Esse capítulo é totalmente InuXKag! Mas enfim, amanhã começam as provas, então se eu me atrasar... Estou viva! Menos se eu me atrasar dois dias, chamem a S.W.A.T. por que a escritora de vocês morreu. Y.Y Mas enfim, chega de drama: para vocês, um outro capítulo, com os personagens da Rumiko e a personalidade da Kagome inventada por mim!

Depois que Inuyasha se secou, nós saímos da MTV. Eu me sentia bem melhor. Afinal, consegui enganar a todos fingindo que eu estava bem. Mas por outro lado, eu me sentia mal. Mal pelo que estava acontecendo com a minha família, se é que eu podia chamá-los assim. Justo quando eu estava começando a me dar bem com a minha mãe, ela vai dar uma de mãe responsável?

- Você ainda não ficou bem, ficou? – perguntou Inuyasha quando estávamos saindo da MTV.

- Estou melhor. – falei e não era mentira.

- Mas não curada. – ele disse. Não foi uma pergunta, mas eu respondi mesmo assim.

- Eu nunca estou curada, Inuyasha. – falei e entrei no carro.

- Você sempre pareceu muito feliz para mim. – ele disse dando a partida – Do seu jeito, mas bem feliz.

- Compartilhe a alegria, guarde a tristeza. – falei e dei um sorriso falso para ele – Ninguém gosta de mulheres que ficam se lamentando por tudo e todos.

- E você liga para isso? – ele perguntou franzindo a testa.

- É um jeito de ver a situação. – declarei me desviando da sua pergunta.

- Você não respondeu a minha pergunta. – ele notou.

- Não estou a fim de responder. – falei dando de ombros.

- Mas eu estou a fim de ouvir a sua resposta. – ele disse parando no sinal vermelho.

- Mas eu não vou responder. – falei começando a me irritar – Fique com a sua curiosidade.

- Acontece que eu sou muito curioso. – ele disse rindo.

- Percebe-se. – falei começando a bater o pé.

- Você está chateada? – perguntou ele.

- Não, gosto de ficar batendo o pé. – ele pareceu acreditar, então eu acrescentei – Mas é lógico que eu estou chateada, seu idiota!

- Hey, por que você ficou irritada? – ele me perguntou acelerando quando o sinal abriu.

- Por que eu, caso você não tenha percebido, estou num mau dia e suas perguntas me irritam. – falei cruzando os braços.

- Você não parecia se importar quando o Kouga lhe fazia perguntas. – ele me disse apertando mais o volante.

- O Kouga é o Kouga, ele é diferente de você, Inuyasha. – falei virando o rosto para ele – E não se atreva a falar mal dele, ele é meu amigo e eu não vou deixar você insultá-lo na minha frente! – eu estava quase gritando.

- Você está de TPM? – perguntou ele.

- EU NÃO TENHO TPM! – gritei.

- Você está vermelha. – ele me informou.

- Por que será? – perguntei ironicamente.

- Kagome, não fique assim, eu só queria que você ficasse legal. – ele disse.

- Como? – perguntei.

- Te distraindo dos seus problemas maiores. – ele me informou e eu rosnei.

- Boa maneira essa de quase se matar. – falei respirando fundo.

- Não fique tão zangada. – ele me pediu.

- Pare de falar, então. – retruquei.

- Nossa, até parece que você me odeia. – ele parou em outro sinal vermelho.

- Te odeio mesmo! – Por me fazer te amar, pensei, mas não disse isso em voz alta.

- Então por que me chamou? – agora ele gritou e eu saí de mim.

- Para que você não ficasse fazendo o papel de corno idiota com aquela v*******a! – gritei e depois tapei a minha boca – Eu sou péssima em esconder coisas. – gemi.

- A Kikyou está me traindo? – ele perguntou em choque.

- Até parece que você nem imaginava isso. – falei com a minha cara de "Por favor, larga de ser idiota!".

- Ela pode ser do jeito dela, mas ela jamais me trairia. – ele fincou pé e acelerou.

- Está bem, Inuyasha. – suspirei – Acredite no que quiser. Pode me deixar aqui.

- Mas ainda falta uma quadra! – ele ficou espantado.

- Andar é bom para a saúde. – falei olhando para fora da janela.

- Você não sabe o caminho. – ele insistiu.

- Eu pergunto no caminho. – eu disse teimosa.

- Por favor, deixe que eu te leve. – ele insistiu – Eu prometo: não vou mais te chatear.

- Nunca? – perguntei esperançosa virando para ele.

- Até o fim do dia. – ele riu.

- Sem graça. – falei me afundando no banco do carona.

- Posso fazer só uma pergunta? – ele pediu.

- Está bem. – concordei de mal-grado.

- Por que você está com o Kouga? – ele perguntou.

Virei para ele sem entender. Ele ergueu as sobrancelhas. Na verdade, isso nunca me ocorreu realmente, mas era verdade. De uma forma ou de outra, eu estava com o Kouga. Por quê? Bem, por que ele é legal e beija bem. Ok, agora eu pensei feito a Kikyou. Balancei a cabeça para afastar o meu momento p*******e.

- Não estamos juntos oficialmente. – me desviei da sua pergunta.

- Você não me respondeu. – ele falou.

- Eu disse que você podia perguntar, não que eu iria responder. – falei piscando para ele.

- Ah, obrigado. – ele ironizou.

- De nada, sei que sou incrível. – ironizei ainda mais – Agora dirija calado. – pedi.

- Sabe, te deixar na estrada agora me parece uma coisa bem atraente. – ele disse nervoso.

- Ótimo, pode deixar, eu ligo para o Kouga e ele vem me buscar. – ele arregalou os olhos.

- Não! – ele quase gritou – Eu só estava nervoso! – ele disse ainda alto – Me perdoe, Kagome, eu não deveria ter feito essa grosseria, por favor, me perdoe. – ele falou extremamente formal.

- Não sei por que faz questão da minha companhia. – resmunguei sem pensar – Ninguém gosta de mim mesmo.

- Mas e a Sango, o Sesshoumaru e o Kouga? – ele perguntou.

- Não conta, eles gostam de torta. – falei convencida e ele riu alto.

- E o que é que tem gostar de torta? – ele perguntou – Eu gosto de torta.

- Pessoas que gostam de torta tem tendência a gostar de mim. - pensei alto – Só pode, por que né...

- Você é hilária, Kagome. – ele riu.

- Está me achando com cara de palhaça? – perguntei – Cala a boca, Inuyasha!

- Está bem. – ele disse e eu o fitei – Não falo mais. – ele fingiu trancar a boca.

Suspirei e revirei os olhos. Ficar com Inuyasha era legal também, mas eu ainda preferia ficar com o Kouga. Com o Kouga eu não sentia essa extrema necessidade de agradá-lo. Era como se as outras pessoas não importassem, só ele merecesse a minha preocupação.

- Coração idiota, filho de uma p**a! – exclamei sem pensar.

- O que houve? – Inuyasha perguntou ao meu lado.

- Dirija mais e pergunte menos. – ordenei.

- Está bem, madame Higurashi. – ele disse e eu tranquei os dentes.

- O quê? – ele revirou os olhos – Vai dizer que não ouve isso o tempo todo?

- Não ouço. – falei sinceramente – Não sou como você, eu faço as minhas próprias coisas. – cruzei os braços.

- Nossa. – ele disse olhando para frente.

- A gente já chegou? – resolvi dar uma de o burrinho do Shrek.

- Não. – ele sorriu.

- A gente já chegou? – perguntei de novo.

- Não. – ele parou de sorrir.

- A gente já chegou? – perguntei sorrindo perversamente.

- Está bem, eu calo a minha boca! – ele gritou.

- Você é pavio curto que nem eu. – eu disse mais para mim mesma e ri.

- Concordo. – ele riu e eu me virei para ele zangada.

Ele fingiu trancar a boca novamente, mas dessa vez com um sorriso torto que me tirou o fôlego. P***a de coração idiota! Olhei para a janela e vi que já estávamos quase perto. Olhei para o indicador de velocidade. 100 km/h! E ele não parecia fazer esforço nenhum para dirigir. Enquanto eu olhava para ele, ele se virou para mim e sorriu. Não pude evitar sorrir de canto de volta para ele.

- Chegamos. – ele falou depois de alguns minutos.

- Obrigada, Inuyasha. – falei – Foi até um pouco legal.

- De nada. – ele sorriu – Eu me diverti muito.

Duas buzinadas impacientes atraíram a minha atenção. Souta estava atrás de nós extremamente irritado. Abri um sorriso enorme ao vê-lo.

- Tchau, Inuyasha! – gritei ao sair correndo do carro para ir ao encontro de Souta – Souta! – gritei ao entrar no carro dele.

- Quem é o idiota louro? – ele perguntou mal-humorado.

- Namorado da Kikyou. – informei e ele ficou ainda mais mal-humorado.

- Não gosto da Kikyou. – ele declarou e eu ri alto.

- Eu amo ficar com você, sabia? – perguntei e ele fez uma careta – Algo errado?

- Vou partir amanhã de manhã, Kagome. – ele me informou e eu senti um aperto no coração.

- Mas por quê? – perguntei incapaz de absorver o que ele disse.

- A empresa para qual eu trabalho vai abrir uma filial em outro país e me chamaram. – ele disse.

- Fique aqui, Souta, por favor! – pedi quase chorando.

- Não dá, Kagome. – ele me disse triste – Se eu for, vou realizar o meu sonho! – ele me disse – Vou exercer a profissão que eu sempre quis!

- Mas Kouga... – pedi soluçando – Você não pode me deixar.

- Tenho que ir. – ele disse – Isso é importante para mim, Kagome, entenda!

- Entendi. – falei chorando – Só achei que eu fosse mais importante para você do que esse seu emprego.

- Ah, não! – ele gritou – Chantagem emocional para cima de mim? – ele começou a sussurrar – Eu já não aguento mais esse clima nessa casa, Kagome! Todos agem como se não se conhecessem! Eu não quero ficar aqui, não com os nossos pais.

- Está bem. – falei saindo para a chuva que agora caía.

- O que você vai fazer? – ele perguntou abrindo a janela do carro.

- Abrir o portão. – anunciei numa voz sem emoção.

Após chamar nosso mordomo e ele abrir o portão, entrei pela frente do carro de Inuyasha correndo e chorando. Não queria que ele me visse assim, mas não consegui me aguentar. Corri para o meu quarto sem esperar Souta e abri a porta do banheiro. Franzi a testa para a banheira por um segundo e depois abri a torneira e deixei que a água quente a enchesse completamente e depois me joguei nela de roupa e tudo, submergindo completamente.

Eu podia ver meus cabelos negros flutuando a minha volta e sentir um aperto nos pulmões que clamavam por mais ar. Por um segundo, pensei em me afogar. Seria fácil, só algumas pessoas notariam, seria dada como suicídio e talvez assim a minha mãe começasse a dar valor para a família. Mas eu não podia fazer isso.

Tem gente muito pior do que eu. Crianças com câncer, morrendo aos poucos, pobres que não tinham nem aonde dormir... Fui arrancada dos meus devaneios e da banheira por um par de braços fortes. Por alguns segundos, só consegui tossir e fechar e abrir os olhos. Finalmente, reconheci Inuyasha parado olhando com terror para mim.

- Por favor, me diga que não estava pensando em se afogar! – ele me pediu.

- Não devo mentir. – solucei e ele me abraçou.

x-X-x

Acordei extremamente confortável e vi que eu estava na minha cama. Raciocine, Kagome, como você foi parar aí? Perguntou a voz já conhecida na minha mente. Bem, ontem eu fui a MTV, voltei com o Inuyasha de lá e... Inuyasha... A voz sussurrou. De repente, tudo se encaixou. Eu havia chorado horas a fio abraçada a Inuyasha e depois o convenci que já era bastante tarde.

"– Tem certeza de que não vai tentar se afogar novamente? – Inuyasha me perguntava.

- Tenho. – afirmei – Pode ir.

- Tome cuidado. – ele pediu.

- Está bem. – concordei.

- Me prometa que vai tomar cuidado até que nós nos vejamos novamente. – ele pediu.

- Eu prometo tomar cuidado até te ver novamente após você ter saído da minha rua. – prometi.

- Se cuida. – ele reforçou o pedido, me deu um beijo na testa e saiu com um último olhar preocupado para mim."

Olhei para o relógio preocupada e depois suspirei de alívio. Ainda faltavam uma hora e meia para eu estar oficialmente atrasada. Levantei e peguei o meu sapato "Fuck You" e meu casaco. Olhei para fora para ver se ia precisar dele. Sim. Peguei uma blusa xadrez e uma calça escura e minhas peças íntimas. Depois disso, fui até o banheiro para tomar uma ducha.

Vislumbrei-me pelo espelho e tremi. Eu parecia uma emo que tentara mesmo se afogar. Sacudi a cabeça e fui tomar meu banho, jogando as coisas em cima da tampa da privada. Tomei uma ducha quente e depois me sequei. Vesti-me, calcei meus sapatos após ir buscar as minhas meias e me olhei no espelho para saber se precisava de maquiagem.

Gostei do que vi. Ainda sobrava lápis de olho e meu rosto estava corado. Eu havia dormido bastante, então não tinha olheiras nem uma aparência de zumbi. Parecia até saudável. Dei meu sorriso sarcástico e a antiga Kagome voltara. Eu realmente estava melhor. Acho que eu só precisava mesmo chorar, desabafar. Mas por que com o Inuyasha?

Agora ele sabia que eu não era inatingível. Agora ele ia ficar igual ao Sesshoumaru, cuidando de mim. Pensei nisso por um tempo e percebi que eu não me importaria muito. Não se fosse ele. Sorri comigo mesma e desci as escadas. Comi algumas torradas e um suco de laranja. Não estava a fim de ficar inventando hoje. Peguei a minha bolsa, um relógio e fui esperar Kouga fora de casa.

Vi um carro prateado chegando e estreitei os olhos. Aquele não era o Kouga. Mas o que o Inuyasha veio fazer aqui hoje? Ele parou na frente da minha casa e abaixou o vidro parecendo preocupado. Quando ele me viu sorriu e a preocupação deixou seu rosto.

- O que você veio fazer aqui? – perguntei.

- Vim buscar você. – ele falou revirando os olhos.

- Já tenho carona, obrigada. – falei olhando para a rua e depois para o relógio de pulso.

- Ele não vai aparecer. – ele me falou com convicção.

- Como você sabe? – perguntei e ele franziu os lábios.

- Inuyasha Taisho. – falei em tom de advertência.

- Tudo bem! – ele se rendeu – Eu briguei com ele para vir te buscar hoje.

- Que idiotice! – falei colocando as mãos na cintura.

- Eu ganhei, entra aí vai. – ele disse.

- Como vocês brigaram? – perguntei entrando com ar de desaprovação.

- Bem, eu disse a ele que eu deveria buscá-la hoje, pois você estava mal. – ele foi direto.

- VOCÊ É IMBECIL, INUYASHA? – gritei dando socos nele – VOCÊ NÃO PODIA CONTAR ISSO PARA NINGUÉM!

- Calma! – ele me pediu fazendo uma careta.

- Calma o c*****o! – continuei a bater nele.

- Ele é o seu namorado, ele deveria saber. – ele disse ainda fazendo uma careta – Além do que ele prometeu segredo.

- Ele não é meu namorado! – gritei e parei de bater nele – E se fosse aí que não deveria saber mesmo!

- Mas por quê? – ele perguntou.

- Os verdadeiros sabem. – murmurei.

Ele pareceu saber que eu não ia dizer mais nada, então acelerou. Em poucos minutos estávamos na escola. Inuyasha dirige feito um louco, mas dirige bem. Recostei-me na porta do seu carro, colocando uma mão na barriga e uma cobrindo os olhos. Acho que vou vomitar.

- Está tudo bem com você? – ele perguntou.

- Não. – respondi com o estômago dando voltas desagradáveis.

- O que houve? – ele perguntou colocando uma mão na minha bochecha. Senti meu coração disparar.

- Você dirige feito um louco! – gritei nervosa e saí dali pisando forte.

- Kagome! – chamou ele rindo.

- Vá se f***r, Inuyasha! – gritei virando para ele por um instante.

- Calma, desse jeito você me deixa surda! – disse Sango ao meu lado.

- Sango! – cantarolei e ela sorriu.

- Vejo que está melhor. – ela observou.

- É. – falei abraçando-a de lado e continuando a andar.

- Olá, meninas. – disse Sesshoumaru chegando.

- Olá, menino. – falei.

- Eu não sou um menino! – ele exclamou indignado.

- Se nós somos meninas, você é um menino também. – falei.

- Olá, garotas. – ele consertou.

- Olá, Sesshoumaru. – falamos juntas e paramos de andar.

- Vi você ontem na MTV. – falou Sesshoumaru sentando num banco.

- Gostou da música? – perguntei sentando ao lado dele.

- Amei! – ele disse sinceramente enquanto Sango se sentava ao meu lado.

- Ficou uma b***a, eu sei. – franzi a testa.

- Não ficou! – Sango discordou – Eu também amei!

- Sabia que tem uma página sua no Facebook? – perguntou Sesshoumaru.

- O quê? – perguntei assustada.

- É isso mesmo. – ele sorriu mais – Na verdade, nós fizemos.

- Com qual foto? – perguntei.

- Daquela que você está no passeio da escola para aquele lugar onde nevava... – ele parou para pensar – Esqueci o nome.

- Eu lembro que era no Chile. – disse Sango.

- Seria aquele passeio que fizemos ano passado para o Termas de Chillan para ver a neve? – perguntei.

- Isso! – ele disse – Você está na frente de uma casa de madeira que tem a frente coberta de neve, se eu não me engano. – ele coçou o queixo.

- Provavelmente deve ser isso mesmo. – falei dando de ombros.

- Você só tem aquela foto desde então. – Sango observou.

- Eu não gosto de fotos. – falei – E vocês bem que sabem. – ergui as sobrancelhas.

- Sabemos, claro. – Sango revirou os olhos.

- Ao contrário teria um book delas. – Sesshoumaru observou.

- Coisa de patricinha. – falei e tremi – Sango! – gritei pulando do banco – Eu sou um gênio!

- O quê? – perguntou Sango.

- Tive uma ideia para um plano para separar a Kikyou do Inuyasha. – sussurrei em seu ouvido – Vem comigo! – a puxei – Até mais, Sesshoumaru! – gritei por cima do ombro.

- Qual é o seu plano? – ela perguntou quando entramos na escola.

- Vamos tirar fotos da Kikyou com o Naraku e fazer uma pequena chantagem. – sorri perversamente – Se ela não terminar com o Inuyasha, nós vamos postar as fotos no book de alunos da escola com um letreiro bem visível em baixo, com o nome "P**a". – sugeri me sentindo orgulhosa de mim mesma.

- Ótimo plano! – ela disse surpresa e eu sorri.

- Bonito. – disse alguém batendo palmas atrás de mim e eu senti o meu coração gelar.

- Naraku. – falei vendo o moreno parado atrás de nós.

- Kagome. – ele sorriu perversamente – Eu quero falar com você. Em particular.

- Sango é minha melhor amiga, ela pode saber de tudo. – falei.

- Tudo bem, então eu vou falar com a Kikyou... – ele virou.

- Naraku, espera! – chamou Sango – Boa sorte, Kagome.

Respirei fundo enquanto Naraku se aproximava de mim. Ele sorriu perversamente e pôs a mão na minha bochecha. Dei um tapa na sua mão.

- Vamos negociar. – ele propôs – Se você fizer isso, a Kikyou vai ficar com fama de "rodada".

- Ela é "rodada". – falei sinceramente.

- Mas eu não quero uma namorada com uma reputação ruim. – ele falou.

- Saísse com uma garota decente. – falei revirando os olhos.

- O problema é que não se tem tantas garotas decentes e bonitas como você. – ele disse.

- Decente eu até entendo, mas bonita pegou pesado. – falei rindo.

- Olha, eu poderia não contar isso para a Kikyou, mas eu ia querer algo. – ele disse.

- Diga. – falei após um suspiro.

- Quero um beijo seu. – ele disse se inclinando na minha direção.

- Você enlouqueceu? – perguntei empurrando-o.

- Vamos dizer, Kagome, que você é a garota mais interessante daqui. – ele sorriu – Você sabe bem como enlouquecer alguém. – ele deu alguns passos na minha direção e eu percebi que estava contra a parede.

- Fique longe de mim. – ordenei raivosa.

- É só um beijo, o que é que tem de mais? – ele perguntou.

- Não sou como a p**a da Kikyou que fica beijando qualquer um! – gritei indignada.

- Eu não sou qualquer um. – ele disse se fingindo magoado.

- Então é verdade. – disse uma terceira voz que eu conhecia bem.

Respostas às reviews (Kagome responde em negrito!).

Kah:

Meu apelido, não discuta. Meu e pronto. E nem pense no meu Sesshy. Meu, só meu e pronto. Ah, obrigada! Eu sei que eu sou muito linda e seduzenty. Rawr. Sai daqui, sua sem noção. Gostou? Se não, se f**a também, a Priy Taisho amou. U.u Ela sempre ama. Eu mereço. Vocês inflaram o ego dela tanto que ela está até parecendo mais gorda. Boa sorte p***a nenhuma, eles que venham reclamar para eles verem. Haha! Beijos p***a nenhuma, beijos é coisa da Kikyou. Um abraço aê manola. Beijos!

Priy Taisho:

Eu não disse? Ela sempre ama. Então vamos juntar nossas famílias e despachar todo mundo para um manicômio urgentemente. E eles são MEUS. MEUS E MEUS. TODOS ELES. O INUYASHA, O SESSHOUMARU, A SANGO, O MIROKU, O SOUTA E O KOUGA. MEUS, MEUS E MEUS! Dominei geral aqui, Ellen nem tem mais moral nessa p***a! Um abraço. Beijos! Sai daqui, Ellen. ~le empurra~

Thali-chan:

Haha, oi! Ela dominou o Word de novo! Logo agora que eu estava começando a dominar a p***a aqui. Fiquei com raiva. Se empolgue mesmo, amo review longa! Amo nada. Essas leitoras chatas? Não amo nenhuma. Nenhuma. Mentirosa. Cala a boca se não elas vão saber da verdade. Ele é tenso, fico com medo dele às vezes... Medo o c*****o! Ele que venha, ele vai ver só! Dou bem um chute no ponto fraco dele! Menina ridícula, ela! Amo falar, dominei o Word aqui agora! Haha, o Sesshy é meu, meu papai! Esfreguei mesmo, para ver se ele tem pelo menos um pouco de noção. Embora essa seja uma tentativa em vão. É triste, mas aquele dali é retardado, só pode. É, e isso não é legal. O amor não é como nos contos de fada nem é como nessas fics que vocês vêem por aí, o amor é cruel e ele machuca mais do que dá alegria. Estava bem na minha sem me apaixonar, preferia ficar assim. É isso aí! Você também viu que ela é uma v***a! Eu sei! Minha mãe quase me mata, mas eu amei! Faz mesmo, ninguém manda na gente não. Ele é meu Kouga. *-*

Flor do Deserto:

Há, pode ir saindo. Essa ousada não me deixou nem dar tchau na review da Thali, vê se pode? Haha, parece até uma eu da vida, esquecendo tudo! Nesse exato momento, estou com a impressão de que já respondi esses reviews... EU QUE COMPUS, EU QUE COMPUS! A Kagome é rebelde, a mãe dela também nem deixou. Não, ele continua sendo só meu. Haha, não tem nada que agradecer nem nada! Eu e a Kagome amamos sua fic! Sou f****a lá, meus poderes são lindos. U.u Eu posso. E ela é muito certinha... Ok, acabou seu tempo, o review tem meu nome, pode sair daqui. Eu tenho uma política de não falar palavrões no FF. Haha, amei a dos chifres! Eu ia expulsar ela, mas eu concordo! Até! Até!

Duda:

Eu nem acreditei, ele era tão certinho! Eu fiquei chocada.

Victória C.

O legal é que você agora pode vir logada! Eu não disse? Ah, calem a boca, as duas. Haha, eu sou f**a! Já tentei ser compositora, não deu muito certo! Beijos! Até!

Leiam Fury In The Snow, eu amo, vocês não se arrependerão. Tá, tchau, Kagome. Digam-me se gostaram do novo capítulo! E leiam essa fic mesmo, ela é f**a! Enfim, beijos e até mais!