Disclaimer: Saint Seiya The Lost Canvas pertence a Masami Kurumada e Shiori Teshirogi. Isso é um empréstimo sem fins lucrativos :D
Aviso: Conteúdo YAOI, se não gosta, vaza.
Uhuw! Acho que a inspiração voltouuu!\o\
E lá se vai mais um capítulo da novelinha do Lost Canvas :)
' Vejamos oque vai acontecer no décimo capítulo de "A Cura" '
*Faz voz de anunciante de creme hidratante* kkkkkkkkk¹²³
Bom gente, tá ai o novo capítulo, boa leitura!^^
Reviews são essenciais para que a novela continue :D
Beijão!
Capítulo X
Os primeiros acordes, seguidos de batucadas anunciavam que a festa já estava começando. O folk preenchia a sala. Logo os convidados se juntavam para dançar a música típica. Todos muito animados.
Ao centro do salão, três mesas cumpridas eram dispostas, uma com a ponta unida com a da outra. Todas carregadas de pratos enormes. Carnes, peixes, faisões, temperados com o típico molho agridoce russo. Especialidade de Nikita. A tradicional papilla de sêmola era servida em abundância. Caviar, blimis, tortas de milho, com arenques em molho de nata azeda eram dispostos nas mesas em vasilhas. Logo mais adiante, dois grandes caldeirões ferventes eram encontrados, ambos contendo sopas de verduras e beterraba. Na ponta da mesa uma tábua cheia de queijos e pães era constantemente atacada pelas crianças. Outros diversos acompanhamentos eram servidos pelas mulheres. A vila inteira havia sido convidada para prestigiar os hóspedes de Mikhail e Nikita. Todos estavam ansiosos para rever o garotinho simpático que havia partido em busca de seu sonho.
Generosas doses de bebidas fortíssimas eram servidas para os homens, tais como a típica vodka, kvas, uma espécie de cerveja doce feita de malta de cevada, centeio e muito açúcar.
Sucos de uva e milho eram servidos pros mais jovens e mulheres.
Não demorou muito para que Dégel e Kardia descessem até o salão, sendo muito bem recebidos por todos ali. Logo, uma grande roda era formada em torno dos convidados de honra. Todos queriam saber como era ser um cavaleiro de ouro defensor da Terra.
Após Dégel ter explicado resumidamente sua função, deixou que as senhoras, que o conheciam desde pequeno, o abraçassem demoradamente. Gostava muito daquele carinho especial.
Kardia recebeu um copo com um líquido transparente. Estava morto de sede, aquela 'água' tinha vindo em boa hora. Não pensou duas vezes antes de virar o líquido goela abaixo. Achou que iria morrer em seguida.
Sua garganta adormeceu e queimou como se tivesse bebido um copo de lava vulcânica. Arregalou os olhos, levando as mãos até o pescoço. Será que haviam dado veneno a ele?
Dégel, ao notar o desespero do amigo, vai correndo até ele, sem poder conter o riso. Segurou o rosto de Kardia e assoprou levemente.
- Kardia, como pode beber dessa maneira uma dose generosa de vodka pura?
- Vodka Pura? Eu ia saber que aquela criança inocente estava servindo esse veneno? Achei até que estavam querendo me matar!
- Pra que alguém aqui vai querer te matar? – Dégel ria com gosto do modo desesperado que Kardia falava. – Tome sucos, evite as bebidas fortes, você não é acostumado.
- Hmm sei... – Respondeu, dando meia volta afim de experimentar um pouco de cada uma das comidas dispostas nas mesas.
A festa ficava cada vez mais animada. As senhoras haviam se reunido na sala junto de Dégel, enquanto as crianças brincavam de pega-pega no salão. Mais adiante, os homens disputavam quem bebia mais copinhos de vodka de uma vez só. Kardia, obviamente, estava no 'torneio'.
Preocupado com o amante, Dégel pede licença as senhoras por alguns instantes, indo ao encontro dos homens.
Uma cabeleira azulada se diferenciava das demais. Parecia estar sendo o centro das atenções, mesmo que ninguém ali, com exceção do aquariano, soubesse o que estava sendo dito.
- E então eu peguei ele e apontei minha unha pra ele...e ele ficou com medo de mim...Ai eu berrei " Respeite o senhor Kardia!"
Dégel ficou boquiaberto com o que viu.
Seu Kardia estava encima de um banquinho ao centro da rodinha masculina. Completamente alcoolizado, mostrava a todos sua grande unha rubra com orgulho, tentando, frustradamente, contar suas histórias 'fabulosas', mesmo que nenhuma palavra fosse compreendida pelos russos.
- Kardia! – Exclamou Dégel.
- Meu amor você chegou! – Berrava o escorpião embriagado, se jogando encima de Dégel.- Senti sua falta meu nerd...- Posicionou-se como se fosse beijar o aquariano, porém, este foi mais rápido e virou o corpo, pedindo desculpas aos convidados risonhos. Levou Kardia para o quarto consigo.
Chegando ao quarto, depositou o amante na cama, o fitando severamente.
- Kardia você por acaso é demente?! Como pode encher a cara dessa forma sendo que amanhã de manhã partimos pra Bluegaard?
- Ahh pare de me encher o saco! Você não manda em mim... Deixa eu ser feliz pelo menos agora, deixa eu ocupar minha mente com coisas que gosto e me descontraem! – Respondeu molemente.
- Sóbrio você poderia muito bem fazer coisas que gostasse e descontraísse... – Murmurou o outro.
- Como Dégel? Me diz como! Só você não percebeu ainda que Athena nos condenou a morte com essa missão! Poseidon, meu caro amigo, é um Deus! Confesso que o desafio é tentador, mas deixemos de lado o 'faz de conta' e encaremos a realidade. Morreremos com honra e glórias, isso sim... Isso que me incentiva a continuar! Porém eu confesso que, ao perceber que te amava... – Pausou como se procurasse as palavras – meu desejo de morrer em uma batalha cheia de honras e glórias ficou em segundo plano. Eu quero viver Dégel, quero ficar junto de você! Eu não quero desperdiçar mais um minuto sequer antes de encarar minha morte...
Os olhos do aquariano encheram-se de lágrimas. Não pensava que o efeito da bebida em Kardia fizesse com que ele desabafasse daquela forma. E o pior, Dégel sabia muito bem que o amigo estava certo. Arriscar um acordo com um dos inimigos mais poderosos de Athena era uma missão de fato mortal. Só um milagre para iluminar o Deus dos mares, fazendo com que este ouvisse os seus apelos e ajudasse Athena.
- Não fala isso, meu amor... Eu vou sobreviver, nós vamos sobreviver! – Em um movimento automático, o aquariano agarra os ombros de escorpião, forçando este a encará-lo. – Vamos ter glórias ainda em vida, Kardia! Vamos escapar dessa, você vai ver! Nós temos...
- Dégel, poupe-me de seu discurso!- O silêncio entre ambos se fez por alguns instantes – Você pode até viver, mas eu? Eu já estou quase morto, meu amigo.
- Não fale mais isso... – As lágrimas desciam pesarosamente pelo rosto alvo do aquariano.
- Por que não? Dégel deixe de ser tão sentimental, encare a realidade! Eu sabia que ter aceitado ficar com você só traria sofrimento para ambos... Especialmente pra você. Que tolo eu fui, por Zeus!- O escorpiano leva as mãos até o rosto, o cobrindo. Respira fundo.
Dégel se encontrava estático. Rosto baixo, braços rentes ao corpo. Lágrimas rolavam, molhando a grossa túnica que vestia.
- Eu vou tomar banho, minha cabeça dói... – Kardia diz, antes de sair do quarto. Meio zonzo com o efeito da bebida.
Passada mais uma hora, o escorpiano voltou para o quarto. A festa no andar de baixo ainda estava animada, porém, todos sabiam que os cavaleiros precisavam partir cedo no dia seguinte. Dégel já havia se despedido de todos e agradecido várias vezes pelo prestígio que recebera naquela noite. Agora, de volta ao quarto, permitia que seu sofrimento o consumisse. Cada palavra dita por seu amado martelava em sua mente. Ele estava coberto de razão, e Dégel não podia fazer nada para mudar a situação. Pouco tempo restava entre eles.
- Está acordado?- Escorpião sussurra, dirigindo-se até a cama do amante.
Dégel encontrava-se deitado de frente para a parede.
- Olha me desculpe por falar aquilo... – Kardia senta-se na beira da cama do outro. Passando a mão pelos longos fios lisos e esverdeados do amante.
Não obteve resposta. Prosseguiu.
- Eu sei que te chateei, mas entenda, eu só quero o seu bem... – Continuava o carinho, aproximando seu corpo ao perceber que Dégel se encolhia. Abraçou o corpo alvo do amante, envolvendo seus braços em volta do peito do outro possessivamente. Entrelaçou as pernas, dando-lhes um beijo leve nas costas.
– Pingüinzinho, por favor... Não seja frio comigo... Desculpa...
- Nunca mais diga aquelas coisas que você disse... Nunca mais. – Enfim respondeu o outro. Trêmulo.
- Eu te amo demais, só quero seu bem, meu Anãozinho, prometo não falar mais... – Depositou os lábios no rosto alvo do outro. Ainda estava um tanto corado com o choro.
- Obrigado... – Virou, se aninhando no peito do amante.
- Hey, não quero você ai chorando... Vem aqui – Levantou o rosto do outro com cuidado, passando as mãos nas bochechas coradas afim de enxugar as lágrimas. Cobriu os lábios do outro com os seus próprios, iniciando um beijo carinhoso e suave.
Dégel correspondeu o beijo ternamente, segurando com força a mão do amante. Não queria largá-lo sem que o obrigassem.
No interior de cada um, ambos sabiam que aquele talvez fosse o beijo de despedida.
oOo
A manhã fria e nublada enfim chegara. Após tomarem um farto café-da-manhã, feito caprichosamente por Nikita, ambos precisavam partir.
Despediram de Mikhail e a esposa, agradecendo pela hospitalidade. Prometeram que regressariam assim que tivessem a missão cumprida com sucesso, só assim uma chorosa Nikita os deixou partir.
Tempos depois, percorrendo um caminho de ventos cortantes e neve fofa, o destino final se aproximava. Utilizando da velocidade da luz na maior parte do percurso em um clima nada favorável, Kardia começava a sentir seus dedos congelarem. A partir de então, caminharam normalmente em meio à nevasca que caia sobre eles. Para o azar de Dégel, o escorpiano já se encontrava resmungando de tudo.
- Dégel, tem certeza que pegamos o caminho certo? – Indagou, já com a mão na cintura pra demonstrar impaciencia . – Meus dedos vão congelar antes de eu chegar a Bluegaard!
- Acalme-se e se aproxime. – Dégel se encontrava mais adiante - Você sabe que Athena me escolheu pra essa missão pois fui criado aqui nessa terra gelada.
- Claro, não é a toa que está a vontade. Estamos em seu ambiente. – Caminhou até o amigo, avistando logo abaixo uma escadaria, envolta desta, várias construções destruídas e cobertas por neve. Parecia ser um vilarejo fantasma. – Mas o que? Isso é Bluegaard? Não tem uma alma aqui, está tudo em ruínas!
Aquário arregala seus orbes, fitando o cenário da destruição a sua frente.
- Não pode ser!O que foi que aconteceu com Bluegaard?!- Indagou enquanto olhava em volta, sentindo o coração pesar – Será que... as forças do exército de Hades já chegaram aqui?
...
Um som indica que algo se movimentava atrás deles. Em questão de segundos, Kardia se vira, fitando logo acima a origem do movimento.
- Adagas de gelo!? – Berra o aquariano ao fitar vários pedaços de gelo afiados avançarem em sua direção.
- Raios!- Kardia se irrita.
As lascas de gelo entram em atrito com a neve fofa, espatifando-se.
- Estão mortos? – Uma voz se faz presente.
Vários homens cobertos com tecido até a cabeça rodeiam a área.
- É isso que acontece com todos que vagueiam por aqui! Não importa quantos venham... Agora só restam pedaços dos invasores espatifados logo adiante por esse campo gelado...
- Disse apenas... Pedaços?
Os homens viram-se rapidamente, procurando de onde vinha aquela voz.
Logo acima dos escombros do vilarejo, mais precisamente nos pontos mais altos destes, as figuras de Escorpião e Aquário se faziam presentes.
- O que??? Quando foi que chegaram ai?!
- Muito antes que pudessem piscar. – Responde Kardia em tom de deboche. –Desejam mesmo que o sangue voe como os flocos de neve?
Dégel abaixa o rosto, permanecendo imóvel. Mal podia acreditar que sua querida Bluegaard havia se tornado aquilo.
- Deprimente! – Um sorriso puramente sádico instala-se nos lábios de Kardia – Por acaso acham que eu não havia percebido? Acharam mesmo que podiam fugir dos olhos de escorpião?!- A unha escarlate desponta do indicador ameaçadoramente.
Em questão de segundos, Escorpião se lança em direção as suas presas, furando uma por uma na velocidade da luz. Procurando arrancar os panos que lhes cobriam o corpo.
Gostava de ver todo o desespero estampado no olhar de suas vítimas, especialmente quando as transformava em verdadeiras 'peneiras' humanas.
- AGULHA ESCARLATE!
Um urro de dor rasgou o vento uivante.
- A agulha carmesim do escorpião, estimula o sistema nervoso central... Posso imaginar a dor que estão sentindo – Dizia acidamente, divertindo-se com suas presas.- Quinze golpes! O número de estrelas que compõe a constelação de escorpião. Durante esse tempo, as vítimas têm as seguintes escolhas: render ou morrer.- Ampliou ainda mais o sorriso – Porém, obviamente vocês não irão possuir essa chance...
Puxou bruscamente o pano que cobria o rosto de um dos oponentes. Queria vê-los antes de matá-los.
- Vamos, deixe que eu veja seus rostos! Talvez eu tenha 'pescado' alguns espectros! – Sorria, maravilhado com sua própria performance.
Levou um choque ao constatar de que aqueles que atacava não se tratavam de espectros.
- Mas?... Não são espectros?! E que tipo de proteção é essa, similar a... armaduras?
- Visitantes!? – Uma voz muito parecida com a de Dégel faz Kardia assustar-se. Virou-se bruscamente, apontando a unha rubra em direção ao possível inimigo.
Montado em um belo cavalo, junto de alguns cães ao redor, a figura de um jovem garoto se fazia presente. Trajava roupas em tecido fino e bem trabalhado, usava também uma capa grossa de pele com um capuz caído sobre as costas. Tinha um rosto delicado, lábios finos e olhar penetrante. As madeixas lisas e loiras, cortadas alinhadas simetricamente. Sua pele conseguia ser tão alva quanto a de Dégel.
Kardia mirou abobado o estranho enquanto este se apresentava.
- Estamos em estado de alerta máximo, por isso os guerreiros azuis foram descorteses... - Lamentou, sem romper o contato visual com escorpião – Eu sou Unity, filho de Garcia, governante de Bluegaard.
Unity? Kardia já tinha ouvido falar nesse nome.
Os olhos gélidos, de um azul cinzento fitavam incansavelmente o escorpiano, como se esperasse alguma resposta.
" Ele chamou esses caras aqui de 'guerreiros azuis'? – Pensou debochado ao fitar os homens caídos aos seus pés – ' Com tudo isso, não me dei conta de quando esse sujeito chegou... Que tipo de pessoa ele será?' "
- UNITY!
O berro de aquário assusta Kardia, fazendo com que esse esboçasse uma careta abobada.
- Você está a salvo!- Exclama Dégel, incrédulo. Sorria como se tivesse mirado algum diamante. – Mas me diga, por que Bluegaard está assim?!
- Dégel?! – Unity ainda estava aturdido, achou que nunca mais fosse ver o amigo querido. – Eu não esperava que fosse você o mensageiro do santuário!
Kardia se encontrava em um terrível mal - humor. Aonde já se viu SEU Dégel radiante daquela forma?! E quem era mesmo esse nojentinho que chegou para estragar seu espetáculo?!
- QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO AQUI?!DÉGEL! – Berrou de modo com que a atenção de ambos os rapazes se voltassem para si. Como devia ser. – Conhece esse sujeito?! – Perguntou entredentes.
- Esse lugar é a terra em que estudei... – Dégel respondia sorrindo docemente. – E ele é um velho amigo meu... - Suspirou antes de prosseguir, lembrando-se de sua infância. – Durante o período de meu treinamento, aprendi junto do pai de Unity sobre a leitura das estrelas e vários outros conhecimentos, junto dele...
Dégel parecia enfeitiçado, Kardia nunca o havia visto dessa forma. Pelo menos não consigo.
- Sim, aqueles tempos... – Suspirou Unity saudoso, esboçando um sorriso pela primeira vez desde que chegara ali. – Mas não falemos neste lugar... O centro da cidade é mais seguro. Vocês também têm uma missão para cumprir aqui!
Kardia abaixou o rosto, sentia o ódio percorrer por suas veias, como seu próprio veneno. Como aquele ínfimo filhinho de papai dos quintos dos infernos podia obrigá-lo a executar outra missão naquela geladeira?! Maldito Dégel! Que tanto o infeliz olhava pra aquele protozoário a cavalo?!
Não sabia bem as respostas, limitou-se a seguir os amigos que conversavam animadamente durante o trajeto.
Jurou que ficaria o mais insuportável possível dali em diante.
Continua...
N/A: Aweeeeeeee cheguei no décimo! lol~
Gente, é tão engraçado montar fanfic com o mangá ao lado kkkkkkkk
tu olha pro mangá e pensa " Vejamos que cara Kardia esboçou depois disso hmmm" rsrs
Estou tentando ser fiél as cenas que uso do mangá, espero que o pessoal que acompanha
goste!:)
Bom, é isso, o Unity (Cosplay mal feito da Hilda u_u') chegou como um 'principe no cavalo branco',
a partir dessa parte, nosso colega escorpião vai ficar charope XD (assim como no mangá) kkkkkk
Sinceramente, tudo no mangá oficial indica que Kardia e Dégel são amante, só não enxerga quem não quer :P
É isso aê gente! Comentem por favor!!!
Beijão ^^
.:: Respostas dos Reviews ::.
Lyta Moonshadow : Oiê Lyta!:D
Hahaha, sim eu atualizo rápido porque sempre que tenho uma
'crise de inspiração' eu procuro aproveitá-la oO' rsrs
Ahh que bom que está gostando *-* Acho que você é uma das
únicas que acompanha o mangá nessa parte em que estou montando a fic o_o'
Jamais iria levar seu comentário a mal! Eu sou novata aqui e preciso que me ajudem a melhorar,
sendo assim, qualquer toque é muito bem vindo!^^
O lemon me deixou como um arco-íris de vergonha XD kkkkkkkkk
Claro que podemos conversar, quando quiser :)
Meu msn está no meu profile, se puder adicionar eu ficarei grata ^^
Mais uma vez obrigada por ler e mandar reviews *-*
Beijão! Espero que continue gostando :)
-
Krika Haruno: Ohww *-* Krikaa,
fico tão feliz em saber que estou agradando você!
Pode ficar tranqüila, ainda temos alguns capítulos
até o final ^^
Beijão pra ti! Obrigada :)
-
Lune Kuruta: Hohoho, vamos a resposta
da Dona absoluta do Dedé!u_u' kkkk
Lune, querida! Você sai de fininho e a duplinha apronta eim? hehehe
Caraca, eu ainda não to acreditando que o Lemon foi bem aceito XD
Sim, foi o primeiríssimo!Hahaha Mew, sobre esse fetiche de bíblioteca, não
tem como eu montar aqui, estão em guerra, seria muito sangue de barata ficar
se 'devorando' kkkkkk Coitado do Dedél, ele é muito tímido :3~
HAUISUHSHAIUS Gostei dos seus comentários sobre os capítulos!XDDD
E não precisa se desculpar pela 'sumida', eu sei que tu volta *o*
Beijão Lune, valew por acompanhar e comentar :D
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Dora Miller: Olá Doraa :D
Ahhh você gostou da cena do por-do-sol?*-* fofa né?!
Hahaha Dohko e Shion não me enganam! Eles se gostam e todos sabem 8D
Hmm, fazer outra fic do Milo e Camus, bom, pode ser, vai depender de uns detalhes oO'
Sim sim bem romantico :D vou estudar um meio de fazer uma fic assim!
Aew, gostou do Papai-Noel?!kkkkk Poxa, seria mesmo perfeito
eles dois juntos e felizes como um casal normal. É uma pena que não possa ser assim :(
Pois é o Kardia queria coisa, o Dégel quase cedeu, mas é complicado, mesmo
porque o ânimo deles não está muito bom pra fazerem 'coisinhas', os amigos
estão todos mortos, a guerra tá feia, tá complicada a coisa XD
Bom, espero que goste desse capítulo tanto quanto do anterior!^^
Beijão e muito obrigada por acompanhar e comentar!:3
-
Bye bye a todos,
até a próxima :P
:***
