papai! – Gritou ficando extremamente vermelha.
- Isabella tem sido um encanto Charlie, todos os rapazes estão deslumbrados por ela.
- Sim, eu soube. – Resmungou.
- Soube? Por quem? – Charlie olhou para o conde.
- Conde Edward, mostrou intenções para com Isabella. – Esme sorriu.
- Isso é maravilhoso, não é Isabella? – Todos olharam para ela, ela encarou o conde.
- Oh é esplêndido, sinto tanta alegria que acho que vou explodir. – Falou entredentes. Sua tia, Rosie e Emmett pareciam não ter entendido seu sarcasmo e desgosto, mas pelos sorrisos de seu pai e do conde eles entenderam, e pareceram não se importar.
- Já tem um pretendente Isabella, parabéns. – falou Emmett a abraçando pelos ombros, ela viu o conde estreitar os olhos.
- Sim, obrigada Emmett, estou tão feliz. – Os olhos do conde pareciam fendas e ela sorriu para ele.
- Devemos comemorar com um pouco de licor. – Esme falou chamando o mordomo.
- Mas ele nem me pediu em casamento, ele só quer fazer a corte. – Se apressou em dizer.
- Ainda Isabella, claramente o conde tem o desejo de se casar.
- Mas... – Ela foi ignorada enquanto o mordomo servia uma pequena taça de licor a todos.
Todos parabenizavam os dois, ignorando o ódio que fervia nos olhos de Isabella.
Logo todos se misturavam, Esme e Charlie conversavam sentados no sofá, Rosalie corava e balbuciava falando com Emmett que somente sorria, e o conde estava ao lado dela, enquanto ela o ignorava.
Mesmo quando ele roçava as pontas dos dedos em seu braço a fazendo se arrepiar, ou quando pegava uma mecha do seu cabelo e esfregava gentilmente deixando seu coração disparado. Cansada das reações que seu corpo tinha na presença do conde se afastou.
- Estou muito zangada com você.
- Comigo, meu anjo?
- Não me chame assim.
- Assim como? Anjo?
- Sim, não sou anjo.
- É sim, eu estava tão perdido e só, Isabella, mas você veio como um anjo para melhorar as coisas. – Ela praguejou.
Por que ele tem que ser tão encantador?
- Milorde...
- Já disse para me chamar de Edward.
- Não é apropriado.
- Iremos nos casar, é mais que apropriado.
- Não iremos não.
- Iremos sim, e mal posso esperar para tê-la só para mim. – Isabella engoliu em seco.
Deus, desejou por um momento ser dele, queria... Não, não, não, não irá se render. Ele só queria mandar na sua vida. Nenhum homem mandaria nela, mesmo um que sorrisse desse jeito e beijasse tão bem.
- Milorde não vê que isso é uma loucura? Deve procurar por uma mulher mais disposta.
- Você me parece muito disposta.
- Eu não.
- Não foi o que pareceu lá fora. – Ela gemeu.
- Lá fora foi um erro.
- E no jardim?
- Outro equivoco.
- No camarote?
- Um lapso.
- Na carruagem?
- Você me atacou na carruagem.
- Você gostou.
- Eu não.
- Gostou sim Isabella, assim como eu. Por que reluta em admitir o que sente?
- Não sinto nada pelo senhor.
- Mentirosa. – Sussurrou e ela suspirou, era mesmo uma mentirosa.
Sentia com os beijos do conde, sentia com seus toques, mas não o amava, era só atração, e não deixaria um homem reger sua vida só por que ele lhe atraia.
- Não sou. – Murmurou fracamente e ele se inclinou para mais perto.
- Sim é agora mesmo deseja que me incline e a beije.
- Não o fará, a sala está cheia. – ofegou se aproximando mais.
- Mas você gostaria. – Sussurrou, Isabella se viu inclinando para o conde, mas ele se afastou de repente, ela quase caiu, mas ele segurou em seu braço a mantendo firme. – Eu preciso ir.
- Ir? Onde? – Ela estava um pouco surpresa pela mudança abrupta de assunto e o afastamento do conde.
- Para casa, mas virei amanhã.
- Virá?
- Sim Isabella e a levarei para passear no parque.
- Hmmm, oh, eu não sei se devo...
- É claro sua prima está convidada a vir conosco. – Ele pegou sua mão beijando seus dedos e em seguida a palma, Isabella sentiu um arrepio quando os lábios dele esfregaram em sua pele.
- Me receberá amanhã meu anjo? – Ela engoliu em seco.
- Eu... Hmmm, suponho que sim.
- Esplêndido, mal posso esperar. – Ele beijou sua mão novamente se afastando em seguida, se despediu de seu pai e dos outros e se foi.
Isabella ainda estava atônita no lugar.
Ele havia feito de novo, deixou-a sem argumentos, maldito conde.
- Ele gosta de você. – Se virou para Rosie que sorria.
- Eu não gosto dele. – Grunhiu e a prima riu.
- Gosta sim, mas é teimosa, só não demore muito para perceber em?
- O que quer dizer com isso?
- O conde parece gostar de você, mas ele pode se cansar.
- Se cansar?
- Sim, se cansar de esperar você, há muitas jovens em Londres que dariam tudo para ter a atenção do conde. Não desperdice sua chance.
Isabella olhou atentamente para a prima, ela podia estar certa, mas ainda sim ela não queria a atenção do conde. Talvez fosse bom ele se cansar, ou talvez ele se enchesse dela...
Isabella sorriu para si mesma.
Talvez ele chegasse a desprezá-la quando ela mostra-se como seria ser casado com ela. Sua mente fervilhava com ideias, nenhuma favorável ao conde Cullen, mas ele quem pediu quando se forçou em sua vida.
Agora ele iria desejar que nunca tivesse a conhecido.
Ele podia pensar que a vencera, mas iria descobrir que estava muito enganado.
N/A: Oláaaa pervinhas como tem passado
Eita que essa Bella é dificil em kkkkk
Pobre Edward, mas não se preocupem pervas o homi é persistente e da Bella ele não desiste ;)
E olha que vocês ate vão achar que ele vai, mas ele não vai
Pq agora a dona Bella vai aprontar kkkkkk
Emmett apareceu *.*
Vamos saber o que a Rosie acha dele no proximo cap ;)
Mas ja deu pra ver que ela ta interessada no ursão *.*
Cansada aki de falar, falei até pouco, vcs sabem que eu sou mo matraca ne kkk
Enfim, espero que gostem do cap e nos vemos sexta que vem \o/
Fuiiii
.
N/B: Oh meu Deus, estou com medo do que a dona Bella vai aprontar. Espero que não seja nada que assuste muito o Ed, seria uma pena se ele desistisse dela u.u
Mas, não acho que a Paulinha faria isso, né?
Enfim, estou ansiosa pra descobrir o que a Bella vai aprontar UASHUAS
