Notas da Historia:

Obs. Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs. 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos


Capitulo Nove

Mais descobertas

Pov. Bella

Não importa o quanto tentasse não conseguia tirar o sorriso bobo dos lábios. Passar o dia com Edward foi tão perfeito. Senti tantas emoções diferentes brincarem em meu coração.

Paixão, desejo, possessão e o mais importante: amor. Parecia tão irreal ele ser um vampiro. E o mais louco era que eu estava apaixonada, irrevogavelmente apaixonada por esse vampiro, ou melhor. Meu vampiro.

Não parecia mais ter... Qual foi a palavra que ele usou? Existir. Não parecia mais ter razão para existir sem ele. Ele já fazia parte de mim.

Respirei fundo varias vezes antes de sair do banheiro. Só de pensar que no meu quarto esperando por mim, estava Edward, meu coração parecia voar de tão rápido que batia.

Lavei o rosto mais uma vez, a água fria me acalmava. Mas então era só me lembrar do meu dia com Edward, que ficava nervosa de novo. As imagens da nossa tarde junto ficavam martelando em meu cérebro.

Nossas declarações. Deixamo-nos ser levados pelo desejo e a paixão, mais de uma vez. Mas a melhor parte foi ver Edward ao piano. Quando ele tocou a canção que compôs para mim. Foi sem palavras.

Edward ao piano era a visão mais perfeita que já vi. Seus dedos ágeis correndo pelo teclado, a melodia doce e infinitamente bela ecoando pela sala. Enfim a coisa mais linda e perfeita que já vi.

Era melhor parar de pensar ou as lagrimas desceriam por meu rosto, e teria que me preocupar com isso também. Já bastava meu nervosismo sem sentido. E agora ele esperava em meu quarto, com meu pai no andar de baixo, dava pra ficar mais nervosa?

Sai do banheiro, pois mais calma eu não ficaria mesmo. Não na presença do meu anjo. Abri a porta, e lá estava ele deitado em minha cama de solteiro, os pés saindo fora da cama, os braços atrás da cabeça, e o sorriso torto e perfeito estampado em seu rosto angelical.

Ele me fitou dos pés a cabeça e corei fortemente quando seu sorriso aumentou. Eu usava uma camiseta velha de dormir e uma bermudinha, elas não pareciam tão provocantes quando eu as vesti. Não ate ele me olhar como se eu fosse de comer.

Ele tirou uma das mãos de trás da cabeça, e bateu ao lado dele na cama, me convidando para deitar com ele. Caminhei timidamente e sentei ao seu lado.

Não entendia de onde vinha essa minha timidez, mais cedo havia me entregado a ele de corpo e alma. E agora voltava a ser uma adolescente tímida. Com certeza era culpa do seu sorriso, ele sempre tirava minha coerência.

Vendo que eu continuava sentada, e evitando seu olhar, ele levantou e se sentou ao meu lado, seus dedos gelados tocaram minhas bochechas que estavam levemente coradas.

- O que esta pensando? – podia ouvir a curiosidade ardendo em sua voz melodiosa.

Mordi meu lábio inferior forte, o que dizer a ele? Que eu estava com vergonha? Nem pensar! Ele vai rir de mim com certeza.

- Você estava tão falante durante o dia. – acho que corei mais ainda. Podia ouvir seu riso baixo, o olhei de canto de olho.

Edward parecia preocupado, meu silencio devia estar o incomodando mais do que ele deixava transparecer.

- Quer que eu vá embora. Eu...

- Não. – eu quase gritei, podia ouvir sua risada musical, meu rosto estava pegando fogo. – Quer dizer... Eu quero que você fique. É só... – eu mordia o lábio, estava muito nervosa – É estranho ter você no meu quarto.

- Eu sempre venho no seu quarto. E você sempre ficou bem. – eu revirei os olhos.

- Claro que eu fico bem. Eu estou dormindo. – ressaltei o obvio e ele riu e passou o polegar sobre meus lábios.

- Sim. Sabia que você fala enquanto dorme?

Como se fosse possível meu nervosismo só aumentou. Eu sabia que falava dormindo, minha mãe sempre brincava comigo por causa disso. Mas nunca pensei que isso seria problema em Forks.

- Que foi? – ele perguntou notando meu nervosismo. – Eu contei que vinha no seu quarto à noite você não pareceu se incomodar.

- Sim. Mas eu tinha me esquecido desse detalhe. – fiz uma careta no escuro, só de imaginar as besteiras que devia ter falado...

- Esta zangada?

- Bom. Depende... O que eu falei? – ele notou o nervosismo em minha voz. .

Ele pegou meu queixo com o polegar e o indicador, me fazendo olhar para ele. Seus olhos dourados ardiam nos meus.

- Você reclama da chuva... - ele roçou os lábios na minha testa. – Você sente saudade da sua mãe... - seus lábios desceram para minha bochecha, eu já estava ofegante. – Hmmm você diz meu nome. – seus lábios roçaram nos meus. Eu sei o que ele estava fazendo. Queria tirar minha atenção, ainda ofegante perguntei.

- Quanto? – seus lábios desceram para meu pescoço – O quanto eu disse seu nome? – minha voz era um sussurro, ele deu de ombros.

Seus lábios subiram para minha orelha ele mordia o lóbulo e disse em um sussurro, me fazendo arrepiar com sua respiração gelada.

- Algumas vezes. – joguei meu corpo pra trás caindo na cama. – Te machuquei?

- Não? – eu ainda estava ofegante. – Não... É só que você me tira a razão.

- Bom. – ele riu deitando sobre mim, seus lábios em meu queixo - Você também me tira toda a razão.

- E o que a gente faz agora?- perguntei a ele. Ele desceu os lábios para meu pescoço dando um beijo demorado.

Depois virou seu corpo de modo que eu me aconchegasse em seu peito, jogou as cobertas entre nós para mim não sentir sua pele gelada.

- Você vai dormir.

- Como se fosse possível. – eu disse ofegante. Ele riu com os lábios em minha pele.

- Talvez eu deva cantar para você dormir. – ele disse sorrindo. Eu mordi o lábio inferior.

- Se você acha que me acalmará. Pode cantar.

Edward começou a sussurrar a minha musica para mim. Sua voz baixa e melodiosa em meus ouvidos me causando arrepios e me relaxando.

Adormeci sentido seus lábios frios roçarem em minha orelha.

O domingo passou rápido. Fiquei com Edward em sua casa. E juntos ligamos para a sua família. A mãe dele parecia emocionada por ele ligar e dei um soco em seu ombro, por ser tão insensível com sua mãe.

Ele sorriu e pediu desculpas a nós duas. Edward convidou toda a sua família para vir visitá-lo e me conhecer. Eu fique corada e ele sorriu.

Ele ainda falava ao telefone quando fui à cozinha buscar algo para comer. E quando voltei ele estava tendo um discussão. Perguntei o que havia e ele disse que Alice o irritava.

Não entendi, mas não perguntei também.

Na segunda-feira me surpreendi quando vi seu Volvo parado na porta da minha casa. Edward nunca havia me dado uma carona. Mesmo eu achando que ele queria, ele parecia ainda preso a algum segredo. Ao seu mistério natural. Ele nunca deixava eu me aproximar demais.

Mas agora eu sabia seu segredo e ele estava me incluindo totalmente em seu mundo. Sorri quando ele saiu do carro com um sorriso torto perfeito, segurando a porta do carona aberta.

- Será que eu poderia te dar uma carona? – meu sorriso deve ter sido gigantesco, pois em menos de um segundo ele estava na minha frente me abraçando pela cintura, e beijando meus lábios.

Separei-me dele ofegante. Ele sorriu e segurou minha mão me puxando em direção ao carro. Entrei com um sorriso, e nem cheguei a colocar o cinto e ele já estava do meu lado.

- Nossa! Acho que nunca vou me acostumar com sua rapidez. – ele riu e começou a dirigir.

- Então vamos ter que passar mais tempo juntos até você se acostumar. – ele disse piscando para mim.

-Por mim está ótimo. – eu disse corando e o sorriso dele aumentou.

Assim que chegamos à escola, ele saiu do carro e abriu a porta para mim. Sai do carro com a ajuda dele e percebi todos os olhares em nós, é lógico que fiquei mais vermelha que um pimentão.

Fomos juntos para nossa aula e o dia passou em um borrão. O tempo sempre voava quando estava com Edward. Cada minuto ao lado dele era precioso.

Mas notei que hoje ele parecia nervoso. Preocupado até. E na hora da saída me vi olhando séria para ele. Ele captou meu humor, mas não falou nada.

Dirigiu rápido como sempre e parou em frente a minha casa. Ficamos em silencio por alguns momentos. Quando ele me olhou fiquei preocupada diante do seu olhar.

- Aconteceu algo?

- Posso entrar? Precisamos conversar. – assenti e sai do carro nervosa. Será que Edward ia me deixar?

Ele chegou rápido ao meu lado e caminhou em silencio comigo para a casa. Vi que ele estava sério e segurei sua mão. Ele me deu um pequeno sorriso, mas este não chegou a alcançar seus olhos.

Abri a porta e antes que ele entrasse pousei a mão em seu peito. Ele me olhou confuso.

- Bella?

- Vai me dar um chute? – ele pareceu surpreso e me deu um de seus sorrisos lindos.

- Claro que não. Só preciso falar com você. – assenti mais calma e agarrei sua mão o puxando para dentro. Fomos até a sala e o empurrei para o sofá, sentei em seu colo o abraçando pelo pescoço.

- Fale. – ele parecia tão ansioso e comecei realmente a me desesperar. – Edward?

- Eu não sei por onde começar. – ele passou uma mão pelo cabelo frustrado e segurei seu rosto fazendo ele me olhar.

- Comece do começo. – ele riu.

- Primeiro eu não queria te contar. Mas Alice disse que teria conseqüências se eu enrolasse mais.

- Alice?

- Minha irmã. Bem lembra que eu disse que eu leio mentes. – assenti e ele continuou. – Eu não sou o único com dons em minha família.

- Mesmo? Alice tem um?

- Sim. Ela vê as mudanças no futuro.

- Tipo vidente?

- Quase. Nunca é exato. O futuro muda a toda hora a todo segundo. A cada nova decisão tudo pode mudar. Alice pode ver quando você decide algo. Mas se você muda de idéia ela já vê outra coisa.

- Legal. Mais alguém tem dons?

- Jasper tem um bem interessante. Ele pode manipular sentimentos e emoções a sua volta.

- Muito legal. Mais o que Alice quer que você me conte?

- Bella eu não fui totalmente honesto com você. Sobre como nos conhecemos. – franzi o cenho confusa.

- No avião? – ele negou e a cada minuto eu entendia menos.

- Na clareira. – ele sussurrou e ri.

- Edward ta doido. A primeira vez que nos vimos foi no avião. – ele negou.

- A primeira vez que você me viu foi no avião. Eu te vi um pouco antes. – arregalei os olhos.

- Quanto antes? – tentei puxar pela memória quando eu fui à clareira.

- Estava sol e você usava um vestido azul. – levantei abruptamente de seu colo. Edward não ousava me olhar.

- Isso... Isso foi há meses. – estava sem palavras.

Ele me viu na clareira há meses. Não fazia sentindo...

- Tem mais. – voltei a olhar para ele.

- O que? – ele mordeu o lábio e passou a mão pelo cabelo o deixando mais bagunçado.

- Eu... Bem... Desde que eu te vi na clareira eu nunca mais consegui me afastar de você.

- O que quer dizer?

- Eu a seguia por toda parte. Em Phoenix e aqui. – ele parecia envergonhado e eu estava em choque.

OMG! Meu Edward era um psicopata? Olhei para seu rosto de anjo e agradeci que ele não pudesse ler meus pensamentos.

Lógico que ele não era psicopata. Meio doido talvez. Mas eu mesma sentia vontade de ficar com ele a cada minuto do dia. Ele só me amava.

Se duvidasse muito mais do que eu o amava. Sorri e voltei a sentar em seu colo. Ele me olhou confuso e dei um soco em seu ombro.

- Bella?

- Você é um idiota. – ele arqueou uma sobrancelha. E rolei os olhos e segurei seu rosto entre as mãos e escovei meus lábios nos dele. – Podíamos estar juntos há meses. – falei brava e ele riu.

- Você é totalmente absurda. – ele falou sorrindo.

- E você é um psicopata. – ele riu mais e me beijou. Suas mãos correndo por meu corpo me fazendo gemer e suspirar.

Fiquei de frente para ele e entrelacei as pernas em seu quadril e beijei sua boca com ardor. Ele se levantou comigo e começou a caminhar para meu quarto e sorri contra sua boca.

Assim que chegamos, ele me deitou em minha cama. Mas levantei e o empurrei ficando sobre ele. Comecei a retirar suas roupas e espalhar beijos por toda a pele descoberta.

Sorri ao ouvir seus gemidos e lambi cada cantinho do seu peito e sua barriga. Cheguei as suas calças e as retirei junto com a boxer vermelha que ele usava.

Mordi o lábio corada e beijei seu membro. Edward me olhou com os olhos negros e sorri maliciosa e o lambi. Ele jogou a cabeça para trás e o levei todo em minha boca.

Lambi e chupei seu membro, sorrindo a cada gemido e rosnado que Edward soltava. De repente eu estava jogada na cama e ele rasgava minhas roupas distribuindo beijos molhados por todo o meu corpo.

Arquei as costas sentindo meu corpo quente com as caricias de Edward. E logo ele estava sobre mim me preenchendo. Fazendo-me sua. Movia-se rápido dentro de mim, enquanto suas mãos me faziam delirar. Seus toques me incendiavam e sua boca me levava a loucura.

Ele bombeava cada vez mais rápido, fazendo meu corpo levantar do colchão e já sentia meu corpo tremendo e o prazer invadindo meu corpo. Senti Edward se liberar dentro de mim e o acompanhei sentindo todo meu corpo explodir em milhões de cores quando gritei meu ápice.

Edward brincava com meus dedos enquanto estávamos abraçados em minha cama e sorri de olhos fechados.

- Edward?

- Sim amor.

- Acabaram os segredos? – ele riu e beijou meu ombro.

- Sim. Não existem mais segredos entre nós. – sorri e seus lábios passeavam por minha pele.

- Bom. Então quando você vai me transformar?