Bem, chegamos finalmente ao Niver do Sevy, e vocês sabem o que ele ganhará de presente? tcham tcham tcham tcham...

AVISO: SE VOCÊ É PURO E SE OFENDE COM CONTEÚDO SEXUAL EXPLÍCITO, SINTO MUITO, MAS MINHA MENTE NÃO É NADA MENOS DO QUE PERVERTIDA. SE VOCÊ ASSIM COMO EU, GOSTA DE NC, SINTA-SE A VONTADE.

~Segunda, 09 de Janeiro~

Snape mais uma vez analisava aquela memória. Ele usara a antiga penseira de Dumbledore, depois da despedida de Hermione, dizendo que ele é que era possessivo, ele tinha que tirar aquela história a limpo. Ele não se lembrava de ter falado que não queria perdê-la, mas era incontestável, rever a memória pela milésima vez não iria alterar o fato de que ele dissera aquilo.

Mas como ele disse isso sem perceber que o dissera? Se Dumbledore estivesse ali, provavelmente diria o ditado trouxa de sempre "a boca fala daquilo que o coração está cheio". Será que Hermione já estava na sua vida assim? Não, não isso são tolices do Dumbledore. Provavelmente ele só falara aquilo por que não queria perder a companhia dela, que ele tem que admitir era imensamente agradável, ou talvez fosse não perder a amizade que eles tinham desenvolvido, sim provavelmente foi isso que ele quis dizer.

Mas nada disso importa, ele recebera uma coruja de Hermione no dia anterior, dizendo que tinha um projeto na faculdade para apresentar por isso não poderia ir a Hogwarts, ela não dera nenhum reconhecimento de que sabia que hoje era o aniversário dele, não que fosse algo que ele gostasse de comemorar, mas sem dúvidas se ela era namorada dele, era de se esperar que ela viesse até Hogwarts para a festa daquela noite, já que até Minerva e Dumbledore estariam de volta para dar os parabéns ao "pupilo" deles. É verdade que ele não a convidou pessoalmente, mas corujas oficiais fora enviadas a algumas pessoas, inclusive a ela.

Snape se levantou incerto sobre o que fazer, era seu aniversário ele tinha o dia inteiro de folga, assim como o próximo. Mas o que fazer para passar esse tempo? Talvez adiantar as leituras paradas? Ou se atualizar em algum artigo importante? Ou seria melhor ele ficar no laboratório adiantando o trabalho para Madame Pomfrey? Nada disso parecia certo, ele queria gastar o tempo com alguém, e a primeira pessoa que veio à sua cabeça para seu total desespero foi Hermione Granger, em detrimento da Profª Samantha.

Snape bufou, isso só poderia ser pela dor de cabeça que a mulher lhe dava, levantou da cadeira, foi até o espelho ajeitando suas vestes, colocou sua melhor caranga, e desceu para o salão principal para o café da manhã. Afinal, ele era um bruxo adulto no alto dos seus 44 anos, poderia muito bem lidar com os alunos, com os professores, e com o fato de que Hermione se esquecera do seu aniversário, não é?

Snape passara o dia tentando não matar os professores, que pareciam achar que ele adorava demonstrações públicas de carinho, já que teve que se desvencilhar de uma quantidade alarmente de abraços e felicitações durante o almoço. Albus e Minerva chegaram a tarde, criando um estardalhaço entre os alunos e funcionários, ao que parecia aquele dia não haveria aulas em Hogwarts. Snape estava até confortável com a presença dos dois, mas tudo acabou quando a ele sem quere mencionou Hermione, esquecendo-se completamente do fato de que os dois antigos mestres não recebiam mais o profeta diário.

- O QUÊ VOCÊ QUER DIZER COM SUA NAMORADA? – disse ela erguendo-se rapidamente da cadeira, enquanto Dumbledore batia palmas, os olhos mais brilhantes que nunca.

- Que maravilha – disse o ex-diretor – Um pouco rápido, mas sem dúvidas eu sabia que algo assim poderia acontecer...

- ALBUS VOCÊ BEBEU? – perguntou McGonagall cada vez mais alarmada.

- Com a mente de vocês, fico impressionado que não tenham se encontrado antes – continuou Dumbledore como se não escutasse os gritos de Minerva – Mas sem dúvidas, vocês serão muito felizes, como poderia ser diferente? Temos que arrumar as coisas, talvez eu volte para tomar o seu lugar durante alguns dias, para a lua de mel, como um favor pessoal, claro.

- ISSO É RIDÍCULO! – determinou McGonagall, suspirando – Ela é apenas uma menina. Como você se aproveitou dela assim, Severus? Deveria ficar envergonhado.

- Minerva, acalme-se – disse Snape, dividido entre rir daquela acusação ou matar a bruxa à sua frente – dificilmente eu forcei alguma situação com Hermione, nós apenas nos encontramos e estamos saindo socialmente como namorados, em nada nossa relação presente retrata os anos de escola. Estamos saindo há alguns meses – disse ele, mentindo deslavadamente – Porém, estávamos em segredo, devido o assédio da imprensa. Mas as coisas vieram à tona, enfim. Estamos juntos, e felizes.

- Você percebe que mesmo tendo muita consideração por você, Severus, eu ainda vou matá-lo se fizer Hermione sofrer? – disse Minerva, após algum tempo considerando o que Snape dissera.

- Ora, Minerva. Deixe os jovens – disse Dumbledore – Agora onde está Hermione? Ela não vem para as festas?

- Não sei Albus, ela estava ocupada na faculdade – disse ele – Não quero atrapalhar os estudos dela.

- Sem dúvidas, vocês podem comemorar o seu aniversário de maneira muito mais prazerosa em outra data. – disse Dumbledore escandalosamente, ganhando uma repreensão energética de McGonagall.

Snape imaginou que alguém realmente não deveria gostar dele, porque ser submetido à tortura no dia do aniversário provavelmente era trabalho de algum sádico. Agora ele se encontrava no Salão Principal, todos os alunos esperando cantar o maldito "parabéns" para começar o jantar especial que os elfos prepararam. Do seu lado esquerdo estava sentado Dumbledore com seu ridículo chapéu de aniversario, e uma língua de sogra que era soprada a intervalos regulares, esta parecia ter mais graça do que Snape parecia perceber, Minerva estava do lado de Dumbledore, mas um olho ainda continuava em Snape e na cadeira vazia do outro lado dele. Depois de quinze minutos de torturas na mesa principal, Dumbledore chamou a atenção de todos.

- É chegada a hora de cantarmos e celebrarmos mais um ano de vida do homem mais corajoso que conheci. – disse o ex-diretor – Todos de pé, por gentileza. Isso inclui você, Severus – chamou o homem venho, quando viu o mestre de poções se encolher em sua cadeira.

Samantha escorregou rapidamente para a cadeira ao lado de Snape, um sorriso vitorioso estampado no rosto. Os alunos estavam para começar a cantar, quando Dumbledore com visível prazer, disse audivelmente:

- Chegou o seu presente, Severus.

Snape virou, apenas a tempo de ver Hermione em um vestido vermelho sangue com corte refinado andando em direção a ele, o cabelo preso, deixando a pele macia do pescoço nua. Ela se aproximou da mesa principal, Snape foi cumprimentá-la, e não pôde fazer nada por si mesmo, quando os lábios dela roçaram os seus rapidamente.

- Feliz Aniversário, Severus! – falou sorrindo, voltando-se em seguida para Samantha que parecia desgostosa – Obrigada por guardar meu lugar, Samantha, mas a dona de direto dele acabou de chegar, se você me der licença.

Samantha levantou-se o mais dignamente que conseguiu fazendo alguns alunos soltarem risinhos. Snape conjurou outra cadeira, muito mais confortável que as outras, para Hermione, e de repente o fato do salão principal está cantando para ele não pareceu importar, muito menos as ameaças veladas de Minerva, ou o estranho senso de humor de Dumbledore, as coisas pareciam apenas certas.

Foi um jantar agradável regrado com muito vinho, apesar do barulho do Salão Principal, Snape não parecia se importar, se Hermione estava ali, era porque não estava mais chateada com a situação. Eles não tiveram tempo para conversar, porque assim que as sobremesas foram servidas, Minerva arrumou um jeito para sentar ao lado de Hermione, tirando Snape da cadeira de diretor. Depois de vinte minutos muito divertidos enquanto Hermione dizia o quanto Snape era romântico, e agradável, e um lord com ela, Minerva pareceu satisfeita. Hermione pediu licença, indo em direção ao mestre de poções.

- Desculpe, Albus – disse ela, pousando a mão sobre o ombro do mestre de poções – Posso roubar Severus por um momento.

- Sem problemas, querida.

Hermione puxou para o lado mais distante da mesa, Samantha estava sentada muito próxima a ele, mas aquilo não parece importar à Hermione.

- Obrigada – disse ele, sem conseguir dizer o que aquele gesto significou.

- Onde mais eu estaria? – falou sorrindo, sua mão no rosto dele. Ao mesmo tempo em que Samantha se aproximava para escutar a conversa.

- Você percebe que ao aparecer com este vestido vermelho você está me afrontando? – brincou.

- Oh, querido – disse ela alto o suficiente para Samantha escutar – Isso tudo é apenas um disfarce, o seu presente é a renda verde sonserina da minha lingerie.

Snape engasgou, seu corpo respondendo automaticamente à visão de uma Hermione vestido apenas renda verde e salto alto.

- Cuidado com que você fala, Hermione. Não brinque assim... – perguntou maliciosamente.

- Quem está brincando? – disse ela – Vamos, estou ansiosa para você desembrulhar seu presente.

- Tenho certeza que irei apreciá-lo.

Ambos se dirigiram para os outros professores da mesa, despedindo-se de todos antes de saírem andando lado a lado pela porta principal. Snape com sua capa completamente fechada diante de si, escondendo a ereção que Hermione conseguiu provocar, apenas com suas palavras. Ao chegar ao ponto de aparatação ele a abraçou, o reconhecimento da presença da ereção dele à fez gemer. Apareceram no apartamento de Hermione, velas estavam espalhadas pelo chão, uma música suave tocava no ambiente, o ar transpirava luxúria.

- Está tentando me seduzir, Hermione? – perguntou, traçando com a mão linhas em sua costa.

- Você quer que eu te seduza? – perguntou arqueando a sobrancelha em divertimento. – Tenho algo para você, na verdade duas coisas.

Hermione se desvencilhou de Snape indo ao quarto, voltando de lá com uma caixa em suas mãos.

- Não precisava, Hermione.

- Vamos, abra logo. – disse ela sorrindo.

Quando Snape abriu o pacote não conseguiu deixar de sorrir quando viu um bonito porta de retrato de prata com uma foto dele e de Hermione dançando na virada do ano, e logo em seguida as figuras paravam e davam um beijo aparentemente apaixonado. Sobre a moldura, havia palavras riscadas de maneira floreada que diziam "Feliz Aniversário, Severus Snape - Ass: Falsa Namorada.".

- Obrigada, Hermione. – disse ele colocando o retrato sobre a mesinha – Foi um presente excelente.

- Mas isso não é tudo – disse fazendo-o se sentar no sofá, sentando em cima dele, uma perna de cada lado do corpo firme de Snape – Temos que comemorar.

Hermione fez aparecer uma garrafa de Wisk Fogo em sua mão.

- Ainda tentando me embebedar, Srta Granger? – perguntou ele divertido.

- Quem disse que é para você – disse ela virando a garrafa, sorvendo um pouco do líquido âmbar – Mas como hoje é seu aniversário, posso abrir uma exceção...

Snape pegou a garrafa em sua mão, virando-a e provando do liquido quente.

- Acredito que não precisamos de mais estimulação – disse colocando a garrafa de lado, suas mãos na cintura de Hermione.

- Você acha? – disse ela rebolando sobre ele.

- Por que isso, Hermione?

- Quero apenas está com você – disse ela beijando a lateral do pescoço dele – Daqui a alguns dias nosso acordo termina, e depois não quero ficar imaginando como seria sentir você dentro de mim.

- Hermione, sobre o acordo...

- Considere isso um presente de despedidas...

- Então, faremos as coisas do meu jeito. – disse ele, fazendo-a para. Levantando Hermione nos braços e indo em direção ao quarto.

Ele a colocou no chão de pé de frente para a cama, o corpo dela pressionado contra o seu, quando Snape a rodeou se posicionando nas costas de Hermione, suas mãos subiram pelos ombros nus, ele massageou aquele lugar por alguns instantes, sua mão afastando o cabelo dela delicadamente para o lado.

- Apenas relaxe, Hermione – sussurrou, a voz rouca de excitação.

- Se eu relaxar um pouco mais – disse ela com os olhos fechados, sorrindo – Irei dormir.

- Acredite em mim – disse ele, seus lábios tocando a orelha dela, causando arrepios – Enquanto você estiver em minhas mãos dormir será a última coisa que passara pelo seu pensamento.

Snape achou o zíper do vestido, puxando-o para baixo devagar, cada centímetro de pele exposta era tocada com leves movimentos pelos dedos compridos de Snape. Ele espalmou as mãos por dentro do vestido, sentindo a pele aquecida, quase a sentindo formigar.

- Essa noite será sobre o seu prazer – disse ele, quando suas mãos levaram o tecido cada vez mais longe de Hermione, Snape à virou, encarando os olhos castanhos que pareciam derretê-lo. – Quero que a cada segundo, você saiba que eu estou te dando o prazer borbulhante que te fará gritar... – Hermione ofegou - ...que fará você implorar por mais.

Snape soltou o vestido, que instantaneamente ganhou o chão, deixando Hermione apenas com a prometida lingerie verde sobre a pele branca, assim como os saltos finos, da maneira que ele imaginara que seria, apenas mil vezes melhor por ser real e palpável. Snape traçou uma linha imaginária sobre o busto dela, fazendo a pele corar sobre seu toque, no final das contas poderia ser verdade que os grifinórios tinham fogo em suas veias, esse pensamento fez Snape sorrir.

Hermione trabalhou rapidamente na blusa de Snape, os botões praticamente cedendo tamanha a vontade de sentir a pele dele sobre a sua. Snape a deixou trabalhar, enquanto suas mãos acariciavam a costa esguia de Hermione, sua cintura, ou ainda, se perdiam pelos cachos castanhos. Quando Hermione conseguiu abrir o ultimo botão, Snape capturou os lábios dela entre os seus, enquanto tratava de se livrar da blusa, trouxe-a para si a renda do sutiã pressionada em seu peito.

Logo estavam na cama, Snape sobre Hermione, beijos ardentes trocados, e tudo transpirava à luxúria, a luz tênue, a música que a ainda podia ser escutada da sala, o toque, os pequenos gemidos incontidos, o sabor... Snape abriu o fecho frontal do sutiã, suas mãos reverentes quando tocaram os seios médios e redondos. Ele estremeceu ao sentir a excitação que ela estava através da turgidez dos mamilos. Não podendo conter-se Snape baixou os lábios, provando, acariciando, fazendo-a gemer, os dedos enterrados em seu cabelo quando ele soprou sobre os mamilos úmidos.

- Severus... - gemeu.

Snape enterrou o rosto no ombro de Hermione, sua língua dançando sobre a pele aquecida, quando mordiscou a orelha dela, sua língua pacientemente brincando com o lóbulo.

- Paciência, querida...

Ele se ergueu em seus braços, seus olhos fixos nos dela, quando a mão audaz acariciou a perna de Hermione, fazendo-a arrepiar, seus dedos por vontade própria, brincando com a pele da parte interna da coxa. Hermione relaxou ainda mais, suas pernas inconscientemente se abriram, Snape aceitou aquele presente de bom grado, um único dedo escorregou sobre o tecido da lingerie verde que estava úmido sobre seu toque.

- Tão quente... – resfolegou.

Hermione se contorceu, o quadril deliberadamente para frente, em busca de mais contato.

- Acredito, que devemos tirar este último empecilho – disse ele, tentando recuperar o próprio fôlego.

Snape colocou cada mão de um lado do quadril de Hermione, engatando um único dedo na lateral da calcinha, enquanto a puxava para baixo em direção aos pés da morena, durante todo o caminho aproveitando para acariciá-la. Snape pegou um dos pés de Hermione, beijando-o, fazendo um caminho de beijos ascendentes que culminavam no ventre dela. Um único dedo passou por entre os poucos pelos castanhos bem aparados, fazendo-a gemer em antecipação.

Ele inclinou-se sobre ela, beijando-a languidamente, enquanto seu dedo se insinuava levemente entre os lábios úmidos. Hermione gemeu na boca de Snape, quando ele finalmente introduziu um pouco mais o dedo, abrindo os lábios dela, esfregando por todos os cantos, sem contato tocar no clitóris. Ela se contorcia tentando fazê-lo tocar seu ponto mais sensível, a colcha de cama começava a perder a batalha de permanecer bem arrumada.

- Ainda não, querida.

Ele escorregou um longo dedo para dentro dela, fazendo-a ofegar, não fez nenhum movimento, aproveitando a sensação que era Hermione Granger apertar ao redor dele, seu membro ficando ainda mais pulsante pelo reconhecimento do calor do corpo da mulher. Uma fina cama de suor se instalando sobre a pele deles, Snape voltou a beijar o seio de Hermione, sugando-o, o quadril dela pressionava contra a mão dele, atendendo ao pedido silencioso, Snape movimento o dedo ao mesmo tempo em que mordiscava o mamilo de Hermione, os movimentos ritmados alimentavam o desejo que ela estava sentindo, o calor que outrora estava apenas no ventre de Hermione pareceu se disseminar de maneira alarmente.

Ele a beijou, sua língua na boca dela imitando os movimentos do seu dedo, longo um outro se junto-o ao primeiro, e o gemido rouco que ela fez provavelmente seria um som que ficaria marcado em sua mente durante muito tempo. Ele estava tão duro, que a calça tornou-se extremamente pequena e incomoda.

- Severus, por favor... – ela implorou pela libertação.

Ele pressionou o corpo contra o dela, sua língua enfiada na orelha de Hermione, enlouquecendo, o ritmo foi acelerado com ele os gemidos dela.

- Abra os olhos – ele pediu rouco – Abra os olhos.

Com grande dificuldade ela obedeceu, focar em algo que não fora em seu prazer borbulhante se tornou extremamente difícil naquele momento. Com um pequeno sorriso, ele completou.

- Goze para mim, Hermione – seus polegar finalmente massageando o feixe de nervos dela.

A mente de Hermione quebrou em milhares de luzes, o nome dele entre gemidos mais parecia uma oração, enquanto estava perdida em seu próprio prazer, os poucos segundos que pareciam durar uma eternidade, um grito de luxúria de libertação, tão profundo que quase fez Snape terminar em suas causas como um setimanista sem experiência. O rubor se espalhou sobre o corpo dela, os tremores, não consegui manter os olhos abertos por mais de um segundo, tempo suficiente para Snape ver o prazer lavar sobre ela. Hermione tornou consciente de todo o seu corpo, como nunca antes estira. Suspirando profundamente, foram só alguns segundo depois que conseguiu focalizar em Snape, que ainda tinha os dedos dentro de si, aproveitando as sensações da quebra de Hermione sobre ele.

Não segura sobre o que poderia dizer, Hermione apenas o beijou, um agradecimento silencioso, que foi rapidamente aceito. Hermione puxou a mão de Snape, fazendo os dedos dele escorregarem de dentro de si, a pele sensível sendo novamente agitada. Ele a olhou interrogativo, quando Hermione trouxe os dois dedos que estavam nela para os lábios macios, sugando a própria essência, e nada no mundo poderia parecer mais sexy para ele. Ela sorriu maliciosamente, quando girou o corpo ficando sobre ele, a umidade do seu orgasmo sendo sentida pela pele pálida da barriga de Snape.

- Tenho planos para você – disse ela rindo, a mão brincando com o caminho de pelos – E eles não incluem toda essa roupa. – falou como se apenas considerasse aquilo como uma questão acadêmica - Temos que resolver esse problema.

Hermione se apoiou sobre os joelhos, sua mão brincando rapidamente com o membro de Snape por sobre a calça. Retirou o cinto, fazendo-o estalar em sua mão.

- Acredito que este terá que esperar para outro momento – falou despreocupadamente, como se não percebesse o efeito de suas palavras sobre Snape.

Desabotoou a calça negra, o zíper foi aberto tão lentamente, e Hermione possuía um olhar tão cheio de luxúria e desejo dele, que Snape pensou se não estaria condenado ao resto da vida a ter aquela imagem em sua mente quando tivesse um orgasmo. Ela puxou vagarosamente a calça, olhando para as pernas fortes tão conhecidas. Assim que se livrou daquela roupa, ficou de joelhos, cada uma de suas mãos apoiadas sobre a perna de Snape, seu rosto pairando sobre a cueca preta. Ela beijou a extensão do pênis de Snape, sentindo o calor emanar através do tecido fino, o gemido que ele soltou, agindo como um estimulante para suas ministrações.

- Não preciso de mais estímulos, Hermione – disse ele, já fazia muito tempo que esteve com uma mulher, ainda mais com uma mulher que parecia querê-lo tanto – Acredite, ver você ter um orgasmo já foram preliminares mais que suficientes.

Ela soltou um muxoxo.

- Você não pode me negar esse prazer – o dedo insinuando pela borda da cueca, tocando um pouco de pele sensível – Pode?

- Oh, merda – disse ele, o queixo apontando para o teto, sua respiração descompassada, quando Hermione puxou a cueca de uma só vez até o meio de suas coxas.

O membro de Snape despontou soberado, Hermione sorriu, seus olhos brilhando quando curvou sua cabeça perto da ponta do pênis de Snape.

- Olhe, Severus... – disse com delicadeza, o hálito quente vibrando sobre a pele sensível de Snape – Você quer que eu pare, realmente?

Snape não conseguiu responder, se controlando para não gozar apenas com o ar quente dela lhe acariciando a pele. Hermione decidindo por ele, se inclinou para o lado beijando a junção da coxa de Snape, lambendo a pele quente. Os dedos correram por entre os pelos, assim como ele fez com ela, parando na base do pênis, apenas para pressionar a veia mais grossa pulsante, a outra mão acariciando o escroto.

Hermione segurou o membro com as mãos, em um ritmo cadenciado subiu e desceu por toda a extensão considerável do pênis de Snape, enquanto o mestre de poções não fazia nada além de gemer, seu próprio quadril acompanhando o ritmo de Hermione. Ela beijou a ponta do membro de Snape, se deliciando com o gosto dele, porém antes que ela pudesse aprofundar suas atenções Snape a parou.

- Sinto muito, querida – disse puxando-a, seu corpo girando sobre o dela, um feitiço silencioso o livrando da cueca – Mas meu pau não entrara em nenhum outro lugar, antes dele ter o prazer de preencher sua boceta.

Hermione sentiu o estômago afundar em prazer, apenas por aquela afirmação. Snape a beijou, sua língua tão dura e implacável como o membro que se encostava à perna de Hermione. Sua boca vagueava pelo rosto de Hermione, suas mãos enterradas nos cachos selvagens.

- Me leve para dentro de você, Hermione – disse ele, olhando-a fixamente, seus olhos profundos sobre os dela.

Ela levou as mãos delicadas pelo corpo de Snape, circundou o membro que parecia saltar sobre sua mão, o desejo dele à fez gemer mais profundamente, posicionou o pênis de Snape em sua entrada, suas mãos voltando para arranjar a pele pálida das costas (aquilo deixaria marcas).

- Venha para mim – disse ela, puxando-o, seus joelhos se posicionando ao lado dele, abrindo-se sem reservas para ser a mulher de Severus Snape, mesmo que fosse por apena uma noite.

Snape entrou vagarosamente, sentindo cada centímetro de Hermione ceder para a entrada dele, a pele se estender e se acomodar ao redor, ele não imaginou que fosse encaixar da maneira como estava, as sensações de calor e umidade quase o levaram sobre a borda.

- Oh, porra – ofegou entre gemidas – Tão quente... porra, Hermione.

Ela estava deliciada pela entrega de Snape, não poderia fazer nada além de juntar seus gemidos aos dele, seu corpo inteiro formigando consciente da presença potente dele dentro de si. Ele se movimentou apenas um centímetro, ambos sugando o ar fortemente, havia muito mais lá do que sexo, era o poder de dois grandes bruxos se fundindo, tornando-se um.

Reunindo um pouco do seu autocontrole, Snape arremeteu contra Hermione, o ritmo cadenciado, que aumentou junto com seu desejo, o corpo de ambos salpicados de gostas de suor, o cheiro de sexo dominou o quarto.

- Severus, mais... – disse sem conseguir articular.

Snape aumentou o ritmo atendendo ao pedido de Hermione, aumentando o prazer para si próprio. As paredes dela estavam tão apertadas sobre ele que pareciam querer tragá-lo. Ela gemia em abandono, pedindo por mais, pedindo por ele. Snape ergueu um lado da perna dela, ganhando mais acesso, seu membro roçando perto do cérvix.

- Por favor...

Com a sensação de que ele poderia passar a vida possuindo Hermione em contrapartida ao fato de que ele não duraria mais um minuto, Snape continuou bombeando para dentro de Hermione, seu próprio rosto se contorcendo em prazer, ele mordiscou o seio, sua mão substituindo sua boca, esta última subindo para beijar Hermione, sugando a pele do pescoço, deixando sua marca. O golpe de misericórdia veio quando ele pressionou o clitóris dela, Hermione foi assaltada por tantos lados que ela não saberia o que desencadeou o seu orgasmo, mas era fato que o responsável por isso não era ninguém menos que seu antigo professor.

Ela gritou o nome dele, sua boca mordendo o ombro de Snape para tentar em vão extravasar todo o prazer que sentia. Snape não durou muito além disso, a voz rouca e sexy chamando por ela, enquanto seu membro se enfiava ainda mais fundo em uma última arremetida, derramando-se dentro de Hermione.

Assim que conseguiu respirar e ter algum controle sobre seu corpo, Snape se curvou dando um beijo carinhoso em Hermione retirou o peso de cima de Hermione, deitou de lado olhando-a atentamente, seus corpos se recuperando da perda de contato.

- Você sabe – disse carinhoso, seu dedo brincando com os cílios dela, passando pela bochecha – Este vai ser um aniversário memorável.

- E ainda nem acabamos de comemorar. – disse ela sorrindo.

Snape puxou Hermione para si, a cabeça dela sobre seu peito, já era tarde e eles teriam todo o tempo do mundo se dependesse dele.


COMENTS, PLEASE?