N/A : Olá para você que estava quase pegando uma arma para ameaçar a autora por causa da demora. Como vocês estão? Espero que todas estejam bem. Então...sobre esse capítulo, eu gostei bastante dele. Eu tinha mencionado no Twitter que teria uma aparição do Jensen, e eu até escrevi a cena, mas ficou estranha e decidi tirar. Mas quem sabe ele não apareça num futuro próximo, huh? Como sempre, resposta no fim da página. Ah, e uma coisa se chegarmos a 200 reviews...eu deixo certas pessoas invadirem aqui novamente. Mas só quando atingir 200, hein!
Capítulo 10 – Mudanças, Pedidos e Reconciliações.
[RPOV]
Eu estava andando apressadamente pelas ruas, quando meu telefone começou a tocar. Peguei o aparelho e apertei o botão verde para atendê-lo, mas o telefone não parava de tocar. Pressionei o botão outra vez, e nada. Pressionei com mais força, mas o barulho irritante não parava. Ele continuava tocando incessantemente. E foi então que eu abri os meus olhos.
Eu estava no meu quarto de hotel, mas o barulho ainda persistia. Com muita dificuldade olhei para a mesa de cabeceira e achei a fonte daquele barulho infernal.
-Alô?- Atendi irritada.
-Bom dia para você também. - Demetri falou zombeteiramente.
-Olha só, eu estava sendo pedida em casamento pelo Damon de Vampire Diaries e você me acordou. Me diz como isso pode ser um bom dia?- Tudo bem que aquilo não era exatamente uma verdade, mas sabe aquela sensação de que você estava sonhando aquilo antes?
-Tem certeza que ele queria casar ou só estava querendo morder o seu pescoço?
-Por mim ele podia fazer qualquer coisa.- Tentei conter um suspiro sonhador, mas acho que não fui muito feliz nisso.
-Eu não sabia que você gostava de vampiros. – Ele comentou, e mesmo sem ver eu tinha certeza que ele tinha um sorriso misterioso nos lábios.
-Não querendo ser rude, mas já sendo a sua ligação tem um propósito?- Perguntei, tentando espantar a imagem do sorriso dele dos meus pensamentos.
-Tem. Avisar que nós já estamos aqui embaixo.
-Nós?- Eu não estava conseguindo acompanhar o raciocínio dele.
-É. Eu, Jasper, Edward e Emmett. Sabe, aqueles que vão te ajudar com a mudança.
-Ah, meu Deus!-Sentei-me quase que no pulo. - Eu perdi a hora. Eu ainda estou de camisola.
-Ok, vamos trabalhar essa informação. De que cor é a camisola?- Se não estivéssemos separados por alguns andares e aparelhos eletrônicos eu daria um soco nele.
-Cala a boca e me dá quinze minutos para me arrumar. – Disse, desligando o telefone.
Levantei da cama e fui correndo ao banheiro, recebendo uma leve pancada da porta fechada no meio do caminho. Consegui tomar banho e escovar meus dentes em tempo recorde. Peguei a primeira roupa que vi na minha frente e vesti. Nem tive tempo para pentear o cabelo, pois já estavam batendo à minha porta.
-Oi- Cumprimentei os garotos.
-Posso dar uma mordida para provar?- Demetri perguntou com um sorriso maroto. Desci os olhos até a minha blusa e li o que estava escrito ali: Sweeter than a cupcake. (Mais doce que um cupcake) Que sorte a minha!
-Vai se ferrar.- Respondi irritada.
-Eu pensei que você gostasse desse lance de mordidas.- Ele comentou de maneira casual.
-Deixem o namoro para depois, porque eu tenho muita coisa para fazer.- Emmett fez com que Demetri saísse de sua frente, e todos entraram no meu quarto.
-Ei! Não tem nenhum namoro aqui.- Fui logo tratando de negar. Onde já se viu! Namoro? Hunf!
-Daqui a pouco você vai falar que a fada do dente não existe.- Emmett murmurou e eu franzi o cenho, não entendendo muito bem o que ele queria dizer.
-Podemos nos concentrar na mudança?- Edward, visivelmente entediado, chamou nossa atenção.
-O que temos para levar? - Jasper perguntou.
-Para começar essas caixas aí. – Apontei para as diversas caixas espalhadas pelo quarto.
-Para começar?- Demetri perguntou, arqueando uma sobrancelha.
-O restante das minhas coisas está na lavanderia do hotel.
-Suas roupas. – Emmett deduziu.
-Não. Os meus livros, DVDs e outras coisas.
-E tudo isso está na lavanderia?- Jasper perguntou para se certificar.
-Eu tenho muitas coisas, e não tinha onde deixar. Ai o gerente do hotel me ofereceu um espaço na lavanderia. Era isso ou aqueles depósitos cheios de ratos.- Só de pensar naqueles roedores passando em cima do meu Percy Jackson...
-E na lavanderia não tem ratos?- Demetri-Implicante-Sullivan se manifestou.
-Olha, você não está ajudando.- Reclamei. Lavanderias de hotel não tem ratos, certo?
-Vamos lá embaixo enquanto eles descem com essas caixas.- Ele sugeriu.
-Acho melhor o Edward ir com você.
-Eu já estou fazendo muito em estar aqui. Me deixe quieto. – E o prêmio de ranzinza do dia vai para...meu querido chefe!
-E acredite, eu agradeço muito por isso. Mas a culpa não é minha se a Bella não está falando com você.- Revirei os olhos. Há dois dias que eu estava aguentando esse mal-humor excessivo.
-Ela está falando. Eu só não posso chegar perto dela. – Ele se defendeu.
-Ela descobriu?- Emmett perguntou.
-É.- Edward admitiu.
-Descobriu o quê?- Jasper perguntou, meio perdido.
-Que a Vaca Loira está trabalhando lá. – Respondi.
-Vaca Loira?- Ele enrugou a testa confuso.
-A Tanya.- O grandalhão do recinto explicou.
-Denalli.-Ele afirmou, quase que numa pergunta. -Edward, você ficou maluco?
-Não, eu não fiquei.- Edward revirou os olhos. - Será que podemos mudar de assunto?
-Não podemos não.- Jasper falou sério, e pela expressão de Emmett percebi que a conversa seria longa.
-Quer saber? Eu vou lá embaixo com o Demetri.- Avisei. Por nada no mundo eu ficaria ali.
-Quem é essa Tanya?- Demetri perguntou quando já estávamos fora do quarto.
-Ex do Edward que está trabalhando lá no marketing.
-Isso explica o humor da Bella e as centenas de flores que ela recebeu.
-Centenas? Uau!- Exclamei surpresa.
-É.- Ele concordou quando entramos no elevador.
-Ele sabe como ganhar uma garota. – Não que eu já não suspeitasse disso. Edward tem cara de que sabe muito bem o que fazer para conquistar uma garota, não que eu ache que ele tenha problemas no departamento.
-Pena que não deu certo.- Ele lamentou. -Você gosta de flores? – Eu praticamente congelei à porta da lavanderia ao ouvir aquela pergunta. Calma, Renata. Respira. Você sabe lidar com essas situações. Como se eu soubesse que situação era aquela.
-Essa conversa está tomando um rumo muito estranho. – Murmurei passando por ele, que segurava a porta aberta para mim. Felizmente, Demetri não voltou a tocar no assunto.
-Meu Deus! Quantas coisas tem aqui?- Ele perguntou, finalmente olhando para a pilha de caixas que se encontrava na lavanderia.
-Acho que quinze.
-Quinze? Só de livros e DVDs?
-A maioria. Também tem outras coisas.
-Você realmente trouxe sua casa com você- Ele comentou, ainda encarando a pilha em sua frente.
-Eu realmente não queria voltar para casa.
Levamos as caixas até um dos carros, e por algum milagre, os garotos já tinham descido quase tudo. Demetri ficou lá embaixo junto dos carros, enquanto eu subi para ver se não tinha esquecido nada no quarto. Depois de fazer o check-out, partimos para minha nova casa.
Gentilmente, ou por ordens da Alice, os meninos ficaram para me ajudar com a arrumação. Saí do quaro para pegar mais caixas, mas parei no meio do caminho quando vi que Edward e Alice estavam na sala.
-Ali, você tem uma chave de fenda? Preciso apertar um parafuso daquela estante.- Edward pediu à irmã.
-Em solidariedade a minha melhor amiga eu não estou falando com você.- Ela respondeu cruzando os braços.
-Acontece, que a sua melhor amiga está falando comigo.
-Mas eu não estou.- Ela disse resoluta. – Não sei como você teve a coragem de contratar aquelazinha.
-Eu pensei que você não estivesse falando comigo.- Edward apontou
-Para te dar broncas eu estou.- Ela falou séria. Como a conversa pareceu chegar ao fim, resolvi dar o ar da minha graça.
-Alguém aí viu minha caixa de DVDS?- Perguntei, aparecendo na sala.
-Acho que está na cozinha.- Edward respondeu.
Arrumamos durante toda a manhã e como recompensa pelo nosso trabalho, Alice trouxe pizza e cerveja, mas eu não pude nem encostar na garrafa já que Edward me entregava outra- de refrigerante. Que sorte a minha!
-Liga não, na faculdade você vai poder fazer isso e muito mais. - Alice me animou num sussurro.
Acordei no dia seguinte com um baita falatório vindo da sala. Pelo visto ninguém mais respeitava o sono alheio. Fui cuidar da minha higiene pessoal antes de ir para a sala, onde Rosalie, Alice e Bella conversavam alegremente.
-Bom dia.- Cumprimentei-as, suprimindo um bocejo.
-Bom dia! Rose trouxe o café.- Alice avisou quando me viu indo para a cozinha.
-Espero que goste de expresso.- Rose disse gentilmente.
-Está ótimo. Obrigada.- Sorri e fui logo pegar o meu café. Eu só existia depois da minha primeira xícara, ou no meu caso, copo da Starbucks.
-O que vamos ver hoje?- Alice perguntou, enquanto eu voltava para a sala.
-Tem maratona de Law & Order- Special Victms Unit.- Rose disse folheando o que devia ser a revista da programação.
-Eu até gosto, mas uma maratona?- Bella fez uma careta.
-Que tal Supernatural?- Sugeri, me intrometendo na conversa. Já que eu estava ali, não custava nada participar.
-Não trouxe os DVDs.- Bella se lamentou. - Por falar nisso, essa semana almocei com eles. Jensen falou que...
-PARA TUDO!- Gritei, interrompendo seja lá o que ela ia falar. - Você conhece o Jensen e o Jared?
-Sou amiga deles.- Bella respondeu, sorrindo.
-OMG! OMG!O.M.G!- Eu tentava pronunciar algo além disso, mas estava difícil. - OMG! Se eu escrever uma carta você entrega ao Jensen?
-Claro.
-O Demetri sabe dessa sua paixãozinha?- Rose perguntou, arqueando uma sobrancelha em minha direção.
-Eu estou tendo uma sensação de Deja Vu.- Alice murmurou mais para si, do que para nós ouvirmos.- O que vocês veem nesse homem?
-Quer a lista completa?- Perguntei. E olha que eu realmente podia dar uma lista a ela. Eu tinha uma em algum lugar da minha agenda. -Alguma chance de você conhecer o Matt Bomer também?- Perguntei, voltando-me para Bella.
-Você é uma Collar?- Ela perguntou surpresa.
-Sou!- Respondi animada.
-Pronto. Agora tem mais uma que eu preciso deixar longe da TV.- Ouvi Alice lamentando-se ao fundo.
-Boa sorte, amiga!- Rose desejou, entre risadas.
Acabamos deixando as séries de lado e fomos ver alguns filmes. Com quatro mulheres ali já dava para imaginar qual seria o teor dos filmes. Começamos com Lembranças, nunca tinha me identificado tanto com um personagem quanto naquele filme. Eu conseguia ver um pouco de mim em Tyler. Ambos éramos o patinho feio de nossas famílias e enfrentávamos grandes problemas por isso. Não preciso nem mencionar que o filme me deixou meio para baixo; principalmente o final. Após uma rodada de comida chinesa, que foi o nosso almoço, seguimos com nossa tarde de filmes. Assistir ao Diário de Briget Jones e De repente 30 melhoraram consideravelmente o meu humor.
-Alguém sabe o motivo desse jantar?- Rose perguntou no meio do filme.
-Sei não.-Bella respondeu.- Mas você sabe como é a Esme: nunca precisa de um motivo para fazer uma festa.
-Uma das melhores qualidades da minha mãe.- Alice disse com um sorriso. -Renata, porque você não vai também?
-Acho melhor eu ficar por aqui. Ainda tenho muita coisa para arrumar. - Mesmo com a ajuda dos garotos ontem, ainda tinha ficado muita coisa para ser colocada nos seus devidos lugares.
-Você pode fazer isso amanhã.- Ela sugeriu.
-Amanhã eu preciso ir trabalhar. Ainda mais levando em conta o mau humor atual do seu irmão. Só de pensar em ter que enfrentar a versão mal-humorada do Edward no dia seguinte...
-Culpa da Bella que fica negando sexo ao pobre coitado.- Rose alfinetou, mantendo um sorriso no rosto.
-Pobre coitado? Quem mandou ele não me contar quem era a funcionária? Pois então, bem feito para ele.
-E para mim. - Murmurei.
Assim que o último filme terminou, todas estavam prontas para ir cada uma para o seu lado. Mas, antes de se despedir, Rose veio falar comigo.
-Eu poderia te pedir um favor, se não for muito incômodo para você...- Ela começou hesitante.
-Pode falar.
-Será que você poderia ficar com o Matt hoje a noite?- Franzi o cenho, confusa.
-Oh, o seu filho.- Disse, quando finalmente a ficha tinha caído. - Bem, eu não tenho experiência com crianças...
-É só durante o jantar. Prometo que não vamos demorar.- Ela insistiu. E como eu ainda estava na fase em que a boa educação me mandava agradar meus novos amigos, eu não tive escolha.
-Acho que tudo bem. - Sorri, numa tentativa de mascarar meu desespero.
-Obrigada!
Rosalie saiu pela porta juntamente com Bella para o jantar, Alice foi para o quarto se arrumar e eu fui arrumar as minhas coisas. Pouco mais de uma hora depois que ela havia deixado aquele apartamento, Rosalie estava novamente ali. Só que dessa vez ela não estava sozinha.
-Olá!- Ela cumprimentou quando me viu.
-Oi.
-Aqui está o número do nosso telefone caso você precise de alguma coisa.- Ela me entregou um papel com três números de telefones distintos.
-Cooper, eu estou de olho. - Emmett me encarou, e eu tive que me controlar para não revirar os olhos.
-Aqui fora é Volturi.- Lembrei.
-Não estraga o disfarce.- Ele brigou. -Aqui tem 20 dólares para vocês comerem uma pizza.
-Valeu, papai. - Respondi sarcástica.
Ambos se despediram do filho e foram embora.
-Hey!- Me virei para encará-lo. Ele tinha os olhos e o cabelo da Rose, mas eu conseguia ver o Emmett claramente ali.
-Você que é a Renata?- Ele perguntou, me olhando.
-Sim. Mas pode me chamar de Renny. - Ofereci, gentilmente.
-Eu sou o Matt. - Ele sorriu, e se acomodou no sofá. -O que você é minha?
-Oi?
-Você é minha tia?
-Tia? Não, sou nova demais para ser chamada assim.
-Então o que você é?- Ele parecia estar confuso com aquilo.
-Vamos ver eu trabalho com o seu tio e moro com a sua tia...
-Então você é minha tia. - Ele insistiu.
-Tia, não. Que tal amiga?
-Quantos anos você tem?
-Dezoito.
-Eu tenho três. Você é velha demais para ser minha amiga.- Ele parou, parecendo pensar por um momento. -Você sabe quando é o mês que vem?
-Semana que vem. Por quê?
-Mamãe disse que mês que vem eu fico mais velho. Aí a gente pode ser amigo.- Ele sorriu.
-Até que tem lógica. - Murmurei. -O que você quer fazer?
-Humm..- Ele pareceu pensativo. - Você sabe onde passa BEM 10?
-Nem sei o que é isso.
-Um garoto que usa um relógio e que se transforma em dez heróis diferentes. -Ele explicou, mas não adiantou muita coisa.
-E você gosta de ver isso?- Perguntei fazendo uma careta. Não faziam mais desenhos como antigamente.
-Sim.
-Fique aí que eu vou te apresentar a um desenho de verdade. - Fui até o meu quarto e peguei um dos meus desenhos favoritos de quando eu tinha a idade dele.
-O que é isso?- Ele perguntou curioso.
-Tem Tons. - Respondi. Até hoje eu era imensamente grata ao sobrenome Volturi por me fazer conseguir aquele DVD. -Vai assistindo aí enquanto eu vou pedindo a pizza. Você gosta de quê?
-Queijo.
-Ok.
Quando voltei para a sala, Matt estava super concentrado no desenho.
-Esse desenho é demais!- Ele disse quando o desenho acabou. - Tem mais?
-Claro que sim. - Eu tinha a impressão de que Matt e eu seríamos grandes amigos.
[BPOV]
Quando cheguei a casa, Edward estava sentado na sala, semi-arrumado para o jantar.
-Já está se arrumando?- Perguntei olhando para o relógio que ficava na parede da sala.
-Jasper não para de ligar me lembrando que não devemos chegar atrasados. Ele está pior que noivo no dia do casamento.- Edward reclamou, e eu discordava dele. Jasper estava mais para a noiva no dia do casamento.
-Eu só vou tomar um banho e trocar de roupa.- Avisei, indo em direção ao quarto.
-Ok.
O caminho até a casa dos Cullens foi feito em silêncio. Após ter feito ele dormir no sofá por dois dias seguidos, eu o aceitei de volta em nossa cama, desde que ele mantivesse as mãos para si mesmo. E para a minha surpresa Edward estava se comportando muito bem. A nossa relação estava quase ao normal, exceto pelo fator físico. A viagem não demorou muito, ao que eu agradeci imensamente.
-Até que enfim vocês chegaram!- Jasper reclamou, ao abrir a porta para nós.
-Não estamos atrasados. - Edward justificou.
-Mas eu preciso de vocês aqui. Vocês são os únicos que sabem.
-Onde estão os meus pais?
-Eu tive que contar a verdade ao Carlisle e ele se encarregou de levar a Esme para passear. – Ele respondeu
-Jasper! - Exclamei admirando a beleza da decoração. A sala estava perfeitamente decorada com inúmeros arranjos de tulipas e rosas, alternadas com velas aromáticas que exalavam um aroma maravilhoso.
-Você acha que ela vai gostar? – Ele perguntou mordendo o lábio.
-Com certeza! – Garanti.
Ouvimos um barulho de carro chegando, e Jasper correu para a janela para ver quem era.
-É o Carlisle. - Ele avisou. - Bella, tente segurar a Esme na cozinha enquanto os outros não chegam.
-Só tenho uma dúvida. Você, praticamente, expulsou Esme de casa. Quem foi que fez o jantar?
-Eu encomendei naquele restaurante italiano.
-Você pediu ravióli de cogumelos?- Perguntei. Eu já podia sentir minha boca salivar ao imaginar aquele prato.
-Como se eu pudesse esquecer. –Jasper revirou os olhos.
-Com queijo extra?
-Sim, Bella. – Ele respondeu entediado.
-Eu já disse que eu te amo?
-Já. Agora trate de segurar a Esme.- Ele ordenou, quase me empurrando para fora da sala.
Segurar a Esme até que foi uma tarefa fácil. Ajudei-a arrumar a sala de jantar e quando a comida chegou, separamos os pratos para esquentá-los no microondas. Quando ouvimos o barulho de outros carros chegando, fomos direto para a sala de estar.
-Meu Deus! Para quê isso tudo? Jasper você vai fazer o que eu acho que você vai fazer?- Esme perguntou ao ver toda a decoração.
-Deixe para torturá-lo depois. – Carlisle disse gentilmente.
-Cadê todo mundo? Já passei da idade de brincar de pique - esconde. – A voz de Emmett era claramente ouvida por nós.
-Você nunca foi muito bom em se esconder.- Alice apontou.
-A culpa não era minha se eu não era tão pequeno que cabia numa caixa de fósforo, diferente de você. – Emmett implicou. Pela clareza da voz, eles já estava se aproximando.
-Eu vou te mostrar quem é pequena aqui.- A baixinha ameaçou.
-Vocês já vão começar?- Rose reclamou. E no mesmo instante a porta da sala foi aberta.
-Mãe! Pai!- Alice chamou, e então ela notou toda a decoração. -Oh, meu Deus!
-O que está acontecendo aqui?- Emmett perguntou, confuso.
-Cala a boca.- Rose ordenou, puxando-o para um canto da sala. Deixando, exclusivamente, Alice no centro da sala.
-Se destruíssem todos as estradas do mundo, eu nunca me perderia, pois teria você para me guiar.- Jasper mal tinha começado seu discurso e eu já conseguia ver lágrimas nos olhos de Alice. - Se um dia as estrelas deixassem de existir, para mim elas não fariam falta, pois o brilho do teu olhar seria o suficiente para clarear a minha noite.- A cada palavra, Jasper ia caminhando lentamente até ela- Se o sol se extinguisse, também não faria falta, pois ainda teria o seu sorriso para iluminar o meu dia e os seus beijos para me aquecer.-Ele fez uma pausa e respirou fundo antes de continuar- Alice, o que eu estou tentando dizer é que eu conseguiria viver sem as coisas essenciais dessa vida, mas eu nunca conseguiria viver sem você.- E finalmente, ele se ajoelhou.- Mary Alice Cullen, você me daria a honra de ser minha esposa?
-Sim!- Ela respondeu imediatamente, antes de devorá-lo com um beijo.
-Por que você não fez um pedido como esses?- Rose perguntou ao Emmett,
-Os Cullens não são muito bons com essas coisas. – Apontei.
-Como? – Edward arqueou uma sobrancelha para mim.
-Você ouviu. Edward, qual foi a última vez que você falou algo bonito assim para mim?- Cruzei os braços e o encarei, esperando sua resposta.
-Faço minha a pergunta da Bella...Emmett?- Rose imitou o meu gesto, e ficou aguardando a resposta dele.
-De repente eu tive um súbito desejo de quebrar a cara do Jasper. –Emmett falou entre os dentes.
-Eu também. – Edward concordou.
Apesar das ameaças dos garotos, a noite transcorreu exatamente como deveria ser. Eu não podia deixar de sorrir a cada vez que via o semblante de felicidade que Alice e Jasper estampavam. Olhei para o Edward e vi que ele estava olhando em minha direção. Nós até podíamos estar meio que brigados, um duelo entre minha teimosia e o orgulho dele, mas era em olhares como esses que eu sabia que a nossa relação era maior que tudo.
Já fazia uma hora que eu estava deitada e nada de conseguir dormir. O motivo? A pessoa que estava ao meu lado. Já tinha se passado mais de uma semana que eu estava dando o "tratamento glacial", como eu chamava em meus pensamentos. Eu sei que estava sendo infantil, mas tratando-se da Tanya eu não conseguia ver de outro modo. Eu também sabia que eu já estava exagerando, mas era teimosa demais para admitir isso para ele. Eu sentia falta dele, física e emocionalmente, eu sabia que ele sentia o mesmo. Eu conseguia ver nos olhos dele todos os dias, mas eu não conseguia verbalizar as minhas desculpas. Eu precisava externar tudo o que eu sentia de outra forma, antes de conseguir colocá-las em palavras. E era exatamente isso que eu iria fazer.
Voltei minha atenção para ele. Edward dormia serenamente. O lençol estava caído me deixando ver o começo de sua boxer vermelha. Eu preferia a preta, mas a vermelha também não era nada mal. Deslizei minha mão sobre seu peito e abdômen, olhei para seu rosto e ele permanecia imóvel. Isso me daria algum tempo para brincar antes que ele acordasse. Levei minha mão para dentro da boxer, e acariciei-o levemente. Edward deixou escapar um suspiro, mas ao que tudo indicava, continuava dormindo.
Abaixei a boxer devagar, me dando acesso, quase, total a ele. Lentamente, passei a língua pela ponta e assisti-o ganhando vida em minhas mãos. Coloquei-o em minha boca, arranhando a pele sensível com meus dentes.
-Hum, Bella- Ele gemeu. Desviei meu olhar para o seu rosto, e os seus olhos encontraram os meus. Sorri marotamente, antes de voltar ao que estava fazendo. Coloquei-o de novo na minha boca, e tive que me controlar enquanto via Edward se contorcendo quando comecei a acelerar meus movimentos.
-Bella, para!- Ele pediu. Levantei minha cabeça assustada, será que eu o havia machucado ou algo assim?
-O que foi?- Perguntei confusa.
-Você sabe muito bem o que foi.- Ele sorriu. E de alguma forma, ele conseguiu me deitar na cama e ficar por cima de mim. -Por mais que eu ame a sua boca maravilhosa, você sabe muito bem onde eu quero estar.- Ele sussurrou no meu ouvido. Alguém me explica como eu fiquei mais de uma semana sem ele? -Tira a blusa!- Ele ordenou, e eu mais que depressa obedeci.
-Maravilhosa. -Suas mãos voaram para os meus seios, ao mesmo tempo que sua boca encontrou a minha. Edward me beijava vorazmente, com saudade, amor, paixão, enquanto massageava os meus seios. -Nunca mais ouse fazer isso comigo- Ele pediu, deixando uma trilha de beijos até o meu pescoço.
-O quê? Te acordar no meio da noite do jeito que te acordei?- Provoquei. O que eu posso fazer, eu não conseguia deixar de fazer isso.
-Você sabe do que eu estou falando.- Ele respondeu impaciente, mordendo no lugar onde o meu pescoço e clavícula se encontravam.
Não demorou muito para que sua língua quente e macia encontrasse meu seio. Se é que aquilo era possível ele estava me deixando ainda mais excitada com suas administrações. Edward devorava um seio enquanto massageava o outro com a mão. Arqueei meu corpo em busca de alguma fricção e fui recebida por sua ereção semi-coberta, exatamente no lugar em que eu precisava dele.
-Edward...- Implorei.
-Ainda não.- Ele respondeu, mordiscando meu mamilo túrgido que exigia sua atenção. Nesse momento, eu senti meu baixo ventre se contrair furiosamente, enquanto os famosos pontinhos brancos apareciam por de trás das minhas pálpebras. Não consegui conter o gemido que saiu. Quando eu abri os olhos, Edward me olhava com uma expressão divertida.
-Você teve um orgasmo sem que eu te tocasse propriamente.- Ele constatou.
-Eles estão sensíveis.- Me defendi.
-Quão sensíveis?- Ele murmurou, tomando o outro seio em sua boca.
-Edward, por favor- Implorei novamente.
-Por favor o quê, Bella?- O cretino ainda tinha a capacidade de me fazer aquela pergunta?
-Não me faça dizer as palavras.
-Mas é exatamente o que eu quero que você faça.- O desgraçado falou com aquele sorriso torto, que por si só era capaz de me levar a outro orgasmo.
-Desgraçado.- Arquejei ao sentir sua língua em meu umbigo.
-Vamos lá, Bella.- Ele encorajou, ainda ostentando aquele maldito sorriso.
-Euquerovocêdentrodemim.- Disse num único suspiro.
-Não precisava nem pedir.- O sorriso torto assumiu um ar prepotente e eu tive vontade de estapeá-lo
-Ah, vai para a p...- Não consegui terminar aquele doce xingamento, porque os dedinhos mágicos do meu marido entravam em ação. Ele tirou minha calcinha rapidamente, e voltou para sua tarefa anterior.
-Tudo isso é por minha causa, Isabella?- Ele sabia o que acontecia comigo quando ele falava o meu nome.
-Você sabe que sim.- Gemi, ao sentir a aproximação do meu segundo orgasmo naquela noite. Mas, antes que o fato se consumasse ele já havia retirado seus dedos. -Edward!- Protestei.
-Eu estou aqui.- Ele sorriu, e eu percebi que ele já estava sem a boxer. Eu podia muito bem sentir o quanto ele estava ali.
Edward deslizou para dentro de mim, e permaneceu imóvel até que eu sinalizei para que ele continuasse.
-Como você consegue ser tão apertada?- Ele sussurrou mordiscando o lóbulo da minha orelha.
-Da mesma maneira que você consegue ser tão grande. - Devolvi a provocação e senti Edward grunhir contra o meu pescoço. -Mais rápido.
-Bella, eu estou quase...
Edward ficou de joelhos na cama, me levando junto com ele. A nova posição me possibilitava controlar o nosso ritmo. Ele segurou minha cintura, acelerando meu ritmo, ao mesmo tempo que ele voltava sua atenção para os meus seios.
-Eu quero que você venha comigo. - sussurrei em seu ouvido e senti-o estremecer. Senti-o liberando-se dentro de mim, o que ocasionou meu próprio ápice. Edward engoliu meu grito com um beijo, enquanto as ondas de prazer ainda emanavam em nossos corpos.
Por uns cinco minutos, o único som que podia ser ouvido eram as nossas respirações.
-Nós vamos ter que conversar amanhã.- Ele disse, beijando o meu pescoço.
-Eu sei.- Assenti.
-Olha para mim. - Ele pediu. - Você sabe que eu te amo, não sabe?
-Sei. Eu também te amo.
Nos separamos e nos deitamos na cama. Edward me puxou para perto dele, e me abraçou por trás, repousando a mão na minha barriga.
-Eles sentiram sua falta.- Sorri.
-Eu também senti falta deles. E da mãe deles.- Ele beijou novamente o meu pescoço me deixando arrepiada. Se eu não estivesse tão cansada eu encorajaria suas ações.
-Eu também senti sua falta. - Balbuciei, já sentindo o sono me envolver.
-Amor, hora de acordar.- Edward me sacudia, gentilmente.
-Hum, me deixa dormir. - Murmurei, virando para o outro lado.
-Já passam das dez.
-Quando passar das dez da noite você pode me acordar. - Será que ele não sabia que eu dormia por três?
-Alice já ligou para cá umas cinco vezes. Eu disse para ela que você não ia sair porque não estava se sentindo bem. - Ele avisou, nessa hora ele conseguiu minha total atenção.
-Por que você fez isso?- Perguntei, visivelmente chateada. - Ela queria comprar o enxoval.
-E você iria de livre e espontânea vontade? - Ele perguntou desconfiado.
-É uma data importante para ela. Ela esteve presente na minha e eu quero fazer o mesmo por ela. - E isso incluía ir as compras.
-Se você quiser eu ligo para avisar que você está melhor.- Ele sugeriu, e eu pude ver em seus olhos que isso era a última coisa que ele queria fazer.
-Não. Primeiro vamos ver o que você tem a me oferecer. - Sorri, sugestiva.
-O que você quiser. - Ele disse, aproximando seu rosto perigosamente do meu.
-Humm, isso me parece muito mais interessante do que ir as compras.- Envolvi minhas mãos em seu pescoço e o puxei para um beijo.
-Vai tomar seu banho que eu trago seu café aqui.- Ele falou quando nos separamos.
-Eu devia fazer greve de sexo mais vezes.
-Não gostei da piada. - Ele me olhou sério antes de fechar a porta do quarto.
Como ele havia sugerido, fui tomar meu banho. A água morna fazia maravilhas no meu corpo. Ouvi a porta do banheiro sendo aberta, e não demorou muito até que eu não fosse mais a única dentro do Box.
-Ei! O que você está fazendo aqui?
-Sabe como é, precisamos economizar a água do planeta.- Ele disse com sua expressão mais cínica. -Deixa que eu faço isso.- Ele pegou o frasco de shampoo, derramou um pouco em suas mãos e aplicou no meu cabelo, massageando suavemente. Eu fechei meus olhos tentando aproveitar ao máximo aquela sensação.
-Humm, isso é bom. Muito bom.- Gemi, aproximando meu corpo ainda mais do dele.
-Bella controle-se. - Ele advertiu.
-Nem adianta você dizer que não quer.-E para provar o meu ponto, cheguei ainda mais perto dele e senti sua ereção contra o meu traseiro. O gemido que ele soltou só serviu para provar o quanto eu estava certa.
-Eu não vou fazer isso aqui. Você pode se machucar. - Ele falou sério.
-Você fala como se nunca tivéssemos transado no banheiro.
-Mas você não estava grávida.
-Você é impossível!- Revirei os meus olhos. Eu achava fofa toda essa preocupação dele, mas às vezes ele exagerava.
-Eu vou te amostrar o impossível assim que você terminar de tomar o café-da-manhã.- É claro que minha alimentação seria a prioridade dele. E pensar que eu ainda teria seis meses daqueles intensos cuidados.
Quando saímos do banho, nosso café-da-manhã já estava nos esperando. Suco de limão, panquecas e morangos. Não perdi meu tempo e fui logo devorar minha refeição. Ambos permanecíamos quietos enquanto comíamos, e por mais que eu odiasse trazer o tópico à tona eu precisava fazê-lo.
-Não querendo acabar o clima, mas acho que devíamos conversar.
-Eu sei. -Ele assentiu.
-Edward, por que você não me contou?- Comecei justo pelo o que mais me incomodava.
-Eu já te disse. Eu ia contar, mas eu estava com medo de que você não fosse reagir tão bem e estava esperando um dia que você estivesse mais relaxada para que eu pudesse contar.
-Mas no dia que eu te perguntei...
-Eu estava cansado e não estava com disposição para uma discussão.- Ele se justificou. -Bella, eu nunca esconderia nada de você. Eu nunca escondi, e você sabe disso.- E eu realmente sabia.
-Como ela está?
-Bem, eu acho. - Ele encolheu os ombros.
-Ela sabe que nós...
-Ainda não tive essa oportunidade. - Ele sorriu. Tive vontade de sugerir que fosse eu a esfregar na cara dela que havíamos casado, mas fiquei quieta.
-Ela continua bonita?- Mordi o lábio enquanto esperava pela resposta dele.
-Sabe o que é engraçado, quando eu a vi lá no escritório eu me perguntei o que eu enxergava nela na época da faculdade. Ela me pareceu tão artificial.
-Você não precisa falar essas coisas só para me agradar. - Edward me encarou por um momento, como se não estivesse acreditando no que eu estava dizendo.
-Acredite em mim que é a mais pura verdade. Se você quiser pode perguntar ao Eddie Jr.- Ele sugeriu com um sorriso despreocupado.
-Posso fazer essa pergunta agora?- Arqueei a sobrancelha.
-Sempre que você quiser.- Ele me puxou para perto dele, e logo nossas línguas estavam lutando dentro de nossas bocas. Quando minha mão começou a percorrer aquele corpo divinamente esculturado, o maldito telefone tocou. -Não acredito nisso! Preciso cancelar esse telefone o mais rápido possível. - Ele reclamou e como sempre coube a mim atender o aparelho.
-Alô?- Atendi, reconhecendo imediatamente a voz do outro lado da linha.. - Aqui? Claro.- - Pela minha visão periférica, eu notava o quanto Edward estava impaciente e curioso para saber do que se tratava.- Daqui a pouco chegamos aí.
-Por favor me diz que eu não preciso sair da minha cama.- Ele implorou.
-Minha mãe está no aeroporto. - Disse mordendo o lábio.
-LAX?- Ele perguntou temeroso.
-É.- Confirmei e não pude deixar de concordar com o xingamento dele sobre o péssimo timing da minha mãe.
PriscylaCatryne: Hey, calma! Sem estresse! A fic já chegou =)
Bee: Com certeza você não é a única. Sabe o que eu acho mais engraçado, nos livros ela nunca fez nada para separar Edward e Bella mas todo mundo odeia ela huahauahaua
Jana Mi: Não quis escutar o irmão mais velho, deu no que deu. Hum, solução rápida? Mas onde estaria a graça? Hauahauhauahau Prometo que não vou atormentar vocês com a Tanya...quer dizer, não muito =D
DeniseBelle26: Não querendo defender o meu Edward( preciso aproveitar que a Bella não está aqui para chamar ele assim), mas já defendendo...Ele agiu errado sim, mas tem horas que a gente sempre omite ou posterga uma conversa e tudo acaba mal. Foi o que aconteceu no caso dele.
Maarii: NHaaa, que chato Mari! Huahauahauaahu Isso, ria com a desgraça alheia...se o Edward aparecer e quiser comer o teu fígado eu não vou impedir ehehhehee Alec bonzinho...tarde demais. Gostei da ideia do flashback, vou ver se coloco em prática ;)
gby00: Posso te dizer uma coisa: Eu amei essa sua ideia de teoria da conspiração. O Alec não conhece o Aro ou qualquer Volturi. Só isso que eu falo =) Ah! Mas ela vai se vingar...e muito!
Gabi-b: Ok, eu já arrumei! Não agüento deixar eles brigados por muito tempo xD
Luna Stew : Claro que não, hunf! Bellinha grávida bota para quebrar hehehehe Mais uma que ri do sofrimento dos outros. Se o Edward aparecer por aqui...eu não defendo ninguém!
KiviaL: Segunda pessoa que desconfia de uma teoria da conspiração elaborada pelo Aro. Interessante. Se ele sabe ou não, vai depender do quanto Tanya deixou escapar...
Finhaa Masen: Ninguém desestabiliza esses dois não. Eu garanto! \o/ Coisa mais fofa do mundo, né? Eu queria que o Jasper me pedisse em casamento, mas a metida da Alice chegou na minha frente, fazer o quê?
Nessinha: A Renata sabe tudo hauahuahauah (Todas as Renatas sabem ;) )
Obrigada por me aturarem e lerem esse capítulo!
Até o próximo! (Só Deus sabe quando será)
Beijos mil!
