Tradução Completamente Autorizada.
Capítulo dez
Eles foram designados para o lado norte do castelo, junto com Ron e Millicent. Draco e Millicent caminhavam na frente juntos, mantendo um fluxo constante de conversa. Hermione era mais ou menos capaz de entender as frases, 'Nova linha da temporada', 'St Barthelemy para as férias' e algo sobre o questionável gosto de Millicent em namorados.
"Incrível como eles podem falar tanto e dizer tão pouco," murmurou Ron.
"É um talento", Hermione concordou.
"Você está se sentindo bem?" ele perguntou, dando-lhe um olhar estranho, de canto de olho. Hermione assentiu com a cabeça. "Muito bem. Por quê?"
"Bem para começar você tem faltado as refeições. E lavender disse que você estava um pouco rude ontem. Harry acha que provavelmente é o calor. Ou coisas de mulher. Ginny sempre fica duas vezes mais chata quando ela está para baixo, com coisas de mulher..."
"É o calor, Ron," Hermione disse, cansada. "Eu estou bem, realmente. Apenas cansada."
Eles chegaram à beira da floresta, onde uma trilha fraca começava e entrava mais profundo nas árvores. Não era tanto um caminho como uma pista de terra suja que Hagrid e Fang tinha sempre que eles se aventuravam na floresta. Hagrid na verdade tinha atirado na arara de entrega não muito longe de onde eles estavam.
"Nós vamos nos dividir. Você dois tomam o topo do caminho, Weasley e vamos ficar na extremidade inferior," Millicent disse. "Se houver objeções?" Não era realmente como se ela estivesse dando-lhes opções.
Não houve objeções. Ron deu Hermione um reconfortante olhar enquanto ela e Malfoy partiram à frente.
Tomou seus dez minutos para localizar seu primeiro lote de Tangleweed. Malfoy andou silenciosamente ao lado dela, sem dúvida esperando até estarem bem e verdadeiramente além da distância de espionagem antes de falar o que tinha em sua mente. Eles estavam relativamente fundo na floresta, mais profundamente do que a maioria dos estudantes que se aventuraram durante o horário escolar.
Com alguma sorte, um centauro feminino iria galopar das árvores, declarar Malfoy como um petisco mortal muito saboroso pra deixar passar e levá-lo embora, Hermione ponderou. O pensamento era realmente bastante engraçado e ela sufocou um grunhido de diversão, enquanto Malfoy deu-lhe um olhar desconfiado de lado.
Ela o ignorou. O Tangleweed era sua principal preocupação no momento.
Apesar da preferência por temperaturas mais quentes, O Tangleweed parecia ter pouco gosto pela luz do sol. Tentáculos gordos e úmidos estavam em uma bagunça traiçoeira no chão, mas logo que Hermione chegou perto eles chicotearam no ar com um som de assobio fraco, sem duvida alertados da sua presença pela vibração de seus passos.
A criatura lembrava cactos, pela maior parte, e era um lindo tom de violeta, com farpas de um roxo profundo que estavam escorrendo uma seiva branca e espessa.
Era um bando pequeno, jovem, e Hermione não tinha problemas em subjugá-lo e então arrancá-lo. O debulhar da criatura em suas mãos com luvas era bem desagradável, embora, e ela fez uma careta.
"Você escreveu para Borgin já?" Malfoy finalmente falou. Ele estava descansando contra uma árvore, vendo os últimos espasmos do Tangleweed morrendo com uma expressão distante.
Lá vamos nós.
"Eu vou, logo. Eu estou só... Eu só tenho que planejar um pouco mais primeiro, eu tenho lido um pouco." Até para os ouvidos dela, sua voz soava pequena e deprimida.
Malfoy fez um som exasperado e super dramático.
"Que?" Ela estourou.
"Me dê o estúpido contato e eu mesmo arranjo. Nós teremos este maldito feitiço desfeito em uma visita e pela metade do preço."
"Eu não estou te dando o endereço Malfoy. Seu pai me deu porque ele provavelmente não confia em você para iniciar o encontro sem estragar." O Tangleweed tinha finalmente parado de mexer e Hermione colocou ele dentro do balde com prazer.
Malfoy parecia ter localizado alguma não previamente descoberta reserva de paciência. Ele realmente soou educado quando falou novamente.
"Só porque meu pai sabe que Sonserinos tem o habito de bisbilhotar nos pertences dos outros. Chantagem é o truque mais velho do livro. Até alunos do primeiro ano sabem disso. Minha situação é precária o suficiente sem dar a algum companheiro de casa ambicioso uma razão para começar rumores."
Hermione agradeceu a Deus, pela enésima vez que ela tinha sido colocada numa casa onde os primeiranistas estavam preocupados com a correta e precisa colocação de 'bombas de bosta' para obter Maximo efeito, ao invés de lutar com poderes internos.
"Eu fiz um rascunho." Ela finalmente admitiu. Na verdade ela tinha feito uma dúzia de rascunhos, mas ele realmente não precisava saber disso.
Ele levantou uma mão para seu peito em surpresa fingida. Hermione notou que ele não estava usando as luvas que Lupin tinha providenciado. Provavelmente porque ele não tinha intenção de fazer nenhum trabalho, o babaca.
"Meu Deus um rascunho, você nunca faz nada sem planejar ate a morte primeiro?"
"Cai fora, Malfoy."
Ele parou de sorrir. Agora ele estava pensando, o que francamente era pior.
"Diga-me honestamente, Granger. Você realmente se arrepende do que aconteceu?" Havia um brilho intrigante em seus olhos que disse a ela que ele a estava provocando.
Hermione ficou vermelha ate a raiz de seus cabelos. Sua vergonha foi temperada pelo fato de que ela podia sentir a ansiedade corroendo nele. Estava enrolada dentro dele, ordenadamente obscurecida pelo seu ego colossal. Ela queria lhe bater na cabeça na esperança de libertar qualquer vestígio de decência e compaixão.
Honestamente ele a estava tornando uma pessoa meio violenta, bipolar – cansada e distante num minuto, enraivecida e agressiva no outro.
"Sim" Ela disse, lembrando que ele tinha feito uma pergunta.
"Eu disse honestamente."
"E Honestamente, sim! Eu me arrependo de todo momento nojento, induzente de vômito disto!" Ela não queria gritar.
Por alguma razão insondável ele parecia satisfeito com seu show de espírito. Ele assentiu. "Me dê seu rascunho. Minha coruja pode alcançar Borgin mais rápido que qualquer pássaro esco0lar, e ele é de longe o mais seguro."
"Tudo bem, mas se alguém descobrir e estiver nos jornais amanhã, eu vou encontrar alguma maneira de me vingar, Malfoy."
"Ah vai, não tem sido tão ruim, tem? Onde está aquele sábio interesse, Granger. Você não tem estado experimentando?" Ele levantou suas sobrancelhas loiras sugestivamente. Todo o ato tinha que ser ridiculamente adorável. Mas Hermione era sábia pra ele.
"Que com fazendo acordos com o seu pai maluco, e sendo abordada e maltratada por você em corredores escuros, Eu não tive tempo," Ela cuspiu de volta pra ele.
Malfoy fingiu um olhar de inocência,
"Minha tatuado tem feito todo o tipo de coisas engraçadas," ele informou. Ele sentou num tronco coberto de musgo e puxou uma maçã verde de sua mochila. Hermione lembrou-se então que ele deveria ter perdido o almoço por causa da detenção.
"Engraçado como?" Ela perguntou, ambos suspeito e curiosa.
Ele parecia estar posando para um retrato – 'sarcástico, malvado, tormentador, estúpido comendo maçã'.
Hermione não podia parar a si mesma. Ela estava cansada e irritável e seu olhar estava muito teimoso para controlar. Seus olhos extraviaram para as bochechas dele, onde todos os traços de seu desagradável lábio partido havia sido mendado a um tempo. A suave e sensual curva de sua boca estava seu normal rápido-pra-sorrir-tolamente habitual. Ele mordeu forte na maçã, revelando uma fileira superior de perfeitamente retos, dentes brancos. Um pouco de suco de maçã derramou do canto de sua boca, e ele pegou ele com sua boca.
Desvie o olhar sua idiota.
De repente ela estava bem sentida que a detenção do quarto ano tinha causado a ele a perda de seu almoço. Quem saberia que Draco Malfoy comendo fruta seria tal espetáculo? Ela poderia provavelmente cobrar ingresso. Lavender e Parvati iriam requerer que ele tentasse em pirulitos gigantes. Ele 'adoraria' a atenção, sentado lá com um sorriso de canto e sua forte língua rosa atacando, doces infelizes e impotentes.
Oh...
"Faça isso de novo," Ele pediu. Ela não tinha percebido que ele a estava encarando quase tão estranhamente quanto ela tinha estado encarando ele.
Hermione piscou. "Fazer o que?"
"Olhe para a minha boca. Você faz isso bem frequente."
Ela fez um som de engasgo, de repente agradecida pelo calor que já tinha deixado seu rosto enrubescido.
"Você está louco Eu não estava olhando pra sua estúpida boca, Malfoy. Nós estamos no meio da aula, se você não notou. Tome cuidado antes que pessoas comecem a se perguntar por que você decidiu esquecer sete anos de intolerância e rudez e de repente falar comigo."
Malditos seus olhos, que pareciam ter uma vontade própria toda vez que ele estava implicado. Eles extraviaram para sua boca mais uma vez. Era demais esperar que ele teria um pedaço gigante de maçã preso em seu dente ou alguma coisa do tipo, mas seu sorriso era perfeito.
E irritante, não esqueça irritante. Ela prontamente o removeu de sua área de visão inteiramente.
"Hmm," Ele disse, num tom ponderado, "Asa esquerda simplesmente contraiu." Ele não soava tão divertido quanto especulativo. Se ele tivesse um caderno, Hermione pensou que ele poderia ter registrado nisso.
Este era Draco o estudante-A, Hermione percebeu, quem ela de má vontade admitiu era levemente mais fácil de lidar que Draco O Idiota. Ele podia na verdade ser bem engraçado às vezes, embora ela felizmente engolisse seu crachá de Premio Anual ao invés de admitir isso pra ele.
"Você quer dizer que suas asas... se mechem?" ela perguntou, soando horrorizada.
"É mais como uma sensação de movimento. Como pequenas, corretinhas afiadas," ele explicou, soando especulativo. "Bem prazeroso na verdade."
Hermione rodou seus olhos. "Confie em você pra receber algum tipo de prazer doentio disso tudo."
O escárnio dela estava perdido pra ele. "Também, eu aconteço de ser canhoto," Ele adicionou, flexionando sua mão esquerda.
Era uma farsa absoluta que ele teria mãos bonitas, Hermione pensou, assistindo enquanto ele descansava suas mãos em seus joelhos. As pontas dos dedos dele estava bem acima do triângulo de suas calças e aparentemente de sua própria vontade, seus malditos olhos desviaram pra lá.
É oficial, Hermione pensou, com desespero. Eu perdi o enredo.
"Ooh!" Ele disse de repente, apontando para um ponto bem acima dela.
Como alguma apreensão, ela olhou.
Havia um caminho agressivo de Tangleweed que tinham apenas despertado e estavam assobiando agressivamente pra eles.
"Aí está uma boa quantidade," Malfoy anunciou. "Fique à vontade, então. Eu não vou ser superado por Millicent e Weasley."
Nem ela, na verdade. Hermione suspirou enquanto agarrava o balde. O segundo bando de Tangleweed era uma espécie robusta. Se aproximando silenciosamente, ela rapidamente agarrou o tentáculo mais largo e puxou o mais forte que pode.
Era como balançar um martelo. As pontas se soltaram mais facilmente que o esperado e um enorme depósito de terra molhada foi arremessada pelo ar, onde a maior parte caiu em Malfoy e sua estúpida, maçã verde.
O olhar de satisfação própria foi limpo de seu rosto.
Hermione gargalhou em total prazer malvado. Era provavelmente a primeira vez que ela se sentiu genuinamente alegre desde o retorno deles para Hogwarts.
Ele não parecia zangado, ao invés disso era o olhar intenso que ela as vez recebia de Ron ou Harry antes de eles caçarem ela e tentarem fazer horrores como espalhar melado em seu cabelo. A ideia de Draco Malfoy fazendo tal coisa era além do ridículo.
Ainda assim, ela não iria tomar chances. Engolindo suas risadas, ela pegou seu balde e toalha, e entrou mais profundo no caminho.
Malfoy não a seguiu imediatamente e Hermione passou os próximos poucos e calmos minutos tentando localizar mais bandos de Tangleweed. Não havia nenhum. Ela olhou pra cima para a copa de arvores. A folhagem era muito mais densas agora e era improvável que as mudas perdidas tinham feito seu caminho tão longe na floresta.
Ela começou a recuar e logo avistou uma clareira à sombra bem fora do caminho à sua direita. E adormecido no meio da clareira, rodeada de uma impressionante colheita de cogumelos, troncos podres e folhas mortas, estava um saudável Tangleweed adulto.
Se sentindo recompensada, ela andou para o que ele assumiu era o maior bando, abaixou-se e puxou na base. Hermione logo descobriu, não sem alguma apreensão, que este não era um grupo de pequenas plantas, ao contrario era um grande, largo Tangleweed. E estava assobiando e cuspindo alto o bastante para assustar os Tronquilhos das arvores próximas.
Hermione firmou seu pé no chão para maior equilíbrio, convencida de que nenhuma planta mágica, erroneamente classificada ou não, iria levar a melhor sobre essa este dia. Com sua mão esquerda ainda mantendo um aperto firme na planta, ela tentou atingir seu bolso pela sua varinha, pensando que um rápido impedimenta iria fazer o trabalho.
Um dos tentáculos estalou em ação, agarrando em sua luva de jardinar direita e puxando pra fora. Outro tentáculo seguiu, e sem a proteção oferecida pela luva, os espinhos enterraram na pele macia de seu pulso e se agarraram. Por instinto, ela puxou sua mão de volta, causando as farpas pra se libertar do tentáculo e incorporar em sua pele.
Era como ser picado por uma dúzia de abelhas, todas no mesmo lugar. Hermione ganiu, alternando entre xingar e bater seu pé no chão. O Tangleweed parecia igualmente afobado e começou a bater seus braços carnudos contra a terra de forma intimidante.
Houve um breve, tenso impasse.
A comoção trouxe Draco casualmente passeando pelo caminho, carregando nada menos que quatro alqueires¹ de Tangleweed, raízes pra cima. Ele não estava usando suas luvas, mas ele estava, Hermione notou, segurando sua varinha. Ele estava obviamente inscrito para a Escola do Pensamento "Eu não trabalho duro, Eu trabalho esperto". Coincidentemente, Ron também era um membro.
"Tudo bem, sente-se." Ela andou pra ela, parecendo irritado. "Isso é o que você consegue por sair explorando sozinha."
Não era assim tão ruim. Havia uma dúzia de pequenas alfinetadas onde as farpas tinham travado, mas também havia dois entalhes profundos sujos com seiva tóxica. Sua pele já estava começando a ficar vermelha.
Malfoy jogou suas coisas no chão e pegou seu pulso para dar uma olhada. Ele espiou de perto.
"Sangre em mim, Granger, e você irá sentir muito."
Hermione podia cheirar maçã em seu halito. Ela franziu a testa pra sua pequena Mão rosada, segura em suas muito mais largas e pálidas mãos, tão brancas em comparação com o sangue no pulso dela. Ela estava usando um anel de resina colorido de roxo em seu dedo indicador direito que sua prima mais nova tinha dado a ela mais cedo no ano. Era uma peça sentimental que ela conservava, mas por alguma razão, agora, ela se sentia envergonhada por ele. Isso, e suas unhas roídas e sujas de tinta.
Ela estava instantaneamente zangada com ela mesma por pensar tal coisa.
"Essas luvas são inúteis. Você pensaria que com as doações que a escolas tem recebido dos Governadores, nós seriamos capazes de comprar melhores equipamentos," Malfoy estava dizendo. Ele tirou as farpas embutidas, a ignorando quando ela estremeceu.
Quando ela olhou pra ele, ele a estava olhando como se ela fosse um particularmente interessante experimento de poções que estava indo bem. Ele ainda tinha uma sujeira de terra molhada sobre uma bochecha e na ponta do nariz. Não o fazia parecer menos elegante. Se alguma coisa, a desonrosa fineza reforçada de suas características e a clareza tipo glacial de seus olhos. Hermione resistiu o impulso de limpar o risco de sujeira com o dedão.
Era o mesmo instinto que a fez tentar e abaixar o cabelo de Harry mais cedo. A única diferença era que Harry não fazia se sentir como se seu estomago tivesse se tornado um ninho de fadas mordentes.
"Melhor?" Malfoy perguntou suavemente, tão perto que ela podia quase contar as manchas de azul em volta de suas Iris.
"Sim." Hermione puxou sua mão de volta. Ainda estava latejando.
Agora ele parecia cobiçoso como se ele estivesse novamente sendo oferecido um obséquio que ele tinha pouca experiência com, e estava de repente ansioso para aprender mais sobre. Era como o estranho interlúdio deles na Mansão, só que ele a estava encarando com mais propósito. E desta vez, Toolip não estava próxima pra oferecer resgate.
Ah não, de novo não.
"Não," Hermione disse imediatamente, andando pra trás, não necessariamente certa do que ela estava negando a ele, mas pensando que ela teria que articular sua falta de cooperação antes dele executar o que quer que seja que ele tinha em mente.
"Malfoy," ela disse de novo, e desta vez ele balanço a cabeça, como se ele não acreditasse nela. Ela fez um som de protesto, menor do que ela gostaria.
Ele a puxou pra ele, e foi como ser pressionada contra uma parede de cimento. "Só uma pequena lembrança," ele sussurrou. Hermione não tinha ideia se o pedido foi pra ela ou pra ele mesmo.
'Nossa Senhora'. Ele a estava beijando. Era um beijo profundo, completo. Como se ele estivesse tentando trazer lembranças nebulosas e sensações à tona, se apenas para assumir melhor controle sobre elas.
Ele odiava não lembrar. Hermione sabia disse sobre ele.
Ela se sentiu desajeitada e descoordenada. O nariz dele bateu no dela e sua língua passou a barreira dos lábios dela. Ele cheirava como livros e maçã e fumaça de madeira.
As mãos dele, que a seguraram pra ele como umas marcas de aço contra a parte baixa de suas costas estavam agora relaxadas enquanto se deslizavam pra cima pra segurar a base de sua cabeça bem abaixo de seu rabo de cavalo. Pausando o beijo para que eles pudessem pegar ar, ele moveu sua boca pra baixo ao longo de sua mandíbula para o ponto, suave e sensitivo, bem abaixo de sua orelha.
Grite, seu cérebro urgiu. Empurre ele pra fora e fuja de volta para a estufa. Havia um barulho constante, sibilante em seus ouvidos o qual ela adivinhou ser o som de seu sangue correndo pra sua cabeça. Suas mãos salpicadas de terra estavam agarrando apertadamente as costas dele.
Abruptamente, ele parou e se afastou. Suas pupilas estavam dilatadas, e seus olhos estavam agora tão escuros como as nuvens de chuva que flutuavam no céu sobre eles. Sentindo-se imensamente tonta, Hermione foi com ele, não confiando em seus joelhos para segurá-la em pé. O olhar que ele a deu era perturbador e intenso. E irritando. Por um pequeno momento, ele a segurou contra ele, a testa dela descansando contra o ombro dele enquanto ambos pegavam sua respiração.
Malfoy estava tremendo levemente, ela percebeu. Hermione estava em completa admiração pelo caos que o feitiço estava causando no sistema nervoso de ambos.
Ele se afastou um passo dela e desta vez, ela não seguiu.
"Granger, você deve simplesmente ser o melhor segredo guardado de Hogwarts," Ele informou calmamente, com uma crueldade fácil que penetrou pela inebriante intensidade do beijo deles. Ele ajustou a frente de suas calças sem olhar pra longe dela, a desafiando pra ficar envergonhada.
Ela encontrou seu olhar, deixando seu desprezo sangrar em seus olhos. Tudo que ele fazia parecia calculado. Sua civilidade enganadora e o beijo que seguiu tinha sido um experimento, nada mais, uma diversão pra livrar a monotonia da vida diária. Hermione estava bem certa que se ela passasse a próxima década aprendendo tudo que ela possivelmente poder sobre Draco Malfoy, ele ainda a surpreenderia.
Eles não falaram na caminhada de volta para o castelo, o que pareceu uma eternidade. Ela poderia ter se perguntado por que ele deixaria escapar a oportunidade perfeita de provocá-la mais, mas quando ela virou pra olhar pra ele, a careta obscura em seu rosto expulsou qualquer pensamento no assunto.
Combinando o humor, as nuvens pesadas sobre suas cabeças finalmente seguiram com a garoa. O ar cheirava pesadamente de ozônio pelo tempo que eles chegaram no começo do caminho e foram cumprimentados por um Ron decididamente de aparência suja, Millicent e a pequena pilha de Tangleweed deles.
Ron parecia emocionado por ser pego na chuva, uma agradecida prorrogação da sufocante umidade. Ele sorriu pra ela, levantando seu rosto para a em-breve-tempestade. Seu prazer era contagioso.
Mas mesmo com Hermione acenando de volta, o rosto de Ron perdeu toda a cor enquanto ele encarava em horror mudo para o topo das arvores atrás deles. Hermione estava vagamente consciente que Millicent estava gritando e correndo para o castelo.
Sentindo os cabelos de sua nuca ficar em pé, Hermione se virou para olhar, mas não antes que Malfoy tirasse o fôlego dela. E Ron também, parecia. Ele estava carregando os dois pra longe.
"Malfoy, o qu-"
"Granger, cale-se e continue andando!" Draco gritou. Ele estava tão branco quanto Ron.
A razão pra isso foi logo prontamente observável. Nas arvores atrás deles, constantemente crescendo em tamanho e largura, era a marca negra.
Hermione sentiu seu sangue virar gelo.
Ardia sobre o topo das arvores em um misterioso prata brilhante. Uma serpente de fumaça deslizava da boca aberta da caveira e enrolava a si mesma em volta dela, fazendo a coisa toda de repente mais sólida, mais corpórea. A Marca parecia pulsar e zumbir, carregando o ar em volta deles.
Eles não podiam ter sido os únicos a notar. A coisa tinha sido lançada alto o suficiente pra ser vista por pelo menos metade de Hogsmead e toda a Hogwarts.
Pela direção da estufa, Hermione podia ver Lupin latindo ordens. Alunos estavam correndo de volta para o castelo em rápida velocidade. Um menor grupo de estudantes, encabeçados por Lupin, correu em direção a eles.
A varinha de Lupin ainda estava cuspindo faíscas vermelhas quando ele chegou. Ele tinha obviamente alertado o resto do castelo. "Está todo mundo bem?" ele perguntou, seus olhos pegando rápidos 'stock' de Draco, Hermione e Ron.
"Estamos bem." Hermione disse, sem ar. "Está todo mundo presente?" Ela imediatamente perguntou, seu senso de Premio Anual entrando em ação.
"Sim. Você, Draco, Ron e Millicent foram os últimos a retornar," Lupin informou. Ele juntou o grupo longe da borda da floresta, prestando atenção particular a Harry, quem parecia intencionado em ficar bem onde ele estava. Ron permaneceu resolutamente do lado dele.
"Todo mundo, reporte para o Grande Salão e para seus diretores imediatamente, ou vocês irão encarar meu intenso desprazer. Estamos entendidos? Harry!"
Harry estava encarando intensamente Hermione "Você viu alguma coisa? Qualquer coisa?" ele a perguntou. Ela so podia balançar sua cabeça.
"Oh! Olhe!" Parvati engasgou, apontando para a Marca.
A Marca estava mudando. A silenciosa prata do crânio sumiu antes de se tornar um verde brilhante, e a serpente envolvendo parecia crescer e expandir com escamas e pés com garras. A cabeça contundente da serpente alongou-se para um focinho. A língua bifurcada permaneceu igual, porém. Sacudiu repetidamente sobre o crânio, deixando um rastro sussurrante de fumaça prata no ar.
A cobra tinha se tornado um Dragão.
Hermione sentiu uma afiada, explosão dolorosa de pânico em Malfoy. Era como ser chutado no estomago. Sem poder parar a si mesma, ela agarrou sua cintura e teria tombado lateralmente contra o Ron se Malfoy não tivesse agarrado seus ombros para segurá-la.
"Está começando de novo," Blaise disse suavemente, seus olhos escuros fixos no céu. A chuva estava caindo pesadamente agora, borrando a imagem da marca. Ela quase como olhar pra um reflexo ondulante.
Lavender estava agarrando no antebraço de Parvati com ambas as mãos. "Professor Lupin, o que está acontecendo?" ela sussurrou.
Harry foi quem respondeu. Sua expressão poderia ter sido 'cravada em granito'.
"Este é o Brasão Malfoy! Lucius deve estar livre!"
¹bolsas ou cargas pendentes que são colocadas sobre o ombro juntas, uma para cada lado. Tem muito em filmes antigos, onde os caras vão caçar e tal.
A/T: Será, Será?
wow Nossa apesar da minha enorme obsessão momentânea com fics Forwood – pra quem não sabe Tyler/Caroline de TVD – e Delena. Cara simplesmente to amando esse casal, consegui traduzir o capitulo rápido em comparação com o tempo que tenho de sobra. Ta bom nem tão rápido. Mas ele veio e isso é o que importa. Assim espero!
Um rápido recado essa é ultima vez que tem tanto sobre os benditos tangleweeds, tava odiando isso, por ser uma espécie desconhecida, haha e nem eu mesma conseguir visualizar na minha cabeça. Mas pra compensar esse capítulo teve beijo. E as coisas estão ficando mais interessante.
P.S: Mais alguém aí curte Forwood ou Delena? Mandem fanfics pra mim.! Please.
P.S: até sábado que vem posto dois capítulos de turncoat.
