Capítulo 10


James fez uma pausa em seus trabalhos. Qualquer outro homem haveria sentido ferido por sua pergunta o

Mas sabia não cair nos intentos de engano dela. As mulheres amavam suas carícias, gemiam com sua força e suspiravam com seu contato gentil. Lily não podia não desfrutar do que lhe estava fazendo.

Mas ela não era como qualquer outra mulher que ele tivesse conhecido. Lily era uma guerreira. Uma combatente. Era duvidoso que algum homem pudesse presumir de lhe haver posto um dedo em cima, de maneira tenra ou de qualquer outra maneira...

— Não. — lhe assegurou, determinado a que sua paciência lhe durasse todo o dia. — Só comecei.

É obvio, manter a paciência implicava que teria que manter sob controle seu próprio desejo.

Não era uma tarefa fácil, devido a crescente dor entre suas pernas. James estava muito assombrado com a profundidade de seu desejo. Desde sua estréia sexual ele não havia sentido tão perigosamente perto de perder o controle. A mera imagem de sua esposa o excitava. Tocar sua sedosa pele tinha esquentado sua paixão até fazê-la ferver em suas veias. E agora, estando tão perto desse corpo perfeito... Um corpo que por direito pertencia a ele somente... Por Deus! Era suficiente para pô-lo louco de ansiedade.

Mas se seu desejo era forte, ele era mais forte. Era um amante perito. E ela era uma noviça nestas lides.

James entrelaçou seus dedos em seu cabelo, tomando-a pela nuca e girando-a para que ela estivesse forçada a olhá-lo. A verdade residia em seus olhos. A fumaça do desejo velava seu olhar, não importava que suas palavras negassem.

— Me beije. — ele sussurrou.

— N...

Ela não terminou a palavra e o pânico brilhou em seus olhos. Ela sabia de suas próprias vulnerabilidades. Ela tinha desfrutado do último beijo. E havia uma ameaça concreta de fazê-la desfrutar do seguinte.

Baixando o olhar para sua boca, ele se aproximou lentamente, ficando-o suficientemente perto para sentir a respiração dela sobre seu rosto.

— Me beije.

Ela não respondia a princípio, mas ela já tinha provado o fruto de seus lábios na capela. E James já conhecia a capacidade dela para a paixão.

Não levou muito tempo. Apoiando sua boca sobre a dela e estimulando-a com sua língua, ele conseguiu partir seus lábios para acessar ao delicioso recinto. James a manteve quieta para que ela sentisse sua gentil intrusão, com lânguidas investidas de sua língua imitou o ato sexual que estava por vir. Mas apesar dela ter se rendido o suficiente para ele, relaxando sua mandíbula, fechando seus olhos, gemendo brandamente, ainda uma parte dela resistia. Seus punhos pressionados contra seus ombros enquanto ela tratava em vão escapar.

Com calma, cuidadosamente, sem deter seus beijos, ele apanhou uma de suas mãos e levou seu braço até em cima de cabeça dela. Enquanto ela tentava protestar, ele levou o outro braço para que se unisse ao outro, assegurando ambos com uma de suas mãos.

Com sua mão livre, alisou a sobrancelha franzida dela e acariciou sua aveludada bochecha.

James aferrou seu estreito pescoço, sentindo a aceleração no pulso debaixo de seu polegar, e deixou que sua mão viajasse para baixo, fazendo uma pausa sobre o pendente de prata. O peito dela subiu e baixou mais rapidamente já que ela pressentia as intenções dele.

Com relutância, James tirou seus lábios dos dela e aninhou seu rosto para o lado para sussurrar em seu ouvido.

— Você sabe que desejas isto. Sabe que desejas que te toque. Sua carne anseia ser tocada por minha mão.

Lily conteve a respiração, e enquanto James respirava brandamente contra seu ouvido, ele contornou com seu dedo as clavículas dela, então deixou que sua palma se apoiasse sobre seu peito, desenhando círculos em seu mamilo. Este ficou rígido em resposta, alimentando sua própria luxúria. Era perfeito, cor rosa dourado à luz das velas.

Mãe de Deus! Havia algo mais sedutor como o perfil do mamilo ereto de uma mulher? Ah sim, ele pensou, e saber que tinha sido ele quem o tinha estimulado.

Embora ele tentava, o corpo de Lily não respondia. A respiração cálida de James e as promessas de que lhe faria ganharam seu caminho em seu ouvido, lhe produzindo calafrios de horror e prazer ao mesmo tempo. Enquanto a mão dele passeava por seu seio, ela se arqueou por reflexo. E quando ele apanhou seu mamilo sensitivo entre seus dedos, teve que recorrer a toda sua capacidade de autocontrole para não emitir um som.

— Oh, sim, minha lady. — ele murmurou contra sua bochecha — Vê como responde?

Não, ela queria gritar, mas teria sido uma mentira. E quando sua mão foi para o outro seio, ela quase não podia respirar pela antecipação desse contato.

— Olhe. — ele sussurrou.

Ela fechou seus olhos e sacudiu a cabeça. Já era uma humilhante que seu próprio corpo a traísse. Não queria ver como sua mão cobria o seio dela como se fosse uma posse dele.

— Olhe. — ele a animou.

Ele não precisava lhe recordar que lhe tinha dado sua palavra de não resisti-lo. Ela era uma pessoa honorável e podia recordar isso sem ajuda. Mas abrir os olhos e ver seu próprio corpo traindo-a foi à coisa mais difícil que já tivesse feito, e seu rosto se ruborizou de vergonha.

Seus dedos pareciam enormes, escuros e toscos contra sua pele pálida. Era um milagre que ele não a tivesse prejudicado com suas grandes garras. Mas ela observou que o polegar de James fazia círculos em seu mamilo tão meigamente como uma mãe estimulava a um bebê para que o sugue.

Ela conteve a respiração, e por um instante de terror, seus olhos se encontraram. Então Lily enterrou sua cabeça contra seu ombro, muito indignada e mortificada para olhá-lo.

— Sim, doce, vê o que posso fazer. — ele disse com a voz rouca. — Agora sente o que me tem feito. — James pressionou o meio de suas pernas contra a coxa dela. Através do tecido de linho, ela sentiu a ardente extensão de seu pênis, cheio, duro e ameaçador.

Instintivamente, ela tratou de desprender do aperto dele em suas mãos, mas James a mantinha firmemente fixada à cama.

— Admite-o. Esta necessitada contra seu próprio desejo.

Suas palavras incitaram sua ira. Ninguém tinha chamado Lily de necessitada. Era sua própria honra a que a retinha nessa cama, não o desejo.

Como para testar sua determinação, ele disse:

— Resistiu. Desejas retirar sua oferta? É um preço muito caro para a liberdade de sua irmã?

Ela se deu volta com um olhar fulminante, um olhar que faria a maioria dos homens correr para procurar algum lugar onde se esconder.

— Não.

Um estranho, quase piedoso sorriso se desenhou no rosto de James então, ele a soltou e se recostou ao lado dela, arrojado uma perna sobre as dela.

O tecido de linho se sentia perigosamente fino entre eles, e Lily podia sentir os contornos musculosos de seu peito e de suas coxas e esse pedaço de carne obsceno com o qual James pretendia penetrá-la.

Mas não ainda. Aparentemente tinha outras aberrações em primeiro mente. James levou um dedo lentamente ao centro de seu pescoço, dentro do oco onde seu pulso pulsava, então baixou até vale entre seus seios. Mas desta vez ele não se deteve ali. Continuou até o ventre, e logo mais abaixo, até que seus dedos tocaram o lugar onde os pêlos de uma mulher começavam a crescer.

Ele murmurou em seu ouvido outra vez.

— Há algo que anseia entre suas coxas, não há?

— Não. — ela mentiu.

— Oh, sim, há! — lhe assegurou, seus dedos brincaram com os pêlos de seu púbis.

Silenciosamente ela o amaldiçoou por saber o que lhe estava provocando.

Então ele se moveu para capturar sua boca. Desta vez o beijo foi doce e terno, como ao beijo na capela, e apesar da determinação de Lily de permanecer impassível, ela encontrou a si mesmo respondendo ao beijo.

Enquanto a apaziguava com beijos, sua mão avançava em suas partes mais intima. Foi até que seus dedos separaram os lábios vaginais que ela se deu conta de quão atrevido James se tornou. Mas ele estava preparado para a rebelião dela. Ele apanhou o grito de protesto entre os lábios dela.

Sua pesada perna a manteve imóvel enquanto continuava com suas perversões, acariciando e estimulando o centro entre suas coxas. E então ele a tocou onde ela mais desejava, e fez com que seu corpo se arqueasse para cima involuntariamente, descontroladamente.

— Aqui. — ele murmurou contra sua boca. — Sim, bem aqui.

Uma vez encontrado o ponto de máximo prazer, James não o deixaria em paz. Enquanto o corpo dela se agitava em uma tortura, ele acariciou esse ponto uma e outra vez, deslizando as pontas de seus dedos quentes e úmidos entre as dobras de seu lugar mais secreto.

— E aqui. — ele respirava, parcialmente deslizando um dedo dentro dela enquanto seu polegar continuava atormentando o centro feminino de desejo.

Enquanto ela se agitava com o tratamento que James lhe provia, uma nuvem pareceu lhe nublar a mente, uma nuvem que obscurecia sua visão e seus pensamentos e debilitava sua resistência.

Ela se deixou perder nessa névoa vaga.

— Sim, minha lady. Isso. Sim.

Sua voz perfurou a nebulosa em que ela se encontrava e a fez voltar para a realidade. Mas era muito tarde. Lily tinha caído na armadilha. Estava perdida. Para seu horror, ela já não podia resistir mais. Como se algum demônio a tivesse elevado e arrojado através do ar, ela estava voando para os céus.

Uma onda atrás de outra de êxtase a arrasaram, privando-a de seus sentidos e de seu controle. Ela tremeu e se arqueou violentamente na cama.

Uma necessidade primitiva invadiu as veias de James enquanto observava Lily arquear-se sobre a cama. Deus! Queria-a e agora. Enquanto ela se contraía em seu clímax. Enquanto ela gritava de prazer, era crucial esperar que ela baixasse à Terra outra vez.

Mas se teria que esperar, ele esperaria. Ele era um homem de palavra. Então adoeceu com sua luxúria contida enquanto ela jazia ofegando o final de sua odisséia.

Depois de um longo momento, ele clareou sua garganta e disse:

— Não resistiu. Manteve sua palavra. Parece-me muito honorável de sua parte. — O suor se acumulou sobre sua sobrancelha enquanto ele dizia às palavras que devia dizer. — Agora eu manterei a minha. — Ele alcançou um cacho úmido detrás da orelha dela. — Jurei a sua irmã que não tomaria contra sua vontade. — James apoiou a parte posterior de seus nódulos com o passar do pescoço dela, onde seu pulso pulsava acelerado. — Se verdadeiramente em seu coração, não deseja esta união, diga-o agora. Porque te advirto, minha lady, nada mais diminuirá as chamas de meu desejo.

Lily estava mortificada. Completamente mortificada. Envergonhada e ultrajada. Simplesmente horrorizada. E um milhão de outros matizes de humilhação que nunca antes havia vivenciado.

Sim, ela tinha sido vencida no passado, no campo de batalha, mas não em sua própria habitação e nunca por suas próprias maquinações. Derrotada por seu mais formidável inimigo, seu próprio corpo a tinha traído completamente. Tinha perdido o controle de maneira humilhante.

O pior era que ainda sentia uma feroz e inexplicável fome por esse bruto que era seu marido.

Ela amaldiçoou a seu corpo ainda tremente pelo desejo e a necessidade. Seus seios ansiavam seu contato. E seus lábios se sentiam absurdamente nus, sem seus beijos.

Ainda quando o detestava, sua carne ardia desejando suas carícias.

Mas ela não podia render-se ante esse desejo. Lily de Evans nunca se rendia. Era a lição que tinha aprendido de maneira dura no campo de treinamento.

James, com suas últimas palavras, tinha posto fim ao enfrentamento entre eles, oferecendo sua própria rendição. Por Deus! Que ela o aceitasse!

Seu coração golpeava mais forte que o martelo de um ferreiro.

— Quero que saiba isto. — Sua voz começou. — Não resisti porque tinha dado minha palavra. E não me deitarei voluntariamente com você essa noite nem nenhuma outra noite.

O olhar dele se congelou. Mas seu olhar glacial era enganoso, porque em seu queixo um músculo se esticou e logo se afrouxou, e detrás de seus olhos, uma violenta tormenta do verão se formava.

— Como queira. — replicou com calma.

Então James a soltou e retrocedeu. Ela deveria haver-se sentido aliviada mais não confiava na fúria silenciosa de James. Cuidadosamente, ela procurou os lençóis e as mantas e as subiu até cobrir o queixo, sentindo-se incômoda com sua própria nudez, pela primeira vez em sua vida.

Ele deu a volta parando perto do fogo, onde as brasas vermelhas brilhavam na lareira, refletindo seu perigoso humor. Ela viu pelo subir e descer de seus ombros que ele lutava para restabelecer o controle de sua respiração. E talvez de seu estado de animo.

Depois do silêncio incômodo, ele se deu volta para encará-la outra vez, sua expressão era inescrutável. Então James procurou a camisa e a pôs.

Por um espantoso instante, ela pensou que ele tinha mudado e que tinha a intenção de romper seu juramento, e que a forçaria ao ato sexual. Mas era resignação, não vingança, o que habitava em seus olhos.

E no instante seguinte, ela encontrou seu olhar vagando involuntariamente pelos magníficos contornos de seu corpo nu. O brilho dourado da velas acentuava cada um de seus formidáveis músculos, e Lily viu que James possuía um corpo mais capitalista que qualquer dos cavalheiros de Evans. Seus ombros eram largos, seus braços, grossos, e seu peito, maciço. Não era surpreendente que tivesse sido capaz de submetê-la tão facilmente.

E mais abaixo, antes de desviar o olhar, vislumbrou brevemente o membro, ainda erguido, emergindo de um arbusto de pêlos escuros.

Sua pele se acalorou, e a respiração ficou apanhada em sua garganta. Por Deus!! Ele era o homem mais bonito que jamais havia visto. Contra seus desejos, um ardor começou a crescer outra vez entre suas pernas. Maldição! Apesar do poder da razão, apesar de suas boas intenções. Que Deus a ajudasse! Estava sendo excitada pela visão do corpo nu de James!

Não podia ser!

Talvez ele tinha feito algum tipo de feitiçaria. Ou possivelmente era só uma aflição temporária que desapareceria em uns minutos. Mas neste momento, ela queria estar com ele outra vez.

Bruscamente deixou a camisa a um lado. Como se ela não estivesse ali arrancou os lençóis da cama. Lily levantou seus joelhos defensivamente. E então ele fez algo muito estranho. Com um grunhido e um puxão violento, arrancou-se a vendagem de seu peito, expondo e voltando a abrir a ferida que ela lhe tinha infligido. Sangue fresco emanou do corte.

James deixou que o sangue corresse por uns segundos e então com os lençóis limpou a ferida.

Sangue de Virgem. É obvio. Devia fazer parecer como se eles tivessem consumado o matrimônio.

Lily sentiu um ponto de culpa enquanto via James voltar a abrir a ferida. Era algo cavalheiresco o que estava fazendo.

Mas não voltou a lhe tocar nem lhe voltou a falar outra vez.

Percorreu a habitação soprando todas as velas, e se meteu na cama ao lado dela, tapou-se com a manta, dando as costas a Lily.

Ela deveria sentir-se satisfeita. Tinha ganhado essa primeira batalha. Certo, seu orgulho estava mal ferido, já que James havia tornado seu próprio corpo contra ela. Mas, finalmente, ela tinha feito prevalecer sua postura, ou não? Depois de tudo, tinha obtido que ele não consumasse o matrimônio. Esse dia ela tinha ganhado.

Então, por que se sentia tão mal?

Porque, ela se deu conta, que não tinha sido ela quem o tinha freado em sua intenção de consumar o matrimônio. Tinha sido a honra de James. E por mais que lhe doesse confessá-lo, ela tinha desejado que ele concretizasse suas intenções. Se não tivesse sido por seu próprio cavalheirismo, ela estaria debaixo desse corpo musculoso ainda agora.

Maldição! A realidade era tão amarga como um vinho em mal estado. Embora James parecia arrogante, meio bruto e cruel, tinha que enfrentar a verdade. Seu novo marido era um homem de uma honra indiscutível.

James golpeou o travesseiro para acomodar a cabeça que parecia estalar de dor. Amaldiçoou sua honra, pela primeira vez desejou não ser um cavalheiro. Que Deus o ajudasse, queria possuir sua esposa, voluntariamente ou pela força, e enterrar seu membro dentro de sua aveludada carne.

Não era justo. Ela devia ser dele. Tinha direito a reclamá-la essa noite, em corpo e alma. Preferiria haver-se mordido a língua que ter divulgado essa maldita promessa.

Mas tinha estado tão seguro de que Lily sucumbiria a seus encantos. As mulheres sempre se rendiam a sua sedução. Ele era muito, muito bom na arte de seduzir mulheres.

De algum jeito a obcecada moça tinha conseguido permanecer indiferente. Era inimaginável. Ele tinha tido a esperança de que a dor de abrir sua ferida diminuiria sua luxúria. Mas seu membro pulsava impiedosamente, lhe recordando que não se atreveu a fazer valer seus direitos entre as coxas de sua mulher essa noite.

Nem sequer podia sair desse quarto a procura de alívio em outra parte. Não, ele era o marido da senhora da fortaleza, e a gente de Evans não veria com bons olhos que o novo administrador abandonasse a cama matrimonial em sua noite de bodas.

Amanhã possivelmente, se Lily ainda seguia com o joguinho de resistir, procuraria a alguma moça escocesa para esquentar sua cama.

James franziu o cenho na escuridão, perguntando-se se isso seria possível. Não tinha visto na fortaleza nenhuma serva que pudesse comparar-se com Lily. Não só era bela, mas também estava cheia de vida e tinha uma mente aguda.

Em que pese a tudo, tinha que admirar Lily por sua força de vontade, ainda contra seus próprios desejos. Não era algo comum em uma mulher, ao menos entre as mulheres que ele conhecia. Se ela alguma vez se decidia deitar-se voluntariamente com ele, estava seguro que ela provaria ser uma amante excelente a completa.

Sim, seria uma noite de máximo êxtase.

Mas sua noite de bodas não era precisamente uma noite de êxtase. Essa noite ia ser longa, dolorosa, vazia e miserável.


N/A:

Mais um capítulo!!! Não me matem... por favor pelo fim do capítulo.... Espero que vocês estejam gostando da fic...

Ahh e me perguntaram sobre a Lene e o Sirius... Eles tem uma fic própria, que eu vou começar a colocar após terminar essa aqui...

Agradeço as Reviews!!!!

Elektra_015