Capítulo 10: O Jogo de Quadribol
O tempo foi passando e nenhuma novidade aconteceu. O Profeta Diário parou de se preocupar com o caso Longbottom e a vida foi voltando ao normal. Mas uma boa notícia pegou Mary de surpresa nas proximidades do Natal; com a intervenção de Dumbledore, Sophia White conseguiu permissão para trabalhar em Samara e Frank Longbottom. Eles embarcaram para a Finlândia, terra de Sophia, a fim de iniciar o quanto antes o tratamento. Assim, a história de Samara foi caindo no esquecimento, e até mesmo Hermione relaxou um pouco, na pesquisa sobre a tal chave, lia agora apenas pelo interesse que o assunto lhe despertara.
A escola entrou em recesso de Natal e a maioria dos alunos foi passar o feriado em casa. Era a primeira vez que Harry passaria o Natal com Mary. Kitch preparou uma ceia suntuosa. Poucos antes do jantar, Draco apareceu na casa de Mary. Passaram bastante tempo, juntos, conversando animadamente. Draco contara que o pai estava recebendo alguns amigos e que ele conseguira escapar para desejar feliz Natal à professora. Harry ficou surpreso ao vê-lo, "É, acho que o Rony está certo, ela tem uma queda por Sonserinos", pensou. Mas Harry não podia suspeitar o quanto... Assim que Draco voltou para casa, ouviu uma conversa. Narcisa estava conversando com Sibila e o que Draco ouviu mudou definitivamente sua vida.
Quando regressaram à Hogwarts, os alunos se animaram com a abertura da temporada de Quadribol. A maior expectativa girava em torno das seleções para novos jogadores. Muitos times estavam desfalcados devido a formatura de seus antigos integrantes e todos sonhavam com as vagas. O time mais desfalcado era sem dúvida o da Grifinória que só contava, atualmente, com o apanhador (Harry Potter) e o goleiro (Dino Tomas), eles iriam precisar de três artilheiros e dois batedores, urgente!
- Você acha que eu devo tentar de novo, Harry? Quer dizer, ano passado eu não consegui! - dizia Rony um tanto que desanimado.
- Ah, Rony. É claro que sim. Você joga muito bem! O problema...
- Eu sei...o problema é minha vassoura, né?
- É. Ela é muito lenta. Mas você pode fazer o teste com a minha e usar uma da escola no jogo...
- Ééééééééééé - disse Rony com uma expressão sonhadora - com a sua Firebolt, acho que eu passo no teste, né?
Pois bem, uma semana depois desta conversa, Rony dirigiu-se para o campo de Quadribol com a Firebolt de Harry e... não conseguiu. Estava extremamente nervoso e distribuiu balaços contra todos os jogadores, inclusive naqueles que deveria proteger. Assim, infelizmente ficou de fora do time. Haoma Hinoki foi selecionado para ser o batedor, era incrivelmente grande e ágil. Andrew Niôs foi selecionado como o outro batedor. E novamente, a Grifinória teria um trio feminino na artilharia: Parvati Patil, Celina Uldra e... Gina Weasley.
Ao final da seleção, Rony não sabia se estava mais irritado por não estar no time ou por Gina não ter falado que iria tentar uma das vagas. Mas depois de ouvir Hermione recitar uma verdadeira ladainha que parecia um grande discurso feminista sobre "como as mulheres têm os mesmos direitos que os homens, tanto se tratando de esportes quanto em relação a qualquer outra coisa na vida", Rony concordaria com qualquer coisa só para fazer com que Hermione se calasse. O novo time foi, então, "apresentado" no Salão Comunal e recebeu a maior ovação da história.
Na manhã seguinte, receberam o calendário dos jogos. O campeonato começaria dali a duas semanas com os jogos: Corvinal X Lufa-Lufa e Grifinória X Sonserina. Ao conferir o calendário, Rony disse:
- Legal, vamos jogar contra a Sonserina!
- Calma aí, Rony! - começou Harry.
- Ah, que é isso, Harry. A Sonserina é "freguesa" da Grifinória.
- Não é assim tão simples, não. Eles jogam duro e não pensam duas vezes se precisarem apelar para a violência.
Rony olhou para Gina com cara de quem ia começar a dar uma série de conselhos. Gina revirou os olhos e disse:
- Bom, tenho que ir, aula de Poções, sabe!! - e saiu rapidamente deixando Rony com cara de bobo.
- Depois eu falo com ela!
Harry passou o resto da semana com o time, treinando para valer. Queriam estar afiados quando enfrentassem a Sonserina. E para isso teriam que trabalhar muito, já que seria a primeira vez que jogariam juntos.
O domingo amanheceu maravilhoso. O dia estava claro sem nenhuma nuvem no céu. Harry desceu para o café no Salão Principal e todos vinham cumprimentá-lo, comentando sobre a expectativa do jogo, o que o deixava extremamente nervoso. Na véspera acontecera o primeiro jogo entre Corvinal e Lufa-Lufa, com vitória expressiva e arrasadora da Corvinal (a Lufa-Lufa ainda se ressentia pela perda catastrófica do seu apanhador Cedrico Diggory anos atrás e não encontrara um substituto à altura). Assim que entrou no Salão, Harry ouviu alguém dizer:
- Boa sorte hoje, Harry. Estou torcendo por você!!
Era Cho. Harry ficou completamente vermelho e não conseguiu formular uma frase em resposta. Sentou-se à mesa, torcendo para que Rony não tivesse reparado na "conversa" que tivera com Cho. O amigo pareceu não ter visto. Em compensação, Gina viu e olhava para Harry com tristeza. "Sua boba, é claro que ele gosta dela! Então, pare de sofrer! Pense no jogo...", pensava para tentar se controlar. Gina estava muito nervosa e olhava para a mesa cheia de guloseimas como quem fosse vomitar há qualquer momento. Seu estômago dava cambalhotas, sentiu-se um pouquinho melhor quando viu que Harry possuía a mesma fisionomia.
Alguns minutos depois, "nossa, como o café passou rápido!" pensou Gina, Harry mandou o time se dirigir para o vestiário, estava na hora. Ao sair, Harry arriscou uma olhadela para a mesa da Corvinal. Cho o acompanhava com o olhar e acenou para ele assim que ele a olhou, só conseguiu sorrir em resposta. Ainda nas nuvens, Harry nem reparou que Draco também estava saindo do Salão e deu uma trombada nele.
- Desculpe... - disse se levantando do chão.
- Olha por onde anda, Potter! - cortou Draco.
- Ah, é você. Não sei por que me dei ao trabalho de me desculpar!
- Humpf...
Chegou ao vestiário louco da vida. Mas fez uma ótima preleção, tentando incentivar o time a jogar como nunca. Logo, estavam no campo. Era simplesmente maravilhoso poder voar novamente. Harry adorava essa sensação. Mesmo sabendo que ia jogar contra a Sonserina. Mas agora, vendo os novos jogadores, ficou assustado. Eles conseguiam ser maiores e mais feios que os antigos. Draco (o novo capitão) escolheu os jogadores pelo tamanho e pela cara feia deles. Madame Hooch chamou os dois capitães (Harry e Draco) para o tradicional aperto de mãos que, neste caso, foi substituído por um tradicional esmagamento de mãos. Com tudo preparado e avisado, Madame Hooch soltou a goles, os balaços e, é claro, o pomo de ouro.
Gina pegou a goles e atirou para Celina que rodopiou na frente de Iarovit, deixando o Sonserino comendo poeira, ou melhor, nuvens, e marcou um gol. A torcida deu vivas. Ruddhy, uma das artilheiras sonserinas, pegou a goles e disparou em direção ao gol da Grifinória. Haoma mandou um balaço, bem na hora em que ela se preparava para marcar um gol, fazendo com que ela se desequilibrasse e perdesse a bola. Parvati roubou a goles e lançou para Gina. A garota voava como nunca, sobrevoou a torcida que fazia um olá, enquanto ela passava acima deles e lançou a goles para Celina que marcou mais um golaço.
Os sonserinos começaram a ficar irritados. Estavam tomando de 60 a zero. A Grifinória estava jogando por música. Parecia que jogavam há anos, tal a sincronia que havia entre eles. Então, Harry prendeu a respiração. Draco, com um sorriso cínico nos lábios, voava alucinadamente com as mãos estendidas, ele ia pegar o pomo. A torcida também parou de respirar. Se realmente Draco pegasse o pomo seria a primeira vez que vencia Harry em alguma coisa. Já sentindo o gosto amargo da derrota, Harry empregou velocidade a sua Firebolt. Não poderia deixar Draco pegar o pomo, não sem lutar. A Nimbus 2001 de Draco era uma vassoura muito boa, mas não tão boa quanto a Firebolt e Draco simplesmente não era Harry Potter, que já se aproximava do rapaz. Draco olhou para Harry, em seu encalço, e tentou colocar mais velocidade em sua vassoura. Ninguém mais reparava no jogo, todos só tinham olhos para os dois apanhadores e nem viram quando Ruddhy marcou um gol.
Estando a centímetros do pomo, Draco quase foi pego por um balaço que passou zunindo na sua orelha esquerda. O rapaz olhou assustado para o lado e viu Andrew rindo largamente, porque conseguira afastar o apanhador rival do pomo. Draco, irritado, pediu tempo para Madame Hooch.
- Que droga!! Será que eu tenho que fazer tudo sozinho??? - berrava Draco
- Não vi você fazer nada até agora, Malfoy! - disse Ruddhy.
- Como não? Eu quase peguei o pomo, se não fosse o imbecil do... como é o nome daquele cara ali...
- Niôs, Andrew Niôs.
- É... desse Niôs. Eu quase peguei o pomo, se ele não tivesse jogado o balaço em mim... Será que você pode começar a jogar, Iarovit? Ele quase me acertou um balaço, será que você poderia jogar um no Potter, hein? - disse Draco bravo.
Madame Hooch apitou para os times voltarem ao jogo. Parvati retomou a goles e passou rapidamente para Gina que marcou mais um gol, levando a torcida à loucura. O placar estava agora 90 a 30. Harry sobrevoava o campo a procura do pomo, precisava encontrá-lo logo, os Sonserinos não estavam nada satisfeitos de estarem levando uma lavada histórica da Grifinória e já estavam apelando. Ruddhy já tinha dado uma cotovelada na cabeça de Gina e Iarovit estava mandando tantos balaços na direção de Harry que o garoto estava sentindo como se alguém tivesse desenhado um alvo em suas costas.
Então, Harry viu. Era só um pontinho minúsculo brilhando mais adiante, mas ele sabia que era o pomo. Olhou discretamente para Malfoy. O garoto estava com a cara emburrada, vendo Parvati marcar mais um gol para a Grifinória. Harry olhou novamente o pomo, e apontando sua vassoura na sua direção, disparou. Draco nem percebeu o que Harry fez. Quando viu, Harry estava fechando a mão com o pomo no meio dela. ¾ da torcida começou a gritar insanamente e a aplaudir freneticamente o time da Grifinória enquanto o restante (só a Sonserina) vaiava com todas as forças. Mary cumprimentou o afilhado, mas no momento em que o abraçava viu Draco a observando. Mary faz menção de ir atrás de Draco, entretanto o rapaz lhe deu as costas e saiu cabisbaixo. Snape olhando para a cena e comentou com Mary:
- Acho que você está encrencada!
Logo, Harry foi cercado pelos colegas enlouquecidos e carregado pelo campo. Mary aproveitando este momento de descontração de Harry saiu do estádio, procurando por Draco.
- Draco, você está bem?
- Estou ótimo! Na verdade, nunca estive tão bem! - disse sarcasticamente - e você, porque está aqui e não do lado do maravilhoso Potter?
- Draco, não fale assim.
- Assim como? Só estou falando para você ir atrás do santo Potter! Ele é o melhor mesmo, não é? Não é o que todos por aqui acham? Potter, o maravilhoso - dizia Draco tremendo de raiva.
- Ora, dragãozinho.. - disse Mary tentando agradar Draco
- Já falei para você não me chamar assim! - retrucou Draco bruscamente.
- Tudo bem, DRACO! Chega com esses ciúmes bobo...
- Eu? Com ciúmes do... Potter... essa é boa! E porque eu teria ciúme daquele panaca? Só porque ele tem aquela cicatriz idiota todo mundo fica paparicando ele. Até você, em vez de torcer por mim... - a frase morreu nos lábios de Draco.
- Eu estava torcendo por você, dragãozinho.
- Ah, é claro que estava. Vi que você realmente estava muito triste quando ele pegou o pomo.
- Eu estava torcendo por você, mas não fiquei triste por que Harry pegou o pomo. Droga, Draco isso é só um jogo.
- Se é assim, com licença, preciso estudar! - Draco se afasta, deixando Mary estática.
Na hora do jantar, todos se conduziram para o Salão Principal. A turma da Grifinória estava eufórica, ainda comemorando o resultado do jogo contra a Sonserina. Mary olhou para Draco e percebeu que o rapaz evitava olhar para a mesa dos professores e, principalmente, para ela. Após o jantar, Draco foi um dos primeiros a se recolher, estava chateado. Não queria ter brigado com a professora, mas não conseguia esquecer-se de que ela torcera por Potter em vez de torcer por ele no jogo. Mary também não conseguia dormir, ficava revirando-se de um lado para o outro na cama.
- Mary, você ainda está chateada com o Malfoy? - perguntou Snape.
- Ele ficou magoado comigo, Severo.
- Deixa para lá, Mary. Logo ele vê a bobagem que fez!
- Acho que vou dar uma volta.
- Há essa hora? Mary, amanhã eu converso com Malfoy.
- Não precisa, Severo. E eu preciso andar... para pensar um pouco.
Mary levantou-se e logo percebeu que não era a única a andar pelo castelo naquela noite. Alguém mais andava, ou melhor, deslizava para fora do castelo. Encaminhava-se para a Floresta Proibida. Uma nuvem se abriu e deixou o luar passar, assim, Mary pôde ver o perfil da pessoa. Era sem dúvida alguma, Pedro Pettigrew, resolveu segui-lo. Mary foi embrenhando-se na Floresta Proibida, tentando andar o mais silenciosamente possível. De repente, se aproximou de uma clareira, onde parecia estarem reunidas várias pessoas. Assim que chegou mais perto para observar melhor, foi estuporada.
Enquanto isso, Draco se remexia na cama, não conseguia dormir. Estava ainda bastante chateado com Mary, mas mesmo assim sabia que não devia tê-la tratado daquela forma, levantou-se e foi até o quarto da professora. Precisava se desculpar. Mas foi Snape quem o atendeu.
- Eu queria falar com a minha... professora; posso?
- Ela foi dar uma volta, ela está bastante magoada com você, Malfoy. Mas ficará feliz em saber que você veio procurá-la.
Draco ainda tentou chegar à sala de Mary, mas não conseguiu. Pirraça estava por ali, escrevendo palavras obscenas nas paredes. Draco conseguiu entrar no Salão Comunal da Sonserina sem ser visto por ninguém. "Bom, amanhã falo com ela", pensou.
De manhã, porém, na hora do café, assim que Draco entrou no Salão Principal viu que Mary não se encontrava ali. Quando todos os alunos estavam acabando seu desjejum, Dumbledore falou:
- Atenção, por favor. Eu gostaria de comunicar que a professora Malía não está passando bem e não dará aulas hoje.
Draco olhou para Snape. O professor estava abatido, parecia muito preocupado. Olhou então, para a mesa da Grifinória. Harry parecia tranqüilo, conversando animadamente com Rony e Hermione. Draco saiu do Salão Principal e se dirigiu à ala hospitalar. Encontrando Madame Pomfrey, perguntou:
- Posso ver a professora. Malía?
- Ela não está aqui, Sr. Malfoy.
- Não??
No intervalo entre as aulas de Herbologia e a de Feitiços, Draco correu até o quarto da professora. Bateu à porta, mas ninguém atendeu. Draco tentou abri-la e reparou que a porta estava aberta. Entrou na sala que antecede o quarto.
- Com licença, professora...
Nada. Draco deu mais alguns passos em direção ao quarto. A porta estava entreaberta.
- Com licença. Tem alguém aí?
Draco espiou e constatou que a cama estava vazia e arrumada. Não havia ninguém ali. Snape entrou na sala e se deparou com Draco.
- O que você está fazendo aqui, Sr. Malfoy?
- Eu queria ver a professora Mary.
- Ela está...descansando. Você não ouviu o prof. Dumbledore dizer que ela estava indisposta?
- Por isso mesmo, queria falar com ela.
- Acho melhor você ir para sua aula! Agora!
Draco resolveu não discutir com o professor. Sabia que Mary não estava ali e que todos estava mentindo, ou pelo menos, escondendo algo. Na hora do almoço, Draco observou Harry e novamente achou que ele estava tranqüilo demais. "Ou ele sabe de alguma coisa e por isso está tranqüilo, ou não suspeita de nada", pensou Draco.
Depois do almoço, quando os alunos estavam deixando seus lugares nas mesas para se dirigirem às aulas da tarde, Draco levantou-se, Crabbe e Goyle olharam para ele.
- Podem ficar aí, eu preciso fazer algo antes de ir para a aula.
Os dois sorriram, ainda não tinham terminado de comer a sétima sobremesa. Draco encaminhou-se então para... a mesa da Grifinória. Todos os alunos olhavam espantados quando Draco passava por eles. Seu rosto comumente pálido apresentava um leve rubor nas bochechas.
- Olha só quem vem vindo aí! - exclamou Hermione.
- Se ele quer briga, vai ter. - disse Rony já massageando os nós dos dedos.
Draco parou em frente a Harry.
- O que você quer aqui, Malfoy? - disse Rony.
- Não é da sua conta, Weasley.
- Se você está procurando encrenca...
- Quero falar com você, Potter. - cortou Draco.
- Sobre o quê?
- Sobre a professora. Mary. Você sabe o que aconteceu com ela?
- O prof. Dumbledore disse que ela está indisposta e...
- Você não sabe de nada, então.
- Sobre o quê? O que foi, Malfoy...
Mas, Draco deu-lhe as costas, deixando os três intrigados.
- O que será que deu nele? - disse Hermione.
- Vai ver endoidou de vez - respondeu Rony.
- Não, ele sabe de alguma coisa. Será que aconteceu alguma coisa com a minha madrinha? Vamos, se a gente correr até a ala hospitalar pode dar tempo de falar com ela antes da aula.
- Daria, se não fosse a aula de Poções. Se nós nos atrasarmos 1 segundo, Snape desconta uns dez pontos da Grifinória, no mínimo - disse Hermione.
- Bom, ele provavelmente vai descontar pontos de qualquer jeito, então, vamos lá. - encorajou Rony.
Chegando na ala hospitalar. Harry falou a uma irritada Madame Pomfrey.
- A gente queria ver a professora. Mary?
- Assim não dá! Vou ter que colocar um pergaminho na porta avisando que a professora. Mary não está aqui! Vocês ficam me interrompendo a toda hora.
- Quem mais veio aqui procurá-la?
- O Sr. Malfoy. Eu estou muito ocupada e vocês deviam estar em aula!
