E assim ela foi embora.
Da mesma forma inesperada com que apareceu, ela se foi. E Harry ficou imaginando se tudo aquilo que parecia ter se passado enquanto ela estivera ali tinha, de fato, acontecido. Aquela jovem, aparentemente sem maldade alguma, tinha mesmo lhe perguntado se podia ensinar-lhe a fazer amor? E ele, de fato, tinha realmente dito que não?
No que, em nome de Deus, ele estava pensando?
E ele continuou se fazendo esta mesma pergunta quando Ambrosia entrou todo alvoroçado no escritório, com o rosto fino cheio de interrogação. Mas tudo o que o secretário disse foi:
- Tudo certo, ela e a criada já se foram. Não é mal pessoa, a tal Violet. Mas você exagerou um pouco. Praticamente a transformou numa maldita anarquista com toda aquela arenga sobre dar poder ao povo.
Harry continuou parado no mesmo lugar onde estava, desde que Hermione deixara a sala. Ele tinha assistido a garota atravessar a rua e entrar em sua elegante carruagem, uma despretensiosa engenhoca, com um conjunto de cavalos cinza com um aspecto bastante saudável puxando-a. E, enquanto a carruagem se afastava, ele continuou olhando no lugar onde ela estava.
Agora, mesmo depois da carruagem ter perdido, ele ainda conseguia sentir a presença dela na sala. Não que ele pudesse sentir o cheiro dela, como acontecia com Cho, sempre que ela saia de algum lugar, deixando atrás de si o enjoativo cheiro de seu perfume com cheiro de rosas. E também não havia nenhum denunciador vestígio de plumas flutuando por ali. Só uma leve sugestão... algo não exatamente igual ao que havia ali antes que ela chegasse, como ondulações na superfície da água quando se atira nela uma pedra.
Esse sentimento de que uma mulher que tivesse deixado um ambiente ainda estivesse lá não era algo devidamente definido.
- Então - Ambrosia disse, enquanto se jogava no sofá de couro e pegava um charuto no bolso de seu colete. - O que ela queria, afinal?
Harry sacudiu a cabeça.
- Você não acreditaria, se eu te dissesse.
- Ela não te pediu que atirasse em alguém, pediu?
- Certamente que não. Ela é completamente contrário à qualquer tipo de violência, principalmente as que envolvem pistolas.
- Oh, muito ruim! - depois de ter lambido cuidadosamente o cigarro, Ambrosia colocou o na boca e o acendeu - Bem, parece que devo uma libra a Snake- Weasel soltou uma baforada do charuto - Apostei que ela veio aqui por causa disso.O que ela queria, afinal? E você consegui tirar dela alguma coisa sobre o que ela poderia ter visto na outra noite.
- Na realidade, - Harry disse, pensativamente - Ela disse ter visto Cho numa situação altamente comprometedora com um cavalheiro que não era eu.
- E ela disse algum nome para você? - Ambrosia disse, entusiasmado.
- Ela disse que sabe.
- Então... - Ambrosia disse, lentamente. Para um estranho, isso poderia ter soado como se ele estivesse conversando com alguém completamente retardada, mas isso não era um termo a ser aplicado, quando Harry Potter estava envolvido. Ambrosia estava falando devagar porque tinha aprendido, através dos anos, que o melhor era ter bastante cuidado com as palavras quando Dead Eye estava com aquele humor, que parecia ter tomado conta dele nesse momento - Quem era?
- Ela não me disse. - Harry observou que a hora do chá estava se aproximando, ao ver que o fluxo de pedestres na Bond Street se dirigia a locais onde se podia comer.
- Ela não quis lhe dizer? - Ambrosia encarou o amigo, incredulamente - Por que diabos não disse?
- Ela disse que não quer que eu mate o sujeito - Harry disse - por uma razão: Ela não quer uma morte em sua consciência.
- Então, o que diabos ela veio fazer aqui?
- Ela disse que estava disposta a testemunhar - disse Harry - caso eu cancele o meu casamento e Cho queira me processar, que viu que ela estava com alguém, Uma pessoa que ela não conseguiu reconhecer, mas que com certeza não era eu.
Ambrosia tirou o cigarro da boca e assobiou, baixo e longamente.
- Cho deve ter feito algo realmente ruim à ela, para deixá-la com tanta raiva.
- De jeito nenhum - Harry disse, suavemente - A jovem dama nada tem - posso lhe dizer - contra Cho. Ela só está disposta a testemunhar em troca de uma recompensa.
Quase conseguiu ouvir o queixo de Weasel caindo.
- Quanto ela quer?
- Oh, não é dinheiro que ela quer, Ambrosia.
- O que, então?
- Ela quer a mim - Harry disse, ainda sem saber se acreditava completamente nisso - para lhe ensinar a fazer amor.
Ambrosia começou a tossir incontrolavelmente. Teve de tirar o charuto da boca, mas nem assim conseguiu falar, só melhorando depois que Harry lhe deu um copo de whisky e água.
Ele agradeceu, engolindo o seu conteúdo em um único e rápido gole. Em alguns instantes, foi capaz de perguntar:
- Você está falando sério, Dead? A garotinha que estava aqui? A que estava usando luvas? Ela quer que você...
- Aparentemente - Harry disse pensando que, talvez, um whisky também fosse o ajudar, de alguma forma. Então bebeu uma dose e viu que aquilo não o ajudava muito. Sua mente continuava um turbilhão. Depois que Hermione Granger fizera sua extraordinária exigência, estava achando imensamente difícil pensar direito.
O que ele havia dito? Ele estava encontrando dificuldades pra pensar desde o momento que ela entrou na sala. Ainda assim, não havia como negar que aquela profusão de palavras - O que eu preciso é que o senhor me ensine como fazer amor - o tinham atirado em um redemoinho de confusão.
Não é que ele nunca tivesse enfrentado exigências semelhantes, mas Hermione Granger foi a única que usara as palavras "ensine-me..." Naturalmente, havia também o fato de que ela havia deixado claro - não de início, mas assim que percebeu a conclusão que ele chegara - que ela não queria de fato fazer amor com ele. Não, aparentemente, ela queria que ele apenas a ensinasse como fazer. Aquela era a primeira - ao menos em sua experiência com mulheres.
Não é que todas as mulheres se sentissem atraídas por ele - somente homens com aparência iguais ao do marquês de Winchilsea tinham essa sorte. Mas embora ele não fosse bonito como outros iguais a ele, havia alguma coisa em Harry Potter que chamava a atenção das mulheres - o que era uma sorte, porque ele sempre gostara de mulheres, isto é, até Cho Chang.
- Não pode ser - Ambrosia disse, repentinamente, interrompendo as conjecturas de Harry - Não faz o tipo dela - Harry piscou para o amigo.
- Desculpe?
- Que Lady Hermione não é desse tipo - Ambrosia disse novamente - Quero dizer, eu posso não conhecer muitos, mas eu sei quando vejo um. Ela é, como costumávamos chamar no Dials, mulher de um homem só. Se lembra?
- Lembro vagamente que havia mulheres pertencentes a essa categoria quando eu era eu cheguei à conclusão de que a fidelidade já tenha perdido sua atração ultimamente.
- Não é o caso dela - Ambrosia insistiu - Ela é especial!
Especial. Harry sorriu. Lady Hermione Granger era especial, afinal. Lembrou sua última observação sobre ir procurar o príncipe de Gales. Estava querendo só ser sarcástica, obviamente sem perceber que ninguém podia considerar ofensivo algo dito por aquela boca de desenho tão suave. Ela deveria, pensou consigo mesmo, ter problemas para disciplinar criados, visto que nenhum deles deveria se sentir intimidado por ela.
Completamente diferente da sua noiva, que conseguia - e, ocasionalmente, fazia -, assustar sua empregada com um simples olhar.
- E Cho? - Harry perguntou ao seu secretário, apenas para escutar o que ele tinha dizer - Como ela é?
- Você sabe muito bem qual é o tipo de Cho - Ambrosia disse, com um grunhido.
Bem, isso era uma verdade. Ele sabia perfeitamente bem onde estava se metendo ao se envolver com Cho, ou pelo menos era assim que ele pensava. Aos trinta anos, que completara poucos meses atrás, pareceu-lhe extremamente lógico que começasse a pensar em se casar e ter herdeiros. O problema, é claro, começaram a surgir quando ele iniciou sua busca por uma noiva apropriada.
Já que Harry Potter era antes de tudo um grande homem de negócios, era essencial que encontrasse uma noiva que, não somente fosse uma ótima esposa e mãe perfeita, como também uma anfitriã adequada, alguém quem pudesse participar de conversas amenas e fosse simpática com as esposas de homens ricos que ele frequentemente recebia. Essa pessoa teria de pertencer à mesma classe social que tais mulheres, do contrário a menosprezariam, além de falarem mal dela pelas costas, como Harry sabia que as mulheres costumavam fazer.
Dessa forma, ele rejeitava, absolutamente, qualquer candidata de sua antiga vizinhança. Nem poderia, ele logo descobriu, suportas aquelas senhoritas núbeis que ele encontrava nos diversos eventos sociais que frequentava, pois sua conversa infantil que davam dor de cabeça, e o sorriso afetado de suas mães, claramente interessados não nele, mas em meter as mãos em sua carteira, lhe causavam um grande mal-estar.
Mas achou que finalmente havia encontrado em Lady Cho Chang - linda, confiante e eloqüente- uma parceira. Ela vinha de uma família com títulos já antigos e importantes conexões sociais, porém, sem dinheiro. Enquanto ele, que tinha muito dinheiro, mas não tinha nenhum título e quase nenhuma conexão sociais importante. Eram, pensava ele, um par perfeito, ainda mais atraentes pelo fato de Cho não se perturbar com a sufocante moralidade que tornava as outras jovens da idade dela tão pouco atraentes para ele. Desde o primeiro momento que tinham se conhecido, ela sempre esteve disposta a levantar a saia e jogar uma perna em volta dela, um costume completamente atraente em uma pessoas cuja qual ele pretendia passar o resto de sua vida.
Muito tarde, ele começou a perceber, que esse hábito de Cho não era, necessariamente, reservado somente para sua apreciação.
Também muito tarde, ele percebeu a razão pela qual Cho sentia que podia ficar impune com esse tipo de comportamento. Ele soube disso certa noite, ao chegar inesperadamente à casa dela, entrar em seu quarto, sem ser anunciado, e ouviu uma conversa da moça com a mãe:
" Se Potter é tão genial como dizem, por que eu o vi usando um talher de peixe para passar manteiga em um pãozinho ontem à noite?"
E um homem que cometera um crime tão abominável, como o que ela descrevera , provavelmente não ia suspeitar que uma dama tão refinada como ela fosse capaz de se entregar a relações amorosas indecorosas.
Como ela estava errada! E como ele ansiava provar isso pra ela!
Mesmo assim, seu noivado com a filha do duque de Childes rendera inquestionáveis benefícios, no minimo um endosso do Príncipe de Gales. Não que Harry achasse que não conseguiria isso com seus próprios méritos, mas sua relação com Cho, cujo pai fora o conselheiro do príncipe durante um longo tempo, facilitara as coisas.
E, é claro, havia o fato que o próprio pai estava nas nuvens com a perspectiva de que tivesse netos de sangue azul. Sem dúvidas, ter quaisquer netos deixariam James Potter deliciado, mas, dada sua obsessão com linhagem, o fato de que seu filho pudesse produzir um herdeiro com uma descendente de um duque, estava deixando James mais excitado do que qualquer máquina voadora ou poção invisível já o tinham deixado.
Mas o benefícios, isso Harry já havia descoberto, não eram tão bons quanto as desvantagens de estar casado com Lady Cho.
- Então... - Abrosia disse, dobrando suas mãos atrás da cabeça. - Quando será a primeira lição?
Harry observou as solas dos sapatos que seu secretário apoiara na mesa de centro em frente ao sofá em que ele havia se sentado.
- Não haverá lição alguma - ele disse, sucintamente - E tire seus pés daí. Essa madeira...
Mas Ambrosia já se endireitara no sofá pondo os pésvã onde estava, deixando seus pés caírem ao chão.
- Não terá nenhuma... Dead, você a dispensou?
- Mas é claro que eu a dispensei! - ele se virou, em direção à janela - Pelo o que você me toma?
- Por um tolo extremo! - Ambrosia respondeu, prontamente.
- Não - Harry disse, continuava encarando o tráfego indo e vindo em frente aos escritórios - Não sou um tolo. Tolice seria aceitar a oferta dela e depois descobrir-se mergulhado cada vez mais fundo naqueles olhos translúcidos. Depois que um homem penetra em olhos como aqueles, sair não é fácil.
- Sim, um tolo! - Ambrosia levantou-se e começou a andar de um lado para o outro em frente ao sofá de onde ele estivera. - No que você estava pensando? Lady Hermione Grnager, com suas pequenas e brancas luvas e sua sombrinha poderia, perfeitamente, ser uma testemunha ocular na sua ação contra Cho!
- Estou ciente disso - Harry disse, rudemente.
- Então por que você a dispensou? - Ambrosia estava praticamente gritando.
- Eu pensei que isso estivesse bem óbvio - Harry começou, enquanto deslizava suas mãos pra dentro dos bolsos de sua calça mas parado no mesmo lugar, com os ombros meio levantados- Você a viu.
- Maldito seja! É Claro que eu a vi! - Ambrosia disse - Eu te disse que ela é uma pessoa especial!
- Ela tambem é - Harry começou - O tipo de garota que está sempre com uma dama de companhia. Vai se casar com aquele idiota do Ron Wesley, porque, aparentemente, ele salvou a vida do irmão dela, ou algo assim. É muito jovem. E não quero dizer só de idade.
Compreensão clareou as faces de Ambrosia, que encarou Harry, boquiaberto.
- Ela é virgem?
- Bem, é claro que ela é virgem! - Harry lhe enviou um olhar de pura irritação - O que você acha?
- Eu te direi o que eu acho - Ambrosia respondeu prontamente - Você está com medo.
Harry levantou a sobrancelha com a cicatriz. Geralmente, esse gesto tinha um efeito de silenciar toda e qualquer conversa que estava acontecendo. Infelizmente, aquilo nunca surtia tal efeito em Ambrosia.
- E não venha usar o truque da sobrancelha comigo! - Ambrosia disse, impetuosamente - Admita! Você está assustado porque nunca teve uma antes. Uma virgem, quero dizer.
- Pelo amor de Deus, Ambrosia - Harry disse, revirando os olhos - Ela realmente não quer que eu lhe mostre fisicamente como fazer... você sabe. Ela disse que só quer quer eu lhe diga como se faz... - Foi interrompido pela explosiva gargalhada de Ambrosia. - Não é engraçado - Harry respondeu, com uma carranca.
- Oh! - Gritou Ambrosia, apertando o estômago - mas é claro que é, parceiro! Claro que é! Você pode acertar num rato a cinquenta passos, mas não tem a mais pálida ideia de como é uma mulher, não é?
Desapontado, mas também vendo alguma graça na situação, Harry esperou até que seu secretário voltasse ao normal antes de perguntar:
- Bem, se isso é verdade, por que eu sou conhecido como o Lothário de Londres enquanto só o chamam de Ambrosia?
Ambrosia limpou as lágrimas de risada das extremidades dos olhos e disse.
- Na minha opinião, seu sucesso com o sexo oposto sempre foi muito superestimado.
- Oh, você acha? - Harry disse - Bem, eu nunca tinha ouvido falar de virgens que se atiravam em você, pedindo para educá-las por entre os caminhos do amor.
Ambrosia bufou e respondeu.
- Eu não tenho tempo para correr atrás de cada beldade que passa pelo meu caminho. Eu ficou muito ocupado tomando conta de suas correspondências e tocando seu maldito negócio.
- É isso que você faz durante o dia inteiro? - Harry inquiriu, mais brando - Eu sempre imaginei que você estivesse, geralmente, nas mesas de jogos, perdendo meu suado dinheiro em apostas.
- Não tente mudar de assunto! - Ambrosia resmungou, tentando, claramente, desviar o assunto - Você tinha um alvo perfeito em Cho, Dead, mas se retraiu.
- Por enquanto - Harry disse, calmamente - Mas isso não quer dizer que eu tenha guardado minhas armas.
- Mas Lady Hermione, Dead - Ambrosia insistiu - Você não poderia pedir uma testemunha mais digna de crédito!
- Talvez não - ele disse - Mas eu não quero metê-la nisso. É um negócio sujo, e isso não é lugar para garotas como Hermione Granger - Tentando bloquear a lembrança de seus olhos acusativos, ele arrumou os ombros e disse, em tom confidencial - Nós vamos pegar Cho em seu devido tempo. Guarde minhas palavras.
Ambrosia o encarou, irritado.
- Eu, sinceramente, espero que sim. É a minha noite de segui-la e eu devo lhe dizer, Dead, eu estou começando a ficar cansado de espreitá-la, esperando pegá-la com o tal sujeito. Por que você, simplesmente, não dá um fim nesse casamento, presenteie-a com uma pilha de dinheiro e acaba logo com isso? Se você pagar-lhe o suficiente, tenho certeza de que ela não irá lhe delatar para os advogados.
Harry estava começando a ficar cansado de explicar a razão de cada ação sua, ou inação, como estava acontecendo.
- O princípio da coisa, Ambrosia! Por que eu deveria pagá-la por ter postos chifre em mim?
- Cristo, Dead! Você tem dado à ela uma pequena fortuna para ela comprar o enxoval! Por que não dar mais uns poucos milhares?
Harry balançou a cabeça.
- Você não entende. O enxoval, o anel... Tudo isso está no contrato e ela não poderá ficar com nada disso se o casamento for cancelado, que é o que irá acontecer - sua expressão endurecia lentamente - Você me acusou de não saber nada dos encantos femininos. Isso pode até ser verdade, mas eu sei muito sobre os encantos que seduzem Cho Chang. Ela pensa que só porque eu cresci no Dials, só porque eu adquiri minha fortuna recentemente, só porque eu a ganhei em vez de herdá-la, que sou um tolo. Ela pensa que só porque eu nasci e cresci sendo pobre, ela pode brincar comigo como faz com aquela harpa que toca, prolongando as partituras, arrancando algumas cordas... Bem, eu vou provar que ela está errada, e vou fazer isso assim que tiver uma prova melhor do que um estranho sem rosto que meus homens podem ter vistou ou não saindo de sua casa no fim da noite.
- Eles o viram! - Ambrosia disse, apontando um dedo para ele - Eu lhe digo que eles o viram! É culpa deles se o sujeito é tão escorregadio como um gato! É como se fosse um fantasma, ou algo do tipo - o secretário soltou uma risada. - É uma pena que ele não esteja trabalhando para nós, hein, Dead? Pense! Voltando no tempo em que estávamos num negócio bem diferente, se você entende o que eu digo... Nunca teríamos sido pegos se o rapaz de Cho Chang estivesse do nosso lado! Já pensou nele trabalhando para um de nossos concorrentes?
Harry não devolveu o sorriso.
- Nossos concorrentes - ele disse, severamente - são os americanos, está lembrado? Uma companhia chamada Colt. Nós estamos do lado certo da lei agora, meu amigo - Ele voltou a se virar na direção da janela - E quanto ao amante de Cho ser um fantasma, - prosseguiu, sua voz não era nada, senão um murmúrio descontente - nós sabemos que não é verdade, pois Hermione Granger o viu.
Nota: Ainda tem alguém ai ? Mil desculpas pela demora, mas to em plena época de prova, ou seja minha vida tá uma loucura! Estou adorando as reviews de vocês e por causa disso, corri essa manhã para tentar terminar dois capítulos, mas só deu para adaptar esse, mil desculpas mas eu realmente preciso estudar! Situação critica a minha na escola(odeio exatas)- Mas enfim... terça esse pesadelo acaba e vou poder adaptar com mais frequência de novo!
Muito obrigada a todos que estão lendo!
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