Capítulo 9: Ele é meu PAI?
N/A: Ótima notícia, hein? Capítulo postado um dia antes do prometido! Graças às reviews lindas que eu recebi (E às ameaças tb... Hehehe)Finalmente a tão esperada conversa em que a verdade será revelada ao Alex! Como será que ele vai reagir?
N/A 3: Achei "A MÚSICA" da Fic... Usei nesse capítulo, mas ela traduz o sentimento que eu quis passar na fic inteira. É "Never Gonna Be Alone" de Nickelback. É Linda demais... Chorei ouvido ela e vendo o clipe original, que é muito lindo e muito triste...
Chega de Blablablá e vamos ao capítulo que, imagino, vocês estejam morrendo de ansiedade para ler:
Capítulo 9: Ele é meu PAI?
No Capítulo anterior:
- Antes de contar a história, quero que você me prometa uma coisa.
- O que mamãe.
- Que você não vai ficar com raiva de mim. Que ainda vai continuar me amando. – Era um pedido desesperado de Ginny, e uma lágrima já escorria de seus olhos.
Alex a abraçou forte.
- É impossível eu deixar de amar você mamãe. Você é a pessoa mais importante da minha vida e a pessoa que eu mais amo no mundo.
Separando-se delicadamente do abraço, Ginny encarou novamente seu filho e começou a falar, antes que perdesse toda a coragem que agora preenchia seu coração Grifinório.
Time, is going by
(O tempo está passando)
So much faster than I
(Muito mais rápido do que eu)
And I'm starting to regret not spending all of it with you
(E eu estou começando a me arrepender de não passá-lo com você)
- Querido, a história que eu vou te contar é sobre eu e o Draco.
- Ele me disse que vocês namoraram no colégio. Mas não disse que tinha sido tão ruim.
Ginny sorriu de leve com a inocência do filho. Passou a mão pelos cabelos loiros dele e, usando o tom de voz mais suave que podia, continuou.
- Essa parte realmente não foi ruim querido. O que você tem de entender primeiro é que a família Malfoy e a família Weasley são inimigas há muitos séculos. Muito antes de seus avós nascerem. E esse ódio vem sendo mantido por gerações. Era por isso que o Draco não se dava bem com nenhum dos meus irmãos no colégio, e nem comigo, no início. Os pais dele o ensinaram a não gostar da gente, assim como nossos pais também nos ensinaram que eles eram pessoas más.
- Mas o Draco não é mal. Ele é muito legal.
- Eu sei querido. Você vai entender tudo, eu prometo. Apenas me escute.
Ela olhou mais uma vez em seus olhos cinzentos e suspirou, antes de continuar a falar.
Now I'm wondering why, I've kept this bottled inside
(Agora eu estou imaginando porque eu deixei isso preso dentro de mim)
So I'm starting to regret not telling all of it to you
(Então, estou começando a me arrepender de não ter dito tudo para você)
So if I haven't yet I've gotta let you know
(Então, se eu ainda não o fiz, tenho que deixar você saber)
- A família de Draco apoiava o Lorde das trevas. E a minha família lutava contra eles. Esse era o principal motivo do ódio que existia entre nós. Draco foi preparado desde que nasceu para se tornar um Comensal da Morte...
Alex arregalou os olhos. Ginny e toda a sua família já lhe contaram, por diversas vezes, a história da última Guerra no mundo bruxo.
- Ele era do mal? – Perguntou Alex espantado.
- Ele achava que era, querido. Ou melhor, ele queria ser para o pai dele não ficar magoado com ele. Mas Draco, no fundo, era um homem muito bom. E eu o conheci justamente quando o pai dele o pressionava para ser um Comensal, e ele não queria. Ficamos amigos e começamos a namorar escondidos, de todos, porque jamais aceitariam nosso relacionamento. Eu tinha quinze anos e ele dezesseis. Namoramos por mais de um ano. Nós nos amávamos muito e planejávamos casar, ter filhos...
Algumas lágrimas já caíam do rosto dela. Alex só a encarava, silencioso, sem saber onde aquela conversa chegaria. A ruiva fechou os olhos por um momento, lembrando-se da imagem de Draco, ainda na escola.
You're never gonna be alone
(Você nunca vai estar sozinha)
From this moment on
(De agora em diante)
If you ever feel like letting go
(Mesmo que você pense em desistir)
Ela respirou profundamente, antes de continuar. Essa era a parte mais difícil da conversa, e ela não conseguia impedir que um filme ficasse passando em sua mente.
- Então, o Draco sumiu. Sem dizer nada, sem deixar nenhum bilhete. Simplesmente sumiu. No começo eu achei que poderia ter acontecido algo de ruim com ele. Fui procurar o Professor Dumbledore, mas ele disse apenas que sabia que o Draco estava vivo e que estava na casa do pai dele. Eu sabia que o diretor tinha mais informações, mas ele não me contou nada.
Vendo que seu filho não a interromperia, continuou.
- Eu fiquei com muita raiva dele. Como é que ele sumia sem me dizer nada? E ainda estava na casa do pai, será que ele não podia me mandar uma coruja? Aí, pouco mais de um mês, sem ter nenhuma notícia dele, ele voltou para a escola. Estava sério e triste. Na mesma noite que ele voltou, nós nos encontramos. Então, eu descobri que ele tinha uma Marca Negra tatuada no braço.
Alex arregalou os olhos e pôs a mão na boca.
- Calma, querido. Ainda não o julgue. Ele não era mal e nem queria aquilo. Eu vou explicar depois. Mas não nego que eu tive a mesma reação que você na época. Saí correndo da sala onde estávamos sem deixar ele me explicar nada. Passei uma semana fugindo dele, sem querer encontrá-lo. E, antes de podermos conversar, a Guerra começou. Eu fui para a Toca e passei a usar um disfarce. Eu achava que o Draco só tinha namorado comigo para ter informações da Ordem. Achando que era perigoso continuar com esses cabelos vermelho, eu mudei a cor deles para preto e passei a usá-los cacheados. Também escondi minhas sardas. Vi o Draco algumas vezes no campo de batalha, mas não nos falamos mais. Quatro meses depois, eu tive de me afastar da Guerra...
Ginny parou. Seu filho a encarava sério, sem dizer nada. Tinha certeza que ele já tinha matado a charada. Ginny já lhe contara que durante a guerra estava grávida dele e que o pai não sabia. Agora ele já entendera que Draco era seu pai. Mas Alexander não conseguia acreditar, não antes de ouvir a confirmação de sua mãe.
- Encontrei o Draco apenas esse mês. Durante esses oito anos, depois do fim da Guerra, eu não tinha mais visto ele. Ele me contou que foi morar na França. Também descobri que, quando o Draco sumiu por um mês, seu pai o tinha sequestrado e o obrigou a fazer a Marca Negra. – Preferiu omitir a tortura que ele sofrera, não queria que o menino tivesse medo que Draco fizesse o mesmo. – E, depois que ele voltou para Hogwarts, ele se tornou espião da Ordem. Ele contava para Prof. Dumbledore os planos de Voldemort e nos ajudava. Mas eu não sabia disso. Eu só soube esse mês. – Ginny sentia um peso enorme sobre seus ombros. Culpa. E ela desejou que Draco estivesse ali, ao lado dela.
I won't let you fall
(Não vou deixá-la cair)
You're never gonna be alone
(Você nunca vai estar sozinha)
I'll hold you 'till the hurt is gone
(Vou te abraçar até a dor passar)
- Então... Se vocês namoraram em Hogwarts, e você tava grávida de mim na Guerra... Então... o Draco... o Draco é meu... Pai? – Alex estava muito sério e chorando.
Ginny começou a chorar mais alto e só confirmou que sim com a cabeça.
- O Draco é meu pai e você nunca me disse nada? Nem ele? Por que vocês me esconderam isso? Por que não me contou quando ele veio aqui pela primeira vez? – Alex estava de pé e gritava. Estava muito vermelho, como a mãe.
- Meu querido, entenda, até a conversa com ele no sábado, eu achava que ele era mal. Que ele tinha sido um Comensal. Eu não sabia que ele tinha nos ajudado.
- Mas deviam ter me contado! Ele também me enganou! E eu odeio mentiras! Você sempre me prometeu que nunca iria mentir pra mim! E você não cumpriu.
Alexander gritou tudo isso e saiu correndo da sala. Ginny chorava incontrolavelmente, mas continuava sentada no sofá. Achava que Alex tinha ido para o quarto.
And now as long as I can
(E agora, enquanto eu puder)
I'm holding on with both hands
(Estarei te segurando com ambas as mãos)
Cause forever I believe
(Pois sempre acreditei)
That there's nothing I could need but you
(Que não há nada que eu precise a não ser você)
So if I haven't yet,
(Então, se eu ainda não o fiz,)
I've gotta let you know
(Tenho que deixar você saber)
Sentia o seu coração apertado e uma dor quase física pela revolta do filho. Sabia que ele tinha razão em estar com raiva. Devia ter contado tudo antes.
Despertou, então, de seus devaneios ao ouvir um barulho de porta sendo fechada com força.
Ela se levantou e saiu correndo em direção à porta de entrada da casa. Abriu bruscamente. Nevava. E ela se sentia, agora, desesperada.
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Eu continuava sentado observando Ginny. De onde eu estava, não conseguia ver o Alex.
Caía uma neve fina, e eu não conseguia tirar os olhos daquela janela.
Senti meu estômago afundar quando vi a ruiva começar a chorar copiosamente. Levantei-me da mesa, mais tenso do que estivera até então. Sabia que a ruiva deveria estar revelando nesse momento que eu era pai do garoto. Como eu queria estar ao lado dela nesse momento. Imaginava o quão difícil estava sendo contar toda a verdade ao Alex.
You're never gonna be alone
(Você nunca vai estar sozinha)
From this moment on
(De agora em diante)
If you ever feel like letting go
(Mesmo que você pense em desistir)
I won't let you fall
(Não vou deixá-la cair)
Pus umas notas de dinheiro trouxa em cima da mesa e fiquei ali, em pé, ignorando os olhares de todos no local que estavam voltados para mim.
Pouco depois, vi a porta da casa de Ginny ser aberta e um garotinho loiro sair correndo por ela. Imediatamente, sai correndo dali também.
Não demorou muito para alcançá-lo na rua movimentada. Segurei seu braço, forçando-o a virar-se para mim. Ele estava sem casaco, muito vermelho e chorava.
Ele tentou se desvencilhar do meu braço, mas eu acabei conseguindo carregá-lo.
Ele começou a socar meu peito enquanto dizia, sem fôlego.
- Você... é... um... mentiroso... Eu odeio... Você e minha mãe... Vocês mentiram... Me enganaram...
Ele continuava me batendo e chorava demais. Eu apenas o segurei firme, esperando ele se acalmar. Mas não nego que foi doloroso ouvir suas palavras.
- Alex. Nós não enganamos você.
Ele chorava mais, e, como se estivesse cansado de tanto desferir socos em meu peito, acabou enterrando seu rosto em meu pescoço, me abraçando. Senti suas lágrimas encharcarem meu colarinho, mas aquilo não importava. Abracei-o de volta com força.
When all I hope is gone
(Quando toda a esperança tiver desaparecida)
I know that you can carry on
(Eu sei que você pode continuar)
We're gonna see the world on
(Vamos ver o mundo sozinhos)
I'll hold you till the hurt is gone
(Vou te abraçar até a dor passar)
- Calma, Alex. Vai ficar tudo bem. Nós não queríamos te enganar. Sua mãe só queria te proteger.
Quando disse isso, Ginny apareceu em minha frente, chorava muito e tinha uma expressão de desespero no rosto.
Ela parou e ficou nos olhando abraçados. Percebi que estávamos no meio da rua e que já chamávamos a atenção daqueles que passavam por ali.
Fui me encaminhando em direção à Ginny.
- Vamos pra casa, ok? – Eu disse baixinho no ouvido de Alex e ele apenas balançou de leve a cabeça.
Fiz sinal para Ginny não falar nada e nos acompanhar. Ela foi andando ao meu lado, enxugando as lágrimas que teimavam em cair.
Ooooh!
You've gotta live every single day
(Você tem que viver cada dia)
Like it's the only one
(Como se fosse o único)
What if tomorrow never comes?
(E se o amanhã nunca chegar?)
Don't let it slip away,could be our only one
(Não o deixe escapar, poderia ser o nosso único dia)
Entrei na sala de estar e sentei ainda abraçado ao Alex.
Ginny trouxe uma manta para cobri-lo, pois estava muito frio na rua e ele saíra sem agasalho.
- Alex, olhe para mim. – Eu falei baixinho.
A Ruiva tinha sentado ao meu lado e enterrara o rosto nas mãos.
Devagar, o Alex levantou seu rosto vermelho e inchado e me encarou.
- Tenho certeza de que sua mãe contou toda a nossa história pra você, não foi?
Ele apenas assentiu com a cabeça.
- Ela pensava que eu estava do lado do mal, mas eu não estava. E ela teve medo de que, se eu soubesse que ela estava grávida, eu ou meu pai a machucássemos. Ou que nós fizéssemos algum mal a você. Ela só quis te proteger daqueles que ela pensava que eram maus. Na verdade, meu pai era muito mal, e realmente teria machucado vocês se tivesse descoberto algo. Mas eu não. Então, com o fim da Guerra, eu não achei mais a sua mãe. Então, eu me mudei para a França e fiquei morando lá até esse ano, sem ter contato com ninguém que soubesse sobre vocês.
You know it's only just begun
(Você sabe que apenas começou)
Every single day, may be our only one
(Cada dia pode ser nosso único)
What if tomorrow never comes?
(E se o amanhã nunca chegar?)
Tomorrow never comes
(Amanhã nunca vai chegar?)
- Agora, quando eu voltei, ela ainda não sabia se eu era bom ou mal. Só soube no sábado. E era difícil para ela te contar a verdade. Eu sou seu pai, Alex, mas não é culpa de nenhum de nós dois a nossa separação. Foram as circunstâncias em que nós nos encontrávamos que nos forçou a nos escondermos um do outro.
Ginny parara de chorar, mas ainda tinha o rosto escondido nas mãos. Alex não desviara seu olhar um só minuto do meu enquanto eu falava.
Time, is going by
(O tempo, está passando)
So much faster than I
(Muito mais rápido do que eu)
And I'm starting to regret not telling all of this to you
(Estou começando a me arrepender de não ter dito tudo para você)
Um silêncio sepulcral se instalou sobre nós. Depois do que me pareceu uma eternidade, meu filho me abraçou. As lágrimas ainda caíam de seus olhos, mas ele estava mais calmo. Abracei-o com força e falei baixinho em seu ouvido.
- Acho que você deve desculpas a alguém.
Ele se separou do abraço e, ainda sentado em meu colo, virou-se em direção à mãe. Tocou de leve os cabelos dela, que tirou o rosto das mãos. Estava com o rosto muito inchado e muito vermelho.
Depois de se encararem por algum tempo, ele foi para o colo dela e a abraçou. Ginny voltou a chorar desesperadamente.
- Me perdoa mamãe. Eu disse que não ia ficar com raiva da senhora e fiquei. Mas eu a amo muito. E não tô mais com raiva.
Ginny só abraçava o filho e chorava.
- Tudo bem querido. Eu é que tenho que te pedir perdão. Eu me sinto tão culpada... Só Merlin sabe a cruz que eu carrego... – Ela falou com a voz embargada.
- Ginny, eu já disse que ninguém tem culpa de nada. Você só quis proteger o seu filho. – Eu disse afagando os cabelos dela.
You're never gonna be alone
(Você nunca vai estar sozinha)
From this moment on
(De agora em diante)
If you ever feel like letting go
(Mesmo que você pense em desistir)
I won't let you fall
(Não vou deixá-la cair)
Abracei os dois ao meu lado. Finalmente tudo tinha acabado bem. Apesar da repentina fúria do Alex, o que era totalmente compreensível, ele conseguiu entender que ninguém teve culpa dele ter crescido sem pai. E nós realmente não tínhamos culpa.
Observei o Alex ser beijado pela mãe em cada pedacinho do rosto enquanto eu sorria. Como era bom estar com eles ali.
Lembrei-me imediatamente que, há algumas semanas, eu vi Ginny, Alex e os pais da ruiva nessa sala, como "um verdadeiro retrato de uma família feliz". E só agora eu realmente compreendi o quanto eu desejava participar desse "retrato".
Agora estávamos ali, eu, a mulher que eu amo e meu filho maravilhoso, naquela mesma sala de estar, ao lado da árvore de Natal que eu ajudei o Alex construir.
Enfim, éramos uma família.
When all I hope is gone
(Quando toda a esperança se for)
I know that you can carry on
(Eu sei que você pode continuar)
We're gonna take the world on
(Vamos ver o mundo sozinhos)
I'll hold you till the hurt is gone
(Vou te abraçar até a dor passar)
Depois de um bom tempo entre pedidos de desculpas, lágrimas e abraços, eu resolvi levantar o astral de todos.
- Que tal uma pizza para comemorar? – Eu sabia que o Alex era louco por pizza. Ele abriu um sorriso de orelha a orelha, e Ginny também sorriu.
- Vamos!
Observei a ruiva subir para lavar o rosto e se arrumar. Segui com Alex até o quarto dele.
Ao entrarmos no quarto, ele se sentou na cama com a cabeça abaixada.
- O que foi Alex? – Eu perguntei tentando soar o mais doce possível, o que era extremamente difícil para mim, visto que eu não tinha o costume de usar esse tom de voz!
- É só que... No fundo, no fundo eu já sabia... Ou melhor, eu desejava muito isso. - Eu me ajoelhei de frente para ele, mas o garoto continuou fitando suas mãos que estavam em cima dos joelhos. – Sabe, eu sou igual ao Senhor... E a gente gosta das mesmas coisas... E você foi sempre legal comigo... – Ele falou baixinho.
Eu segurei o queixo dele e o fiz levantar a cabeça para me encarar.
- Eu imaginava que você acabaria descobrindo. Você é muito inteligente, Alex. E eu fico muito orgulhoso.
Ele sorriu de leve. Mas, no mesmo instante, percebi uma sombra passando em seus olhos.
- Seu pai não era legal? – Ele perguntou.
Eu suspirei. Sabia que mais cedo ou mais tarde eu teria que falar dos avós dele... Só não imaginava que seria tão cedo.
- Não Alex. Meu pai, como toda a família Malfoy, sempre esteve do Lado das Trevas. E ele me criou para ser igual a ele. Ao descobrir que eu não queria ficar do lado do mal, ele me prendeu numa masmorra e me obrigou a me tornar Comensal.
- Ele não amava você?
- Para ser sincero, eu não sei te dizer. Acho que quando eu era mais novo ele me amava por imaginar que eu seria igual a ele quando crescesse. E quando eu era pequeno, assim, da sua idade, eu realmente queria ser igual a ele. Só que eu tenho certeza de que, depois que descobriu que eu não queria ser mais como ele, ele passou a me odiar.
Alex ficou calado por um tempo. Ele sempre desejara ter um pai, e sempre imaginava que os pais eram pessoas legais, que amavam incondicionalmente os filhos. Ficou triste em saber que eu não tinha tido um pai "tão legal" assim.
- E sua mãe?
- Ah, Narcissa... – Eu me levantei e sentei ao lado dele na cama. – Ela era uma mulher incrível. Amava o meu pai, é verdade, mas amava muito mais a mim. Sempre me protegia das broncas e das surras que meu pai tentava me dar. E, quando eu disse que estava com a Ginny, ela só perguntou se eu estava feliz. Eu respondi que sim. Então ela disse que era apenas isso que importava. Que o fato dela ser uma Weasley não era relevante.
- E o que aconteceu com eles? Onde eles estão?
- Meu pai morreu. Ele foi preso em Azkaban, quando acabou a Guerra, e morreu pouco tempo depois. – Omiti o fato de que ele se suicidou. Achei que iria chocar o menino. - Minha mãe foi morar comigo na França. Só que ela adoeceu, há três anos, e ficou de cama, por alguns meses. Ela morreu dormindo. Parecia um anjo. Então, algum tempo depois, eu resolvi voltar para a Inglaterra. Não aguentava ficar naquela casa em que cada canto me lembrava ela.
- Que pena. Então eu não vou poder conhecê-la?
- Infelizmente não. Mas eu tenho certeza de que ela ia adorar você.
Ouvimos os passos de Virgínia no corredor.
- É melhor você se arrumar Alex, senão vamos chegar tarde ao restaurante.
- Tudo bem.
Antes de se levantar da cama, ele deu um beijo em minha bochecha. Eu fiquei sem reação na hora e apenas observei ele pegar algumas roupas limpas no armário e seguir para o banheiro.
- Conversando com seu filho?
Ginny aparecera na porta. Apesar dos olhos um pouco inchados, ela estava linda, com um vestido verde, de tecido leve, que lhe caía até acima dos joelhos. E ela sorria... um lindo sorriso que fez meu coração esquentar.
- É. Ele estava me perguntando dos meus pais.
Ginny se sentou ao meu lado, na cama de Alex, e me abraçou. Enterrei o rosto no pescoço dela. Era tão bom ficar ali, apenas sentindo seu cheiro. E tinha sido duro contar sobre os meus pais para o Alex. Eram feridas que ainda não haviam cicatrizado. Mas eu não podia guardar mais nenhuma informação.
- Que bom que tudo deu certo. Eu não sei qual teria sido o desfecho dessa conversa se você não estivesse por perto. Obrigada.
- Não tens que agradecer ruiva, eu prometi a você que estaria por perto.
Ficamos ali, abraçados, um apenas sentindo a presença do outro.
I'm gonna be there all of the way
(Eu estarei lá de qualquer forma)
I won't be missing one more day
(Não vou desperdiçar mais nenhum dia)
I'm gonna be there all of the way
(Eu estarei lá de qualquer forma)
I won't be missing one more day
(Não vou desperdiçar mais nenhum dia)
Alexander nos despertou de nosso momento de torpor.
- Tô pronto.
Ele também tinha um sorriso no rosto. Ginny o abraçou forte e beijou sua bochecha.
- Então vamos logo comer essa pizza! – Eu disse animado.
- Mas não se acostume mocinho. Pizza não é almoço decente para uma criança em fase de crescimento. – A Ruiva disse, como sempre, super protetora.
Eu e o Alex rolamos os olhos. Ela fez uma falsa cara de indignada e rimos.
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Fomos para o restaurante. O Alex seguro em meu colo, por causa do grande movimento no Beco Diagonal naquele horário, e a Ruiva agarrada em meu braço.
Quando estávamos comendo a pizza, depois de Ginny me contar várias histórias do Alex quando pequeno (muitas delas fizeram o menino ficar vermelho, com cara de bravo e fazer um bico de raiva), o garoto virou-se para mim e questionou?
- Eu posso te chamar de pai agora?
Ginny engasgou com o suco que bebia e eu pisquei os olhos algumas vezes, ainda sem acreditar no que tinha ouvido.
Senti como se um balão inflasse dentro de mim. Nem eu sabia ao certo, mas depois de ouvi-lo questionar, tive a certeza de que era tudo o que eu mais queria.
- Claro que sim! – Eu disse bagunçando seus cabelos, e ele riu alegre.
- Que legal! Agora eu tenho um pai... E é um pai de verdade! – Ele exclamou mais para si mesmo. Ginny já tinha os olhos marejados e eu apenas sorri. – Isso me faz lembrar uma coisa...
- O quê? – Perguntamos eu e Ginny ao mesmo tempo.
- Eu já ganhei meu presente de natal!
Troquei um olhar cúmplice com Virgínia. Nós sabíamos de sua carta, mas tínhamos combinado de não contar a ele, para não decepcioná-lo com a notícia de que Papai Noel não existe.
Mas, depois daquele momento, eu refleti: "Será que ele realmente não existe?" Afinal, o pedido do Alex foi atendido. E foi graças à carta dele, que chegou às minhas mãos, que eu descobrira tudo e tinha ido atrás de minha ruiva.
- Como assim querido? – Ginny perguntou.
- Eu pedi a ele que trouxesse meu pai de volta neste Natal. E ele trouxe!
Virgínia sorriu para mim. E eu não pude deixar de admirar aquela mulher à minha frente. Era linda, parecia uma bonequinha de porcelana. E tinha os olhos tão calorosos, tão expressivos. Eu podia ver qualquer sentimento seu ou, até mesmo, alguns pensamentos, mesmo sem usar legilimência. Apenas me afundando naqueles olhos cor de chocolate.
Terminamos o almoço e comemos mousse de chocolate de sobremesa. Depois, fomos passear pelo Beco Diagonal.
Era nosso primeiro passeio em família.
Eu andava segurando Ginny pela cintura, enquanto o Alex andava um pouco à frente, admirando cada vitrine.
- E então, pequena, qual presente você quer ganhar de Natal?
- Eu já ganhei o melhor presente que eu poderia imaginar: o amor da minha vida de volta.
Eu sorri e a apertei mais forte.
- Draco, olha que coruja legal.
Mesmo depois de me questionar se poderia me chamar de pai, ele só me chamava de Draco. Eu sabia que ele ainda precisava de um tempo para se acostumar com a ideia.
Entramos na loja de animais e ficamos admirando as corujas, os ratos, os gatos e todos os outros animais exóticos que estavam expostos.
Ginny conseguiu convencer Alex a não insistir em levar uma tarântula para casa. Percebi que ela tinha sobre ele o mesmo poder de persuasão que tinha sobre mim.
Depois de entrar em mais algumas lojas e, claro, entrar na "Artigos de Qualidade para Quadribol", por muita insistência do Alex, nós fomos para casa.
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Virgínia preparou um jantar para nós. Salmão ao molho cítrico e risoto aos quatro queijos. Ela, graças à Merlin, tinha herdado os dotes culinários da mãe.
Enquanto jantávamos, não pude sentir-me mais completo. Agora sim nós éramos, definitivamente, uma família.
Como de costume, depois do jantar, o Alex foi assistir televisão. Eu ainda iria repreender Virgínia por tê-lo viciado nesse aparelho trouxa. Apesar de tudo, ele ainda era um Malfoy.
Mas esses pensamentos foram apagados de minha mente quando uma certa ruivinha me atacou na cozinha, beijando-me fervorosamente.
Só pude retribuir e abraçá-la com força.
- Eu estou me sentindo a mulher mais feliz do mundo. – Ela disse ao se separar do beijo. Mantínhamos as testas encostadas e os olhos fechados.
- E eu me sinto o homem mais feliz e mais sortudo do mundo.
Ela apenas sorriu e voltou a me beijar.
Quando nos separamos novamente, eu me lembrei de algo importante que tinha que ser dito.
- Senhorita Virgínia Weasley, pode arrumar suas malas e as de Alexander Weasley também.
- Hã? Como assim?
- Você não achou que nós três iríamos nos apertar nessa casa aqui, não é? Ainda mais ela estando num bairro trouxa.
- O que você quer dizer com isso? Minha casa não é tão pequena assim. Eu e o Alex a adoramos. – A Ruiva já tinha as orelhas bem vermelhas.
- Mas eu tenho certeza de que o Alex adoraria morar numa casa enorme, com um jardim grande o bastante para ele brincar do que quiser e levar seus amigos para lá...
- Você está falando...
- Sim, Ginny. Quero que vocês venham morar na Mansão comigo. Ela é enorme e muito espaçosa. Vocês vão se sentir bem lá. E tenho certeza que o Alex vai adorar.
- Mas... É que...
- Eu te dou três dias para arrumar as coisas e se mudar. – Eu disse bem sério, como se estivesse declarando uma sentença.
- Eu achei que você iria me dar três dias para pensar no assunto. – Ela falou incrédula.
- Não tem o que pensar Ruiva. Eu já decidi.
E, antes que ela protestasse mais alguma coisa, eu a beijei.
Ficamos bastante tempo na cozinha. Já passava das dez horas quando voltamos na sala para encontrar o Alex dormindo no sofá, como de costume.
Carreguei-o e levei até o quarto. Agora, eu já sabia o caminho.
Ginny ficou terminando de arrumar a louça que tinha sido esquecida por nós na pia.
Ao colocar o garoto na cama, ele abriu os olhos devagar e piscou algumas vezes.
- Boa noite, pai. - Ele disse numa voz embargada pelo sono, voltando a dormir imediatamente.
Eu, com um sorriso bobo nos lábios, coloquei as cobertas sobre ele e me sentei na cadeira de sua escrivaninha.
Fiquei velando seu sono até Ginny aparecer e me fazer acompanhá-la até o quarto.
Antes de sair, me curvei sobre o Alex, dei um beijo em sua testa e sussurrei.
- Boa noite meu filho.
Eu estava me sentindo muito feliz e completo.
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Quinta-feira, 22 de Dezembro
Ginny acordou sentindo-se estranhamente leve e feliz. Ainda sem abrir os olhos, tateou ao seu lado na cama a fim de encontrar o lírio branco e o bilhete de Draco.
Ao invés disso, apalpou umas costas largas, musculosas e bem delineadas. Abriu os olhos e encarou o loiro dormindo profundamente ao seu lado. Sorriu ao constatar que ele finalmente havia dormido com ela.
Mexeu em seus cabelos e alargou o sorriso ao vê-lo resmungar algo incompreensível.
Levantou com cuidado para não acordá-lo e foi tomar um banho. Lembrou-se de todos os acontecimentos do dia anterior enquanto a água quente escorria pelo seu corpo e a fumaça tomava conta do banheiro.
- Nem me esperou para o banho, ruivinha?
- Draco, que susto. – Ela retrucou bastante corada.
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Acordei-me com o barulho de água escorrendo. Abri os olhos devagar e percebi onde eu estava.
Sorri ao lembrar-me da noite que tivera com Virgínia, e despertei ao perceber que ela estava no banho.
Levantei sorrateiramente e fui até o banheiro.
Aproveitei que ela estava de olhos fechados, entrei no box e a abracei, sussurrando em seu ouvido.
- Nem me esperou para o banho, ruivinha?
- Draco, que susto. – Ela corou furiosamente.
Comecei a beijá-la enquanto minhas mãos passeavam pelo corpo nu e molhado dela. Eu já estava bastante excitado.
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Depois do banho bastante demorado, eu estava sentado na mesa da cozinha observando Ginny preparar o café-da-manhã. Ovos, bacon, torradas e os cereais para Alex.
Quando ela estava colocando tudo na mesa, Alexander apareceu com uma carinha alegre.
- Bom dia mãe. – Ele abraçou e beijou a ruiva.
- Bom dia pai. – Ele fez o mesmo comigo.
Eu sorri ao ver a cara de espanto de Ginny, que segurava a panela com os ovos fritos, prestes a derrubá-la no chão.
Alex não deu atenção à mãe e, sentando-se à mesa, ele puxou a tigela com os cereais para perto de si.
- Cadê o leite, mãe?
Como se despertasse de um sono profundo, Ginny balbuciou alguma coisa e, percebendo os dois olhares idênticos, com a sobrancelha levantada, sobre si, ela se recompôs, pôs a panela em cima do fogão e foi até à geladeira pegar o leite.
- O que vamos fazer hoje? – Perguntou o Alex enquanto despejava o leite na tigela.
- Eu pensei em vocês irem conhecer a nova casa de vocês.
O Alex me olhou espantado e Ginny estampou a mesma expressão espantada de minutos atrás.
- Como assim?
- Bom, Alex... É que, agora que somos uma família, eu creio que não devamos ficar mais separados, certo?
- Certo.
- E, apesar de muito aconchegante, essa casa é muito pequena. Então eu achei melhor chamar você e sua mãe pra morarem comigo, na minha Mansão.
- Sério? Que legal. – O garoto tinha os olhos arregalados e um sorriso enorme no rosto.
- Tá vendo, pequena, seu filho adorou a ideia.
Ela fez uma cara feia para Draco.
- Já que minha opinião não conta, né? – Ela falou contrariada.
Draco a puxou para o seu colo e deu um beijo leve em seu pescoço.
- Você não pode com dois Malfoys. – Disse isso piscando um olho para o Alex, que sorriu divertido.
- Então é um complô contra mim.
- Creio que sim Ruiva.
E nós rimos com a cara de indignação que ela fez. Mas Ginny não sustentou por muito tempo sua expressão e também riu com a gente.
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Estávamos nos encaminhando ao Caldeirão Furado no horário do almoço.
Pouco depois do café, uma coruja chegou à casa de Ginny. Blaise nos convidava para almoçar naquele dia. Afirmava que Lisa também tinha sido convidada.
Decidimos ir almoçar com nossos amigos e, em seguida, ir conhecer a mansão.
Iríamos via Flu até o restaurante de comida chinesa. Claro, só podia ser meu amigo para escolher "comida chinesa".
Ao sair da lareira, encaramos um ambiente extremamente vermelho. O carpete, as paredes e até o teto. Os detalhes, como as toalhas das mesas e a roupa do recepcionista, eram dourados. Desconfiei que o dono do restaurante deveria ser um Grifinório fanático.
Ginny riu ao ver minha cara de indignação para a decoração do lugar. Já Alex olhava encantado para as luminárias exóticas que flutuavam em cima das mesas, e os dragões de papel que ficavam flutuando pelo lugar.
Seguimos até a mesa em que Blaise estava sentado, sozinho.
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N/A: E aí pessoas lindas do meu coração!
Tá vendo como uma ameaça fez bem? Recebi um monte de reviews... Hehehehe (#Tati com um sorriso maligno).
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Quem gostou da conversa com o Alex levanta a mão o/... Essa foi uma das únicas cenas que eu não mudei... Desde que eu pensei a fic, há anos atrás, imaginei essa reação dele! Espero que vcs também tenham gostado!
Já não posso dizer o mesmo do final... Tive tentas ideias diferentes para terminar a fic que nem sei por onde começar... Tô ansiosa para escrever o Epílogo!
Ah, e eu tenho Good News para quem gosta da fic: Vão ter mais capítulos! Isso mesmo! Comecei a escrever este e ficou enooooorme... Aí dividi e comecei escrevendo um décimo... E já tá enorme também... Acho que eu vou acabar indo pro 11º! E ainda tem o epílogo... E tem tanta coisa ainda que eu queria escrever... Tão vendo o que vcs fazem comigo? Quanto mais Reviews lindas eu leio, mas eu me empolgo para escrever... Aí não consigo parar!
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Bom, meu Presente de Natal pra vocês não será o último capítulo, mas será o capítulo em que a Happy Family passa o primeiro Natal juntos! Como será que eles vão comemorar? Ideias? Aceito sugestões... Ainda não escrevi a cena...
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Ah, esqueci de dizer... Eu preferi matar Narcissa mesmo... Eu ia colocá-la viva, conhecendo o neto e adorando-o... Mas durante a fic inteira Draco mal falou nela... Achei que ela não ia se encaixar na história. Além disso, eu ainda não tinha justificado porque Draco resolvera voltar p/ Inglaterra... Então, matei dois coelhos numa cajadada só! (E um eu matei, literalmente!)...
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Próximo capítulo:
Capítulo 10: postagem dia 24/12 (pela manhã.)
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Acho que eu já falei demais, né? Me empolguei hoje! .
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Vamos às respostas das reviews maravilhosas que me fazem saltitar de alegria:
Schaala: Querida! Que bom que gostou do capítulo... Quis fazer algo bem Fluffy mesmo... E será que o Blaise vai ser domado mesmo? Ainda não me decidi... Hehehehe... Espero que goste desse capítulo também... Beijooooooos
Mila Pink: Oi linda... Que bom que gostou do capítulo... E aí, será que o Blaise vai ser conquistado? Continue acompanhando pra saber! Beijooooooos
Kahh: Oi Querida! Ta vendo, ainda fui boazinha postando um dia antes! Que bom que gostou do capítulo... E está perdoada sim... Contanto que comente nesse capítulo também =P.. Hehehee... Continue acompanhando a fic! Beijooooos
Juliana Rgo: Sim... Foi por pura maldade sim... Heheheehe... E então, o que achou da conversa? Espero que tenha gostado desse capítulo também! Beijoooos Querida!
Debora: Ameaça recebida! Shaushauihsiuah... E então, gostou da reação do Alex? Tinha imaginado algo assim? Espero que tenha gostado! Beijooos, Flor... E não deixe de acompanhar a fic!
Kandra: E aí Querida, conseguiu dormir? Sahsuahsiuhaiushiau... Que bom que gostou do capítulo... E espero que tenha gostado da conversa com o Alex também... E será que o Blaise vai tomar jeito? Ainda não decidi. Beijoooooos Linda!
'Srta. Mandy Malfoy': KKKKKKKKK... To brincando com sua FACE sim! Hehehe... Não se preocupe, está perdoada... Mas só se deixar review nesse capítulo também =P... Pois é, essa dupla de loirinhos é mto linda mesmo, né? Eu tb quero eles pra mim! Espero que sua revolta pelo final tenha passado... Shauhauihsiua... Pois é, ta acabando mais vai ter um cap a mais... Legal né? E nessa fic vai ter sim um final feliz... Mas, com certeza, vão ter algumas surpresinhas para não ficar muito clichê! Aguarde e verás!
Beijoooos querida!
Jennifer Malfoy Weasley: Tá vendo, nem fui tão má assim... Postei um dia antes =D
Que bom que gostou do capítulo... Espero que tenha gostado desse também!
Bjoooos Linda, e não deixe de acompanhar a fic.
JessyAnjinha: Flor, fiquei emocionada com seus elogios! É muito bom receber o reconhecimento pelo nosso trabalho... E eu gosto tanto de escrever essa fic... E recebo reviews tão lindas... É isso que me inspira a tentar dar sempre o melhor de mim!
Continue acompanhando a fic! Beijoooooos
Kinha-black: Que bom que gostou do capítulo Flor... É, eu quis torturar vcs um pouquinho sim... Já que a fic não tem muita ação, nada melhor do que um suspensezinho, né? E será que o "Tio Blaise" vai tomar jeito mesmo? Ainda não decidi!
Tá aí o capítulo com, finalmente, a família feliz! Mas ainda tem alguns pontos para serem acertados... Beijoooos e não deixe de acompanhar!
Biela Bells: Oi Querida Gabi! Que bom saber que você tá acompanhando a fic e gostando!
Eu também demorei bastante a postar minha primeira fic, mas depois que você posta a primeira, não consegue mais parar... E se for insegurança, não se preocupe! Se vc ler minha primeira fic ("Destinos Traçados"), vc vai ver como ela é bobinha e mal escrita... Com o tempo vc vai ganhando experiência... E as leitoras ajudam muito, dando dicas de como fazer pra fic ficar melhor! Meu e-mail tá no meu Profile... Vc pode me enviar suas histórias se quiser que eu as leia para te dar dicas, essas coisas... Eu também beto fics, se vc quiser meus serviços, tô a disposição =D!
Eu não costumo entrar mto no MSN, mas pode se corresponder comigo por e-mail que eu olho e respondo todos os dias!
Espero ainda ler muitas fics suas postadas aqui, hein? Beijoooos
Fermalaquias: Que bom que gostou do capítulo querida. Esses dois juntos são muito lindinhos mesmo, né? Beijoooooos
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Bom, agora só posso ameaçar mais uma vez, dizendo que, se não deixarem reviews, eu não posto o capítulo no dia 24, como prometido (Olha que eu posso ser bem maligna, já provei isso no capítulo anterior!)...
Acho que é isso... Bom restinho de semana para vocês e não se esqueçam de comprar meu presente! (Aceito Reviews)!
Beijooooooos
