DISCLAIMER: Se vocês adivinharem oq vou dizer a seguir, ganham o cap 10... Poiseeh, os personagens a seguir não são meus... eu não os criei... mas não chorem, pq eu os pego emprestados para que surjam fics, como q q segue abaixo!
Anne: hushsausahushsuahsau nuss, a ex do teu namo eh uma "Lucy, eh? Te cuida flor, não chega mto perto delaah então!!hsuahsausahua =] bjaO linda!
AmandaBBC: minha lovaaaa!!! Que reviewzão heein?! A.M.E.I!!! =) dexaa de ser drama Queen, ah, e se o alecrim nasceu no campo, FOI PQ CHOVEU! Logo, tem q ter reviews tbm... hsauhsausahusahusa O William era um bunda mole! Eh John II e acabou! =S akee minha linda, o 10 postadinhoo! bjOS
Marguerrite: olaaa lova! Poiseh, a Lucy eh meio assustadora neh?!nossa, vai q ela quer matar o Lordão pra ficar com a grana??? =O ai que me dá um medo!!! Boom, aki tem mais um... enjOy! bjOs
Anna: eu sei linda, mas fica difícil escrever mto R&M com tanta coisa pra explicar em paralelo!!! Mas agora espero poder escrever mais sobre nosso amado casal!!! bjinhOS linda!
Fran: aháá, senhorita inadimplente voltoou eh?huhausahuashsau brincaderinha minha flor...ah, queres o final logo eh? Vou tentar apressar então...kkkkkkk bjOS flor!
Jéssica: que bom que gostastes do cap...nem fala, eu pensei em fazer a Vê enlouquecer e bater na "água de salsicha", mas ia ficar mto baixo nível...kkkkkkkkk =D mas se a coisinha voltar, podexah q a nossa "garota da selva" vai mostrar a força dos bíceps e tríceps...hsaushauhshusah bjOS linda!
Lady Jéh: minha lovinhaaa! Família boooa essa da Lucy neeh? Tadiin do Barão.. =( aiin, vai q o Rox volta a ser o homem da vida da Madge, ai o pequeno fica sendo o "bebê" da vida dela...hsushusahushusah aah, tbm amo os pais da Madge... =) bjoS linda, mais um cap fresquinho akee!
NinaMakea: ouuun *.*!!! brigadinha pelo elogiio... (to me sentindo agora...kkkkkkkkk) tbm amei a mudança da Jessie, ah, ela era mto sonsa...hsaushusahsausa não sei se a Lady Elizabeth vai perceber que está errada... espero que sim né? Assim ela curte o filho e descobre que vai ter um netinho...hehehehe bjOs minha linda!
Raphaela Blakely: ela voltou, ela voltou ELA VOLTOU!!!! (pensa na seguinte cena: eu saio correndo pela casa, bato a cabeça na parede e caio... levanto esfregando a cabeça) eu estou bem, estou bem... maaaaas ELA VOLTOOOOOU!!!! Hsausahusahushu (*palhaçada*)aiin, melhor q Dom Casmurro? Não exagera neeh? Mas to lisonjeada com a tua volta!! bjoS flor e NÃO SOME MAIS!!!
Rose Eva: pouco??? Peloamordedeus foi um capitulão gigantesco!!!kkkkkkkkkkkkk ah, sinta-se à vontade para arrastá-las pelos cabelos, pq nesse cap tu vai odiar ainda mais o "Trio Parada Dura"...ushsauhsauhhsu bjOS linda!
KIO: oieee! Que bom q gostastes do cap, mas ele NÃO FOI CURTO!!!husahsauhsusahsua e , pra não perder o costume: quero review heein?! bjoKas flor.
Sophie: aháá, tu apareceu!!!heheheheh que bom que viestes regar a fic, assim ela cresceeee!! Hsaushuhushusush finalmente alguém falou dos "Tres Mosqueteiros"... eu to amando escrever eles... =Dboom, continua lendo q tu vai odiar mto mto mto mais os víboras!! Hehehehe bjOs flor!
Lady K: meudeus LOVA!!! Tu quer me matar do coração??? Que histório eh essa de demorar pra aparecer por akee? =O siim, os pais da Madge são perfeitos. (me inspirei nos Mayfair...nao me processa por plágio hein?!) siiim, lipga pro Geraldo pra denunciar a sonsa da Lucy..kkkkkkk (piada interna!)... ah, vai dizer que se tu fosse a Madge tu não ia pelo menos imaginar o nome do baby como Roxton? Ela tah falando consigo msma, na hr de registrar eh outra história, capisce? bjOS minha favoRitóza... amooO tu!
Luuuu: oi minha linda!!! Sei q tua review vem um pouco atrasada, mas vem... entonces: aproveita o 10!!! bjAo
Oo INADIMPLENTES, vamo posta review neeh??? Olha a crise existencial que vai me acometer vai me impedir de postar...
Minhas lindas, eis o cap 10 para vosso total e completo entretenimento... Bjos e REVIEWS neeeh?!
Hehehehe
Capítulo 10 – Outros Reencontros
- Desculpe-me senhores, mas a senhorita Stürmann não se encontra.- disse a recepcionista.
- Tem certeza?
- Sim senhor. Ela saiu há alguns minutos acompanhada por um senhor.
- Senhor?- questionou Challenger.- A senhorita saberia nos dizer quem?
- Desculpem-me, mas não possuo esta informação.
Os dois agradeceram e saíram para a rua.
- Creio que ela começou com as suas "missões" e cada minuto que perdermos deixará tudo pior.- disse Summerlee.- Os riscos aumentam a cada passo, Marguerite está se expondo demais.
- E você pensa que eu não sei? Os lobos com quem ela precisa lidar são da pior espécie, não descansarão até terem-lhe tomado o sangue...
O botânico encarou o amigo, espantado. Não imaginava que Challenger pudesse saber tanto acerca das pessoas com quem a herdeira estava envolvida.
- Não me pergunte nada Arthur, apenas acredite nisso.- disse, antes que o amigo lhe fizesse qualquer pergunta.
- Sinto muito Baronesa, meus sentimentos.- disse Lady Elizabeth à amiga, ao chegar ao funeral do Barão de Wilmington.
Sem dizer nada, Roxton afastou-se da mãe e rumou para perto de Lucy, que sentava-se à um canto, sozinha.
- Oi.
- Olá Lorde Roxton.- disse, com voz triste.
- Você quer alguma coisa? Uma água? Um chá?
- Não, obrigada. Estou bem.
Ele sorriu. O esforço da menina por parecer bem era admirável.
- Não, você não está bem, mas eu a admiro por tentar.- ele afagou os cabelos dela.- você pode contar comigo para o que precisar tá?
Ela sorriu. O plano estava dando certo finalmente. Era uma pena que seu pai tivesse que morrer, mas ele poria tudo a perder e isso estava fora de cogitação.
- Aproveitando que estamos aqui, gostaria de esclarecer algumas coisa com o senhor Lorde Roxton.- falou ela.
- Me chame de Roxton apenas.
- Tudo bem, er, Roxton.- ela o encarou com a cara mais deslavada possível.- Sobre o noivado, bem, eu sei que você não está de acordo e prometo que poderemos por um fim nesta história assim que os funerais do meu pai acabarem.
Ele respirou fundo. Se contasse com o apoio da garota tudo acabaria bem, sua mãe entenderia que não havia possibilidade daquele noivado ir em frente e pararia de se fingir de doente.
- Desculpe-me, você é uma menina adorável, mas é muito jovem para mim.- ele sorriu.- Tenho certeza de que o home m que a desposar será extremamente feliz, mas eu jamais poderia fazê-la tão feliz quanto você merece...
Uma lágrima correu solitária pelo rosto da menina, mas mesmo assim ela tentou sorrir mais uma vez.
- Eu sei, não sou digna de um Lorde como você.- ela se levantou.- Meu pai está morto por minha culpa,não mereço ser feliz... Talvez deva terminar com isso tudo...- e saiu andando para dentro da casa.
Assustado com as palavras dela e temendo que ela pudesse cometer algum desatino, Roxton saiu atrás de Lucy, que já desaparecera escada a cima.
- John? Onde você vai com essa pressa?- interceptou-o Lady Elizabeth no meio do caminho.
- Lucy subiu sozinha e não me parecia nada bem.- respondeu tentando se desvencilhar da mãe.- Estou indo vê-la, não creio que deva ficar sozinha.
Com um sorriso imperceptível, a dama ainda deteve o filho por alguns momentos.
- Será que você deveria ir? Não sei, ela pode achar que isso significa alguma coisa, que você se importa com ela...
- É claro que me importo com ela!- exasperou-se ele.- Lucy é uma menina fantástica, merece tudo de bom! Só porque não a quero como esposa, não significa que lhe desejo mal.
Com um leve empurrão, o Lorde passou pela mãe e rumou para o andar superior da mansão.
- Aonde ele ia Elizabeth?
- Atrás de Lucy.- ela sorriu e se voltou para a amiga.- Ai Claire, você tem uma filha absolutamente maquiavélica... E adorável!
As duas trocaram sorrisos cúmplices, então a Baronesa voltou ao seu lugar, com ar de viúva triste e solitária.
- Lucy? Lucy onde você está?- chamava ele, andando pelo corredor.- Será que podemos conversar?
Não houve resposta alguma. Sem conhecer direito os cômodos, Roxton foi abrindo cada porta que viu pela frente, até chegar à uma, na metade do corredor. Devagar ele a abriu e viu-se num quarto que, provavelmente pertencia à uma jovem mulher.
- Lucy?
Ainda sem ter resposta, Roxton entrou no cômodo e foi andando, ao chegar à porta da sala íntima deparou-se com a jovem sentada no chão, com uma navalha segura sobre o pulso direito. O esquerdo já sangrava.
- Céus! Garota, você é maluca?- gritou, ensandecido, rumando para perto dela.- O que está tentando fazer?
Ela ergueu a cabeça e o encarou.
"Céus, que demora!- pensou consigo mesma.- Mais um pouco e eu teria uma hemorragia..."
- Vá embora daqui John, deixe-me sozinha...- murmurou.
- Não! Você não está bem, não pode ficar sozinha.- ele a pegou nos braços e carregou-a para a cama.- Venha, deite-se aqui, eu cuidarei de você...
Fingindo estar tonta (porque se cortara exatamente no momento em que o ouvira abrir a porta), Lucy tentou protestar, mas deixou-o carregá-la para a cama.
- Deixe-me ver esse braço.- falou ele, puxando o braço direito da menina.- Isso é tolice, o suicídio é a saída para os fracos...
- O que você esperava de mim?- perguntou ela.- Minha mãe me odeia por eu ter matado meu pai... Ninguém perceberia se eu morresse. Aliás, seria uma bênção para minha mãe...
- Cale-se sua tola! Você não o matou, eu estava lá e vi!- repreendeu-a.- Além disso, eu me importaria se você morresse, gosto de você menina.
- Ninguém gosta de mim...- lamentou-se Lucy, tentando sentar.
- Pare com esse drama.- Roxton sentou-se diante dela e começou a limpar-lhe o ferimento com o lençol da cama.- Você é linda, doce, uma pessoa incrível...
- Mas você não quer se casar comigo.- disse, chorando.
- Isso não significa nada. Eu lhe disse que não poderia ficar com você porque meu coração já pertence a outra mulher, mas quero-lhe muito bem.
Lucy ergueu-se e beijou Roxton, que, surpreso, não pôde recuar. As mãos dela prenderam-se na sua nuca e ele tentou separar-se dela, empurrando-a pela cintura.
Aquele beijo durou mais do que devia, segundo a opinião do caçador, mas finalmente conseguiu se desvencilhar das garras da pequena.
- O quê...- começou, mas ela o encarou, soluçando.
- Desculpe-me, não sei o que deu em mim...- murmurou.- Eu não devia, sou, sou uma idiota...- levantando-se ela começou andar na direção da sala, onde ficara caída sua navalha.
"Detenha-me logo seu paspalho,- pensou, enraivecida.- não percebe que estou prestes a me machucar de novo? Aff, se eu ficar com cicatrizes horríveis irei culpá-lo por toda a vida!"
- Não!- o Lorde correu atrás dela e a pegou a meio caminho.- Pare com isso menina!
- Você me odeia... Eu não deveria tê-lo beijado!
Ele a encarou, seu rosto era duro, mas a voz soou doce.
- Não, eu não a odeio.- delicadamente Roxton a puxou.- Venha pequena, deixe-me cuidar desse ferimento e vamos esquecer que isso aconteceu.
Então, devagar e carinhosamente, Roxton conduziu a pequena de volta ao quarto, para tratar-lhe do braço e fazê-la sentir-se melhor.
- ...E estaremos lá quando nossa pátria se levantar, nós, e não estes comunistas malditos! Os nacional-socialistas irão reerguer a Alemanha do abismo em que as "potências" européias a empurraram, então voltaremos a ter o maior poderio econômico-militar do mundo!
Ao final do discurso palmas entusiastas dos poucos presentes se fizeram ouvir, mas uma dama, ao fundo da sala, não percebeu que o orador se calara, pois estava absorta em sua conversa com outro cavalheiro.
- Comunistas são a escória da humanidade. Eles e os judeus.- dizia ele.- Mas os nossos propósitos somente serão atingidos quando conseguirmos um número expressivo de votos, mas para isso precisamos que o partido cresça por isso precisamos das contribuições.
- Sim, creio que meu pai ficará entusiasmado com vossas idéias.- disse Marguerite, observando o homem à sua frente.- Escreverei à ele assim que ele retornar à Europa, tenho certeza de que ele mesmo irá procurá-lo senhor Hitler.
A herdeira observava com atenção o homem à sua frente. Ele não era especialmente bonito, mas tinha uma oratória invejável. Sabia conduzir uma conversa e fazer com que seus interlocutores se prendesse às suas palavras. Ninguém ali, naquela sala, seria páreo para aquele homem quando ele decidisse que era o seu momento de tomar o controle da situação.
Sim, Adolf Hitler estava sendo subestimado pela Inglaterra, mas ele não era problema seu. Pelo menos não por ora.
- Eu sinto muito, mas preciso voltar para o hotel.- disse ela, levantando-se.- Foi um prazer desfrutar de sua companhia esta noite.
- Quer que a acompanhe?- ofereceu-se ele.
- Não, imagine, fique e encerre a reunião.- ele beijou-lhe a mão.- Boa noite senhor Hitler.
- Boa noite senhorita Stürmann.
Marguerite saiu do pequeno lugar onde os nacional-socialistas se encontravam e foi para a rua atrás de um carro de aluguel. Enquanto esperava que algum passasse, não percebeu que um homem a espreitava das sombras.
"Herr Marguerrite [n.a: finjam que é um sotaque alemão], finalmente nos encontrramos de novo...- pensou.- Finalmente terremos nossa vingança!"
Um súbito puxão em seu braço fez com que Marguerite se voltasse.
- Céus! Você?
- Sim minha carra, eu.- ele a encarou.- Você não mudou nada...
- Queria poder dizer o mesmo de você...- respondeu, cínica.
- A culpa desse meu rrosto estarr assim é sua, fraülein.- ele apertou com mais força.- Mas agorra não imporrta mais, finalmente a tenho em minhas mãos... Venha.
O homem começou a arrastá-la para o beco de onde saíra, Marguerite tentava se debater e lutar, mas era inútil. Uma mulher de corpete, salto e saias longas, jamais poderia lutar com aquele alemão robusto.
- Agorra fraülein, preparre-se parra encarrar o seu seu destino!- e, dizendo isso, deu um murro na cara da herdeira.
Tudo o que Marguerite soube foi que o chão aproximava-se com incrível rapidez e que o choque seria inevitável, mas não sentiu seu corpo bater no concreto frio, porque a bênção da inconsciência a alcançou antes.
- Imagino que estejam famintos!- disse Jessie aos seus convidados, assim que entraram em casa.
- Na verdade não. Serviram uma ótima refeição a bordo, e estou satisfeita.- respondeu Verônica.- E não creio que Malone consiga comer alguma coisa...
A anfitriã encarou o jornalista e sorriu. Ele parecia absolutamente enjoado, tanto que estava até meio verde.
- Hmm, você quer alguma coisa Malone? Um chá? Uma água?
- Não, obrigado. Eu irei melhorar assim que tiver certeza de que o chão sob os meus pés é absolutamente firme e imóvel.
Verônica gargalhou.
- Pois é, parece que o senhor "não tenho medo de voar" não agüenta uma pequena turbulência.- caçoou.- Achei que ele fosse morrer quando o avião balançou!
- Eu não tenho medo de voar.- disse ele, entredentes, para não vomitar no tapete.- Apenas não estou acostumado com turbulências!
- É claro que não...- concordou Verônica, como faria com uma criança. Então, afagando-lhe os cabelos, sentou-se ao seu lado.- Descnase querido, sente-se e descanse, sim?
Jessie encarou o jovem casal a sua frente, e sorriu.
- Vocês querem que eu os ponha a par dos detalhes de nossa "pequena missão de resgate" agora, ou preferem descansar?- perguntou.
- Não, estamos bem. Fale-nos tudo, tudo mesmo.- pediu a loira.- Estamos curiosos demais para esperar.
- Isso mesmo.- anuiu o jornalista, um pouco menos verdoso.- Conte-nos, talvez assim eu esqueça daquele maldito vôo.
A mulher começou a narrativa pela parte em que Roxton encontrara Marguerite, passou pelo bebê que a herdeira esperava (- Oh, jura?- emocionou-se Verônica.) até chegar ao "noivado" do caçador.
- Depois disso, Marguerite foi para a Alemanha, sozinha e odiando Roxton.- dizia Jessie.- George e Arthur já estão lá e conseguiram localizá-la, mas ainda não conseguiram falar pessoalmente com ela. Pelo menos não até hoje de manhã, antes de vocês chegarem.
- E quando nós partimos para Berlim?- questionou a loira.
- Primeiro precisamos falar com Roxto, e, assim que forem decididos os próximo passos, iremos atrás da "fujona".
Depois da conversa, Malone foi tomar um banho, enquanto Verônica ainda conversava um pouco com sua anfitriã.
- Lorde Roxton, mil perdões por abordá-lo num momento tão inoportuno, mas precisava falar com o senhor o mais rápido possível.- disse Condessa Catherine, abordando Roxton nos jardins da Mansão Leavender, durante os funerais do Barão de Wilmington.
O Lorde sorriu para a bela mulher. Não seria incômodo algum conversar com ela, muito ao contrário. Além disso, precisava mesmo de um tempo com alguma pessoa interessante, cuidar de Lucy até que dormisse havia sido exaustivo.
- Imagine senhora Condessa, é um prazer falar com a senhora.- respondeu.
- Não me chame de senhora, não sou tão velha assim.- ela sorriu.
- É claro que não, jamais quis insinuar isso...
Ainda sorrindo, Catherine convidou o caçador para sentar-se com ela num dos bancos que cercavam o jardim. Quando já estavam acomodados, ela começou:
- O senhor esteve na Expedição Challenger e, imagino que durante o tempo em que passaram perdidos, deva ter conhecido bem cada uma das pessoas que o acompanhavam.
- É claro. Por que?
- Eu preciso, e juro que é extremamente importante, de todas as informações que puder me fornecer sobre a senhorita Krux, a dama que financiou a expedição.
O pedido pegou Roxton de surpresa. O que a Condessa de Avebury poderia querer com Marguerite? Será que a conhecia? Será que era mais uma confusão do passado da herdeira? Por mais que apreciasse a Condessa e seu esposo, primeiro teria que saber exatamente o que ela queria com Marguerite, depois talvez lhe dissesse alguma coisa.
- Bem,- começou ele, hesitante.- e o que a Condessa deseja saber sobre Marguerite?
Catherine não pôde deixar de sorrir. Sabia que o homem que tinha diante de si estava irremediavelmente apaixonado pela mulher de quem falavam, e que não falaria absolutamente nada sobre ela até ter certeza de que não iria prejudicá-la.
- Acalme-se Lorde Roxton, posso lhe assegurar que não quero causar mal algum à sua... digo, à senhorita Krux.
- Então o que deseja com ela?- perguntou desconfiado.
A Condessa ponderou se deveria ou não dizer a verdade. Então, ao encarar aqueles olhos verdes, tão francos e nobres (e absolutamente diferentes dos olhos frios de Lady Elizabeth), optou por contar tudo ao Lorde.
- Meu caro Lorde Roxton, o senhor é capaz de guardar um segredo?
Assustado com a mudança de tom da mulher, ele apena assentiu com a cabeça.
- Creio que o senhor conheça a historio do desaparecimento de minha filha, há aos atrás.
- Sim. E por favor, não me chame de senhor.
- Bem, meu marido e eu sempre no empenhamos ao máximo nas buscas. Investimos muito tempo e dinheiro, contratamos detetives, investigadores e informantes em todas as partes do mundo, mas nunca conseguimos encontrá-la.- contava Catherine, triste.- Tivemos muitas pistas falsas, muitas decepções ao longo desses anos, mas agora meu marido descobriu a senhorita Krux e, temo esperança de que ela possa ser nossa filha desaparecida.
"Por isso lhe peço que nos ajude, se houver alguma coisa, qualquer coisa, que o leve a crer que ela pode ser nossa filha, por favor, nos ajude."
Completamente embasbacado diante da rvelação que lhe fora feita, Roxton não conseguia articular palavra alguma. Sim, Marguerite era a filha do Conde e da Condessa, ele tinha certeza. Não podia afirmar exatamente porque ou como estava tão certo, mas a mulher à sua frente lhe lembrava a herdeira sob muitos aspectos, inclusive a beleza física.
- Er, er, diga-me Condessa, a sua filha tinha alguma marca, algum sinal de nascença que a identificasse?
- Sim, sim ela possuía um sinal no ombro direito... Na verdade era isso o que desmascarava as fraudes que tentavam nos impingir- começou a Condessa, apressada.- Eram duas serpentes, um desenho místico celta... Nunca soubemos exatamente o porquê daquele sinal, talvez tenha a ver com algum antepassado celta ou algo assim...
"Mas por que a pergunta Lorde Roxton? Você sabe se a senhorita Krux possui algum sinal assim?"
- Céus Condessa, creio que sua busca acaba de chegar ao fim.- disse Roxton, surpreso.- Marguerite possui uma marca exatamente como a que você acabou de descrever, além de nunca ter conhecido seus pais...
Sem conseguir expressar o turbilhão de emoções que a dominava, Catherine abraçou Roxton e sentiu que lágrimas começavam a rolar por seu rosto.
- Catherine?
A voz forte a fez olhar por cima do ombro de Roxton e deparar-se com o rosto sério do Conde.
- Phillip, ah Phillip, Lorde Roxton acabou de me contar um coisa maravilhosa!- ela levantou-se e andou até o marido.- A senhorita Krux possui a marca, a mesma marca que a nossa pequena Marguerite...
- O, o quê?- engasgou-se o Conde.- O que você quer dizer com isso?
- É verdade senhor Conde.- disse Roxton, levantando-se também.- Eu mesmo vi a marca no ombro de Marguerite, posso lhe assegurar que ela a possui desde que se entende por gente...
Com os olhos brilhando, Catherine e Phillip se entreolharam: sim, finalmente haviam encontrado sua menininha, sua pequena princesa... sua Marguerite!
O quarto inteiro girou quando ela abriu os olhos. Estava presa pelos pulsos, suspensa alguns centímetros do chão, e seus pés também estavam presos por correntes. O peso de seu corpo e a posição em que estava dificultavam sua respiração e qualquer movimento que fizesse tentando olhar ao redor, lhe causava uma dor terrível nos ombros.
"Céus, onde estou?- pensou.- O que aquele verme pretende?"
- Finalmente acorrdou fraülein...- disse um homem, que se aproximava pelas suas costas.- Isso que eu nem bati tão forrte... Está muito frraquinha herr Marguerrite!
- Solte-me e me enfrente numa luta justa, então veremos quem está fraco!- desafiou ela.
- Nein, ainda não a soltarrei. Alguns amigos nossos estão a caminho, eles querrem muito verr você...
A herdeira engoliu seco. Qualquer "amigo" dele, certamente iria querer o seu couro...
- Ah é? E posso saber quem são os "nossos amigos"?
- Ah lieb, posso lhe assegurrar que você vai se lembrrarr deles assi m que os virr...- disse o homem com um sorriso cruel.- Eles se lembrram muito bem de você!
"Morri!- foi a única coisa que ocorreu à Marguerite.- Eles vão me trucidar a menos que eu consiga escapar daqui, o que me parece impossível..."
Um barulho alto, como portas de ferro abrindo, foi escutado pela herdeira e ela contraiu os músculos dolorosamente.
- 'Meine Freunde, sind willkommen!'- disse o homem, olhando para trás dela.
Uma algaravia de vozes em alemão se fez ouvir e, quando ela teve coragem para abrir os olhos novamente, viu diante de si doze homens, a encarando com o mais profundo e absoluto desprezo e ódio...
- Finalmente a pegamos herr Marguerrite...
Ela encarou o homem que falava e, seu riso frio fez com que os cabelos da nuca da herdeira se eriçassem.
- Dieter, há quanto tempo...- disse ela com a voz mais controlada possível.
- Sim Marguerrite, tempo demais.- respondeu o piloto, com mal disfarçado ódio.- Mas nada que não possamos rresolverr!!!
Todos os homens abriram largos sorrisos assustadores e a herdeira soube que aquele seria o seu fim.
CONTINUA
"Roda cotia de noite, de dia, o galo cantava e a casa caía!"
E assim acaba mais um cap... E se vcs não comentarem e deixarem MILHÕES de reviews, a casa vai cair pra vcs!!!
Hsusahushuahsua
bjosS minha linda prefeRidaaS...
R.E.V.I.E.W
