Capítulo X

Venenos Fora da Lista

Era bastante de se esperar o reles fato de que eu estivesse furiosa com o mundo todo. Quero dizer:

1. A Avenny toda hora me lançava olhares malignos por trás da sua WitchTeen do mês. Como se realmente não fosse suficientemente ruim, a Parkinson estava ao lado dela e parecia inacreditavelmente interessada numa revista de moda e fofoca para quem tem um bocal de tomada no lugar do nariz.

2. Ian de repente tinha virado alguém com sentimentos próprios e estava disposto a espalhar isso para toda a sala comunal, esbarrando em mim de cinco em cinco minutos ou passeando na minha frente enquanto ria de alguma piada sem graça da Katrina Katille, com quem está mantendo um romance instável. Ian? Romance"? Façam-me rir!

3. Draco Mafoy olhava para a minha cara e soltava risinhos. Era tipo "eu sei o que você fez no verão passado". Mesmo que o que ele estivesse pensado fosse justamente "eu sei do maior e mais vergonhoso segredo da sua vidinha arruinada e vou contar pra todo mundo assim que eu descobrir como ganhar algo com isso". Tipo, muito animador.

4. Papai parecia absolutamente encantado em eu estar namorando Draco Malfoy. Naquela manhã eu tinha saído da sua sala às lágrimas depois de ouvir um longo discurso de como ele era inteligente, rico, sangue-puro e um bom rapaz. Acho que a tentativa de me matar não contava. Ou talvez isso fosse justamente o que fazia de Draco alguém especial!

5. Zabine parecia magoado comigo. M-A-G-O-A-D-O! Era como se eu tivesse esmagado os seus sentimentos ou algo assim! Ah, pelo amor de deus! Tudo que eu fiz foi arruinar minha vida de vez e radicalmente quando aceitei pensar num plano com ele, então, qual é!

6. O salão comunal estava sufocante. As pessoas ficavam me olhando, sabe como é, como se eu fosse uma mimbulus mimbletônia prestes a jogar seiva de esclofulária em todos eles num único jato! E foi num único jato que eu sai correndo daquele lugar como uma maluca antes que eu realmente explodisse de pressão-social-verde-e-prata.

Só parei quando cheguei à biblioteca. Pode parecer um lugar estranho à se ir quando se está tendo uma crise depressiva-nervosa, mas como a Granger-cabelo-de-capim tinha feito favor de me avisar no dia mais deprimente da minha existência, naquele sábado nós tínhamos a droga da reunião de grupo de poções.

Mesmo que eu estivesse algumas horas adiantadíssima por força das circunstâncias. Mas - advinhem - lá estava ela envolta de sua vasta e engolfante cabeleira cor de palha-fede, com o nariz arrebitado enfiado em um livro de dois quilômetros de largura.

Isso me faz pensar em como a vida dessa garota deve ser horrível. Como se não fosse suficiente ela ser Grifinória, ter aquele cabelo indomesticável, ser sangue-ruim e cercada de um cara-LINDO-que-nunca-ia-olhar-pra-ela-mas-que-possuia-FANTÁSTICOS-olhos-verde-esmeralda-apaixonantes e um tapado-crônico-Weasley-de-juba-ruiva, ela era tão socialmente ativa e popularizada que tudo que tinha a fazer num sábado de manhã era se enfiar num monte de livros mofados para ler!

Do que é que eu estou falando? Eu por acaso não estou TÃO socialmente ativa que me enfiei na biblioteca?

- Granger?

Ela deu um pulo, um gritinho, caiu da cadeira e levou consigo o livro-paralelepipedo que caiu em cima de si com um barulho bizarro de esmago.

Ok. Deprimente. Garota maluca. Eu corri até ela e tive que usar quase a mesma força que utilizara com o capacete da armadura na cabeça de Draco para levantar o livro que a cobria.

- Nuca... mais... me... assuste... desse... jeito! - ela foi dizendo aos pedaços entre inspirar e aspirar, se levantando. - Afinal, que é que você está fazendo aqui há essa hora? A reunião era três da tarde, não nove da manhã!

- Eu sei - eu disse emburrada - Eu sei, Granger!

Ela sentou em frente à mesa novamente, me olhando com a cara estranha. Quer dizer, um pouco mais estranha do que já é.

- O que é isso no seu pescoço? - disse levantando as sobrancelhas. Só 10 por cento dos que não são sonserinos em Hogwarts conseguiam levantar uma só sobrancelha, e aparentemente ela não se incluía.

- Ah - eu passei a mão no pescoço que fez o favor de arder - foram os dedos de Draco.

- O QUÊ! - ela deu outro gritinho - Malfoy tentou te estrangular?

- Não, Granger - eu disse irônica, me sentando também - Foi uma demonstração de carinho de grande delicadeza. Nós estamos noivos, você não sabia? Hei, o que é que você está lendo? - perguntei puxando uma das pedras que poderiam ser chamadas de livros apenas por sabe-tudo que nem ela.

Mas adivinhem: a Granger estava dando risadinhas.

- Você tem senso de humor, Snape. Diferente do seu pai - acrescentou pensativa.

- Obrigada - eu disse sem emoção.

- Mas se o Draco bateu em você, bom, você devia falar com o direto da sua cas... quer dizer, com o seu pai...

- Ele viu. - eu dei de ombros folheando o livro. - E me disse para não ficar praticando demonstrações de carinho no meio do corredor.

- Ah! - ela arregalou os olhos - Sério? - disse abrindo a boca.

Granger de olhos arregalados e boca aberta. É lindo de se ver.

- Sério. - falei acompanhando com um dedo um texto em particular - Ele é um ótimo pai, você sabe.

Claro que "você sabe" era modo de falar e Granger não tinha como imaginar... O pai dela deveria ser um trouxa maluco que a dava roupas legais e a mimava nos fins de semana com shopping e sorvete. Isso enquanto severo Snape dava saltinhos sobre o meu relacionamento totalmente fantasioso da sua cabeça doentia com uma doninha assassina, vingativa e calculista. Hahá.

- Eu sinto muito. Mas você não esta... quero dizer... você não está... namorando o Draco, não é?

- NÃO! - berrei. Aliás, como ela podia pensar em alguma coisa do tipo? Era nojento, asqueroso, hipocondríaco, demoníaco, cruz-credo! - Não, pelo sangue de Slytherin, eu não estou! Eu fiz um buraco na cabeça dele com um capacete de ferro, você não sabia?

- É, bem... - Granger parecia um pouco sem jeito depois da minha explosão. Bom, ela é meio doidinha mesmo. - Eu ouvi dizer, mas... bom, você podia ter machucado ele de verdade, você não...

- Hã? - eu disse com uma careta - Eu ia precisar mandar o Hagrid inteiro nele pra atingir seu cérebro de minhoca!

A Granger começou a rir. Ela começou a rir tanto que eu fiquei com medo dela cair da cadeira de novo. Mesmo que ela ficasse mais agradável de ver rindo do que de olho arregalado e boca aberta, admito.

- Tem razão! - ela disse ainda rindo de se acabar - Precisa de muito pra atingir aquele cabeça oca!

E eu começei a rir.

Cara, era estranho. Meu pai estava tendo transtornos mentais e delírios visuais, meus antigos amigos estavam compactuando com os inimigos e cronicamente o amor da minha vida me odeia de graça e lá estava eu rindo com a Granger-maluca no meio de uma biblioteca cheia de exemplares recheados de ácaros e afins.

A que ponto chegamos...

Mas depois começamos a falar tanto mal do Draco que eu até momentaneamente esqueci das desgraças da minha vida. Momentaneamente. Ou até HARRY POTTER aparecer na biblioteca e chegar em nós, com toda a sua aura encantadora e reluzente ao seu redor e um sorriso - sim, eu disse SORRISO - fantástico nos lábios medianamente volumosos e perfeitamente beijáveis que ele teima em possuir.

- Mione - sua voz suave e levemente rouca chegou aos meus ouvidos, onde meu sangue já pulsava loucamente - Eu estava procurando você, já está na hora do almoço... hey, o que é tão engraçado? - soou curioso, olhando dela PRA MIM (!) e franzindo as sobrancelhas negras e marcantes do seu rosto perfeito.

Granger trocou um olhar cúmplice e risonho para mim que eu não devo ter retribuído muito bem, por causa da minha paralisia-romântico-platônica e tudo mais.

- Nada, nós só estávamos conversando - disse dando de ombros - você já conhece a Snape, não é?

- Já - Harry disse rápido. Eu corei furiosamente. - Bom, eu vou... nós, quero dizer, eu e Rony, nós estávamos indo almoçar, você...

- Já estou indo, só vou juntar esses livros.

- Está bem - Harry disse. - Eu vou indo, nos encontramos lá então.

- Certo. - bom, aparentemente a Granger não estava percebendo o quão completamente vermelha e estática eu estava, porque continuava com aquele sorrisinho cretino na cara - Nós nos encontramos lá.

Harry foi embora, levando novamente o pedaço de meu coração que ele continha em si sem saber. Hermione começou a juntar os livros e só então eu soltei a respiração que - adivinha - meu nariz resolvera prender sem o meu consentimento no momento em que Harry entrara.

- Você não vai almoçar? - ela disse levantando as duas sobrancelhas de novo.

- Eu v... quer dizer, sim, daqui a pouco.

- Bom - ela deu de ombros - Você vem para a reunião de tarde, não é?

Agora mais que nunca, pode acreditar.

- Sim - assenti - é, eu venho.

- Eu estou indo então - ela abraçou o monte de livros. Sabe Merlin de onde tirava aquela força descomunal.

- Tchau.

Mas é obvio que eu não fui almoçar. E óbvio também que não voltei para o salão comunal das masmorras, aliás, o que eu ia fazer lá? Mais um pouco e eu seria linchada...

Tentando ignorar o peso de estar completamente sozinha e abandonada por meus amigos traidores por causa de um sujeitinho que deixara vergões vermelhos em meu belo pescocinho, fiquei vagando como uma alma penada pelo castelo até o horário da reunião de Poções.

Lá estava a Granger repleta de livros ao seu redor, imitando uma trincheira empoeirada.

Eu quis contar para ela que eu sabia quais eram as poções venenosas mais utilizadas que meu pai pediria no trabalho de cor. Mas porque desiludi-la do trabalho árduo de identificá-las no meio de toda aquela poeira e fonte de conhecimento coberta de traças? Aquilo provavelmente era o que a fazia levantar todos os dias pela manhã e continuar sobrevivendo à sua vidinha socialmente arruinada.

- Snape... - ela começou, de cara enfiada nos livros, alguns minutos depois.

- Não fique me lembrando disso o tempo todo. - eu gemi implorativamente.

- Quê? - ela fez aquilo pela terceira vez, quero dizer, levantar as duas sobrancelhas, igualzinho à McGonagall.

- Ficar me lembrando de que eu sou uma Snape - suspirei enfiando a cara na mesa - Não faz isso.

- Mas como...

- Me chama de Adrinna.

- Ok. - ela estava se recuperando do choque com um riso - Hmm, Adrinna, eu estava pensando, nós não estamos exatamente adiantadas nesse trabalho, então será que você, hmm, por acaso não poderia tentar se lembrar se... hmm... se sabe qual é uma dessas poções, quero dizer...

Eu sorri. Não me pergunte como eu conseguia fazer isso após minha vida afundar na lama a olhos vistos.

- Anota ai: - ela pegou um pergaminho e uma pena com a velocidade de um raio - Poção Para Adormecer Eternamente, Poção Para Derreter Entranhas, Poção Para...

Ao todo eram cinco e Granger anotou todas elas. Depois eu expliquei com paciência de professora de primário que duas das poções necessitavam apenas de um caldo de benzoar como antídoto, e as outras também poderiam utilizar Benzoar, mas o que meu pai queria era que tivéssemos o trabalho de fazer o antídoto. De modo que tínhamos cinco poções venenosas para fazer e três antivenenosas, o que nem de longe era pouco, além do caldo de benzoar.

- Na aula de terça-feira fazemos as duas primeiras - ela disse indicando - eu uma e você outra, para adiantar. Na aula de quinta fazemos a Poção Para Enlouquecer, que é a mais demorada, e no sábado fazemos mais duas poções...

- Na de terça eu faço o caldo de benzoar enquanto você faz um dos antídotos. Nos reunimos quarta para fazer outro e na quinta fazemos o último com bastante folga.

O que fizemos nas próximas duas horas foi anotar os ingredientes de cada uma das poções e antídotos. Chato. MUITO chato. A cara do meu pai, aliás.

Mas eu não conseguia para de pensar EM QUE eu estava reclamando quando ele tinha separado as duplas e me deixando com a Granger. Quer dizer, era um fato odioso por si só, por ela ser grifinória e ter aquele cabelo alienígena e coisa e tal, então ÓBVIO que ele tinha feito pra me irritar, mas nas atuais circunstâncias...

Bom, Granger pelo menos ria comigo e ela ODIAVA Draco assim como eu e ao contrário da Sonserina em peso... não é? De fato que não parecia mais tão abominável fazer o trabalho com ela. E ela não ficava me olhando com cara estranha só porque eu era filha do marciano com cabelo de sebo. E ainda ganhava de brinde as aparições casuais de Harry de vez em quando. Se ela não tivesse o cabelo tão... bom, você sabe.

Ela fechou o último livro e enrolou os pergaminhos.

- Chega de poções por hoje. Além disso, já são cinco horas e eu prometi que ia visitar o Hagrid daqui a dez minutos...

- Você vai o quê? - gritei completamente pasma.

Não me culpem. Que tipo de pessoa com o mínimo de consciência anti-suicida visita aquele meio-gigante potencialmente inclinado à criação de animais homicidas?

- Vou visitar o Hagrid - ela me olhou como se eu fosse a louca. - Por que está fazendo essa cara?

- Ele é louco. - argumentei sem ar.

- Ah, não é não - a Granger deu um sorrisinho - Ele é um doce.

- Só se for uma bomba de chocolate gigante!

- É mais ou menos isso - ela se levantou com a braçada de pergaminhos e os enfiou na mochila - Você quer vir? Pra ver que ele não é tão aterrorizante, coisa e tal.

Eu, que estava inocentemente fechando a metade de livros que me cabia, fiz uma careta sem olhar pra ela.

- Não, obrigada.

- O Harry vai.

Eu fechei Poções de Má Fé em cima do dedo e dei um grito. Meus olhos se encheram de lágrimas e fiquei momentaneamente tonta. Granger praticamente pulou para cima de mim, os olhos arregalados de novo.

- Você está bem? - perguntou aterrorizada, olhando para o meu dedo potencialmente vermelho e latejante agora.

- O que você quis dizer com essa coisa de "Harry vai"? - eu sibilei de maneira assassina, a ignorando e também ao meu dedo.

- Ah - Granger deu aquele sorriso de quem sabe de algo muito, MUITO interessante e misterioso que por acaso é segredo federal - Eu? Nada...

Ela se fazendo de inocente era péssima.

- Bom - grunhi batendo os livros uns em cima dos outros - Eu não quero ir ver o seu gigante esquisito, muito menos se Harry Potter também vai! - despejei - Caso você não tenha visto como ele me olha, bom, ele me odeia!

Eu sai desabalada arrastando minha mochila e pisando alto, até a voz de Granger cortar meu barato:

- Harry não te odeia - ela disse absurdada, coisa que eu percebi mesmo estando de costas. Aliás, Granger é bastante transparente com seus tons.

- Hã! - não um "hã" e "o quê", mas sim de "hahá, até parece".

- Harry não te odeia. Definitivamente não. De onde você tirou isso?

Eu estava prestes a contar pra ela como eu sou uma sonserina abominável, uma cria de Snape asquerosa e uma tapada sebosa e coisa e tal e que por isso Harry me odeia de graça e para toda a vida dele quando Granger guinchou ainda mais incisiva.

- Ele até achou legal aquela coisa de você ter tentado matar o Draco com o capacete da armadura de Helias, o Carrancudo, e tudo mais. Ele só lamentou o Draco ter sobrevivido.

Eu me virei tão rápido que meu pescoço repleto de ematomas-for-draco-rejeitado-de-cabeça-furada-tentando-me-estrangular estalou.

- Sério? - foi tudo que consegui pronunciar.

Se eu tivesse reparado o risinho convencido na cara da Granger, bom, eu devia ter dado um pouco menos de crédito. Mas eu estava perdida num mundo lindo e cor-de-rosa onde Harry tinha achado legal alguma coisa que eu tinha feito...

- Sério! Você sabe, ele tem uma rixa pessoal com o Malfoy, e quem pode culpá-lo? - ela deu uma risadinha - Bom, Adrinna, é uma pena que você não queira ir conosco na cabana do Hagrid. Tudo bem, quem sabe um outro dia? Eu vou indo. Odeio me atrasar.

Ela se mandou da biblioteca me deixando parva no meio do caminho.

Cara, aquilo tudo mexia com equilíbrio psico-mental... e então mesmo que alguma partezinha não muito ínfima de mim mesma quisesse avisar pra Granger que eu ia, sim, e com toda minha alma pra qualquer lugar em que o Harry estivesse, eu realmente fiquei lá como estátua olhando bobamente para o nada pelo que pareceu tempo demais.

Mille Adrinna Snape, ainda parada deglutindo aquilo tudo.

N/A: Ahhhhhhhhhh! Sem noção como eu ri escrevendo esse cap! Harada, você acertou na mosca sobre a 'amizade' da Mille com a Mione! Ela só precisa descobrir isso, agora!

Gente! Foram SETE reviews do cap passado! Continuem assim, nem tô reclamando! O cap GRANDE de hoje foi presente p vcs por me fazer assim tão feliz! Se assim prosseguirem, pode esperar caps assim, bem generosos!

AGRADECIMENTOS

Fabri: A Mille ta mesmo louca pra roubar meu e-mail... mas acho que ela vai preferir betar mais um cap seu... é só vc dizer se sim, qual e quando que pode apostar que a menina vai me amarrar no pé da mesa p roubar o cap de mim... cara, elaa anda furiosa! Acho que foi a coisa sobre queda por doninha q vc disse p ela... vai saber!

Harada San: Hmm! Não me negue novos reviews! Não seja má! Pois eh, menina, ta todo mundo revoltado que a Mille não quer o Draco! Como pode? Eles e elas não entendem que o negócio da Mille é viver perigosamente! Vc acertou sobre a Mille e a Mione! Pode apostar que nossa grifinóriazinha sabe-tudo também é uma super amiga!

Kell: AHHHHHHHHH! VC LEU UMA FIC MINHA! VC LEU! VC LEU SIM! Tô pasma! Esperei tanto por isso! E vc gostou! Ah q bom! Q bom! Não se preocupe com o Draco Jr., a Mille faz um monte mais de maldades! Já o Harry... vc sabe como ele é meio lerdo pra essas coisas, huahsuahh! Te amo!

Rafinha: Huhauahush! Adoro vc defendendo o Draco! Principalmente da Mille! Eu nem quero imaginar a guerra que seria entre vcs duas! HUAHSUHAUHAUHUSHUAHH! Se vc não fosse tão psicótica pelo Draco, ia admitir que o cap tah SHOW! Só não se atreva a mudar de beta, DONA MOÇA!

Mila: Assimmmmmmmmm, a Mille, eu não sei como ela consegue, mas ela simplesmente consegue recusar o Draco! Tipo, eu NEM QUERO ver o que o Draco vai fazer quando decidir o usar o 'SEGREDINHO' da Mille!

Janinha: a Avenny! Ela parece muito com uma amiga minha! Pode crer, problemas mentais! O cap foi grande, mas ainda não cheguei às 1829112010938123813010313948410313130139 pgs, mas aguarde-me! Ah... o Rony riu da cara dela porque ele ri de tudo mesmo... A MVV VAI ser atualizada! Um dia, quero dizer. Jinhos!

FIM DOS AGRADECIMENTOS

Então... não, o próximo capítulo não está escrito, então não tem cenas do próximo capítulo! Ele é uma surpresa tanto para vocês como para mim!

Outra... passem em Fragmentos, ELA JÁ ESTÁ EM SEU PENÚLTIMO CAP!

Beijos. Quero reviews GENEROSOS, é basicamente isso que me escrever grandes caps da Mille!

Ly Anne Black.