BEM, COMO TODO MUNDO SABE HP E CIA. NÃO SÃO MEUS OU EU JÁ TERIA MATADO O SNAPE E CORTADO O SEBOSO EM PEDACINHOS.

CAPÍTULO 10

Harry Potter dorme nos meus braços nesse instante. Gina Weasley, que de maneira inesperada tornou-se uma das minhas melhores amigas, havia dito que fazer amor com Harry era algo que beirava o divino, o sublime. E olha que ela durante muito tempo preferiu garotas. Dou um beijo no seu rosto e ele apenas sorri de leve e se aconchega mais ainda nos meus braços. OK. Eu sou um idiota apaixonado. Vocês podem espalhar por aí: Draco Malfoy, que foi um cara mal e impiedoso (bem, nem tanto assim!) está perdidamente apaixonado pelo "garoto que sobreviveu". Mas não pensem que foi fácil chegar a essa situação, digamos, deliciosa de ter o moreno de olhos verdes nos meus braços. Acho que em parte devo agradecer àqueles amigos dele que eu odiava: Hermione Granger e Roni Weasley.

Aposto que vocês estão estranhando eu não me referir aos dois com adjetivos depreciativos como "sangue-ruim" ou pobretão. Bem, a verdade é que dois anos depois de Hogwarts, essas velhas rixas não têm mais muito significado e se Harry conseguiu aceitar que eu o amasse, certamente isso tem muito a ver com alguns acontecimentos de alguns anos atrás.

xxx

O dormitório da monitora chefe era bastante espaçoso e com uma lareira aconchegante, perto da qual havia um sofá muito grande e confortável. O casal de monitores fez com que Harry se sentasse e Hermione, por cima do sofá começou a massagear as suas costas. A conseqüência das horas ininterruptas de exercícios era uma tremenda dor em várias partes do corpo. O efeito da poção relaxante estava acabando e Hermione insistiu com Harry para que ele tirasse as vestes pesadas de inverno para que ela pudesse massageá-lo melhor.

- Hum... é melhor você se deitar – disse a garota, aparentemente de maneira inocente, destampando um frasco com um líquido transparente, certamente algum tipo de óleo aromatizado.

Muito constrangido, mas sem encontrar uma boa desculpa para desobedecer a amiga, Harry deitou-se no grande sofá enquanto Hermione esfregava a substância em suas costas.

- Sabe, isso funciona mais sem muito roupa – disse Rony, aparentemente num tom casual e puxando a calça de frio de Harry, que se surpreendeu de repente apenas de sunga.

- Hei, vocês vão me deixar nu! – exclamou Harry, ficando muito vermelho de constrangimento.

- Bom, o Rony sempre diz que funciona melhor assim quando eu faço nele – respondeu Hermione, segurando o riso –Vamos, apenas relaxe.

As mãos macias e ágeis da jovem bruxa continuaram trabalhando no corpo de Harry, agora nas pernas, nos pés e foi subindo, bem próximo às nádegas. Rony, sentado no chão ao lado do sofá, começou a acariciar os cabelos do amigo.

- Apenas relaxe – sussurrou Rony em seu ouvido, o que fez com que Harry se arrepiasse. As mãos aveludadas de Hermione também tinham um efeito devastador. Sentia uma crescente ereção, que estava se tornando até dolorosa, presa pela sunga e pelo fato de estar deitado de bruços no sofá macio. Como se adivinhasse o seu desconforto momentâneo, Hermione falou bem perto doo ouvido dele:

- Eu falei que era melhor ficar nu. Você não quer se virar?

Sabendo que não deveria fazê-lo, mas sem forças para recusar, Harry virou-se de frente para a garota, que puxou a sunga, que escorregou facilmente pelo seu corpo cheio de óleo. Enquanto Hermione continuava a massagem sobre a sua ereção, Rony debruçou-se sobre ele e o beijou. Um beijo profundo, línguas se tocando, as mãos do ruivo acariciando seus mamilos. O beijo sufocando o gemido que soltou quando a massagem feita por Hermione atingiu o seu objetivo e ele gozou, sentindo o corpo retesar-se, o beijo de Rony persistido como se não fosse acabar nunca, como se houvesse ali uma paixão inesgotável. Como ambos precisassem de ar, Harry afastou-se por um momento, apenas para encontrar a boca de Hermione. Seu beijo era mais calmo e nem por isso menos profundo e apaixonado. Tinha gosto de chá de ervas com açúcar e o frescor de uma tarde de primavera. Quando Harry sentou-se para receber e retribuir melhor o beijo, Rony, ainda acariciando seus mamilos, beijou-lhe a nuca e a orelha, fazendo com que o corpo inteiro se arrepiasse e a ereção retornasse imediatamente. Foi puxado, empurrado para o tapete macio, com Hermione sob ele, livrando-se rapidamente de suas vestes e sentindo o peso de Roni, já completamente nu.

Aprofundou-se no interior da amiga, que continuou beijando-o e dizendo coisas doces no seu ouvido. Hermione nua era bonita, tinha seios médios e um corpo muito bem feito que poucos perceberiam sob as vestes sóbrias da escola. Ao mesmo tempo, os braços fortes de Rony que já o tinham embalado uma vez há um ano enlaçaram-lhe o tronco e foram apertando-o, mas não de uma maneira desconfortável. Muito pelo contrário.

- Posso? – perguntou o ruivo no ouvido de Harry

- O que você quiser... – respondeu o amigo antes de entender o que estava por vir, mas não recusaria nada nesse momento.

Visivelmente esforçando-se para manter o controle, Rony apanhou a varinha e conjurou algo, que Harry percebeu depois se tratar de uma poção lubrificante, com a qual foi massageado no ânus enquanto ainda se agitava em cima de Hermione. Nesse momento entendeu o que o amigo pretendia fazer mas não teve nenhuma vontade de oferecer qualquer resistência. Foi penetrado suavemente enquanto aprofundava-se mais e mais dentro da amiga.

Nunca saberia quanto tempo durou aquilo, mas teve certeza que Hermione atingiu o orgasmo mais de uma vez antes que ele gozasse de novo, momentos depois de Roni, que se agitou dentro e sobre ele, levando-o também ao êxtase.

Durante algum tempo ficaram deitados em silêncio. Os três de lado, Harry no meio, tendo Hermione em seus braços e Roni abraçado às suas costas. Ele poderia ficar ali a vida inteira entre os dois.

- Por que? – perguntou Harry, depois de mais algum tempo em silêncio.

- Você não está arrependido, não é mesmo? – indagou Hermione, olhando-o nos olhos e dando-lhe um beijo carinhoso na face, depois se erguendo um pouco e beijando também Rony.

- Não, nunca – respondeu Harry, mais decidido do que ele mesmo esperava. Acariciava as mãos de Roni que lhe afagava o tórax e segurava o corpo delicado de Hermione bem junto a si.

- Nenhum motivo – disse Rony, sua voz soando sonolenta – Apenas decidimos que você precisava ser amado e queríamos que você parasse de agir como se (como os religiosos trouxas dizem mesmo?) estivesse vivendo em pecado e tivesse necessidade de autopunição.

- E nós amamos você, como já dissemos antes – acrescentou Hermione, acariciando seu rosto. E sorrindo acrescentou: - Ainda bem que eu preparei uma dose extra de poção anticoncepcional. Vocês são garotos bem animados!

xxxxx

Bem, esses são fatos do passado. É lógico que eu não estava presente quando aquele casalzinho assanhado deu todo esse amor ao meu Harry. O próprio me contou isso em detalhes não tão explícitos (OK, eu admito: acrescentei algumas coisas, fruto da minha imaginação literária erótico-obscessiva), uma vez que hoje não temos segredos um com o outro. Mas no geral os sentimentos foram esses. Bem, acho que a noite em questão tornou o "garoto que sobreviveu" mais aberto às novas experiências que viriam depois e certamente o fortaleceu para o confronto contra "Você-sabe-quem". E o importante é que os amigos não reprovaram a nossa relação. Eu hoje quase amo aqueles dois como Harry os ama. Bem, pelo menos a Hermione, que realmente muito é simpática, inteligente e bastante bonita, se você reparar bem. O ruivo é outra história, mas eu sei o quanto Harry gosta dele.
Agora, se você quer realmente saber como eu e Harry chegamos ao entendimento atual, teremos que voltar àquele fatídico verão que marcou o fim do sétimo ano de Hogwarts e que selou para sempre o destino do mundo mágico. Vocês não seriam trouxas (ops!) de perder esse relato, não é mesmo?

OI, GENTE, COMO A COISA COMEÇOU A ESQUENTAR, QUERO MUITOS REVIEWS!!!!