FAR WEST
Capítulo 10
AUTORA: Lady K
DISCLAIMER:Todos os personagens da série "Sir Arthur Conan Doyle's The Lost World" são propriedade de John Landis, Telescene, Coote/Hayes, DirecTV, New Line Television, Space, Action Adventure Network, Goodman/Rosen Productions, e Richmel Productions (não venham me pentelhar). Esta história é também uma adaptação de um livrinho estilo Sabrina (não venham me pentelhar por isso tbm lol).
COMMENTS: Eu pretendia fazer este e mais um capítulo, maaaaaas resolvi dar uma espichada, para que apareça o Challenger e tbm o xerife Askwith para fazer ciúmes no Roxton, coisa q eu não tinha na fic original. Obrigada a Marguerrite e Laiza pelas sugestões, vcs foram mara!!!!
*Lidy: acontece nas melhores famílias né kkkk
*Marguerrite: O problema do Roxton é que "já deu", agora ele quer de novo kkk e ka nem era sem vergonha!
*Laiza: no próximo capítulo sem falta a Verônica vai aparecer! Sobre o Roxton, ele acha mtoooooo, tbm acho q merece ficar de molho um pouco.
*Franz Roxton: bem vinda e espero vê-la sempre por aqui.
*AmandaBBC: hahaha amei o [2] Fica calma, não desisti não, foram apenas alguns contratempos. Qto a saudade, ao menos vai demorar mais um pouco q o previsto para acabar :) To com uma outra fic nova no ar tbm, depois dá uma olhada: DDT4 Segredos e verdades.
*Mamma Corleone: Não sabia q vc era assim, meio, masoquista rs... ADORO VC!!!!
As palavras firmes produziram um silêncio opressivo.
Um ar de determinação marcava as feições de Roxton. Via-se que ele não era homem de aceitar não como resposta.
"Você ainda está ressentida por eu não tê-la convencido de que eu não era um fora-da-lei."
Marguerite apertou os lábios. Roxton aumentava-lhe a sensação de ser uma ingênua crédula. "Seria tolice pensarmos em casamento."
"Por quê?"
"Somos estranhos e não temos nada em comum."
"Errado."
"Eu nem sabia quem você era até dez minutos atrás" disse ela, erguendo o queixo.
"Há apenas um dia, sob o céu limpo, você se entregou a mim. Que eu saiba, isso nos tornou bem íntimos."
A franqueza fez Marguerite encolher-se mais. "Eu me entreguei a um homem que não existe!"
Irritado, Roxton bateu no peito. "Estou aqui bem em frente a você. Como pode afirmar que não existo?"
"Mas não o conheço! Eu me apaixonei por um malandro com a inclinação para ser preso. Você não é ele e sim um banqueiro."
"Essa é a coisa mais idiota que você já disse."
Os olhos de Marguerite encheram-se de lágrimas. "Está bem. Sou uma idiota por me deixar seduzir por um homem dissimulado, desonesto e astuto."
"Meu bem, não comece a chorar."
"Choro se quiser."
"Você tem de se casar comigo, pois me ama."
"Não amo, não!"
"Mas você confessou..."
"Eu me apaixonei por outro homem."
"Eu sou o outro homem!" Roxton esbravejou.
"Não adianta gritar comigo. Eu já me decidi. Não vou me casar e nem trabalhar para você. Vou voltar para casa." Mesmo enquanto dizia as palavras, elas não faziam sentido. Os últimos acontecimentos a deixavam tão confusa que não conseguia raciocinar.
"Marguerite, você não pode voltar para Londres."
"Por que não?"
"Você me deu todo o seu dinheiro."
A menção do fato enfureceu-a mais. "Devolva já minhas moedas. E meu livro também."
"O livro? De jeito nenhum! Ele é muito valioso para mim e eu me nego a devolvê-lo."
"E quanto às moedas? Elas também lhe são valiosas? Duvido. Tal quantia deve ser insignificante para você."
"Engana-se. As moedas de ouro representam uma lembrança especial. Não vou abrir mão delas enquanto viver."
"Venderei o carroção e os bois."
"Não será suficiente."
"Vendo meus livros. Isso deverá dar para pagar minha passagem numa diligência" murmurou ela, sentindo o coração despedaçar-se.
"Imagino. Já posso ver centenas de mineradores brigando para comprar 'O morro dos ventos uivantes'. Será difícil você controlar os homens decididos a se instruir. Um leilão seria lucrativo, mas, sem dúvida, todos ficariam enlouquecidos e terminariam em pancadaria."
O sarcasmo de Roxton a fez repensar na possibilidade de atirar nele o pedaço de cristal.
"Não é de sua conta. Darei um jeito."
"Você está se esquecendo de algo."
"Do quê?" - indagou ela, desconfiada.
"O contrato assinado para trabalhar para mim, cuidando da educação de Verônica. Você veio para o oeste com dinheiro adiantado por Summerlee. Não lhe resta escolha a não ser honrar o contrato."
A cabeça de Marguerite latejava. "Você não pode esperar que eu cumpra esse acordo. Não depois do que aconteceu entre nós."
Roxton exibiu aquele sorriso confiante, do qual ela se ressentia, e caminhou até a porta, encostando-se nela.
Ao bloquear a única saída do escritório, ele a provocava. Mas declarar guerra contra ele seria uma perda de tempo, refletiu Marguerite.
"Espero que você me acompanhe até o hotel e seja apresentada a Verônica. Espero que cumpra os termos do contrato e gaste os dois próximos anos instruindo-a e ajudando-a a adquirir os hábitos de uma dama."
Empurrada contra a parede, Marguerite resolveu usar a única arma de que dispunha. "Acho estranho você permitir que alguém como eu, cuja honra se perdeu, se aproxime da menina. Não sou mais uma dama de virtudes sem máculas."
Roxton não escondeu a fúria e fitou-a com expressão ameaçadora.
"Para o resto do mundo, Marguerite, você é uma verdadeira dama. E para mim, você é muito mais. Sou a única pessoa a quem você permitiu experimentar sua paixão. Vou guardar esta lembrança pelo resto da vida e não deixarei que você a transforme em algo feio."
Envergonhada, mas não acovardada, ela procurou uma saída da situação embaraçosa. Não havia nenhuma. Mais desanimador era admitir que ficar legalmente ligada a lord John Roxton não se tratava de uma perspectiva ruim.
Não se casaria com ele apressadamente. Nem o receberia em seu quarto. Se ele se mostrasse arrependido e a cortejasse por um longo período, talvez concordasse em se casar com ele. Naturalmente, Roxton precisaria amá-la tanto quanto ela o amava.
"Bem, você não me deixa escolha. Cumprirei o contrato."
"Muito sensato de sua parte."
"Mas quero deixar claro que nosso relacionamento será estritamente de negócios. Como meu patrão, espero que você se comporte de maneira discreta. Nada de visitas noturnas a meu quarto, nem de abraços e beijos inconvenientes. Nós nos comportaremos como adultos respeitáveis."
"Entendi. Você vai me fazer sofrer antes de me aceitar na sua cama, não é?"
"Comentários como esse precisam acabar."
"Quanto tempo vai levar, Marguerite?"
"Bem mais do que duas semanas."
"Espera que eu a presenteie com flores e bombons?"
"Claro."
"E também que a leve para jantar?"
"Uma boa idéia. O Three House tem um ótimo restaurante."
"Acertado, então."
A capitulação rápida de Roxton a apanhou de surpresa. "Concorda em..."
"Cortejá-la" completou ele.
Marguerite enrubesceu. A perspectiva era inebriante. Ela o amava, mas Roxton era um homem intimidador.
"Vou deixar que você me ponha à prova a fim de, legalmente, uni-la a mim" disse ele.
A declaração fria a alarmou. Tinha a esperança de algum romantismo, mas não havia nenhum na expressão severa de Roxton. Ele parecia um homem prestes a entrar em combate. Mesmo assim, sentiu uma ponta de entusiasmo.
Talvez estivesse destinada a ter uma vida de aventuras. Ao vir para o oeste, fora em busca de uma, mas não a tinha visualizado na pessoa vigorosa de John Roxton. Considerava-se à altura da empreitada. Aliás, sabia ser a única mulher capaz de manter Roxton na linha.
Sem dúvida, empregaria seus melhores esforços.
"Pelo menos, não houve tiros" comentou Arthur Summerlee ao servir-se de uma dose de conhaque.
Sentado no sofá de sua suíte no hotel, Roxton esticou as pernas para a frente. "Marguerite não tinha uma pistola."
"Em minha opinião, ela recebeu muito bem a notícia de que você era seu patrão. Não ouvi gritaria alguma. Marguerite Krux parece ser sensata."
"Você não pensaria assim se a visse apanhando o pedaço de cristal em minha escrivaninha. Nem sei como não o atirou em mim."
"Imaginação sua. A Srta. Krux é o modelo perfeito de decoro e boas maneiras."
Embaraçado, Roxton mexeu-se na cadeira. Marguerite havia se vangloriado dessas qualidades até se envolver com ele. Olhando para as botas, franziu a testa. Maldição, ela ainda era uma dama, embora não se considerasse.
Era sua dama e ia tornar-se sua esposa.
Mas não permitiria que ela desse as cartas. Não tinha a intenção de deixar a data do casamento para um futuro incerto por causa de seu orgulho ferido. Haveriam de se casar dentro de duas semanas. E, nesta noite, dormiriam juntos.
No escritório, de manhã, ele havia tentado ganhar tempo. No decorrer do dia, Marguerite se acostumaria com o fato de ele não ser um marginal. Ao anoitecer, sua raiva teria abrandado, ele tinha certeza.
"Estou curioso para saber o que aconteceu entre você e a Srta. Krux no trajeto para cá" disse Summerlee.
"Adquiri um alto apreço por seu caráter e isso transformou-se em afeto. Pretendo me casar com ela."
"Não diga! Se bem me lembro, você declarou, inúmeras vezes, que preferia ser esquartejado a se casar. O que tem no caráter da Srta. Krux para fazê-lo mudar de idéia?" A pergunta irritou Roxton tanto quanto a expressão divertida de Summerlee.
"Certas coisas são difíceis de se explicar. O que sua esposa tem em seu caráter para fazê-lo se casar com ela?"
"Muito simples. Eu me apaixonei perdidamente por ela. Sua alegria e beleza me encantaram. Admito ter me enganado um pouco sobre sua personalidade. Eu a via mais como uma jovem de grande vivacidade do que como uma mulher resoluta. Mas com o passar dos anos, fiquei aliviado por ela ter uma faceta séria de caráter."
"Tenho certeza de que Marguerite dará uma boa esposa, como também exercerá influência positiva em Verônica" Roxton afirmou.
"Parabéns, meu amigo. Depois de sua experiência desastrosa com Calista, comecei a duvidar que você voltasse a amar alguém."
"Quem falou em amor?"
"Conclui... Quero dizer, eu..." começou Summerlee sem esconder o desapontamento, mas calou-se. Entretanto, pelo que conhecia do patrão, sabia que estava mentido deslavadamente. Era orgulhoso demais para admitir estar à mercê da vontade da linda moça de Londres.
"Se seus esforços casamenteiros eram uma tentativa para me enredar numa união amorosa, você falhou, Summerlee."
"Meus esforços casamenteiros?!"
"Eu lhe expliquei claramente que queria uma mulher mais velha para cuidar de Verônica. E você me conhece bem para saber que ela não deveria ser de Londres. Você contrariou minhas preferências, prevendo um relacionamento mais do que profissional entre ela e mim."
"Absurdo! Não sou adivinho, Roxton! Como iria saber que o coronel o abandonaria preso lá no forte e que a Srta. Krux apareceria e o soltaria? Também não poderia ter previsto que você viajaria, por duas semanas, com a moça pelas montanhas."
"Mas você providenciou para que Marguerite morasse, como eu, no hotel. Esqueceu-se de que ela deveria ser pensionista sua e de Anna?"
Summerlee ficou vermelho até a raiz dos cabelos. "Bem, eu... Ora, com todos os diabos, homem! Você precisava mudar de vida."
"Por que Marguerite Krux, Summerlee? O que o fez escolhê-la para seu plano de acabar com meu celibato?" indagou Roxton, curioso e não bravo com a situação.
"O pai dela e eu somos amigos desde a juventude. Embora a Srta. Krux não se lembre, nós nos conhecemos anos atrás. Naquela ocasião, fiquei impressionado com sua segurança e inteligência. Quando o juiz Krux mencionou, numa carta, que a filha fora envolvida injustamente num escândalo, e você me pediu para procurar uma professora para Verônica, me ocorreu... Bem, Marguerite Krux poderia ser a moça para ajudá-lo a esquecer Calista."
"Não posso imaginar nenhum tipo de escândalo envolvendo Marguerite."
"Como o juiz Krux explicou, tudo não passou de um mal-entendido."
"E por que você não mencionou meu nome a ele e à filha?"
"Você sabe muito bem que seu nome adquiriu um estigma infeliz quando você não apareceu na igreja para seu próprio casamento."
"Meu irmão concordou com sua decisão de manter meu nome em segredo?" Roxton perguntou.
"O que o leva a pensar que Willian está a par desta história?"
"Não acredito muito em coincidências. Quando você apareceu em Trinity Falls, poucos meses depois de mim, eu me perguntei por que um próspero homem de negócios, como você, deixaria Londres. Além do mais, você conhecia meu irmão e até tinha negócios com ele."
"Você se dá conta de ser esta a primeira vez que menciona o nome de seu irmão para mim?"
Devagar, Roxton sacudiu a cabeça afirmativamente.
Não tinha certeza por que tentava descobrir o papel de Willian na escolha de Marguerite para cuidar de Verônica. Depois desses anos todos, talvez seu ressentimento contra o irmão houvesse abrandado.
Summerlee limpou a garganta. "Escrevi para Willian para saber se ele achava a Srta. Krux uma boa candidata."
"Para ensinar Verônica?"
"Na verdade, nosso objetivo era colocar uma jovem decente em sua vida, alguém que o fizesse esquecer a experiência desastrosa com Calista."
"Ela e Willian se casaram?"
"Sem dúvida, era com isso que ela contava quando deu um jeito para você encontrá-la no quarto de seu irmão. Mas Willian não a queria nem como esposa e nem como amante."
As palavras do amigo soaram como uma promessa para pôr fim na desavença entre Roxton e Willian. Sendo jovem e temperamental, seria possível, Roxton admitiu, que ele houvesse tirado a conclusão errada sobre o que vira no quarto do irmão. Teria sido Calista a responsável pelo encontro ilícito interrompido por Roxton?
"Por que você veio para Trinity Falls cinco anos atrás, Summerlee?"
"Willian sabia que eu alimentava a idéia de vir para o oeste. Ele sugeriu Trinity Falls."
"Por quê? Para cuidar de mim?" Roxton indagou, lembrando-se de como o irmão mais velho, desde a infância, tentava protegê-lo.
"Não tem sido fácil, você sabe. Quando cheguei aqui, você estava morando com os índios. Deus do céu, sua aparência era horrível. Você tinha se transformado num selvagem."
"Você, então, me sugeriu fundar um banco aqui na cidade."
"Ora, você pertence a uma família de banqueiros, Roxton. Nada mais natural que usasse os fundos deixados em Londres e iniciasse sua própria instituição financeira."
"Outra idéia de Willian, imagino."
"Bem, ele a aprovou."
"Por Deus, ele é o sócio anônimo cuja parte nós compramos no ano passado?"
"O que você acha?" perguntou Arthur, com olhar malicioso.
"Acho que um maldito cão de guarda tem me vigiado desde minha vinda para cá!"
"Não foi fácil para ele quando você se apresentou como soldado voluntário."
"Nem sei como ele não tramou para eu não ser aceito."
"Com certeza, tentou."
Uma lembrança subiu à tona da mente de Roxton. Durante a guerra, ele se tornara amigo de um tal Gowen. O homem atarracado, estivador do porto de Londres, o tinha acompanhado em todas as batalhas.
Em várias ocasiões, Gowen se colocara entre Roxton e o perigo. Depois da guerra, o estivador recebera uma inesperada quantia de dinheiro. Tinha sido o suficiente para comprar seu próprio barco. Provavelmente, fora mais um dos anjos da guarda do irmão, refletiu Roxton.
"Willian nunca o perdeu de vista, Roxton."
"Com todos os diabos, imagino!"
"Para ser sincero, eu esperava uma demonstração maior de raiva quando você descobrisse as interferências de Willian em sua vida" comentou Arthur.
"Talvez a passagem do tempo tenha esfriado minha raiva."
"Seis anos de silêncio, entre você e seu irmão, é demais, Roxton. Você precisa se livrar dessa amargura."
Roxton imaginou se já não estaria na hora de ir a Londres e ouvir o lado da história do irmão.
"Tenho mais novidades" disse Arthur.
"Sobre meu irmão?"
"Não, sobre alguém daqui mesmo. Quando passei pela recepção do hotel, vi o coronel Tribuno conversando com um cidadão. Ele contava ter recebido reforços e que pretendia atacar os índios."
Roxton praguejou.
"O homem é incapaz de admitir que os índios, responsáveis pelo incêndio do forte, já devem estar longe da região há muito tempo. O idiota vai acabar atacando a tribo de Ned Lobo da Noite. Vou ter que avisar meu amigo."
"Se Tribuno te apanhar fazendo isso, não perderá tempo em prendê-lo e irá colocá-lo diante de um pelotão de fuzilamento."
"Duvido que consiga."
"Seja razoável, Roxton. Você não encontrará um único aliado, no território inteiro, se ficar do lado dos índios."
Roxton lembrou-se da atitude simpática de Marguerite em relação a Ned Lobo da Noite. "Nem todos os brancos odeiam os índios."
"Talvez não, mas a maioria morre de medo deles. Isso sem falar nos ambiciosos. Estes querem as terras e o ouro dos índios. Encare a verdade, Roxton. Você estaria arriscando a vida por uma causa perdida."
"Tenho que avisar Ned Lobo da Noite. Verônica ainda está com Anna?"
Summerlee consultou o relógio de bolso. "A menina deve estar no quarto, dando os últimos retoques no vestido que comprou esta manhã para impressionar a Srta. Krux."
Algo mais ocorreu a Roxton. "Anna estava envolvida em seu plano para unir Marguerite a mim?"
"Por Deus, não! Embora ame muito minha mulher, sou obrigado a admitir que ela é incapaz de guardar um segredo."
Apesar de Summerlee não dizer, Roxton sabia ser verdade que Anna não aprovaria a associação de um homem, com sua fama de mulherengo, com uma jovem aristocrata e inocente como Marguerite.
"Você mandou levar os livros de Marguerite a sua suíte como pedi?"
"Sim. Apareceu um número enorme de voluntários para carregar as caixas... Ah, já vendi o carroção e os bois."
"Mas você não lhe entregou o dinheiro, não é?"
"Não, está em meu bolso. Porém, não acho ético retê-lo."
"Não se preocupe, Summerlee. Ela o receberá. Posteriormente."
"Depois de se casar comigo."
Roxton levantou-se.
"Está quase na hora de encontrarmos as senhoras para o almoço."
CONTINUA...
