What about now?

(E quanto ao agora?)

What about today?

(E quanto ao hoje?)

What if you're making me all that I was meant to be?

(E se você estiver me transformando no que eu deveria ser?)

A sala agora era diferente daquelas em que todos foram interrogados. Era ampla e tinha uma bela vista para a bela Paris. Welling alinhou o terno enquanto estava em pé ao redor de uma mesa grande com alguns laptops em cima e Jensen ao seu lado, apenas encarando as ruas de Paris. O vaivém de carros na rua embaixo do prédio pareciam de brinquedo àquela altura em que estavam.

Ele parecia sério, concentrado, parecia pensar ainda no que tinha acabado de acontecer, tinha a impressão de que a ficha ainda não havia caído. Lauren Cohan lia alguns arquivos em cima da mesa ao lado de Jeffrey Dean Morgan e Erica Durance.

Num outro lado da sala, Sandra McCoy parecia estar dando uma bronca em Jared, mas ao mesmo tempo pegava ternamente em suas mãos. Justin ainda não tinha coragem de encarar Jared com o mesmo apreço de antigamente, quando eram parceiros. Um turbilhão se passava na mente do moreno alto do Texas e ele sentia falta da amizade e das piadas infames de Hartley. Mas ele tinha razão em estar decepcionado, e Jared não esperava mais muita coisa do agente loiro que ainda dava as costas a ele e não havia tirado os óculos escuros.

- Ei... - Chad aproximou-se de Tom um pouco apreensivo, posicionando-se ao seu lado. - Não sei como viemos parar nessa situação mas... Acho que você é o mais tranquilo de todos.

- Digamos que eu apenas sou um bom jogador de pôquer. - Tom deu um meio sorriso e Chad finalmente viu o semblante de homem forte se partir quando o olhar preocupado encarou seus olhos. - Você está bem?

- Estou. - Mentiu Chad. - Tudo sob controle. - O loiro percebeu que, apesar de Tom ter assentido com a cabeça, ele soube perfeitamente que Chad não tinha absolutamente nada sob controle.

- Estive pensando no que me disse... - Tom disse e, dessa vez girou o corpo a fim de encarar Murray de frente. - Sobre...

- Acha mesmo que é hora pra falar sobre isso? - Chad interrompeu o descendente de colombiano. Ele desviou o olhar, como se verificasse se alguém naquela sala ampla estivesse prestando atenção neles.

- Não. - Tom apressou-se em responder. - Não acho que é hora pra falar disso. - Ele fez uma pausa e esperou Chad o encarar novamente para continuar falando.

O loiro, por sua vez, não resistiu a querer saber o que Tom tinha a dizer sobre isso. Ele lutava internamente contra aquilo, afinal, ali estava sua chance de recomeçar. Mas Welling tinha despertado nele aquele afresco de querer estar presente nesse recomeço. Chad não conseguia resistir àquilo.

- O que é, Lobo? - Chad disse quase num sussurro diante do silêncio de Tom, que apenas encarava seus olhos.

- Você está certo. - Tom respondeu e em seguida deu um suspiro longo. - Eu tenho estado nessa vida tempo demais e... Bem eu admito que invejo o que Ackles tem com Padalecki... - O colombiano parecia mais sincero do que Chad jamais achou que ele seria. - Ao ver eles, qualquer um tem vontade de ter o mesmo.

- É, eu sei... - Concordou Murray, com um sorriso de canto olhando discretamente de Ackles para Padalecki, que estavam em cantos opostos da sala. - Mas precisamos fazer isso antes... - Chad disse gesticulando como se mostrasse a sala. - Temos uma chance aqui e, por mais que você e Jensen estejam pessimistas em relação a isso, eu tenho certeza de que vamos conseguir...

Tom sorriu mais aberto dessa vez, assumiu um semblante menos tenso e pegou discretamente em uma das mãos do hacker a sua frente. Chad apenas tentou conter o impulso de afastar-se, mas o calor da mão de Welling era reconfortante.

- Não estou mais tão pessimista agora... - Tom piscou divertido para Chad que limitou-se a sorrir um pouco sem graça.

Jensen, que mesmo de costas e encarando a janela, ouvira a conversa, achou que ambos pareciam dois adolescentes.

What if our love never went away?

(E se nosso amor nunca foi embora?)

What if it's lost behind words we could never find?

(E se ele se perdeu atrás das palavras que nunca encontraríamos)

Baby, before it's too late,

(Amos, antes que seja muito tarde)

What about now?

(E quanto ao agora?

Num outro cando da sala, Cassidy e Beaver falavam com Michael sobre algumas informações em relação a Mohamed Al-Fayed. Faziam uma varredura em um dos computadores sobre todos os passos do magnata turco, desde contas em paraísos fiscais até multas de trânsito. Seguiram o rastro do cartão de crédito dele e puderam observar onde ele esteve durante o tempo em que ficaram na sede da polícia francesa.

- Acho que conseguimos. - Katie dizia enquanto acoplava o celular de Jensen junto ao computador a fim de poder gravar a conversa com Mohamed. Precisavam colocar logo o plano em ação, já que a essa altura, Mohamed já deveria estar esperando uma ligação de Jensen para negociar a carga.

- Tudo pronto então? - Rosenbaum aproximou-se de Katie enquanto ela fazia alguns testes pra finalizar o programa.

- Sim. - A morena respondeu. - Jim, preciso que ative o rastreador da ligação, ficará mais fácil para localizarmos onde ele está.

- Já está configurado. - O mais velho respondeu. - Mas preciso que Murray finalize isso.

- Ei, Murray. - Mike chamou pelo jovem hacker que pareceu acordar para a realidade enquanto falava com Welling. - Precisamos de você.

- Certo. - O loiro soltou imediatamente a mão de Welling ainda um pouco perdido e totalmente contra a vontade.

Ele rapidamente encaminhou-se para a parte da sala em que Katie e Beaver estavam com Mike e sentou-se na cadeira em frente ao computador assim que Jim levantou-se dando lugar a ele.

The sun is breaking in your eyes

(O sol está nascendo em seus olhos)

To start a new day

(Começando um novo dia)

This broken heart can still survive

(Esse coração partido pode sobreviver)

With a touch of your grace

(Com um toque da sua graça)

Jared, que estava perto da porta, finalizou sua conversa com Sandra, com certa dificuldade já que parecia que a morena não queria que ela saísse mais das vistas dela, e andou até onde Jensen estava, encarando petrificado o vidro da janela enorme com as mãos enterradas nos bolsos da calça social.

- Achei que não quisesse mais falar comigo. - Jensen disse ao ver que Jared se aproximou. Ele não encarou o moreno e Jared pode jurar que, pela primeira vez, viu Jensen envergonhado.

Jared não respondeu, apenas mandou para o espaço qualquer julgamento alheio e fez questão de esquecer onde estava por um momento. Tocou o ombro de Jensen fazendo-o ficar de frente pra ele e mergulhou num abraço. Ele estava ocupado demais pra perceber os olhares reprovadores dos agentes ao redor deles, apenas sentiu o calor do corpo de Jensen e os músculos dele relaxando conforme se rendia àquilo.

Jensen apenas afundou a cabeça no ombro de Padalecki o abraçando como jamais abraçou alguém antes. Sentia os dedos de Jared correr por seus cabelos e a outra mão do moreno acariciar de leve suas costas. Ele não precisava de mais nada quando sentia o cheiro daquele homem que tanto amava. Amava mais do que a si mesmo.

A falta – ou desnecessidade – de palavras não incomodavam nenhum dos dois.

- Jen. - O momento que, apesar de ter durado apenas alguns segundos, pareceu horas, fora interrompido pela voz de Katie Cassidy. - Agora é com você.

Jensen lentamente soltou-se de Jared e fitou seu olhar compreensivo por alguns breves segundos antes de virar-se na direção da moça que lhe chamava. Ele respirou fundo e agora parecia revigorado. Aquele abraço de Jared foi a injeção de ânimo que ele precisava.

O filho de Roger Ackles alinhou o terno sob os ombros e assumiu a clássica expressão sisuda quando encarou os agentes ao lado de Katie. Fosse como fosse, ele pelo menos queria acreditar que era ele quem estava no comando. Ele se encaminhou para onde eles estavam e observou Chad mover habilidosamente os dedos sob o teclado do laptop.

- Jen, já sabe o procedimento, não é? - Murray apressou-se em dizer assim que percebeu a presença de Ackles ao seu lado. - Preciso de mais de 15 segundos para conseguir rastreá-lo, então... enrole.

Jensen apenas assentiu com a cabeça e, assim que ele pegou o celular das mãos de Katie, todos passaram a ficar em silêncio e prestar atenção à conversa que Jensen estava prestes a ter com Mohamed.

- Espera aí. - Sophia interrompeu antes que Jensen começasse a ligar. - Precisamos que siga os diálogos que preparamos, Ackles.

- Está de brincadeira, não é? - Jensen disse sem nem preocupar-se com o tom arrogante. - Não preciso que você me diga o que fazer, delegada, eu sei muito bem como conduzir isso.

- Preciso mesmo lhe relembrar quem está no controle aqui, Ackles? - Sophia sorriu irônica.

- Eu acho que precisa sim, delegada. - Tom respondeu por Jensen. - Afinal, se for a senhora, por que não faz você mesmo? - Welling tirou o aparelho celular das mãos de Jensen e oferecia a Sophia Bush que sentia os sangue ferver de raiva pela petulância de Lobo. Ela, obviamente, não pegou o telefone das mãos de Tom.

- Façam a mágica de vocês. - Justin respondeu por Sophia após discretamente pedir a ela que relaxasse.

Welling conteve com certo esforço o ar superior. Se ao menos deixassem ele pensar que estava no comando, todo o plano renderia de maneira leve e eficaz. Ele entregou de volta o telefone para Ackles que imediatamente discou o conhecido número de Mohamed Al-Fayed.

Não demorou muito para que o turco atendesse, enquanto na sala, pairava o silêncio fúnebre.

- Demorou mais do que eu imaginava, Jensen. - Mohamed atendeu prepotente, satisfeito.

- Esperava que se tratasse de brincadeira, Mohamed. - Jensen respondeu fingindo um tom descontraído. - Afinal, estava me negando a acreditar que você faria realmente isso...

- Você me entende não é? Negócios, Jensen. Acho que lhe subestimei achando que era tão bom quanto seu pai nisso. - Mohamed suspirou ao fim da frase.

- Eu entendi seu ponto de vista, Mohamed. - Jensen tentava controlar a vontade de mandar aquele velho turco para o espaço. - Mas tudo bem, se você quiser seu preço, faremos seu preço.

- Engraçado você dizer isso. - O turco respondeu e Jensen ouviu um breve riso. - Quando Collins sugeriu, achei que seria perda de tempo. Não acredito que essa moça valha tanto pra você... - Al-Fayed concluiu e Mike, ao ouvir aquilo no viva-voz, remexeu-se nervosamente.

- Apenas me dê seu preço. - Jensen, que não quis prolongar aquele assunto pra evitar que Mohamed realmente percebesse o quanto Amanda era 'valiosa', perguntou assim que recebeu o sinal de ok de Chad quanto ao fato de já ter se passado quinze segundos.

- Vamos tornar isso ainda mais simples. - O turco disse e Jensen revirou os olhos impaciente. Conhecia aquele tom prepotente e sabia que ouviria o que não queria. - Você me dá a carga e eu te devolvo a moça.

- Estou falando do meu dinheiro, Mohamed. - Jensen dizia entre dentes enquanto encarava um Tom com o mesmo semblante revoltado. - O nosso dinheiro, meu e de Lobo.

- Acho que você ainda não entendeu que isso não se trata mais de dinheiro, Ackles. - Mohamed respondeu. - É a minha proposta final. E você tem até amanhã pra decidir.

O barulho seguinte que Jensen ouviu foi Mohamed desligando. Ele fechou o celular e o entregou a Chad enquanto todos olhavam no computado em que o hacker esperava a localização exata de onde a ligação partira. Em seguida, um ponto branco reluzia na tela mostrando uma rua de Paris que seguia para o hotel onde eles já sabiam que Mohamed estava.

- Certo, não ajudou muito. - Tom disse passando as mãos pelos cabelos. - Precisamos saber onde a Amanda está...

Katie Cassidy levantou-se de onde estava e andou pensativa de um lado para outro diante dos agentes de todos os serviços secretos de seus respectivos países, que pareciam simplesmente assistir com as legítimas expressões de 'nos mostrem o que sabem fazer'.

- Precisamos de um plano. - A morena muito bem vestida disse quando parou subitamente de andar. - Não acho que será assim tão simples como pensávamos no início...

- Nunca pensamos que seria fácil. - Jim Beaver rebateu. - Não estamos lidando com amadores. Jensen... - Ele disse virando-se na direção do loiro que o encarou de volta. - Precisamos enrolar mais uns dias... Amanhã é pouco tempo.

- E como faremos isso? - Chad perguntou fechando o laptop.

- Não podemos deixar Mohamed pensar que Amanda é tão importante assim pra nós... - Welling recomeçou, acompanhando o raciocínio de Jim. - Ele pode se aproveitar disso e ganhar confiança... Ele pode achar que nos tem nas mãos...

- Exatamente. - Disse Beaver. - Jensen você precisa entrar novamente em contato com ele e pedir algum tipo de prova de que Amanda está viva. Você conhece todo esse procedimento... Nós já... - Ele ia concluir a frase de que eles já tinham trabalhado com sequestro antes, mas falar isso em frente a agentes federais de três países era bastante complicado.

- Sim. - Jensen respondeu discretamente. - O que precisamos é de tempo, já entendi. E como vamos fazer isso?

- Eu acho que sei como. - Jared respondeu como se tivesse pensado muito antes de falar.

x.J&J.x

O plano estava todo traçado e o dia havia sido o legítimo dia histórico na vida de Jensen Ackles. Ele chegou no apartamento, o apartamento que, por um momento, achou que nunca mais veria, seguido por Jared.

Ele parou na sala e Jared fez o mesmo, apenas olharam um nos olhos do outro.

Now that we're here,

(Agora que estamos aqui)

Now that we've come this far,

(Agora que chegamos tão longe)

Just hold on

(Apenas espere)

- Eu sinto muito por tudo isso, Jay... - Jensen começou, passando as duas mãos pelo rosto de Jared, segurando-o em seguida fazendo suas testas se tocarem.

- Pare com isso. - Jared sorriu de canto, mais calmo. - É a nossa chance, lembra? - Ele sussurrava enquanto abraçava-se ao namorado, puxando seu corpo mais pra perto.

- Tem certeza que é, Jared? - O loiro suspirou um pouco inseguro. - Não acredito nessa gente, Jay... Pode ser que nos mandem fazer o trabalho sujo e ainda assim nos joguem na prisão...

- Pois eu realmente duvido que Jeffrey descumpra sua palavra. - Ele disse seguro, dando um selinho demorado no loiro. - Ele não ia falar algo e depois não fazer...

- Você claramente admira esse cara... - Jensen disse enquanto passou a olhar Jared nos olhos e ver uma certa tristeza. - Ele vai te perdoar, Jay...

- Acho que não. - Jared sorriu de um jeito triste. - Mas você está certo em dizer que o admiro... Ele foi a figura paterna que eu precisava quando meu pai não estava mais lá... É um grande homem, Jen... E é exatamente por isso que não vai me perdoar...

- Mesmo assim você nunca vai estar sozinho, certo? - O mais velho sentiu o brilho dos olhos do outro assim que disse isso.

Jared não sabia dizer porque tinha tanta sorte quando sentia que nem merecia. Assim como não merecia sentir todo aquele turbilhão de emoções, sentimentos e seu corpo esquentar só de ter seus lábios pressionados contra os de Jensen, naqueles beijos mais entregues, que só eles conseguiam ter.

There is nothing to fear,

(Não há nada a temer)

For I am right beside you.

(Porque estou bem ao seu lado)

For all my life,

(Por toda a minha vida)

I am yours.

(Sou seu)

As mãos de Jensen habilidosamente tocaram seu corpo e, por mais que ambos estivessem com uma vontade exorbitante de ir pra cama e passar as próximas 72 horas por lá, não podiam. Jared aida estava se recuperando e tinha curativos pelo corpo assim como uma cinta de gesso ao redor do abdôme.

- Ei... Temos que te levar pro hospital, não é? - Jensen disse assim que se afastou um pouco do namorado. - Você precisa fazer um check-up e tirar isso... - O loiro concluiu apontando para o gesso.

- Tudo bem, Jen, eu também quero transar... - Jared riu ao perceber que Jensen ficou vermelho ao ouvir aquilo.

- Eu me preocupo com você, ok? Não é pelo... - Jensen tentava se justificar e Jared apenas ria ainda mais. - Certo, é também por isso...

- Vamos então... - Jared segurava em uma das mãos do loiro o arrastando pra porta.

Assim que passavam pela porta rumo ao hospital, deram de cara com Mike e Erica Durance vigiando a porta. Jensen, é claro, fez cara feia imediatamente.

- O que significa isso?

- Jen... - Jared o interrompeu percebendo que ele não gostou daquilo. Mas era procedimento e ele sabia disso.

- Ué, deveríamos confiar em você, Ackles? - Mike disse, irônico. - Imagine que absurdo pensarmos que você vai fugir, não é?

- Escuta aqui, cara... - Jensen estava pronto para partir pra cima de Mike quando Jared o segurou pelo braço.

- Jensen, pare com isso. - O moreno foi firme assim que percebeu Erica com uma das mãos no coldre de sua arma. - É procedimento.

Jensen respirou fundo e ficou observando apenas o agente inglês mostrar claramente um ar superior. O loiro, no entanto, apenas deu um passo para trás, perto de Jared e, depois de pensar por alguns segundos, assumiu um ar mais debochado.

- Tudo bem. - O loiro começou. - Estamos apenas indo ao hospital... - Ele fez uma pausa e agora encarava os olhos azuis de Rosenbaum como se pudesse fuzilá-lo. - Alguém sequestrou meu namorado e bateu tanto nele que quebrou uma de suas costelas...

- Jen... - Jared o advertiu novamente ao ver Mike ficar pasmo com o atrevimento de um Jensen que não recuou.

- Mas... Eu acho que agora você entende pelo o que eu passei, não é Rosenbaum? - A voz do loiro era um sussurro grave. - Justiça poética.

Mike engoliu a seco e não conseguiu pensar numa boa resposta. Apenas observou Jared segurando Ackles pelo braço e agora o puxava pelo corredor em direção à saída.

- Vamos logo. - Jared disse para Mike e Erica que, certamente os acompanhariam.

Eles começaram a andar e Erica pode ver que aquilo certamente estava deixando Mike perder o foco de tudo. Ela era casada, e sabia muito bem que já teria enlouquecido se algo desse tipo estivesse acontecendo com seu marido ou alguém de sua família.

- Ela vai ficar bem, vamos resolver isso... - Erica tentou animar o parceiro.

- Assim espero. - Ele respondeu pouco confiante. - Acha que esse plano do Padalecki vai funcionar?

- Eu acho bom que funcione. - Ela respondeu e os quatro entraram no elevador escoltando Jared e Jensen.