Como será a reação de todos com o casamento surpresa? E lá vai a Esme se meter de novo.
Capítulo 9
— Eu estava tentando descobrir o que estava preocupando Edward nessas semanas — Jasper falou com um sorriso.
Já era o dia seguinte e estavam todos no quarto de Alice. Edward acabara de contar aos dois a novidade. Alice sorria para Isabella.
— Eu bem que notava um certo brilho em seu olhar, cada vez que o assunto era Edward, devia ter desconfiado de algo.
Isabella olhou para Edward, esperava que ele não tomasse as palavras de Alice a sério.
Temia demonstrar seus sentimentos e tinha medo que ele enjoasse dela. Perguntava-se, novamente, se fora sensata concordando com um casamento que talvez não pudesse durar.
Mas foi nesse momento que Edward colocou a mão em sua cintura e tudo ficou esquecido.
— É bom ver que ainda sobraram alguns românticos — falou Edward quando os dois deixaram o hospital. Seu tom indicava que achava os comentários românticos de Alice e Jasper ridículos. Havia um certo alívio em sua voz.
Isabella sabia que o interesse de Edward era apenas físico, ficou contente por ele não ter levado os comentários de Alice a sério. Mas o alívio que sentiu em sua voz, trouxe de volta uma ansiedade que a agitava desde a noite anterior. Havia começado depois de Edward ligar para a mãe dele, convidando-a para o casamento.
— Minha mãe e meu padrasto virão para o casamento — disse a ela. — Iremos buscá-los no aeroporto, seguindo direto para o juiz de paz. A não ser que você faça questão de um padre.
— Só o juiz está bom para mim — respondeu Isabella. Sentindo que ele estava lhe ocultando algo. Resolveu atacar de frente.
— Como sua mãe reagiu à notícia?
— Ficou um pouco surpresa, mas mandou os parabéns. — E, antes que ela pudesse fazer mais perguntas, disse que estava cansado e que era melhor se fossem dormir.
Isabella gostaria de tê-lo seguido e pedido mais detalhes sobre a reação da mãe. Em vez disso ficou fantasiando sobre como seria sua vida com Edward, se ele um dia chegaria a gostar dela de verdade.
Deveria perguntar sobre sua mãe, se estava arrependido da proposta.
— Tive a impressão que você não foi totalmente honesto ao descrever a reação de sua mãe — falou ao deixarem o hospital. Edward deu de ombros.
— Minha mãe não é responsável por minhas decisões. Isabella sempre invejara pessoas com parentes próximos. Sempre quisera participar de uma e não iria de maneira alguma causar problemas ou separar Edward dos seus familiares.
— Não gostaria de causar nenhum problema entre você e sua mãe.
— Você não vai — assegurou-lhe Edward. Subitamente ele parou e a encarou.
— Isabella me diga a verdade, você está mesmo preocupada com minha mãe, ou é você que está tendo dúvidas?
— Achei que você é que estava com dúvidas — respondeu Isabella.
Ele passou o dedo pelo queixo de Isabella.
— Não, não estou. Mas se você mudou de idéia, quero saber agora.
— Eu não mudei de idéia.
Edward sorriu e o calor de seus olhos mexeu com ela.
— Bom! — falou, passando a braço dela por entre o seu e levando-a em direção ao carro.
Ao se afastarem do hospital, Isabella respirou fundo.
Esse não era um casamento convencional, mas mesmo assim teria uma noite de núpcias. Queria ter algo especial para vestir, não as camisolas que possuía.
Seu estômago parecia contrair-se. Sua experiência com homens era muito limitada. Precisava de algo bonito para lhe dar confiança.
— Preciso fazer umas compras particulares — falou Isabella.
— Claro, tenho alguns assuntos para resolver também e quero comprar as alianças.
Na joalheria, Edward fez questão de lhe comprar também um anel de noivado. Isabella tentara recusar, mas ele fora firme.
— Quero fazer isso direito — disse, determinado. Isabella o convenceu a escolher uma pedra mais modesta.
— Não quero que as pessoas pensem que estou casando por interesse.
— Não, eu não gostaria disso — respondeu Edward sorrindo, mas o sorriso não atingia os olhos.
Isabella preferiu fechar a boca. Teria sido melhor se acreditasse que ela fazia aquilo por razões mercenárias. Esperava que ele deixasse passar o comentário.
— Eu estava pensando, por que você está casando comigo, se não é pela segurança do meu dinheiro?
Uma onda de pânico tomou Isabella. Sempre se protegera do mundo, escondendo seus sentimentos e agora isso era vital. Essa atração que tinha por ele a deixava vulnerável.
— Eu não disse que não era por segurança. Simplesmente não quero que as pessoas digam que foi por dinheiro — falou, tentando manter um tom leve.
Edward fez um gesto com a cabeça, como dizendo que isso não era importante para ele.
— Imaginei que era esse o motivo. Eles se separaram logo adiante.
Um pouco mais tarde Isabella se olhava no espelho de uma loja de lingerie. Estava difícil decidir que camisola iria comprar. Não sabia por que estava tão ansiosa, não importava muito o que iria vestir. Esse não seria um casamento tradicional, era mais um contrato de negócios. Pensar nisso em vez de relaxá-la a deixava mais tensa. E se eles não se entendessem como amantes?
Provavelmente a atração que sentia desapareceria e poderia abandonar o rancho sem olhar para trás. Antes de ele aparecer em sua vida, se sentia tão independente. Agora podia sentir o quanto ele lhe fazia falta.
Durante o vôo de volta, não conseguia manter a parede de indiferença que pretendia levantar. Ao olhar para o perfil de Edward, sentia uma vontade irresistível de acariciar seu queixo.
Um raio de sol bateu em seu anel iluminando-o, como se lembrasse a ela do compromisso assumido.
Ao se aproximarem da fazenda, Edward apontou em direção à casa.
Um carro azul estava estacionado na porta.
— Parece que temos companhia.
— Será o veterinário? — perguntou Isabella, sabendo que Edward o chamara para ver miss Rita.
— Não é o carro dele — respondeu Edward, sério. Isabella tinha a impressão de que ele sabia a quem pertencia o carro. Ela ia perguntar quando duas pessoas acenaram da porta. Uma delas era a mãe de Edward, ao seu lado, um senhor alto de cabelos embranquecidos, vestido com esmero. O pai adotivo de Edward.
— Espero que você não se incomode por termos vindo mais cedo — falou Esme Mansen, encontrando-os no portão.
— Como havíamos planejado ir embora logo após a cerimônia amanhã, achamos que seria simpático passarmos essa noite juntos. Assim Isabella e Carlisle podiam se conhecer melhor.
Apesar do esforço que fazia para parecer natural, Isabella notou que ela estava nervosa. Tinha quase certeza que aquela visita tinha um propósito. Provavelmente fazer Edward desistir do casamento. Isabella sentiu um aperto no estômago.
— Vou preparar algo para o jantar — falou Isabella, aproveitando a oportunidade para escapar.
— Eu vou ajudá-la — falou Esme, dando ao seu marido um sorriso encorajador.
— Isso dará aos homens a oportunidade de conversarem um pouco.
Parecia que Carlisle tentaria dissuadir Edward, pensou Isabella com cinismo. Foi até o quarto pôr outra roupa e, no caminho de volta, passou pela porta fechada do estúdio de Edward. A possibilidade do casamento ser cancelado a deixava confusa. Nunca quisera algo com tanto fervor em sua vida.
— Pensei que poderíamos fazer algo simples como omeletes. — falou Esme, assim que Isabella entrou na cozinha, pulando da cadeira.
Obviamente, o que se passava entre os homens no estúdio estava deixando a mãe de Edward muito nervosa.
Isabella sentiu pena dela, mas não sabia o que falar para aliviar a tensão de Esme. Ela achou melhor se manter fria.
— Acho que a idéia das omeletes é boa. Vou fazer umas torradas e pensar em algum recheio.
Esme já estava na geladeira antes de Isabella terminar de falar.
— Por que você não me conta um pouco sobre os irmãos de Edward? — sugeriu Isabella, começando a picar a cebola.
Esperava que, falando, Esme se distraísse um pouco.
Ela parecia aliviada em pensar em outra coisa que não fosse os homens no estúdio.
Com a mesma voz tensa que os recebera no portão, começou a dar detalhes sobre a vida de seus filhos.
A família parecia ser maior do que Isabella imaginara e o amor na voz de Esme demonstrava que eram unidos.
— Todos os sobrinhos e sobrinhas adoram Edward — falava Esme carinhosamente, com se visse a cena do cowboy alto e moreno cercado de crianças.
Isabella sorria tendo a mesma imagem na cabeça.
Subitamente a porta da cozinha se abriu e Edward entrou.
— Vou ver miss Rita — falou bruscamente, sem olhar para nenhuma das duas. Pegou o casaco e saiu.
Carlisle entrou, assim que Edward saiu. Aproximando-se de Esme, sacudiu a cabeça, como para dizer que sua missão falhara.
— Acho que seria melhor irmos até a cidade para passar a noite — falou, virando- se para Isabella. — Acho que não deveríamos ter nos intrometido. Diga a Edward que o encontraremos amanhã, em frente ao juiz.
Esme olhava perturbada para o marido.
— Será que ele entendeu que não queríamos causar problemas? — falou, quase num sussurro.
— Acho que é melhor a gente partir — repetiu Carlisle, passando o braço pelos ombros da esposa.
— Poderemos conversar no caminho de Billings.
— Foi um prazer conhecê-la. Nos veremos amanhã no casamento — falou num tom polido.
Isabella se sentia como um condenado que está indo para a cadeira elétrica.
— Espere! — Sabia que não ia gostar do que ia ouvir, mas nunca fugira de situações desagradáveis antes. Tinha de saber qual era o problema, antes de se casar com Edward.
— Não sou estúpida, pude ver que Edward estava muito zangado e vocês dois estão praticamente escapando. Tenho certeza que eu sou a cauda de tudo. Jamais teria concordado com esse casamento se soubesse que isso afetaria a relação de Edward com sua família. Gostaria que me contassem exatamente o que é que está acontecendo aqui. — Seu corpo se retesou, como que esperando pelo golpe. — Vocês estão contra nosso casamento pelo fato de eu ter antecedentes na polícia?
— Não, não é isso. — Esme sacudiu a cabeça para dar ênfase ao que falava.
— Compreendemos a situação de sua prisão. Você era jovem e tinha medo.
— Você deveria ter sido mandada a um internato, não para a prisão — completou Carlisle.
Pareciam tão sinceros que Isabella acreditou neles. Mas tinha certeza que vieram para impedir o casamento.
— Mas vocês não querem que eu me case com ele — insistiu, sem medo da verdade.
— Não temos nada contra você casar com ele — falou Esme. Carlisle assumiu o tom de advogado de sucesso que ele era.
— Só que, nestes tempos de casamentos instáveis, e Edward sendo um homem muito rico, achamos prudente que vocês dois assinassem um contrato pré-nupcial.
Esme olhava ansiosa para seu marido.
— Não acho necessário incomodar Isabella com isso, uma vez que Edward rejeitou a proposta.
Isabella via o medo, por trás das palavras zangadas de Esme. Acho que temem que eu vá usar isso para pôr Edward contra eles, percebeu Isabella.
— Ela iria descobrir tudo de qualquer maneira — falou Carlisle para sua esposa.
Esme olhava preocupada para Isabella.
— Não estamos pensando que você está se casando com Edward pelo dinheiro, ele é esperto demais para permitir isso.
"É o que você quer acreditar", pensou Isabella, sentindo a inflexão de dúvida na voz de Esme. Sua desconfiança a magoara, mas não deixaria transparecer nada.
— Ouvi dizer que esses contratos são muito freqüentes hoje em dia, suponho que vocês tenham aconselhado todos os seus filhos a fazer um, antes do casamentos — disse Isabella num tom casual. Talvez estivesse levando tudo isso para o lado muito pessoal.
Porém, o olhar questionador que Esme deu a Carlisle a resposta para Isabella. Nenhum de seus filhos fizera o contrato, a mãe de Edward tinha vontade de mentir sobre isso.
— Nenhum de nossos outros filhos tem a fortuna enorme de Edward — respondeu Carlisle.
A expressão calma de Carlisle estava por um fio, seus olhos mostravam-se inquietos. Ambos pareciam muito preocupados com sua influência sobre Edward. Do que ocorreria em suas relações com ele.
Era doloroso que eles questionassem seus motivos, mas por que deveriam confiar nela? Eles não a conheciam e não haviam mentido para ela. Não podia condená-los por tentarem proteger Edward. Deu uma sacudida nos ombros, com se não se importasse.
— Se eu estivesse no lugar de vocês, também teria sugerido um contrato. Me parece sensato. — Isabella forçou um sorriso polido e estendeu a mão para Carlisle.
— Tenho certeza que vai ser justo, mas eu gostaria de ler o contrato antes de assinar.
Por instantes os dois pareciam chocados, mas depois sorriram aliviados.
— Parece bom, mas Edward recusou-se a considerá-lo. Deixei-o sobre a escrivaninha — falou Carlisle.
— Eu vou lê-lo — falou, saindo e deixando-os a sós.
Isabella caminhava para o estúdio com um nó na garganta.
Doía muito ter seus motivos questionados pelos pais de Edward. Talvez tivessem desconfiado que não era um casamento por amor. Um contrato pré-nupcial combinava com seu arranjo com Edward. Carlisle não havia mentido, se o casamento não vingasse sua parte seria muito boa. Mas não tinha intenção de levar nada de Edward.
Levando o contrato consigo, foi para a cozinha. Carlisle estava sentado, olhando preocupado para a esposa que andava de um lado para outro, nervosa.
— Eu sabia que não deveríamos ter vindo — falava Esme, aflita. — Edward é como o pai, quando tomava uma decisão. Era teimoso e cabeça-dura e não admitia ninguém interferindo em suas decisões.
— Eu li o contrato — falou Isabella da porta. Esme se assustou com a voz dela, enquanto Carlisle levantava com dignidade.
— E o que você achou?
— Achei muito justo. Mas quero que conste que o que é de Edward permanece com ele e o que é meu, fica comigo.
Esme a olhava alarmada.
— Não quero que isso vá tão longe.
— É como eu quero. Você faria esse adendo para mim, depois do jantar? — insistiu Isabella. — Outra coisa, está muito tarde e eu gostaria que vocês ficassem.
— Ele faria o que para você? — perguntou Edward, da porta. Havia uma ameaça em seu olhar, ao encarar o padrasto.
— Eu pedi que ele fizesse uns acertos no arranjo pré-nupcial — declarou Isabella, rapidamente, antes que Edward falasse algo de que se arrependeria mais tarde.
O olhar de Edward caiu sobre ela com cinismo.
— Então você achou interessante a idéia de um contrato?
Isabella enrijeceu. Parecia que acreditava que ela queria garantir sua parte em dinheiro. Podia ver isso em seus olhos.
— Isabella quer um adendo, dizendo que o que é seu permanece seu e o que é dela permanece dela — falou Carlisle.
— Acho que o contrato inicial é muito mais razoável.
A expressão de Edward endureceu, atravessando a cozinha pegou Isabella pelo braço.
— Você e eu temos de conversar — falou, arrastando-a pelo corredor.
— Não entendo sobre o que você quer falar — protestou Isabella, tentando se libertar. Não queria ter de explicar seus motivos. Tinha medo que ele descobrisse a verdade. — Nosso casamento devia ser algo funcional, um arranjo pré-nupcial, me pareceu prático.
Edward não respondeu, seu silêncio a perturbava.
Ao entrarem no estúdio, Edward trancou a porta, para garantir privacidade.
— Quero saber, por que diabos você está se casando comigo, Isabella? Achei que era pela segurança do meu dinheiro, essa manhã você praticamente disse isso. Agora você quer um contrato que a deixa sem nada. Eu me sentiria muito mais seguro, se soubesse quais são seus motivo reais.
Mentir não estava funcionando mais, estava na berlinda, teria de falar um pouco da verdade.
— A verdade é que eu gosto daqui, me sinto confortável. Você e eu nos damos bem, eu sempre quis uma família e um lugar a que pudesse pertencer. O casamento com você me parecia a melhor maneira de conseguir isso.
Edward sorria com ternura.
— Tenho de admitir que gosto muito mais desta explicação. Pensar que você só ia se casar por dinheiro, não estava fazendo bem ao meu ego. — Repentinamente ficou sério. — Mas apesar de seus motivos serem sinceros, as coisas podem não funcionar para nós e quero que você esteja com seu futuro assegurado, essa foi minha proposta inicial.
Propostas, contratos, barganhas isso era tudo que esse casamento representava para ele. Mas ela tinha seu orgulho, não pretendia lucrar com aquele casamento.
— Eu tenho dinheiro guardado que juntei todos esses anos. Se o casamento não funcionar, posso tomar conta de mim mesma.
Edward balançava a cabeça, com sua obstinação.
— É tão difícil para você aceitar ajuda de alguém? — Isabella lembrou a cena que ocorrera a pouco na cozinha.
Ajuda, não fora bem o que vira nos olhos de Edward, mas sim suspeita e desconfiança.
— O que é difícil para mim é ter de provar as pessoas a todo instante, minha honestidade. Que não sou ruim que não quero magoar ninguém. Esse contrato os deixará tranqüilos, eu quero que ele seja redigido, a minha maneira! — falou resolvida. Os dois ficaram se olhando em silêncio.
— Você pode ter o contrato, mas vai ser o original que Carlisle redigiu.
Uma recusa estava se formando nos lábios de Isabella, mas ela recuou. A expressão de Edward não admitia discussões, depois, ninguém a poderia obrigar a aceitar o dinheiro.
— Está bem — falou Isabella. Voltaram à cozinha, encontrando os outros dois bastante agitados.
Vendo Isabella e Edward entrar, Esme correu para eles.
— Não era nossa intenção provocar uma briga entre vocês — pegando a mão de Isabella, apertou-a com delicadeza.
— Realmente não tenho objeções ao seu casamento com Edward. Por favor, não fiquem bravos conosco.
— Nenhum de nós está bravo com vocês — assegurou-lhe Isabella. — Edward me convenceu a assinar o contrato original.
— Não vim aqui para obrigar ninguém a assinar o contrato. — falou Carlisle, como que arrependido de ter começado toda aquela polêmica.
— Você não está forçando ninguém. Deixe-me assinar logo isso e poderemos ir jantar — retrucou ela.
A pressão de Esme no braço de Isabella aumentou.
— Você tem certeza que é isso que quer? Nós não deveríamos ter interferido.
— Estou certa — falou Isabella, indo para a mesa onde estava o contrato.
— A assinatura terá de esperar para amanhã, temos de ter testemunhas — falou Carlisle. Isabella fingiu indiferença.
— Tudo bem então, vou terminar de preparar o jantar.
Esme ajudava a preparar as omeletes, Edward punha a mesa enquanto Carlisle servia os drinques.
A tensão na cozinha estava insuportável. Isabella achou melhor aliviar o ambiente, fazendo perguntas sobre os netos de Esme. A tensão melhorou mas não desapareceu.
Ao término do jantar, Isabella estava exausta de tensão.
Dizendo-se cansada, pediu licença e foi para o quarto.
Entrando embaixo das cobertas, permaneceu acordada, olhando para o escuro. Estava cansada, mas o sono não vinha. Tinha muitas dúvidas e aquilo a incomodava.
Apesar de tudo queria ser a esposa de Edward. Teriam todas as chances de dar certo. Não tinham ilusões um sobre o outro, tentaria ser uma boa esposa para ele e o casamento daria certo, pensou decidida.
Alguém aí concorda com a atitude da Esme?
Respondendo os reviews:
Nina Martins . 19: Essa proposta chocou todo mundo. Bella se faz de difícil mas é tão mole quanto gelatina. Acertou em cheio quanto a Esme, ela tinha que se intrometer de novo. Bella ficou bem resentida. Bjos
MandaTaishoCullen: Parece que todo mundo ficou chocada. Bella não é tão doida de não aceitar. Casamento vai ser simples, mas como direito a noite de núpcias. Bjos
Bah83: Também fiquei surpresa com a facilidade que ela aceitou a proposta. Coceirinha? Fogo vai ter, mas a cena não vai ser tão bem descrita quanto foi nas histórias anteriores. Bjos
Christye-Lupin: kkkkkkk a Bella surpreendeu todo mundo. O que passa na mente do Ed? Isso só vai aparecer lá no final. Demoro nada, você que é ansiosa demais. Bjos
SusaaCullen: Todas nós amamos eles. Bjos
Adriana Paiva: Edward está se sentindo bem com ela ali, e não queria que ela fosse embora. Ele é bem determinado quando quer, principalmente quando o assunto é a Bella. Bjos
Bom gente, essa história aqui também já está quase acabando. A história toda tem 12 capítulos. Bjos e vejo vocês no domingo.
