Ouviu passos apressados do seu lado e, antes que pensasse em abrir os olhos, ouviu o som irritante das cortinas que eram abertas com violência, sentindo de imediato a dor nos olhos, provocada pela intensa luz que invadia as retinas de seus olhos.

Espremeu os olhos tentando protege-los com o braço. Minutos de pois, pode abri-los e avistar uma silhueta de uma moça com vestido branco parada na frente da janela.

- Que horas são? – Danda perguntou amuada, já percebendo quem estava diante de si.

- Horas de se levantar – Saori disse com um tom irritado – E eu preciso falar com você.

Danda olhou para o rosto de Saori e percebeu que algo estava a irritando, algo relacionado a si.

- Cinco minutos…? – Danda já estava se descobrindo.

- Dez – Athena completou já se dirigindo para a porta – Tome café e venha ter comigo no escritório… - Fechou a porta atrás de si.

"Um por favor era bem-vindo" – Pensou enquanto dirigia a atenção para onde estava sua roupa – Mas eu estava crente que tinha colocado nessa cadeira – Disse intrigada olhando a cadeira encostada em um canto a sua direita, perto da janela. – E agora…

Foi interrompida por duas batidas na porta.

- ENTRA – Ordenou sem se virar. Estava começando a stressar com o desaparecimento da roupa e, nem se quer olhou para quem havia aberto a porta e entrado.

- Desculpe – Ouviu, fazendo com que se virasse de imediato encontrando uma moça de cabelos encaracolados negros e olhos verdes. – Aqui esta a sua roupa – Disse depositando a muda de roupa sobre a cama – Com licença – Via a moça, já saindo pela porta.

Franziu a testa olhando para a muda.

Suspirou e começou a se vestir.

Quando entrou na sala de jantar encontrou Mila e Shion sentados na mesa. Balbuciou um "bom dia" um pouco mal-humorado e recebeu em troca outro bom dia não muito simpático de Mila, mas um sorriso acolhedor do Grande Mestre.

Bem – Shion começou, vendo Danda sentar de frente para Mila, já se levantando – Agora você tem companhia.

Mila acompanhou Shion com os olhos o vendo chegar na porta e parar. Este vacilou um pouco e voltou-se para trás.

- Parece que não tivemos um bom começo – Disse olhando para Mila, que se surpreendeu com a frase, esperando alguma bronca – Talvez possamos recomeçar. O que acha de um passeio no jardim no final da tarde?

Mila sentiu seu coração parar. Não sabia o que responder. Mexeu a boca para falar mas sentiu que a voz não saia.

- Então?! – Shion estava calmo e lhe olhava com ternura.

Mila acenou com a cabeça positivamente. Tinha o rosto muito vermelho e olhos brilhantes o que fez a moça sentada na sua frente sorrir discretamente.

- Então no final da tarde nos vemos – Shion se virou e saiu da sala.

Mila ficou olhando por alguns minutos para a porta vazia, boquiaberta.

- Parece que é um bom recomeço – A voz de Danda a tirou do transe.

- Não é um sonho? É? – Mila voltou a atenção para a moça que passava manteiga no pão sem lhe olhar.

- Aham

- Acho que vou enfartar… - Falou baixinho, mas perdeu o raciocínio quando a mesma moça que levara a roupa para o quarto da mais velha entrou, chamando atenção das duas.

- Athena esta a sua espera – A serva disse para Danda.

- Já se passaram dez minutos?! – Bufou.

- O que ela, tanto, quer com você? – Mila perguntou intrigada.

- É isso que vou descobrir – Ouviu como resposta.

Viu a moça de preto se levantar e seguir a serva para fora da sala.

- Eu hem…

Deu de ombro. O que importava era que a tarde ia passear com Shion. Estava radiante com a ideia.

- - -

Na Casa de Aquário, Juliana acordava devido a dor no tornozelo. Realmente aquilo começava a irrita-la.

Antes de abrir os olhos, suspirou pesadamente. Pensava se tudo aquilo não passava de um fruto de sua imaginação, um delírio. Teria caído na rua, desmaiara e, agora, estava em um hospital com sua mãe a velar seu sono… não Kamus. O Cavaleiro da 11ª Casa, não passaria de um sonho bonito, um personagem inventado por um japonês chamado Kurumada, que resolvera criar aqueles seres perfeitos para brincar com a mente das pessoas.

- É isso – Disse baixo, com pesar – Ele não passou de um sonho…

- Ele quem? – Ouviu uma voz masculina ao seu lado, fazendo com que abrisse os olhos de imediato.

Olhou para Kamus que estava sentado em uma cadeira ao seu lado.

- Você… - sussurrou, enquanto olhava, incrédula, os olhos azuis do rapaz, um pouco boquiaberta, abrindo em seguida um largo sorriso, fazendo Kamus corar um pouco. – Você ficou a noite aqui…?

- Não. Mas passava aqui de vez enquanto. Quando te ouvia resmungar…

- Eu resmungava? – Foi a vez da morena corar um pouco, fazendo Kamus soltar uma pequena risada.

- De dor…

Na porta do quarto surgiu uma figura carregando algo, que de imediato foi "desdobrado" revelando ser uma cadeira de rodas.

- Bom dia – Cumprimentou Afrodite ao armar a cadeira.

- Bom…dia – Juliana cumprimentou sem tirar os olhos da cadeira que agora era arrastada para a lateral da cama. – O que é isso? – Voltou o olhar para o Aquariano, confusa.

- É até chegar no jatinho – Kamus respondeu, indo até uma cadeira do outro lado do quarto e pegando uma muda de roupa que estava sobre esta, levando em seguida a cama. – Já falei com Athena. Nós vamos até o hospital…

- Não é preciso…

- Você já olhou o estado do seu tornozelo? – Afrodite interrompeu, sério.

Só então Juliana olhou para o local que doía e latejava, reparando que desta vez não havia como negar. Talvez tivesse quebrado algo.

- Vista isso – Kamus estendeu a muda de roupa na qual Juliana pegou de imediato – quando terminar é só chamar…

- E se precisar de ajuda para se vestir também – Afrodite brincou fazendo o outro estreitar os olhos.

Juliana corou, arregalando um pouco os olhos.

"Não era má ideia" – pensou, fazendo corar ainda mais e balançando a cabeça negativamente tentando afastar esse tipo de pensamento.

Desde que chegara ali sua cabeça trabalhava a mil, sobre esse assunto. E isso começava a assusta-la.

Afrodite riu, fez um aceno desleixado e saiu.

- Quando terminar me chame – Kamus disse se dirigindo para fora do quarto, fechando a porta em seguida.

Com alguma dificuldade Juliana se vestiu e, em seguida tentou se levantar e caminhar, apenas para não ter que sentar naquela detestável cadeira, quando a súbita ideia de ser empurrada pelo Cavaleiro de Aquário lhe agradou muito.

Sentou na cadeira e chamou o homem que permaneceu na porta.

Logo a figura de Kamus apareceu por de trás da cadeira a empurrando, sem demora para fora.

- - -

Shura costumava ser um dos primeiros a chegar na arena, de modo que acordava bem cedo.

"Mas não tão cedo" – Pensou admirado, olhando para Fiorella que terminava de preparar o café.

Esta ao perceber uma presença na porta, virou de imediato, fazendo um enorme sorriso aparecer nos lábios. Shura a fitava com curiosidade.

- Fiz o café – Ela respondeu simplesmente – espero que você goste…

Shura não respondeu, apenas deu um sorriso acompanhando a moça até a mesa bem posta e farta.

Estavam já sentando quando Shura sente um cosmo na entrada de seu templo. Quando olha para trás vê a figura de seu melhor amigo.

- Bom dia – Aioros cumprimentou alegremente.

- Ei Aioros – Shura parecia mais animado do que o habitual – Tome café connosco.

O Cavaleiro de Sagitário fitou Fiorella, como quem pede autorização. Quando obteve o sorriso desta, se aproximou e sentou do lado de Shura.

- - -

O raio de sol entrava por uma fresta da janela, indo parar directo nos olhos de Megara. Essa balbuciou alguma coisa e se remexeu, tentando amenizar o incómodo. Estava sonhando algo tão agradável, no qual tinha encontrado aquele que mais gostava dentre os Cavaleiros de Athena. Não queria acordar.

Sabia que seria mais um dia chato de estudo, com a "velha rotina" e rostos iguais. Não queria acordar daquela grande aventura que estava sendo seu "sonho".

Foi quando um braço caiu sobre sua barriga, fazendo-a abrir os olhos de imediato. Assustada olhou para o lado encontrando uma vasta cabeleira loira. Sem pensar duas vezes começou a gritar, fazendo a moça do seu lado mandar um salto e cair da cama, aos gritos também.

- VOCÊ ESTÁ DOIDA?!? – Annukka gritou se recompondo do susto ainda sentada no chão.

Megara mexeu a boca duas vezes tentando falar algo, com a respiração ofegante.

- Não era um sonho – Disse baixinho para si mesma, fazendo um sorriso aparecer em seus lábios em seguida.

- Claro que não…

A porta se abriu de repente, e um Miro com uma cara de sono apareceu, sobre a mira dos olhares das duas presentes.

- O que está acontecendo? – O Escorpião estava visivelmente irritado.

Annukka abriu um sorriso enorme e Megara ficou muito vermelha. Olhavam Miro de cima a baixo. Quando este se deu conta olhou para baixo, percebendo que estava só de calção.

Arregalou os olhos ficando muito vermelho ainda.

Um silêncio incómodo pairou durante alguns minutos, até Miro processar o que estava acontecendo. Assim como Megara, pensava que tudo que aconteceu no dia seguinte fora um sonho…ou melhor, pesadelo, aos olhos do Cavaleiro.

Parou de pensar nisso quando olhou para o relógio na mesinha de cabeceira do lado de Megara. Marcava 9:00am.

Miro, arregalou os olhos esquecendo os olhares das duas moças.

- Zeus!!! Kamus vai me matar!!!

Correu na direção que estava Annukka e a com jeito a arrastou para fora do quarto sobre protesto irritado desta, que ficou para da na porta.

Muito rapidamente correu para onde Megara estava, a pegou no colo e levou-a para a porta.

- Tenho que me vestir rápido – Disse colocando a moça no meio do alpendre.

Annukka abriu um sorriso malicioso.

- Não se incomode com a g…

- NÃO!!! – Miro, gritou aflito. Sem perceber e, em um gesto rápido, deu uma palmada em Megara, fazendo esta inclinar o corpo para frente e dando dois passos.

- Mas…

Annukka não teve tempo, pois a porta foi fechada as pressas e ouviu a chave girar na maçaneta.

Bufou, virando na direção da companheira, vendo-a estática olhando para a parede, do outro lado da porta com o rosto extremamente vermelho.

- Que foi? – Perguntou irritada.

- E-ele…me apalpou – Megara disse conseguindo ficar mais vermelha ainda.

Annukka revirou os olhos.

- Aquilo foi mais um "chega para lá" – Disse ríspida, virando e se dirigindo para fora do corredor, sem se importar com a moça que permaneceu ali processando o que tinha acontecido.

- - -

Luciane acordou com uma terrível dor de cabeça. Levantou e reparou que sua roupa já não estava onde tinha colocado. Estreitou os olhos, mas voltou ao normal quando ouviu duas batidas na porta.

- Sim?

- Trouxe sua roupa – Ouviu uma voz feminina, abafada.

Abriu a porta de vagar encontrando uma moça que deveria ter 16 anos no máximo, com suas roupas dobradas sobre as palmas das mãos estendidas em sua direção.

- Estão limpas – Ela disse com um sorriso amável.

A loira deu um pequeno sorriso e pegou a roupa, ouvindo em seguida um "com licença" baixinho e, viu a moça se afastar.

Fechou a porta e se vestiu rapidamente.

Quando chegou na sala se deparou com a mesma moça.

- Pode tomar café – Ela disse – O Cavaleiro de Libra foi treinar. Disse que se estivesse bem disposta poderia ir lá ver.

Luciane pensava no quanto tudo aquilo era estranho. Tudo ainda lhe parecia surreal. A pergunta de como tinham vindo parar ali pairava na sua cabeça. Mas algo mais importante estava lhe incomodando. Se ela estava ali…quem estava com sua filha? O que aconteceu no lugar que ela e as outras meninas vieram para elas terem vindo parar no "mundo dos animes".

A dor de cabeça aumentou e, após ter tomado café, resolveu ir realmente ir até a arena de treinos.

- - -

Camila acordou afobada e, um pouco suada. Havia a ligeira impressão de ter acordado no meio da noite em uma sala com luz florescente forte. Percebeu que tubos plásticos saíam de seu nariz e boca. O que saia de seu nariz dava a impressão de sufocar. Tentou se mover e sentiu uma dor aguda no estômago, o que a fez serrar os olhos por minutos. Quando voltou a abrir, respirou fundo, como quem esteve submerso em água durante algum tempo e volta para a superfície a procura de ar, aflita.

Logo um cheiro a incenso invadiu suas narinas, fazendo-a perceber que aquilo tudo não passou de um sonho. Um sonho muito estranho.

Levantou com vontade de vomitar, mas conteve-se.

Sentou na cama e, fechou os olhos…respirou fundo três vezes, tentando se recompor. Quando abriu os olhos deu de cara com dois grandes olhos azuis claro, que lhe fitavam serenamente.

- Você não parece bem – Ouviu Shaka dizer com um tom preocupado.

Talvez o sanduíche que preparara na noite anterior não tivesse lhe feito bem.

-Tive um pesadelo – Camila respondeu forçando um sorriso.

Shaka sorriu.

- Vem! Vamos comer…

Ia dizendo enquanto Camila se levantava. Mas esta ao levantar sentiu uma vertigem e ia caindo no chão, se não fosse o reflexo do Cavaleiro de Virgem em sustenta-la, envolvendo-a pela cintura.

Camila fechou e abriu os olhos tentando se recompor.

- Isto deve ser fome – Shaka constatou – Vamos comer. – Disse caminhando ainda sustentando um pouco a moça – As servas trouxeram coisas "não vegetarianas" para você – disse meio a um pequeno riso.

Mais uma vez Camila sorriu.

Quando chegaram na sala, Camila teve uma visão dos céus, ao contemplar uma mesa bem posta, com tudo que é capas de engordar em cinco minutos.

Sentou na mesa já mais bem disposta, mas virou a atenção para a porta, assim como Shaka quando ouviram passos. Logo viram a moça loira de olhos claros aparecer.

- Ah…desculpe ir entrando…

- Não faz mal – Shaka disse com um sorriso, para Luciane que estava parada na entrada da sala – Quer comer?

- Não, obrigada, já comi.

- Pelo menos fique e faça companhia para Camila. Eu já estou atrasado…

Luciane suspirou e se aproximou da mesa sentando de frente para Camila que estava ainda um pouco pálida, enquanto Shaka se retirava.

- Você está bem? – Luciane perguntou fitando a moça que comia lentamente.

- mhum!!! – Afirmou não muito convencida. – Só tive um pesadelo. Mas pareceu tão real…

- Um pesadelo…?

- Sim…eu estava…

- - -

Mitie acordou sentando na cama e puxando o ar pela boca, fazendo um ruído alto, acordando a moça que estava deitada ao seu lado.

- O que foi? – Akemi perguntou aflita vendo a outra respirar ofegante com uma mão na garganta. – Mitie, você está bem?!

A oriental respondeu que sim com um sinal, mas sem olhar para Akemi.

- Que susto você me deu…

- Não foi nada… - Respirou fundo olhando para cima com um ar cansado – Já está passando.

- Que horas são? – Akemi esfregava os olhos enquanto procurava por um relógio, encontrando-o na mesinha de cabeceira do lado de Mitie. – Nove e meia – Completou suspirando.

Levantou e abriu a cortina do quarto deixando a luz do sol grego invadir todo o recinto o iluminando bem. Fechou os olhos por segundos, incomodada com a claridade e quando abriu viu que Mitie permanecia sentada na cama com a mão no pescoço.

- Você está mesmo bem? – Perguntou se aproximando.

- Sim – Disse um tanto irritada – Vamos nos vestir… - Disse se levantando.

Após um breve estranhamento por encontrar suas roupas limpas e dobradas sobre a cadeira, se vestiram e foram para sala onde encontraram a mesa posta. Se entreolharam, e deram de ombro.

Já estavam quase sentando quando ouviram uma voz grossa da porta.

- Há! Já acordaram – Viraram a atenção para a tal pessoa.

Aldebaran entrava calmamente pela casa.

- Fiquei incumbido de levar vocês até a arena de treino.

- O Kanon e o Saga? – Mitie perguntou, estranhando.

- Tiveram que ir mais cedo. Andem, comam que eu já começo a ficar atrasado…

- - -

Gabrielle acordou incrivelmente bem disposta. A cama do Mu era fofinha e confortável e só de pensar que não teve que dormir no mesmo quarto que aquele muleque ruivo já lha fazia sorrir a toa.

Encontrou sua roupa em uma cadeira e vestiu-a, sentindo um cheiro bom de roupa limpa e, se encaminhou para a sala.

Estava diante da porta entreaberta do quarto de Kiki, e resolveu espreitar. Abriu um pouco mais e viu o menino com uma vassoura na mão, recolhendo todas as penas no chão. Sentiu pena. Mas quando estava prestes a perguntar se ele precisava de ajuda…

- Tudo culpa daquela mocreia, tarada – Ouviu-o dizer – ela tenta atacar o Mestre Mu e eu que tenho que limpar isso tudo.

- Ora seu…

Só ai Kiki se deu conta que Gabrielle estava na porta.

- Como se atreve a me chamar de mocreia?! Eu ia perguntar se você precisa de ajuda…mas agora nem se você pedir…

- Eu não preciso da sua ajuda – Disse com um ar convencido – Eu sou um futuro Cavaleiro de Athena…não preciso de ajuda de mulher para nada….principalmente você, sua chata.

Gabrielle ficou indignada.

- Como você se atreve…

- Peça desculpas agora, Kiki – Ouviram a voz de Mu atrás da moça, fazendo-a virar de imediato.

- Mas mestre Mu…

- Agora Kiki – Mu ordenou sério, mas com sua voz tranquila. – Kiki?!

- Desculpa – O menino pediu corado e de cabeça baixa.

Gabrielle se sentiu realizada com aquilo. Não só por Mu a defende-la daquele pestinha, mas pelo pedido de desculpas. A final foi ele que começou tudo aquilo. Ao contrário do que o menino afirmara na noite passada, ela não ia para o quarto de Mu ataca-lo. Tudo bem, a vontade era enorme, mas ela não ia fazer isso. E a guerra de travesseiros quem começou foi ele e não ela.

Sim, aquele pedido de desculpas era justo.

Teve que se controlar para não sorrir.

- Eu estou indo para o treino – Mu a tirou de seus pensamentos – A mesa esta posta. Se precisar de algo, peça a serva – dito isso se virou para sair – Te espero na arena Kiki.

- Eu vou ter que treinar depois de limpar isso tudo?! – Kiki perguntou indignado.

Mu apenas sorriu, caminhando para saída.

Continua…


Finalmente Cap 7

Bem eu sei que tenho demorado...mas n deu para actualizar antes.

Esse capítulo ficou um pouco monótono mas teve que ser.

Para o próximo apenas algumas garotas apareceram e já no outro as outras...quero centrar em cada uma, ok ;)

Uma pergunta crucial é: até que ponto vocês querem chegar com os respectivos Cavaleiros?

Espero não demorar muito para actualizar, ok!?

Beijos.

Fiquem bem.