CAPÍTULO 10: Monstro de Duas Cabeças!

(meninas, o título do capítulo se refere à música do Ultraje a Rigor – O monstro de Duas Cabeças, leiam a letra. Quem não conhece, procure no youtube. É muito foda).

Mais tarde naquele mesmo dia...

_Alice, ocultar meus sentimentos, não quer dizer que eu não os tenha.

_ Mas se você não falar nada, ela nunca vai saber Edward...

_ Tudo no seu tempo anã..._ele não queria discutir isso com sua irmã intrometida, primeiro queria ajudar sua amada no seu pedido sobre a possibilidade de voltar a enxergar._ você tem que entender que eu estou me esforçando. Estou ligando para ela, passeando com ela. E tudo isso, é novidade para mim. Não posso colocar tudo a perder por ter pressa. Dá um tempo. Falô?

_ Ok, você está certo. Não vou mais me intrometer nesse assunto... – como se ele acreditasse – e antes que eu me esqueça, nossa prima chega amanhã. Ela acabou de ligar e pediu que um de nós, vá buscá-la em Port Angeles depois da aula, esse vai ser o provável horário que chegará seu voo.

_ E?_ sabia que sobraria para ele, mas mesmo assim, resolveu perguntar.

_ Como se você não soubesse que vai sobrar para você, essa viagem até lá. Além disso, já marquei de estudar com a Bella amanhã de tarde. Portanto, você não vai ter nada de muito interessante para fazer de qualquer maneira.

_ Tá legal..._ ele iria subir para seu quarto, tomar um banho, e relaxar, mas antes resolveu averiguar um assunto._ Alice, você sabe quando nosso pai estará de volta?

_Por que a curiosidade, maninho? Você nunca ligou para isto antes..._ Alice cruzou os braços e arqueou a sobrancelha esquerda.

_Olha, eu só te fiz uma pergunta, mas se vai ficar tirando com a minha cara, esquece...

Sempre tão adorável, sua irmã pensou com deboche.

_ No final da semana que vem, eu acho. Isso é o que nossa mãe me contou, ele estará vindo de um congresso na Alemanha. Talvez passe um mês completo conosco. Isso seria ótimo, ainda mais que Lilian vai chegar, e..._sem conseguir se conter, ela resolveu jogar um verde_ mas o que isso tem demais não é mesmo, você não se interessa pela vida do nosso pai. Não seria agora que iria mudar. Ou estou enganada?

Voltando-se para a irmã pentelha, ele resolveu ser sincero. Não em tudo, mas em boa parte.

_ Eu estou tentando mudar, se é isso que você quer saber realmente. Pode não parecer, mas ele é meu pai também. Nós temos nossas diferenças, mas isso não muda o fato de termos o mesmo nome, e o mesmo sangue correndo nas veias. E não vou te dizer mais nada. Nem adianta insistir.

_Isso, por acaso, tem algo a ver com a nossa vizinha, não é?

_ Pode-se dizer que sim..._foi sua resposta vaga. Ele não iria dar mais detalhes sobre o que realmente queria pedir ao pai.

_ Eu fico feliz por isso Edward. De verdade._ Alice disse de forma sincera para o irmão.

_ Tudo bem, agora chega de babar meu ovo. Vou subir..._ ele se afastou pulando de dois em dois, os degraus da escada, mas não sem antes ouvir Alice dizer:

_ Que palavreado chulo garoto. Se a mamãe te ouve falar assim, vai lavar sua boca com sabão.

_ Como se você não dissesse nome feio, maninha..._ disse por cima do ombro, antes de bater a porta de seu quarto e encerrar a conversa.

Ele não ouviu a resposta mal criada de Alice, pois já havia alcançado seu quarto, e trancado a porta. Estava com os nervos a flor da pele. Não queria ter que admitir para Alice, que estava querendo se aproximar do pai por interesse. Não para si próprio, mas para sua garota. Sua linda garota de olhos azuis cobalto que estava tirando sua sanidade mental. Só de pensar nela seu pau pulava dentro das calças. Pelo visto ainda teria que tomar muitos banhos frios para se acalmar. Sabia que com Bella, o próximo passo, demoraria um pouco mais para realmente acontecer.

Ou não, tudo depende da minha lábia... Seu lado pervertido gritou em sua mente.

Deixa de ser sacana Edward Cullen... Sua consciência o advertiu.

E como não havia outra alternativa, foi para o banheiro, para mais uma sessão de onanismo* solitário. Isso ainda iria lhe render uma boa tendinite...

*masturbação.

No outro dia...

_Vamos Edward, levanta a bunda branca dessa cama, que já estamos atrasados..._Alice esmurrava a porta de seu quarto. Numa vã tentativa de acordá-lo.

_ Não enche o meu saco, Alice..._ virando para o outro lado, ele tentou dormir novamente. Mas foi interrompido de novo.

_ Se você não abrir essa porta agora, eu juro que conto para a Bella todos os seus podres..._ele sabia que a irmã era bem capaz de tal atitude. Por isso se levantou da cama xingando a tudo e a todos, abriu a porta do quarto e já foi logo dizendo:

_ Mais que porra Alice, custa esperar um pouco..._no entanto, suas próximas palavras morreram em sua língua quando viu que sua irmã não estava sozinha_ Bella!?_ele engoliu em seco.

_ Não, é o coelhinho da páscoa... _sua irmã rebateu com sarcasmo._ É claro que é a Bella garoto, e vê se para de falar palavrão. E vai logo tomar um banho que ela vai conosco hoje, o carro do Jasper deu piti novamente. E ele foi na oficina, para ver se aquela lata velha ainda tem salvação, o que eu acho que não, mas em todo caso, deixe-o tentar...

Em dado momento, Edward deixou de ouvir o que Alice estava dizendo. Pois sua atenção estava toda voltada para a linda garota parada na porta do seu quarto, com um sorriso discreto nos lábios cheios, e com olhar voltado em sua direção. Aqueles olhos eram os mais lindos que ele já vira, sem seus óculos escuros então, era ainda melhor. E se não fosse pela matraca da sua irmã, que não parava de falar, o momento teria sido perfeito.

_...para de babar, e vai para o banho Edward..._ele foi tirado dos seus pensamentos por um empurrão no ombro._ou vai querer atrasar a Bella também?!

_ Está bem, eu já vou. Só me dá um minuto..._virando as costas para as duas garotas, ele foi para o seu banheiro. E quase xingou alto novamente, quando bateu o dedinho mindinho do pé, na quina da porta. (n/a: isso realmente dói como o inferno, rsrs).

Respirando fundo, tomou uma ducha rápida, saiu com a toalha enrolada na cintura, seus cabelos estavam pingando água, mas ele se importava pouco, e foi direto para seu closet, em busca de uma boxer, calça jeans e camiseta. Como o dia estava meio nublado, o que não era novidade em Forks, pegou também uma jaqueta. Colocou a boxer e voltou para o quarto, tentando colocar a calça, ao mesmo tempo em que caminhava. Já que não queria atrasar sua garota.

Mas parou com os movimentos desajeitados, ao se deparar com Bella sentada na beirada de sua, tão desorganizada, cama. Ele sabia que ela não o via, mas só de saber que estava no mesmo quarto que ela, e que ele estava só de cueca. Já era motivo suficiente para ficar excitado. E seu amigo lá embaixo concordava plenamente com ele, já que se ergueu todo, como se tivesse sido convidado para a coversa.

_Edward?_ ela sentia sua presença. Isso já era grande coisa.

_ Hum, oi..._ terminando de colocar a outra perna da calça, ele se adiantou para perto dela_ eu achei que estivesse lá fora com a nanica, quero dizer com a Alice..._ ela sorriu lindamente para ele.

_ Eu iria, mas até parece que você não conhece sua irmã. Ela me fez ficar aqui, e prometer que não se atrasaria.

_ Só temos um problema nisso tudo..._ele disse e foi chegando mais perto de seu rosto, com o intuito de beijá-la, e sentindo seu perfume doce e cítrico.

_ Qual o problema..._tão ingênua, e tão linda.

_ Quando ela fez você ficar no meu quarto, sabendo que já estamos atrasados..._ passou a mão pelo pescoço alvo dela, sentindo sua pulsação acelerar sob o seu toque._não levou em consideração, que eu poderia te roubar para mim..._sua boca estava a centímetros da dela _ ou você acha mesmo que eu não vou me aproveitar dessa oportunidade...

_ Oh, eu nem sei o...

Mas Bella não teve tempo de dizer mais nada, pois seus lábios foram atacados pelos dele. Suas línguas dançavam uma com a outra, arrancando pequenos suspiros por parte dela, e gemidos por parte dele. As mãos de ambos se buscaram, as dele em seu rosto e nuca, as dela em seus cabelos e ombros. Ao sentir o toque tímido de suas mãos, ele estremeceu. O que era uma sensação nova, em se tratando de Edward, fodão, Cullen. Estava quase gozando apenas com o simples toque de sua mão. Nem queria imaginar como seria estar dentro dela. Só com esse pensamento, seu jeans ficou ainda mais apertado.

Bella sabia que era arriscado esperá-lo dentro do quarto, isto porque ele estava no banho, ela ouviu a água caindo do chuveiro, sentiu o odor do seu sabonete e xampu. Tentou evitar, mas não conseguiu parar de pensar em Edward estando sem roupa. Já tinha notado que seu corpo era todo talhado em músculos rígidos, e embora não pudesse ter uma visão, digamos assim, 'mais clara', conseguia imaginar perfeitamente bem como ele era. Ainda tentou argumentar com Alice, de que ele poderia sair pelado do banheiro, mas a amiga apenas sorriu e disse que, "esse era um risco que Bella deveria correr". E agora com as mãos tocando sua pele nua nos ombros e costas, tinha medo do que poderia encontrar mais abaixo.

Edward estava ficando a cada instante mais excitado, e sem que pudesse evitar, pegou uma das mãos de Bella e colocou sobre seu membro rígido. O que fez com que ambos gemessem. Ela nunca tinha sequer sonhado em tocar um homem daquela forma, e conseguiu sentir que ele pulsava sob seu toque. Aquilo fez com que um calor subisse por seu corpo, e se fixasse diretamente em seu ventre. Deixando-a ligeiramente tonta, e sem ar. Imaginou o que aconteceria se apertasse um pouco mais, e o que ganhou em resposta foi um gemido gutural saindo do peito dele. Aquilo era um bom sinal? Ela não sabia dizer, mas quando tentou tirar a mão, com medo de estar machucando-o, ele foi mais rápido e segurou sua mão com a dele por cima.

_ Está vendo o que faz comigo Bella?!_sua respiração estava acelerada, e ele dava pequenas mordidas em sua orelha e pescoço_ eu vou ficar com as bolas azuis qualquer dia destes..._ela apertou mais um pouco, e soube naquele momento que ele era grande, muito grande. E com G maiúsculo.

_Eu não sei o que você quer dizer com isso Edward..._ sua voz estava rouca, como nunca tinha estado antes. E por mais que ela limpasse a garganta, a mesma não voltou ao seu tom normal.

_ O que eu quero dizer, é que a cada dia que passa, eu fico mais e mais louco por você, Isabella. Louco de tesão... _ ele pegou sua mão delicadamente na sua, e deu um beijo em sua palma. Sabia que ela era inocente, e por isso não iria pedir nada fora de seus limites. Mas poderia esclarecer como se sentia, não é?_é por isso que eu fico assim desse jeito, mais duro do que uma rocha. _na mente dele, ele poderia pregar um prego numa parede com seu pau, de tão duro que estava._e agora vou ter que tomar outro banho, não posso sair assim...armado. _os dois riram.

_ Eu posso te fazer uma pergunta? _Bella disse mordendo o lábio inferior, ela estava mais vermelha que um semáforo. Disso, ela não tinha dúvida. Mas precisava saber a verdade.

_ Poder pode, só não garanto que irá gostar da resposta._ele passou suavemente os dedos pelo rosto corado dela, e tentou adivinhar onde aquela cabecinha estava indo.

_ Bem, é que...eu tenho dois irmãos Edward. E eu sempre ouço eles falarem que precisam, como se diz, é, se aliviarem... Acho que esse é o termo correto..._ela ouviu um rosnado por parte dele, e soube estar entrando num campo perigoso da conversa_ eu queria saber como é isso. Quero dizer, o que acontece realmente se vocês homens não se "aliviarem"? Acho que é essa a pergunta.

_ Bella. Eu realmente acho que esse tipo de assunto não vai te fazer bem, você pode me achar um tarado..._ eles sorriram juntos._mas se quer tanto saber o que realmente acontece com nós homens, o que posso deixar bem claro é, que somos como animais. Não podemos ver uma fêmea atraente, que já ficamos assim, duros. _ ele fez uma pausa, para ver se ela estava acompanhando seu raciocínio, ao que parecia ela estava, pois assentiu com a cabeça._mas existem situações, que são mais complicadas. Onde um simples toque, um simples olhar, nos deixa desorientados, e o sangue corre para um lugar que não deveria ir com tanta facilidade. Mas eu não sei se você vai me entender, isso é papo de homem, carinho...

_ Então, como diria meu irmão mais velho, esse é aquele momento em que vocês "pensam com a cabeça de baixo"?_ ela disse, e corou violentamente. Arrancando uma gargalhada de Edward.

_ Grande garota, é exatamente assim que ocorre. Nossa cabeça de cima deixa de funcionar com clareza..._ele ainda estava muito excitado, por isso colocou sua mão em seu comprimento novamente._ que é como eu me sinto agora. Minha cabeça de baixo está querendo mandar na de cima.

_Oh..._ foi tudo o que ela conseguiu dizer. Estava muito envergonhada, e não sabia o que ele pensaria sobre essa sua curiosidade.

_ Agora, você vai ficar aqui, sentadinha, que eu vou jogar uma água no corpo. E dessa vez bem gelada. Só assim, conseguimos acalmar um pouco as nossas 'cabeças'..._ela sorriu novamente. Edward deu outro beijo em seus lábios, soltou suas mãos e foi de volta para o banheiro.

_ Ok. _ela disse para o nada. Pois ele já estava embaixo da água fria, tentando esfriar, as suas duas cabeças.

Na escola...

_ Aqui é onde eu te deixo, linda..._eles já estavam em frente da sala de Bella, e embora ela insistisse sobre ir sozinha, ele negou veementemente. Pois queria deixar claro para toda a escola, que ela lhe pertencia. Era uma coisa boba, coisa de homem, mas ele queria assim. E a ela não restou outra saída, a não ser concordar.

_Até mais então Edward..._ela não sabia como agir. Será que deveria beija-lo? Ou somente dar tchau? Também não sabia até que ponto aquele relacionamento era importante para ele. Se estava tudo bem para ele se expor com ela em público. Pois, até o momento, a palavra namoro, ainda não havia sido citada.

_ Não está esquecendo de nada, carinho?_ele ainda estava segurando sua mão. E quando ela arqueou as sobrancelhas, dando a entender que não sabia do que ele falava, resolveu explicar._ o meu beijo.

Então, puxando-a novamente para perto de si, ele selou os lábios dela, com os seus. Foi um beijo terno, e casto, mas para ele, as coisas nos países baixos não eram tão simples assim. O seu banho frio naquela manhã, não tinha sido suficiente. Somente o cheiro daquela garota, o gosto dos seus lábios, e o toque de sua pele, elevava seu nível de excitação ao máximo.

Mas o momento beijo, foi quebrado por um empurrão em seu ombro. Fazendo com que ele tivesse que se separar de sua garota. Abrindo os olhos com raiva, procurou seu algoz, mas não precisou procurar muito, já que Carla Lienne estava perto da porta da outra sala, olhando diretamente para ele e sorrindo. Ela deu um tchauzinho, e continuou pelo corredor. Ao que parecia ela estava tentando ser sensual, pois andava rebolando, como se estivesse num desfile de moda. Garota insuportável. Ele pensou.

_ O que foi?_Bella perguntou.

_ Não foi nada, apenas um babaca que me empurrou..._era uma babaca, mas ele não iria entrar em detalhes._ te pegou no intervalo, ok?

_ Ok._ ela sabia que não adiantava discutir, por isso apenas concordou.

Ele lhe deu mais um selinho e foi para sua própria sala. Mas, quando fez a volta no final do corredor, foi puxado pela camiseta por duas mãos cheias de dedos. E sem saber como, foi imprensado na parede à suas costas, e sua boca foi coberta por outra. Mas antes mesmo que aquele beijo se aprofundasse mais, ele se separou dela e a empurrou longe. E qual não foi a sua surpresa, quando viu Lienne a sua frente. Limpando os lábios, para tirar o batom com gosto ruim, gritou exasperado:

_ Qual é a sua garota? Não se enxerga não?

_ Ai Eddie, não seja assim, vai... _ela tentou passar suas mãos pelo seu peito, mas ele não permitiu, e empurrou seu corpo para mais longe de si. Não queria ficar com o toque da cadela em sua pele, aquela garota oferecida lhe causava repulsa, e não desejo. _ Você precisa de uma mulher de verdade, sabe. Alguém que te dê tudo o que você merece. Não precisa ficar fazendo caridade com a ceguinha...

_ Cala a sua boca. Eu não quero nada com você. Ouviu bem, nada..._seus olhos estavam soltando faíscas, mas a garota sem noção parecia não notar._e a única aqui que precisa de caridade, é você.

_ Qual é... Vai me dizer que aquela garota sem sal te satisfaz? Eu aposto que não. E além do mais, o que os olhos não veem, o coração não sente... Não é esse o ditado?!_ disse isso destilando todo seu veneno para o fato de Bella ser cega. Para ele, aquela foi a última gota que faltava para seu copo transbordar. Indo para cima da desorientada, ele disse entre dentes:

_ . .mim. Não fale comigo, não olhe para mim. E nunca, jamais, ouse dizer qualquer coisa sobre a Bella novamente. Ouviu bem? Jamais..._ele não tinha percebido, mas estava apertando os braços da garota tão forte, que seus dedos estavam brancos.

_ Você está me machucando..._ela tentou se soltar, mas o aperto dele ficou mais forte._ Edward, me solta.

_ Ou o que? Vai gritar por socorro? E vai dizer o que? A verdade? _agora ele estava chacoalhando a garota, e ela estava visivelmente assustada._ Que estava se oferecendo para mim, e sendo grosseira com a minha namorada?_ no auge de sua fúria, ele nem se deu conta do que tinha acabado de falar.

_ O que está acontecendo aqui?_ era Jasper que chegava naquele momento, e pela sua expressão azeda, não estava gostando nada, nada, de ver o cara que sua irmã estava atraída, atracado com outra_ Vão me responder, ou não?

_ Diz para ele Lienne..._ Edward respondeu entre dentes, dizendo o nome dela com todo o desprezo que poderia juntar._diz para ele, o que você me disse sobre fazer caridade. Eu aposto que ele vai adorar saber o que você pensa sobre a irmã dele.

_ Me solta seu grosso..._ela conseguiu se soltar do seu aperto, e foi para longe dele_ e eu não vou dizer nada. Você não pode me obrigar. Idiota.

Sem dizer mais nada, ela foi para o banheiro feminino. Deixando os dois rapazes no corredor, um pensando em matá-la, o outro querendo saber o que estava acontecendo.

_ O que ela disse sobre a Bella?_Jasper pediu.

_ Nada que valha a pena lembrar..._ele tentou passar pelo outro, mas foi parado.

_Eu quero saber. Sou o irmão dela, porra. Não pense que eu confio em você com essa cara de pilantra que você tem..._ele apontou o dedo em seu rosto._ mas se aquela vagabunda da Lienne disse alguma coisa sobre a Bella. Eu quero saber. E quero saber agora.

_ Vá se foder. E tira suas mãos de mim..._ Jasper não se intimidou, pelo contrário, ficou ainda mais perto de Edward.

E este, vendo que não haveria outra saída, resolveu dizer logo de uma vez o que tinha escutado. Antes que fosse obrigado a partir para a porrada. Não que ele achasse ruim, seria até uma forma de gastar suas energias, mas não queria magoar Bella.

_ Ela acha que estou com a sua irmã por caridade. É isso. E agora saia da minha frente.

_ O que?_ Jasper ficou lívido com o que tinha ouvido. Não acreditando que aquela garota sem noção, tinha tido coragem de dizer tal idiotice.

_ Você é surdo? Eu não vou repetir. Até porque se eu ficar pensando nisso, vou ser obrigado, a dar uns tapas naquela garota. Cadela.

_Não antes de mim._Jasper disse com raiva.

_Hein?_quer dizer que o maricas, do seu futuro cunhado era dado a descer a mão em mulher, hein?! Interessante.

_ É isso mesmo. Essa garota atormenta minha irmã há anos. E tudo o que eu queria era uma oportunidade de descer a mão nela. Mas infelizmente eu não bato em mulher.

_ Você pode até não bater, mas eu sim..._ quem disse isso foi nada mais, nada menos que Alice. Os dois viraram para ela, e arquearam as sobrancelhas. Como que duvidando claramente do que ela tinha dito. _o que foi? Acham que só por que eu sou pequena, não sei me defender? Não se esqueça querido irmão, que eu fiz aulas de defesa pessoal na nossa outra escola. E que te coloco no chão em dois tempos.

_ Isso é verdade?_ Jasper indagou à ele.

_ Infelizmente é. Essa salva vidas de aquário, não é flor que se cheire..._ depois disso, Jasper soltou uma gargalhada estrondosa.

_Eu não acredito nisso..._ele ria sem parar, e aquilo já estava incomodando Edward._ você apanha da sua irmã cara. Que patético.

_ Hahaha...vai rindo otário. Se não acredita em mim, peça a ela uma demonstração. Eu aposto que ela te leva ao chão, antes que você possa dizer "eu sou gay".

_ Vai sonhando... _ele parou de rir quando percebeu que Edward não estava brincando._é sério isso?

_ Quer pagar para ver, gatinho?_Alice chegou perto dos dois garotos. Visivelmente interessada em colocar Jasper na lona.

_Que balbúrdia é essa aqui no corredor?_era Jeff Storn que chegava naquele momento, ele era o zelador, e guarda da escola. Era conhecido por ser um cara durão e sem paciência. Sua aparência lembrava e muito o zelador Filch, de Hogwartz*. Só faltava a gata Madame Nora._os senhores e a senhorita não tem aula, não? Ou estão cabulando mesmo?

*escola de magia de Harry Potter. (adoro também).

_ Já estamos indo Jeff..._Jasper disse rapidamente. Aquele, era o segundo homem na escola que, lhe dava arrepios. O primeiro era JB.

_Estou contando com isso Sr. Swan._ sua expressão era de tédio.

_ É que eu não estava me sentindo muito bem Sr. Jeff..._ Alice começou a atuar_ e meu irmão, e o meu namorado, estavam preocupados comigo..._Quando ela disse irmão e namorado na mesma frase, cada garoto olhou para o outro e abriu a boca em sinal de espanto. Pelo visto não era só Edward que estava surpreso com a situação do namorado.

_ Está certo, senhorita Cullen. Mas agora é melhor todos irem andando. Ou o diretor pode não gostar dessa reunião aqui..._ e não é que o esquentadinho do zelador macabro, tinha ficado mais calmo com a baixinha, Jasper pensou.

_ Mas é claro Jeffynho querido... _o velho ficou visivelmente envergonhado com o diminutivo de seu nome_ nós já estamos indo. Vamos meninos, me acompanhem até minha sala, afinal minha indisposição pode voltar, e eu não quero cair...

E assim, seguiram os três pelo corredor. Jasper e Edward amparando uma falsa Alice doente. E quando chegaram em frente da sala dela, olharam para trás. Mas o senhor Filch, vulgo Jeff, não estava à vista.

_Agora desembuchem._os olhos da baixinha, ia de um garoto para o outro, querendo saber o que tinha rolado no corredor mais cedo. E pela sua pose, ela não desistiria.

_Alice, depois eu te conto. Agora é melhor você entrar. Antes que aquele asqueroso volte._Jasper tentou dizer numa boa.

_Mas...

_ Nada de mas..._Edward a cortou, ou aquela conversa ia durar o período da aula toda._ou eu conto para o papai que você está namorando e nem disse nada para ele..._ele sabia que era golpe baixo, mas não podia deixar de tirar uma com a cara da irmã.

_Edward.

_ É meu nome.

_Você não teria coragem.

_Quer pagar para ver, nanica?

_Não me chama de nanica._sua voz subiu duas oitavas._ E você sabe que eu disse aquilo, só para que o velho, não nos levasse para a diretoria.

_Eu sei disso. Mas o nosso pai não sabe._ Edward cruzou seus braços sobre o peito.

_Você é um idiota..._ela fez a mesma coisa. Cruzou os braços. Tentando ficar no mesmo patamar que seu irmão imbecil.

Cruzando os braços sobre os seios, ela ficava ainda mais bonita, Jasper pensou como um bobo apaixonado. Ele não acharia nada ruim ser chamado de namorado dela. Nada ruim, mesmo.

_Já me disseram isso antes..._Edward retrucou, e vendo que ela iria abrir novamente a boca, ergueu a mão._depois anã. Agora vaza.

Ele abriu a porta da sala dela, e a empurrou para dentro. Era a mesma sala de aula de Bella. Virando seu rosto, se deparou com o olhar vidrado de Jasper. O tapado estava mesmo afim da sua irmã, mas pelo visto, era mais lerdo do que uma tartaruga.

_Vai ficar aí, ou vai para a aula?_pediu ao outro.

_Como?_Jasper nem se deu conta de que estavam falando com ele.

_Oh pai santo. Eu mereço..._ Edward foi andando e largou o outro para trás.

Eles tinham a mesma aula, mas de maneira nenhuma que ele iria ficar esperando outro macho. Quando isso acontecesse, o inferno estaria congelando. Queria mais é que o outro se fodesse. Homem para ele, era só no bico da botina. E ainda estava com raiva da ordinária que ousou falar mal de sua garota. Aquela vadia iria cair do cavalo se pensava que ele iria ficar com ela. Quando entrou na sua sala, percebeu que o professor já estava passando o conteúdo. E pela sua cara de cú, não gostou nada do seu atraso.

Mas o mesmo não disse nada também. Nesses casos era bom ter um pai conhecido. Ninguém, ou quase ninguém implicava com suas falhas. Em seguida, a aula foi interrompida novamente, só que dessa vez por Jasper. Que ainda estava com aquela cara de lesado. Bufando, Edward nem se deu ao trabalho de olhar duas vezes para o outro. Ele ainda não estava com paciência, e a única coisa que queria naquele momento, era beijar uma certa pessoa de olhos azuis, e com um perfume inebriante de maçãs...

No intervalo...

_E então Bellsinha. Conte-me tudo, não me esconda nada... _JB estava com um braço sobre o ombro de sua melhor amiga, enquanto esperavam por Edward, vulgo bofe escândalo, no corredor da escola. _como estão as coisas com você e o pedaço de mau caminho?

_JB, deixa de ser curioso. E pare de chamá-lo assim, ele pode não gostar._Bella repreendeu de leve. Sabia que seu amigo era um doce, mas nem todos gostavam de suas brincadeiras. Alguns eram preconceituosos ao extremo.

_Hunf. Como se eu me importasse, além do mais ele é mesmo um pedaço de homem. Eu daria qualquer coisa, para ter um espécie desses._fazendo uma pausa, ele prosseguiu_ Apesar de que, eu sou muito mais o seu irmão. Por ele sim eu largaria tudo..._ela riu alto com aquilo.

_Ai meu Deus. Que Jasper não te ouça..._sua barriga doía de tanto rir.

_Tarde demais amor, ele acabou de correr daqui.

_Como você é do mal JB. Aposto que disse isso só para ele não vir aqui.

_Claro que eu disse. Eu adoro atormentá-lo. Ele fica tão lindo quando faz aquela carinha de assustado. Mas eu só falo para causar. E eu sei que Alice tem uma queda, do tamanho de um bonde, por ele. Por isso, meu amor platônico vai ter que acabar._dando um suspiro alto e dramático, ele completou._e agora deixa eu ir, por que o seu homem está vindo. Beijo e bom namoro.

Edward chegou próximo de Bella e percebeu que ela ria de alguma coisa dita por JB. E pensar que ele já teve ciúme do outro garoto, quando não sabia que ele torcia para o outro time. Mas agora, era até bom ter alguém perto de sua garota, assim ela não ficava sozinha.

_Oi..._ele disse quando parou na sua frente. Olhando para sua boca rosada, e querendo beijá-la. Mas se começasse, não iria parar. E era provável que o zelador do mal estivesse de olho.

_Oi. Como foi a aula?_Bella pediu, sem perceber suas intenções.

_Entediante. Cansativa e repetitiva._ele passou a mão em sua face, se deleitando com o rosado em suas bochechas.

_Simplesmente perfeita então._ela disse.

_Com certeza. E a sua?_ele entrelaçou seus dedos com os dela. E adorou a forma como sua mão se encaixou na sua. A dela era suave e macia, em contraste com a dele, cheia de calos do vilão nas pontas dos dedos, e muito maior.

_Foi legal. A professora pediu um resumo sobre a segunda guerra mundial. E passou alguns exercícios.

_ E isso é legal?!_ele pediu não escondendo a surpresa.

_Oh sim. Ela poderia ter passado uma prova. Isso sim teria sido pior.

Os dois foram para o refeitório. E lá, Edward fez Bella ficar sentada, enquanto pegava comida para os dois. Logo em seguida ele voltou com uma bandeja cheia de alimentos. Pedaços de pizza, frutas, refrigerante e suco. Os dois comeram entre brincadeiras e carinhos. Algumas pessoas olhavam a cena com admiração, outros com inveja, e tinha uma pessoa dentre todas as outras, que olhava o casal com raiva. Uma raiva sem tamanho. E tudo o que ela mais queria era acabar com a garota cega. Mas ela sabia que por hora, teria que esperar. Em algum momento a ceguinha iria ficar sozinha, e era ali que ela entrava...

_Então aquela garota insossa disse que meu irmão está interessado na Bella, apenas por caridade?_Alice estava sentada com Jasper numa das mesas do refeitório. E de lá ela tinha uma boa visão de onde seu irmão estava com sua amiga._Isso não parece caridade para mim._apontou para a outra mesa, e Jasper seguiu seu olhar.

_Eu tenho que concordar com você Alice._Jasper disse concordando com o ponto de vista da pequena._e quando eu cheguei, seu irmão estava prestes a bater na cachorra. Acho que ele não iria pensar nas consequências. E ia descer o braço.

_É uma pena que eu não cheguei antes. Iria dar umas bifas nessa vaca. Ah, se eu ia. Onde já se viu, ficar falando essas coisas de uma menina tão doce quanto a Bella, ela é ótima...

Jasper sorriu pela maneira com que a baixinha falava, defendendo sua irmã. Ele ficou admirando-a enquanto ela dizia tudo o que tinha vontade de fazer com a tal garota insolente. Em sua mente ele ficou imaginando uma briga com as duas mulheres, mas estando sem roupas, e se possível numa piscina de gelatina. Sua Alice iria bater na outra, ficar por cima, e seus seios iriam chacoalhar, e sua boc...

_Terra chamando Jasper.

_Hein?_focando seus olhos novamente, ele sentiu suas bochechas pegando fogo._Oi Alice, eu me distraí.

_Eu percebi. Posso saber o que você estava pensando para estar corado dessa maneira?

_Er...é melhor não..._de maneira nenhuma ele iria contar as cosias insanas que estava pensando sobre ela. Preferiria beijar um cacto do que abrir a boca.

_Mas pelo menos esses pensamentos eram comigo?_ele sentiu sua perna passando em sua panturrilha, por baixo da mesa. Engoliu em seco e ficou, se fosse possível, mais vermelho.

_Sim?_sua resposta saiu em forma de pergunta. Mas ele não pod evitar. Quando estava próximo de Alice, sua coordenação motora e cognitiva, ia para o espaço.

_Humm...bem..._Alice estava adorando provocar seu vizinho. Ela estava extremamente atraída por ele. E mesmo já tendo trocado alguns beijos, sabia que ele era muito tímido para tomar o segundo passo. Como sempre, iria ter que fazer tudo sozinha, e do seu jeito._o que foi Jazz? Está tudo bem?

_Huhum..._essa foi a resposta que Jasper conseguiu dar. E então Alice subiu um pouco mais seu pé.

Ela tinha tirado o sapato, e agora conseguia sentir suas coxas, enquanto subia, e não estava nem um pouco decepcionada com sua forma física. Musculosas na medida, e mais acima ela chegou ao ponto que queria. Seu duro e grande, junior. Ela viu Jasper engolir em seco, e tentar fechar as pernas. Mas seu pé foi mais rápido e conseguiu alcançar o topo da montanha. E nessa hora, ele fechou os olhos e gemeu baixinho. Em seguida suas pernas se abriram um pouco, dando passagem para seu pé.

_Alice. Não me provoque..._Jasper conseguiu dizer entre dentes. Abrindo os olhos, se deparou com um par de olhos azuis cheios de desejo._Você tem idéia do que está fazendo comigo?

Ela nada disse. Mas também não deixou de fazer o que estava fazendo com seu pé. E agora podia sentir toda a extensão de sua provocação. Ainda bem que eles estavam numa mesa mais afastada, e com a toalha cobrindo tudo, não tinha perigo de alguém ver o que estava rolando ali. Seus olhos não deixaram os dele. E ela pode perceber que o desejo era recíproco. O sinal tocou, fazendo com que ela parasse seus movimentos, mas quando foi descer seu pé, uma mão segurou o mesmo no lugar.

_Se você pensa que vai me deixar assim, está muito enganada..._a voz de Jasper estava baixa e rouca. Fazendo com que sua libido aumentasse rapidamente. Fora que sua calcinha já estava encharcada._nem pense em se mover, ou eu juro que te pego aqui mesmo. Embaixo da mesa.

Fechando os olhos, ela imaginou a cena toda em sua mente. E para mostrar que estava plenamente de acordo com ele, gemeu um pouco. Fazendo com que o aperto no seu pé, aumentasse. Ele sabia que ela estava excitada agora. Não adiantava negar.

_Não faça promessas que não possa cumprir, Jazz..._ela disse para provocar. Mas esse foi o seu maior erro.

Erguendo-se, Jasper veio para seu lado. Não se importando nem um pouco com sua ereção evidente. Ele parou à sua frente, e baixou os olhos na altura dos seus.

_Eu nunca deixo de cumprir minhas promessas Alice Cullen. E é bom você se preparar._sua voz não passava de um sussurro rouco._ por que quando eu te pegar, vai ficar toda assada. Isso eu te garanto.

Sem dar tempo para ela dizer nada, ele pegou em sua mão e a puxou para fora do refeitório. Se ela não tivesse sido rápida, seu sapato teria ficado embaixo da mesa.

_Para onde está me levando?_ela pediu quando chegaram no estacionamento.

Ele não respondeu. Só continuou andando até parar próximo do seu carro. Que pelo visto tinha ficado pronto. Abrindo a porta do passageiro, ele disse:

_Entre.

_Mas Jasper, minhas coisas...

_Você devia ter pensado nisso antes Alice..._imprensando seu corpo contra o carro, ele fez com que ela sentisse toda sua ereção._agora você vai entrar nesse carro, e eu vou te mostrar se posso ou não posso cumprir minhas promessas. E não adianta querer fugir. Eu sou mais rápido, e você está de salto. Agora senta no carro e fique quieta.

Ela devia ter ficado brava com a maneira que ele falou. Mas ao contrário, ela estava ainda mais excitada. Pelo visto, o feitiço tinha virado contra o feiticeiro. Disso ela não tinha dúvidas. Fechando a boca, que só naquele momento percebeu que estava aberta, ela entrou no carro e sentou, como ele tinha dito. Esfregou pernas uma na outra, para ver se o desconforto em sua perseguida diminuía, mas nada do que fizesse naquele momento, iria dar jeito.

Entrando pela porta do motorista, Jasper deu a partida e acelerou o carro. Saiu da escola cantando pneu. Ele sabia que estava indo muito rápido, que não era assim que deveria tratá-la. Mas já tinha cansado de tentar agir como um gentleman, ele iria desenterrar o neandertal de dentro de si, e mostrar para aquela garota abusada, que não se deve mexer na onça com vara curta. Nesse caso, mais especificamente, não devia mexer na cobra, com vara curta.

Acelerando o motor do seu bebê, Jasper seguiu para a cabana de caça de seu pai. Seu irmão sempre ia lá com alguma garota. Mas ele próprio nunca tinha ido. Preferia ir à algum motel em Por Angels, ou então na casa da própria mulher. Mas nesse caso, a cabana estava mais perto de tudo. Até mesmo da casa deles. E ele sabia que a mãe de Alice estava sempre em casa, por isso, era um local totalmente impossível de ir.

Alice não disse nada. E ele não sabia se ela estava brava com ou não. Mas quando chegasse na cabana, ele iria saber. E se ela quisesse ir embora, eles iriam. Pois nunca na vida, iria forçar uma mulher a ficar com ele, nem que essa mulher acabasse o deixando louco de tesão, e com as bolas azuis.

Virando uma curva fechada, em alta velocidade, ele avistou o telhado da cabana de seu pai. O local não era totalmente fora da cidade, mas também era longe de qualquer olhar curioso. Ele sabia que tudo estava limpo, pois seu pai ia duas vezes por semana ali, abastecia a geladeira e organizava tudo. Fora que Emmett também sempre passava por lá. Era o seu cafofo, como ele dizia.

Parando em frente da varanda, da rústica casa de madeira, ele se atreveu a olhar sua acompanhante. E se antes ele tinha alguma dúvida sobre o que ela queria, naquele momento essas dúvidas morreram. A visão que ele estava tendo, era muito melhor que qualquer filme pornô que já tinha assistido. Alice estava com as pernas um pouco separadas, e sua mão estava dentro de sua calcinha. Aquilo foi o que faltava para ele transbordar.

Alice nem tinha se dado conta de que o carro tinha parado, até que sentiu um par de olhos cravados em si. Ela também não tinha se dado conta de que sua mão tinha ido parar dentro de sua tanga, tentando acalmar seu nervo intumescido. E quando seus olhos encontraram com os dele. Ela sentiu seus músculos se contraírem. Ele não disse nada, apenas tirou sua mão de dentro da calça e olhando dentro de seus olhos, lambeu um por um dos seus dedos. Ela também não tirou os olhos daquela visão erótica. De Jasper lambendo todos os seus sucos.

Sem aviso prévio, seu corpo foi puxado para cima do dele, e sua blusa foi arrancada de seu corpo, e se perdeu dentro do carro. Seu sutiã teve o mesmo destino. As mãos de Jasper foram diretamente para seus mamilos duros. E ele passou a esfregá-los lentamente, como se fossem duas joias raras e preciosas. Em pouco tempo, um deles estava dentro da boca masculina, e o polegar e o indicador não deixavam o outro sem atenção. Jasper mamava com fome em seus peitos, como se dali, ele tirasse tudo o que precisava para viver. Alice jogou sua cabeça para trás, e gemeu alto com as carícias. Suas mãos procuraram os cabelos dele, e ela puxou com um pouco mais de força.

Depois de dar toda a atenção que ele queria para o mamilo esquerdo, partiu para o direito. Seus quadris impulsionavam nos dela. Mostrando claramente, como estava pronto para preenchê-la. E recebeu em troca, gemidos e puxões de cabelo. Quando se deu por satisfeito com as mamadas. Abriu a porta do carro e a levou no colo até a varanda da cabana. A chave estava no mesmo lugar de sempre, num vaso de flor que tinha perto da janela. Abrindo a porta, ele entrou com Alice enganchada em seus quadris, e chutou a porta, fechando-a.

Ela nem sabia onde estavam. E nem de quem era aquela casa, mas tudo o que importava, era estar nos braços dele, e saber que iriam fazer amor. Só com esse pensamento, sua vagina se contraía. Seus lábios foram tomados num beijo de tirar o fôlego, e suas línguas dançaram em sincronia. Como se fosse um balé. Quando pensou que iria morrer sem ar, sentiu suas costas tocarem em algo macio. Abrindo os olhos percebeu que estava numa cama. E que Jasper estava do lado dessa cama e estava se despindo rapidamente.

Sua boca secou, e suas palpitações aumentaram. O grande momento havia chegado. E ela não sabia se falava alguma coisa, ou se deixava as coisas rolarem. Seus olhos acompanhavam seus dedos, e cada botão que ele abria da camisa, fazia seu coração saltar. A calça foi para o mesmo lugar da camisa, e ele ficou só de boxer azul, na sua frente. Ela sabia que devia dizer a verdade, mas não conseguia falar nada. Só conseguia admirar o lindo homem que estava quase nu, e extremamente excitado, à sua frente.

Jasper percebeu uma certa hesitação por parte dela. Ficou com medo de ter confundido as coisas. E agora não sabia o que fazer, se tentava concertar ou se estragava tudo de vez. Quando abriu a boca para dizer algo, viu que ela abria os braços para ele. O convite foi alto e claro. E suas dúvidas foram embora com aquele gesto. Mas antes dele se deitar na cama ao lado dela, ele foi para os pés da cama. Lá ele tirou seus sapatos de salto, e puxou delicadamente sua calça jeans apertada.

_Eu não sei como vocês, mulheres conseguem entrar nessas calças tão apertadas..._Jasper disse sorrindo enquanto travava uma luta, para terminar de puxar sua calça._é sério, até parece que foi embalada a vácuo.

Ela não disse nada, apenas sorriu diante da situação. Erguendo o quadril, resolveu ajudá-lo naquela tarefa. A parte mais difícil tinha saído, agora era só esperar que ele puxasse as pernas da peça de roupa, e pronto. Depois da tarefa concluída, ela sentiu as mãos dele em seus pés, massageando-os. Em seguida, ele foi subindo pelas suas pernas, apertando e analisando tudo. Ela ficou quieta, somente apreciando as carícias. Era bom demais para ser verdade.

De repente, o toque sumiu. Ela abriu os olhos e sentiu quando a cama afundou do seu lado direito. Virando naquela direção, se viu frente a frente com o lindo garoto que invadira sua vida, seus sonhos e seu coração. Eles se fitaram em silêncio. Sendo que o mesmo, era quebrado apenas pela respiração de ambos. As mãos de Jasper pousaram na cintura dela, e seus polegares faziam carinho em suas costelas. Ela fechou os olhos apreciando o toque.

_Você é tão linda Alice..._seu corpo foi puxado delicadamente para perto do dele, e suas mãos foram automaticamente para seu rosto de anjo.

_Obrigada Jasper._ela traçou seus lábios cheios, seu nariz reto e afilado, suas sobrancelhas grossas, as maçãs altas do rosto bonito, seu queixo firme e quadrado, e por fim, ela disse._você também é lindo. Muito lindo.

Com isso, palavras deixaram de ser necessárias. E suas bocas se procuraram sofregamente. As mãos de ambos vagaram pelos corpos necessitados. E seus quadris se chocaram em busca de um alívio. O calor de cada um parecia estar concentrado naquela parte específica dos corpos. E a fricção involuntária que iniciaram, foi o estopim para aquela explosão de hormônios.

Rolando por cima dela, Jasper sentiu-se acolhido no meio de suas pernas bem torneadas. E ele começou a fazer os movimentos de vai e vem como se estivessem fazendo amor. Alice arqueou suas costas, buscando um maior contato com seu corpo. E suas unhas, arranharam suas costas com força. Ela estava perto de um orgasmo, somente por senti-lo por cima de sua calcinha. E com mais alguns movimentos dele, ela gozou e gritou seu nome.

_Jasper...

Ele soltou sua boca, e foi em direção ao seu pescoço. Onde a pulsação estava a mil. Com a língua ele traçou aquela região, e ficou fascinado com o efeito que estava causando naquela garota linda. O próximo lugar que ele lambeu, foi seu colo alvo. Macio. E cheiroso. Os mamilos já apontavam para ele, e baixando a boca em cada um deles, deu mamadas vigorosas, que a fizeram gemer e se contorcer sob seu corpo. Aquela rendição, por parte de uma mulher, era o que fazia um homem se sentir homem de verdade.

Seu próximo passo, foi sua barriga chapada e lisa. Ele trilhou cada polegada com beijos, e lambidas. E quando chegou próximo de seu umbigo, quase gozou nas calças com a pequena argola dourada que se encontrava ali. Alice tinha um pircing. Oh doce Jesus. Aquilo era melhor que encomenda. Ele lambeu ali também, e foi agraciado com um gemido e um pulo de sua pequena. Quando chegou perto do cós de sua calcinha rosa, de renda, ele parou e olhou para cima.

Alice olhava para ele em expectativa. Será que ele iria desistir? Não, ele não podia, ou ela morreria. Vendo a indecisão nos olhos dele, ela pegou em suas mãos e fez com que ele tirasse aquela peça de roupa de seu corpo. E para a sua felicidade, foi exatamente isso que ele fez. Tirou a calcinha por suas pernas, e jogou para trás. Onde o restante de suas roupas, já se encontravam. Ela sabia que ele estava olhando para seu corpo. Mas não sentiu vergonha, ou medo. Ao contrário, sentiu-se amada, desejada e acima de tudo, se sentiu uma mulher poderosa.

Jasper estava salivando com a vontade de cair de boca naquela bocetinha lisa e depilada. Ele nunca tinha visto uma mulher mais linda que Alice. Ele era um rapaz alto para sua idade, e tinha um corpo que muitas mulheres mais velhas apreciavam. E mesmo assim, mesmo tendo ficado com vários tipos de mulher, nenhuma delas tinha o que Alice tinha. Uma boceta totalmente depilada. Seu pau que estava se mantendo firme até aquele momento, queria participar daquela inspeção também. Mas antes disso acontecer, ele precisava saber qual seria o gosto que tinha Alice ali. Naquele lugar liso, molhado, rosado, e cheio de dobras.

Se ajoelhando na beira da cama, ele puxou suas pernas até que ela ficasse com o traseiro perto da beirada do colchão. Ela estava tremendo. Ele imaginou que fosse de desejo, e sem se conter, afastou delicadamente suas coxas, e colocou seu rosto entre suas pernas. É aquele ditado, "o menino passa nove meses esperando para sair dali, e passa o resto de sua vida, tentando entrar". Com isso em mente, sua língua traçou todas as dobras de seu sexo. E um grunhido animalesco saiu de sua garganta. Ele chupou seus grandes e pequenos lábios, seu clitóris estava inchado e duro. E sua entrada era a coisa mais úmida que ele tinha visto em toda sua vida. Nunca havia parado para apreciar de verdade uma mulher. Sempre gostou de sexo, mas o que estava acontecendo ali, entre eles, não era tão simples. Disso ele tinha certeza.

Não contente em somente lamber, e maltratar seu nervinho duro, ele puxou seus quadris até que sua bunda saiu da cama, e sua língua foi buscar satisfação dentro do seu núcleo apertado. O grito que Alice soltou, foi um incentivo para que ele continuasse naquela tarefa prazerosa. E quando ela ia tentando se afastar, ele fechava o cerco em volta de suas coxas, com seus braços. Nada no mundo faria ele sair daquele lugar. Daquela gruta molhada e pulsante. Ele sentia as paredes de sua vagina apertando sua língua. E aquilo só poderia significar uma coisa. Outro orgasmo. E quando este veio, ele bebeu todo o seu mel. Sem deixar nada passar.

_ .Deus..._Alice disse depois do segundo orgasmo. Ela pensou que fosse desfalecer ali naquela cama, com o rosto de Jasper entre suas pernas. E ela agradeceu todos os anjos do céu, por ter ido se depilar aquela semana. A famosa depilação brasileira. Aquela que tirava tudo. Frente e verso.

_Deus não está aqui Alice..._Jasper disse de forma rouca, saindo do meio de suas pernas e a ajudando a subir de volta para o meio da cama._vai ter que se contentar comigo, doçura.

Longe dela reclamar. E o beijo que recebeu em seguida, só serviu para confirmar a sua decisão de se entregar para ele. Se antes ainda existia algum resquício de medo, este tinha evaporado completamente agora. A promessa que Jasper tinha feito, sobre deixá-la assada, poderia muito bem ser realizada.

Deslizando sobre o corpo delicado dela, Jasper se desfez de sua cueca. E se encostou totalmente nela. Agora era pele contra pele. Sexo contra sexo. Suas bocas nunca se separaram. E suas línguas duelavam por espaço. O ar se fez presente, mas ambos se recusavam a se separar. Aprofundando ainda mais o beijo, Jasper fez movimentos de vai e vem com a língua, simulando o ato sexual.

Aquilo fez com que Alice abrisse mais as pernas e envolvesse seu quadril firmemente. Seu sexo estava molhado, e escorregadio. Jasper tinha certeza de que iria entrar facilmente ali. Sem esforço nenhum. Mas com um último pensamento lógico, em meio àquela névoa toda de prazer. Ele se lembrou do preservativo.

_Alice..._ele disse depois de separar seus lábios dos dela. Seus sexos estavam convulsionando por um maior contato, suas dobras estavam contraindo tão fortemente, que ele sentia os movimentos no corpo de seu pau._eu preciso pegar a camisinha..._mas ela não soltou seu aperto. E fez com que ele abaixasse mais sobre si._por favor, eu não vou ser capaz de sair antes de gozar..._na verdade, ele não sabia nem como estava falando ainda. Sua cabeça de baixo estava gritando para entrar ali, naquela caverna quentinha, e não sair mais.

_Jazz..._a voz dela estava arrastada._você já transou sem camisinha?_ela tinha que saber. Por que dependendo de sua resposta, tudo poderia ser diferente para eles.

_Não Alice. Eu nunca fiquei com nenhuma garota sem camisinha..._encostando sua testa na dela, e suando como uma tampa de panela, ele perguntou._por que quer saber? Você não confia em mim?

_Eu confio..._até demais, ela pensou._mas eu precisava saber disso antes de..._seu aperto sobre ele se fez mais forte, e sem controlar seus movimentos, a cabeça de seu membro entrou nela.

_Ante do que Alice..._sua voz estava entrecortada._não me torture. Eu preciso pegar a...

_Eu tomo pílula._ela disse de uma vez.

_...droga da camisinha..._ele terminou a frase e ficou parado. Até sua respiração parou.

Só o que se ouvia era o vento lá fora, e o retumbar de seu próprio coração. Se ela tomava pílula, ela não poderia engravidar. E o sexo deveria ser a melhor coisa do mundo. Mas ele não poderia se arriscar assim. Seu pai sempre fez ele e o irmão prometerem que, independente da mulher, sempre deveriam usar camisinha. Ele ainda disse uma frase que nunca saía de sua cabeça: "nunca se sabe que tipo de mulher você pode encontrar. Beleza não põe à mesa. E quem vê cara, não vê gonorreia". Ele não disse que seria uma frase bonita, mas que era verdade, isso era.

_Alice, isso é perfeito, mas..._como ele diria para a mulher que estava a fim, e que estava com seu pau quase todo dentro dela, de que não era somente um filho, que ele queria evitar naquele momento, mas sim uma doença sexualmente transmissível? Será que ela o empurraria, o xingaria e iria embora? Ou pior, será que ela o chutaria nas bolas, e daí sim iria embora? Estava numa enrascada.

_Eu também não tenho nada. Estou limpa..._ela queria dizer algo mais, mas estava desconcentrada demais com os movimentos de pulsação que seu membro fazia em sua entrada, para raciocinar direito._e tendo um pai médico, não ficamos sem fazer exames de rotina a cada seis meses..._ele foi relaxando sobre ela.

_Você tem certeza, doçura?_iria ser o céu transar sem camisinha pela primeira vez na sua vida. Nunca tinha gostado de usar aquela droga de borracha, mesmo. Era a mesma coisa que chupar bala com papel. E seria mais especial ainda, por ser com uma garota tão linda e especial._se eu entrar em você sem camisinha, não serei capaz de me segurar muito tempo..._ele não sabia como na terra, estavam tendo aquela conversa com seus sexos quase que ligados totalmente._não quero que me chame de homem miojo. Que em três minutos está pronto.

Ela sorriu lindamente para ele. E segurando seu rosto entre as mãos pequenas, ela disse.

_Mesmo que isso acontecesse, eu iria entender. E só para esclarecer, é mentira que em três minutos o miojo fica pronto. Isso é enganação.

_Pode até ser, mas eu tenho uma reputação a zelar..._ele sorriu, e seus lábios escovaram os dela._e eu quero que seja perfeito para você também..._na verdade ele queria que ela gozasse primeiro. Mas se ela demorasse muito, ele iria sofrer para se manter.

_Eu tenho certeza de que vai ser..._ela parou de respirar quando sentiu que ele entrava mais um pouco em seu centro._Vai ser perfeito..._ela disse de uma vez, e gemeu um pouco. Mas não era de prazer. E ele percebeu isso na hora.

_Alice?_com o rosto contorcido, ela tentou sorrir. Ele sentiu uma barreira o impedindo de ir mais fundo. E então a realidade o atingiu com força. Oh merda. Ela era... A sua pequena provocadora, era virgem._ doçura. Por que você não me disse?

_Não pare. Por favor, não agora que já chegamos tão perto..._com os olhos arregalados ela olhava para ele, implorando.

Jasper sentiu uma emoção tão grande dentro de si, que seu peito ficou pequeno para tudo o que estava sentindo. Ele tinha medo, medo de machucá-la. Tinha paixão, uma paixão fora da medida. Mas acima de tudo, ele tinha um sentimento de posse. Era um sentimento egoísta, por saber que ele seria o seu primeiro homem. E se dependesse dele, o único e último.

_Eu não vou parar princesa..._seus quadris foram mais um pouco. E ele sentiu a barreira de sua virgindade o impedindo de prosseguir._mas eu não quero te machucar. Eu prefiro morrer a te causar dor.

_Você não vai me machucar..._seus olhos estavam marejados._se sair de mim, vai me machucar muito mais.

_Mas você está chorando. Não chore, por favor. Eu não suporto isso.

_É de felicidade. Não está doendo. Eu juro. Só por favor, continue.

Ele assentiu e entrou mais um pouco. Sua barreira se rompeu. Ela não reclamou. Apenas se mexeu um pouco para conseguir abrigá-lo dentro totalmente de si. Então, polegada, por polegada, Jasper seguiu em frente. Até que seus quadris estavam totalmente colados.

_Você está bem?_ele respirava aos arquejos. Seu corpo estava suado e pegajoso. E suas costas ardiam um pouco onde Alice tinha arranhado.

_Sim._ela sorriu._estou mais que bem. Estou ótima..._ao dizer isso, seu núcleo apertou seu membro. Em movimentos de pompoar.

_Oh Deus..._ele disse antes de se movimentar um pouco, adorando a sensação de ser engolido por ela, e solto novamente._eu não vou durar. Droga.

_Não se prenda Jazz..._apertando seus músculos internos, como tinha aprendido, ela fez miséria com ele._eu quero tudo de você. E não aceito nada menos que isso.

Soltando um gemido angustiado, ele começou os movimentos de vai e vem.

Dentro. Fora. Dentro. Fora. Dentro. Fora. Dentro.

Mas ela era tão apertada, tão lisa, tão macia. Que o seu desejo de ficar para sempre ali, não ia acontecer. Ela estava gemendo também, mas não era de dor agora. Sua boca estava aberta, e seus olhos estavam fechados. Jasper baixou a boca sobre a dela. E foi mil vezes melhor beijar daquele jeito. Eles estavam ligados em cima e embaixo. O que deixava tudo ainda mais perfeito.

Alice sabia que estava sendo cruel o apertando daquela forma. Mas não tinha como evitar, era bom demais a sensação de engolir aquele membro grande e grosso dentro de si. Ela sentia que estava perto. Muito perto. Seus músculos estavam contraindo-se involuntariamente agora. E era bom demais saber que gozaria com ele dentro de seu corpo. Os movimentos dele estavam mais curtos e mais rápidos. Seu corpo grande e musculoso, ficou tenso de repente. E com mais duas investidas, ele foi ao céu.

_Alice..._ele gritou.

_Jasper..._ela espelhou sua atitude.

Os dois vieram juntos. Numa união perfeita e sincronizada. E tudo o que puderam fazer, foi se abraçar e arquejar. Jasper não tinha forças para sair de cima dela. E ela não tinha forças para empurrá-lo. Então decidiram ficar como estavam. Ligados e unidos. Suados e saciados. Seus sexos ainda se movimentavam um pouco. Como que sugando de cada um, a última gota de satisfação total. E naquele momento nostálgico, se entregaram ao cansaço, e dormiram.