Charlie & Eu

Capitulo 10 – Quer namorar comigo?

Bom galerinha do barulho, ai está mais um capitulo pra vocês. Ele em particular eu achei lindo e extremamente romântico. Espero que gostem, ele foi para aliviar um pouco a tensão do anterior.

Boa Leitura!

Acordei no outro dia com a sensação mais maravilhosa que existe na vida, os braços brancos e magros rodeavam minha cintura e leves beijos eram depositados nas minhas costas, na parte exposta. Os beijos iam subindo desde o meu ombro até minha clavícula fazendo com que eu me arrepiasse, ela percebeu e sorriu com a boca colada na minha pele.

- Você adora fazer isso né Charlie?

- O que? - pergunta se fazendo de inocente

- Com que eu me arrepie com o seu toque, e fique extremamente envergonhada por estar deliberadamente descabelada.

- Eu acho você descabelada a coisa mais linda que já vi, é por isso que adoro te ver acordar todos os dias

- Não existe nada mais lindo em mim do que eu descabelada?

- Talvez exista outra mais isso eu só vou descobrir quando nós fizermos amor

É o Charlie acordou cedo e de bom humor. Já me fez corar duas vezes em menos de dois minutos. Com esse comentário afundei minha cabeça na almofada e ela gargalhou. Levantei minha mão e joguei um travesseiro nela que riu ainda mais. Aos poucos ela foi se acalmando, eu me virei pra ela e perguntei mordendo o lábio.

- Você quer fazer amor comigo? - ela sorriu do jeito mais amoroso possível e se aproximou de mim. Beijou a ponta do meu nariz e depois a minha boca, mais foi só um selinho, e respondeu.

- Quero, eu quero muito fazer amor com você Lea - ela deu uma pausa acariciou a minha bochecha e perguntou - e você? Quer fazer amor comigo?

- É tudo que eu mais quero - ela sorriu e ficamos ali um tempo nos olhando feito duas bobas apaixonadas então eu continuei - ninguém nunca me disse isso, que queria fazer amor comigo. Sempre foi sexo.

- Você já fez amor com alguém Lea?

- Eu não me lembro, se é que um dia eu já fiz - ela deu um largo sorriso que me deixou sem entender porque tanta felicidade por eu dizer isso.

- Fico muito feliz em saber disso, porque nós vamos fazer amor todos os dias pelo resto das nossas vidas, mesmo quando ficarmos velhinhas e não nos agüentarmos de pé, iremos fazer amor, não importa onde, quando, que horas ou se nós estivermos brigadas ou emburradas uma com a outra, nada vai importar, e se alguém se meter entre nos... Eu tenho pena do sujeito ou sujeita, pois nem assim vamos parar de fazer amor. Pelo resto das nossas vidas, a partir do momento que nós nos entregarmos uma a outra, isso vai continuar pra sempre - ela terminou acariciando o meu rosto e passando os dedos pelos meus lábios.

- Isso me soou quase como um pedido de casamento - ela sorriu ainda mais e se levantou da cama, foi até seu robe que estava jogado na cadeira e pegou alguma coisa, voltou pra cama ficando dessa vez de joelhos e me fazendo ficar do mesmo modo de frente pra ela, então me entregou uma caixinha de veludo preta - o que é isso?

- Abre! - falou sorrindo e eu abri. Quase não acreditei no que tinha dentro

- Uma linha de nylon? - perguntei com a testa franzida

- Essa não é uma linha de nylon qualquer - ela falou pegando a linha da minha mão - o nylon é um material resistente, ele serve pra fazer coisas duradouras como os suéteres da Rachel Berry - há Dianna Agron se isso for alguma brincadeira você me paga. Ela agora pegou a minha mão direita e amarrou a linha no meu dedo anelar - ou seja, coisas resistentes, que pode passar o tempo que for mais ele nunca quebra, rasgam. Pode ficar fora de moda, envelhecer, porque faz parte da vida envelhecer, mais ele nunca perde a resistência - ela foi puxando o restante da linha pra perto dela - e é assim que eu quero que a nossa relação seja Lea, forte, resistente e duradoura - ela falou tudo olhando no fundo dos meus olhos, com tanta intensidade que achei que ia morrer com tanto amor que ali encontrei. Então um objeto prateado veio deslizando pela linha de nylon e se encaixou perfeitamente no meu dedo. Eu não contive a emoção e uma lágrima desse dos meus olhos. Era um lindo anel de ouro branco com uma linda e solitária pedra de diamante bem no centro - isso não é um pedido de casamento... Ainda, mais é a promessa de tudo que eu disse agora pouco, sobre o nosso futuro. Essa é a única certeza que eu tenho pra o meu futuro, que eu quero que você esteja nele também. E um dia eu vou te pedir em casamento e espero humildemente que você aceite. Mais hoje, só nos duas aqui eu estou te pedindo em namoro Lea Michele, você aceita ser o meu porto seguro?

Ela falou tudo isso com tanta firmeza que eu quase peço pra ela responder por mim, porque me faltavam palavras e as lágrimas também não ajudavam. Mais eu tinha que responder. Balancei minha cabeça freneticamente pra cima e pra baixo, a abracei forte e respondi.

- Sim, sim, sim mil vezes sim... É claro que eu aceito namorar com você - dei milhares de beijos nela que acabou caindo pra trás na cama, e gargalhava porque meus beijos estavam fazendo cócegas nela. Quando finalmente nos acalmamos. Deitamos uma de frente para a outra, não muito distantes pois nossos narizes estavam se tocando. Ela ficou com o braço direito por baixo do meu pescoço e eu com o esquerdo descansando na sua cintura, nos olhamos com muito amor, carinho e paixão.

- Você vai ter muito trabalho - falei sorrindo e ela ficou sem entender

- Pra que?

- Pra fazer um pedido de casamento mais lindo que esse - ela gargalhou e disse

- Já estou trabalhando nesse plano infalível - ela sorriu sacana e eu levantei minhas sobrancelhas

- Há é?

- É sim

- Convencida!

- Convencida mais você me ama mesmo assim

- É verdade - falei mais pra mim do que pra ela

- O quê que é verdade? - a encarei, e pela primeira vez declarei meus sentimentos por ela

- Que eu te amo

- Eu também amo você - ela falou com o sorriso mais lindo do mundo, e eu a beijei, um beijo doce e salgado ao mesmo tempo, devido as lágrimas. Ela me puxou mais pra perto, como se quisesse nos colar com cola super Bon der. Eu coloquei uma perna entre as dela e fui subindo bem devagar. O meu joelho tocou o centro dela que gemeu dentro da minha boca. Aquilo foi minha deixa, repeti o movimento subindo em cima dela, que na mesma hora apertou minha bunda. Ai foi minha vez de gemer perto do seu ouvido, ela ficou extasiada e começou a me puxar pra cima e pra baixo fazendo movimentos de vai e vem com meu joelho. Sua coxa estava friccionando a minha intimidade, esse gesto tanto dava prazer a ela quanto a mim. Era um roçado de pele com pele. Minha calcinha já estava parecendo uma banheira de tão molhada que estava e eu também podia sentir o quão úmida a Di estava.

- Você não tem idéia do quanto eu quero fazer amor com você agora Di - falei no seu ouvido, mais ao invés de ela tirar minha roupa e me levar a loucura ela simplesmente desacelerou, me falando.

- Eu também quero muito Lea, mais faltam 10... - a interrompi invadindo sua boca com minha língua, afoita e ansiosa. Ela soltou um gemido alto e inverteu as posições, me prendendo totalmente entre ela e a cama.

- 10 o quê? - falei quando ela desceu o beijo pelo meu pescoço

- Agora são 3,2,1... – toc, toc na porta - pra isso - ela falou sorrindo e muito ofegante

- Lea o café está pronto estamos esperando você lá em baixo

Era a mãe da Di, coloquei minha mão tampando a boca da Dianna pra ela não falar nada. Não queria que a minha sogra pensasse que na primeira oportunidade que eu tenho quebro uma regra dentro da casa dela, ainda por cima com a filha dela. A loira deitada entre as minhas perna começa a rir e eu tenho quase certeza que a mãe dela pode ouvir. Ai me deus estou ferrada.

- Dianna também estamos esperando por você, o pessoal chegou e estão esperando pro café

- Já estamos indo mãe - pronto agora sim eu estou ferrada, a olho com espanto

e ela apenas dá de ombros. Escondo minha cabeça na almofada e a Di começa a beijar o meu braço desde o pulso até o ombro - acho melhor nós decermos logo, você não vai querer que sua sogra fique achando que estamos fazendo coisas erradas não é?

Imediatamente eu a joguei pro lado, por que ainda estava por cima de mim, e fui pro banheiro, precisava de um banho gelado, fechei a porta do banheiro, mais só pra em seguida abrir de novo, voltei pro quarto e subi na cama, dei um selinho na Di que ainda estava do mesmo jeito que eu deixei, apenas movimentando os olhos que me perseguiam pelo quarto, com as sobrancelha erguidas, e voltei pro banheiro fechando a porta mais uma vez. Fiz tudo isso o mais rápido que eu pude pra evitar a pressão entra as minhas pernas e também sem dizer uma nada, porque corria o risco de sair um gemido em vez de uma palavra. Quando eu já estava relaxada embaixo da ducha gelada ouço a voz que imediatamente fez voltar tudo o que eu sentia minutos atrás.

- vou pro meu quarto tomar banho, te espero lá embaixo Lea, linda, meu amor - ela falou e saiu gargalhando do quarto, safada. Dianna Agron que me aguarde que vai ter volta.

Quando estava na escada descendo para o café, pude ouvir as gargalhadas da família Agron. Eles estavam empolgados com as histórias de quando eram crianças. Cheguei ao portal da cozinha e todos olharam pra mim sorrindo, a Dianna que estava de costas pra onde eu estava se levantou e veio até mim, me deu um beijo a bochecha e entrelaçou os nossos dedos me puxando pra sentar na cadeira vazia ao seu lado. Eu desejei um bom dia envergonhado e todos retribuíram o gesto. Então a Di falou.

- Família, essa é a Lea Michele... A futura mãe dos meus filhos

- Dianna! - a bronqueei, mais ela só gargalhava com o resto da família e eu procurava um buraco pra me enterrar.

- Ué eu não estou mentindo

- O Charlie aqui é fogo mesmo, não deixa uma passar - O Jason comentou e eu fiquei ainda mais vermelha

- Ta bom meninos vamos deixar a Lea em paz, ela já está quase roxa - Mary falou e eu agradeci com um aceno de cabeça. Ainda bem que ela não ficou chateada por hoje mais cedo. A Dianna me apresentou a família toda, inclusive aquela Carminha. Ela era uma mulher muito bonita e simpática, tinha o corpo muito bonito.

- Então Lea você também é atriz? - o avô da Di perguntou.

- Sim, sou atriz também... Na verdade nós duas trabalhamos juntas - olhei pra loira ao meu lado e ela apenas sorriu.

- Ela é a Rachel Berry vovô e a Dianna é a Quinn. Lembra que nós assistimos. - a tal Carminha se pronunciou

- Oh! Sim me lembro bem.

No café também estavam duas tias e um tio, o resto da família só chegaria mais tarde para o almoço.

Quando terminamos o café as tias e a Mary foram preparar o almoço e eu me ofereci para ajudar, como boa cozinheira. A Dianna foi praticamente expulsa da cozinha a ponta pés, pela mãe, ela me deu um selinho e foi se juntar aos homens Agron, que estavam desmontando os móveis do quarto do Charlie. A tal Carminha também estava lá, mais era pra ficar de olho no avô que já é idoso. Isso eu confesso que me deixou com ciúmes, Mary percebeu e mandou eu ficar tranqüila, e disse que ela é moça direita. Mais mesmo assim é melhor manter um olho no gato e o outro no peixe. Na cozinha com as mulheres Agron eu me diverti bastante, elas pararam um tempo para olhar meu lindo anel, e eu como boba apaixonada contei os detalhes do pedido, claro que não contei o que aconteceu depois, acho que elas não iriam querer saber. Nessa hora flagrei a Di espionando com um sorriso lindo nos lábios, mais assim que percebeu que eu tinha visto, logo tratou de disfarçar, tentando se esconder, mais acabou se atrapalhando e derrubando uma mesinha cheia de panelas, que se espalharam todas pelo chão. Todas as mulheres ali gargalharam inclusive eu. Me aproximei e dei um beijo de tirar o fôlego nela e em mim, só nos separamos com um ataque de tosse conjunto que deu nas outras três mulheres que nos faziam companhia. Mais uma vez a Di foi expulsa da cozinha, só que dessa vez por mim, se não eu não me concentraria em mais nada.

Pouco antes do almoço o resto da família chegou, o marido e o filho da Carminha também só assim fiquei mais aliviada, o almoço foi animado a Dianna contou a todo mundo que nós estávamos oficialmente namorando. O avô dela perguntou se nós fazíamos sexo, nessa hora eu quase morro engasgada com uma folha de alface, a Dianna riu tanto que não teve condições de responder, pra minha sorte dona Mary mais uma vez me salvou e mudou de assunto.

No fim da tarde todos já estavam indo embora, eu estava na porta da cozinha que da acesso ao quintal, olhando a Dianna correr feito louca atrás do afilhado, um moreninho lindo, pele morena mais os olhos claros, herdou um pouco de cada um dos pais. Depois de tanto correr atrás dele ela finalmente o pega e dá um baita abraço.

- Peguei você moleque

- Assim não vale tia Di - de longe ela me vê e cochicha alguma coisa no ouvido do Ben, é o nome dele é Benjamim. Ele se despede dela e vem na minha direção, ele para de frente pra mim e me faz agachar, me abraça forte e diz

- Tchau tia Lea... - vai caminhando para dentro da cozinha mais para na metade do caminho e olha pra mim de novo - Há, a tia Di disse que ta com você - ele tocou no meu braço e sai correndo, eu olho pra ela que está sorrindo e digo.

- Que coisa feia Charlie, usar uma criança pra me pegar.

- É tia Lea ta com você, agora vai ter que correr muito pra pegar o Charlie AQUI...

Antes que ela terminasse de dizer eu já estava correndo atrás dela. Parecíamos duas crianças correndo feito loucas pelo quintal, depois de muito correr consegui chegar perto dela e simplesmente me joguei nas suas costas, como um jogador de futebol americano. Nós caímos na grama gargalhando, me joguei pro lado saindo de cima dela, para que pudesse se virar, quando o fez me puxou pra perto me abraçando, eu descansei minha cabeça no ombro dela, que envolveu seus braços na minha cintura, ficamos ali em silencio, olhando a lua cheia e amarelada aparecendo. Até eu me virar para olhar nos seus olhos cheios de ternura.

- Vem comigo pra Nova York, passar o ano novo lá - ela apenas assente com a cabeça e me abraça mais forte. Depois de mais um tempinho o Gabriel nos chamou pra dentro porque já estava fazendo frio e a Dianna não tinha se recuperado totalmente do resfriado. Eu fui pro meu quarto tomar banho e aproveitei pra ligar pro Jonh. No segundo toque ela já atende.

- Lea Michele Sarfati, como você ousa ir embora de Nova York sem se despedir de mim? - sorrio com o falso mau humor do John e respondo.

- Boa noite pra você também John, eu estou muito bem obrigado por perguntar.

- Sem gracinhas Michele

- Nossa você pareceu meu pai agora

- Ha, Ha, me fala, já me trocou por essa loira linda foi?

- Desculpa é que eu prefiro as loiras mesmo - rimos juntos

- E a que devo a honra da ligação? Sua loira te dispensou foi?

- Não senhor, muito pelo contrario, ela me fisgou com o pedido de namoro mais lindo que já vi na vida

- UAU! Deve ter sido mesmo porque você não se impressiona tão fácil assim

- Você não faz idéia. - suspiro mais volto pro foco da ligação - mais antes de eu te contar como foi preciso te pedir um favorzão.

- Fala docinho, se estiver a meu alcance eu faço se não estiver eu também faço. - era nessas horas que eu mais amava o John, ele era o meu braço direito e o esquerdo também, o melhor amigo que eu podia ter, e se ele não fosse gay nós já teríamos nos casado.

-?

- ele ficou em silêncio um tempinho

- Certo Lea respira comigo e fala de novo vai, respira, inspira, respira, inspi...

- Você poderia me emprestar seu apartamento no ano novo pra eu passar a noite com a Dianna?

- Atáaaa - depois disso ele caiu numa gargalhada incontrolável. Eu enterrei minha cabeça nas mão e afastei o telefone do ouvido. Quando ele consegui se controlar ele gritou pra eu por o fone de volta na orelha.

- Acabou o show? - falei em tom de ironia

- Desculpe meu amor é que você nunca foi assim pra falar de sexo

- E quem disse que eu to falando de sexo?

- Nós dois sabemos que você não quer meu apartamento pra passar a noite olhando uma pra cara da outra. E como eu te conheço como a palma da minha mão, não preciso nem olhar pra sua cara pra saber que vocês ainda não transaram.

- Ta bom eu já entendi... - é verdade esse menino me conhece mais do que eu mesma - não foi por falta de vontade é que... Lá em casa não deu tempo e aqui tem política das namoradas nos quartos. A Di até fugiu ontem de noite pro quarto de hospedes mais eu tenho certeza que ela não iria desobedecer a uma regra aqui.

- Ela quer fazer sexo com você?

- Não

- O quê?

- Ela quer fazer amor comigo, pro resto da vida - falei feito uma boba apaixonada

- Ta bom, é claro que eu empresto, quando vocês vem?

- Não sei... Amanhã ou depois

- Ok, vou chamar a faxineira pra ela dar uma geral e deixar tudo bem organizado pra vocês. Eu não vou passar o ano novo aqui não, estou indo com um bofe pra o Brasil passar em Copacabana.

- Como você não me diz uma coisa dessas seu pentelho?

- Eu teria dito se você não tivesse evaporado da face da terra né?

- Quer dizer que não vamos nos ver mais? - falei fazendo bico, na mesma hora que a Di entrou no quarto, ela sorriu e se aproximou me dando um beijo, e dizendo bem baixinho, ai que bico lindo minha nossa senhora do chá de camomila. Eu gargalhei e o John perguntou qual a graça.

- É a Dianna que entrou aqui fazendo palhaçada - olhei pra ela e disse que era o John, coloquei no viva voz

- Ei John, estamos indo passar o ano novo com você.

- Oh lady di eu sinto muito informar que vou viajar pra outro pais.

- Nossa vai ser uma pena. Fica pra próxima então

- Com certeza. Meninas eu tenho que ir fazer minhas malas, beijinhos as duas e juízo. Lea depois me liga pra combinarmos as coordenadas do ano novo ok! - Di olha pra mim com a sobrancelha erguida e eu dou de ombros.

- Ta bom amore - desliguei e ela continuava com a infame sobrancelha em pé - o que foi?

- Amore é?

- Você sabe que ele é gay não sabe?

- É eu sei... Mais já ouvi varias historias de pessoas se tornavam hetero por causa de alguém como você então...

- É impressão minha ou você está com ciúmes do John?

- Não é ciúmes... Eu só estava seguindo as estatísticas do mundo hoje em dia... Se eu fosse um homem gay eu não pensaria duas vezes em Me tornar hetero por você sabe? - ai que fofo, cada vez que ela falava mais vermelhinha e perdida ela ficava - não que eu este...

Não deixei ela terminar, só dei um beijo calmo e cheio de amor, para mostrar o que eu estava sentindo com esse ciúminhi bobo. Ela sorriu e me puxou pra sentar no colo dela.

- O que agente tava falando mesmo? - eu pergunto distribuindo selinhos por todo o rosto dela.

- Eu não faço a mínima idéia.

Ficamos um bom tempo namorando, mais sem tornar nada quente porque era quase na hora do jantar e viriam nos atrapalhar de novo. Então ficamos só no carinho. Mais ela que me aguarde, nosso ano novo promete, ou eu não me chamo Lea Michele Sarfati.

Tchan, Tchan, Tchan... Tchan! O que será que vem por aí? Alguém tem um palpite? Não? Apostas? Dou-lhe uma dou-lhe duas, dou-lhe três?... Certo isso foi sem graça. Desde já agradeço os reviews, eles são muito importantes pra mim. Vi que surgiram novos leitores, obrigada também.