Capítulo 10 – Sem Você

"The most hottest love end in the most coldest way!"

Pense Remus, pense. O rapaz implorava para si mesmo, tentando sair daquele estado de choque. Admitir que gostava de um garoto havia sido razoavelmente difícil, beijá-lo fora fantástico e agora encarar a expressão de ferro na face do Sr.Black aos vê-los era terrível.

- Eu pensando que meu filho estava evoluindo, se dedicando a ser um homem honrado, um homem que merecesse receber o sobrenome Black, e olha com o que eu me deparo! – os olhos azuis do patriarca da família pousaram em Remus, cintilando desprezo. E o pianista se perguntou em meio a todo o medo que sentia como o homem conseguia manter aquele tom aveludado na voz, mesmo parecendo estar prestes a matar uma pessoa. – Antes que minha paciência se esgote, permita-me perguntar quem é este... jovem que ousa macular a minha casa?

Lupin praticamente se encolheu no banco, querendo poder se esconder em algum canto. Na porta, assistindo-os atentamente, o restante da família os observava em choque, olhos arregalados, respiração suspensa.

Como isso foi acontecer? Como eu, de todas as pessoas, pude achar que algo assim pudesse acontecer sem grandes conseqüências? Beijar um garoto, ser pego pelo pai dele e ainda não se arrepender de nada! Estou louco, estou morrendo de medo e mesmo assim penso que valeu a pena. E os pensamentos rebatiam em sua mente de forma furiosa. Remus mordeu o lábio inferior lançando um olhar de esguelha para o companheiro.

Sirius estava cabisbaixo, mas num rompante ergueu o queixo com orgulho e mesmo que suas mãos tremessem loucamente, se pôs de pé disposto a pagar o preço pela fúria do pai.

- Nós não estávamos... – Sirius começou num tom de voz mais agudo que o normal, perdendo o brilho dos valentes no instante em que suas íris se chocaram com o olhar ferino do pai.

- Cale a boca, seu bastardo! – O Sr. Black vociferou, parecendo subitamente mais irritado pela ousadia, enquanto erguia o braço numa rapidez absurda e dava um tapa com as costas da mão na bochecha direita do filho.

Remus assistiu Sirius dar passos incertos para trás, tentando manter o equilíbrio enquanto tocava a bochecha, antes pálida, agora vermelha e com um corte fino do qual vertia sangue. Ele se espantou com o ato de violência e conteve um som de assombro ao ver a ferida que o anel do Sr. Black causara no rosto do próprio filho, mas estava assustado demais para defender Sirius ou arriscar chamar a atenção para si.

Que espécie de criatura você é Remus Lupin? Sirius está de pé, enfrentando tudo sozinho, mas o beijo não foi culpa apenas dele, você correspondeu, você colaborou, você até se ofereceu... Ele se sentia sufocado, se sentia deslocado, fraco, descartável.

- Não acredito como eu, de todas as pessoas, possa ter criado algo tão desprezível quanto você. – O Sr. Black continuou, quase espumando, se aproximando com passos largos de Sirius que se afastava na direção da parede.

Reaja Remus!

- Pai eu não quis te desonrar eu só... – e pela segunda vez suas palavras foram contidas por um arfar, quando Richard o puxou pela gola da camiseta e o prensou na parede.

- Mais uma tentativa de me lubridiar e eu não respondo por meus atos.

Pelo amor de deus reaja!

Sirius piscou os olhos já úmidos começando a demonstrar sinais de dificuldade para respirar, as mãos segurando o braço firme do pai que o prendia pela roupa.

Remus observou aquilo horrorizado e antes mesmo que pudesse gritar consigo mesmo mais uma vez, recomeçando aquela ridícula luta mental contra seus medos, se ergueu caminhando na direção do homem que mais parecia o demônio. Ele iria machucar Sirius, se não reagisse, se não o defendesse, ele iria destruir o que restava do próprio filho. Mas para sua surpresa, no meio do caminho ele foi empurrado para o lado por uma mulher de movimentos ágeis, que num instante invadira a sala e agora segurava o Sr. Black pelos ombros, puxando-o para trás.

Ela era esguia, o cabelo estava preso num coque alto e seus lábios pintados com um vermelho escuro. Ele observou a linha tensa no pescoço dela, e a única palavra que lhe veio à mente para descrevê-la foi: uma dama. Ela não era bela, mas parecia tão ameaçadora quanto Richard Black. Naquela sala, provavelmente, seria a segunda pessoa da qual ele mais teria medo de contrariar.

- Solte-o imediatamente, Richard. Já não basta eu ter o desgosto de ver o nosso filho beijando alguém do mesmo sexo, não quero ser obrigada a testemunhar contra você por tê-lo assassinado.

O homem pareceu não escutar, mas com uma força incrível ela o afastou de Sirius, que escorregou encostado na parede enquanto tossia e soluçava ao mesmo tempo.

Tão pequeno, indefeso, estilhaçado... As palavras começaram a fluir na mente de Remus enquanto ele via a nova faceta de Sirius.

- Me poupe de suas preocupações fúteis, Stela. – o Sr.Black sibilou, desviando agora sua raiva para esposa.

- Não use esse tom comigo. – o olhar da mulher era firme.

- Tom? Quem é você para ditar regras? – rosnou. – Ele provavelmente se tornou este efeminado por sua causa.

A mulher deixou o ar escapar pelo nariz com uma raiva contida, e num instante seguinte um segundo tapa soou na sala.

- Não me culpe pelas suas frustrações. – disse entredentes numa clara ameaça e antes mesmo que qualquer um pudesse tornar a respirar, se virou na direção do filho. – E você Sirius Black, erga-se do chão e suma da nossa frente, antes que eu ajude seu pai a matá-lo.

O garoto olhou chocado para a mãe, não conseguindo se mover. Aquilo fora demais para ele. E Remus sabia que era o culpado, sabia que metera o nariz onde não devia e que agora só podia observar o mundo do amado desmoronar diante de si.

Enquanto continuava ali, se culpando, se martirizando, uma mão suave surgida do nada o segurou pelo ombro e num giro rápido ele vislumbrou um farfalhar de cabelos negros puxando-o na direção da saída.

Confuso e ao mesmo tempo meio cego, criou coragem para ver o que realmente acontecia e surpreendeu-se ao se deparar com uma moça alta, de longos cabelos encaracolados, que abraçava Sirius com o braço direito e o arrastava com o esquerdo para fora da sala.

- Shh, Siri... meu priminho, já chega. Já passou. – ela murmurava docemente enquanto caminhava, passando uma mão na cabeça do primo e beijando-lhe os cabelos.

Quem é ela? De onde ela surgiu? Começou a se acumular de questionamentos, como se estivesse se esquivando do verdadeiro problema.

Em um instante estavam fora da biblioteca, à porta sendo trancada num baque surdo atrás deles, e no outro caminhavam pelo corredor passando por Narcissa, Bellatrix e por último, por Malfoy.

- Nem eu teria feito melhor, Sirius. – Lucius conseguiu sibilar com um sorriso felino, e num rompante o outro estava sobre ele, encurralando-o sem demonstrar nenhum senso de humor.

- Mais um motivo, Malfoy, me dê mais um motivo para eu quebrar a sua cara. – praguejou apertando com força os punhos, suas primas observavam a cena chocadas enquanto o loiro parecia ter engolido um sapo.

- Já basta por hoje, Sirius. – a garota mais velha se pronunciou novamente com firmeza, tornando a controlar a situação. Remus estava abobalhado demais para sequer tornar a tentar tirar novas conclusões. – Cissa, Bella, mamãe está na sala de estar tomando chá, voltamos mais cedo da visita para a cidade. Façam-me um favor, sim? Relate o que aconteceu, preciso cuidar disso primeiro.

As garotas nem bobearam em obedecer, afastando-se rapidamente com um Lucius Malfoy muito lívido no encalço.

Remus tornou a ser guiado pela casa, olhando para cima a tempo de ver o olhar da moça recair sobre si, um leve toque de preocupação mesclado com tristeza. Era estranho ver aqueles sentimentos refletidos num par de olhos tão iguais aos de Sirius, e isso o fez se sentir ainda mais estúpido quando saíram para a claridade do lado de fora da casa.

Sirius rapidamente se desvencilhou da prima e foi sentar num dos degraus, a cabeça escondida em meio aos braços, as lágrimas escorrendo pelo rosto. Ele estava tão frágil e indefeso, Lupin queria abraçá-lo e beijá-lo, dizer que estava tudo bem, mas rapidamente foi impedido pela estranha garota.

- Você consegue voltar para casa? – ela perguntou agora se recompondo com uma expressão neutra.

Ele a olhou como se não a visse, balançando a cabeça de forma estranha. Ela comprimiu os lábios e logo em seguida abriu um sorriso forçado e Remus soube imediatamente que era hora dele ir embora.

Caminhando incerto para descer as escadas, ele ainda parou no meio do caminho e fez menção de falar com Sirius, mas o aceno negativo da garota lhe advertiu e ele suspirou magoado, tornando a dar as costas para casa e caminhando rumo ao portão.

Agora você sabe, Remus, como é bom brincar com fogo.


She said, I'll feel stranded
And I can't tell anymore
If I'm coming or I'm going
It's not how I planned it
I've got a key to the door
But it just won't open

A escola estava mais deprimente naquela manhã. Ele chegara mais cedo, esperara até o sinal bater do lado de fora da sala de Sirius, e tudo o que viu foi Lucius passando ao seu lado sem nem sequer se preocupar em reparar que ele estava ali.

O restante das horas se arrastaram, ele só conseguia pensar em Sirius, pensar se o veria de novo, se ele estava bem.

Lílian e Thiago estavam preocupados. Ele não estava agindo normalmente, não queria conversar sobre o assunto e a cada momento que olhava para os lados sentia como se vislumbrasse Sirius, e seu coração se apertava, a boca secava e tinha vontade de chorar.

Aquilo era mais do que atração, amizade ou qualquer loucura que não significasse nada além de algo temporário. Ele queria vê-lo, ele precisava ter certeza de que aquele beijo, mesmo após todo aquele inferno, havia valido a pena, havia significado o que ele desejava que tivesse significado.

Mas Sirius não estava ali e ele o queria ali, mesmo que fosse para odiá-lo ou dizer que tudo estava acabado.

Ele só queria que Sirius estivesse ali.

And I know, I know, I know
Part of me says let it go
That life happens for a reason
But I don't, I don't, I don't
Cause it never worked before
But this time, this time
I'm gonna try anything to just feel better

Já era o terceiro dia naquela incerteza. Lílian parecia vigiá-lo com o canto dos olhos. O professor de música resmungava a ausência de Sirius e ele estava sem vida.

Todo dia, sem falhar, chegava cedo e seguia seu caminho para esperar ao lado da sala dele. Só precisava ter certeza de que ele estava bem, nem que fosse ao menos uma vez.

Aquele dia Lucius não seguiu adiante fingindo que não o vira. Ele parou, o olhou direto nos olhos, e Remus teve vontade de machucá-lo, de descontar toda aquela maldita frustração que estava sentindo.

Mas mesmo sendo Malfoy, o rapaz não tinha culpa em nada do que acontecera, apenas acontecera. E para sua surpresa naquele dia, Lucius não agiu como o típico bastardo, apenas tornou a olhar para frente e continuou seu caminho, mas não sem antes murmurar.

- Ele vai voltar.

O coração de Remus falhou uma batida.

Tell me what to do
You know I can't see through
The haze around me
And I'll do anything to just feel better
I can't find my way
God I need a change
And I'll do anything to just feel better
Any little thing to just feel better

Uma semana era mais do que ele poderia suportar, mas havia mantido a rotina. Seus amigos estavam enlouquecendo sem saber o que acontecera, estranhando a ausência de Black e pressionando-o com perguntas.

Mas ele resolvera que naquela manhã seria diferente, decidira que teria que seguir em frente, devia esse favor a si mesmo.

Nesse dia entrou na sala, depositou seus materiais e ao em vez de seguir o típico caminho para a sala de Sirius, se dirigiu para o portão de entrada onde James e Lílian costumavam ficar para conversar com o pessoal que chegava.

Meio que timidamente ele se juntou a pequena patota, James lhe sorriu satisfeito por tê-lo ali e os olhos de Lílian se fixaram nos dele por um breve momento.

Fingiu que estava feliz, abriu aquele sorriso forçado que não lhe alcançava olhos e foi no meio dos colegas despreocupados, com o vento da primavera soprando seus cabelos, que ele viu o tempo parar.

O carro dos Black.

Ele viu tudo ocorrer como que em câmera lenta, a porta do veículo abrir, a figura pálida de Sirius sair de dentro dele, os cabelos estranhamente mais bem arrumados que o normal, a roupa formal, os materiais guardados na mochila em suas costas.

O ímpeto de correr na direção dele foi forte, mas antes que desse um passo para frente alguém desceu ao lado do rapaz e era a mesma garota que os tirara na casa naquele dia. Ela vestia um recatado vestido preto, as mãos suaves arrumando rapidamente as roupas do primo, averiguando se tudo estava em seu devido lugar.

She said I need you to hold me
I'm a little far from the shore
And I'm afraid of sinking
You're the only one who knows me
And who doesn't ignore,
That my soul is weeping

Ela o beijou delicadamente no rosto e abriu um pequeno sorriso, dizendo algo muito baixo. Sirius aquiesceu acenando com a cabeça, dando as costas para ela e caminhando na direção da escola.

O pulso de Remus acompanhava o ritmo do tempo, ele assistiu Sirius seguir em frente, assistiu sua nova forma rígida de andar, observou seu olhar sempre dirigido para frente, sem se distrair, sem pestanejar.

Ele não conhecia aquele Sirius.

Num piscar de olhos Remus foi deixado para trás, meio abobalhado, entorpecido com o que acabara de acontecer.

Porque ele não viera falar com ele?

Porque ele nem sequer o olhara?

Ele sabia que Sirius o notara ali, sabia por que enquanto se virava, mesmo que por breves segundos, os olhos de Black passearam rapidamente pela entrada, calculando, traçando o trajeto mais seguro em direção a sala.

Ele abaixou a cabeça, os olhos ardentes diante de tanta mágoa.

And I know, I know, I know
Part of me says let it go
Everything must have its season
Around, around it goes
Everydays the one before
But this time, this time,
I'm gonna try anything to just feel better

Estava na hora de voltar para sala, o sinal já iria bater e todos começaram a caminhar para dentro do prédio. Lílian e James pediram para que ele os acompanhasse, mas com um gesto de cabeça ele os dispensou. Precisava de pelo menos alguns segundos a sós para que pudesse se recompor.

E esse foi o tempo necessário para que a prima de Sirius o alcançasse.

- Naquele dia não tive tempo de me apresentar. Me chamo Andrômeda Black. – ela se anunciou gentilmente, olhando para ele como se visse mais do que o que estava na superfície.

- Desculpe. – Remus rapidamente ergueu a cabeça com um sorriso forçado. – Sou Remus, Remus Lupin.

- Agora eu sei pelo menos um dos motivos para ele gostar tanto de você. – ela deliberadamente disse com a voz baixinha, para que só ele recebesse os efeitos de suas palavras. – Bem, já que eu finalmente me apresentei apropriadamente, preciso ir. – ela completou aguardando uma resposta.

- Okay. – foi tudo o que Lupin conseguiu dizer.

E com mais um sorriso ela se virou na direção do carro, deixando o para trás.

Ele estava confuso. Ele estava sozinho. Ele estava sem Sirius.

I'm tired of holding on
To all the things I oughta leave behind
It's really getting old and
I think I need a little help this time


Nota da Autora:

AHHHHHHHHHHHHHHHHH! Simmmmmmmmmmm! Uah quanto tempo. Meu deus, saudade dessa história, saudade de escrever essa coisa. Saudade de vocês, saudade da minha vida maldita. Arghh!

Para aqueles que achavam que eu tinham morrido, sinto informar que estou bem viva, saudável e pronta pra ao menos tentar levar Sirius e Remus ao limite do que a mente masoquista de alguém pode levar alguém. Muuahuahua.

Antes de tudo, milhões, zilhões, quatrilhões de pedidos de desculpa, principalmente aqueles que deixaram reviews me procurando, me mandaram e-mail e a maldita aqui num teve tempo de responder educadamente. De qualquer forma acho que este capítulo vale como uma redenção.

Bem, sobre o dito cujo em si, devo dizer que é realmente fantástico o título ... --' super criativo, mas tinha q ser esse, não havia outro. Com relação a música da parte do Remus sofrendo, foi ela que me deu forças para escrever esse capítulo no recorde de duas horas. Yep! Por isso tive a obrigação de colocá-la. Para aqueles que querem se aventurar a escutar, se chama Just Feel Better do Aerosmith feat. Santanna .

Agora aos comentários necessários, como se passou muito tempo, provavelmente irão estranhar o capítulo. Num tenho a mínima idéia se mudei a forma de escrever, mas cá estou aberta a reclamações e puxões de orelha. Sintam-se a vontade. Para aqueles que esperavam uma fuga dos dois ahauhuaa, não, ninguém aqui irá para o Havaí para uma lua-de-mel. Pode não parecer, mas por mais que Sirius se faça de cabeça dura, de o foda, ele tem medo do pai, ele admira o pai e vai escutar o que ele diz. Se ele disser que o filho está errado, ele vai obedecer, ou pelo menos tentar, por isso neste capítulo aparece a faceta frágil dele. Quanto ao Remus, ele se encontra num daqueles vários momentos da nossa vida em que anos mais tarde olhamos para trás e pensamos, se eu tivesse tido mais coragem, se eu tivesse reagido as coisas seriam diferentes. Mas sejamos francos, para o Remus enfrentar o Sr. Black serão necessários anos de amadurecimento, portanto simplesmente não dava para ele reagir, e como todos notaram ele queria, mas tinha medo.

Duas novas personagens apareceram. A mãe de Sirius, e Andrômeda. Stela, como eu chamei ( e não mudarei porque comecei essa fic antes mesmo de mais coisas serem reveladas sobre a família Black, portanto me perdoem!), é tão ou mais terrível que o marido. Não fiz uma mãe amorosa, muito menos cativa, fiz o que Remus viu a princípio, uma dama, e não me entendam mal, uma dama não quer dizer uma mulher que abaixa a cabeça, ela é educada, ela é requintada, mas acima de tudo tem o senso de maternidade reprimido pelos próprios interesses. Então classifico-a como calculista, não exatamente fria, porque senão ela nem mesmo teria interferido, creio. Quanto a Andrômeda, assim como nos livros, ela é a primeira ovelha "branca" da família, por isso detém um comportamento diferente, afável e carinhoso. Ela de certa forma exerce grande influência sobre Sirius e neste mesmo capítulo arrisco dizer que Remus não sabe o que pensar sobre ela, mais tarde quem sabe talvez não sinta ciúmes, heim? xD

Bem, era esse gigantesco comentário que eu precisava fazer para esclarecer os meus motivos.

Agradecendo as reviews maravilhosas, que são muitas o.o' Socorro?

Mo de Áries(PELO AMOR DE DEUS, respire!!! Ahuahua), Amy Lupin(Ainda tenho q terminar de ler aquela sua fanfic esplêndida -!!! E quanto a musiquinha, eu ainda acho ela tosca! Ahhhh), Keiko Maxwell(Tia Dee, lol!! Só que só você pode me chamar assim, hein? xD --' me sentindo velha aque, que issooooo só tenho 17 anos!Quanto ao escândalo, num vai dar? Ahuaha), Leka Moreira(São lindos mesmo, né?), Drunknees´s Lady(u.u'... UAHHHHH mais uma pra tchurma, seja bem vinda! Não se acanhe, sinta-se em casa! E olha que nem escrevi lemom ainda! Hauhua), "espaço" não sei quem é você xDD(Como você se chama? xDD Sim, Sirius só não engorda porque perde peso correndo do tarado do Lucius xD), Dark Wolf(Meu anjo, vc por aqui, quanto tempo?? Como vai??), Lisa Black( Sim, eu fiz! Perdoe-me, eu pequei u.u' E depois de séculos, seu pc tá bem? Ah, Velas Negras, eu quero atualizar, preciso dar cabo daquele casal macabro que arranjei.. Severus e Regulus, até hj num sei da onde tirei isso.), Ivinne(Tá ai? Oieee! ), Jessica Lovegood Potter(Eu demorei postar linda, me perdoa? Diz que sim vai, simmmmmmmmm!!!), Camy(Espero q vc não tenha tido um treco, e estou tão orgulhosa por ter te surpreendido, isso significa que você se envolveu com a história! Kyaaaaa, feliz agora -), Sy.P(Vou baixar sua dica de música para ouvir escrevendo próximo capítulo xDD), Dudinhazinha(Sim lindus, fofinhus, engraçadinhus... e zilhões de inhus! Huhuhu!), Lisse(me desculpe mesmo pelas demoras. Poxa, foi sacanagem com vocês, mas minha vida tá uma bagunça /, agora que começou a engatar as coisas. Fico feliz que tenha gostado das duas, tentarei atualizar Velas até o final do ano, só não vou prometer nada por causa da UNICAMP que vem ai, mas peço mais uma vez, sei que é absurdo e talz. Me dê só mais um tempinho, ok? puppy eyes ), haruechan(E se vc sumiu eu fiz o que? Morri, renasci, visitei o inferno xD e cá estou di novo. E sim, começarei a fazer a massa de Velas Negras para colocar no forno xD, não desista de mim pelo amor de deus!!E escreva mais fics hauaha!!),Nat(Sumi e voltei, não chore, capítulo novo de Apassionata pra vc! ), Thatah(Aha, cá está novo capítulo, o que achou? Piorei na forma de escrever? Ajude essa pobre alma enferrujada a funfar novamente ), Watashinomori(Sim eu vi o erro do nome, quase cometi de novo, ainda bem que leio reviews, essa fic precisa de uma revisão, meu deussss! Se ver mais alguma coisa absurda aew aponte para mim, hauaha muita coisa xD E quero mais fics suas, sim sim sim sim? -), Drika(Uh atualizei ), Sam(sou má, sou terrível! Sim eu sei, mas amo ser assim xD), Nana(Foi a primeira música que pensei em colocar, juro hauhaa! Mas tinha que ser algo mais romântico, sei lá, então foi essa xD), Necessitada(Atendendo suas necessidades! Hauaha), Cristina Melx (VLWWWW! xD),Flaviask(Você pediu, eu atendi! Lol), Idril Anarion( Agradecimentos a lindinha da Amy e a vc ,), Moony Neveu(Sim senhora Moony, desculpe pela demora mas tái. Nóis tarda mais num faia!)Jehhh, Ivy, Dany Ceres, Athena Sagara, Leen, Momo-00, Elisa Moony, Marinariss e Clarice.

Gente se eu esqueci de alguém me fuzilem, cobrem que responderei no próximo capítulo com as devidas desculpas. Aos seres que se escondem nas trevas e lêem na surdina, obrigado . Pro povão aí de cima, valeu mesmo pelo incentivo, pela confiança e espero que não tenho desistido de mim.