Vamos acompanhar mais um capítulo? Cenas hot vindo por aí!
Capítulo 9
Isabella acordou quando a caminhonete fez uma parada. Ela manteve os olhos fechados, desejando que eles ainda estivessem dirigindo de modo que ela não teria que se mover. Ela sentiu uma mão correr por cima de sua cabeça, no pescoço dela e suavemente a empurrando até que seus olhos se abriram.
— Hey. — Edward sussurrou. Ele esfregou a mão suavemente sobre suas costas e ela ficou por um segundo a mais saboreando a aspereza da ponta dos dedos no tecido translúcido de sua blusa. As duas texturas causaram um atrito e sentimentos incríveis.
— Desculpe a acordar, mas você está em casa. — Isabella gemeu quando ela se levantou, fazendo a mão Edward de cair para o lado. — Eu não posso acreditar que eu dormi o caminho todo. Desculpe, eu não sou muito boa parceira de viagem. — Ela bocejou e se abaixou para pegar suas botas, nem mesmo se preocupando em calçá-las.
— Não se preocupe com isso. Venha, vamos levá-la para a cama, pau- d'água.
— Oh, o que, vá se foder. Eu não bebi tanto assim.
Edward ergueu as sobrancelhas tentando saber o significava "muito".
Isabella franziu a testa. — Sim, você está certo.
Edward apenas riu e saiu da caminhonete andando para abrir a porta para ela.
Ela pulou para fora e caminhou até a porta da frente vasculhando em sua bolsa procurando suas chaves quando Edward chegou ao lado dela. — Droga.
— O que?
— Acho que deixei meu telefone no porta-copo em sua caminhonete. Eu não vejo isso na minha bolsa. — disse ela, abrindo a porta.
— Eu vou verificar.
Edward virou-se e correu de volta para a caminhonete e Isabella empurrou a porta. O ar quente dentro da casa bateu em seu corpo frio, quando ela entrou. Ela deixou cair sua bolsa e botas ao lado porta e foi direto para seu quarto. Ela queria tirar suas roupas e seus suores para que ela pudesse se enrolar na cama e desmaiar. Por alguma razão desconhecida, viagens de carro a deixavam exausta, aparentemente, até mesmo se ela dormisse todo o maldito tempo.
Isabella tirou as calças de brim, saindo delas e chutando para o lado quando ouviu a porta da frente ser fechada. — Sirva-se do quiser. — ela gritou para Edward. — Eu já vou até aí. — Ela desabotoou a blusa deixando-a cair no chão e suspirou quando sentiu o mais leve traço de toques sobre suas costas.
Ela congelou deixando cada nervo em fogo quando os dedos de Edward traçaram as linhas de sua tatuagem. A suavidade de seu toque era tão leve, tão cuidadoso, era como se ela estivesse sentindo a pressão de luz de uma agulha de tinta pressionando em sua pele. Era como se ele fosse tatuar seu corpo mais uma vez com a ponta de seu dedo, e o sentimento era viciante. Ela queria mais, e ela queria sentir isso em todos os lugares.
Seus lábios desceram, se fechando em seu ombro, pressionando beijos leves em sua pele agora aquecida. Sua mão foi gentilmente descendo o braço, agora seguindo as instruções das tatuagens escorrendo do ombro até o cotovelo, enviando arrepios em cascata em todas as direções. Seu corpo estava pressionado contra as costas dela e ela podia sentir seu peito nu quente contra ela.
Foi difícil e convidativo e ela saudou a sensação de seu peso esmagado contra dela, e do seu estômago em suas costas. Seus lábios, lentamente, encontraram o seu pescoço, acariciando até chegar lá, beijando e lambendo sua pele macia ao longo do caminho. Isabella inclinou a cabeça para o lado, para que ele descansasse em seu ombro. Ele correu as duas mãos para baixo os braços parando quando ele fazia cócegas nas palmas das mãos, e então ele entrelaçou os dedos com os dela, continuando a causar chamas em sua pele. A maneira como ele a tocou foi tão sincera que fez sentir uma dor no coração como se estivesse quebrando em mil pedaços, ao mesmo tempo colando tudo novamente.
Ela apertou-lhe as mãos virando a cabeça um pouco mais para o lado. Ele levantou a cabeça do pescoço e os olhos intoxicados nos dela. Eles estavam inundados com a necessidade primitiva, de fome intensa, necessidade essa que a aterrorizava.
Edward baixou uma das mãos de Isabella e girou em torno dela, puxando o corpo dela contra o seu. — Eu estava morrendo de vontade de tocar você o dia todo. — ele sussurrou, arrastando um dedo por sua espinha. O toque era tão leve, a sensação quase insuportável.
Quando chegou a alça do sutiã, ele desabotoou em um simples toque. Ele lentamente empurrou as alças pelos ombros, como se estivesse saboreando cada centímetro quando ele caiu pelos braços, antes de deixá-lo cair no chão.
— Eu vou te beijar agora, ok? — Sua voz era calma e baixa, como se ele não soubesse qual a resposta que iria obter.
Isabella apenas assentiu como uma idiota. Ele a tinha em um transe.
Suas mãos e seus olhos a trancaram em uma intimidade que a deixou petrificada, mas ainda assim ela o queria mais do que ela já quis alguma coisa. Ela o queria, mais do que ela jamais quis alguém.
— Você tem certeza? — Ele perguntou cuidadosamente, seus lábios apenas um sopro de distância de se conectar ao dela.
Por que ele estava perguntando se ela tinha certeza? Ele nunca pediu sua permissão antes. Mas, mesmo quando a questão passou por sua mente, ela tinha a resposta. Isto era diferente, ele sabia e ela sabia disso.
Parecia diferente.
Ele permaneceu imóvel, a boca pairando sobre a dela, seus dedos massageando os nós dos dedos suavemente quando ele manteve uma pressão em sua mão. Ele segurou seu queixo e segurou a cabeça firmemente quando ele levantou seu olhar para os olhos dela.
— Isabella? — ele perguntou, com os olhos formando nuvens como uma tempestade mortal alcançando o horizonte.
Vendo-o tão gentil com ela, tão preocupado, era quase demais para suportar, mas independentemente disso, ela só tinha este homem por mais alguns dias, e ela não iria desperdiçar os toques suaves e olhares íntimos. Não, ela estava querendo apenas sentir; assim como ele disse para ela no Dia dos Namorados.
Apenas sinta, e agora ela só queria senti-lo contra ela, sobre ela, dentro dela, tudo isso.
— Eu tenho certeza. — disse ela, e antes da palavra terminar de soar entre eles, ele a beijou.
Seus lábios eram macios e fácil, como nenhum beijo que ela já havia compartilhado com ele. Ele era poderoso , avassalador , possessivo. Sua boca se moveu sobre a dela com um propósito, lenta e cuidadosamente gotejando tudo o que tinha dentro dela, como se estivesse dando a ela um pedaço dele, e ela de bom grado aceitou.
Suas mãos arrastaram até seu peito nu e enroscou em torno do seu pescoço.
Ele gemeu em sua boca quando ela apertou as unhas em sua carne, trazendo-o para mais perto dela.
Edward passou os braços em volta da cintura e levantou os pés do chão, levando-a para sua cama. Ele lentamente baixou, jamais tirando sua boca da dela.
Quando ele finalmente puxou seus lábios para longe, viu-o enquanto ele se inclinou sobre ela, puxando sua calcinha de rendas por suas pernas, e ao longo de seus tornozelos, soltando-as para o chão com o resto de sua roupa.
Ela inclinou-se sobre os cotovelos para que ela pudesse ver o comprimento dele , quando ele se levantou e tirou as calça jeans e as cuecas boxers.
— Deus, você é perfeita. — disse ele, avançando os olhos para cima de seu corpo.
Ela poderia definitivamente dizer a mesma coisa sobre ele.
Sem dizer uma palavra, Edward cuidadosamente colocou um preservativo e subiu na cama, pairando entre suas pernas.
Ela precisava de sua boca na dela, ela precisava prová-lo, se perder em seu toque, porque se perder em seu olhar seria muito perigoso. Ela pressionou seus lábios nos dele e esperou ele retribuir. Levou um simples piscar de olhos, mas então ele a beijou. Ele beijou-a como se fosse a primeira vez, com fome e apaixonado, despejando nada, exceto um desejo cru. Mas ele também beijou com tanta saudade que sentia como se fosse a última vez, intenso e desesperado.
Todas as emoções conflitantes foram batendo contra o coração já conturbado de Isabella, criando hematomas para depois curá-la, apenas para repetir a tortura novamente, e ela não sabia se podia lidar com isso.
Era como se Edward lesse sua mente, era como se ele soubesse, exatamente, o que ela precisava para enterrar os pensamentos, para afogar os sentimentos que estavam rastejando seu caminho para a superfície. Ele enfiou a mão por baixo dela e rolou de costas puxando-a para cima dele. Sua ereção estava contra a sua bunda e Edward agarrou seus quadris, levantando-a e rolando-a de volta até que ela o sentiu debaixo dela. Ela abaixou-se lentamente, sentindo centímetro por centímetro delicioso dele quando ele encheu seu corpo, esticando-a em torno dele.
— Deus, baby. — disse ele, cavando seus dedos em suas coxas enquanto ela afundava todo o caminho em cima dele. — Venha aqui. — Ele emaranhou os dedos em seu cabelo e puxando-a para baixo em cima dele. O peito dela caiu em cima dele, cada parte de seu corpo em contato com ele. Ela balançou lentamente deixando deslizar o comprimento quase completamente fora dela antes que ela revirasse os quadris para frente, engolindo-o profundamente dentro dela. Seus lábios esmagaram os dela, seus dentes beliscando seu lábio inferior e sua língua passando através dela suavemente. Suas mãos percorriam sua cintura, costas, seios e todo o resto do seu corpo. Ele a estava explorando com tanta ternura que fez a pele formigar com picadas e disparos de prazer que irradiavam para fora de seu corpo, acumulando onde os corpos estavam mais conectados.
Em um movimento tão rápido que ela não conseguiu registrar, Edward puxou seu corpo debaixo do dele. Ele ainda estava dentro dela e seu corpo assumiu o balanço.
Isabella enganchou os pés em torno de suas panturrilhas, para que ela pudesse mexer seus quadris e responder a cada impulso dele.
Seu grande corpo estava a pressionando contra o colchão enquanto seus lábios continuaram movendo contra os dela deixando-a tonta enquanto ela lutava para puxar o ar em seus pulmões, mas sendo tão consumida por Edward que ela ficou sem fôlego, era uma sensação que a surpreendeu completamente.
Quando seus quadris se moviam lentamente em círculos, um prazer e um formigamento começou a construir e construir entre suas coxas. Edward parecia notar seu corpo acelerado e tremendo e ele lentamente começou a pegar sua velocidade, mas ele permaneceu completamente suave. Cada impulso mandou mais até que ela não podia segurar. E então ela soltou. Ela soltou sua mente e seu corpo e ela sentiu, e foi incrível.
Os lábios perfeitos de Edward suavemente acariciaram sua boca quando um espasmo delicioso percorreu seu núcleo. Ela gemeu em sua boca causando um gemido sexy em resposta ao sentir o prazer de Edward bombeando para ela.
Ele acalmou dentro dela e plantou beijos leves suaves nos lábios, mandíbula e pescoço.
— Isso foi incrível. — Isabella disse sem fôlego quando Edward continuou a cuidar de sua pele sensível.
— Isso foi. — ele sussurrou, e ela podia sentir-lhe o sorriso contra o lado de seu pescoço.
Edward rolou de cima dela e puxou-a em seus braços. Ela quase hesitou, mas não o fez. Ela estava exausta, seu corpo ainda estava em uma espiral de sensações, e ela simplesmente não tinha uma porra de energia para protestar, merda.
Sim, isso é o que ela dizia a si mesma.
Foi melhor do que admitir que o sentimento de estar em seus braços fortes, a fazia se sentir melhor do que qualquer outra coisa tinha a feito realmente sentir há muito tempo.
~~x~~
A mente sonolenta de Edward, lentamente recuou para o território da manhã, acordando quando o sol se arrastou através das janelas, mas ele não estava pronto para abrir os olhos. Ele respirou fundo e apertou os braços em torno de Isabella. Ela ainda estava em volta dele, seus membros se defrontando com sua pele nua. Ela era tão leve e macia, e ela era realmente doce enquanto estava dormindo, algo que só seria verdade sobre essa mulher enquanto ela estivesse dormindo.
Ele cuidadosamente tirou o corpo debaixo dela, tentando não acordá-la quando ele saiu da cama. Ele olhou para ela, sua pele de marfim cremosa coberta de arte colorida, com o cabelo castanho derramando em torno de sua cabeça sobre o travesseiro, os lábios carnudos dela se separaram ligeiramente, seus longos cílios alcançando o topo de suas bochechas. Ela era incrivelmente bonita.
Edward calmamente entrou no banheiro e ligou o chuveiro. Quando ele deu um passo seus olhos imediatamente viram uma lata contendo sabonete para homem, creme de barbear, uma navalha e isso o irritou.
Ele quase esqueceu que Isabella havia compartilhado sua vida com alguém, em um momento no tempo, que ela não estava com medo do amor e de tudo que vinha junto com ele.
Pela primeira vez, Edward pensou como seria ter essa mulher todos os dias, para sempre. Ele pensou como seria dormir ao seu lado todas as noites, fazer amor com ela a qualquer momento que ela quisesse, esfregar seus pés e beijar seu pescoço e, pela primeira vez desde que ele tinha entrado no exército, ele queria ficar. Será que ele ainda queria estar com seus homens? Absolutamente. Mas, pela primeira vez, algo importava mais para ele do que a missão.
Ele não queria sair, ele não queria deixar Isabella. Ele finalmente entendeu o quanto, e foi pior do que ele jamais poderia ter imaginado.
Edward desligou o chuveiro uma vez que a água não estava mais quente. Ele rapidamente vestiu suas roupas e saiu do quarto agora vazio.
Quando ele virou a esquina do corredor, viu Isabella de pé na cozinha fazendo café da manhã. Ela estava usando um top minúsculo e calcinha com estampa de leopardo. Ele sabia que eles eram chamados de shorts de menino, mas eles com certeza não se pareciam com nada que um rapaz usaria. Eles mal cobriam sua bunda, não que ele estivesse reclamando, e eles estavam embaixo de seus quadris e não demoraria muito para ele para empurrá-los para baixo, faltava apenas um pouco e ele poderia... — Panquecas?
Isabella perguntou, encontrando seus olhos quando ele se sentava no bar. Ela pulava ao redor do balcão e parou bem ao lado dele, servindo um monte de panquecas. — Sim, senhora. — Ele agarrou-a pela cintura e puxou-a para o seu colo e deu um rápido beijo em seu pescoço. Ela sentiu um pouco desconfortável, quando ele foi forçado para que ele a deixasse ir, e um sentimento de naufrágio assumiu seu estômago.
— Então, o que está na agenda de hoje? — Ele perguntou, passou manteiga de amendoim em sua pilha de panquecas, deixando de lado os sentimentos que com certeza lhe tirariam a placa de homem.
— Bem, eu tenho uma agenda cheia na loja e então eu tenho que companhar Alice para beber mais tarde, e você?
— Eu tenho alguma merda para cuidar de trabalho antes de voltar para a caixa de areia. — O brilho sobre os olhos de Isabella foi breve e ele não teve a chance de descobrir, o que era, antes deles endurecerem novamente.
Mais dois dias, ele só tinha mais dois dias com ela.
— Bem, se ajudar em alguma coisa. Eu vou pular no chuveiro e me preparar para o trabalho. Vou ligar amanhã? — Quando os papéis reverteram? Quando, de repente, foi o único a se tornar apressado pela manhã?
— Sim. — disse ele antes de empurrar a boca cheia de panquecas. Ele sorriu e piscou o olho em sua direção, mas não encontrou seus olhos. Ele tinha medo que eles diriam que ele sabia muito bem que seria, era apenas sexo.
Só que agora, era muito mais do que isso.
As coisas estão mudando e sentimentos estão nascendo.
Respondendo os reviews:
Bmasen: Pra mim também é raro gostar de algum personagem chamado James, o pessoal geralmente coloca ele como vilão. Edward está amolecendo mas será que a Bella também está? Bjos
MandaTaishoCullen: Pode deixar que vou ficar atenta caso aparece algum lindão por aqui. Você é de onde flor? Também adoro o Edward possessivo, pena que ele pensou que ela estava fazendo aquilo porque gostava dele mas ela só estava jogando com ele. Bjos
Bah83: Hey sumida! Senti saudade dos seus reviews hilários! Claro que o Edward é gostoso, só escolho o melhor para vocês. Espero que você tenha aproveitado muito as suas férias e tenha conhecido muitos gatinhos. Obrigado pelos parabéns! Bjos
Quarta-feira tem mais e se preparem porque tem momento tenso vindo aí! Leitoras fantasmas, eu gostaria muito que vocês fizessem uma aparição por aqui. Bjos e até lá
