É agora que eu apanho! Gente eu já mudei esse capítulo 5 vezes... Mas a última superou! E eu sei que AGORA... eu apanho... Se não for de vocês, é do Ren-san =x
Ren: ¬¬~ O que você aprontou?
Eu: =x Só coloquei meu gêmeos, Personagens meus de um RPG de vampiro que jogava, na ativa novamente =X Ah, eles são tudo de bom! Sexy, Atirados, e diferente de você, Ren-san, não são nada lerdos =X sinceramente, não sei se Kyoko-sama vai querer você depois de conhecer meus gêmeos vampiros *-*~ Ah! ainda tem o Aniki deles, que nessa fic eu fiz como irmão, mas no Rpg que jogava ele era o meu Sensei *-*~ Ai... é que eu duvido que Kyoko-sama vai voltar mesmo pros seus braços Kuon-san XDDDD
Ren: COMO É QUE É?! * Demon Lord Mode on*
Eu: O_O KYAAA! *foge de novo* *com medo* POLPE MINHA VIDA KUON-SAMA! *Foge*
Ren: VOLTA AQUI FEDELHA! *Corre atras dela*
Nakamura-sensei é a dona de Skip Beat. Eu sou só uma fã, que agora ta fugindo da fúria do Ren-sama por que coloquei meus gêmeos que estavam trancados a 7 chaves, e meu Sensei do meu antigo jogo de RPG de vampiros de volta a ativa =X então, Nada de usa-los sem permissão minha. =D
Legendas
- BLA! - grito
"bla" - pensamento
Playlist para este capítulo, se tiver spotify: [como não dá pra por os trecos de uma url, então o link vai estar no perfil. pra quem sabe deixo uma parte para achar a playlist]: spotify:user:jaynemyu:playlist:6DwlfhfPVOuvz7jZ9GxU7Q
Capítulo 10 - Um caminho sem volta?
"Eu preciso desaparecer…" - Dizia Kyoko internamente. Ela não aguentava a dor que sentia no peito. Ela se deixou ser levada por Kuu, Julie, Setsu e Chiori.
"Kyoko-chan! Por favor! O que mais você quer fazer?" Ryuu tentava se abraçando a ela. "Não ponha sua vida em risco! Por nós!" - tentava Ryuu, implorando, segurando Kyoko num abraço dentro da sala de comando. Estava apenas ele e Setsu, os outros estavam exaustos demais.
- Chegamos. - Chiori a olha. - Bom, vamos ao camarim?
- Eu posso ir sozinha... - Disse Setsu se dirigiu ao camarim.
- Não é bom...
- Já não basta o que fizeram? - Perguntou Setsu seca e Chiori parou travada. - Kuon avisou para não o fazer, e agora vocês querem dar uma de melindrosos? Não acham que ela já passou por coisa de mais na vida não? - Setsu estava visivelmente irritada. Kuu e Julie suspiravam.
- Nos entendemos que esta zangada, Sets- Começou Kuu
- Ah, mas não sabem mesmo. Vocês escutaram e pensa que sabem o que é essa dor cortante que ela sente no peito? Vocês deveriam ter vergonha de vocês mesmos! - Setsu não conseguia mais segurar a irritação. - Ela não precisa do mimo de vocês! Vá com eles, Chiori. Se vier atras de mim, eu não vou poupar seu rosto! - E com isso Setsu se dirige ao camarim.
- Por que isso? - Chiroi estava sem entender.
- Eu também não entendi. - Disse Kuu. - Vamos atrás do diretor. - Disse Julie e Kuu e Chiori os acompanhou, mesmo preocupada em deixar Setsu sozinha.
Setsu se dirigia ao camarim irritada. Kyoko estava em uma posição fetal e Ryuu tentava consolar ela. Setsu queria que ela passasse por cima de tudo como sempre fez, mas como conseguir sozinha? Ela precisava de outro ambiente. Um que não a olhasse como coitadinha... Mas como fugir do olhar dos três em pleno a uma crise como aquela?
- Ohh! Kyoko-san? - Perguntou um rapaz que parava a frente dela. Cabelos ruivos, olhos azuis-purpuras, com corpo de boa aparência, vestindo uma camisa branca, e uma calça caqui social. - Finalmente pude conversar contigo sem ninguém próximo! Oportunidade de ouro, até que enfim!
- Lhe conheço? - Preguntou desinteressada, com um olhar de 'não perturbe'. O que fez apenas o rapaz sorrir ainda mais.
- Já trabalhamos juntos alguns dias atrás, quase que todo ia eu lhe vejo, mas você sempre está cercada de pessoas. - Disse rindo. - E eu sou meio envergonhado para chegar próximo quando tem muita gente.
Setsu arqueou a sobrancelha. "Mais um stalker?"
- E o que tenho haver com sua vida?- Respondeu seca e se virou e começou a andar para longe dele.
- Por acaso… Está acontecendo alguma coisa de ruim na sua vida? - Ela parou no ato e o olhou de canto de olho.
- Por que?
- Sua aura, está diferente do normal. - Disse ele sorrindo. Aquele sorriso incomodava Setsu mais que qualquer coisa.
- Como assim? - Perguntou ainda por cima do ombro, o olhando de canto de olho. Aquele olhar fazia com que o rapaz sentisse um calafrio gostoso nas costa, fazendo-o rir ainda mais.
- Você anda mais para baixo, e eu sei que, no atual momento, você não é a Kyoko-san que todos conhecem…
Setsu se virou totalmente para ele com os braços cruzados. A aura dela estava completamente opressora. O rapaz riu daquilo. Como uma aura daquela poderia ser facilmente degustativa nesta altura do campeonato?
- O que você quer?
- Sua atenção. E parece que eu ganhei... - Disse se aproximando com um sorriso esmagador. Era um misto de cínico com triunfo.
- Para que? - Setsu queria recuar, mas achou por melhor não fazer. Ele a olhava como se a comesse com os olhos. Aquilo travou-a por completo. Só existia um cara que tinha aquele mesmo poder...
- Não acha que poderia voltar a ser a Kyoko-san que era algumas semanas atrás? - Perguntou ficando cara a cara com ela. Ela queria se mover, mas não conseguia. Manteve a pose de sempre, mas procurava se descongelar da posição que estava e chutar o rapaz a frente. - Acompanho seu trabalho já faz algum tempo e tenho uma grande admiração por sua pessoa, e a forma que você cria suas personagens, mas... - Ele tocou o rosto de Setsu. O toque dele era um pouco mais frio que o normal das pessoas... - Quando lhe conheci pessoalmente no primeiro trabalho de modelo, eu vi que algo tinha acontecido.
- Desde quando você me segue?- Disse Setsu conseguindo fazer sua voz sair. Apesar de não conseguir o controle do corpo.
- Quem sabe? - Disse, dando um sorriso sinistro. - Talvez de dentro da LME?
- Me larga, ou não respondo pelos meus atos! - Disse estreitando os olhos.
- Opa... claro... se você conseguir se mover...- Disse chegando mais próximo ao corpo dela. - Não que eu queria lhe soltar, até que Kyoko-san venha a superfície.
Setsu deu uma risada cínica.
- Humpf! A Kyoko que você quer ver está meio 'off line' - E com isso ela se moveu, e pegou a mão dele retirando do rosto dela. Mio agora estava ajudando Setsu. O rapaz riu vendo o poder e a aura nova se apoderar da menina a sua frente, e se afastou um pouco. - Agora tire suas patas sujas de mim, seu demônio... Não ouse me tocar novamente...
- Ah! Só por que eu gostaria de ajudá-la a voltar a ficar online novamente? - Ele estralou a linga nos dentes e sorriu, cruzando os bracos e deixando uma das mão nos lábios dele. -Tsk, tanto potencial preso, e eu poderia sotar todo este potencial...
- O que você quer, demônio?
- Lhe libertar dessa dor estampada nos seus olhos, que você mascara com suas personagens... Kyoko-chan... - Disse o rapaz rindo. Kyoko ficou congelada. Como ele sabia? - Ora... Como eu sei? É fácil notar o que pensa, pequenina. E eu sou fácil de ler as pessoas...
- Tsk, mais um hell-hound ao meu redor... - Disse Setsu irritada. - Eu não preciso de sua..
- Ora... ora.. ora... O que temos aqui? - Uma voz, parecida com a voz do cara a sua frente falou. Kyoko sentiu um calafrio percorrer a sua espinha e lhe travar. - Se não seria uma ovelhinha sozinha... - Ela sentiu a presença, e de repente se sentiu envolver por esta segunda presença. - Tsk, Aniki... Pretendia brincar sozinho?
- Nii-chan... Não seja malvado com nossa companheira de fotos...
- Oh! Ela não estava doente?
- É a substituta de hoje. Mas como se os céus estivessem ao nosso favor... Kyoko-chan que veio fazer...
- Kyo-kyoko-chan!? - O segundo soltou e foi a frente desta, que ainda estava paralisada de medo, mas com a mudança de atmosfera pode se mover. Mio apareceu com toda a força e conseguiu se soltar dele.
A sua frente estavam dois homens idênticos. Ruivos, de olhos azuis-purpuras,mas diferente do primeiro, o purpura-azulado era de posição contaria ao primeiro. A aura que emanava dele era a mais intrigante. Era como se ambos fossem um, auras parecidas, e cheiros característicos parecidos. O corpo razoável, mas que aparentemente esconderia uma forma proporcional por debaixo da camisa.
Se fosse em qualquer outra época, Kyoko estaria corando com a proximidade dos dois. Mas ela só conseguia ver vermelho a sua frente. Mio odiava que lhe tratassem como uma criança. Quem era aqueles dois fedelhos?
- Ah! Aniki! - Falou o segundo com um ar triste. - Esta não é a Kyoko-chan... É a Mio-sama... Não consegue notar?
- Ah! Mas ela só ficou assim por que você apareceu daquela forma, nii-chan! Não sabe como Kyoko-chan é?
- É.. Eu sei... Mas por que está com tanta raiva assim, Mio-sama?
- Quem os demônios pensam que são?
- Ah! Aniki! - Disse o segundo fingindo estar surpreso - Ela nos chamou de demônios. O que fazemos?
-Ahh Não sei, Nii-chan... Que tal mostrar que somos?
- Aniki é tão malvado... - Disse o segundo com um sorriso malicioso a seu irmão, sorrindo depois diretamente a ela. O sorriso de ambos era uma forma extremamente... Kyoko não tinha palavras para como eles pareciam... Era como se ela fosse uma presa... uma ovelha indefesa na frente de leões ferozes... Mio se sentiu presa no lugar, mas não deixaria barato. Não tinha medo de nada, mesmo que a forma que eles sorriam, estivesse despertando outro lado que ela não conhecia, mas Natsu o conhecia muito bem...
"Hum, parece que sadistas apareceram... Mio-chan, você não vai conseguir ir contra eles..."- Respondeu Natsu. Mio se irritou.
"E você vai?"
"Eu bem conheço este desejo incontido... Me deixa... ah! Minhas forças...Parecem voltar..."
Mio deixou o comando e Natsu tomou de conta. Um sorriso, igual a de ambos apareceu no rosto dela.
- E o que querem, rapazes? - Disse em uma voz macia e sedutora. Eles sentiram um calafrio delicioso na espinha. Sabiam quem era aquela.
- Trazer Kyoko-chan de volta... Natsu-sama...
- E se ela não quiser?
- Vamos forçar... - Disseram ambos se aproximando rapidamente dela, Natsu cruzou os braços encostada na parede, que antes Mio se sentia encurralada. Era como se tudo tivesse mudado de figura.
- Tentem... - Ela disse e eles pararam centímetros de distância dela. A força de atuação de Natsu sempre deixara ambos desconcertados. Era como se Natsu parecesse com o seu irmão mais velho. Ambos se entreolharam, arrepiados, e sorriram maliciosamente.
- Nos temos... Algo... Que vai fazer você esquecer desta dor, enquanto usar. - Disse o mais velho, agora tocando o rosto de Natsu no queixo, com o indicador, fazendo-a levantar a cabeça. O sorriso de Natsu era ainda mais sadista ainda, enquanto Mio e Setsu se entreolhavam desconfiadas.
- E o que seria, rapazes? - Sorriu de forma cínica e sedutora. Nesta forma eles não conseguiriam convence-la, e pode ter certeza, atacaria ela ali se as coisas continuassem... O mais velho suspirou e olhou pros lábios dela, e instintivamente ela lambeu os lábios, para umedece-los. Açao que não passou desapercebida.
- Se me tentar, diferente de seu senpai, eu não vou me segurar, Natsu-sama...
- Oh, como se eu fosse me importar... - Disse rindo. - Sem Kyoko-chan no controle, eu sou livre, ainda mais... - e com isso ela mordiscou os lábios e se aproximou do rosto dele. Ele pareceu surpreso, mas por poucos segundos. Ela passou a mão dela pelo pescoço dele, e puxou os cabelos com tudo para traz, ele arqueou um pouco e caiu de Joelhos. - Sendo livre para brincar da forma que eu mais gosto... - O sorriso dela era o mais sádico possível. Ele sentiu a espinha congelar, mas estava amando aquela sensação. - Por que não desembucha o que quer falar e depois deem o fora... Aniki...
O mais velho olhou ao mais novo e ambos sorriram.
- Tsk Natsu-sama... - disse o Mais velho. - Você deveria saber que esta em desvantagem neste lugar...- E com isso ele enlaçou os braços na cintura dela, puxando o corpo dela para cima do dele. No mesmo segundo, ela sentiu o corpo do outro lhe envolvendo por traz e arqueando as costas dela para o peito dele, segurando a mão livre dela para atras do corpo dela, sem machucar ainda.
- Desculpa - Disse o mais novo e ambos sorriram. - Não queríamos lhe assustar, mas ... Parece que com Natsu-sama a coisa tem que descer um pouco mais para o underground, não? - terminou o mais novo com a boca próxima ao ouvido esquerdo dela. Um arrepio passou pela espinha de Natsu. Setsu conhecia aquele sentimento de intimidade e odiou a posição que estavam.
- Faz tempo que lhe acompanhamos. - Disse o mais velho.
- E sabemos de todos os seus personagens. - Disse o mais novo.
- E conhecemos quando está atuando - Disse o mais velho novamente, se levantando e aproximando o lábio dele do dela. Ele puxou tanto o irmão quanto Natsu, e os dois esmagavam o corpo de Natsu, um pela frente e um pelas costas. A mesma podia sentir cada centímetro do corpo deles, sabendo exatamente o quão definido eles eram. Kyoko sentia-se em uma posição inapropriada, porem Natsu apenas sorriu maliciosamente.
- Ora... Qualquer um que me conhece... Não notaria isso. Então vocês podem ter um credito em notar isso...- Ela disse,ainda com a mão no cabelo do mais velho. Ela se escorou ainda mais no mais novo, e o mesmo sentou um arrepio na espinha, mas ainda segurou a mão dela presa nas costas dela. O mais velho com a mão livre rocou a mão dele pela extensão do braço dela, até a mão da mesma em seu cabelo. ambos se comunicaram pelo olhar, e logo Natsu se sentia completamente imprensada na parede, pelo mais velho, tendo o mais novo como sua parede. A situação parecia bem complicada. Qualquer um que passasse ali veria uma cena quase que intima. Kyoko já estava sem forças vendo aquilo, mas Natsu que comandava a parada, não queria ceder. Ao contrario, estava gostando do desafio de ambos. - Tenho que admitir que pela primeira vez, me paralisaram por completo... mas até quando? - Ela sorriu maliciosamente.
Natsu sem contar nem pensar, pisou com toda a força que tinha no chão, onde estava o pé do mais novo, que por milésimos de segundos notou e tirou o pé. com a outra perna ela tentou chutar o mais velho, que também notou e esquivou,fazendo com que a perna dela agora ficasse para cima, presa ao braço dele, dando uma vantagem ainda maior para ele, pois estava posicionado entre as pernas dela.
- Me largue! - Comandou Natsu E o mais velho sorriu.
- Não mandei levantar sua perna assim, Natsu-sama... - Ele a imprensou ainda mais a parede, e agora sim, Kyoko estava completamente fora de combate. Natsu podia sentir o corpo do mais velho, que se forçava entre as pernas dela, segurando sua cintura e uma de suas pernas agora, na cintura dele. - E sabemos que está passando por algo que você pensa que é incurável... - Disse o mais velho.
- Oh! - Disse sorrindo de forma lasciva. Ambos novamente se entreolharam. - E o que vocês acham que sabem, Incubus-San e Incubus-Kun?
- Oh... - Disse o mais velho, rindo. O mais novo ri também. Ela era realmente algo para se lutar por. Ele se aproximou ainda mais do rosto dela. Não havia quase nenhum espaço entre eles. - Não somos demônios.
- Aparentamos ser o demônio que chama de Incubus? - Disse o mais novo, sussurrando quase ao ouvido dela. - Alias, você sabe o que significa incubus?
- Demônio do sexo - Disse Natsu sorrindo, se escorando ainda mais no mais novo. - Diferente do Beagle, vocês parecem que sabem o que falam... - Ela sorri, desta lambendo os lábios do mais velho a sua frente, e puxando a mão com o cabelo dele enquanto no mais novo, a mão dela fez alguns círculos na barriga dele, onde a mão dela estava. Ambos se sentiram petrificados de prazer. - Mas só avisando, incubus... Eu não deixo fácil a ninguém, inclusive demônios como vocês... - Ela sorri e empurra eles com uma força que eles mesmos não sabiam que ela tinha. O mais velho se desequilibra e cai no chão, o mais novo sente o punho dela na barriga dele de uma forma que o faz perder o folego, e a solta, caindo no chão. Ela agora em pé, olha ambos e eles a olham assombrados.
-Não sabia que era essa sua força, Natsu-sama - Disse o mais velho.
- Vocês não sabe de nada, então. Para demônios, são bem fracos, não? - Disse rindo e se retirando. - Não me sigam, ou não vai ser apenas um empurrão que terão.
- Por acaso, seria com essa força de atuação, que pretende superar essa tristeza toda de seus olhos, Natsu-sama? - Disse o mais velho de olhos fechados, sorrindo, sentado no chão. Natsu trava no lugar. - Acredito que nenhum de vocês, dentro dela, podem segura-la... De se cortar novamente...
"Kuso..." Setsu, Natsu e Mio praguejaram mentalmente. Quem era aqueles gêmeos que pareciam que liam cada movimento dela?
- Ora... -Disse o mais novo, novamente de pé e atras de Natsu. Agora ela pode notar que ele era mais alto que ela uns bons 10 ou mais centímetros. - O que temos aqui... Marcas roxas e um corte na garganta, e nos pulsos... - Disse este, segurando-a novamente por trás e passando os dedos longos e finos pelos machucados dela. Quando piscou, seus olhos arregalaram, vendo o mais velho a frente dela, com um olhar desta vez predador. - Nos reconheceríamos marcas de depressão e o cheiro dela a quilômetros de distancia, Natsu-sama... - Ele se aproximou do ouvido direito dela e sussurrou - E sabemos que vocês não estão fortes o suficiente para segurar a dona do corpo por muito mais tempo...
- Somos humanos... - Disse o mais novo.
- Mas temos um pouco de mais experiencia que você... Kyoko-sama. - Disse o mais velho a frente dela, colando o corpo dele no dela, e sussurrando no ouvido esquerdo dela e desta vez mordendo o lombo da orelha esquerda dela enquanto o mais novo mordia o da direita. Kyoko, que havia acordado novamente, estava vermelha da cabeça aos pés, mas não podia se dar por vencida. Natsu estava no lugar, Natsu saberia como lhe dar com gente daquela especie, não saberia? - Lhe acompanhamos desde que entrou na sessão LoveMe... - Disse ambos ainda abraçados a ela, lhe sussurrando cada um em um de seus ouvidos. Kyoko estava um pouco vermelha e não sabia o que era aquele sentimento estranho que nascia dentro de si, mas sabia onde já tinha sentido uma vez...
Com ele...
Kyoko sente o corpo parar, e ambos sentiram a mesma coisa, como se ela desistisse de lutar. Ambos se entreolharam e a levaram ao camarim dela. Quando olharam aos olhos dela, ambos confirmaram...
Ela estava perdida em si mesma...
- Kyoko-sama... - Disse o mais velho, agora preocupado. Onde tinha ido aquela vontade de lutar que o tinha surpreendido? - Nos deixe lhe mostrar outro caminho?
- Um caminho que você pode sair sozinha de toda e qualquer depressão que esta. Não sabemos ainda o que ocasionou isso, mas se descobrimos...
- Matamos o desgraçado que fez isso! - Disse ambos ao mesmo tempo. Natsu ganhou novamente tempo para voltar a superfície.
- O que querem? - Disse Natsu, agora irritada. - Não basta uma turma, mas agora vem dois gêmeos demônios para cutucar e afundar ainda mais o corte? Quem lhes mandou aqui? - Disse ela tentando se soltar do abraço deles. As lágrimas queria fluir pelos olhos, estavam ardendo para descer... - Pro inferno vocês seus demônios! Me larguem!
- NÃO! - Gritou ambos. - Viemos ajudar...
- Ajudem o inferno, mas não a mim! - Rilhou Natsu irritada ao extremo.
- Kyoko-sama... - Ambos falaram e Kyoko fechou os olhos, e sentiu o ambiente gelado.
- Tsk... tsk... tsk... Eu mando meus reforços e você não deixa eles ajudarem? - Era a voz gelada dele, a sombra em forma de Lord Demon dele. Kyoko veio a superfície imediatamente, e olhou atrás do gêmeo mais velho. A feição dele era de quem queria ajudar, mas a feição da sombra atras deles era de quem queria matar. - Como sempre Kyoko-chan... Eu quero ajuda-la, eu disse que lhe ajudaria, e é assim que recebe meus filhos? Tsk, que menina mal agradecida... - Kyoko tinha certeza que as vozes começariam novamente, que ele seria cruel para encravar mais a fundo a faca em seu peito, mas nada... Nenhuma voz... Além da dele. - Por hora vou lhe deixar, mas se quer ser livre, siga eles. Tenho certeza que ficará eternamente grata por ter colocado meus filhos em sua rota... Vamos, diga sim e seremos eternamente felizes... Só eu posso lhe tirar disso... Somente eu...
Kyoko piscou os olhos, e o quarto que tinha ficado frio voltou ao normal, e os gêmeos que estavam em cima dela, agora lhe abraçavam como se ela fosse a coisa mais preciosa do mundo. Quando tinha acontecido isso? Ela não fazia ideia...
- Como pode uma joia que nem você ficar numa sessão ridícula que nem aquela? - Disse o mais velho lhe agarrando com todas as forças. Kyoko sendo Kyoko estava começando a ficar super vermelha com aquele nível de intimidade.
- Usando um macacão Pink horroroso quando tem uma beleza eterna... Como a nossa - Disse o mais novo que agora Kyoko notou que estava abraçada a ela, nas costas dela. A mesma posição de antes. Ambos a esmagavam em um abraço intimo, como de amantes. Ela estava petrificada.
- Não podemos deixar você lá dentro mais, Kyoko-sama! - Disseram ambos em seu ouvido cada. Um calafrio percorreu a espinha de Kyoko. Mas ao mesmo tempo ela notou na voz deles um tom diferente. Diferente de Chiori, Kuu, Kanae, Julie, eles pareciam não ter pena dela, mas querer realmente ajuda-la...
- Por que? - Foi a unica coisa que sua garganta deixou passar. Aquele abraço, aquele nível de intimidade ela, no seu normal já estaria gritando por socorro.
- Por que já passamos por isso... - Disse o mais velho, roçando o rosto dele no dela. O perfume dela era inebriante. O perfume de alguém perdido o exitava mais que tudo no mundo. Não tanto quando Natsu, mas ainda assim... Uma vez ele estivera como ela, mas nunca pensou que ela, com o jeito alegre de ser carregaria uma profunda tristeza como ele viu a poucos segundos. Aquele nível de tristeza o exitava, um sorriso tentador passou por seus lábios, ele tocou, com os lábios dele o pescoço dela, e com a língua passeou um pouco na carne arroxeada dela, apesar da maquiagem, ele podia sentir o gosto dela.
- Então decidimos lhe falar... -Disse o mais novo fazendo a mesma rota que o irmão mais velho até o pescoço de Kyoko. Kyoko sentiu a língua de ambos em seu pescoço e aquilo lhe petrificou mais ainda.
- Não podemos falar aqui, é nosso segredo - Disse o mais velho, desta vez mordiscando o pescoço de Kyoko
- E não costumamos compartilhar com qualquer um. - Disse o mais novo mordiscando também o pesco dela. Era algo sincronizado que nunca na vida de Kyoko, ela viu ninguém fazer de forma perfeita a sincronia que ambos tinham.
- Decidimos compartilhar contigo porque passamos por uma depressão parecida com a sua, e nosso irmão mais velho nos apresentou isso e somos grato a ele por isso… - Disse o irmão mais novo largando o pescoço e a cintura dela, se afastando.
- Eu não quero saber... - Disse Kyoko, tentando ajuda de Setsu. Precisava se afastar deles. Mas o mais velho ainda lhe mantinha cativa nos braços dele.
- Mesmo que lhe ajude a sair desde sofrimento num piscar de olhos? - Disse o mais velho lhe penetrando o olhar. - Para sempre?
Kyoko, Setsu, Natsu e Mio o olharam penetrantemente. Kyoko parecia ver um raio de esperança. Era como a sombra dele tinha dito... Eles estavam ajudando ela a se libertar?
- Existe mesmo? - Perguntou incrédula.
- Existe, mas você, pura como é, não sei se vai gostar. - Disse o irmão mais velho, sorrindo maliciosamente para Kyoko. Ele sabia que era Kyoko que estava nos braços dele fazia um bom tempo. O mesmo se aproximou dos lábios dela e a mesma desviou, irritada.
- Pura, você diz… Por ser pura assim, é que parei onde parei… Idiota e ingênua demais…
- Você quer mudar? - Perguntou o mais novo. - Nos podemos ajudar… E eu tenho certeza de que nosso Aniki também pode lhe ajudar... - Disse se aproximando novamente dela. O olhar penetrante do irmão mais novo era tão intrigante quanto o do mais velho.
- Quero... - Respondeu interessada.
Ambos sorriam e o mais novo novamente se aproximou, lhe abraçando por traz. Kyoko quis retirar a palavra maldita que lhe havia escapado da boca antes que pudesse pensar, mas ambos voltaram ao ouvido dela, falando bem baixo.
- Então, se puder venha… Depois das fotos, estaremos te esperando no…
Ambos deram as coordenadas para Kyoko, e a mesma viu as faces de Kuu e Julie lhe passarem em sua mente e suspirou.
- Não vou garantir que irei. - Disse olhando o nada.
- Iremos lhe esperar por 30 minutos, se você não aparecer, saberemos que a resposta é não... - Disse o mais novo, triste se afastando e lhe soltando de novo.
- Mas eu não vou desistir até que venha... - disse o mais velho se aproximando da boca dela. Ela já tinha lhe lambido como Natsu, o que havia lhe deixado um gosto de quero mais. ele não poupou esforços em se satisfazer desta vez. Ele roubou um beijo dela. A principio Kyoko sentiu um calafrio imenso, o cabelo dela ficou todo eriçado, e ela completamente pálida. O beijo dela, diferente do Shou-baka, era macio. Os lábios dele era macios, mas ao mesmo tempo demandavam a atenção dela. Um novo calafrio lhe subiu começando das pernas. A língua dele lhe tocava os lábios como se provasse-os. As mão dele estavam na cintura dela, e lhe apertavam ainda mais ao corpo dele.
O mais novo riu e chegou novamente no ouvido dela.
- Né... Aniki... E eu?
O mais velho deixou os lábios dela e sorriu. No mesmo segundo, que o mais velho deixou os lábios dela, o mais novo invadiu-lhe o espaço, e agora era o mais novo que lhe segurava, enquanto beijava-a. Sem perceber ela soltou um pequeno gemido. Diferente do mais velho, o mais novo tinha um beijo mais de demanda. Era como se ele desejasse aquilo a tanto tempo que agora que tinha, ele queria ter-la por todo. diferente do mais velho, ele mordiscou os lábios de Kyoko, mas sem aprofundar o beijo também.
Ela sem perceber tinha sido levada pelo mais novo até o sofá, e ali, assim que ele a largou ela caiu sentada, sem sentir as pernas. Era como se tivesse enfrentado dois imperadores da noite ao mesmo tempo.
O mais velho olhou ao mais novo e novamente a Kyoko, e saiu com este, mas antes de saírem, ambos a olharam.
- Nos só não achamos justo alguém, simpática, talentosa e linda como você é, ficar presa nesta depressão, e tendo que ser personagens para superar e ninguém ver a dor que está em seus olhos, quando você acha que ninguém está vendo… - Falaram ao mesmo tempo e assim saíram.
Kyoko se assustou com tais palavras quando os via sair da sala, deixando-a pensativa. Ela estava com as pernas totalmente bambas.
"O que você acha, Natsu?" - Perguntou Kyoko. O coração dela bati a mil por hora.
"Suspeito… Mas do jeito que ele falou e com o conhecimento que tenho… Talvez…"
"Eu quero tentar…" - Começou Kyoko, olhando para onde os garotos tinham ido. - "Se for melhorar pra todo mundo, eu quero. Eu não posso ficar aqui, desse jeito, atrapalhando a vida de todos, com meus desejos egoístas de morrer, enquanto todos estão de olho em mim… Por isso não consegui nada ainda."
"Você não vai morrer Kyoko"- começou Setsu. "Mas seria legal ver o que ele tem a oferecer, garanto que vai ser melhor do que tudo o que você já fez, e se sua timidez e seu tradicionalismo atrapalharem. alia, me admirou muito você não ter gritado com ambos agora."
"Nem eu sei por que não gritei..."
"Mas eu sei..."- Começou Natsu. "Isso significa que você quer reagir! Bom, se você der para trás, eu te tranco na porta dos fundos e fico com toda a brincadeira."
"Fique a vontade Natsu…"
"Só precisamos saber como se livrar do olhar deles..."
Sestu toma o corpo novamente, se levantando para se arrumar, pensando em como despistar dos quatro. Tinha que ser discreta, se não, nunca daria certo e discrição era com Setsuka Heel.
Durante as fotografias, Setsu pode conversar com seus co-stars, descobrindo nome, e ideias de como chegar até eles, já que ela estava de 'proteção marcada'. Eles deram algumas ideias, enquanto brincavam nas fotos, o que as fizeram ser ainda mais perfeitas. Poderia dizer que ambos tinham uma certa, conexão especial.
Após terminarem as fotos, todos se despediram. Chiori acaba atendendo o telefone, Kuu e Julie vão conversar com Gerno, ficando todos de costas para Kyoko, e quando Chiori olha para trás ela se alarma.
- Ela...sumiu! - Chiori grita alarmada, Kuu e Julie arregalam os olhos.
- QUE?! Mas ela estava aqui agora mesmo!
- Sim! Eu não sei como…!
- Vamos atras! ela não deve ter corrido muito assim! - Disse Gerno, entrando na conversa.
- Hai!
O 5 se dividem e começam a procurar o prédio inteiro. Chiori foi freneticamente pelo corredor. Até chegar à recepção.
- A Kyoko-san passou por aqui? - Disse a uma das recepcionistas.
- Kyoko-san? Não. Eu não vi…
- Nem eu - Disse a outra.
- Tem como ver pelo prédio?
- Na parte de segurança, tem.
- Obrigada.
"Kyoko-senpai! Por favor! Não faça nada de estúpido!"
Ren Pov - Mais cedo na LME
- Ren. - Lory começou ao me ver entrando na sala. Yashiro estava ao lado de Lory de cabeça baixa, parecia que chorava.
- O que aconteceu?
- Sente-se… - Lory parecia muito preocupado.
- O que foi? - Ren se inquietou.
- Eu não quero alarmar-lo, mas estou com serias duvidas no que farei em relação a Mogami-kun… Se pressiono Kuu ou…
- O que?!
- Eu quero que assista…
E dando um aceno com a cabeça, Sebastian liga a fita. Kyoko e Chiori entravam na LoveMe com os trabalhos. Kyoko parecia estranha.
- Kyoko-senpai?
- Por que vocês continuam me empurrando? Continuam me pressionando… Quando o melhor seria se tudo terminasse de uma vez por todas?
- Não diga isso, senpai… Nos importamos com você…
- Se importam comigo até cansarem. E vocês vão cansar, e eu finalmente poderei partir…
Ren sentiu um nó na garganta. Ele imediatamente olhou para Lory alarmado. A voz de Kyoko o trouxe de volta.
- E todos ficarão felizes com minha partida.
- Por que acha que ficaríamos felizes?
- Por que eu sou um incomodo, não?
- Senpai, você não é um incômodo… Eu sinceramente não sei por que deixa as palavras do Tsuruga-san lhe afetarem tanto assim…
"MINHAS?!"
- Palavras… - Ela dá um sorriso sem vontade. - Por que são verdade… Minha mãe… Shou… Os pais do Shou… Os professores da minha escola… Os colegas de classe… as meninas da escola… Do bairro… Takarada-san… Yashiro-san… Tsuruga…san…
Ren via as pupilas de Kyoko dilatarem e depois ficarem sem nenhuma emoção. O coração dele ficou apertado e sua respiração travava.
- Todos vão me abandonar… Um dia… Todos abandonaram… Até Corn… Todos se foram… Eu só não entendo porque vocês não me deixam ir embora para sempre… Resolveria toda a situação. Vocês não perderiam as noites de sono por minha culpa. Está vendo… Tudo é culpa minha…
- Kyoko-senpai, você não é a culpada pelas desgraças da humanidade!
- Da humanidade não… Mas das pessoas ao meu redor.
Chiori suspirou cansada. Ren apertava o braço da cadeira totalmente em branco.
- É apenas uma questão de tempo, Amamiya-san… Takarada-san não me quer por perto… Tsuruga...san… Me acha um incômodo… Um pé no saco. Eu estou no caminho dele para a mulher que ele ama. Eu não consigo, sabendo que sou um incômodo…
- MAS QUE?! Boss! Desde quando…? - Sebastian parou o vídeo… Lory suspirou…
- Escutar atrás da porta, Ren, nunca ajuda… - Disse Lory que tinha um olhar triste. - Mogami-kun aparentemente escutou tudo o que você falou no Kimagure Rock, e por algum motivo… Acha que ela é a chata… Esta é a minha conclusão…
- Mas como ela poderia escutar!? O que ela estava fazendo lá, se eu não a vi?
- Algum trabalho da LoveMe, e quando soube que estava lá, ela foi lhe ver, não?
- Mas como ela poderia se conf… - E um estalo se deu e Ren caiu sentado. - Yashiro falou o nome dela e ela entendeu errado!
- Infelizmente… - Concordou Lory, olhando Yashiro que se sentia ainda mais culpado. Sebastian continuou o vídeo.
- Kuu-tou-san e Juli-kaa-san não lhe abandonaram, Kyoko-senpai! Kanae e eu também não. - Kyoko balançou a cabeça num não simples.
- Esta é a minha sina, Amamiya-san…
- Por que fala assim? Você deveria perceber que lhe amamos… Maria-chan também.
- Maria-chan… - Foi visto um fraco sorriso nos lábios dela. - Sinto falta da minha imouto..
- Viu… Ela não iria aceitar que você se matasse! Nem eu, nem Kanae nem Kuu, nem Julie! E eu duvido muito que Takarada-san iria gostar de saber tudo isso, Kyoko.
- É por isso que ninguém precisa saber. Nem o que eu vou fazer, nem como vou deixar este mundo.
- Você sabe que eu vou lhe impedir, não é? Eu estou do lado que é oposto a querer que você morra.
- Por enquanto… Chiori… Por enquanto… - Kyoko suspirou fundo e a posição dela mudou por completo. Agora estava confiante, e elegante. Incrivelmente Sexy. - É por isso que precisamos tratar como nos vingar deles todos, antes que a recipiente consiga se matar!
- Natsu-san!
- Claro, Yumika. Quanto tempo mais para vocês criarem a workaholic? O tempo está se esgotando!
- Temos tempo, Natsu! Vocês estão no nosso lado.
- Acredite ou não, somos criações bem vivas dela… Mas temos nossas limitações, e eu tenho que lhe avisar, estamos no nosso limite…
- Como assim? - Natsu suspirou cansada.
- Espero que não seja tarde demais quando decidirem fazer. Ela já tentou 3 vezes. A próxima pode ser fatal.
- Ela não vai morrer Natsu...
- Eu já escutei o resto da conversa…
- Eu sei, Ren…
- O que pretende fazer, Boss?
- Confrontar Kuu e Julie.
- E Kyoko?
- Você viu o estado que ela está. Você presenciou. Você acha que pode mudar algo? - Ren abaixou a cabeça rilhando os dentes. Não. Ele não sabia o que podia fazer para tirar sua princesa deste buraco que ela caiu…Que ele a derrubou. - Temos que ser cautelosos de nos aproximarmos dela, Ren. Se ela já teve três tentativas de suicídio, temos que pensar muito bem antes de nos mover.
- Você acha que eu fiz errado em confrontá-la?
- Eu espero que não, Ren… Mas eu estou com sérias dúvidas… Tsuruga Ren não pode ficar próximo de Mogami-kun…
- O que quer dizer, Presidente-sama? retirar Tsuruga-san daqui? Ou retirar a Kyoko-chan? De qualquer forma, o responsável fui eu. Eu deveria conversar com ela.
- Você acha que consegue, Yashiro-kun? - Lory estava firme. Yashiro se sentia bem responsável. - Você não é o único responsável por isso. Se eu não colocasse Ren na posição que eu coloquei, para cuidar de Elizabeth, isso não teria acontecido. - Lory suspirou. - Mogami-kun confundiu e temos que mostrar que ela está errada, mas se Ren chegar até ela, e ela se afundar ainda mais? Você como melhor amigo e agente dele, não vai conseguir alcança-la.
- E o que pretende fazer boss? A culpa também é minha por ter perdido a cabeça e falado aquilo que ela ouviu tantas vezes Fuwa-san falar. Só que direcionado a Elisabeth. Mesmo ela tendo ido embora, ela virou meu Karma! - Ren suspirou cansado.
- Não acha que Kyoko fez mais por você não? - Lory sorriu e Ren sabia exatamente que ele estava falando. Kuon o olhou diretamente a Lory. Se falasse tão abertamente sobre Kuon...
- É mais complicado… Boss...- respondeu Kuon. Yashiro o olhou estranho.
- Você tem algum trunfo no bolso, Ren? - Disse Acusando-o Ren suspirou.
- Você sabe que Ren não é meu verdadeiro nome.
- Sei... Mas o que isso tem haver?
- Vamos dizer que - Começou Lory - Da mesma forma que Mogami-kun desatou os nós de minha neta, Maria, ela também desatou nós do passado de Ren. Estou certo? - Disse olhando e Ren suspirou profundo confirmando. - Tenho certeza que poderia encarar seu passado novamente, não?
- Se eu aparecer como meu passado eu tenho sérias dúvidas se ela me odiará por completo…
- Porque diz isso? Ela nunca te viu como você mesmo… - Ele olha para Ren que suspira cansado - Espera, ela sabe quem é você?
- Não. Ela não sabe quem sou. O problema que ela acredita que eu sou alguém que eu não sou…
- Explique-se?
- É um segredo meu e dela. - Lory o olhou inquisitivo, Yashiro perdeu toda a choradeira que tinha no rosto e Ren novamente suspirou. - Ela acredita que meu passado é na verdade… um príncipe… fada… Conheço Kyoko quando ela tinha 6 anos de idade e eu 10. - Lory arregala os olhos.
- Por favor, explique, pois isso pode nos ajudar muito! - Disse Lory com esperanças no olhar.
- Eu duvido muito boss… Duvido…
Ren explica sua mais memorável lembrança a Lory e o mesmo fica mais assombrado e Yashiro pula da cadeira.
- O destino de vocês e ficarem juntos Ren! - Disse empolgado. - Seja lá qual for seu passado o destino já falava desde lá! Vocês tem a fita vermelha no dedo mindinho de vocês! Vamos superar essa crise toda!
- Você sabe que eu não acredito nessa de destino.
- Talvez… Mas isso nos dá uma entrada… Se Mogami-kun se abria para você, então você pode trazê-la de volta a nos!
- E se não der certo?
- É só você ter muito tato e não se esconder…
- E como vou fazer isso…
- Deixe comigo...
- Takarada-sama, temos um problema..- Sebastian falou. Lory olhou para mesa de cabeceira. Eram mais de duas da manhã.
- O que foi?
- Mogami-sama desapareceu…
Lory e Ren empalideceram.
Setsu adotou seu próprio estilo de gótica de sempre. Desde quando as filmagens de tragic maker foram terminadas, ele, pediu para que Cain e Setsuka não fossem descobertos e a identidade ainda foi mantida em sigilo. Bom para Setsu, já que os holofotes estavam em cima de Cain, Setsu não era conhecida, a não ser pela equipe. Com cabelos loiros e mechas pink, olhos cinzas, maquiagem gótica, sombra negra e lápis bem preto, esfumado, lábios vermelhos, com a pele branca, Setsuka era a visão da vampira gótica. A roupa que ela usava, foi escolhida por instinto, mas a mesma não tinha notado que havia vestido exatamente a mesma roupa de quando Cain havia lhe ensinado a dar um chupão...
Ela suspirou, abrindo o casaco um pouco, deixando a roupa aparecer. Não demorou muito para ela ver o carro, preto que estava parado esperando por ela. Ela deu duas batidas no vidro e a porta foi aberta na mesma hora.
- Ora, ora ora... Se não é a própria Setsuka-Hime nos dando o ar da graça. - disse um dos gêmeos. Setsu tinha certeza que era o mais velho. Ela se sentou e logo fechou a porta. Quando o fez viu que no carro eles três não eram os únicos. Havia um rapaz, que sentado era mais alto que os gêmeos, sentado exatamente no meio dos dois. Olhos negros-cinzas, cabelos negros, o porte era de um rapaz com seus 24 anos ou mais. bem definido, que era visto mesmo com a blusa e calça preta como vestia. O mesmo tinha um sorriso sensual, e misterioso. Setsu sentiu um calafrio horrível, como se esta nova pessoa pudesse lhe dar problemas...
- Setsu-hime - Disse o mesmo, pegando a mão de Setsu, beijando-a. Setsu instintivamente puxou a mão, mas o mesmo segurou firme. - Então, está é a ovelhinha que queriam me apresentar?
- Aniki! Está assustando nossa convidada... - disse o mais novo dos gêmeos.
- Ora, Ryan, por que eu estaria assustando nossa convidada de honra? não é, Hime? - Disse e ele piscou o olho. Setsu novamente tentou soltar a mão, mas o mesmo segurou ainda mais firme, puxando-a para sentar exatamente, entre as pernas dele. Setsu e Kyoko se sentiram ultrajadas com isso.
- Me larga!
- e quem disse que vou fazer o que pede? - Disse rindo vendo-a incomodada.
- Já vi que não sabe nada de comum senso! - Disse Setsu irritada. O mesmo sorriu
- Mas você nem japonesa é. Pelo menos Setsuka Heel não é. Será que a artista por de tras de Setsuka está quebrando o papel? - disse abraçando ela.
- Apenas meu Nii-san pode me segurar assim! - Disse tentando ainda se sentar.
- E por acaso... você quer seu nii-san aqui? - disse com um sorriso malvado nos lábios, como se soubesse quem era o irmão dela. Setsu travou por completo. Era verdade... Ela não o queria aqui... - Me deixe melhorar... - ele chegou perto do ouvido dela e sussurrou - nos somos seus novos irmãos, Setsu-hime... então, somente nos podemos ficar neste tipo de posição contigo... concordas? - Ela balançou a cabeça concordando e ele sorriu maliciosamente. - Agora que entendeu, minha querida imouto... - Ele disse soltando ela, e a mesma o olha sem entender. - Pode se sentar no seu canto, ou pode ficar onde está. O que quer fazer?
Incomodada, mas decidida, ela se encostou nele, como se dissesse que iria ficar ali.
- Injustiça, aniki! - Disse o gêmeo mais velho. - Eu disse para não tentar nenhuma gracinha com nossa imouto! - Disse puxando-a para seu colo, como quem quisesse proteger. - Só por que você tem uma voz de comando ais forte, não pode ficar mandando nossa imouto fazer o que ela não quer!
- Mas como Nii-san, eu posso... Não é, Setsu-hime? - disse sorrindo pra ela e Setsu suspirou.
- Quem lhe garante isso? - desafiou. Ela sorriu e abraçou o mais velho. - Bryan-Nii-san também e meu Nii-san!
- Bom, - Começou ele sorrindo - pelo menos eu posso tentar. Já que eu que defendo vocês três de qualquer coisa... Disse passando a mão pela cabeça dela e voltando a sorrir normal. - Bryan e Ryan me avisaram que quando você entra num papel... é difícil quebrar... Fiquei tentado a ver se era verdade... Mas assim como eles me disseram que você estava machucada... Acreditei que você não seguraria se eu fizesse algo improvisado. Vejo que acertei um pouco.
Ele se levantou um pouco e mudou de assento, ficando de frente aos três. Bryan sentou Setsu entre ele e seu irmão gêmeo mais novo.
- Vai ter muitos que vão querer sua atenção, e sua atuação agora será de importância para não ser reconhecida.
- Por que? eu não passou de uma garota plana sem atrativo, por que chamaria atenção? E o que minha atuação tem haver para onde estão me sequestrando?
Ela escutou uma rizada debochada.
- Plana e sem atrativo? - Disse o moreno a sua frente. - Quem foi o imbecil que falou de você assim, para eu acabar com a vida dele? - disse ficando serio. - Não escute pedaços de merda e o que eles falam...
"Você tem certeza, Kyoko?" - Perguntou Ryuu um pouco preocupado... "eles parecem perigosos!"
"Tenho… eu preciso sair dessa depressão para encarar o mundo novamente!"
- E por que minha atuação...
- retiro o que eu disse, vou lhe deixar na sala Vip, com apenas conhecidos e pessoas especiais... Você não pode ir ainda para o meio da multidão, até se acostumar. Essa peruca pode não suportar puxões e etc... Depois que estiver mais acostumada, e tivermos um cabelo mais resistente a qualquer coisa, eu lhe deixo mais solta.
- Vai me contar para onde está me sequestrando?
- Pro paraíso, Hime... - Disse Bryan a seu ouvido. Ela se virou e o olhou, ficando um pouco vermelha. Ele estava a centímetros dos lábios dela. - E não me olhe assim, Hime, se não eu perco minha força de vontade de me controlar e não lhe tomar aqui mesmo na frente deles... - disse rindo beijando o pescoço dela. Ela fechou os olhos, sentindo os lábios dele lhe dando um arrepio. Um arrepio diferente do que ele lhe dava... Ela sentiu o ar sair entrecortado de seus lábios formando um pequeno gemido, e fechou a boca.
- Não vou... -tentou achar a voz que estava perdida. Mas precisava pensar em outra coisa... que horas sairemos daqui?
- Precisa trabalhar amanha pela manhã? - disse tirando os lábios do pescoço, encoberto pela gargantilha, dela
- A partir das 10 da manhã.
- Então não vamos poder terminar a noite toda. - Disse ele pegando-a pela cintura.
- Não gosto de contato.
- Setsu-hime somos seus irmãos, não? Então, você vai ter que gostar... - Ela morde o lábio inferior e Bryan ri.
- Bryan aniki, temos que por nossos disfarces.
Setsu olha eles colocando a peruca loira e os olhos cinzas como o dela. Ela arqueou uma sobrancelha.
- Assim como você no futuro, Ryan e Bryan são reconhecidos se forem andando como eles. Não gosto de tumultos no meu paraíso... Então é só uma medida preventiva. - Ele meche em uma bolsa e joga para Ryan. - Sua encomenda chegou. Vocês vem mesmo na sexta, né?
- Ora! não perderia sua festa por nada! - Disse Ryan sorrindo, segurando o saquinho. Setsu tinha olhado por cima, mas parecia balas coloridas.
- Festa? - Setsu perguntou sem entender.
- Sim. - Disse Ryan. - É aniversário dessa raposa velha e vamos comemorar em estilo de rave. Começa sexta e só acaba no domingo.
- e nossa mais nova imouto está convidada. - Ele tirou do bolso convites. - Ele entregou um a ela. Estou disposto a lhe ajudar. ambos me deixaram apar da sua situação, e diferente de muitos que estão contigo, pelo que eles falaram, você não precisa de um olhar de coitada, mas de um olhar de Se levante. E eu estou disposto a ser este olhar. - disse sorrindo sinistramente. - sabe, fui eu que ajudou este dois a se erguerem. - Terminou e sorriu para Setsu.
- Vocês não são irmãos?
- Não de sangue, Hime. - Diz o moreno.
- Enfim, vamos as encomendas? - Cortou Bryan. - chegou a charadinha?
- Chegou.
- Pois passa para cá as minhas. Quero tirar o estresse.
- Charadinha?
- Sim, minha bala. Ah, você não conhece, mas vou lhe explicar tudo. - disse Bryan.
- não sabia que se comia doces dentro de festas.
- mas este doce, não é qualquer doce… - Disse o moreno.
- Se lembra do que falamos algumas horas atrás? - Disse Ryan e Bryan ao mesmo tempo e ela concordou com a cabeça - então, são estas o nosso segredo. Elas farão você esquecer de tudo e lhe dar uma vibre muito gostosa… Só tem que tomar algumas medidas preventivas, mas fora isso, estamos de boa..
- Então não é bom..
- Ora… Tem medo? - Perguntou o moreno e sorriu e ela sentiu o desafio estampado na cara dele
- Eu não tenho medo de nada… Nem da morte…
- Ohh, temos uma corajosa no grupo agora… Venha, vamos lhe apresentar. - disse o moreno. - A proposito, me chamo Alan. Kurosawa Alan. - O carro parou e Alan abriu a porta. - chegamos, Hime... - Ele sai. Ryan e Bryan sorriem e pegam Setsu pola cintura, sussurrando ambos no ouvido dela
- Bem vinda ao submundo, Setsu... - E assim os três saem do carro, seguindo Alan.
Chiori correu para a sala de segurança e pediu ajuda, e foi plenamente atendida, ainda mais quando o chefe dos seguranças ligou Lory informando-o, e o mesmo pediu para que Chiori tivesse todas as filmagens de agora.
Não demorou segundos Chiori achou.
- Setsu?! Ela saiu pela porta da frente! Lógico que ninguém reconheceria a Kyoko-senpai! Não era ela! Droga!
- Podemos ver até um local que ela andou, depois não temos como dizer. - O chefe procura e diz - Ela foi para a parte sul do prédio, saindo pela recepção D. E parece que ela entrou num carro.
- Dá pra ver a placa?
- Infelizmente não. Mas é um volvo preto.
- Obrigada… - Chiori saiu da sala e correu. Pegando o celular ela discou - Não é bom. Setsu está no lugar e está com roupas de gótica. Estou mandando a foto pra vocês das câmeras. Ela saiu pelo portão D com cara de que ia aprontar uma das grandes!
- QUE? Nos espere na saída, Chiori! - Disse Kuu pelo telefone.
Chiori esperou por eles e Kuu logo apareceu no carro. Ela entrou e os três seguiram pelas ruas de Tokyo atrás dela.
- Kyoko-chan! Cadê você? - Julie estava super nervosa. - E se acontecer algo a ela!? Eu nunca vou me perdoar! - Disse Julie assustadíssima.
- Ainda não tivemos tempo de conversar contigo, Chiori. O que aconteceu quando Tsuruga-san apareceu na LoveMe mais cedo?
- Julie tem razão! Kyoko escutou ou entendeu errado! Mas ela não quer escutar! Não quer aceitar! Ele não está com farsa nenhuma! Kyoko que está com uma venda gigante nos olhos!
- Eu disse! - Começou Julie que não parava quieta dentro do carro olhando a todas as direções. - Mas como vamos aproximar estes dois sem que um desastre natural não aconteça?!
- Julie… Não podemos forçar nada neste tempo…
- Eu sei! Mas… Urg! Eu me sinto tão incompetente em ajudar minha filha! Além do mais com essa ferida profunda que ela nos mostrou! Eu bem que sabia que havia alguma coisa mais profunda.
- Não é a primeira vez que você diz isso, Julie-san, como soube?
- São rastros, Chiori. Quando alguém está muito ferido, mas ignora e continua, uma hora o ferimento se abrirá, porque não foi totalmente curado, e isso traz depressão profunda… Eu já tive amigas assim! Mas não nesse grau de profundidade! - Julie estava frenética. - Kuu, o sequestrador saberia alguma forma de revertermos tudo isso?
- Você quer enfrentá-lo? Neste momento?
- Eu estou ficando assustadíssima para onde as coisas estão caminhando, Kuu! Qual vai ser a próxima tentativa dela? Beber veneno? Misturar bebida com remédio? Overdose? Kuon caiu em depressão, mas ele não tentou nada disso!
- Kuon? Ah, seu filho? - Disse Chiori.
- Sim. -Respondeu Kuu a Chiori e se voltou a responder sua esposa. - Kuon não caiu numa depressão profunda… Ele simplesmente fugiu…
- Seria melhor ela fugir então? - Tentou Chiori.
- É o que ela anda tentando?! - Diz Julie indiginada - Não é fuga?! Agindo como as personagens! Igual como meu filho! - Julie tapa a boca.
- Se matar não é fugir! - Disse Kuu, suspirando fundo e tentando despistar. No segundo seguinte Kuu escuta o telefone plugou o telefone no adaptador do carro e ligou o viva voz.
- Hizuri falando.
- Vocês vão me contar a verdade ou eu vou ter que descobrir da pior forma?
- Boss?
- Como ela se enforcou?!
- Como soube? - Gritou todos do carro.
- Não vem ao caso.
- Boss, eu não posso falar agora…
- Eu sei, ela desapareceu… - Kuu olha para todos do carro.
- O que está sabendo? - Começou Kuu
- Quem está contigo?
- Eu, Julie e Chiori. Estamos atrás de Kyoko.
- Sei. Estou mandando reforços.
- Pode parar Sequestrador! - Começa Julie - Você não vai ser burro em mandá-lo atrás dela?!
- Não seria burrice, Julie-san - Começou Ren - Eu não posso ficar parado. Não agora que sei que o culpado sou eu!
- Tsuruga-san?! - Os três falaram num susto.
- Eu escutei a conversa entre Chiori e Kyoko. Eu não vou ficar de braços cruzados!
- Tsuruga-san! - Começou Chiori alarmada - Você só vai piorar a situação! Não! Agora não!
- O que quer dizer?
- Se você aparecer agora, eu tenho receio do que a senpai pode fazer! Não! Agora não!
- E se ele for disfarçado!? - pergunta Lory e Chori balança a cabeça
- Kyoko conhece a proporção do corpo dele, de forma que chega ser assustador! Ela vai reconhecê-lo!
- Ela tem razão.. - Disse Lory - Ela reconheceu você quando ninguém mais reconheceu…
- Mas há uma pessoa que pode furar e deixá-la cega…
- Quem?
- Kuon… - Chiori arregalou os olhos.
- O filho dos Hizuri's? E ele a conhece?
- Mais do que você imagina Chiori-chan - Diz Ren. Chiori arregala o olho entendendo,
- Ele…?
- Prazer em conhecê-la, Amamiya-san, mas poderia manter segredo?
- Isso não vai dar certo!
- Vai. Tem que dar! se isso não der, nada mais dará! - Diz Kuon - Ela me ajudou, e eu fiz isso a ela sem querer. Estava falando de outra pessoa, e ela entendeu que era dela que eu falava! Tudo um mal entendido! Não! eu não vou perdê-la! Para onde ela foi?
- Não sabemos, mas parece que ela foi para a parte da noite de Tokyo.
- Jelly-chan está vindo para trocar Ren. Em questão de minu…
- NÃO! - Chiori gritou em plena fúria. - Não tentem fazer isso agora…
- Chiori-chan… - começou Julie.
- Eu não vou ficar de braços cru…
-Ahhhh, mas você vai! - disse Chiori em tom de desafio. - Se você realmente se importa com a senpai, você vai ficar paradinho, quietinho no seu canto ATÉ eu, Julie e Kuu pudermos encontrá-la!
- Me de uma boa razão para eu não sair atrás dela, Amamiya-san? Por que tudo é culpa minha…
- Bem falado, tudo é culpa sua, mas ao mesmo tempo não é! A situação chegou a um ponto intransponível, estamos pisando em ovos! Num verdadeiro campo minado! E se você for agora e achar Kyoko-senpai antes de um de nós, amanhã mesmo você vai estar se lamentando sobre o caixão dela! - Kuon travou completamente - NÃO! você, se preza por ela, vai ser um bom menino e ficar quieto no seu canto! o mesmo vale para você, Takarada-san!
- Por que? Vocês vão precisar de reforços para procurá-la! - Tentou Takarada fazendo beiço.
- ISSO NÃO é um jogo, Takarada-san! - Continuou Chiori com a mão nas têmporas, tentando evitar uma dor de cabeça. - só eu, o casal do Daruma-ya e Kanae sabemos o começo de tudo, e somente eu, Kuu, Kanae e Julie sabemos onde a senpai pode ir! Já nos rendeu um afogamento e um enforcamento, um corte nos pulsos e um quase degolamento!
- QUE?! Amamiya-san, Kyoko tentou se degolar!? Yashiro falava assustadíssimo.
- Sim! E eu SINCERAMENTE não quero passar pela agonia de ver Kyoko-senpai morta, ou semi-inconsciente de novo não!
- E o que aconteceu?! - Tentou Lory.
- Já não vamos ter uma noite de paz depois de Tsuruga-san ter enfrentado Kyoko-sentai e da Julie-san insistir em querer saber do passado da senpai, agora sabe-se lá onde infernos ela se meteu!
- Saber o passado? - Começou Lory do outro lado da linha. Ele, Yashiro, que ainda processava a conversa de Ren ser Kuon, e Kuon se olharam em alarme. - O que aconteceu?
- Eu pressionei Kyoko-chan a falar do passado dela... - Começou Julie se tremendo.
- Sabemos agora o motivo e o quão profundo é essa ferida na alma que ela tem, boss... - terminou Kuu.
- Imagina se agora o Hizuri Kuon-san aparecer! - Continuou Chiori imaginando a cena e balançando a cabeça verrmentemente. - Não! Se Kuon aparecer, e ela reconhecer como Tsuruga-san, a coisa vai piorar e eu temo dela conseguir a quinta tentativa de se matar nesta mesma noite! Então seja um bom garoto, e vá pra CASA, e fique longe da Kyoko por pelo menos 3 dias, até conseguirmos acalmá-la e tirarmos ela do estado catatônico suicida! - Chiori olhou Julie e a mesma notou algo diferente no olhar de Chiori.
- Você sinceramente espera que eu fique de braços cruzados vendo minha princesa morrer por causa de um erro meu, espera?
- Não, não espero, Tsuruga-san, mas neste exato momento, se você aparecer, só vai piorar a situação em muitos degraus! Não, não quero sua ajuda, e se você aparecer, eu mesma aviso Kanae e nós duas lhe mataremos. Kanae-san não sabe que é um engano, e que aquelas palavras não foram para Kyoko, mas pra outra alguém e sinceramente, Tsuruga-san, se você tentar se aproximar com Kanae-san junto, ela lhe arranca a pele e te leva pro inferno..
- Inferno é não poder fazer nada! - Kuon se irritou. - Eu não vou ficar parado!
- Então você está demonstrando que não se importa com ela! - Disse Chiori fria, o que travou Kuon
- Não seria o contrário?- perguntou Kuu
- Não. Ele não está me ouvindo. Se ele aparecer, seja Kuon, seja Ren, Kyoko vai dar um jeito de que a próxima tentativa de suicídio de realmente certo. Vocês querem ela viva, ou morta?
- VIVA! - Respondeu os 6 no mesmo segundo.
- Então, Kuon-Tsuruga-san, vá para casa, Takarada-san vá jogar seus jogos de otome e deixe comigo, Kuu-san e Julie-san a senpai! E lembre-se, Tsuruga-san, não apareça perto de nós!
- Filho… - Tenta Julie vendo Chiori irritada e que havia alguma coisa a mais. - Espere um pouco. Ficaremos lhe atualizando. Mas… Agora a Chiori-chan tem razão. Kyoko está cega, e enfrentá-la, só vai fazer com que ela se afunde cada vez mais. Nós vamos dar o ok para você se aproximar dela logo, mais aguarde. Precisamos demarcar o terreno para que nenhuma bomba exploda. Por favor.
Frustrado Kuon suspira.
- Ok. Mas me deixem apar de TUDO...
- Deixaremos - Disse Kuu. Boa noite - Kuu desliga e olha para Chiori pelo retrovisor. - O que foi que você sabe e nós não?
- Se lembra quando disse que ela estava com cara de quem ia aprontar:
- Sim…
- Kyoko, como Setsu, entrou em um carro desconhecido, sem placa, preto, e seja quem a levou, eu sinto que vamos ter problemas bem piores do que Kuon aparecendo e gritando surpresa…
Julie e Kuu se entreolharam e, como se entendessem o recado, arregalaram os olhos.
Sim… Os dias de paz haviam terminado…
E agora? O que vai acontecer?! Segurem firme porque o looping vem seguido de mais um ai...
Espero que tenham gostado =D
Comentem ;D E me ajudem no desenvolvimento da fic =D
