Um Novo Harry Potter.
Nota do autor: Eu não criei esta obra literária que encantou a muitos no mundo, se tivesse seria loira, rica e uma mulher... Como sou um homem, moreno, com não muito dinheiro na vida, eu não criei o Harry Potter, só peguei os personagens emprestados e criei esta fics, ao qual faço por diversão, não por dinheiro, espero que vocês gostem da fics.
Resumo: O que aconteceria se Harry Potter simplesmente não aparecesse na lista de alunos aceitos em Hogwarts? Como a historia ficaria se ele simplesmente desaparecesse quando tinha seis anos? O que aconteceria quando ele voltasse para Hogwarts em seu quarto ano? Esperamos encontrar as respostas nessa fics..rs
Capitulo X – A pesagem das varinhas e Rita Skeeter.
O dia seguinte era um pouco mais tranqüilo, embora os alunos da Lufa-Lufa estivessem um tanto frios com os da Grifinória, parecia que tudo estava bem ao ver de Harry, como era um domingo, ele pegou a vassoura que Sírius tinha lhe dado aquele ano para dar uma volta pela escola, ele sorri ao se lembrar de como Gina tinha deixado os gêmeos de queixo caído quando ela subiu em sua vassoura e fez uma Finta de Wronski perfeitamente.
-Como no nome de Merlin você sabe voar??? –os gêmeos falam ainda atordoados, Harry estava sentado com um sorriso enorme nos lábios enquanto os dois irmãos tentavam falar com a ruiva sobre seus vôos.
-Eu estive voando desde que eu era seis... Harry me ensinou a Finta de Wronski esta manhã –os gêmeos viraram para Harry que mantinha um sorriso inocente.
-Onde você esteve? –Fred.
-Quando nossos traseiros... –Jorge.
-Foram chutados todos estes anos pelos Sonserinos? –ambos agarraram os braços do menino e pareciam suplicantes para ele entrar no time ano que vem.
-Tá bom... Eu vou tentar entrar no time ano que vem –Os gêmeos se entreolham e falam.
-Nos mostre –eles se sentaram ao que Harry pegou a vassoura de Gina e saiu voando, com um pomo de ouro que ele tinha comprado para pratica, ele deixou ele sair por dez minutos antes de sair atrás dele, em questão de cinco minutos ele já tinha pego e solto, até que ele ativou o modo de mergulho, o pomo voaria até certo ponto do céu e então cairia rapidamente fazendo movimentos estranhos, Harry nem parecia se esforçar quando posicionava a vassoura para o chão e caia a milhas por hora.
Os gêmeos pareciam terrificados e ao mesmo tempo maravilhados ao ver o menino no ar, eles tinham visto Krum com uma vassoura na copa mundial, mas o garoto voando agora mesmo poderia ter sido o apanhador da Inglaterra e vencido facilmente, ele fazia movimentos que eles não estavam seguros serem fisicamente possíveis.
Ao final do dia ele tinha pego o pomo dez vezes e tinha um sorriso enorme nos lábios.
-Vocês acham que eu fui bem? –ele manda um sorriso para a ruiva que cora –Sua irmã gritou meia hora comigo quando mostrei a Finta de Wronski para ela na primeira vez... Ela pensou que eu iria bater no chão –a ruiva esbofeteia o braço dele e fala.
-O que este louco esqueceu de falar era que eu estava na parte de trás da vassoura com ele –ela lança um olhar maligno para o moreno que apenas finge inocência –Ele quase me dá um ataque no coração e ficou rindo de mim depois quando saiu do mergulho –Harry solta outro riso e fala.
-Eu não posso evitar, até mesmo seu grito era lindo nos meus ouvidos... Ainda mais quando você berrava... "nós vamos bater, nós vamos bater e se eu morrer eu vou te amaldiçoar até o fim dos tempos Harry Potter" –Harry lança um sorriso para a ruiva que solta um gemido de vergonha e esconde o rosto nas mãos de novo, os gêmeos apenas os encaram e voltam para o castelo pretendendo falar com Angelina sobre o que eles viram com Potter.
Agora ele voava para não ficar pensando no que a escola estaria falando sobre ele, ele tinha conversado com Sírius na noite passada pelos espelhos e o padrinho dele parecia dividido entre o medo do menino estar envolvido em um esquema contra ele e um sorriso orgulhoso por um menor de idade não só ter enganado o diretor como estar no torneio.
-Faça os marotos Orgulhosos Leo –foi o que o padrinho dele tinha dito, Harry só poderia tremer a cabeça e continuar a voar, fazer aquele torneio inesquecível poderia até mesmo ser fácil, mas uma coisa que ele não estava certo era a inocência do padrinho dele, o diretor parecia ter visto as memórias que ele tinha fornecido, mas o diretor falou que nada poderia ser feito se Pettigrew não fosse enviado para a justiça, Harry apenas treme a cabeça e saiu sem deixar o diretor falar novamente, a memória seria um argumento justo para pelo menos uma investigação, mas Harry suspeitou que o diretor ainda estava guardando rancor sobre ele não lhe falar onde ele estava morando.
-Você esta no modo "pensamento longo, não se aproxime" –ele se vira para ver a ruiva voando em uma das vassouras dos gêmeos, ele lança um sorriso para ela e fala sobre o que pensava, ela sabia sobre Sírius, ele tinha contado nessa manhã, no começo ela ficou atordoada e então parecia aceitar facilmente, ele agradeceu todos os minutos por ter uma amiga que não duvidasse da sanidade dele a toda hora.
-Hoje foi um dia calmo porque é domingo, mas amanhã começa a verdadeira diversão –vendo o olhar da ruiva ele fala –Os grifinórios podem aceitar o que falei, mas os Lufa-Lufas e os Corvinais não aceitaram o fato que eu não coloquei meu nome, os Sonserinos já podem até mesmo estar preparando algo para tentar me envergonhar –ele faz beicinho –Ninguém vai me amar nessa escola amanhã –ela estava para falar que ela o amava quando viu o sorriso dele, aquele mesmo sorriso que ela temia quando ele usava, praticamente sempre lhe falava que ela ia ser vitima de uma brincadeira dele.
-Doce Merlin... Não destrua a escola, ela pode ser chata e ter professores cruéis, mas muitos consideram o castelo como uma segunda casa –o moreno ainda sorria para ela que apenas solta uma risadinha, ele estaria preparado para o dia seguinte.
Como predito, no dia seguinte as coisas começaram a mudar, os Lufa-Lufas foram frios com Harry assim que ele entrou no salão principal, mas o garoto apenas notou, ele se senta com a ruiva e conversa animadamente, os gêmeos no começo queriam fazer algo contra os alunos que murmuravam contra Harry, mas este apenas ria dos comentários, eventualmente eles ouviam os alunos falando sobre o moreno e começavam a rir também, eles pareciam mais criancinhas mimadas que não tiveram o presente certo do que revoltados por ele ser um campeão também.
Harry tinha ido em direção da sala de poções quando ele ouviu uma briga a frente, ao que parecia Malfoy e sua guarda de idiotas tinha provocado uma briga com Rony, este lança um feitiço ao mesmo tempo que Malfoy, os feitiços voam em direções opostas acertando Hermione e Goyle, fervuras começaram a brotar no corpo do menino enquanto os dentes da frente de Hermione começaram a crescer rapidamente sem sinal de pararem, Harry se aproxima da amiga e fala.
-Tente manter a boca aberta, Hermione... Caso contrario os dentes podem perfurar seu peito e ir para o coração –ele se vira para Rony que ainda encarava a varinha na mão –Weasley eu vou precisar da sua ajuda agora mesmo –o ruivo se virou para Harry, mas antes que eles pudessem dizer algo, Snape aparece na porta e encara a cena, ele olha fixamente para Harry e fala.
-O que esta acontecendo aqui? –Draco se vira sorridente e fala.
-Weasley tentou me atacar e lançou uma maldição em Goyle, professor –Rony se vira rapidamente e fala.
-Ele acertou Hermione também –ele aponta para a menina que tentava esconder os dentes enormes, o professor encara a menina com desprezo e fala.
-Eu não vejo diferença alguma –Harry se vira com os olhos queimando em chamas e fala.
-Vejamos se você não vê diferenças também –e com um movimento rápido de varinha, os cabelos gordurosos do homem começam a crescer rapidamente.
-POTTER –mas ele parava de falar ao tentar cortar o cabelo que estava começando a se arrastar pelo chão.
-Eu não tenho tempo agora mesmo para você, prima coisa –ele se vira para Hermione e fala –Vou tentar um finito para parar o processo... Eu não vou tentar reduzir, pois eu nunca tentei isso... –ele faz um movimento leve e os dentes dela pararam de crescer bem perto do pescoço dela.
Os alunos ainda encaravam a cena incrédulos, o cabelo do professor ainda crescia, os Sonserinos não sabiam o que fazer, Draco desejava lançar uma maldição em Potter, mas sem Snape para o proteger ele sabia que o menino era capaz de o destruir, ele ainda estremece quando Harry encara o distintivo no chão.
Apóie CEDRICO DIGGORY – O verdadeiro campeão de Hogwarts.
E como você apertava o distintivo as palavras.
Potter Fede.
Brilhavam no momento seguinte, ele encara o Sonserino com um olhar divertido e fala.
-Este e seu melhor? –ele faz um movimento de mão e o distintivo lia.
Apóie CEDRICO DIGGORY – O verdadeiro campeão de Hogwarts.
Potter realmente fede depois de ganhar no Quadribol.
Mas nada supera um furão falante.
E quando as letras sumia, uma foto de Malfoy virando um furão aparecia com um balão escrito soltava uma voz esganiçada.
-Eu sou o Draco, furão falante –Harry coloca o distintivo no peito e sorri.
-Até mais tarde furão –ele segura o braço da amiga e a leva para a enfermaria, Madame Pomfrey encara o menino e a garota e então o faz colocar em uma cama próxima, a enfermeira lhe dá um espelho e fala para ela dizer quando deve parar os dentes, ela se vira para falar com Harry sobre o que aconteceu quando a porta da enfermaria se abre e Rony Weasley envergonhado e um Collin Creevey aparece, o ruivo vai diretamente para onde a amiga estava enquanto o menino pequeno vai para Harry.
-Sr Potter? –Harry se vira ao que ele fala com temor –Me pediram para te chamar... O Sr Bagman falou que esperam você para tirarem fotos... –Harry cabeceia e vai para perto da enfermeira que fala.
-Pode ser que algum tempo um ser inteiramente peludo vai entrar com os cabelos se arrastando aqui na enfermaria... Se você usar o feitiço Infinitus Incantius Cortares, pode ser que seja resolvido o problema dessa pessoa –a mulher eleva uma sobrancelha ao que Harry sai com um sorriso, ele tinha lhe dado o contador da maldição que ele deu para Snape, mas não falou que o cabelo dele não deixaria de cair até que eles lançassem o finito para parar.
Harry chega até a sala onde os campeões já estavam, Vitor estava em um canto pensativo, Cedrico e Fleur pareciam entretidos em uma conversa e Harry poderia ver que Fleur estava um pouco mais animada hoje, juntos com eles estavam Crouch, Bagman, um homem barrigudo com uma máquina fotográfica que olhava Fleur a toda hora e uma mulher que Harry encarou com um olhar cauteloso, aquela mulher irradiava um pouco de sensações que a fazia parecer um tubarão rodeando suas presas.
-Ah, aqui esta ele o campeão numero quatro... Entre Harry, não tem o que se preocupar é apenas a cerimônia de pesagem da varinha, os outros juizes estão chegando em breve –Harry cabeceia e vai se sentar quando a mulher se aproxima de Harry.
-Eu sou Rita Skeeter, repórter do profeta diário... É um prazer imenso o conhecer... –ela lança um sorriso para Harry que fala.
-Harry Potter, Infelizmente o menino-que-sobreviveu e participante forçado desse torneio idiota e ex-lenda morta que voltou para assombrar Hogwarts –ele fala com um sarcasmo tão pesado que a mulher parecia levar um passo para trás.
-Isso é realmente interessante... Você não gostaria de uma palavrinha? –ela estava para o puxar para um armário de vassouras quando ele puxa seu braço para longe.
-Não interessado –ele estava para se virar quando ela fala.
-São apenas algumas perguntas simples... –Mas Harry se vira para ela com os olhos fixos e fala.
-Eu já li seu trabalho Srta Skeeter e sei como você ama um escândalo... Ainda mais envolvendo celebridades, mas você não vai conseguir nada de mim –e com um estalar de dedos o bloco de notas dela e a pena de repetição rápida dela estouram em chamas –Não me confunda com as pessoas que você tenta manipular com o jornal... Coloque uma linha se quer que não seja a verdade naquele jornaleco que e o profeta diário que eu vou lançar um processo tão profundo em vocês que seu pequeno segredinho vai vazar para os aurores e tudo que você já escreveu não vai valer nada mais do que papel higiênico –os olhos da mulher voam largos ao que ele sorri –Tenho meus modos de descobrir as coisas... Esteja do meu lado que eu poderei até mesmo lhe ajudar... Esteja contra mim e saiba que você vai encontrar um cantinho em um lugar reservado que tenho para Lord Voldemort e os capachos dele –ele estava para se virar quando ela fala com um sorriso malicioso.
-E se falarmos de outra coisa... Como sua relação com Srta Weasley? –foi um movimento que Rita teria pesadelos nas próximas duas semanas, ela viu um menino pequeno de um lado voltando para a sala para a pesagem de varinhas, no outro ela via um homem com uma espada a milímetros da garganta dela com os olhos de um assassino.
-Você quer realmente testar a sorte, Skeeter? Eu não me importaria muito se você falasse uma mentira ou outra sobre mim... Mas falar sobre Gina é proibido... Eu jamais deixaria uma amiga virar artigo de jornal imundo... Não me confunda com o diretor Dumbledore que resolveria isso com sorrisos e ameaças falsas... Eu não faço ameaças falsas, eu faço promessas que pretendo cumprir e agora mesmo estou tentado em prometer matar você caso escreva uma linha sequer sobre Gina sem nos dois sabermos primeiro –a mulher encara os olhos do menino com temor e logo cabeceia, o menino sorri felizmente e volta para a sala, a espada que ele segurava se transfigura em uma varinha que ele guarda perto do cinto.
Chegando na sala, ele pode ver os outros juizes sentados conversando calmamente e uma pessoa que Harry sorri maliciosamente ao ver ali, o Sr Olivaras.
-Gostaria de lhes apresentar o Sr Olivaras –Dumbledore disse com um sorriso –Ele vai verificar suas varinhas para garantir que estejam em boas condições antes do torneio... –Harry viu os outros campeões sentarem mais diretamente enquanto tinham as varinhas nas mãos, ele apenas sorri e assovia calmamente.
-Mademoiselle Dellacour, poderia vir até aqui primeiro, por favor? –Olivaras chamou a menina que foi até ele e lhe entregou a varinha, o velho senhor parecia a analisar e solta algumas faíscas rosas e douradas –É... Vinte e quatro centímetros... Inflexível... Jacarandá... E contem... Meu Deus... –a menina nem parecia vacilar e fala.
-Um fio de cabelo de veela... Uma das minhas avós –o velho fabricante cabeceia e fala.
-Confere... Eu nunca usei cabelo de veela, naturalmente... Acho que produz varinhas temperamentais... No entanto, o seu a seu dono, se ela lhe serve... –ele girou a varinha novamente em seus dedos e murmurou –Orchideus –um ramo de flores saiu da varinha e ele cabeceou –Muito bem, muito bem, esta em ótimas condições de funcionamento –ele se vira e fala Sr Diggory, agora o senhor –o menino toma o lugar de Fleur, Harry se vira para a menina francesa e murmura.
-Você sabe destrancar os poderes de veela? –a menina se vira para ele com os olhos suspeitos e murmura um baixo "non", Harry cabeceia e se inclina para falar em seu ouvido –recite as palavras "Magia de meus ancestrais, vindo a mim pelo meu sangue, desperte meu poder oculto, me faça alcançar meus poderes completos" –vendo o olhar da menina ele fala –Se eu estiver lhe enganando eu quebrarei agora mesmo o contrato mágico do torneio e partirei para sempre –a menina encarou ele por um longo tempo antes de recitar as palavras.
De repente todo movimento na sala pára diante do brilho que envolve Fleur, ela encarava a varinha com temor e logo sorri brilhantemente para Harry.
-Obrrigada... –ela se vira para caminhar para Madame Maxime e lhe falar em francês o que tinha acontecido, o Sr Olivaras tinha terminado de conferir a varinha de Cedrico quando ele se vira para Krum.
O búlgaro parecia um tanto carrancudo como se não gostasse de estar ali, Harry poderia notar que o Sr Olivaras encarava a varinha com uma certa reprovação.
-Uma criação de Gregorovich... Embora o estilo nunca seja bem o que eu... Contudo... –ele examinou de mais perto –É... Bétula e corda de coração de dragão? –Krum apenas cabeceia –Um pouco mais grossa do que se vê normalmente... Bastante rígida... Vinte e seis centímetros... –Avis –a varinha produz alguns pássaros e o Sr Olivaras cabeceia –Em um bom estado... –ele vira seus olhos para Harry –Sr Potter... –Harry sorri malicioso para o fabricante de varinhas, só que ele não estava com a varinha em sua mão.
-Sr Potter –Ludo Bagman fala da forma infantil –Estamos esperando que sua varinha seja confirmada para liberar vocês para voltarem para as classes –Harry ainda encarava o fabricante de varinhas e fala.
-Eu sei sobre isso... Mas estou curioso em qual das minhas varinhas o Sr Olivaras vai querer conferir? –todos encaram o menino como se ele fosse louco, mas Dumbledore se aproxima e fala.
-Por que não mostra as que você tem e então decidiremos qual você será permitido usar no torneio –Harry encarou bem o diretor e fala.
-Que eu saiba... As varinhas são ferramentas constantes no uso do Torneio, então eu posso usar qualquer delas –Dumbledore estava para objetar quando o Sr Olivaras fala.
-Exatamente como o Sr Potter disse –Harry volta seu sorriso para o homem que franzia as sobrancelhas –Se você pode as mostrar Sr Potter –Harry cabeceia, ele desabotoa as mangas e com movimentos de pulsos duas varinhas voam de dois braceletes em seus pulsos, o Sr Olivaras encara as varinhas com temor e fala –as varinhas de Lílian e Tiago... –Todos que sabiam a historia dos Potter ofegam ao qual o Sr Olivaras fala –Estão perfeitas... Mas eu acreditei que tivessem sido destruídas na casa... –ele encara Harry e fala –Elas trabalham em você? –Harry sorri e fala.
-Afinei minha magia para ser aceito como dono de ambas as varinhas e muito mais... –o Sr Olivaras cabeceia e então Harry retira a capa e tira mais duas varinhas de dois compartimentos perto do cinto.
-Esta eu reconheço muito bem –Sr Olivaras fala sobre a varinha que ele tinha vendido naquele verão, Harry tinha criado uma onda mágica que traria as varinhas perfeitas até ele, tinha tirado completamente a diversão do velho fabricante de varinhas, mas Harry não estava querendo perder tempo aquele dia, com um movimento ele confere a varinha, ele encara a outra varinha com um olhar confuso que virou choque em poucos minutos –Onde no nome de Merlin você conseguiu aquela varinha? –Harry sorri malicioso e fala.
-Herança de família... Um pouco de ensinamento antigo e pude aprender facilmente a manipular esta varinha –os outros ocupantes ainda não entendiam o que tinha demais com aquela varinha quando o Sr Olivaras fala.
-Você me faria uma demonstração? –Harry sorri e logo segura a varinha com a mão, ele murmura algo que ninguém pode ouvir e de repente a varinha foi envolvido por um brilho dourado e na mão de Harry estava uma espada prateada incrustados de rubis e com desenhos em sua manivela, um nome em letra antiga tinha sido esculpida na lâmina –Nem em todos os meus sonhos mais selvagens eu achei que viria uma varinha de magos antigos... –ele encara a varinha por um longo tempo antes de sair de seu transe, todos pareciam atordoados sobre o garoto possuir um item mágico tão poderoso, Karkaroff murmurava algo sobre isso ser uma injustiça um campeão ter tantas varinhas e uma incrivelmente poderosa, mas para a surpresa de todos, Harry levanta sua perna direita e retira mais uma varinha, esta varinha estava em um compartimento em sua bota, todos encaravam o menino incrédulos ao que ele riu e falou.
-Esta e a última que eu uso diariamente –O Sr Olivaras segura a varinha em sua mão e então franze a sobrancelha.
-Estou em uma perda com esta varinha Sr Potter... Eu não sei do que ela e feita... E... Não consigo sentir seu caroço mágico... –Harry segura a varinha em sua mão e fala.
-Esta foi a minha primeira varinha que pode me ajudar a fazer magia –ele roda ela em seus dedos e fala –Não tem caroço mágico, não tem nada em especial se não valor sentimental –Sr Olivaras franze uma sobrancelha um tanto confuso até que seus olhos voam largos e ele pergunta.
-Por quantos anos o Sr teve esta varinha? –Harry sorri e fala.
-Desde os meus oito anos de idade –o velho fabricante cai em sua cadeira verdadeiramente chocado.
-O que foi? O que tem esta varinha de tão importante? –Karkaroff pergunta já irritado, o menino parecia fazer coisas impossíveis e agora estava com um segredo enorme.
-Não é uma varinha –Sr Olivaras fala atordoado, as pessoas ainda não entendiam enquanto Harry girava a varinha em sua mão –É um pedaço de madeira comum... –as pessoas ainda pareciam confusas ao qual Harry aponta a varinha para longe e fala.
-Expecto Patronum –da ponta da "varinha" sai um cervo enorme e tão brilhante que muitos tiveram que fechar os olhos por um instante –Eu acho que esta em bom funcionamento o senhor não acha, Sr Olivaras? –Harry pergunta com um sorriso inocente, mas muitos poderiam ver os olhos dele brilhando com malicia.
Foi então que todos perceberam o que tinha chocado o Sr Olivaras, aquela não era uma varinha de verdade, mas Harry poderia a fazer funcionar.
Ele poderia fazer magia sem uma varinha.
-Sim... Sr Potter... Estão todas perfeitas... –Harry guarda as varinhas em cada compartimento e fala.
-Assim termina a cerimônia, eu posso ir jantar agora? –Dumbledore estava para cabecear quando Rita fala sobre as fotos, Harry suprime um gemido e coloca o sorriso mais falso que ele tinha, a sessão de fotos parecia durar muito até que o diretor os dispensou, Harry estava para sair quando Rita fala.
-Algumas palavras para o profeta? –ela fala para os campeões, cada um deu uma frase, ela se vira para Harry e pergunta cautelosa ao que atraiu a atenção de todos –uma palavra para o profeta, Sr Potter? –Harry sorri malicioso e fala.
-Diga que Harry Potter não colocou seu nome no cálice do torneio... Ele jamais quis participar –ele sorri ao que a mulher o encara atordoada –Mas como é um contrato mágico eu participarei forçadamente, mas não pense que só porque fui forçado a participar que eu não darei meu melhor –ele encara bem os diretores e fala com um sorriso maroto –Eu farei com que este torneio seja realmente inesquecível para todos de tantas formas que o próximo que tentar me forçar a alguma coisa... Vai pensar que um dementador e um bichinho de estimação fofinho diante dos pesadelos que vou causar neles –ele solta um riso frio que faz quase todos na sala gelarem e ele então sorri e fala –Bem... Estou indo jantar –ele se vira e parte.
Os professores se encaram sem saber o que falar, eles pensavam quase a mesma coisa, forçar o menino a participar poderia não ter sido uma boa idéia.
Cedrico que tinha ouvido o menino falar algumas noites atrás fica ainda mais pálido e fala.
-Que Mer... Lin... –ele concerta rapidamente ao ver os olhares dos outros professores, embora era o mesmo sentimento ecoado por Fleur e Krum.
Harry estava descendo as escadas quando ouviu seu nome, ele se vira e sorri para a ruiva que corria para ele com um prato de comida nas mãos.
-Pensei que você estaria com fome... Collin me contou sobre a pesagem das varinhas e eu sabia que você iria querer evitar as pessoas agora –Harry abraça a ruiva apertado e fala.
-Você parece me conhecer muito bem –ele segura a mão dela e fala –Mas que tal conhecermos a cozinha? Meu pai falou muito sobre este lugar –a ruiva sorri e eles vão em direção das masmorras, mas em poucos minutos eles chegam até o retrato de uma tigela de frutas e fazem cócegas na pêra que ri e forma uma maçaneta, eles entram e logo são rodeados por elfos domésticos, Gina encarava o amigo com um sorriso, ele parecia se dar bem com os elfos, mas de repente ela viu dois elfos que ela conhecia bem.
-Dobby? Winky? –ela se lembrava de Dobby, o diretor tinha lhe falado que o pequeno elfo tinha tentado lhe avisar sobre o diário de Lúcios e tinha conseguido que o patriarca dos Malfoys libertasse o pequeno elfo, Winky era outra historia, ela tinha visto o elfo na copa mundial, ela era o elfo do Sr Crouch que tinha recebido roupas por estar na floresta onde a marca escura tinha sido suplicada, ela ouviu falar por Hermione sobre a injustiça que fizeram com o elfo, mas Gina sabia que o mundo era assim e demoraria muito mudar séculos de educações e tratamentos, a amiga dela tinha começado a pensar em uma forma de começar mudanças, mas ela precisava pensar um pouco mais sobre como agir.
-Srta Wheezy –Dobby fala felizmente enquanto Winky parecia um tanto bêbada.
-O que aconteceu com ela? –Gina se ajoelha ao qual Dobby suspira.
-Liberdade não e bom para Winky, Srta Wheezy... Winky sofre muito estando livre... –Harry se aproxima ao qual o elfo ofega –Harry Potter senhor... –ele se curva para Harry que faz uma reverencia para o elfo.
-Ela ainda não melhorou? –ele pergunta para Dobby que cabeceia tristemente –Ao final do ano eu voltarei aqui e conversarei com ambos... –ele encara bem Dobby que parecia clarear, ele se vira para Winky e sussurra algo no ouvido dela, o pequeno elfo parecia chorar e então cabeceia.
Gina encara o amigo sem entender, ele tinha um sorriso nos lábios enquanto comia calmamente, assim que ele termina, eles agradecem os elfos e começam a caminhar para o salão comunal, Gina tinha muitas perguntas na cabeça, mas foi Harry quem quebrou o silencio.
-Depois de amanhã a escola vai ficar agitada –Gina eleva uma sobrancelha e fala.
-Isso seria uma das suas premonições certeiras ou seria algo que você aprontou? –Harry finge um olhar inocente e fala em um tom chocado.
-Gina... Você acha que eu aprontaria algo? –a ruiva encara bem o menino e fala.
-Eu ficaria preocupada quando você não aprontou algo Sr Potter –ele apenas solta uma risada e ambos voltam para o salão comunal ainda rindo.
Dois dias depois as coisas pareciam mudar na escola, o profeta diário tinha chego para todos no salão principal, todos poderiam ver a foto dos campeões, os diretores e a fala de cada campeão, mas assim que todos lêem o que Harry falou, os olhos do salão principal inteira se voltam para ele.
-O que foi? Tenho algo na minha cara? –Gina ainda estava atordoada e fala.
-Como no nome de Merlin você conseguiu que Rita Skeeter de todas as pessoas escrevesse apenas as suas palavras e nada fantasioso como você chorando sobre as lembranças dos seus pais ou algo parecido? –Harry finge um olhar de pura inocência e fala.
-Eu posso ter dito uma palavrinha ou outra apenas –a ruiva só treme a cabeça e volta a comer enquanto o salão ainda encarava o moreno incrédulos.
-Eu falei que ele não colocou o nome dele no cálice –eles ouviram Cedrico falar na mesa da Lufa-Lufa – alguns amigos dele o encaravam incrédulos ao que ele continua –Sinceramente no começo eu achei que ele tinha colocado... Mas agora eu tenho certeza que ele não colocou o nome dele –ele lança um olhar para Harry que cabeceia apenas –Eu sou o campeão de Hogwarts, mas eu digo que Harry Potter esta mais preparado para ser o campeão da nossa escola –ele se senta e tenta não pensar no olhar dos alunos nele, Harry se levanta e encara o menino e fala.
-Obrigado pelas palavras Cedrico... Mas o cálice o escolheu como verdadeiro campeão e mostre para todos o porque você foi escolhido –ele lança um olhar para o menino que estufa o peito –Como eu disse... Fui chutado para dentro desse torneio sem meu consentimento, então faremos este torneio imperdível para todos –o menino cabeceia e solta um sorriso mau, todos em Hogwarts encaravam os meninos atônitos.
Cedrico nunca tinha demonstrado esta raia má antes.
E isso parecia atrair a atenção de muitas meninas no salão principal para ele.
Harry apenas coloca o braço em volta da ruiva e sorri, ele já tinha começado a diversão, os professores pareciam querer o repreender, mas ele não se importava, ele faria de tudo para deixar a marca dos marotos naquele torneio.
-POTTER –eles ouvem a voz vir das portas do salão principal, todos se viram para ver um homem encarando o menino com puro ódio.
-Sim... Professor Snape? –Harry pergunta inocentemente ao que todos os olhos do salão se viram para o professor, o cabelo dele tinha sido cortado de tal forma que ele estava quase calvo, ele mandava um olhar gélido para todos no salão e fala.
-Eu vou o ter expulso por atacar um professor, Potter –todos se viram para ver Harry, pensando que ele estaria horrorizado, mas o menino tinha o sorriso maior nos lábios e fala.
-Jura? Realmente? Você promete? –Snape parecia ter recebido uma bofetada e sai pisando firme para fora do salão bufando, o menino parecia feliz com algo e fala –acho que o corte de cabelo não melhorou a cabeça dele... Quem sabe jogar ele da torre de astronomia de cabeça... –Nisso professora Mcgonagall se aproxima e fala.
-Podemos ter uma conversa... Sr Potter? –Harry se levanta calmamente, mas antes beija a mão de Gina.
-Verei você mais tarde Milady –ele se vira e acompanha a professora para fora do salão, mas lá no corredor estava professor Dumbledore os esperando.
-Sigam-me –Harry estava para protestar quando ele vê o olhar de Minerva e resolve seguir, eles caminham em silencio para o escritório do diretor, assim que ele se senta, ele se vira para Harry e fala –Eu gostaria de perguntar o motivo que você amaldiçoou o professor Snape daquela forma... –Harry parecia assoviar como se não ouvisse, mas quando o diretor estava para gritar, Harry o encara bem e fala.
-Ele lhe contou o que aconteceu? –o diretor encara o menino e fala.
-Ele disse que você o atacou sem provocação... –Harry parecia tocar a varinha na cabeça e fala.
-Ele despreocupadamente deixou um duelo ocorrer na frente da porta dele, ele estava novamente protegendo aquele projeto de furão que ele chama de aluno favorito e quase arriscou a vida de Hermione –vendo os olhares dos professores e fala –Ela recebeu um feitiço Densaugeo que atingiu os dentes dela que se eu não tivesse intervindo teria perfurado o coração dela e qual a única reação dele foi falar que não estava vendo mudanças alguma nela –os olhos de Mcgonagall se viram rapidamente para o diretor e fala.
-Ele não lhe contou isso não e? –o diretor tinha ido mais pálido e negou com a cabeça, Harry se levanta e fala.
-Antes de vir me acusar de algo, investigue um pouco mais sobre o que aconteceu... Quem sabe vocês não achem a verdade antes de jogar outro inocente em uma cela em Azkaban por quererem terminar as coisas rápido demais –O diretor parecia ter sido perfurado no intestino, mas ele logo fala.
-Eu peço para que você não amaldiçoe os professores mais Sr Potter –Harry se vira rapidamente para o diretor e fala.
-Eu só tenho problemas com um professor sobre isso... Ao qual eu nem o considero um professor de verdade já que ele não tem nem meu respeito e muito menos minha confiança... Não se engane diretor, eu não tenho nada para tolerar aquele homem e para mim a existência dele terminou no momento em que aceitou aquela marca no braço dele –ele encara o diretor fixamente que desvia o olhar –Eu não atirarei o primeiro feitiço... Mas eu garanto que eu não serei o caído no chão no final da batalha –ele parecia encarar um lado do escritório e fala –Esta foi a ultima advertência Snape... Na próxima vez não vai ser humilhação... Vai ser estadia estendida na enfermaria –ele sai sem deixar ninguém falar, Minerva encara onde o menino olhou e vê um professor de poções, antes muito temido por todos na escola, caído no chão olhando para a porta com uma expressão de horror na face.
O menino cumpriria a sua promessa.
HOMENAGEM:
Este capitulo vai especialmente para uma grande autora... A doce Shofis Potter... Ela tem um talento maravilhoso e escreve fics H/G rsrsrs
Espero que vocês vejam as fics dela no link:
.net/u/1010478/Shofis_Potter
Espero que você goste do capitulo linda, até qualquer hora...rs
