X. O Blefe

Era mais um belo dia no Santuário. Não havia uma única nuvem no céu e o clima era agradável, nem quente e nem frio extremos. Um rio límpido e de águas plácidas rasgava a paisagem recoberta de gramíneas e flores silvestres, brotadas naturalmente. O canto dos inúmeros pássaros tomava o ambiente, deixando-o ainda mais divino e sereno.

Dentro do rio era possível ver a imagem de 4 pessoas. Estavam sentadas, recostadas às pedras que formavam pequenas e relaxantes corredeiras. Visto que, naquele ponto, a profundidade não sobrepujava a marca dos 40 centímetros. Os dois maiores estavam apenas de sunga e os outros vestiam uma curta e fina bermuda, enquanto desleixavam-se perante a massagem que as águas faziam em suas colunas. Ficariam ali por horas a fio, até que suas peles se enrugassem, até que a fome os consumisse por completo ou a noite se anunciasse, mas uma voz feroz se fez ouvir, interrompendo a concentração deles.

"Vocês não tem vergonha não? É assim que os cavaleiros de ouro protegem o Santuário? Sentados dentro de um rio... Isso é deprimente! Agora o pior de tudo são esses dois aproveitadores. Sempre tiveram tudo do bom e do melhor, pois o Shun sempre foi o coitadinho chorão e o Ikki o rebelde que sofreu na Ilha da Rainha da Morte... Todos sofremos, mas eles são sempre tratados como reis."

"Escuta aqui, moleque! Eu não vou aceitar que você fale assim com nenhum de nós." – Aiolia se levantava, furioso.

"Não se rebaixe ao nível dele, Aiolia. Esse aí não sabe o que diz..." – Ikki falava sem muita emoção na voz, sem mover um único músculo em direção a Jabu, que havia feito o comentário anterior.

"Ikki e Shun não são cavaleiros de ouro, portanto posso falar deles como bem entender... Pelo que vejo o nosso idolatrado cavaleiro de Fênix já está restabelecido e garanto que a senhorita Saori não sabe de nada. É um absurdo que ele não trabalhe e fique só aqui, em meio ao conforto e ao luxo desse ambiente enquanto nós prestamos serviços a ela... Até o Shun resolveu virar um vadio..." – Jabu continuava falando.

"Pff! Seus comentários não me atingem, mas pense duas vezes antes de falar do meu irmão ou você se esqueceu da surra que levou de mim no torneio galáctico? Já que tem tanta certeza da minha recuperação, não deveria ficar falando assim da pessoa que mais amo e prezo..." – Ikki agora virava o tronco e a cabeça na direção do cavaleiro de Unicórnio.

"Niisan..." – Shun falava preocupado ao ouvir o blefe do irmão.

"Saiba que eu andei treinando enquanto você ficava aqui, se aproveitando e quero ver se anda treinando também. E então, aceita uma luta?" – provocava Jabu.

"Luta?" – Ikki ri – "Você não agüentaria nem o meu primeiro golpe. Agora nos deixe em paz, pois não estou a fim de sujar as minhas mãos com o seu sangue imundo."

"Jabu, saia daqui, por favor! Você vai acabar se machucando e, mesmo sabendo que não somos irmãos, eu não gostaria de ver essa cena..." – Shun se levantava e encarava o amigo.

Estavam ao lado do cavaleiro de Unicórnio os outros cavaleiros de bronze menores. Shiryu e Hyoga logo se aproximaram e perceberam o clima ostensivo.

"Amigos, por favor, não façam nada do que possam se arrepender mais tarde..." – pedia Shiryu.

"Vocês viram como esse vadio está se aproveitando da senhorita Saori? Se ainda restasse alguma seqüela do tal acidente ele não estaria dentro de um rio." – Jabu falava com fúria.

"Já passou pela sua cabeça que eu posso estar treinando com o Aiolia? Acho que estou superestimando a sua capacidade de pensar, desculpe..." – Ikki dizia a última frase em tom de desdém.

Shiryu e Hyoga não precisaram de muita atenção para perceber que Ikki ainda continuava paralítico. Conheciam o amigo e, sabiam que ele não deixaria por isso mesmo. Além do mais, puderam reparar que as pernas dele se moviam conforme a correnteza e, levando em consideração a velocidade das águas, sabiam que isso não iria ser viável se o outro estivesse saudável. O loiro chegou a conter um sorriso pelo blefe do amigo e disparou:

"Jabu, por favor, retire-se daqui. Você sabe que a Saori não quer saber de brigas internas."

"Você escapou dessa Ikki, mas não pense que desisti de enfrentá-lo..."

Ikki fingiu nem ouvir e deu de ombros, esperando a saída de Jabu, que foi acompanhado por todos os outros cavaleiros de bronze menores, ficando apenas Hyoga e Shiryu ali. Assim que os outros ficaram a uma distância segura, o loiro esboçou um sorriso de canto de boca e falou:

"Belo blefe..."

"O que quer dizer com isso, pato? Acha que eu não daria conta dele?"

"Eu não teria dúvidas da sua vitória se você estivesse totalmente recuperado..."

"O que quer dizer com isso?" – Ikki perguntava temeroso.

"Simples... Não conhece o jargão: 'para um bom entendedor meia palavra basta'? Qualquer um que prestasse um pouco mais de atenção em suas pernas perceberia que, ou elas estão muito fracas ou ainda estão paralisadas."

"Nós notamos que elas se movimentam conforme a força da água, mas para um cavaleiro do nosso nível isso não seria possível caso estivesse em plena forma física. Estamos errados?" – Shiryu se manifestava pela primeira vez.

"Bom, não poderia enganá-los por muito tempo mesmo... A verdade é que estou com o corpo completamente paralisado da cintura para baixo." – Ikki confessa um pouco constrangido.

"Pelo menos não perdeu a compostura e está mostrando que continua o mesmo. Eu sei o quanto é difícil sentir-se debilitado, dependente, mas o importante é que você continue sendo o guerreiro forte e destemido que sempre foi." – Shiryu comenta.

Ikki dá um meio sorriso ao encarar Dragão. Ele sabe que o chinês talvez seja o único que possa realmente compreender sua angústia, pois já esteve cego e, mesmo sendo uma deficiência tão diferente, poderia colocar-se em seu lugar. Em seguida, desviou o olhar para o céu resplandecente e pediu:

"Vamos voltar?"

"Não estava a fim de parecer uma ameixa seca mesmo..." – brincava Milo.

Os outros riem e Aiolia pega Ikki em seus braços, andando até a margem do rio, onde haviam deixado as toalhas e se secaram. Depois seguiram rumo à casa de Gêmeos, onde haviam deixado a cadeira de rodas por causa do terreno extremamente irregular pelo qual teriam que passar e que impossibilitava o uso desse artifício.

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Na espaçosa sala da casa de Gêmeos, Ikki já estava em sua cadeira de rodas. Tinha à sua direita, um sofá onde estavam sentados Shiryu e Shun e, à sua esquerda, um Hyoga com as costas e o pé esquerdo apoiados na parede. Conversavam sobre várias coisas, relembrando da época no orfanato, alguns momentos do treinamento e das batalhas que travaram. Sempre havia algum fato alegre e reconfortante, mesmo nos piores momentos. Hyoga olha de forma evasiva para algum ponto da outra parede, enquanto comenta:

"Nós tivemos momentos alegres e tristes em nossas vidas, mas agora vocês serão recompensados. Descobrir que tem uma família, uma mãe... Vocês tiveram muita sorte mesmo."

Os olhos do loiro se enchiam de lágrimas ao lembrar-se da imagem de sua falecida mãe. Poderia passar anos e ele nunca esqueceria dela... A dor de perder uma mãe, de vê-la morrer é ainda maior quando se é uma criança tão frágil e dependente. Uma idade onde fazemos com que nossos pais sejam nossos heróis e heroínas... Hyoga deixou que lágrimas escorressem pela sua face, ainda concentrado num ponto qualquer, como se estivesse hipnotizado.

"Hyoga..." - Shun falava com compaixão.

Ele sempre se entristecia ao lembrar da história do amigo e agora parecia sentir ainda mais, mesmo sem ter conhecido o rosto ou ter ouvido a voz da mãe. Levantou-se e o abraçou de forma carinhosa, como um verdadeiro irmão. Agora sabia definitivamente que não tinham laços de sangue em comum, mas isso nunca importou ao jovem de cabelos verdes, que se afeiçoara tanto aos seus companheiros de batalha, mas principalmente a Hyoga, que sempre demonstrou-se muito parecido com ele.

Hyoga não recusou o abraço, muito pelo contrário, abraçou com vontade e chorou no peito do amigo ao relembrar da imagem da mãe e de como o navio onde estava seu corpo afundara num abismo devido a um terremoto causado pelo seu próprio mestre, a quem tinha como se fosse seu próprio pai. Agora o loiro parecia um frágil bebê, entregue às emoções e ao passado. Não falava a ninguém, mas a descoberta dos registros havia mexido muito com ele, pois ao contrário dos demais, tinha certeza da morte da mãe. Temia descobrir o seu passado, seus parentes, mas temia ainda mais descobrir que era sozinho no mundo, como sempre acreditou ser.

Shun afagava os cabelos do loiro, conseguindo acalma-lo. Ikki acabou se compadecendo da dor do amigo, mas não sabia o que dizer ou fazer. Shiryu resolveu buscar um copo de água e, quando voltou, viu um Hyoga mais calmo, sentado no sofá. O russo já havia secado as próprias lágrimas e tomou a água com calma. Colocou o copo vazio na mesa de centro e perguntou:

"Quando vocês pretendem visita-la?"

"De quem está falando, Hyoga?" – Shun perguntava, ainda preocupado com o loiro.

"Da sua mãe..." – o russo respondia encarando Shun nos olhos.

"Na verdade só estou esperando o tratamento do Ikki acabar. Garanto que ele prefira visitar a nossa mãe quando já estiver novamente em pé..."

"Espere um pouco, Shun... Você não quer ir por minha causa?" – Ikki perguntava.

"Não, niisan... é que... bom, eu..." – Shun gaguejava sem saber o que falar.

"Eu pensei que você estivesse com medo... Devo confessar que estou um pouco inseguro de reencontrar com a nossa mãe nesse estado, mas depois que a vi, a curiosidade de falar com ela foi ainda maior. Gostaria tanto de conhecer nossos outros irmãos, ouvir da boca dela o nome do nosso pai e ter a certeza de que não viemos do canalha do Mitsumasa Kido."

"Niisan... Então..."

"Por mim eu arrumava as malas hoje mesmo. Só teremos que arranjar um motorista, pois eu não posso dirigir, você não tem carteira ainda e não quero ter a desagradável companhia do Tatsume."

Todos riem das palavras de Ikki. Estavam tão concentrados na conversa que nem percebem a entrada de Seiya e Saori. O rapaz de cabelos castanhos pergunta de forma assustada:

"Ikki, mas como..."

Milo e Aiolia, que até então estavam comendo um lanche na cozinha de Gêmeos para repor as energias perdidas nesse dia, estavam parados na porta. Queriam ouvir a conversa, mas ao mesmo tempo tentavam não se mostrar, escondendo o cosmo e torcendo para que ninguém os visse ali. Como sempre, estavam sem as armaduras e isso ajudava ainda mais na camuflagem.

"Seiya, Saori... Boa tarde!" – Ikki cumprimentava.

Os outros se levantaram e foram cumprimentando os dois também, que estavam visivelmente perturbados e assustados. Era óbvio que já adivinhavam o motivo da reação dos dois, mas confirmaram ao ouvir a irritante voz de Jabu, que falava:

"Viram? Eu não disse que..." – parou de falar ao ver a imagem de Ikki na cadeira de rodas.

"Pensei que tinha voltado a andar e se tornado discípulo do Aiolia..." – Seiya confessava.

"Quem manda acreditar na anta do Jabu? Seiya, pensei que você fosse menos inocente..." – Ikki Falava de forma sarcástica, com um largo sorriso.

Os dois cavaleiros de ouro não agüentaram olhar a expressão confusa de Seiya e a assustada de Jabu e começaram a gargalhar, revelando-se a todos. Shun, Hyoga e Shiryu também acabaram rindo discretamente. Fitando o chão e totalmente sem graça, Pégaso declarou:

"Mas é que você sempre se mostrou tão forte que eu não pensei duas vezes antes de acreditar..."

"Ele deve estar nos enganando! Sabia que Saori viria nos visitar e..." – Jabu falava numa tentativa de demonstrar que estava sendo verdadeiro.

"Moleque, será que você não percebeu que Ikki estava blefando no rio? Ele só usou as suas deduções contra você mesmo, mas em nenhum momento ele falou abertamente que estava andando ou fez algum movimento mais suspeito." – Milo indignava-se com a desculpa de Unicórnio.

"Se o Ikki estava mentindo, então..." – Seiya concluía de forma pesarosa.

"Infelizmente o Ikki ainda está paraplégico, ou seja, não pode sentir ou mover nada da cintura para baixo." – Milo sentenciava sem olhar diretamente o ex-cavaleiro de Fênix.

Todos emudeceram ao ouvir essa notícia, por mais visível e real que fosse, parecia ainda mais triste quando era dito. Jabu ainda olhava de forma incrédula, como se tentasse achar uma explicação por ter sido enganado daquela forma. Numa tentativa de quebrar o clima tenso que havia se formado, Ikki falou:

"Saori, ainda bem que apareceu por aqui. Eu gostaria de pedir uma autorização para visitar a minha mãe no Japão... Eu sei que não tenho esse direito e que a despesa é meio pesada, mas..."

"Não fale assim, Ikki! Será um prazer ajuda-lo. Fico muito feliz em ouvir que decidiu se reencontrar com ela e torço para que dê tudo certo." – Saori fala de forma carismática.

"Obrigado Saori!" – Shun comemorava, abraçando a deusa.

"Só tem um probleminha... Nem eu e nem o Shun podemos dirigir e não gostaria de ter o Tatsume ao nosso lado."

"Ei, vocês não estão esquecendo de ninguém não? Pensei que já me consideravam como um irmão..." – Aiolia falava demonstrando mágoa.

"Claro que não. Acredito que não seria problema se levássemos mais uma mala... Afinal, não precisaremos de tanta coisa assim..." – Ikki respondia seriamente.

"Então você me considera uma mala... Eu te mostrarei quem é mala..." – Aiolia dizia indo em direção a Ikki.

Sem se importar com as visitas, os dois brincavam como sempre faziam quando se reuniam e Shun acompanhava tudo, revirando os olhos. Já havia se acostumado à amizade dos dois, mesmo sabendo que aquele tipo de brincadeira muitas vezes acabava em algum tipo de acidente. Milo também já havia visto as "brigas" dos leoninos e por isso acompanhava tudo com um sorriso, enquanto os outros ficavam acompanhando tudo, divididos entre a surpresa, a admiração ou a incredulidade. Era espantoso ver que Ikki, o mais solitário cavaleiro de bronze, estivesse se entregando a uma amizade assim, ainda mais com a sua deficiência.

De forma brincalhona e dando uma de responsável, Andrômeda logo apartou os dois, que passaram a trocar apenas insultos. Não era vulgar, mas não deixava de ser ofensivo e logo acabaram inserindo os outros na brincadeira. Para tornar tudo menos angustiante, Aiolia ajudou Ikki a sentar-se no tapete e, junto a Milo e aos outros, começaram a afastar os móveis. Logo todos, com exceção de Saori e Jabu, estavam envolvidos numa guerra no meio do tapete. Uma batalha sem vencedores ou perdedores, que servia apenas para fortalecer os laços de amizade e tornar todos iguais, demonstrando que, independente do estado físico, é possível viver e ser feliz.

CONTINUA


Vamos logo às respostas das reviews:

Angel (por msn): Pois é, mana, as cenas do capítulo anterior foram mt kawaai e, pra descontrair, publiquei um capítulo divertido, mesmo tendo um pouco de drama... Eu devo confessar que amei escrever esse capítulo e que estava doida para publicá-lo. Bom, É uma pena que não possamos tc nesse fim de semana. Muita paz e saúde pra vc e pro Di. Bjaum!

Madame Verlaine: Vc tb é doce e querida e... não é velha não! Bom, eis um capítulo pro povo rir um pouco. Aliás, esse foi melado de elogios fofos da sua parte. Infelizmente não consigo tempo para escrever, por isso ando em atraso com algumas promessas que lhe fiz. Bom, soltarei esse agora e só Deus sabe qdo solto o próximo. Preciso escrever o 12 antes, que já está na minha cabeça, mas n consigo tempo pra fazer. De qq forma, bjaum e obrigada por ser essa pessoa maravilhosa e especial q vc é.

Sinistra Negra: Nossa, hj vc se empolgou, heim? Eu to perdida! Tirei nota baixa em um monte de matéria... e o mais irônico era q eram justo nas q eu tinha estudado mais. Vou parar de estudar! Agora vou ter q me enfiar ainda mais nos livros e só arranjar tempo pra respirar, pois pro resto... Nana à beira de uma crise de nervos! (Sou melodramática e assumo XD). Obrigada pelos elogios e, assim q a gente conseguir se encontrar e eu tiver novidades ou dúvidas, eu te chamo. Qto a HP... aí vc quer demais, não? Eu qse nem tenho tempo pra comer e vc quer mais? Rs. Eu até tenho 2 projetos de fic que vc ia gostar, mas precisava que o dia tivesse 50 horas pra dar conta de tudo! Qto à reunião... caso eu não esteja presente, não se acanhem. Podem fazer e depois é só mandar a conversa gravada pra mim. Bom, eu te adoro mt, vc sabe, né? Bjaum da Nana.

Anna-Malfoy: Qto à mãe do Ikki e do Shun, ela vai aparecer no próximo capítulo. Aguarde! Mts segredos serão revelados, inclusive a identidade do mais dos irmãos Amamiya. Não falarei nada a respeito pq adoro um suspense. SOU MÁ... Qto ao Aiolia, eu tb fiquei com pena dessa separação, mas é o sonho do cavaleiro de Leão, não é mesmo? Bom, vou parar por aqui senão entrego o jogo. Obrigada por tudo e continue acompanhando.

Kakau: Oh uma leitora nova e, pelo visto, não tão nova assim XD. Fico honrada qdo percebo o carinho das pessoas. É isso que me estimula a continuar! O que posso dizer? Obrigada pelos elogios e, continue acompanhando, pois ainda tem mta coisa para acontecer. Só acho uma pena estar tão atulhada de trabalhos e provas e não conseguir atualizar semanalmente como eu tinha previsto... De qq forma, seja bem-vinda! Gosto de ouvir a opinião alheia sobre o destino da fic e dos personagens. Sempre tem algo que se aproveite... XD Espero poder encontra-la novamente, mesmo q seja com uma ameaça de morte. Um grande abraço!

Betinha: O Shun é realmente fofo, não? Eu sempre vi o qto os dois se amavam, mas que o Ikki mantinha uma espécie de barreira invisível entre eles. Isso tudo serviu para ele ver o quão valioso era seu irmão e tudo o que o seu orgulho estava o afastando das pessoas que amavam e fazendo com que ele repelisse qq aproximação alheia. Apesar de tudo, o Shun também está vendo o Ikki com outros olhos, pois sempre viu o irmão como uma fortaleza intransponível e agora, que o mais velho está debilitado, desmistificou-o e está o tratando com um humano e não como uma espécie de deus.

Que história é essa de duvidar da capacidade do Aiolia? Vc acha que ele não seja inteligente e capaz de ganhar uma bolsa de estudos na Inglaterra? Ele não é nenhuma mula não! Aliás... o Jabu se superou hj, viu? E eu que achava q nunca iria escrever nada com ele, mas tive q fazer essa brincadeira, pois o próximo capítulo vai contar o passado dos mano Amamiya. Ai, vamos ver o q isso vai dar!... Espero conseguir publicá-lo o qto antes, mas eqto isso aproveite pra rir desse capítulo. Um bjaum da sua tia querida!

giovana: Vc tb é leonina? Não sabia!... Só acho uma pena ter que manda-lo para Londres, mas quem sabe o q o destino e a minha cabeça maluca reservam a eles? Bom, para vc rir um pouco aí está mais um capítulo descontraído. Com esse capítulo, dou por encerrada o q chamo de primeira fase e, agora a segunda começará: a busca pelo passado e pelos pais. Um grande abraço e continue acompanhando.

Pisces luna: Mais uma que duvida da inteligência do nosso leonino grego... hnf! (vc sabe q é brincadeira, nom?). Bom, o Aiolia merece o nosso reconhecimento e, qto ao Ikki... vai demorar! Ele primeiro precisa conhecer a mãe e, não sei se percebeu, mas ele ainda estará paralítico qdo isso ocorrer. Na verdade, esse reencontro vai acontecer no próximo capítulo, mas ainda terá que acontecer algumas coisas antes dele voltar a andar normalmente... A Sini e a Vê que o digam! XD Sim, Shun é demais! Um amigo prestativo e bondoso, capaz de sofrer sem reclamar só para não deixar q outras pessoas sofram...

Vc não foi agressiva... eu q estava tirando uma da sua cara XD. Eu tb me empolgo qdo leio seus reviews e adoro te provocar, pois depois sempre vem algo bom em troca... rs. Quer saber um segredinho? Eu tb sou meio agressiva às vezes e a faculdade ajuda... nha, nem dão tempo pra respirar! Eu tive sorte, pois não tenho mts prob com o msn e espero q vc consiga fazer as pazes com essa coisa. Aí poderíamos até trocar idéias pras nossas fics (aproveitadora) XD. Ah eu tb tenho icq. O número é 345412307 e, caso vc n tenha, é só ir na página go (ponto) icq (ponto) com e fazer um. Nem precisa instalar! Mas tem q me avisar, pois já não uso esse recurso há um bom tempo. Voltando à fic...

Bom, lembra q vc comentou q se o Ikki se encontrasse com o Jabu ia rir da cara dele? Pois foi isso que eu fiz XD. Jabu otário!... Espero que tenha gostado da cena tanto qto eu amei escrever. Eu ia publicar só na semana que vem, mas como recebi mtas reviews, me animei e publiquei agora. Vc tb é mt fofa e... (olha pra cima) de novo exagerei ao responder-lhe! Bom, isso só pode significar o carinho q tenho por ti, né? Um grande beijo e mts abraços fofos de alguém que já a considera uma grande amiga. Obrigada por tudo e muita sorte na sua vida.

Ada: Sim, foi mesmo leve e descontraído... Agora, esse foi levado mais para a gozação. Não resisti e tirei uma palha do Jabu, pois não gosto dele. E aí, gostou? Ah parabéns pela sua fic "Guerreiros também choram" está fazendo um bom trabalho e uma boa pesquisa... Eu adoro ler cada capítulo! Vc escreve mt bem... Voltando: no próximo capítulo veremos o reencontro da mãe com os irmão Amamiya e está sendo um desafio escrever essa cena. Até a próxima, bjs!

Juliane.chan1: Fiquei vermelhinha com os seus elogios, pois vc tb é uma gde escritora. Bom, sei q ficou um pouco triste a separação dos meninos, mas tem muita água pra rolar! Espero q vc não tenha se ofendido com a brincadeira do Ikki. Na verdade, eu devo confessar que não gosto do Jabu e por isso escrevi essas cenas. Era pra ter ficado um pouco comédia apesar do drama com o Hyoga. Amo escrever cenas onde os personagens passem apoio e confiança para um amigo que precisa, principalmente qdo é o Shunzinho! Eu amo esse verdinho... Dá vontade de apertar as bochechinhas dele e ficar agarrando até ele ficar sem ar, não acha? Um big beijo e um forte abraço.

Pime-chan: Eu devo confessar que tb não tenho problema com um bom yaoi e nem com um bom hentai por isso coloquei a cena, mas fiquei com um pouco de medo de publicar por saber q muitos dos que acompanham não gostam de yaoi e tb pq eu quero q essa fic seja mais leve e sem esse tipo de coisa.

Agora qto aos meninos... O Shun está cada dia mais fofo e kawaai, o Ikki está deixando o jeito carrancudo de lado para dar lugar a uma pessoa mais alegre, sem perder seu orgulho e o Aiolia... bom, sem comentários! Sempre achei a história de vida dele tão triste e achei que uma amizade com os irmãos Amamiya poderia recuperar o bom-humor dele e trazer muitos benefícios a todos. Pelo visto deu certo! XD Ah sim! Vc vai se surpreender qdo ouvir o passado deles contado da boca da Keshi, a mãe dos dois maninhos. Espero poder publicá-lo logo! Abraços.


Aos que lêem, mas não comentam: Bom, como eu aceito reviews anônimas, vocês não precisam ser cadastrados ao site para falar. Por isso, basta clicar nesse botãozinho escrito "Go" e escrever o que acharam. Tudo bem… eu sei! O site às vezes fica de TPM e a janelinha não abre… Por isso só posso agradecer a todo apoio que ando recebendo por e-mail ou msn. Até a próxima, bjs!


O próximo capítulo será: SEGREDOS DO PASSADO