Capítulo fresquinho na área! Nos vemos lá embaixo!

Capítulo 9

Por causa de todo o terrível episódio com Mike Love e o vestido, acabamos chegando quase dez minutos atrasada para o nosso turno. O Sr. Goodman estava andando para lá e para cá na sessão das agendas quando chegamos, e estava obviamente irritado com o fato de que seu jantar estaria frio quando chegasse em casa.

— Meninas, — disse ele, — Se vocês precisarem de ajuda para se lembrarem da hora em que o turno de vocês começa, temos uma grande variedade de agendas e organizadores de compromissos.

— Eu realmente sinto muito, Sr. Goodman. — eu disse, pegando meu crachá dentro da mochila.

— Foi minha culpa. — Alice me cortou e eu lhe lancei um olhar, — Meu, hum, relógio... Sua bateria morreu. — Olhei para seu pulso. Ela não estava usando relógio nenhum. Felizmente o Sr. Goodman nem notou ou nem mesmo se importou.

— Faça o seu melhor para evitar que isso aconteça novamente. — disse ele, — Isso é tudo o que peço. Aliás, há algo mais que vocês podem fazer para me compensar. As vendas estão fracas. — disse ele, afagando a cabeça do Cupido, — Então, estou começando um novo programa de incentivo para o pessoal. Para cada dez novos clientes que se inscreverem no cartão de fidelização de hoje até o Dia dos Namorados, vou acrescentar 50 dólares ao pagamento de vocês. — nossos olhos se abriram arregalados. Cinquenta dólares era muito dinheiro, considerando que nosso salário era mínimo.

Depois de apenas dois minutos que o Sr. Goodman tinha ido embora, Alice já tinha feito todas as contas em sua cabeça, — Você percebe que se fizermos uma centena de pessoas assinarem, e juntarmos com o dinheiro que coletaremos na festa panda, nós seremos capazes de patrocinar dois pandas! E uma centena de pessoas não é muita coisa. São apenas 12 ou 13 pessoas a cada turno. Podemos totalmente fazer isso! — Minha cabeça ainda estava pesada. Eu tive dificuldades em compartilhar seu entusiasmo e, honestamente, se eu tivesse um extra de 50 dólares, eu gastaria comprando uma peruca loira de qualidade realmente boa. Dessa forma eu conseguiria ficar disfarçada no trabalho e nunca correria o risco de Mike ou Jéssica me encontrarem no shopping de novo... Mas Alice parecia tão otimista. E depois, ela esteve lá para mim na American Apparel, eu não queria desapontá-la.

— No entanto, nós teremos que ser agressivas. — ela continuou, — Nós não podemos simplesmente ficar sentadas.

Eu assenti vagamente, em seguida, abri a caixa de embalagem que o Sr. Goodman tinha deixado para a gente guardar. Dentro dela havia mini caixas de chocolates em formato de coração, com frases de amor sobre eles, em letras cor- de-rosa: Você me completa. Seja meu para sempre. Eu adoro você. Sério, eu não aguentaria mais nove dias desta merda. Era cruel quando até mesmo a minha comida preferida no mundo me fazia lembrar de que meu coração estava quebrado.

Eu tentei contar as caixas, mas também ficava de olho na porta, apenas para ter certeza de que Mike Love e Jéssica não estavam entrando ali, olhando um para o outro daquela maneira. Eu ficava me perdendo na contagem dos números.

— Isso não pode estar certo. — eu disse, depois de ter contado tudo pela terceira vez, — Na embalagem diz que há 30 caixas, mas aqui tem umas 130.

— Deixe-me ver. — disse Alice, saindo do caixa. Ela começou a contar as caixas, — Você está certa. Tem exatamente 130 caixas aqui. Colocaram a mais.

Eu suspirei enquanto separava os trinta chocolates e guardava os outros de novo na caixa, — O Sr. Goodman terá que retornar o resto, acho.

— Não. Espera. — disse Alice, — Eu tive uma ideia. — falou enquanto tinha um brilho estranho nos olhos, — Aí marca que foram entregues 30 caixas, certo? Então o fornecedor não saberá que foram entregues cem mais logo aqui. E além disso, eles vieram de British Columbi. Se mandarmos de volta agora, não chegarão ao armazém a tempo do Dia dos Namorados, então não serão vendidos e já estarão estragados para o próximo ano. Eles basicamente seriam desperdiçados.

— Alice? — levantei minhas sobrancelhas, — Se você está pensando no que eu acho que está pensando...

— É por uma boa causa. — Acrescentou ela, ignorando meu tom de advertência. Ela pegou um daqueles Cupidos estúpidos com uma mão e a caixa de chocolates no outro, — O Cupido e eu estaremos lá fora no corredor do shopping. — disse ela, apertando sua barriga para fazê-lo cantar, — Vou recrutá- los e você os faz assinar.

Eu tive que dar o braço a torcer. Legalmente falando, o que ela estava fazendo poderia ser qualificado como roubo – só um pouquinho – mas, devo reconhecer que deu certo. Porque aparentemente, dar chocolates de graça fazia as pessoas assinarem coisas. Depois de apenas 4 horas naquele mesmo dia, 40 pessoas já tinham aderido à fidelização de clientes. Às 15:45 o número 41 entrou, sorrindo para mim. Ele tirou os fones de ouvido gigantes de DJ e jogou sua caixinha de chocolate no balcão.

— São para você. — disse ele, deslizando a caixa para mim. 'Dá vontade de ficar te abraçando', dizia. Deixei-o desajeitadamente no balcão entre nós, — Quero me inscrever no programa de fidelização do cliente, mas tenho uma pergunta. Canetas contam nessa coisa de fidelidade ou apenas cartões?

Não que eu tivesse algum motivo para ficar reparando isso, mas ele estava ótimo. Edward estava usando camiseta e jeans que serviam nele perfeitamente. Ele parecia relaxado e ainda mais alegre do que de costume, obviamente sua luta de dois dias contra a doença de Lyme falsa, havia lhe dado muito tempo para descansar.

— Apenas cartões. Sinto muito. — Respondi.

— Ah, que chato. — disse Edward, enquanto preenchia o formulário de inscrição que passei para ele, — Porque eu preciso de uma nova. Aquela que você me vendeu da última vez, realmente é uma caneta seca e segura, mas depois que tive um tempo para pensar, percebi que ela é seca demais, sabe?

— Seca demais. — Repeti, tentando encontrar um tom profissional. Havia um olhar brincalhão em seus olhos que eu não gostei. Agora que o cookie tinha revelado tudo, eu podia claramente ver que ele estava flertando comigo e, considerando que Alice estava ali fora, isso me fazia um pouco nervosa.

— Você tem alguma outra que realmente me proporcionaria uma boa escrita? Sabe, aquelas que a tinta apenas sai na quantidade correta?

— A tinta apenas sai? — Falei com uma cara séria, — Não pode ficar vazando, nem ser seca demais. Acho que isso nos faz ter somente uma opção. — ele me seguiu para a seção de canetas, o que já era praticamente nossa rotina familiar. Eu entregava-lhe uma caneta, ele testava em um pedaço de papel, fazia caretas pensativas e então eu lhe dava outra opção.

— Então. — disse ele casualmente depois de um tempo, — Como eu me saí?

— Saiu?

— Sabe, com os cookies?

Engoli em seco. Esta era a parte do dia que eu estava temendo, o momento em que eu teria que lhe dizer que na mesma quantidade que seus biscoitos estavam deliciosos, sua paixão não era correspondida.

— É. Sobre isso... — eu comecei, — Os cookies da segunda tentativa não ficaram ruins. Na verdade, ficaram realmente bons. Você, obviamente, seguiu a receita, Mas... — O meu 'mas' foi cortado pela voz animada de Alice vinda do corredor.

— Bella! — ela gritou, — Estava contando os formulários. Não posso acreditar! Quarenta e um clientes dos cartões de fidelidade. Isso dá mais de 200 dólares. Estamos praticamente no meio do caminho e é apenas o primeiro dia.

— Alice, isso é incrível. — disse eu, em parte, porque era verdade e, em parte, para benefício de Edward, — É tudo graças a você, sabe. É tão charmosa e amigável. Chocolate e você, quem poderia resistir? — ela sorriu, — Hey, sabe de uma coisa, Edward? Alice é praticamente uma especialista em canetas. Ela provavelmente pode te ajudar melhor do que eu. Além disso, tenho que desempacotar a última caixa de mercadoria e guardar, antes da nossa aula de direção começar. Então... — eu parei, saindo dali.

Não demorou muito tempo para eu ouvir Alice mudar para o modo flerte completo, — Eu amo o seu cabelo. — A ouvi dizendo, — Gostaria de poder deixar o meu assim também. É natural? Sério? Certo, deixa eu te mostrar nossas melhores canetas. Se você prometer não contar para ninguém, posso até te dar o meu desconto de funcionário.

Exalei o ar com força indo para detrás do caixa, onde estava o Cupido, novamente balançando sua bunda. Um grupo de meninas de 11 ou 12 anos de idade estavam ao redor dele, assistindo-o e fofocando.

— Esse boneco é tãããão fofo. — disse uma delas.

— Vou dizer a Nick G. que você quer um desses no dia Dia dos namorados. — Brincou outra, que conseguiu arrancar um grito da primeira garota, que ainda fingiu se armar para dar um soco na amiga.

— Se fizer isso, vou te matar.

— Ele provavelmente vai te comprar algo. Sabe que ele está caidinho por você. Todo mundo sabe. Você é tão sortuda. Ninguém é caidinho por mim. — A segunda garota choramingou desanimada.

— Hey. — eu disse, entrando na conversa sem ser convidada, — Não se estresse sobre isso. Você provavelmente é a mais inteligente. Rapazes se intimidam com isso. Além de tudo, há piores coisas do que ninguém ser caidinho por você. — Como, por exemplo, a pessoa errada ser, pensei. Mas, em vez de ouvir este sábio conselho de alguém mais experiente no assunto, algumas delas apenas rolaram os olhos. Então todas se afastaram juntas, com seus típicos sorrisos da sexta série. Eu tentei não tomar isso pessoalmente. Quando eu tinha suas idades, não teria acreditado nisso também.

~~x~~

Quinze minutos mais tarde, enquanto Edward e eu atravessávamos o estacionamento de gelo em direção ao seu carro vermelho, eu mentalmente ensaiei o que ia dizer: 'Você é um cara ótimo, não me leve a mal... Mas não estou interessada em namoro... Devemos ser amigos, vizinhos, colegas de local de trabalho... É o melhor... Você vai encontrar outra pessoa, alguém que se importe tanto quanto você sobre a situação dos moradores de rua... Alguém que olha para o bem-estar dos animais indefesos, talvez... Alguém que ama o seu cabelo…'.

Claro, isso deixaria nossa aula de direção em um clima bem estranho, mas coisas desse tipo eram melhor serem feitas assim, como arrancar um Band-Aid. Ele realmente só me conhecia por uma semana, de qualquer maneira, e eu não tinha sido exatamente agradável com ele durante esse tempo. Sério, como ele poderia realmente gostar de mim?

Aparentemente, a resposta para essa pergunta estava prestes a ser revelada para mim, surpreendentemente.

— Espera, espera. — disse Edward, enquanto caminhávamos perto da coluna do estacionamento C-10, — Feche os olhos.

— Por quê?

— Porque eu tenho uma surpresa para você.

— É um unicórnio? — perguntei sarcasticamente.

— Não. — respondeu ele.

— Tudo bem. Então esqueça, não vou fechar meus olhos.

— É melhor do que um unicórnio. — ele tentou. Agora, isso, eu achei difícil de acreditar. Não que eu ainda fosse louca por unicórnios, como eu era quando tinha 6 ou 7 anos, mas, ainda assim, um unicórnio no meio do estacionamento do Shopping SouthSide, seria realmente uma coisa imbatível em se tratando de surpresas.

— Mesmo que seja melhor do que um cavalo encantado mágico com um corno dourado, o que é impossível, não é seguro andar por um estacionamento com os olhos fechados. — Retruquei.

— Não vou deixar nada te acontecer. Vou segurar a sua mão. — Ele prometeu e, considerando a situação, não fez muito para me fazer sentir melhor. A única razão para que eu finalmente tenha cedido, era porque estava muito frio. Eu não queria ficar lá fora discutindo o dia todo.

— Certo. Bem, — eu disse, mas coloquei as minhas mãos dentro dos boldos, obrigando-o a segurar meu braço e fechei meus olhos, — É bom que seja realmente bom.

Ele me guiou cuidadosamente sobre o gelo e pelos carros estacionados. Ouvi ele se atrapalhar com as chaves, — Ok. — ele disse, enquanto abria a porta, — Pode olhar agora.

Havia um vaso no banco da frente, recheado de uma dúzia de rosas vermelhas ou, para ser mais exata, recheada de uma dúzia de rosas vermelhas mortas. Cada longa haste havia caído em uma direção diferente, como se o peso de suas cabeças floreadas de repente se tornasse grande demais para suportar. Em uma escala de um a dez, com um significando nada e dez significando unicórnio, isto mal chegava ao dois.

— Oh, não. — disse Edward, mergulhando para dentro do carro quando ele viu as flores, — Elas não estavam assim esta manhã. — Ele tentou estimular as flores para ficarem todas juntas, mas simplesmente despencaram outra vez, — Eu juro. A senhora que me vendeu disse que provavelmente durariam três dias.

—Talvez eu não devesse tê-las deixado aqui no frio. — Disse ele coçando debaixo de seu gorro azul e branco.

Eu fiquei mudando meus pés na neve, — Flores precisam de água também. — adicionei inutilmente. Os caules pareciam estar pregados no fundo do vaso.

— É. Eu bem que já tinha ouvido isso. — ele suspirou, — Ok, não importa. Você deve estar congelando. — ele saiu do banco do motorista para me deixar entrar, — Há uma outra surpresa, de todo jeito. — disse enquanto corria em volta do carro e entrou. Eu fechei a minha porta, temendo o que estava por vir.

Edward virou a chave na ignição e apertou o botão de ligar do som. Uma música suave encheu o carro. Mesmo que eu só tenha escutado uma vez, – durante nossa aula de condução – eu reconheci a banda 'Surely Sara'. Esta era uma música mais lenta, porém. Uma canção romântica. Edward virou-se para mim.

— Bella, — ele começou. Eu poderia dizer que estava nervoso, — Desde a primeira vez em que te vi através da sua janela, te achei linda... Isso sem mencionar que é uma dançarina fantástica quando está em cima de uma cadeira. Quero dizer, o que foi aquele movimento de mergulho? — É claro que ele ia continuar me provocando sobre isso. Dei-lhe um olhar duro e ele continuou seu discurso, em um tom mais sério, — E, agora que estou começando a te conhecer melhor, estou realmente começando a gostar de você. Você é tão inteligente e tão engraçada. E, essa música meio que diz tudo que eu gostaria de te dizer agora, então...

Eu não podia deixá-lo continuar com isso. O cheiro de rosas mortas provocava um cheiro doce no ar. A voz do cantor era doentiamente sentimental. O olhar nos olhos de Edward era tão intenso que me fez contorcer. Estendi a mão e apertei o botão de desligar no aparelho de som. O carro ficou em silêncio.

— Pare, Edward. — eu falei, — Por favor. — ele olhou para mim em expectativa, — Olha, eu te disse isso no outro dia. Eu não namoro. Então... — peguei uma rosa e a deixei cair novamente, — Por mais que tudo isso seja muito, muito doce da sua parte, eu honestamente não estou interessada em ter um namorado. Se é isso que você estava prestes a perguntar. — Ele parecia inconsolável agora, — Não é nada com você. É apenas como eu te disse, estou realmente focada na escola agora. Além disso, já tentei essa coisa de namorar antes. Não acabou bem.

— Isso é porque você namorou um deles. — disse ele.

— Um deles, quem?

— Um dos 98%. Olha, quando eu estava falando com Alice hoje, ela me contou o que aconteceu entre você e seu ex, no ano passado. E que vocês se encontraram na American Apparel hoje. Então, provavelmente... — ele levantou uma rosa e a deixou cair também, — Este não foi o melhor dia para escolher fazer isso. — Ele apertou os olhos por um segundo, — Quando Alice me contou o que aconteceu, eu deveria ter vindo para o carro e jogado as flores antes que você as visse. Poderia ter comprado mais outro dia. Só gastei 12 dólares e 50 centavos.

— Honestamente, Edward. Isso não mudaria em nada. Eu apenas... Estou fora do mercado neste momento.

— Certo. — ele disse, olhando para o para-brisa, — Tudo bem. Entendo isso. Você não quer apressar as coisas.

Eu tinha a sensação de que isso ia ser uma longa, longa aula de direção. — Mas, hey, ainda somos amigos, certo? — Esperei sua resposta ansiosamente. Foi estranho, mas na semana e alguns dias que eu o conhecia, já tinha ficado acostumada em tê-lo por perto. Eu gostava de suas maneiras doces, mas às vezes irritantes, sua música, legal e suave, seu senso de humor peculiar. Eu estava até começando a achar encantadora sua obsessiva busca pela caneta perfeita. Não queria perdê-lo completamente ou deixar as coisas estranhas entre nós, — Além disso, só temos oito dias até o meu teste de motorista, e não sei ainda muito bem como fazer meus três pontos salvadores de vida. Então, o que estamos fazendo aqui, tendo conversas difíceis?

— Absolutamente. — disse ele, — Continuamos amigos. — eu dei um suspiro de alívio, — E você está certa. Devemos ir. Precisamos fazer você...

— Aprender a ganhar meus três pontos. — eu o ajudei.

— Exatamente. — ele ligou o aquecedor, — Quando acabarmos essa parte, podemos trabalhar na sua entrada na rodovia Hemingway. — Deixei minha cabeça cair para trás, contra o assento. Ele sabia que eu odiava dirigir na rodovia mais do que qualquer coisa, mais do que estacionar em paralelo. Claramente, ele estava me punindo por não querer ser sua namorada.

— E então, vamos dirigir ou ficaremos sentados aqui o dia inteiro cheirando rosas mortas? — Ele perguntou.

Eu chequei meu retrovisor, — Vamos dirigir. — Respondi, saindo cuidadosamente do estacionamento.

O Edward não é um fofo? Mesmo que tenha dado errado, achei atitude dele muito lindinha. E a Bella tinha que dar uma de super vaca e rejeitar o menino.

Respodendo os reviews:

MaluPattz: Agora o Edward apareceu. E acredite, vai rolar muita coisa ainda! Bjos.

Bah83: Parece que a Bella não vai contar pra Alice por agora. Ela continua empurrando a Alice pro Edward. Bjos.

Diana: Hey, eu não me importo em receber reviews de quem não tem conta aqui. Só basta comentar e colocar o nome para que eu possa agradecer corretamente. Com login ou sem, são leitores do mesmo jeito e importantes pra mim do mesmo jeito. Bjos

Provavelmente na terça-feira eu volto com capítulo novo. Bjos e tenham um ótimo fim de semana!