ESTOU DE FÉRIAS!
Sorry pelo atraso, mas tive uma semana infernal na faculdade, mas agora adivinha? FÉRIAS!
Draco estava irritado. Ele odiava a maneira como tinha ficado sem notícias desde que ouvira na rádio mágica que Potter e sua unidade haviam conseguido capturar Rabastan depois de uma grande demonstração de poder por parte do menino-que-viveu-e-venceu. Seu pai e padrinho também não estavam por perto e ele teve que se conter para não quebrar um par de vasos ou lançar bombardas pela casa, já que isso incomodaria o pequeno Teddy que brincava com carrinhos encantados dentro de seu cercadinho.
- Quando esse maldito aparecer por aqui vou cruciar aquela bunda bonita... ah se vou! – Resmungou irritado e preocupado.
Já era tarde da noite quando Harry pôde chegar a sua casa, esperava que Draco o estivesse esperando irritado, mas certamente não esperava o vaso que voou em sua direção e que apenas graças a seus reflexos treinados pôde esquivar.
- Draco! Isso foi perigoso.
- Perigoso? Você disse perigoso? – Silvou o loiro com uma expressão maníaca no rosto.
- Sim? – Disse Harry tentativamente com medo da reação do loiro.
- Perigoso como enfrentar a droga de um comensal canalizando o poder de um cemitério mágico todo? – Esbravejou Draco.
- Acho que meu veela irritado é mais perigoso que isso. – Disse o moreno com um sorriso ao perceber pelo que o loiro estava irritado.
Draco não gostou de vê-lo sorrindo e olhou em volta em busca de algo mais pesado para atirar naquela cabeça oca, estendeu as mãos para pegar um baú de madeira, mas foi impedido pelos braços forte de Harry rodeando-o. O loiro forcejou e xingou, mas acabou rendido pela força superior do outro.
- Juro que eu não corri perigo de verdade. – Disse Harry. – Eu sou mais forte do que pensa Draco.
- Você é um louco suicida sem a mínima consideração por mim! Vou ficar com rugas de preocupação por sua maldita causa! – Continuou esbravejando o loiro.
Harry não podia deixar de achar essa explosão muito fofa e sorriu enquanto continha a fera loira que se debatia em seus braços.
- Quer dizer que se preocupou comigo? – Provocou o moreno.
- Claro que sim seu idiota. Sem você por perto quem vai convencer a avó do Teddy de que eu posso cuidar dele?
Harry sorriu mais ainda ao ver a pirraça de Draco, adorava ter o loiro mimado tão perto e pendente da vida dele, sentou-se com o irritado veela no colo.
- Posso contar o que houve ou vai continuar se comportando como uma blanshee histérica?
Draco soltou uma exclamação indignada e cruzou os braços emburrado, mas parou de lutar contra o moreno.
- Obrigado. Eu não sou um louco suicida Draco, nunca corri perigo de verdade.
- Ele estava canalizando um cemitério mágico inteiro, isso é muito poder seu cabeça-oca.
- Eu sou mais forte que a maioria Draco, por algum motivo eu tenho mais poder que os bruxos normais.
Draco franziu o cenho e olhou para o rosto sério e compenetrado de Harry.
- Sempre senti a magia pairando ao meu redor, quando era menos treinado podia ter explosões quando irritado ou acuado. Pensei que fosse algo normal, mas depois da guerra com tudo mais calmo, Hermione e Kingsley me fizeram ver que não era normal que um adulto tivesse explosões de magia pura.
Para ilustrar o que dizia, Harry liberou o agarre que mantinha sobre seu núcleo mágico e deixou sua magia fluir, coisa que fez com que Draco pudesse ver uma aura dourada e densa em volta do moreno.
- Isso é... interessante. Sempre foi assim? – Perguntou Draco curioso.
- Aprendi a materializar pouco antes de derrotar Voldemort, não é algo que eu pudesse controlar antes.
- Engraçado, é como a manifestação dos meus poderes, só que eu não posso fazer isso sem ficar muito debilitado depois.
Foi a vez de Harry olhá-lo curioso.
- A magia dos veela pode sair do corpo, costumamos fazer isso quando nascem nossos filhos, é como deixar que nossas magias se reconheçam. Ou quando precisamos proteger alguém que amamos, mas se uso isso para me defender fico muito mal depois já que o corpo de um mago não devia ter tanta energia bruta canalizada.
- Pensei que seu corpo fosse preparado pra isso. – Disse Harry preocupado.
- Eu não posso me transformar num veela completo, aquele pássaro sabe? Os Black dosaram bem as vantagens, quando começaram a se mesclar com os veelas era algo que queriam para aumentar o poder mágico, mas principalmente para negociar. Minha mãe não era filha da esposa do meu avô como deve saber, ele já tinha duas filhas sangue-puro, mas a minha mãe foi programada para ser a moeda de troca.
Draco deu de ombros ao ver a cara de revolta de Harry.
- Ela teve sorte, meu avô Abraxas sempre foi menos purista do que parecia, ele acreditava que o sangue de criaturas mágicas renovava a linhagem, o que é verdade. Os Malfoy tem um maior comedimento que os Black, mas também se uniram a veelas, muito mais discretamente claro.
- Seu pai também tem genes veela? Isso explicaria porque o Teddy gostou dele.
Draco fez um esgar de riso.
- Meu pai é bom com as crianças seu implicante. Mas sim, ele tem antepassados veela, por isso eu herdei tantas características dessa criatura.
- Eu sempre soube que tanta beleza não podia ser humana! – Brincou Harry acariciando as costas do loiro.
- Não pense que vai desviar do assunto com seus elogios Potter, ainda não explicou a história do Rabastan.
- A equipe de inteligência voltou a trabalhar do jeito certo e conseguiu determinar em que cemitério ele estava. Eu e minha esquipe tática fomos para lá e como suspeitávamos ele estava canalizando poder mágico dos magos mortos de forma violenta, o que era quase o cemitério todo. Enquanto minha equipe me dava apoio eu e ele tivemos um duelo e eu venci, fim de história. – Contou Harry dando de ombros.
- Sempre tão ilustrativo. – Resmungou Draco.
- Ok, quer mesmo saber? Ele me tirou do sério. Eu estava querendo prendê-lo, mas ele tinha que ficar falando aquelas coisas, eu só perdi o controle. – Disse Harry num misto de exasperação e descontentamento.
- O que ele disse de tão ruim?
- Só o que queria fazer com você.
A aura sombria em Harry fez Draco estremecer e se grudar aos ombros do moreno.
- Ele não pode mais machucar ninguém, já está tudo bem. – Disse Draco tentando acalmar toda a raiva que sentia emanar do outro.
- Sim, eu sei, mas não gosto de ter perdido o controle daquele jeito. É só que ele conseguiu me irritar, era doentio o desejo que ele tinha por você. – Disse Harry segurando o rosto de Draco. – O ritual era pra submeter você, era algo que os Black faziam quando o escolhido do veela não era um mago que convinha a família, era fazer de você um boneco sem vida... e ia ser doloroso pelo resto da sua vida. Foi demais pra mim.
Draco sentiu-se estranhamente satisfeito por esse protecionismo que emanava do moreno, sabia que era o veela dentro de si que praticamente ronronava satisfeito.
- Está tudo bem Harry... agora já passou.
- Sim, e o maldito queria usar o Teddy como sacrifício aos ancestrais Black, era para conseguir a aquiescência da magia ancestral da família.
- Por que o Teddy?
- Porque ele ia matar o produto mais impuro da família. Sua tia Andrômeda era a primogênita sangue-puro, ela deveria ter dado continuidade a pureza em vez de ter permitido que sua linhagem se transformasse numa mistura incontável. – Disse Harry repetindo as palavras de Rabastan com uma careta.
- Maldito imbecil! – Exclamou Draco.
- Sim, mas ele nunca mais vai poder ferir ninguém. – Garantiu Harry com um ar de satisfação vingativa digna de qualquer Slytherin.
- Esse é meu herói. – Zombou Draco beijando-o levemente.
Os dois estavam assim juntinhos quando ouviram o barulho de aparição. Lucius e Severus tinham acabado de chegar.
- Eu disse que ele não estaria ansioso por voltar pra casa. – Disse Severus de forma burlesca.
- Se aproveitando do meu filho auror Potter? – Perguntou Lucius com seu melhor olhar venenoso.
- Eu? Não... quer dizer...
- Quais são as suas intenções com o meu herdeiro?
Draco não sabia se ria ou se salvava Harry, que olhava para Lucius sem saber como responder ao imponente homem.
- Eu...
- Não seja tolo Harry, ele está te provocando. Eu já contei a ele que você é meu escolhido.
- O que não muda o fato de que não gosto de ver vocês nesse tipo de situação. – Disse Lucius desgostoso.
- Se isso te incomodou meu caro qualquer hora devo te mostrar numa penseira o que eles fizeram enquanto você estava convalescente.
Lucius olhou maliciosamente para o jovem casal e Draco corou enquanto Harry não pôde conter um sorriso de satisfação pessoal.
- Padrinho! Isso não se faz.
Lucius sorriu indulgente e Severus deu de ombros.
- De todo modo, só viemos ver se estavam bem, os repórteres estão em polvorosa pelo Beco Diagonal. – Lucius sorriu para Harry de maneira sincera. – Fico feliz que tenha se livrado daquele inútil Potter.
- O prazer foi meu.
Lucius olhou para Draco que continuava no colo de Harry, já que o moreno o segurava firmemente pela cintura.
- Agora que esse perigo sumiu e seu padrinho desfez as invocações já podemos voltar para casa.
- Ah... mas eu queria ficar aqui com o Teddy.
Lucius ficou sério.
- Uma coisa é você estar aqui sendo protegido Draco, é um herdeiro solteiro e em idade de se casar, não posso permitir que more fora de casa. Isso iria dar margem a muita falação.
- Isso é besteira! – Harry protestou.
- Não... papai tem razão. Nosso nome já está suficientemente degradado, não devo dar motivos para piorar a situação. – Disse Draco triste.
- Eu não falo por isso filho. – Disse Lucius mais brandamente. – Lembre-se que ele é Harry Potter, pode ser perigoso pra você se a mídia descobrir essa relação cedo demais. Não gosto da ideia de uma horda enlouquecida atrás de você porque acham que está corrompendo o garoto-que-viveu-e-venceu.
Harry franziu a testa.
- Eu não tinha pensado nisso, mas ninguém tem nada a ver com a minha vida. E daí se eu quero namorar o Draco? Não vou esconder meu veela bonito só porque incomoda alguns idiotas.
Draco olhou agradecido para seu escolhido, mas os dois adultos reviraram os olhos.
- Use o pouco cérebro que tem imbecil. – Disse Severus irritado. – Não estamos querendo que esconda o Draco, mas a imprensa nem mesmo sabe que você terminou com a Weasley, se aparecer em público com o Draco ele vai ficar como o pivô da separação. Você será o inocente corrompido e ele o sedutor barato, não muda pra você, mas o desprezo da sociedade ainda pode prejudicar muito meu afilhado.
Draco se encolheu mais ainda.
- Tudo é sempre complicado pra mim. – O loiro resmungou.
- Porque nada para alguém tão perfeito poderia ser fácil, eu seria sortudo demais. – Galanteou Harry.
O moreno sentiu-se feliz pelo sorriso que arrancou do menor.
- Agora se me dão licença senhores, realmente preciso dormir. E sim, senhor Malfoy, vou carregar seu filho comigo e dormir na mesma cama que ele, algo contra? – Perguntou impetuoso.
Lucius deu de ombros.
- Desde que se lembre que s virgens devem ser preparados cuidadosamente.
Harry corou e Severus sorriu.
- Papai! Isso não são coisas que se digam. – Disse Draco envergonhado.
- Ele começou.
Apesar das provocações entre Lucius e Harry, tanto o moreno quanto Draco sabiam que nada ia acontecer naquela noite, tanto que os dois acabaram por dormir abraçados, mas sem nenhum tipo de aproximação sexual.
H D
Harry esperava que o encerramento do assunto de Rabastan colocasse as coisas em ordem pela sociedade bruxa, mas percebeu que era esperar demais. Os repórteres impediam o bom funcionamento da Central, coisa que ocasionou que ele e Cavan tivessem que organizar uma coletiva com a imprensa e dessem de vez o que eles desejavam. Harry como sempre foi monossilábico, odiava lidar com todas aquelas perguntas descabidas, sé esperava que aquela tortura terminasse logo.
- Harry! E como Ginny reagiu ao perigo que você correu ontem?
- Não tenho nada a declarar sobre isso.
- Então é verdade que vocês dois terminaram? – Insistiu a jovem repórter.
- Qual a parte do "nada a declarar" é tão difícil de entender Lavender? – Perguntou, irritado.
O alvoroço ficou ainda maior, mas como as perguntas sobre o caso tinham terminado o chefe dos aurores deu tudo por encerrado. Como era de costume após uma operação daquele porte, os aurores envolvidos foram dispensados do serviço de campo por alguns dias, Harry aproveitou para pedir que ele pudesse tirar uma folga maior pelo problema com a imprensa e o desgaste emocional, coisa que tanto Cavan quanto o Ministro concordaram.
Depois da coletiva ele aparatou em casa e achou-a terrivelmente silenciosa, só entçao se lembrou de que Draco e Teddy já tinham ido para Malfoy Manor depois do café da manhã. Ia aparatar para lá quando se lembrou de que devia uma visita a Molly, e a Ron e Hermione, a amiga já tinha mandado uma nota convidando-o para o almoço enquanto ele estava no Ministério. Decidiu que devia enfrentar o clã todo de uma vez e se dirigiu A Toca pela rede Flú. Mal sal da lareira e Molly abraçou-o como se se tratasse de um ursinho de pelúcia, ele gostava que isso nunca mudasse.
- Olá Molly.
- Seu desnaturado! Some por semanas e aparece com essa carinha inocente depois de quase me matar de susto. – A matriarca admoestou.
- Sinto muito, tive muito trabalho ultimamente. – Justificou o moreno.
- Isso e ter terminado com a minha pobre garotinha não é? – Inquiriu Molly cruzando os braços.
- Ah mãe não vai começar com isso agora não é? – Interrompeu George entrando na sala. – Sócio! Ainda vivo? Justo agora que pensei que ia ficar com a loja toda pra mim.
- E o que faria com o Ron? – Perguntou Harry seguindo Molly e Gerorge para a cozinha.
- O Roniquinho nunca seria páreo para mim, se não fosse meu irmãozinho... – Disse o ruivo alçando as sobrancelhas sugestivamente.
- E onde ele está?
- Foi buscar a Hermione e o papai no Ministério, mas já deve estar chegando.
Harry riu quando o ruivo tentou roubar um bolinho da travessa e Molly bateu-lhe com a colher de pau.
- Que má, era só unzinho.
- Espere os outros seu malcriado. – Disse a mulher e virou-se para Harry. – Mas sobre a Ginny...
- Ah Molly, nós terminamos e não vamos voltar. Dessa vez é sério e... – Harry ponderou. – Eu acho que estou começando a me interessar por outra pessoa.
- Então você estava traindo ela de verdade? – Explodiu a matriarca.
Harry revirou os olhos.
- Foi isso que ela disse?
- Não, mas...
- Mamãe! Deixa de se meter nisso. Os dois terminaram e fim de papo, depois vocês ficam reclamando que o Harry não aparece, mas com esse clima não pode culpá-lo. – Voltou George a colocar panos quentes.
- Eu acho que é melhor eu ir andando... realmente foi uma má ideia vir aqui tão cedo.
- Não devia deixar isso te afetar Harry, eles são uns exagerados. – A voz de Ginny surpreendeu a todos na cozinha.
A caçula dos Weasley entrou calmamente e se sentou à mesa como se não tivesse passado dias deprimida, trancada no quarto.
- Eu não! É a mamãe. – Se defendeu George.
- Que seja, o almoço demora? – Ela perguntou.
- Claro que não querida, vai sair?
- Sim, tenho algumas coisas para resolver com as Harpias.
Harry sentiu-se aliviado pela maturidade de Ginny, achava ótimo que ela facilitasse as coisas.
- Cuidado com os repórteres, eles estão insuportáveis por causa do caso do Rabastan. – Ele alertou a ruiva.
- Pode deixar, estou acostumada a me virar sozinha. – Ela disse seca.
A chegada de Ron, Hermione e Arthur interrompeu a troca de palavras entre o ex-casal. Os amigos ficaram felizes de vê-lo e ele contou para todos o caso de Rabastan omitindo os detalhes de que ele agora babava por Draco Malfoy e de que ele era um veela. O almoço transcorreu sem mais problemas, mas Harry podia sentir no olhar de Ginny algo estranho, uma frieza que não era comum na jovem e que o incomodava. Depois da comida soberba de Molly a pequena ruiva saiu e ele e os dois melhores amigos optaram por tomar um café no jardim.
- Então os Malfoy já saíram da proteção do Ministério? – Perguntou Hermione.
- Sim, por quê?
- Kingsley parecia preocupado com a possibilidade de Lucius tentar uma investida contra o Ministério.
Ron fez uma careta.
- O que esse comensal poderia fazer? Os Malfoy não são mais nada hoje em dia.
- Eles podem não ter prestígio Ron, mas ainda são os mais ricos da Inglaterra. Se Lucius realmente resolvesse sair do país com seus investimentos teríamos alguns problemas dos grandes. – Hermione ponderou.
Harry não sabia dos planos de Lucius, mas tinha certeza que o loiro não tinha se esquecido da humilhação do interrogatório e esperava que não cumprisse a ameaça de sair do país, isso atrapalharia seus planos com Draco.
- Harry, está me ouvindo? – Perguntou Hermione irritada.
- Desculpe Mione, me distraí.
Ron riu do cascudo que o amigo levou e eles passaram a falar de amenidades. O almoço e a conversa com os amigos havia deixado Harry de bom humor, ele sorria quando chegou a Malfoy Manor, mas seu sorriso se esfumou quando o elfo o conduziu a sala onde Draco conversava animadamente com Blaise Zabini enquanto Teddy se balançava num cavalinho de madeira.
- Padin! – Gritou o bebê.
- Ah, olá Potter. – Disse Blaise reticente ante o olhar feroz do auror.
- Zabini. – Respondeu Harry secamente enquanto pegava o afilhado no colo. – O que está fazendo aqui?
- Veio me visitar claro. – Disse Draco revirando os olhos.
- E já contou a ele como somos íntimos agora? – Perguntou Harry com sarcasmo. – Sabe Zabini, sou muito possessivo, por isso gostaria que ficasse mais distante do meu loiro sabe?
Draco corou e Blaise arregalou os olhos.
- Você está saindo com o Potter? O testa-rachada? O Potty?
- Não sei se por muito tempo, mas sim.
Harry esperava qualquer reação por parte de Blaise, menos que ele começasse a rir loucamente.
- Acho que já entendemos que achou graça Blaise, não precisa ser tão teatral. – Reclamou Draco.
- Desculpe Draco, mas há de convir que demorou até demais. Pansy ia adorar isso.
- Sim, ela iria.
Harry sentiu-se um pouco perdido entre os dois slytherins de olhar perdido e saudoso.
- Algum problema Draco?
- Fora seus ciúmes malucos? Não.
- Ele estava perto demais. – Harry teimou.
- Ah Potter, não sabia? Pra mim o Draco não serve, gosto de homens fortes o bastante pra me jogar numa parede e...
- Tem um bebê aqui seu degenerado! – Draco interrompeu o amigo.
- - Degenerado? Sou praticamente um santo trouxa!
Harry riu dos dois que continuavam brigando. As surpresas com Draco nunca paravam de surgir.
Ok, sei que não aconteceu muita coisa, mas eu precisava explicar algumas coisas com o Rabastan e preparar o terreno para o que vem por ai! Nos vemos logo! Deixem seu comentário para eu saber o que estão achando.
