Olá, esse capítulo é um pouco controverso para mim, digo pois ele não é o meu preferido sendo sincera chego a achar o pior que já escrevi no entanto é necessário para a história.

Espero que gostem e o apreciem. Boa Leitura.


Sentada em sua cadeira com as pernas cruzadas mordendo a tampa da caneta que sua mão esquerda segurava tentava se concentrar nós papéis que estava lendo que eram relacionados à farmácia do hospital no entanto seus pensamentos estavam no dia anterior mais especificadamente no apartamento de House, a primeira coisa que fez ao chegar em sua sala foi ligar pra um velho amigo que trabalhava no banco nacional de dados do EUA que ficou de lhe mandar um e-mail detalhado sobre o que conseguisse coletar de informações sobre o tal "Willian Muller", algumas das regalias que tinha conseguido por ser a segunda reitora de medicina na história do PPTH e uma das três mulheres no Estados Unidos em manter tal posição em um grande hospital era que conhecia várias influências de diferentes áreas, seu relógio marcava onze e meia da manhã e o e-mail que aguardava não havia chegado em sua caixa de entrada e nenhuma notícia vinda da Cameron, era compreensível mais cedo Foremam havia ido até sua sala pedindo sua autorização para um biópsia no paciente da semana e pelo o que havia lido na ficha o caso realmente era complicado. Estava atualizando sua caixa de mensagem com certa frequência a deixando um pouco nervosa, para esquecer de seu assunto pessoal decidiu-se ir para a clínica caminhou até seu cabideiro pegando seu jaleco o vestindo enquanto saía de sua sala, entre uma ficha e outra começou a refletir sobre a aversão que House tinha pelos pacientes chegando a conclusão que não era totalmente desumano não ter contato com eles ás vezes mais atrapalhavam do que ajudavam, sem contar que a maioria mentia sobre a real necessidade de está ali, antes de terminar de examinar o paciente da vez uma enfermeira bateu na porta do consultório avisando que um dos contribuidores a esperava em sua sala, mais do que depressa pediu licença ao doente explicando que outro médico iria atende-lo, andando apressadamente para sua sala observou como o saguão estava cheio ao passar pelas portas de sua sala visualizou o benfeitor desejou uma boa tarde passando por ele indo para sua cadeira, a reunião durou cerca de uma hora conseguindo uma boa doação do benfeitor o acompanhou até a porta e assim que ele passou pela mesma ela a fechou trancando-a, desceu todas as persianas não queria ser incomodada por ninguém. Deitou-se em seu sofá fechando suas pálpebras enquanto massageava suas têmporas para aliviar-se da dor de cabeça que começava a sentir.

Flashback On

Fazia algum tempo que havia chegado do baile beneficente no qual foi homenageada ganhando uma placa por dirigir o hospital por tanto tempo, assim que a recebeu fez seu discurso e um grupo de mariachis entrou no salão tocando uma música, depois de um tempo Wilson lhe disse que aquilo era uma surpresa do House para ela no entanto ele mesmo ainda não havia chegado e logo em seguida lhe informou que o paciente havia falecido antes do diagnóstico final, ligou inúmeras vezes e nada dele atender o celular. Estava deitada em sua cama um pouco preocupada e chateada com ele, mesmo o entendendo o queria presente saiu de seus pensamentos quando escutou batidas em sua porta, chovia um pouco naquele momento e a noite estava fria resolveu ignorar e quem quer que fosse iria desistir porém os batidas ficaram mais fortes e contínuas, rolou para fora de sua cama se enrolando em uma manta indo em direção a porta do seu quarto caminhando lentamente para a porta de entrada, acendeu a luz do corredor enquanto olhava pelo olho mágico para vê quem era. Ele estava bêbado encharcado de água pela chuva que devia ter pegado pois provavelmente havia caminhado até lá, girou a maçaneta da porta abrindo-a e mesmo assim ele continuou batendo na mesma com sua bengala, antes mesmo que pudesse pronunciar-se ele caminhou em sua direção.

— Nós precisamos muito conversar. Passou por ela caminhando em direção a sala.

— Você está bêbado, e fez uma grande besteira. Balançando sua cabeça negativamente. — Vai para sua casa, você desapareceu completamente, nem ao menos atendeu o seu celular.

— Você vai querer sentar para ouvir isso. Olhando-a enquanto apontava com seu dedo indicador para o sofá, respirando fundo. — Vá em frente. Sente- se, sente-se, sente-se. Estendendo sua mão em direção ao sofá a recolhendo batendo em sua coxa. — Tomei uma decisão. Fez uma pausa. — Estar feliz e apaixonado por você fazem de mim um péssimo médico.

— Cala a boca. Fechou seu semblante balançando a cabeça negativamente. — Você está muito bêbado para terminar esse namoro.

— Estou bêbado. Balançando a cabeça positivamente. — E estou certo, você me faz um médico ruim e as pessoas vão morrer por causa disso. Faz uma longa pausa. — E você vale a pena. Aponta seu dedo indicador para ela caminhando em direção ao sofá se jogando no mesmo. — Se eu tivesse que escolher entre salvar todo mundo, ou amar você e ser feliz. Aconchega-se mais no sofá se aproximando mais dela. — Eu escolho você, eu escolho ser feliz com você. Sorrir, abaixando sua cabeça repousando-a em seu colo. — Eu sempre escolherei você. Solta uma risada com os olhos fechados. — Minha cabeça está na sua vagina.

— Vai dormir House. Passando a mão nos cabelos dele em forma de carinho enquanto escutava ele dizer que estava casando.

Flashback off

Sua cabeça latejava mais ainda, pegou uma das almofadas colocando em seu rosto para não enxergar a claridade por debaixo de suas pálpebras, se virou no sofá se encolhendo um pouco mais.

Flashback on

— Sei que está com raiva, mas, por favor, não coloque a vida dela em risco, apenas para se vingar de mim. Falava seriamente.

— Sério? Nossa! Diz com ironia levantado-se. — Então agora tudo é sobre você?

— Você resolveu ficar do lado dela logo após saber do meu noivado. Falava calmamente.

— Deve ser isso mesmo. E você não é uma narcisista patética. Inclinando um pouco sua cabeça para o lado.

— Eu não amo você, aceite isso. Falava isso mais para si do que para ele. — Siga em frente com sua vida ao invés de chatear todo mundo. O olhava firmemente, começando a se alterar.

— Ótimo. Uma lição de moral vinda de uma mãe de meia idade. Caminha para longe se virando para ela. — Que namora um crianção.

— Vai se ferrar. O recrimina. — Cansei de passar a mão na sua cabeça, cansei de todas as pessoas precisarem ficar a sua volta, enquanto atrapalha as vidas delas, para que não deixem a sua vida ir para o ralo. Faz uma longa pausa. — Para mim chega!

— Fantástico. A observava caminhar para longe. — Fique longe da minha paciente.

— O que está querendo, House? Abre seus braços virando-se. — Arriscar a vida dela para salva a perna? Deu certo para você, não é? Faz uma pausa. — O que você tem na vida? Honestamente. Fale-me. Eu estou seguindo adiante, Wilson também. Aponta para ele. — E você não tem nada, nada! Vou até lá convencê-la a me deixar cortar a perna dela, se ainda tem alguma decência, não vai se meter.

Flashback off

Escutou longos batidos em sua porta, porém decidiu ignora-los enquanto escutava a suava a voz de Wilson chamando por seu nome, repousou as palmas de suas mãos sobre seus olhos balançando a cabeça negativamente, queria ficar sozinha necessitava necessitava daquele momento para raciocinar melhor sobre os últimos ocorridos e por mais que apreciasse sua companhia aquele não era o momento para conversar conversar sobre qualquer assunto, após alguns segundos a mais de insistência as batidas cessaram percebendo que ele havia desistido, respirou fundo soltando um longo suspiro para não ter um colapso momentâneo. Levantou-se indo em direção a sua mesa, puxou sua cadeira sentando-se repousando sua mão sobre o mouse o movimento vagarosamente enquanto seu computador saia do descanso de tela, imediatamente atualizou sua caixa de mensagem e visualizou o e-mail que estava aguardando.

* Olá, Lisa aqui está algumas das informações que conseguir recolher sobre o Willian Muller. Aparentemente ele foi a óbito no ano de 2005 por conta de um câncer, sendo internado em seu hospital para o diagnóstico e tratamento, porém sua conta voltou a atividade a três meses atrás tendo um saque no Estado de Virgínia a mais ou menos a dois meses. Como você me pediu certa urgência resolvi te enviar esses pequenos detalhes, mas não se preocupe irei conseguir e coletar mais informações e te enviarei um e-mail definitivo no final da semana! Até mais. *

A dois meses ela havia ido a Carolina do Norte e Virgínia era o Estado vizinho, ficou um pouco atônica enquanto digeria as informações, não podia deixar seu lado sentimental ser mais forte que seu racional decidindo-se então, que esperaria o e-mail definitivo no entanto não conseguiu evitar o desejo de que tudo não passa-se de uma mera coincidência, ouviu batidas em sua porta a trazendo de volta a realidade, foi até lá a destrancando ao mesmo tempo em que pensava ser Wilson, mas se deparou com Cameron com um semblante cansado, percebeu sua presença a acompanhando enquanto ia para sua mesa, se virou para ela encostando-se na beira de sua mesa.

— Desculpa a demora Cuddy, mas hoje foi um dia turbulento. Analisei a digital e de acordo com nosso banco de dados é um paciente que morreu de câncer na boca do estômago em 2005 e se chama. Lisa a corta arqueando uma de suas sobrancelhas.

— Willian Muller, e foi paciente do House? Dizendo seriamente.

— Como você sabe? A olha surpresa. — Depois de ter sido diagnosticado pelo Dr. House, ele o encaminhou para o Dr. Wilson. Espero ter te ajudado agora preciso voltar, nosso paciente vai ser operado.

— Obrigada Cameron. A observa sair dando meia volta em sua mesa sentando-se em sua cadeira pensando no que iria fazer, primeiramente iria achar a ficha mesmo sabendo que era quase impossível, até porque House nunca anotava nada nelas e depois iria procurar pela ficha de Wilson para poder saber mais sobre o paciente, colocou suas pernas sobre a mesa as cruzando enquanto inclinava seu tronco um pouco para trás ao mesmo tempo em que esticava a liga por suas falanges.

Flashback on

Olhava apavorada para sua sala parecia que havia passado um furacão, tinha coisas jogadas por todo lado, sangue no chão e uma de suas paredes estava escrita com alguns diagnósticos, observava tudo quando o viu entrar em sua sala esfregando sua coxa ruim.

— Teste confirmado. Melioidose. Procura por sua bengala. — Fácil deixar passar numa mancha. Caminha em direção a sua bengala, agachou-se e a pegou verificado se não havia nenhum dano com à mesma. — Exames e raios-x variam amplamente.

— É só com isso que você se importa? Vira-se para ele. — Um idiota invade a clínica se coloca a caminho da perpétua sem condicional, e você o ajudando em cada passo. Fala com repreensão.

— Se ele não tivesse feito o que fez, ele estaria morto. Diz com toda calma. — O interessante foi você acatar cada decisão médica minha. Aproximando-se dela.

— Você está insinuando que eu cuidei disso de forma diferente só porque você estava aqui? Arqueia uma de suas sobrancelhas.

— Não sei. Respirou fundo. — Vamos tentar de novo sem mim.

— É por isso que você e eu não podemos estar em uma. Tenta encontrar uma palavra para exemplificar. — Vira-se indo para sua cadeira.

— Se você está sugerindo que você não soube levar as coisas. Caminha em direção à mesa. — Por estar em um não relacionamento comigo, eu não sei como te ajudar. Levantando uma de suas sobrancelhas juntamente com seus ombros. — Porque a única mudança que você pode fazer é sair de um não relacionamento.

— Você quer um relacionamento? Sentindo-se confusa.

— Deus, não. Surpreende-se. — Só estava tentando seguir sua lógica.

O vê se virar seguindo em direção à saída enquanto sentava-se tentando abrir a gaveta de sua mesa, notou que ele havia parado caminhar ao mesmo temo em que puxava a gaveta com certa força no instante que a abriu à mesma deixou cair todas suas coisas no chão, a estendeu e a sacudiu percebendo o sorriso que ele esboçou ao escutar o barulho.

Flashback off

Quando voltou a si, Wilson passava a mão na frente de seus olhos tentando lhe chamar a atenção.

— Desculpa Wilson estava com a cabeça em outro lugar. O olhou esboçando um sorriso.

— Tudo bem Cuddy. Colocando suas mãos em seus bolsos. — Passei aqui para te falar que já estou indo para casa e que vou pegar Rachel na escola para irmos ao shopping, tudo bem para você?

— Tudo sim Wilson, para falar a verdade vou demorar mais um tempo aqui. Colocando suas mãos sobre a mesa. — Eu queria vê com você se poderia me dizer aonde guarda suas fixas mais antigas, estou precisando saber de um paciente seu que morreu em 2005 ou você guarda elas no arquivo do hospital.

— Dependendo do paciente elas vão para o arquivo, já quando acho o caso interessante às guardo em uma pasta no meu escritório, mas de qual paciente exatamente você está querendo saber?

— Não é nada de mais Wilson. Tentando se esquivar. — Vou procurar no arquivo caso não encontre eu peço a você tudo bem?

— Está bem Cuddy até mais tarde. Indo para fora da sala.

Ela esperou algumas horas para poder ir à antiga sala de House, saiu de sua sala indo em direção ao elevador, apertou o botão e assim que as portas se abriram entrou apertando o número do andar que ficaria as portas se fecharam, alguns segundos depois se abriram e foi em direção ao antigo escritório de House chegando à porta de vidro notou que já estava escrita Dr. Eric Foreman e logo a baixo chefe do departamento de diagnósticos a deixando um pouco triste, antes de entrar reparou que a sala estava totalmente repagina assim que passou pela porta de vidro foi tomada pela melancolia.

Flashback on

Estava agachada analisando alguns documentos, havia mandando retirar toda a mobília da sala de House em retaliação por ele ter quebrado o vaso do seu banheiro particular, quando persentiu sua presença em sua frente o encarou.

— Você não está me proibindo por razões médicas. Esticou sua bengala em sua direção. — Você está me proibindo porque tem tesão por mim.

— Ainda está aqui porque tem tesão por mim. Levantou-se.

— Evidenciado pelo fato de que sou o único que entra na sua sala.

— É a maior sala. Justifica-se. — Não fui eu que destruiu...

— Porque está vestida assim? Olhando para seu decote. — Por que você tenta tanto chamar minha atenção? Encurtando um pouco o espaço entre eles. — Você está sacaneando comigo?

— Você está sacaneando comigo? Da um passo a mais acabando com o espaço de seus corpos.

— Isso depende da sua resposta. Analisou cada movimento que ela fazia.

— Todos sabem que isso vai levar a algum lugar. Sorrir. — Acho que devíamos nós beijar agora.

— Nós já fizemos isso. Colocou sua mão sobre o seio dela. — Parecia o próximo passo lógico.

— Verdade? O fita com tristeza. — Sou uma idiota por está surpresa. Virando-se indo para porta, até que sentiu a mão dele apertando um pouco mais seu seio.

— Você pode deixa-los aqui? Ela o olhou com reprovação e imediatamente retirou sua mão sobre seu seio.

Flashback off

— Tudo bem Lisa? A mirava.

— Que susto Foreman. Suspira. — Desculpa estava perdida em meus pensamentos, mas o que você está fazendo aqui uma hora dessas?

— Vim buscar a ficha do paciente para analisar melhor em casa. Esboça um sorriso.

— Assim. Sorrir em retribuição. — Você sabe me dizer para onde o House mandava as fichas dos pacientes Foreman? Arqueia uma sobrancelha.

— As que ele não mandava para o arquivo ele guardava consigo mesmo Cuddy, por quê?

— Por nada Foreman, só curiosidade mesmo, aliás a sala ficou linda, até. Caminhou em direção ao elevador apertando o botão, assim que as portas se abriram entrou apertando o número do andar do arquivo.

Após alguns segundos havia chegado ao arquivo, olhou todas as fichas do ano de 2005 tanto a do House como a do Wilson e não achou a do Willian Muller, entrou em consenso percebendo que teria de voltar mais uma vez ao apartamento de House para vê se encontrava a ficha, não poderia comentar Wilson pois naquele momento estava comprovado que havia algum segredo em relação à ficha, no momento que estava deixando o andar teve mais uma de suas recordações.

Flashback on

Estava no quarto de Joy encostada em umas das paredes que ela mesma havia pintado de amarelo, seus olhos estavam cheios de lagrimas enquanto sua cabeça doía como nunca, a frustração de mais uma vez ter tido seu sonho de ser mãe adiado lhe cortava a alma da pior maneira possível a deixando desola, escutou alguns batidos na porta que a obrigou ir até lá para abri-lá, no momento que girou a maçaneta o enxergou.

— Esse não é o melhor momento. Caminhando em direção à pilastra que separava a sala do correr escorando-se.

— Há mais de um bebê no oceano. Entrou fechando a porta atrás de si. — O mundo está cheio de adolescentes transando sem camisinha.

— Não. Balançando a cabeça negativamente. — Desisto, não posso passar por isso novamente.

— Você está desistindo, como desistiu do in vitro? Olhando seriamente.

— Sim, do mesmo jeito. Rendendo-se.

— Agora, você acabou de fazer a mesma coisa. A observa sorrir. — Que pena. Andou em sua direção. — Você seria uma ótima mãe.

— Seu filho da puta. Não acreditava que ele teve a coragem de dizer aquilo naquele momento. — Quando eu queria ter o bebê você me disse que eu seria uma péssima mãe. Agora que eu perdi o bebê, você diz que eu seria uma ótima mãe, porque você precisa negar tudo? Seu tom era de raiva o olhando nos olhos.

— Não sei. A única reação que teve foi de aproximar-se mais dela para beija-la e assim fez. Inclinou sua cabeça um pouco para o lado introduzindo sua língua na boca dela sentindo as mãos dela em sua face era notável o desespero que ela estava vivenciando, no momento em que tocou em seus lábios sua língua buscava por mais espaço se entrelaçando na dela sentindo seu sabor particular, a apertou mais contra si descendo sua mão e subindo em forma de carinho ao mesmo tempo que aprofundava ainda mais o beijo o deixando um pouco mais rápido e brutal, assim que necessitaram do ar para respirar se separaram encarando-se por alguns segundos enquanto se perguntavam o que havia acontecido. — Boa noite. Caminhando para fora dali.

— Boa noite. Estava em choque, foi à única coisa que conseguiu dizer enquanto o olhava ir embora.

Flashback off

Sem ao menos notar já estava no seu quarto se despindo para tomar um banho e poder dormir enquanto Rachel dormia em sua cama tranquilamente. Pegou sua toalha e seu baby-doll preto e caminhou para o seu banheiro, abriu o vidro do box e com delicadeza girou o registro entrando debaixo do chuveiro sentindo a água quente cair sobre seu corpo levando embora todo o cansaço que estava sentido, ao abrir os olhos viu a neblina que aquele banho quente tinha causado no ambiente se ensaboou vagarosamente por todo seu corpo aproveitando o máximo das espumas que estava em sua pele se enxaguou e fechou seu registro abrindo seu box puxando a toalha, se secou por completo vestindo-se. Retornou ao seu quarto, rolou para debaixo do seu edredom se aconchegou melhor em seu colchão adormecendo-se.