Pov Bella.

Foi uma noite diferente, eu poderia dizer. Caroline estava agindo como se nada tivesse acontecido e ficou quase o tempo todo discutindo com Tyler sobre seu relacionamento, Elena e Bonnie após sussurrar uma com a outra, passou a me olhar a cada instante como se de repente estivesse crescendo outra cabeça sobre meus ombros, por um momento eu mesma pensei em subir e verificar por mim mesma.

Apesar da conversa fluir facilmente, algo estava fora de lugar, eu só não conseguia colocar o dedo sobre isso.

A conversa com a Bonnie ainda rodava a minha cabeça e eu queria lhe perguntar mais coisas sobre essa Tatiana, mas achei melhor não fazê-lo, pois isso suscitaria perguntas.

Meus olhos pousaram em Elena, que tanto Caroline quanto Bonnie haviam me dito que ela era uma doppelganger.

Elena tinha olhos escuros cor de chocolate, pele branca como porcelana, lábios rosados que se curvam em um sorriso gracioso... Gracioso, uma coisa que eu jamais seria. O que me fazia pensar que era impossível que eu fosse uma doppelganger da mesma pessoa, mesmo com algumas semelhanças.

Não, eu não podia ser uma doppelganger, isso era apenas um engano ou com minha sorte a única explicação possível é que ambos os vampiros estavam tentando brincar comigo por estarem muito entediados. Elena era muito mais bonita, se eles fossem escolher entre uma de nós, a escolha obvia seria Elena.

Então por que imaginar eles escolhendo Elena me incomodava tanto?

Eu já havia passado por isso. Eu cheguei a pensar que Edward me amava, mas ficou obvio que eu era apenas um passatempo, algo para brincar por não ter melhor coisa para fazer. Como um brinquedo novo, que com o tempo se entediou.

Eu ainda podia sentir a dor ao lembrar suas palavras "Você não é boa para mim...".

Eu afastei as lembranças para o fundo de minha mente. O amor que eu acreditava ser para sempre, a família que eu pensei como minha. Eu sentia a falta deles.

Alice. Eu pensei que ela era minha melhor amiga, mas eu me enganei. Ela sequer se despediu de mim. Nenhum telefonema, nem um recado. Nada. Apenas o silencio.

Nem quando eu tomei a decisão de vir para Mystic Falls ela me ligou para me avisar do perigo ao me mudar para uma cidade infestada de vampiros ou o fato de que dois vampiros iriam me fazer de brinquedo. Será que ela não se importava? Eu acho que não. Eu penso melancólica.

Eu volto a me lembrar dos encontros com os dois vampiros Originais e por mais lisonjeiro que fosse ter dois homens lindos me desejando, eu não podia deixar passar o fato que ambos eram vampiros. Eu já tive minha cota de vampiros em minha vida e por mais lindos que eles possam ser eu não iria fazer parte desse joguinho que eles estavam querendo jogar para ser descartada quando se cansasse pelo novo brinquedo.

Com uma desculpa de estar cansada eu dei boa noite e fui me deitar. As aulas iriam começar daqui uma semana, no qual eu teria tempo suficiente para pensar no que fazer. Eu poderia me manter em Mystic Falls ou eu deveria ir para Phoenix e ficar com minha mãe?

Quanto tempo iria levar para que esses dois vampiros idiotas virem que se enganaram e me deixar em paz? Será que quando notar o engano eles iriam me deixar viver?

Suspirei deitando minha cabeça de encontro ao travesseiro e sem nenhum pensamento caio em sono profundo.

Eu levantei no dia seguinte me sentindo mais disposta. O dia estava ensolarado o que ajudou a clarear meu humor consideravelmente.

– Bom dia, Bella. – Disse Caroline cruzando comigo nas escadas.

– Bom dia! Aonde vai com tanta pressa? – eu pergunto curiosa.

– Eu fiquei de me encontrar com Tyler para que possamos conversar... – ela diz com olhos brilhantes. – Se importa de ficar sozinha? – Ela pergunta preocupada. – Quer dizer, se quiser vir junto...

– Tá tudo bem, Caroline. Eu vou ficar bem sozinha, na verdade eu estava pensando em ir à livraria, eu preciso de alguns livros antes que comecem as aulas.

– Tem certeza?

– Tenho sim, pode ir tranquila.

– Ok, mas qualquer coisa me ligue. Ah você pode usar o meu carro, o Tyler vai vir me buscar e... – antes que ela termine a frase uma buzina se faz ouvir. - Me deseje sorte. - ela disse antes de correr para ir ao encontro com seu namorado.

– Boa sorte. - eu digo sorrindo.

Depois que Caroline saiu eu resolvi tomar um café da manhã reforçado antes de sair de casa.

A livraria não foi difícil de localizar. Eu odiava fazer compras, mas quando se tratava de livros eu me sentia quase no céu.

A livraria oferecia uma cafeteria muito charmosa e depois de quase duas horas escolhendo e comprando os livros necessários eu me encaminhei para lá.

– O que posso fazer por você? – disse um rapaz moreno, olhos verdes e um lindo sorriso. Ele piscou algumas vezes antes de me olhar divertido, me fazendo perceber que eu o encarava fixamente, eu senti meu rosto corar profundamente.

– Eu vou querer um chocolate quente.

– Eu me chamo David. – ele diz calorosamente.

David se mostrou bem divertido. Ele era universitário, tinha 22 anos e trabalhava meio período na lanchonete da livraria que o ajudava em suas despesas escolares.

– Gostaria de dar um passeio? Eu saio daqui quinze minutos. – pergunta ele.

Eu mordo meu lábio inferior e antes que eu perceba, estou aceitando seu convite.

Por que não? Ele parecia normal, e eu precisava de algo normal em minha vida.

Fomos ao cinema e antes que eu percebesse o dia tinha passado completamente.

David se aproxima de mim, eu sei o que ele está fazendo, mas não faço nada para impedi-lo.

Ele me beija, mas eu não sinto nada. É como se eu beijasse um irmão, não que eu tivesse um para comparar, mas acredito que seria essa sensação.

– Gostaria de jantar comigo, Bella? – ele pergunta ansioso.

– Jantar? Eu não sei... Está muito tarde. Eu nem falei que iria demorar. – eu digo incerta.

– É para isso que serve o telefone. – ele diz divertido.

Eu sorri em resposta. Por que não? Não havia nada me esperando em casa mesmo e apesar de eu não me sentir atraída por David, ele era uma companhia agradável.

Eu pego meu celular e ligo para Caroline.

– Alô.

– Oi Caroline! - eu digo, colocando uma mecha de cabelo atrás de minha orelha, olhando David que se encontra a poucos passos de onde me encontro.

– Oi Bella! Desculpe não ter chegado em casa ainda. Eu meio que fiquei ocupada com o Tyler. Eu sei que estou sendo uma péssima prima por não está te fazendo companhia, mas eu pensei... Será que você se importa de ficar sozinha mais um pouco? Minha mãe disse que vai chegar tarde, mas eu posso... – ela disse rapidamente.

– Tá tudo bem, Caroline. Na verdade eu estava ligando para dizer que iria chegar um pouco tarde. – eu a corto rindo. – Depois a gente conversa. Beijos. – eu digo antes de desligar e Caroline começar a fazer perguntas.

David caminha em minha direção quando nota que eu havia desligado meu celular.

– Vamos?

– Vamos, sim. – eu digo sorrindo.

O jantar correu rapidamente entre conversas sobre cinema, escola, a universidade que eu pretendia cursar. E uma hora depois ele estava me levando até o meu carro.

– Foi um prazer te conhecer Bella. – ele diz se aproximando de forma que eu me encontro entre o carro e ele.

– Para mim também.

– Eu te ligo para marcar outro dia. – ele disse sorrindo colocando uma mecha de meu cabelo para trás e se aproximando lentamente roçando seus lábios no meu.

Eu abro a porta rapidamente para entrar no carro e ele segura a minha mão.

– Alguma coisa errada Bella? – ele pergunta confuso diante de minha reação.

– Não. – eu digo com um pouco de remorso. – Desculpe David. Eu...

– Tá tudo bem, Bella. Eu entendi. Eu também acabei de sair de um relacionamento e sei como é difícil, mas podemos ser amigos, não é mesmo? – ele diz suave.

– Sim podemos. – eu digo mais relaxada. – Me liga para gente combinar para ver aquele outro filme.

– Pode deixar que eu ligo. – ele disse me puxando para um abraço, no qual eu retribuo.

Eu dirijo para casa sem pressa. Eu estaciono o carro e entro em casa notando que tanto Caroline quanto Elisabeth não havia chegado em casa ainda.

Coloco as sacolas com os livros no aparador e vou até a cozinha em busca de um copo de água. Eu olho distraidamente o número de telefone de David no visor de meu telefone.

Será que ele vai ligar?

Eu subo as escadas e entro em meu quarto, colocando as sacolas no chão, fechando a porta com o pé, acendendo a luz e arfando assustada com a figura sentada em minha cama.

– Olá amor! – sua voz é baixa com um toque de fúria em suas bordas.

– Klaus! Mais que droga! Você me assustou. O que está fazendo aqui? – eu perguntei camuflando meu medo com minha raiva.

– Eu acho que esqueceu sobre nosso encontro mais cedo. – ele diz lentamente alisando com a mão a colcha em minha cama.

– Encontro? – pergunto confusa, antes de me lembrar do que ele dizia. – Eu não me lembro de concordar em me encontrar com você. – eu digo mais corajosa do que me sentia.

– Vejo. – ele diz me olhando com intensidade, levantando e caminhando em minha direção.

Eu engulo em seco diante de seus olhos negros e a fúria mal contida em seus olhos, porém permaneço onde estou. Ele levanta a mão para tocar meu rosto e eu saio de meu transe, desviando bruscamente de seu toque.

– Não me toque e saia do meu quarto. – eu digo ríspida e volto a olhar em sua direção.

Seus olhos estão fechados, e ele parece respirar profundamente. Pânico lavado sobre mim. Ele estaria com sede?

Logo me vejo sendo deitada em minha cama e ele paira sobre mim. Ele tinha se mudado tão rápido que eu pensei que meu coração ia estourar em minha caixa torácica em meu corpo tremulo de medo.

– O que pensa que está fazendo? – eu pergunto tremula tentando empurrar seu peso sobre o meu sem sequer afastar um milímetro de distancia, enquanto ele continua a me cheirar.

– Quem é ele? – ele praticamente rosna para mim.

– Ele quem? – eu pergunto agora batendo em seu peito para que ele saia de mim e com apenas um movimento de sua mão ambos os meus braços estão sendo segurados acima de minha cabeça.

– Ele te tocou. Eu posso sentir o cheiro em cima de você. Quem é ele?

Eu arregalo os olhos. David. Ele falava de David.

– Ele não é problema seu.

– Temo divergir. Tudo que diz respeito a você é de meu interesse. Você é minha companheira. – ele diz possessivamente, eu quase posso provar sua respiração em minha língua.

– Eu já disse que eu não sou sua. – por deus o que há de errado com esse vampiro?

O barulho que ele faz em resposta, eu só posso pensar como um rosnado.

Ele pressiona sua boca sobre a minha em um beijo intenso e apaixonado me fazendo arfar de surpresa. Sua língua invade minha boca, degustando meu interior e eu me vejo gemendo em sua boca, enquanto ele ri de encontro a minha.

Ele leva seus lábios em minha orelha.

– Você... É pura provocação. E não se engane você é minha. – seus olhos ficam obscurecidos e sinto meu corpo tremer diante disso. - É hora de tirar o cheiro dele de você. – ele diz irritado.

Eu olho para ele aturdida, enquanto ele passa a beijar meu rosto, mordiscando meu lábio inferior, antes de voltar a me beijar. O beijo de agora é suave e lento como uma leve caricia. Minha resistência desaparecendo rapidamente.

Ele pressiona meu corpo de encontro ao dele, um pouco mais, e eu deixo escapar um suspiro de surpresa ao sentir sua ereção de encontro a meu quadril.

No momento que sua língua tocou a minha, um arrepio de prazer intenso varreu por sobre meu corpo. Todas as emoções em direção a ele, que eu estava tentando arduamente manter oculto veio correndo para a superfície.

Eu sinto suas mãos se movendo em meus cabelos, sem registrar que ele havia soltado meus braços no processo, completamente perdida na sensação sensual do seu corpo pressionado contra o meu. Minhas mãos se moveram para os lados de seu corpo, agarrando sua camisa. Eu tinha intenção de afastá-lo, mas acabei por puxá-lo para mais perto.

Klaus gemeu quando me viu retornando seu beijo com muita raiva e paixão que ele estava desencadeando.

Eu engasgo em surpresa quando ele agarra meu cabelo e puxa minha cabeça para trás, sendo gentil e áspero ao mesmo tempo, apenas o suficiente para me fazer queimar de desejo. Seus lábios se mudaram para o canto de minha boca, e depois até a pele de meu pescoço, seus dentes raspando levemente a pele delicada.

A realidade do que estava acontecendo me batendo como uma parede de tijolos.

– Klaus pare! – eu digo me contorcendo para sair de sua 'prisão', mas seu corpo me restringe.

Sua voz em meu ouvido é baixa e rouca e algo em seu tom me deixa em alerta.

– Mmmm – ele geme em minha orelha roçando em meu lóbulo da orelha. – Se continuar a se mexer assim, eu poderei perder totalmente meu controle com você. – ele volta a pressionar seu corpo de encontro ao meu, fazendo me sentir a protuberância ali presente.

– Me deixa ir. – eu peço baixinho.

– Nunca. – ele volta a falar de encontro a minha orelha.

Eu sinto a sua mão deslizar em meu seio direito, fazendo meu coração se acelerar. – Relaxe, amor. Eu não irei fazer nada de mais. Como eu disse antes eu só vou tirar o cheiro dele de você.

– K-Klaus...

– Schshshshss... – ele murmura colocando um dedo em meus lábios. – Eu não vou machuca-la. Eu jamais machucaria minha companheira.

– Eu não sou sua... – eu não consigo terminar a sentença, pois nesse momento ele pressiona sua mão em minha boca, e eu vejo seus olhos azuis de tempestade brilhar perigosamente.

– Eu não entendo por que reluta tanto, eu posso ver e sentir que seu corpo se entrega a mim sem reserva, mas mesmo nesse momento você combate o que sente. Por quê?

– Não é minha culpa se você é um idiota que pensa que eu quero você. – eu digo ao ver minha boca livre para falar mais uma vez.

– Oh realmente? – ele diz furioso. – Você está dizendo que não quer isso? – ele pergunta acariciando meu seio que mesmo contra o tecido fica ereto diante de sua atenção, enquanto que com a outra ele afasta minhas pernas de forma que sua ereção pressiona minha feminilidade que está húmida e sem me dar conta eu me contorço para maior contato. – Você está se contorcendo em busca de mais contato... Isso é para me mostrar que não me quer?

Meu rosto cora em vergonha com a constatação súbita de descobrir que eu o queria... O desejava. E por mais árduo que eu estava tentando, meu corpo estava queimando de desejo por ele.

– Você não pode me desejar. – eu digo estupidamente.

Incredulidade passa por seus olhos, no qual ele parece amaldiçoar baixinho.

– Então acredito que eu tenho que provar isso. – ele diz antes de rasgar minha camisa a parte.

– Oh Deus! – eu choramingo ao sentir a língua de Klaus circular em meu mamilo rosado e sua outra mão acariciar meu outro seio com gestos lentos. Engasgando quando ele passa a sugar meu seio com maestria.

Ele volta a beijar meus lábios, engolindo meu gemido, enquanto sua mão desliza na frente de meu jeans, brincando comigo por sobre minha calcinha. Esfregando de encontro a minha humidade.

Ele volta a atacar meus seios com os lábios e eu arfo em busca de ar, me contorcendo nas sensações que ele criava para mim. Em um único movimento ele retira meu short, me deixando apenas com minha minúscula calcinha lilás.

Isso está fugindo do controle. Eu penso alarmada, mas sou incapaz de pensar ou fazer alguma coisa ao ter sua boca pressionada contra a minha.

Ouço o tecido de minha calcinha sendo rasgada, e um dedo deslizar por minhas dobras intima fazendo meu corpo arquear em seu contato.

Ele circula meu clitóris, e me vejo olhando seus olhos escuros de luxúria.

Gemidos incoerentes saem de minha boca e no momento eu não me importo.

Eu mesmo não tenho tempo para discernir o que acontecia, meus pensamentos sendo nublados ao ter sua boca de encontro a minha feminilidade.

– Não pare. – eu digo sem nenhuma vergonha quando ele pressiona meu clitóris em seus lábios e suga. Eu posso sentir seu sorriso de encontro a minha pele.

Ele inseriu um dedo em meu interior, e posso sentir meus músculos apertando em torno dele.

– Você é tão apertada. – ele geme, antes de parar qualquer movimento e voltar a pairar sobre mim, me olhando atentamente, tendo ainda seu dedo em meu interior.

Eu começo a ficar irritada e impaciente e tento me mover de encontro a ele, contudo Klaus parece ter outra idéia e coloca seu peso sobre meu corpo, impedindo qualquer movimento de minha parte.

– Você me intriga. Abre as pernas. – ele murmura e eu me vejo obedecendo em expectativa. Ele passa a movimentar seu dedo em movimentos de vai e vem, lentamente. Eu quase soluço. Ele inseriu um segundo dedo. – Mantenha os olhos abertos. Eu quero assistir. – ele repreende, pausando seus movimentos, provavelmente para certificar que eu estava prestando atenção antes de voltar a se movimentar.

Eu tento mover meus quadris de encontro a ele para ganhar mais velocidade, mas seu corpo sobre o meu me restringe. Seus movimentos é tão lento que eu quase tenho vontade de chorar.

Uma sensação quente percorre meu corpo.

Seus dedos pegam velocidade, fazendo meu baixo ventre se contrair, seu nome caindo de meus lábios como um mantra.

Ele não para, e eu posso sentir meus músculos internos se contraindo em torno de seus dedos, ele se inclina para baixo e sussurra em meu ouvido.

– Isabella... Eu quero que venha para mim.

E eu chego a meu clímax, meu corpo vibrando em colapso em seus braços. Ele retira seus dedos de meu interior e leva os na boca, chupando como se o apreciasse.

– Você tem um gosto maravilhoso. – ele diz roucamente. – Fico feliz em saber que serei o primeiro a lhe mostrar as delicias do sexo.

– Quem disse que será o primeiro? Eu posso ter tido vários homens em minha vida. – eu digo com raiva. Raiva de meu corpo traidor. Raiva por sentir meu corpo vibrar somente com o som de sua voz.

Ele ri.

– Oh amor, eu sei que é virgem. Eu pude constatar por mim mesmo. – ele diz lambendo seus dedos e saindo de cima de mim. – E acredite eu serei o primeiro ou estarei lá com meu irmão para presenciar esse grande momento.

– Isso nunca vai acontecer.

– Não? Você não parece tão certa, amor.

– Vai embora.

– Eu vou. Por hora. Mas não tente se enganar você me pertence e quanto a outros te tocarem... Você logo vai descobrir que eu não tolerarei isso. Os únicos que podem te tocar é Elijah e eu. E mesmo Elijah em seu cavalheirismo todo não vai tolerar algo semelhante.

– Eu não pertenço a ninguém. – eu digo entredentes.

– E o que veremos. – ele caminha em minha direção, e eu me afasto para trás até onde a cama permite. – Não se preocupe, eu não vou força-la a nada. Quando nós formos para terminar o que começamos será para atender a seu pedido.

– Eu nunca vou pedir tal coisa.

– Veremos. Durma bem, amor. – ele beija meus lábios apressadamente e eu me vejo sozinha em meu quarto.

– Maldita velocidade vampírica. – eu digo me levantando, ignorando meu corpo que pulsava de desejo renovado. – Eu não posso deseja-lo. – eu murmuro antes de entrar em baixo do chuveiro para um longo banho querendo desesperadamente tirar seu cheiro de meu corpo e estremecendo de prazer as lembranças recém-adquiridas. – Eu tenho que sair dessa cidade ou eu jamais terei uma vida normal.

Notas finais do capítulo

Gostaram? Deixe me saber o que pensa. COMENTE. Bella está querendo sair da cidade, mas será que nossos vampiros vão permitir? Eles parecem meio possessivos, não? rsrsrsrsrsrsrsrs Beijos e até o próximo capítulo.