RETORNO AO PECADO
Se não tivesse pecado, o que me levaria a perdoar?
Meu destino te deu a oportunidade de ter piedade.
Ovidio
Capítulo Um
OH, Deus, tinha se demitido! Realmente o tinha feito!
Tinham passado três dias, mas cada vez que lembrava isso, as notícias pareciam completamente novas, e iguais de horríveis. Tinha muito pouco dinheiro economizado — poderia pagar o aluguel daquele mês e do seguinte, e o do carro— mas necessitava outro trabalho, e o necessitava rápido.
Agora, estava sentada em um parque não muito longe do escritório da Blue Night. Alice tinha ido comprar uns sanduíches e encontraria ali com ela para comer. Enquanto esperava, abria com precaução seu antigo livro, Não necessita um homem para ser feliz.
Porque já era hora que se convencesse daquilo, de uma vez por todas. Edward, é obvio, fazia trinca naquela crença, mas ao mesmo tempo, depois de Edward, não podia imaginar que fora a encontrar a outro homem que a fizesse realmente feliz. Tinha-a levado a lugares que não tinha estado antes, e aos que provavelmente não iria nunca sem ele, e qualquer outro tipo normal não podia simplesmente comparar-se aquilo.
Estudou a zona ao redor do banco que se sentava e percebeu que estava sozinha, assim que pareceu seguro começar com suas afirmações.
—Não necessito um homem. Não necessito um homem. Não necessito um homem.
—OH, pelo amor de Deus, outra vez não.
Olhou para cima e encontrou a Alice. Esse dia levava um espetacular traje de cor fúcsia escuro que somente ela podia levar e parecer atrativa. Passou para Bella uma grande vasilha de plástico, o que ela supôs que era sua refeição.
—Bom, vou dizer o que precisa — disse Alice, enquanto tomava assento a seu lado, com sua própria vasilha branca apoiada no regaço. —Necessita umas férias.
Bella simplesmente suspirou.
—Acabo de tomar umas. Recorda? A Cidade do Pecado? Montão de sexo? Coração quebrado? Não soa tudo isso?
Alice encolheu os ombros.
—Isso era trabalho. Bom, algo assim.
—Já que o menciona tudo aquilo foi pago pela Blue Night. E as garotas que não têm trabalho não podem permitir-se umas férias.
—Possivelmente não, mas está morrendo de medo, e o único que pretendo é que não o esteja. E se pede minha opinião, necessita outra taça do mesmo para que acabe a ressaca.
Bella se limitou a piscar.
O que?
—Vamos a Las Vegas. Somente a passar o fim de semana. Eu conduzo e inclusive pagarei a habitação.
—Las Vegas? Quer que vá a Las Vegas? Depois de tudo o que ocorreu ali? Está louca?
—A isso referia quando disse que necessita outra taça do mesmo para que acabe a ressaca. Precisa voltar para Las Vegas, passar um bom momento, e deixar de associar esse lugar com ele. Se não, esse lugar estará arruinado para você toda a vida, e Las Vegas é um lugar muito divertido e está muito perto como para que o apague de sua lista do destino de escapada de fim de semana.
Bella negou com a cabeça.
—Não.
—Insisto.
—A última vez que insistiu em que fizesse algo, acabou com o coração destroçado.
Alice pôs os olhos em branco.
—Disse que o fodesse, não que se apaixonasse por ele. Há uma grande diferença, amiga — abriu a caixa de seu sanduíche e a lata de soda que havia dentro com a refeição.
—Agora não vou aceitar um não por resposta. Vamos a Las Vegas a passar um fim de semana de garotas. Recolher-te-ei na sexta-feira às cinco e meia.
Capítulo Dois
—Como vão as coisas pelo escritório? —perguntou Bella a Alice enquanto conduziam pelo deserto de Mojave.
Alice soltou uma gargalhada ligeiramente histérica.
—Está de pernas para o ar. Confia em mim, esta escapada não foi somente por você. Eu também o necessitava... E muito.
Discutiram durante bastante tempo a respeito dos vários desastres que estavam acontecendo na Blue Night, mas ambas chegaram à conclusão que era deprimente e então, ligaram o rádio, do qual saiu o último sucesso de Malcolm Barstow, fazendo que as duas esboçassem um sorriso. Depois Bella desligou, e olhou a paisagem, plano e de cor marrom.
—Contei que Edward e eu fodemos no deserto?
Alice a olhou com um sorriso ardiloso.
—Não, não me disse isso. E carinho, eu tenho que dizer que esse homem veio que nem pintado. Inclusive somente esteve com ele uma semana.
Bella lançou um olhar irônico.
—Por quê? Porque posso dizer a palavra foder sem me alterar?
Alice tinha uma expressão mais satisfeita quando desviou outra vez o olhar do pára-brisa.
—Bom, por isso também, mas principalmente... Porque agora é uma pessoa muito mais segura. É mais extrovertida, não deixa que as pessoas te intimidem, e não se veste já como se fosse uma sargenta.
Bella nunca tinha pensado realmente naquelas coisas — logo que tinha tido tempo, já que todo o resto lhe estivesse atormentando— mas possivelmente Alice tivesse razão.
—Suponho que possivelmente... Sinto-me melhor. Definitivamente sinto que meu divórcio ficou muito detrás de mim, como se tivesse ocorrido em outra vida. E... Fui o suficientemente valente para me demitir de um trabalho supostamente de sonho, verdade?
—Acredito que ele simplesmente... Mostrou partes de você que nem sequer tinha visto antes.
—Pode estar segura disso — respondeu, claramente lembrando o sexo, e ambas estalaram a gargalhadas.
Ainda pensava que o fim de semana de garotasem Las Vegasera geralmente uma má idéia, mas por Alice, decidiu tentá-lo e passar bem, ou ao menos fingir que assim era.
Alice estava acostumada a conduzir como uma maníaca quando estava na estrada aberta, assim chegaram a Las Vegas Strip justo depois das dez em ponto, o que a Bella fez rememorar recentes lembranças. O coração pulsou com força só ao ver os hotéis nos que Edward e ela tinham percorrido juntos, as ruas pelas que tinham caminhado e a Torre Eiffel, é obvio.
Mas quase morre quando Alice tomou o desvio que levava ao hotel Veneza.
—O que estamos fazendo aqui? —perguntou ela.
—È... Dormir. Possivelmente comer algo. E possivelmente sair de festa, eu ouvi que há discotecas geniais aqui.
Bella dedicou a sua amiga um olhar duvidoso.
—Este é o hotel em que Edward e eu nos hospedamos.
Alice piscou.
—OH. Suponho que o mencionou em algum momento, devo havê-lo esquecido. Mas—se encolheu de ombros e sorriu com suavidade— tomar outra taça do mesmo para acabar com a ressaca recorda? E é um hotel precioso. E consegui um preço genial pela habitação, assim não vamos a outra parte.
Bella não gostou da idéia, mas supôs que não a mataria ficar ali. Inclusive embora a cada lugar que olhasse se lembrasse de outra coisa nova. Tentou não pensar naquilo quando registraram e dirigiram ao familiar elevador em que Edward tinha esfregado uma vez seu duro pênis contra seu traseiro. Também tentou não pensar naquilo enquanto levavam as malas a uma habitação que se parecia muito a que Bella tinha ocupado, inclusive embora não tivesse passado muito tempo nela.
—Então — disse Alice— está preparada para ir à cidade?
Bella simplesmente piscou.
—É tarde. Não está cansada?
—De maneira nenhuma, a noite é jovem. E Las Vegas nunca dorme. Estou preparada para ir dançar, ou possivelmente para jogar algo. Alguma vez falei da sorte que tenho com os jogos de dados?
—Ah, não. Mas embora você não esteja cansada, possivelmente eu esteja.
Alice baixou o queixo e pôs os punhos sobre os quadris.
—OH, não o está. Vai sair comigo sim ou sim. Estou segura que esteve até as tantas cada uma das noites que passou na Cidade do Pecado, assim de maneira nenhuma vai colocar o pijama e ir dormir — Alice agarrou pelo pulso, e disse: — Vamos.
E antes que ela soubesse o que tinha passado, estavam outra vez no elevador.
Devido que era a hora de maior afluência, estava abarrotado de gente pessoas que iam e vinham dos numerosos andares, e Bella não prestou muita atenção até que Alice a agarrou pelo braço de novo e puxou dela para um tranqüilo vestíbulo.
—Onde estamos? —perguntou.
—É um dos andares de baixo. Acredito que há uma discoteca ao dobrar essa esquina.
—Não gostava de escutar música — disse Bella, mas mesmo assim seguiu a Alice, pensando que aquela zona resultava vagamente familiar e finalmente a reconheceu quando saíram por um par de portas duplas que levavam a luxuosa zona da piscina. —OH, isto leva a piscina. Estamos no lugar equivocado — informou a amiga.
Mas Alice seguia atirando dela para diante.
—Bom, enquanto estejamos aqui, também posso jogar uma olhada, escolher meu lugar para amanhã, já que quero passar pelo menos a metade do dia melhorando o bronzeado.
Bella a seguiu em silêncio, sem desejar especialmente voltar a visitar aquela piscina, embora se esforçasse por ser tolerante. Outra taça do mesmo, outra taça do mesmo. Não necessito um homem, não necessito um homem.
A zona estava sumida na escuridão, mas as luzes de néon da cidade ao redor iluminavam o lugar o suficiente para fazer que ela distinguisse as colunas e os arcos, as árvores podadas, e as tentadoras camas que havia em vários pontos a beira da piscina.
Foi então quando viu...
Não havia alguém convexo em uma daquelas camas?
Ela olhou com os olhos entrecerrados, caso que estava vendo coisas na escuridão, mas então ficou gelada no lugar.
OH, Deus, era Edward.
Vestido com suas correntes calças jeans e sua camiseta, estirado ao longo da elaborada cama que havia ao bordo da piscina, com a cabeça apoiada no punho. A cruz de sua avó brilhava com a luz da lua. E seus olhos resplandeciam também estava sexy como nunca.
Ele a olhou aos olhos, com uma expressão completamente sedutora, e curvou um dedo para ela, lhe fazendo gestos para que se aproximasse.
Estava assustada, não podia processar o que estava acontecendo, assim olhou a Alice para que lhe desse uma mão.
—Vai — disse Alice, dando um ligeiro empurrão para frente.
Bella olhou por cima do ombro, uma vez mais, a sua amiga.
—Mas...
—Estarei abaixo, nas mesas de jogo de dados se me necessitar, mas não acredito que seja o caso — terminou com um sorriso, depois se deu a volta e afastou, e Bella percebeu naquele momento da amiga tão realmente maravilhosa e inestimável que era.
Depois girou para olhar a Edward.
Não podia acreditar que ele estivesse ali realmente.
—Se deite comigo, Bella.
Com precaução, ela se aproximou da cama que a tinha feito fantasiar a primeira vez que a tinha visto. Lentamente subiu a ela, e reclinou ao lado de Edward.
—Significa isto... Que já não me odeia?
—Nunca te odiei — disse. —Não realmente. Somente estava... Zangado. Senti-me traído.
—É obvio, entendo-o. Mas... Já não se sente zangado tampouco?
—Chamei Alice e ficamos para tomar café, falamos durante um momento, a respeito de você. Convenceu-me que a pessoa da que eu me tinha apaixonado era a verdadeira você e não a que me mentiu.
—Isso é verdade — disse ela, e se inclinou para ele. —Odeio as mentiras. Não queria mentir. Mas senti que meu trabalho estava em jogo se não o fazia — olhou para baixo. —Claro que ao final acabei sem ele de todas as maneiras, mas essa é outra história.
—Vêem trabalhar comigo — disse— na Inspiração. Ela deixou escapar um suspiro.
—É uma oferta generosa, Edward, mas... Cheguei à conclusão que não estou feita para ser uma representante da A&R.
—Sim—disse ele. —Alice me contou também essa parte da história. Mas não estou oferecendo um posto de representante da A&R. Quero que dirija o escritório. Necessito gente boa, e suponho que você é o começo perfeito. Embora também receba com gosto sua contribuição à música, neném; é boa com isso, prometo-lhe isso. Também ofereci a Alice um posto de relações públicas, e acredito que vai aceitar.
Ela se ergueu um pouco.
—Sério? —ela se via completamente capaz de dirigir um escritório. E trabalhar ali junto com sua melhor amiga e seu... Bom, começava a pensar que era seu amante, mas não estava segura em que ponto estava naquele momento. —Eu... Eu adoraria ter a oportunidade de fazer isso, Edward, mas... Acha que é uma boa idéia que você e eu trabalhemos juntos?
—Em realidade, sim. No princípio, arrumamos isso para mesclar o trabalho com o jogo bastante bem, verdade?
—Vai haver... Jogo?
Então, ele adotou uma expressão terrivelmente séria, e inclinou para cobrir a bochecha. E que a acariciasse, depois de todo aquele tempo... OH, Deus, a sensação a invadiu por completo.
—Bella, ambos cometemos um terrível engano. O teu foi que mentiu. Mas o meu foi não te dar uma oportunidade para explicar. Eu... Nunca antes tinha aberto tanto meu coração a nenhuma mulher, não desde que era um adolescente, assim pensar que tinha utilizado para conseguir um trabalho me doeu na alma. Não tomei muito bem, simplesmente dei o assunto por resolvido. Mas quero começar de novo. Ou para ser mais precisos, quero que o retomemos de onde o deixamos. Como disse aquela noite no deserto, não posso fazer muitas promessas. Mas sei que te desejo. Sei que me senti condenadamente só sem você. Sei que pela primeira vez em minha vida, necessito mais para estar satisfeito além da música, o trabalho e o sexo esporádico — depois lhe sorriu. —Necessito de sexo contigo. E necessito perto de mim, na cama e no trabalho também. Necessito em minha vida, Bella.
Havia muitas coisas que Bella podia haver dito, mas a maneira mais simples de responder foi deslizar os braços ao redor de seu pescoço e beijá-lo.
Deus a fazia sentir-se tão bem ter sua boca outra vez sobre seus lábios... Seus beijos doces e quentes percorriam seu corpo como um quente banho.
—OH, porra, neném — ofegou ele depois, olhando-a aos olhos. —senti falta de te beijar. Foder. Senti falta de sentir sua pequena e doce vagina ao redor de meu pênis.
—OH, eu também. Muito, muito. Foda-me agora, Edward, por favor.
A primeira vez que tinha conhecido a Edward, não tinha passado pela cabeça que pudesse ter sexo com ele ali, perto da piscina, nem sequer de noite, porque os trabalhadores ou qualquer outra pessoa podia acabar vagando pela zona, justo como elas tinham feito. Mas naquele momento, depois de tudo o que tinha experimentado com Edward naquele lugar, entre as luzes de néon, nem sequer duvidou quando estendeu a mão para a fivela de suas calças.
—OH, OH Deus — gemeu ele quando abaixou o zíper das calças e acariciou com a palma da mão sua ereção tentadoramente endurecida. Massageou-a e a tocou, excitado pela sensação de tê-la em sua mão, completamente assustada porque ele tivesse retornado a sua vida.
Edward também estendeu a mão para baixar o zíper de suas calças jeans e logo os tirou, junto com sua calcinha. E quando seus dedos se afundaram em sua vagina, ela virtualmente uivou de prazer.
Depois, Bella tirou a camisa pela cabeça e tirou a calça. Desejava vê-lo completamente nu, e também se desfez de sua própria camiseta e sutiã.
—Me encha — lhe disse.
E ele obedeceu, separou as pernas e colocou a cabeça de seu grande pênis em sua vagina já preparada, depois empurrou para dentro. Como sempre, ambos gemeram com a entrada, e depois começaram a mover-se juntos, em um ritmo familiar que quase lhe tira a respiração.
—Faz que me sinta tão bem quando está dentro, carinho — ronronou ela entre quentes beijos. —Tão, tão bem.
—Pois se acostume —lhe disse —porque pretendo estar aí mais freqüentemente.
Logo, ele saiu dela e pediu que se apoiasse sobre mãos e joelhos para que pudesse penetrá-la de trás. Como estava acostumada a passar, ela pôde senti-lo mais naquela postura, e cada uma de suas firmes investidas a fez gritar de prazer. Não importava se alguém os escutava, ou inclusive se alguém os via. Somente desejava estar com seu homem, naquele lugar, naquele momento, em um dos lugares que ao princípio ele tinha começado a ajudá-la a desfazer-se de suas inibições para converter-se na mulher que queria ser.
—Foda-me — pediu ela através dos dentes apertados. —Mais forte. Mais forte.
Um intenso prazer a enchia com cada golpe de seu endurecido pênis e ela não reprimiu nada, e arqueou o traseiro para receber suas investidas, soluçando de alegria quando cada uma delas ressonava em seu interior.
Uns quantos minutos mais tarde, descansavam tombados de lado, o pênis de Edward ainda estava dentro dela de trás, e ela arqueava as costas, levantando uma perna sobre seu quadril para que seu pênis ficasse ajustado dentro de sua vagina, mas pôde também olhá-lo aos olhos, lhe tocar o peito.
—Quero-te — disse ela, sem sentir vergonha já, por nada, nem sequer por isso.
Ele levantou sua mão desde seu peito e a levou para sua boca, beijando a parte posterior.
—Eu também te quero Bella.
E sua nova postura permitiu que uma de suas coxas se estirasse entre os dela, e quando começou a mover-se dentro dela outra vez, a fricção estimulou o clitóris. Ela se levantou instintivamente para esfregar-se contra ele, para procurar mais prazer, e vendo sua resposta, ele começou a deslizar sua coxa mais ritmicamente por sua úmida abertura.
—Você gosta disto, neném?
—Mmm — mordiscou-a. - Sim, carinho, sim.
E conduziu seu pênis mais profundamente dentro dela, e deslizou a coxa por sua pequena bolinha que se sobressaía da parte da frente de sua carne, e a levou mais e mais perto do céu até que... —OH, Deus, sim, sim, sim!— o orgasmo a alagou como um maremoto que saía da piscina, levando-se longe qualquer outra sensação que não fora o prazer. Ela se encurvou contra ele, bebeu daquilo, desfrutou da alegria que sentia.
—OH, Edward, foi genial...
Ele trocou de posição o justo para inclinar-se e lhe dar um beijo.
—Também pode começar a te acostumar a isso — depois a pôs sobre suas costas uma vez mais, colocou-se em cima dela e procedeu foder lenta e profundamente, fazendo-a sentir cada larga investida, e a olhou aos olhos, até que disse:
—OH, Merda, neném, não quero gozar já, mas o estou fazendo. Você está fazendo que goze.
E então, penetrou com cada uma das duras investidas, lhe fazendo sentir à intensidade de seu clímax, até que ao fim ficou quieto, mas sem sair dela. Simplesmente baixou o corpo para descansar em cima de Bella e a beijou com doçura, entrelaçando a língua com a sua, em um gesto brincalhão.
—Como tenho feito que goze? —perguntou ela, sorrindo. —Refiro-me a que eu... Realmente não estava fazendo nada.
—Foi olhar seus preciosos olhos.
Ela virtualmente ficou com a boca seca diante daquela resposta.
—Sério? Isso é tudo?
Ele assentiu em um gesto curto e direto.
—Isso é tudo o que necessito, ao parecer, depois de estar eu separado de você tantas semanas. Algo que, por certo, não vou deixar que passe outra vez.
Quando saiu dela e tombou de costas, ela olhou para cima, através do ferro forjado e coberto de folhas de parra que tinha entrecruzado sobre a cama, para o escuro céu acima. Desde aquele lugar não podia ver as estrelas — havia muita luz, mas podia ver a lua e sentir a brisa. E justo como no deserto, experimentar coisas tão simples com Edward a fazia sentir-se viva.
—Sou tão feliz — disse. —Estou outra vez contigo, e vamos trabalhar juntos cada dia, e fodermos durante a noite, e tudo será genial.
Ao seu lado ele soltou uma gargalhada.
—Embora eu sinta mal pela Alice. Teve que passar um montão de problemas, planejando tudo isto contigo e me convencendo a mim, e aqui estou abandonando-a por um homem. Não se ofenda — disse, ficando de lado para poder olhá-lo. —Mas para uma amiga isso é um pecado importante, não importa a idade que tenha.
Mesmo assim Edward se limitou a rir, e aproximou seu corpo nu para ela.
—Não se preocupe pela Alice. Vai estar mais que bem.
Bella piscou.
—O que quer dizer com isso?
—Amanhã, Jasper se unirá a nós na piscina. E Alice e ele serão bons amigos. Ele vai levá-la para jantar fora e irão passar a noite no Rendezvous.
Bella jogou a cabeça para trás e soltou uma gargalhada.
—OH, Meu Deus, vai estar no paraíso — depois olhou aos olhos de seu amante, com uma expressão brincalhona no rosto. —E onde estaremos nós manhã pela manhã?
—Onde você queira. Não me importa, sempre e quando estiver contigo.
Ela inclinou a cabeça e pensou.
—Possivelmente, possamos... Voltar a visitar as gôndolas. Ou a Torre Eiffel. Cada vez que penso em algum desses lugares, excito-me.
Edward lhe respondeu com um leve gemido de excitação.
—Então, iremos aos dois. E não leve calcinha. E vais raspar a vagina antes de sair e eu vou ficar olhando. E para quando realmente estivermos fodendo, vai voltar-te louca de luxúria, justo como a primeira vez que fomos a gôndolas.
Ela se abraçou mais perto dele, e deixou que seu calor a invadisse e tirasse a garota suja que levava dentro.
—Não posso esperar.
—E uma vez que Inspiração decole, tenhamos alguns artistas mais contratados, soltemos os CD de Austin no mercado, tenhamos o escritório organizado e bem liderado, levar-te-ei de viagem.
Ela arqueou as sobrancelhas.
—De verdade? Aonde?
—A Paris. E a Veneza.
Ela ficou sem fôlego. Sentia-se mais apaixonada por ele com cada minuto que passava. —OH, Edward.
—Quero navegar pelo verdadeiro Grande Cânion contigo, Bella. E quero olhar as luzes de Paris contigo do mais alto da Torre Eiffel.
Aquele era o homem que tinha deixado claro que não tinha relações com uma mulher, não deixava que o sexo se convertesseem romance. Agora, não podia imaginar a um homem mais romântico que ele. E também estava um pouco louco com o sexo. Bom, definitivamente considerava aquilo como um benefício adicional, um que ela esperava pudesse seguir fazendo que sua vida fora tão extraordinariamente excitante a partir daquele momento.
—Embora quando chegarmos ao alto da verdadeira Torre Eiffel — brincou ela—, não espere que faça uma mamada.
Ele sorriu, seus olhos resplandeciam quando a olhavam.
—Já o veremos.
Ela não pôde evitar conceder um sorriso como resposta, e um tom de voz coquete, quando disse: — Sim, já veremos.
Um mês antes, a idéia de tudo aquilo tivesse parecido inconcebível, mas com Edward, sabia que tudo era possível.
Necessito um homem, necessito um homem, necessito um homem.
E agora tenho um, para toda a vida.
